Polícia Civil mira fraude que desviou R$ 10 milhões de Banco

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17/10/2017

A Polícia Civil do Paraná cumpre, na manhã desta terça-feira (17), mais de 50 mandados judiciais decorrentes de uma investigação que pode ter desviado em média R$ 10 milhões de um banco. As informações são do Paraná Portal. Um ex-gerente geral da instituição, um contador e empresários são alvo da operação deflagrada pela Delegacia de Furtos e Roubos de Curitiba. A Operação Sangria acontece em quatro estados: Paraná, São Paulo, Goiás e Brasília. São 54 mandados judiciais: sete de prisão temporária, sete de condução coercitiva, cinco de prisão, 19 de busca e apreensão e 16 bloqueios de contas bancárias.

A fraude

A investigação aponta que o grupo desviou, pelo menos, R$ 10 milhões com ajuda do ex-gerente geral de uma agência que ficava no Centro de Curitiba. O esquema criminoso contava com a participação, também, de um contador, que abria contas bancárias sem o conhecimento dos donos das empresas, usando documentos falsos. Ele repassava os dados para o gerente geral que, por sua vez, realizava empréstimos financeiros e antecipações de títulos. O ex-gerente chegou a alterar o cadastro de empresários no sistema do banco, sem que os mesmos soubessem, para que as transferências bancárias fossem realizadas. Estes recursos eram deslocados, posteriormente, para contas de empresas envolvidas com a quadrilha, segundo a Polícia Civil. A operação Sangria conta com a participação de cerca de 80 policiais civis de quatro estados. Além dos policiais da DFR, Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos, Delegacia de Desvio de Cargas e do Tático Integrado Grupo de Repressão Especial (TIGRE), unidade de elite da Polícia Civil, participam ainda policiais da Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de Goiás, Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (GARRA) de São Paulo e da Divisão de Capturas e da Polícia Interestadual de Brasília.

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Fonte: Metrópoles

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Empresário tem conta bancária invadida e R$ mais de 31 mil são debitados

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29/05/2017

Um empresário, de 54 anos, foi vítima de um golpe de estelionato, onde foram debitados da conta bancária de sua empresa, na última quinta-feira entre às 9h e 14h, o valor de R$ 31.142,97. O golpe ocorreu após o empresário usar um computador para acessar a conta. De acordo com o boletim de ocorrência, o empresário estava acompanhando o extrato da conta porque iria entrar um pagamento no valor de R$ 5.200 naquela data, e ao acessá-la via computador foi exigida a senha e, logo em seguida, o computador travou, e após dez minutos um funcionário do banco da área de fraudes o ligou e perguntou se ele havia feito alguma transação. O empresário disse que não e que estava acessando para ver se tinha sido creditado o dinheiro do pagamento que estava aguardando, porém, o funcionário disse que tinha acontecido cinco pagamentos que haviam sido debitados na conta da vítima, e em seguida bloquearam a sua conta. O primeiro pagamento debitado foi no valor de R$ 3.830,76; o segundo totalizou R$ 4.300,24; o terceiro foi no valor de R$ 3.231,97, estes três primeiros foram creditados para o tributo estadual em canais; o quarto pagamento foi creditado na conta de G.P.S. no valor de R$9.890 e o quinto e último pagamento foi creditado na conta de F.P.S. no valor de R$9.790. Segundo o empresário, o banco até o momento estornou somente dois destes valores, sendo o de R$ 9.890 e o de R$ 9.790.

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Fonte: JPNews 

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Nova fraude contra caixas eletrônicos facilita roubo de bancos

