Golpistas se passavam por clientes de banco para desviar dinheiro de contas milionárias no ES

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20/05/2019

Na última semana, no Espírito Santo, uma quadrilha que desviava dinheiro de contas milionárias foi desarticulada. Os alvos eram correntistas idosos e contas com dinheiro de heranças, por exemplo. As investigações apontam que os golpistas se passavam por clientes de banco para o esquema funcionar. Na última segunda-feira (13), uma funcionária do banco e outras quatro pessoas suspeitas de envolvimento com o golpe foram presas. Os golpes aconteceram em Montanha (ES), com a ajuda de uma assistente de negócios da instituição. A quadrilha prometia para ela de 5% a 25% de cada transação criminosa.

Golpe

Em um dos golpes, em março deste ano, uma idosa se passou por uma mulher de 92 anos com Alzheimer. Ela entrou no banco acompanhada de um suposto sobrinho para transferir dinheiro de uma conta bancária. Com documentos falsos, os golpistas conseguiram fazer duas ordens de pagamento para a quadrilha, no valor de R$ 430 mil. Uma parente da vítima contou que a conta era para aplicação. “Era uma conta de aplicação que ela não mexia há anos. Que só ficava parada, rendendo”, disse. Quando os golpistas chegaram ao banco, a assistente envolvida no esquema mudou a senha da idosa e acessou a conta. A assistente de negócio mantinha contato com os criminosos. Em uma ocasião, ela reclamou do farsante por uma mensagem. “Chegou lá fedendo cachaça. Todo desleixado”.

Investigação

A polícia e o banco, responsável pela agência onde foi aplicado o golpe, passaram a investigar o caso e descobriram um grande esquema para desviar dinheiro de contas milionárias. Algumas com mais de R$ 30 milhões. As vítimas eram, principalmente, idosos e responsáveis por espólios – pessoas que guardam dinheiro de herança, antes da partilha. De acordo com a delegada da Delegacia de Defraudações (Defa), o perfil das vítimas foi escolhido porque geralmente são pessoas que não acompanham as contas tão frequentemente. “Elas eram escolhidas em função de uma pessoa idosa não acompanhar tanto essa conta, do espólio não ter um advogado tão presente. Sem essa funcionária, o protocolo do banco seria seguido e de forma muito simples teriam verificado que a senhora não era a correntista”, explica a delegada. Além de facilitar o golpe, a funcionária também procurava novas vítimas para o esquema. Usando o sistema do banco, ela procurou possíveis vítimas em todas as regiões do Brasil. Nos últimos cinco meses, a funcionária acessou 87 contas milionárias, principalmente dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Depois disso, ela repassava para a quadrilha as informações do correntista e quanto tinha na conta. “A principal função dela era verificar os extratos da conta. Isso não é uma atribuição comum ao cargo que ocupa”, diz a delegada.

Golpe do golpe

A investigação ainda aponta que a funcionária responsável por facilitar os desvios e os golpistas que se passaram por correntistas não receberam o dinheiro combinado com a quadrilha. O dinheiro foi desviado para uma conta de Contagem, em Minas Gerais. A empresa, porém, que seria dos chefes da quadrilha, não existe. Sem receber o dinheiro combinado, um dos golpistas que tinha sido contratado para se passar por correntista volta ao banco, no dia 23 de abril, com outra idosa, para transferir mais dinheiro da conta da idosa milionária de Montanha. Porém, a conta já tinha sido bloqueada.

Prisões

No mesmo dia da tentativa fracassada de tentar transferir o dinheiro da conta, 13 de maio, parte da quadrilha foi presa. A idosa, de 75 anos, usada no primeiro golpe na agência confessou tudo. Ela disse que receberia R$ 10 mil para se passar pela correntista. A idosa usada no segundo golpe não foi identificada. A funcionária também confessou a participação no esquema para a polícia. “Se qualquer coisa desse errado, ela ia perguntar para a senhora se ela era hipertensa. Essa era a senha para os golpistas saberem que deu errado e era para saírem imediatamente”, revela a delegada. As cinco pessoas detidas na segunda-feira (13) continuam no sistema prisional.

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Fonte: G1

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Funcionária de banco é presa suspeita de participar de esquema de golpe em idosos no ES

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14/05/2019

Nessa segunda-feira (14), cinco pessoas foram presas suspeitas de integrar uma organização criminosa que aplicava golpes e transferia dinheiro de contas de um banco. Entre os detidos, está uma funcionária da agência de Montanha, no Norte do Espírito Santo, presa enquanto trabalhava, e um advogado. Não se sabe ainda quantas pessoas foram vítimas do esquema e nem quanto foi roubado. O banco diz que colabora com as investigações. Conforme as investigações da polícia, a funcionária passava informações como de senhas e dados pessoais de clientes para a quadrilha, ajudando a desviarem dinheiro de contas bancárias de clientes. Ela era a responsável por escolher as vítimas. O alvo da organização criminosa eram ricos e idosos. Com os dados passados pela bancária, os golpistas transferiam o dinheiro das vítimas pela internet e também pessoalmente. Os golpes foram aplicados em Montanha e em Vitória. Os mandados de prisão foram cumpridos na Serra, Vitória, Fundão e Montanha. Três homens foram transferidos para um presídio. A mulher e o advogado continuam detidos na Delegacia de Defraudações (Defa), em Vitória. Não se sabe a participação dos outros integrantes na organização criminosa.

