PF realiza operação que investiga fraudes em compras pela internet

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27/04/2018

Na manhã desta sexta-feira (27), a Polícia Federal cumpre nove mandados de busca e apreensão nas cidades de Palmas e Itaguatins (TO). A ação faz parte da Operação Crédito Fácil, que investiga uma organização criminosa especializada em realizar compras fraudulentas de produtos e serviços oferecidos pela internet. Segundo a Polícia Federal, a investigação começou após prisão em flagrante de membros da organização. No momento da abordagem, eles usavam cartões de outras pessoas para pagar a hospedagem em um hotel de Palmas. A prática criminosa consiste na compra de produtos eletrônicos, de roupas e serviços de hospedagem, usando dados de cartões de créditos de outras pessoas. Os criminosos lucravam com a venda desses bens e produtos adquiridos de forma ilegal. As buscas e interrogatórios buscam esclarecer quem são os destinatários finais e os fornecedores dos dados bancários usados nas compras fraudulentas. Os envolvidos devem responder pelos crimes de estelionato e organização criminosa. Mais de 40 policiais federais fazem parte da operação. O nome faz referência ao modo como os criminosos agiam, utilizando dados de cartões de crédito para realizar a compra de produtos na internet.

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Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

A cada cinco lojas virtuais, uma não é segura no Brasil

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18/04/2018

Um levantamento realizado pela Serasa Experian constatou que 30% dos sites de e-commerce no Brasil não estão seguros. O universo de sites pesquisados pelo estudo, ao longo do mês de janeiro, foi de 4,3 milhões. A falta de garantia de segurança durante as transações tem feito proliferar a incidência de dados pessoais roubados que, ao serem coletados, são utilizados para firmar negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos. Segundo o indicador, o Brasil encerrou 2017 com 1,964 milhão de tentativas, representando alta de 8,2% em relação a 2016 e o maior resultado desde 2015. O estudo também apurou que só no primeiro bimestre do ano já foram registradas 305.480 tentativas, ou seja, a cada 17 segundos um criminoso tentou roubar dados para efetivar uma fraude. O gerente de certificação digital da Serasa Experian orienta aos consumidores que verifiquem a existência do certificado SSL no site onde pretendem efetuar a compra. Esse recurso promove uma conexão segura utilizando a criptografia entre o servidor e os dados trafegados. Na pesquisa, um em cada cinco sites (19%) não possuíam o certificado SSL, percentual que é ainda maior quando analisados somente sites corporativos (76%) e blogs (28%). O certificado SSL é verificável pela presença de um cadeado na barra de status, ou se há um “s” após o http (https). Em alguns casos, a barra de endereço do navegador fica verde. Atualmente alguns navegadores incluem para todos os sites a indicação de “Seguro” e “Não Seguro” também na barra de endereço. Normalmente também há um selo de segurança, atribuído pelo fornecedor do certificado, que pode ser encontrado no próprio site. Por fim, o gerente de certificação lembra que itens como imagens em baixa resolução, links com redirecionamento para outras páginas e domínios diferentes do acessado também são sinal de que há possibilidade de fraude e que, por isso, a compra deve ser evitada.

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Fonte: E-Commerce News

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Tentativas de fraude no e-commerce crescem 14% no Brasil

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12/04/2018

A cada R$100 gastos em lojas on-line no Brasil em 2017, R$3,42 sofreram tentativas de fraude, um aumento de 14% em relação ao ano retrasado. É o que mostra o Mapa da Fraude 2018, estudo de uma empresa antifraude que contempla informações sobre tentativas de fraude no e-commerce brasileiro. O gerente de Inteligência Estatística da empresa explica que o aumento nas tentativas de fraude não possui um motivo específico. “Os fraudadores são muito criativos e criam novas formas de fraudar todos os dias. As compras pela internet são cada vez mais comuns e os fraudadores estão cientes disso. No ano de 2017 um número maior de vazamento de dados foi identificado, mostrando que os fraudadores estão encontrando novas formas de cometer fraudes”, comenta.