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28/03/2017

Estão se tornando cada vez mais comuns as tentativas de fraude a bancos e os cibercriminosos usam métodos sofisticados para roubar grandes quantidades de dinheiro. Os ataques, segundo o diretor de uma empresa antifraude, são divididos em duas categorias principais — os que visam o consumidor e os que visam as instituições financeiras. “A primeira e mais antiga categoria é a dos ataques que visam principalmente clientes bancários e softwares financeiros online”, detalha. Algumas técnicas que os cibercriminosos usam incluem sequestrar a tela de login do aplicativo online; evitar ou ignorar recursos de segurança, como os teclados virtuais ou autenticação de dois fatores; instalar um spyware personalizado de ferramenta de acesso remoto (RAT) no computador infectado. Mas a segunda categoria de ataques — aqueles direcionados às instituições bancárias e a seus sistemas internos — está crescendo. Os cibercriminosos costumam usar ameaças persistentes avançadas (APTs), engenharia social ou ataques de phishing sobre funcionários internos e externos dos bancos a fim de obter acesso a sistemas internos. Em alguns casos, conseguem atacar isoladamente a rede interna do caixa eletrônico e, eventualmente, atacam fisicamente o mesmo, propagando a infecção para todas as outras máquinas na mesma rede. “Um dos ataques mais recentes desse tipo foi uma infecção maciça de caixas eletrônicos russos através da rede interna de uma instituição bancária. Segundo informações da mídia russa, o ataque foi especialmente interessante pois usava malwares sem arquivos gravados, executados na memória da máquina e resistente ao reinício do sistema operacional dos caixas eletrônicos infectados, geralmente baseados em Windows. Depois disso, ao receber um código especial, o caixa eletrônico infectado entregará todo o dinheiro do primeiro dispensador, onde ficam normalmente armazenadas as notas de maior valor nominal. Este método também é chamado de “Ataque Jackpotting”, e já foi usado várias vezes no passado. “As infecções de caixas eletrônicos ocorrem com frequência cada vez maior, e estão gradualmente substituindo os métodos de skimming (‘chupa-cabra’), onde os criminosos tinham de colocar seu equipamento em um caixa eletrônico específico, tornando alto o risco de serem descobertos”, diz o diretor.

Sistemas bancários fortalecidos

O executivo lembra que, embora caixas eletrônicos geralmente sejam bem protegidos contra ataques físicos, quase todos usam o sistema operacional Windows — CE, 2000, XP e 7. “Não sabemos se os sistemas operacionais dos caixas eletrônicos são regularmente atualizados e corrigidos, e os caixas eletrônicos provavelmente dependem do software de segurança instalado na rede interna. Mas uma rede é tão segura quanto o seu nó mais fraco — ou seja, uma vez que a rede interna seja violada, os caixas eletrônicos na rede são um alvo fácil. Portanto, para proteger seus caixas eletrônicos e sistemas de tais ataques, os bancos devem se concentrar mais em suas políticas de segurança interna e tecnologia, bem como na segurança dos caixas eletrônicos. Os tempos estão mudando, e parece que ficou mais fácil roubar um caixa eletrônico online do que usando a velha força bruta. Isso pode nos trazer mais segurança física, mas expõe novas questões e desafios que os bancos devem abordar”, finaliza.

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Fonte: IDGNOW!

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Grupo é preso suspeito de desviar R$ 100 milhões em fraudes bancárias

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02/02/2017

Em Goiânia, nesta quinta-feira (02), cinco pessoas foram presas suspeitas de integrar um esquema que realizava fraudes bancárias. O Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope), responsável pelas prisões, estima que o grupo desviou cerca de R$ 100 milhões, ao longo do ano passado, usando vários tipos de falsificação, entre eles, boletos bancários e cartões de crédito. Entre os detidos, está o gerente de um banco. A assessoria de imprensa da instituição financeira informou que o gerente já estava afastado de suas funções desde o último dia 30 de dezembro. O comunicado destacou ainda que o banco “colabora com as investigações da polícia e está adotando todos os procedimentos cabíveis em relação ao caso”. Segundo o Bope, os crimes eram realizados usando cartões clonados, boletos bancários e falsificando precatórias da união, que são documentos que comprovam que o governo federal deve pagar dívida com pessoa física ou jurídica. O tenente da corporação explica que o grupo também falsifica autorizações da Justiça Federal para que fossem liberados os valores das precatórias. “Eles falsificavam precatórios e despachos de juízes federais. Com esses documentos em mãos, o gerente fazia as transferências para a conta de um laranja, que era o mesmo nome usado na precatória, e depois pulverizava o dinheiro para contas de vários outros laranjas em todo o país. Temos indícios de que eles podem ter desviado cerca de R$ 100 milhões”, disse o tenente. O Bope informou que o grupo era monitorado há cerca de seis meses e fazia transações de valores altos. Eles se preparavam para fazer uma transferência de R$ 6 milhões quando foram detidos. “Eles clonam cartões, geram boleto na conta de um laranja, usam os cartões clonados para pagar esses boletos e, depois, pulverizam os valores transferido por outras contas de laranjas. Encontramos ao menos 100 cartões clonados, que foram apreendidos.” disse o tenente do Bope.