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Fonte: G1

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Homem é detido suspeito de aplicar golpes em clientes de agência bancária em Piracicaba

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14/05/2019

Na manhã desta terça-feira (14), em Piracicaba (SP), um homem foi detido suspeito de aplicar golpes em uma agência bancária na Avenida Independência. Ao precisar de informações, os clientes ligavam em um número gratuito falso e forneciam dados bancários, que eram usados pelos criminosos para transferências de valores. O segundo suspeito do crime está foragido. Conforme informações da Guarda Civil Municipal (GCM), eles foram acionados após o monitoramento do banco filmar dois homens demorando na utilização dos caixas eletrônicos. Quando os guardas chegaram, um deles fugiu e o outro foi capturado. Em um dos caixas, foi encontrado um dispositivo que travava as teclas do equipamento e, ao lado, um adesivo com um número de telefone 0800 falso. Ainda conforme a GCM, ao ter problemas para usar o caixa, a pessoa ligava no número, que caía no celular dos suspeitos. Durante a ligação, eles pediam as informações bancárias dos clientes e com os dados, faziam as transferências bancárias. Não foi informado valores desviados pelos criminosos. A Polícia Científica foi acionada para realizar a perícia na agência e confirmar a irregularidade do dispositivo. O caso foi encaminhado para a Unidade de Polícia Judiciária (UPJ) de Piracicaba.

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Fonte: G1

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Polícia prende quatro por estelionato contra idosos no Distrito Federal

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08/04/2019

Policiais da 9ª Delegacia de Polícia (Lago Norte) prenderam em flagrante quatro homens acusados de aplicar golpes em idosos por meio de fraude bancária. O grupo seria de São Paulo, mas viam para a capital para praticar o crime. Na delegacia, eles teriam confessado as ações, detalhando que abordavam as vítimas idosas por serem mais “propícias” a confiarem na palavra de desconhecidos. Segundo o delegado responsável, os suspeitos teriam vindo para Brasília três vezes neste ano. Na última, na tarde de domingo (07), acabaram presos em uma agência do Lago Norte. Antes, eles tinham agido em Taguatinga e na Asa Sul. “Eles escolhiam uma determinada agência bancária, onde instalavam chupa-cabra, pedaços de garrafa pet ou fita isolante para reter os cartões das vítimas, colavam adesivos com número falso da central de atendimento da instituição bancária e, após isso, aguardavam a chegada das vítimas”, destaca. Uma das vítimas, após ter o cartão retido na máquina, foi induzida por um dos criminosos a ligar em uma central de atendimento falsa. Desse modo, o grupo adquiriu a senha do idoso. Com os dados, os criminosos faziam compras. “A suspeita é de que pelo menos 20 pessoas foram vítimas dos golpes praticados, e que outras 10 pessoas fazem parte dessa organização criminosa. Todos são de São Paulo”, explica o delegado.

Os agentes monitoraram o grupo por dois meses. Como eles são da região Sudeste, foi necessário acompanhar a agência para poder identificar as ações dos suspeitos, que vinham para a capital apenas para realizarem o golpe. No domingo, policiais identificaram os acusados no interior de uma agência bancária do Lago Norte. Depois da primeira parte do golpe, os homens entraram em  um Sportage prata e seguiu para o estacionamento do Deck Norte. Ali, os estelionatários foram abordados e presos em flagrante. Eles têm 39, 34, 32 e 33 anos. Foram apreendidas diversas máquinas de cartão de crédito; cartões bancários; dinheiro; adesivos falsos com a logomarca de um banco nacional e dispositivos utilizados para reter cartões de crédito. As investigações agora continuam para identificar outros envolvidos no esquema fraudulento e, ainda, os beneficiários das máquinas de cartões de crédito apreendidas com o grupo criminoso. Eles vão responder pelos crimes de organização criminosa, além de dois estelionatos tentados contra idosos. Após as medidas legais, os envolvidos foram recolhidos à carceragem da Polícia Civil do Distrito Federal.

