Polícia prende quatro por estelionato contra idosos no Distrito Federal

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08/04/2019

Policiais da 9ª Delegacia de Polícia (Lago Norte) prenderam em flagrante quatro homens acusados de aplicar golpes em idosos por meio de fraude bancária. O grupo seria de São Paulo, mas viam para a capital para praticar o crime. Na delegacia, eles teriam confessado as ações, detalhando que abordavam as vítimas idosas por serem mais “propícias” a confiarem na palavra de desconhecidos. Segundo o delegado responsável, os suspeitos teriam vindo para Brasília três vezes neste ano. Na última, na tarde de domingo (07), acabaram presos em uma agência do Lago Norte. Antes, eles tinham agido em Taguatinga e na Asa Sul. “Eles escolhiam uma determinada agência bancária, onde instalavam chupa-cabra, pedaços de garrafa pet ou fita isolante para reter os cartões das vítimas, colavam adesivos com número falso da central de atendimento da instituição bancária e, após isso, aguardavam a chegada das vítimas”, destaca. Uma das vítimas, após ter o cartão retido na máquina, foi induzida por um dos criminosos a ligar em uma central de atendimento falsa. Desse modo, o grupo adquiriu a senha do idoso. Com os dados, os criminosos faziam compras. “A suspeita é de que pelo menos 20 pessoas foram vítimas dos golpes praticados, e que outras 10 pessoas fazem parte dessa organização criminosa. Todos são de São Paulo”, explica o delegado.

Os agentes monitoraram o grupo por dois meses. Como eles são da região Sudeste, foi necessário acompanhar a agência para poder identificar as ações dos suspeitos, que vinham para a capital apenas para realizarem o golpe. No domingo, policiais identificaram os acusados no interior de uma agência bancária do Lago Norte. Depois da primeira parte do golpe, os homens entraram em  um Sportage prata e seguiu para o estacionamento do Deck Norte. Ali, os estelionatários foram abordados e presos em flagrante. Eles têm 39, 34, 32 e 33 anos. Foram apreendidas diversas máquinas de cartão de crédito; cartões bancários; dinheiro; adesivos falsos com a logomarca de um banco nacional e dispositivos utilizados para reter cartões de crédito. As investigações agora continuam para identificar outros envolvidos no esquema fraudulento e, ainda, os beneficiários das máquinas de cartões de crédito apreendidas com o grupo criminoso. Eles vão responder pelos crimes de organização criminosa, além de dois estelionatos tentados contra idosos. Após as medidas legais, os envolvidos foram recolhidos à carceragem da Polícia Civil do Distrito Federal.

Polícia prende três suspeitos de desviar dinheiro de contas bancárias no DF

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07/02/2019

Agentes da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Ordem Tributária e a Fraudes (Corf) prenderam três homens acusados de desviar dinheiro de contas bancárias de terceiros. A suspeita dos policiais é a de que eles conseguiam dados por meio da internet e realizavam transferências das contas das vítimas. A estimativa é que eles tenham lucrado mais de R$ 40 mil com o golpe. A primeira prisão aconteceu na segunda-feira (04), em Ceilândia. E.J.S.L., de 35 anos, foi preso em flagrante no momento em que se preparava para realizar um saque. Ele havia desviado R$ 10 mil de uma vítima, e os agentes o localizaram no momento em que tentava retirar R$ 2 mil em uma agência. De acordo com o delegado à frente do caso, o homem transferia o valor da conta da vítima para um terceiro, que realizava o repasse para ele. Essa pessoa ainda não foi identificada pela corporação. “Vamos continuar as investigações para apontar os envolvidos”, disse. Ainda segundo o investigador, a vítima não percebeu que teve esse valor debitado da conta e a própria agência bancária acionou a polícia, que iniciou as investigações. No entanto, os agentes ainda não conseguiram identificar como o suspeito conseguiu chegar até os dados bancários.  

Duas outras prisões

Na quarta-feira (6/2), os policiais prenderam mais dois homens suspeitos de cometer o mesmo crime. G.S.B., de 28 anos, e M.J.M.F., de 29, desaviaram R$ 29 mil de outra vítima. Eles foram detidos no momento em que retiravam R$ 6 mil em uma agência em Taguatinga. Os investigadores suspeitam que os três criminosos tenham ligação. “A forma de agir deles era muito parecida, e o crime ainda aconteceu no mesmo banco, mas em agências diferentes”, comentou o delegado. Agora, os policiais continuarão trabalhando para identificar se os suspeitos lesaram mais vítimas e se há mais pessoas envolvidas.