 Tarefas

Segundo a investigação, eles mantinham anotações de quanto cada um levaria das transações. O tenente explica que três dos suspeitos eram responsáveis por conseguir os dados dos laranjas, que eram pessoas que já morreram, presas ou muito humildes. Outro ficava responsável por emitir os boletos, precatórias e autorizações falsas. O gerente seria responsável por facilitar a abertura de contas com documentos falsificados de laranjas e executar as precatórias falsas. A polícia disse que ele admitiu ter recebido entre 20% e 30% dos valores desviados. Ainda conforme o tenente, os presos levavam vidas confortáveis, mas não ostentavam. “Eles tinham casas em condomínios fechados, por exemplo, mas não esbanjavam. Acreditamos que há muito dinheiro escondido”, relatou. Os detidos foram levados para a sede da Polícia Federal em Goiânia.

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Fonte: G1

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SSP investiga quadrilha que aplica golpes bancários em Sergipe

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12/01/2017

Nesta quinta-feira (12), a Secretaria de Segurança Pública de Sergipe divulgou que a Polícia Civil, por meio do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope), está  investigando uma quadrilha que aplica golpes bancários no estado. Conforme a Secretária de Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE), a investigação que tramita há seis meses começou com um golpe aplicado em meados de 2016, quando diversos clientes do banco estadual tiveram seus cartões clonados após utilizarem terminais de autoatendimento em máquinas em que estavam instalados os famosos “chupa cabra”. O equipamento captava os dados dos cartões bancários para posterior clonagem. Após a clonagem dos cartões, os golpistas voltam para realizar saques com os cartões falsificados. Dois homens suspeitos de ter ligação com associação criminosa envolvida com clonagem de cartões bancários foram presos em dezembro no momento em que tentavam retirar o “chupa cabra”. Os suspeitos disseram à polícia que Sergipe foi selecionado como alvo das ações por possuir uma deficiência tecnológica nos cartões bancários que ainda não têm chip. Os equipamentos foram apreendidos. A dupla está custodiada no Cope e foram autuados por estelionato e associação criminosa.

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Fonte: G1

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PF realiza operação de repressão a fraudes bancárias na internet

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16/09/2016

Foi deflagrada nesta sexta-feira (16), pela Polícia Federal (PF), a Operação Patrocínio, que visa identificar uma organização criminosa que movimentou mais R$ 500 mil de um banco entre outubro de 2012 e abril de 2013. Sessenta policiais cumprem 13 mandados de busca apreensão: dez no Distrito Federal, dois em Goiás e um em São Paulo. Conforme comunicado da PF, os suspeitos terão que esclarecer transferências ilícitas que receberam nas contas, assim como sobre a invasão de uma conta bancária realizada por acessos ilícitos ao Internet Banking de um banco. Os responsáveis pelos crimes devem responder por furto qualificado, por participação em organização criminosa, e, eventualmente, por quebra de sigilo bancário, devido à invasão da conta do banco. As penas somadas podem chegar a 20 anos de prisão e multa, assim como a devolução do dinheiro recebido indevidamente. A PF afirma, durante a operação, que foram apreendidos notebooks, smartphones, pen drives, tablets, HDs externos, cartões de memória e outros equipamentos e documentos que indicam relação entre os envolvidos na fraude. O material recolhido será periciado.

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Fonte: Diário de Pernambuco

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Homem é preso suspeito desviar R$ 500 mil de bancos em Goiás, diz PM

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12/07/2016

Na segunda-feira (11), em Aparecida de Goiânia, um homem de 31 anos foi preso suspeito de invadir sistemas de bancos e transferir cerca de R$ 500 mil para contas de laranjas. O detido já tem dez passagens pela polícia por crimes como estelionato e falsificação de documentos. A Polícia Militar disse que ele confessou o crime. No momento da prisão, para tentar despistar os agentes, o homem apresentou uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa em que se identificava com outro nome. No local, uma casa no Jardim Ipiranga, a PM apreendeu várias carteiras de identidade falsas com a foto do suspeito, além de papéis usados para falsificar documentos.“Ele fazia um esquema de fraude bancária, que eles chamam de quebrar o fundo de reserva do banco. Ele não agia sozinho, disse que tem esquema até dentro dos bancos”, disse um soldado da PM. Os policiais contaram que o suspeito explicou como funcionava o golpe. Segundo a PM, através de um computador, ele conseguia invadir o sistema eletrônico de vários bancos e depois sacava o dinheiro de contas que já tinha aberto em nome de outras pessoas.

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