Polícia prende três suspeitos de desviar dinheiro de contas bancárias no DF

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07/02/2019

Agentes da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Ordem Tributária e a Fraudes (Corf) prenderam três homens acusados de desviar dinheiro de contas bancárias de terceiros. A suspeita dos policiais é a de que eles conseguiam dados por meio da internet e realizavam transferências das contas das vítimas. A estimativa é que eles tenham lucrado mais de R$ 40 mil com o golpe. A primeira prisão aconteceu na segunda-feira (04), em Ceilândia. E.J.S.L., de 35 anos, foi preso em flagrante no momento em que se preparava para realizar um saque. Ele havia desviado R$ 10 mil de uma vítima, e os agentes o localizaram no momento em que tentava retirar R$ 2 mil em uma agência. De acordo com o delegado à frente do caso, o homem transferia o valor da conta da vítima para um terceiro, que realizava o repasse para ele. Essa pessoa ainda não foi identificada pela corporação. “Vamos continuar as investigações para apontar os envolvidos”, disse. Ainda segundo o investigador, a vítima não percebeu que teve esse valor debitado da conta e a própria agência bancária acionou a polícia, que iniciou as investigações. No entanto, os agentes ainda não conseguiram identificar como o suspeito conseguiu chegar até os dados bancários.  

Duas outras prisões

Na quarta-feira (6/2), os policiais prenderam mais dois homens suspeitos de cometer o mesmo crime. G.S.B., de 28 anos, e M.J.M.F., de 29, desaviaram R$ 29 mil de outra vítima. Eles foram detidos no momento em que retiravam R$ 6 mil em uma agência em Taguatinga. Os investigadores suspeitam que os três criminosos tenham ligação. “A forma de agir deles era muito parecida, e o crime ainda aconteceu no mesmo banco, mas em agências diferentes”, comentou o delegado. Agora, os policiais continuarão trabalhando para identificar se os suspeitos lesaram mais vítimas e se há mais pessoas envolvidas.

PF investiga organização criminosa responsável por fraudes bancárias em TO

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23/01/2019

A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (22) as Operações Spurius II e III, para desarticular organização criminosa especializada em fraudes bancárias pela internet. Aproximadamente 40 policiais federais cumprem sete mandados judiciais de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, expedidos pela 4ª Vara Federal de Palmas nos estados de Tocantins e Goiás. Foi determinado o bloqueio de bens e valores dos envolvidos, pessoas físicas e jurídicas. A investigação teve início com a comunicação de fraude ocorrida em bancos de Paraíso/TO e Relatório de Fraudes Bancárias, fatos investigados em inquéritos policiais instaurados para apurar a ocorrência dos delitos. O grupo criminoso atuava fraudando a emissão e pagamento de boletos bancários, bem como realizando fraudes bancárias pela internet e lavagem de dinheiro por meio de contas e empresas de fachada. Tais empresas eram criadas com documentação falsa para movimentar os recursos obtidos ilicitamente. Ainda não se apurou o montante dos prejuízos gerados pelas fraudes, que será mensurado após a análise do material apreendido. A investigação apurou o cometimento dos crimes de organização criminosa, estelionato, falsificação de documento público, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.

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Fonte: Ponta Porã Informa

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Polícia prende 29 pessoas por fraude em contas bancárias, entre elas cantor sertanejo

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17/09/2018

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil prenderam, nesta segunda-feira (17), 29 pessoas integrantes de uma quadrilha comandada por hackers que furtava correntistas de bancos em todo o país, em operações que chegaram a movimentar cerca de R$ 2 milhões irregularmente ao longo dos nove meses de investigações. A operação, batizada de Open Doors, teve por objetivo também o cumprimento de 52 mandados de busca e apreensão na região sul fluminense, principalmente nas cidades de Resende, Volta Redonda e Barra Mansa. As investigações do Gaeco constataram que a quadrilha fez centenas de transferências bancárias ilegais, subtraindo dinheiro de correntistas de todo o Brasil.

Esquema

A organização criminosa agia primeiramente com a atuação dos hackers, que burlavam a segurança bancária para obter acesso a dados de titulares de contas bancárias, como senhas, CPF, número de agência e conta, nome completo do titular e dependentes. De posse dessas informações, os envolvidos no esquema solicitavam a outros membros da quadrilha, chamados de “cabeças”, que lhes fornecessem as contas de “laranjas” para que pudessem direcionar o dinheiro subtraído das vítimas para futuro saque em espécie. O grupo tinha uma “janela” de poucas horas para efetuar os saques das contas sem que a transação fraudulenta fosse percebida pelos sistemas de segurança dos bancos. De acordo com o MP, para que o esquema funcionasse, os laranjas eram acompanhados pelos aliciadores até a entrada da agência bancária para efetuar os saques na hora determinada pelos hackers.

Partilha

O dinheiro era repartido entre todos os níveis da quadrilha: o hacker ficava com 50%, o cabeça com 25%, o aliciador com 15% e o laranja com 10%. O Gaeco vai dar sequência às investigações para chegar aos líderes da organização, uma vez que eles não mantinham contato com os demais membros, exceto com os cabeças. As informações indicam ainda que, ao todo, foram denunciados 89 criminosos, acusados de promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa; e também por subtrair, para si ou para outrem, mediante fraude, coisa alheia móvel, de acordo com o Artigo 155 do Código Penal.

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Fonte: Gaúcha ZH

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