Polícia desarticula golpe a site de compras pela internet na Região Metropolitana

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12/12/2017

Na manhã desta terça-feira (12), a Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e a Delegacia de Roubos cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa de um casal em Esteio, Região Metropolitana, que aplicava golpes a um site de compras na internet. A prática do crime ocorria há seis anos. De acordo com a titular da DRCI, o casal criava cadastros de empresas falsas no site Mercado Livre, simulava compras e vendas de softwares do segmento de móveis planejados e, depois, aproveitavam-se da vantagem de ressarcimento sobre os produtos não recebidos. Segundo a delegada, é possível que os estelionatários tenham usado softwares falsos e CPFs falsos para, em seguida, reclamarem à empresa pelo produto não recebido e receberem o dinheiro novamente, por meio da compra garantida. Na residência do casal, que irá responder em liberdade, foram encontrados um notebook, dois aparelhos celulares, um HD externo, quatro cartões de banco e um do PagSeguro. Ainda não há informações dos valores obtidos nos últimos seis anos com o golpe, nem se outras pessoas ou empresas foram lesadas.

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Fonte: Gaúcha ZH

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Cibercrime pode causar prejuízos para vítimas no Natal

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11/12/2017

Uma pesquisa de uma multinacional de tecnologia especializada em integração de rede, segurança e data centers, realizada com seus clientes em 58 países estima que quem compra presentes online corre o risco de perder entre US$ 50 e US$ 5 mil, ou R$ 160 e R$ 16 mil, por golpe. Assim como ocorre no comércio, os cibercriminosos aproveitam a época para reforçar suas táticas e lucrar em cima dos incautos. Nas próximas semanas, a empresa prevê um aumento em campanhas de phishing (golpe com isca) por e-mail, ataques de ransomware (sequestro de dados pessoais e arquivos digitais), trojans bancários (sites e e-mails falsos se passando por bancos reais) e sites fraudulentos que promovem ofertas fictícias como pacotes de férias. Outros truques usados são notificações falsas do status de entrega de encomendas, que levam o usuário a clicar em links maliciosos; e-mails indesejados de ofertas especiais, e recibos falsos de compras online que levam a vítima a abrir arquivos anexos que permitem o ransomware. Os dados mais desejados pelos hackers são os dados do cartão de crédito e informações de identificação pessoal como nomes de usuários, senhas e detalhes que sites acessam com frequência. De posse desse conteúdo, o criminoso pode usá-lo para se passar pela vítima em diversos sites e plataformas online.

Dicas para se precaver

  • Ensine crianças, pais idosos, e parentes que não são experientes na web para ficarem mais atentos aos detalhes na hora da compra;
  • Nunca use Wi-Fi público ao fazer compras online
  • Nunca abra e-mails, clique em links ou abra anexos de fontes desconhecidas
  • Nunca compartilhe seus nomes de usuário, senhas ou outras informações pessoais online
  • Fique de olho no ícone visível de cadeado no navegador para confirmar a criptografia. Isso significa que o website em que você está comprando é uma loja segura e confiável.
  • Use seu cartão de crédito ao invés do cartão de débito
  • Não armazene os detalhes do cartão online ou logins e senhas de acesso aos sites de e-commerce
  • Certifique-se de que seu antivírus e sistema operacional estejam atualizados em todos os aparelhos
  • Cheque seus extratos bancários com frequência e imediatamente relate cobranças não autorizadas ou suspeitas ao seu banco

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Fonte: É Assim

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Hacker pode ter ‘lucrado’ mais de R$ 400 mil com fraude na internet

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15/08/2017

A Polícia Civil de Santo Antônio da Platina (PR) deflagrou uma operação que investiga crimes de estelionato praticados desde dezembro do ano passado por um hacker. Segundo o delegado responsável pelo caso, o golpe fez 66 vítimas em todo o país e pode ter rendido mais de R$ 400 mil ao criminoso. De acordo com o titular da 38ª Delegacia Regional de Polícia, o suspeito invadia sites de venda, e obtinha de forma fraudulenta a senha de acesso dos compradores. Em seguida, ele alterava as transações e desviava os objetos para seu o endereço, localizado na Rua Eduardo Monteiro França, na Vila São José. O delegado solicitou à Justiça autorização de buscas na casa do suspeito, cujo mandado foi cumprido no início da tarde de segunda-feira (14). Foram apreendidos modens, um computador e um notebook para realização de perícia. No endereço, os policiais também apreenderam notas fiscais de compras em nome de terceiros, além de várias caixas vazias de celulares. O morador não justificou a origem dos documentos nem dos objetos. O delegado aguarda o resultado da perícia para formalizar o indiciamento do suspeito. A pena para o crime de estelionato pode variar entre um e cinco anos de prisão.