PF investiga organização criminosa responsável por fraudes bancárias em TO

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23/01/2019

A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (22) as Operações Spurius II e III, para desarticular organização criminosa especializada em fraudes bancárias pela internet. Aproximadamente 40 policiais federais cumprem sete mandados judiciais de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, expedidos pela 4ª Vara Federal de Palmas nos estados de Tocantins e Goiás. Foi determinado o bloqueio de bens e valores dos envolvidos, pessoas físicas e jurídicas. A investigação teve início com a comunicação de fraude ocorrida em bancos de Paraíso/TO e Relatório de Fraudes Bancárias, fatos investigados em inquéritos policiais instaurados para apurar a ocorrência dos delitos. O grupo criminoso atuava fraudando a emissão e pagamento de boletos bancários, bem como realizando fraudes bancárias pela internet e lavagem de dinheiro por meio de contas e empresas de fachada. Tais empresas eram criadas com documentação falsa para movimentar os recursos obtidos ilicitamente. Ainda não se apurou o montante dos prejuízos gerados pelas fraudes, que será mensurado após a análise do material apreendido. A investigação apurou o cometimento dos crimes de organização criminosa, estelionato, falsificação de documento público, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.

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Fonte: Ponta Porã Informa

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Polícia prende 29 pessoas por fraude em contas bancárias, entre elas cantor sertanejo

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17/09/2018

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil prenderam, nesta segunda-feira (17), 29 pessoas integrantes de uma quadrilha comandada por hackers que furtava correntistas de bancos em todo o país, em operações que chegaram a movimentar cerca de R$ 2 milhões irregularmente ao longo dos nove meses de investigações. A operação, batizada de Open Doors, teve por objetivo também o cumprimento de 52 mandados de busca e apreensão na região sul fluminense, principalmente nas cidades de Resende, Volta Redonda e Barra Mansa. As investigações do Gaeco constataram que a quadrilha fez centenas de transferências bancárias ilegais, subtraindo dinheiro de correntistas de todo o Brasil.

Esquema

A organização criminosa agia primeiramente com a atuação dos hackers, que burlavam a segurança bancária para obter acesso a dados de titulares de contas bancárias, como senhas, CPF, número de agência e conta, nome completo do titular e dependentes. De posse dessas informações, os envolvidos no esquema solicitavam a outros membros da quadrilha, chamados de “cabeças”, que lhes fornecessem as contas de “laranjas” para que pudessem direcionar o dinheiro subtraído das vítimas para futuro saque em espécie. O grupo tinha uma “janela” de poucas horas para efetuar os saques das contas sem que a transação fraudulenta fosse percebida pelos sistemas de segurança dos bancos. De acordo com o MP, para que o esquema funcionasse, os laranjas eram acompanhados pelos aliciadores até a entrada da agência bancária para efetuar os saques na hora determinada pelos hackers.

Partilha

O dinheiro era repartido entre todos os níveis da quadrilha: o hacker ficava com 50%, o cabeça com 25%, o aliciador com 15% e o laranja com 10%. O Gaeco vai dar sequência às investigações para chegar aos líderes da organização, uma vez que eles não mantinham contato com os demais membros, exceto com os cabeças. As informações indicam ainda que, ao todo, foram denunciados 89 criminosos, acusados de promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa; e também por subtrair, para si ou para outrem, mediante fraude, coisa alheia móvel, de acordo com o Artigo 155 do Código Penal.

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Fonte: Gaúcha ZH

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Preso bando que furtava por meio de fraudes em transferências bancárias

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03/05/2018

Na quarta-feira (02), a Polícia Civil de Goiás, por meio do Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes (GREF), da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC), prendeu em flagrante seis pessoas pelos crimes de furto qualificado pela fraude e concurso de pessoas e, ainda, associação criminosa. Os policiais tomaram conhecimento que os indivíduos faziam parte de um bando que transferia de forma fraudulenta dinheiro das contas de clientes de bancos para membros da associação criminosa, e que tal fato se repetiu na quarta-feira, sendo que acabara de ser realizada para a conta de uma das integrantes do grupo a transferência de R$ 25 mil, valor que seria repartido entre as pessoas do bando. De posse dessa informação, os policiais diligenciaram a agência bancária onde foi realizado o saque do dinheiro, e conseguiram surpreender tanto as pessoas que estavam no banco quanto aqueles que estavam aguardando para recebimento de suas respectivas partes. O delegado responsável destaca que as diligências continuam no sentido de localizar outros participantes da associação criminosa, que já estão identificados.