Segmentos

O setor de bebidas aparece pela primeira vez como um dos segmentos mais visados pelos fraudadores. Isso pode ocorrer por conta do aumento de bloqueio de fraudes nos outros setores, o que consequentemente faz o fraudador buscar novas alternativas de produtos com um alto valor e fácil revenda. O setor de celulares e de vídeo games estão, respectivamente, em primeiro e segundo lugar entre as tentativas de fraude. “O Mapa da Fraude nos permite entender quais os momentos que os fraudadores agem e quais são os produtos que procuram. Um dos grandes desafios do lojista é identificar e diminuir as fraudes impulsionando as boas compras. E o consumidor pode usar das novas tecnologias do mercado para manter seus dados protegidos”, completa.

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Fonte: Computer World

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Polícia do RS investiga venda de cartões de crédito emitidos em nomes de terceiros pela internet

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26/02/2018

Golpistas usam dados pessoais de vítimas para fazer cartões de créditos

No Rio Grande do Sul, um novo golpe na internet vem chamando a atenção da Polícia Civil. Em redes sociais, criminosos oferecem a venda de cartões de crédito feitos em nome de pessoas que têm os dados clonados, ou ainda de laranjas. Quem é lesado tem que pagar milhares de reais em compras que não fez. “Eles [os fraudadores] oferecem os cartões prometendo que não vão dar problema, e que com esse cartão a pessoa poderá efetuar compras no prazo determinado de 30 dias”, diz o delegado, que investiga o crime. É possível encontrar ofertas de limite que vai até R$ 6 mil, para serem utilizados no comércio. As faturas não são pagas. Quem teve os dados pessoais usados na fraude acaba com uma dívida que não é sua. O delegado afirma que investiga a forma como os fraudadores conseguem os dados das pessoas lesadas para emitirem os cartões. Um médico diz ter sido prejudicado pelo golpe. Ele conta que dois cartões foram emitidos em seu nome, e renderam uma dívida de R$ 7 mil, além do nome negativado. A situação, para ele, representou um entrave para atingir um objetivo pessoal: comprar uma casa. “Isso travou completamente a possibilidade de fazer a compra de um imóvel novo, que é o nosso planejamento atual. Não conseguimos. Dependemos da resolução dessa fraude para seguir adiante”, lamenta. A reportagem de um canal de TV entrou em contato com um dos golpistas. Ele pede R$ 650 por um cartão com limite de R$ 6 mil. Por vídeo, ele mostra alguns cartões e diz que fornece até cópias de documentos para complementar o golpe. “Eu mando junto com o cartão uma cópia do RG e o CPF da pessoa, porque tem muita gente que quer comprar coisa na internet, daí precisa de RG e CPF e endereço da pessoa. Eu mando isso aí tudo junto com o cartão.” A reportagem então entrou em contato com o homem cujo nome aparece nos documentos oferecidos pelo golpista. Ele diz que sequer tem cartão de crédito. “Eu só tenho o meu cartão que eu recebo no banco, todo o meu salário que eu recebo. E para esses caras fazerem cartão de crédito, eles teriam que ter documento meu, não teriam?”, questiona. Um especialista em tecnologia diz que os fraudadores aproveitam as possibilidades da internet para praticar golpes como esse. “A rede social proporciona uma certa privacidade para o golpista. Ele sabe que é complicado identificar a origem dele, então, cria um perfil falso, usa imagens pra ilustrar o perfil, que obtém facilmente na internet e daí ele faz o anúncio”, diz. A polícia informa que pretende descobrir a identidade dos falsários pedindo a quebra dos sigilos telefônicos e das redes sociais em que foram feitos os anúncios. O delegado ainda faz um alerta: adquirir os cartões dos golpistas também é crime. “As pessoas que compram os cartões também praticam crimes: associação criminosa, estelionato e uso de documento falso. Podem ficar sujeitas a penas impostas de até 14 anos de reclusão”, explica.

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Fonte: G1

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Polícia desarticula golpe a site de compras pela internet na Região Metropolitana

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12/12/2017

Na manhã desta terça-feira (12), a Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e a Delegacia de Roubos cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa de um casal em Esteio, Região Metropolitana, que aplicava golpes a um site de compras na internet. A prática do crime ocorria há seis anos. De acordo com a titular da DRCI, o casal criava cadastros de empresas falsas no site Mercado Livre, simulava compras e vendas de softwares do segmento de móveis planejados e, depois, aproveitavam-se da vantagem de ressarcimento sobre os produtos não recebidos. Segundo a delegada, é possível que os estelionatários tenham usado softwares falsos e CPFs falsos para, em seguida, reclamarem à empresa pelo produto não recebido e receberem o dinheiro novamente, por meio da compra garantida. Na residência do casal, que irá responder em liberdade, foram encontrados um notebook, dois aparelhos celulares, um HD externo, quatro cartões de banco e um do PagSeguro. Ainda não há informações dos valores obtidos nos últimos seis anos com o golpe, nem se outras pessoas ou empresas foram lesadas.