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Fonte: Massa News

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Fraudes no e-commerce impulsionam a procura por soluções com certificação de segurança

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10/08/2017

Se proteger de ataques de hackers e vazamentos de informações tornou-se um dos maiores desafios do varejo online. Nos últimos dias, uma lista com mais de 360 logins e senhas de usuários de grandes marcas de e-commerce do Brasil supostamente foi divulgada na internet por um site de armazenamento e compartilhamento de textos. Diante de situações como essa, cresce a procura por soluções inteligentes que defendam as lojas virtuais e seus consumidores de fraudes. De acordo com o chefe de uma empresa brasileira de cloud commerce, há alguns cuidados básicos que os usuários podem ter para se proteger. “Muitos consumidores acabam usando as mesmas senhas em todos os sites onde possuem contas. Essa prática não é recomendável, pois se uma dessas plataformas tiver um problema de segurança, o usuário fica vulnerável em todas as outras” explica. Uma dica importante para o varejista é conhecer o panorama de segurança do mercado online e se antecipar aos ataques, com soluções eficientes como softwares, programas e plataformas de outsourcing de tecnologia. Além disso, é recomendado criptografar os dados confidenciais dos clientes com TLS e o SSL, protocolos de segurança da comunicação que tornam impossível a leitura e podem ser desembaralhados dentro do servidor com posse da chave privada gerada pelo sistema. Uma das formas mais comuns de golpe no comércio virtual é o phishing. O nome faz referência à palavra em inglês para pescaria. Nessa modalidade de fraude, o hacker joga uma isca no formato de mensagem de correio eletrônico, com alguma promoção ou indicação de necessidade de recadastramento, levando a uma página que imita o site original e solicita login e senha. “Dessa maneira, o próprio usuário entrega seus dados voluntariamente e o hacker armazena essas informações. Depois dessa etapa, geralmente a página exibe uma mensagem de erro e redireciona o usuário à página original. Dessa forma, a vítima nem percebe o golpe”, diz o especialista.

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Fonte: E-commerce Brasil

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Brasil tem uma tentativa de fraude a cada 16,8 segundos, diz Serasa

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25/07/2017

Nesta terça-feira (25), conforme dados divulgados pela Serasa, o Brasil registrou 782.244 tentativas de fraude entre janeiro e maio deste ano, o equivalente a uma ocorrência a cada 16,8 segundos. O segmento de telefonia foi o mais visado, com 38,6% dos casos. Neste tipo de golpe, os criminosos usam indevidamente os dados de consumidores para abrir contas de celulares ou comprar aparelhos. No segmento de telefonia, o golpe é uma “porta de entrada” para outras fraudes de maior valor. Os golpistas costumam comprar telefones para ganhar um comprovante de residência e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito e fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas.

Nome sujo

Uma analista de recursos humanos está com o nome sujo desde o começo do ano por causa deste tipo de crime. Ela recebeu um e-mail de uma loja onde faz compras com uma nota fiscal de um aparelho celular que custou em torno de R$ 1.500. “Achei estranho que eu não tinha feito nenhuma compra naquela loja. Então liguei pra lá pra poder dizer que se tratava de engano e realmente fizeram uma compra numa loja física em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, num local onde nunca estive na minha vida”, conta. Essa não foi a única compra feita em nome da vítima naquele endereço. Ela passou a receber as faturas de mais cinco linhas telefônicas que nunca contratou, algumas passavam de R$ 2 mil. O endereço das faturas emitidas no nome dela, que mora na zona norte de São Paulo, coincide com uma rua de terra na zona rural do Mato Grosso do Sul. O autor da fraude chegou a assinar pessoalmente um dos contratos com uma letra bem diferente da assinatura original da mulher. Enquanto as empresas não se convencem do crime, ela – que está desempregada – não consegue tomar empréstimos e está sendo prejudicada nas seleções de trabalho. “Como eu sou da área de recursos humanos, trabalho com folha de pagamento, muitas empresas têm o procedimento de consultar pra ver se não tem o nome sujo. E aí, conforme algumas constam, aí eu perco oportunidade. Então além de distribuir currículo eu tô distribuindo boletim de ocorrência e contestação de compras para poder comprovar que eu de fato não devo nada”, diz.

Segmentos mais visados

Depois da telefonia, o setor de serviços foi o segundo mais afetado, com 29,8% das tentativas de fraude. Em terceiro lugar estão os bancos e financeiras com 23,9% de participação, seguidos do varejo, com 47.452 tentativas e participação de 6,1%. Os demais segmentos representaram 1,6% do total. Em maio deste ano, 164.988 tentativas de fraude foram aplicadas em todos os segmentos, o que representa um aumento de 19,7% em relação a abril do mesmo ano, quando o indicador apontou 137.856 tentativas. Na comparação de maio de 2017 x maio 2016, o crescimento nas tentativas foi de 12,3%.