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Fonte: O Anápolis

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PF prende grupo responsável por R$ 10 milhões em fraudes bancárias

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21/03/2018

Nesta quarta-feira (21), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Código Reverso, com o objetivo de desarticular um esquema especializado em fraudes bancárias pela internet. As investigações abrangem os estados do Tocantins, de São Paulo, Goiás e Pernambuco. A estimativa é de que, ao burlarem mecanismos de seguranças dos bancos, o grupo criminoso tenha causado, nos últimos nove meses, prejuízo de cerca de R$ 10 milhões. Por meio de nota, a PF informou que o grupo é constituído de hackers suspeitos de ter conexões até com criminosos cibernéticos do Leste Europeu. Por meio de programas maliciosos, os hackers (pessoas que têm grande conhecimento de informática) acessavam remotamente os computadores das vítimas, com o propósito de fazer transações bancárias eletrônicas fraudulentas como pagamentos, transferências e compras via internet. Mais de 100 policiais federais estão cumprindo 43 mandados judiciais expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal em Palmas, capital do Tocantins. Há sete mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária, 11 de intimação e 24 de busca e apreensão. Além disso, foi determinada a indisponibilidade de bens móveis e imóveis de investigados, bem como o bloqueio de contas bancárias, inclusive de moedas virtuais como a bitcoin. A PF informou que os integrantes da organização têm “alto padrão de vida” e fazem uso de empresas de fachada “para movimentar e ocultar os valores obtidos por meio das atividades criminosas”. Entre os suspeitos de participação na fraude que estão sendo intimados a prestar esclarecimentos, há empresários que procuravam os criminosos “com a finalidade de obter vantagem competitiva no mercado e prejudicar a livre concorrência”. Esses empresários teriam recebido descontos de cerca de 50% para quitar seus impostos, pagar contas e realizar compras por meio de pagamentos feitos pelos criminosos. Além de responder pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e uso de documento falso, os integrantes do grupo serão acusados de lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a mais de 30 anos de prisão.

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Fonte: TI Inside Online

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PF desarticula esquema de hackers responsável por fraudes bancárias na internet

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21/03/2018

Nesta quarta-feira (21), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Código Reverso, com o objetivo de desarticular um esquema especializado em fraudes bancárias pela internet. As investigações abrangem os estados do Tocantins, de São Paulo, Goiás e Pernambuco. A estimativa é de que, ao burlarem mecanismos de seguranças dos bancos, o grupo criminoso tenha causado, nos últimos nove meses, prejuízo de cerca de R$ 10 milhões. Por meio de nota, a PF informou que o grupo é constituído de hackers suspeitos de ter conexões até com criminosos cibernéticos do Leste Europeu. Por meio de programas maliciosos, os hackers (pessoas que têm grande conhecimento de informática) acessavam remotamente os computadores das vítimas, com o propósito de fazer transações bancárias eletrônicas fraudulentas como pagamentos, transferências e compras via internet. Mais de 100 policiais federais estão cumprindo 43 mandados judiciais expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal em Palmas, capital do Tocantins. Há sete mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária, 11 de intimação e 24 de busca e apreensão. Além disso, foi determinada a indisponibilidade de bens móveis e imóveis de investigados, bem como o bloqueio de contas bancárias, inclusive de moedas virtuais como a bitcoin. A PF informou que os integrantes da organização têm “alto padrão de vida” e fazem uso de empresas de fachada “para movimentar e ocultar os valores obtidos por meio das atividades criminosas”. Entre os suspeitos de participação na fraude que estão sendo intimados a prestar esclarecimentos, há empresários que procuravam os criminosos “com a finalidade de obter vantagem competitiva no mercado e prejudicar a livre concorrência”. Esses empresários teriam recebido descontos de cerca de 50% para quitar seus impostos, pagar contas e realizar compras por meio de pagamentos feitos pelos criminosos. Além de responder pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e uso de documento falso, os integrantes do grupo serão acusados de lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a mais de 30 anos de prisão.

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Fonte: Agência Brasil

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