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Fonte: Gaúcha ZH

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Cibercrime pode causar prejuízos para vítimas no Natal

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11/12/2017

Uma pesquisa de uma multinacional de tecnologia especializada em integração de rede, segurança e data centers, realizada com seus clientes em 58 países estima que quem compra presentes online corre o risco de perder entre US$ 50 e US$ 5 mil, ou R$ 160 e R$ 16 mil, por golpe. Assim como ocorre no comércio, os cibercriminosos aproveitam a época para reforçar suas táticas e lucrar em cima dos incautos. Nas próximas semanas, a empresa prevê um aumento em campanhas de phishing (golpe com isca) por e-mail, ataques de ransomware (sequestro de dados pessoais e arquivos digitais), trojans bancários (sites e e-mails falsos se passando por bancos reais) e sites fraudulentos que promovem ofertas fictícias como pacotes de férias. Outros truques usados são notificações falsas do status de entrega de encomendas, que levam o usuário a clicar em links maliciosos; e-mails indesejados de ofertas especiais, e recibos falsos de compras online que levam a vítima a abrir arquivos anexos que permitem o ransomware. Os dados mais desejados pelos hackers são os dados do cartão de crédito e informações de identificação pessoal como nomes de usuários, senhas e detalhes que sites acessam com frequência. De posse desse conteúdo, o criminoso pode usá-lo para se passar pela vítima em diversos sites e plataformas online.

Dicas para se precaver

  • Ensine crianças, pais idosos, e parentes que não são experientes na web para ficarem mais atentos aos detalhes na hora da compra;
  • Nunca use Wi-Fi público ao fazer compras online
  • Nunca abra e-mails, clique em links ou abra anexos de fontes desconhecidas
  • Nunca compartilhe seus nomes de usuário, senhas ou outras informações pessoais online
  • Fique de olho no ícone visível de cadeado no navegador para confirmar a criptografia. Isso significa que o website em que você está comprando é uma loja segura e confiável.
  • Use seu cartão de crédito ao invés do cartão de débito
  • Não armazene os detalhes do cartão online ou logins e senhas de acesso aos sites de e-commerce
  • Certifique-se de que seu antivírus e sistema operacional estejam atualizados em todos os aparelhos
  • Cheque seus extratos bancários com frequência e imediatamente relate cobranças não autorizadas ou suspeitas ao seu banco

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Fonte: É Assim

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Hacker pode ter ‘lucrado’ mais de R$ 400 mil com fraude na internet

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15/08/2017

A Polícia Civil de Santo Antônio da Platina (PR) deflagrou uma operação que investiga crimes de estelionato praticados desde dezembro do ano passado por um hacker. Segundo o delegado responsável pelo caso, o golpe fez 66 vítimas em todo o país e pode ter rendido mais de R$ 400 mil ao criminoso. De acordo com o titular da 38ª Delegacia Regional de Polícia, o suspeito invadia sites de venda, e obtinha de forma fraudulenta a senha de acesso dos compradores. Em seguida, ele alterava as transações e desviava os objetos para seu o endereço, localizado na Rua Eduardo Monteiro França, na Vila São José. O delegado solicitou à Justiça autorização de buscas na casa do suspeito, cujo mandado foi cumprido no início da tarde de segunda-feira (14). Foram apreendidos modens, um computador e um notebook para realização de perícia. No endereço, os policiais também apreenderam notas fiscais de compras em nome de terceiros, além de várias caixas vazias de celulares. O morador não justificou a origem dos documentos nem dos objetos. O delegado aguarda o resultado da perícia para formalizar o indiciamento do suspeito. A pena para o crime de estelionato pode variar entre um e cinco anos de prisão.

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Fonte: Massa News

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