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Fonte: G1

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Confira dicas para não ser enganado por boleto falso

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12/07/2017

As compras online são cada vez mais parte da vida do brasileiro. O setor não para de crescer. Após fechar 2016 com R$44,4 bilhões de faturamento, a previsão é que o varejo eletrônico cresça 12% em 2017, faturando quase R$50 bilhões. É preciso ficar atento para não cair em ciladas na hora de comprar pela internet, especialmente no caso dos boletos bancários, segundo meio de pagamento favorito do brasileiro, atrás apenas dos cartões de crédito, e um dos principais alvos dos criminosos. Segundo a Febraban, os golpes em boletos somaram mais de R$380 milhões em 2016. Neste ano, novas regras de registro dos boletos devem dificultar as fraudes, mas, como as mudanças serão graduais, abordando primeiro documentos de alto valor (acima de R$50 mil), algumas orientações foram reunidas para ajudar o consumidor a pagar suas contas de forma segura:

Fique atento aos números do boleto

Pagar boletos tornou-se algo corriqueiro, feito sempre com pressa. Entretanto, uma leitura atenta do documento pode prevenir muitas fraudes, já que a grande maioria contém diversos erros, inclusive nos dígitos verificadores, que ficam no topo do boleto. Uma das formas de identificar uma fraude por meio da sequência de números é ficar atento ao código da instituição bancária emissora, que aparece à direita do logo do banco e nos primeiros três dígitos da linha digitável. Caso os dois números não sejam iguais ou o código não seja o mesmo do banco emissor, o boleto foi falsificado. Outra informação presente nesse código é o valor a ser pago. Os dez últimos dígitos indicam sempre o valor do documento, sem descontos. Logo, se o valor da conta for R$350,00, os últimos dígitos serão 0000035000. Se algum desses dados não bater, não pague o boleto e procure orientação da empresa fornecedora do serviço a ser pago e do banco.

Tome cuidado com a internet

Muitos brasileiros têm seus computadores infectados por vírus sem saber; 5% de todos os PCs que acessam o Internet Banking são infectados. Isso significa que mais de 2,5 milhões de computadores fizeram download de arquivos maliciosos. Um dos principais vírus é da família Banker, que altera o código de barras dos boletos como uma forma de desviar os pagamentos. Como o golpe não altera a data e o valor do documento, costuma passar desapercebido. Para não cair nessa cilada, é crucial estar sempre com um antivírus instalado em sua máquina, além de ter navegadores e aplicativos, como o Java e Flash, atualizados. Além disso, evite gerar boletos em computadores e redes Wi-Fi públicas, uma vez que o risco de invasão e ataque de hackers nesse ambiente é sempre muito maior.

Seja sempre desconfiado

Nos últimos tempos, tem se tornado cada vez mais comum o envio de boletos falsos pelo correio. Golpes de contas de cartão crédito, e até de IPVA, já são conhecidos do brasileiro. Mas o perigo também existe com arquivos enviados por e-mail. Ao receber mensagens com anexos, links e outros dados suspeitos, faça questão de entrar em contato com o remetente da mensagem e checar se as informações recebidas são verdadeiras. Por último, sempre mantenha cópias dos boletos pagos, sejam eles impressos ou online. No caso de ser vítima de algum golpe, os documentos serão necessários para a abertura de boletim de ocorrência.

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Fonte: A Crítica

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Polícia do DF prende grupo por aplicar ‘golpe duplo’ em sites de venda

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06/07/2017

Nesta quinta-feira (06), a Polícia Civil do Distrito Federal prendeu quatro homens e duas mulheres por aplicar um “golpe duplo” em sites de venda pela internet. Conforme as investigações, o grupo forjava a compra de computadores e outros eletrônicos nestes sites, enganando o vendedor por meio do envio de comprovantes de pagamento falsos. Depois, os suspeitos, que têm entre 20 e 30 anos, revendiam os produtos e também os anunciavam de forma fraudulenta: quem comprava não recebia. A estimativa de prejuízo é de ao menos R$ 60 mil. Segundo a 6ª DP (Paranoá), que investiga o caso, as compras eram feitas de vendedores de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Os seis meses de investigação da operação “Doc” apontam pelo menos 14 vítimas dos golpes – nenhuma delas do DF. Ainda conforme a polícia, o grupo foi identificado após denúncia de uma vítima do Rio de Janeiro que “vendeu” um celular pela internet, enviou o aparelho para o comprador em Brasília, mas recebeu um pagamento falso. A partir do rastreador, os investigadores conseguiram identificar o local de atuação dos suspeitos. As ações foram concentradas no Paranoá e Itapoã – onde as duas mulheres envolvidas recebiam os produtos “comprados”. Os agentes também cumpriram nove mandados de busca e apreensão, na casa dos alvos. Foram apreendidos celulares e computadores.

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Fonte: G1

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