Quadrilha que falsificava cartões é presa em São Paulo

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25/05/2018

Uma quadrilha especializada em clonagem de cartões foi desmantelada nesta quarta-feira (23), por policiais civis do 62º Distrito Policial da zona leste da capital paulista. Após investigações, os agentes identificaram que a quadrilha usava um apartamento como central clandestina, destinada à clonagem de cartões bancários e de crédito, além da subtração de valores das contas correntes de diversas pessoas de várias instituições financeiras. No local foram apreendidas centenas de cartões bancários e de créditos, máquinas de cartões, diversos papéis contendo dados cadastrais de correntistas – inclusive com senhas, certidão de uma empresa em nome de dois suspeitos de lavagem do dinheiro, além de HD, notebook, cédulas de identidade, carteira de trabalho e um aparelho celular. No apartamento encontravam-se a namorada de um suspeito, que foi presa em flagrante por estelionato e organização criminosa, bem como uma menos, que foi apreendida. As jovens informaram que existe a participação de funcionários das instituições bancárias nos crimes perpetrados pela quadrilha. As investigações apontaram tratar-se de uma verdadeira organização criminosa, na qual cada um de seus integrantes possui tarefa devidamente dividida. A Polícia Civil procura agora três homens que também faziam parte do esquema criminoso e buscará identificar a efetiva participação de funcionários dos bancos.

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Fonte: Info Money

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Homens são presos por comprar eletrônicos e carro com CHN adulterada em Porto Velho

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23/05/2018

Em Porto Velho (RO), na noite desta última terça-feira (22), um rapaz de 22 anos e o sobrinho, menor de idade, foram detidos por suspeita de integrar uma quadrilha que comprou carro, televisor, notebook e vários outros objetos com uso de documentação adulterada. A dupla foi flagrada pela Polícia Militar (PM) quando tentava adquirir um segundo carro, em uma concessionária localizada na Rua da Beira, bairro Cascalheira, Zona Sul da capital. Com os suspeitos, a polícia apreendeu uma CNH adulterada, cartão de loja, cartão de crédito, receptor de TV a cabo, roteador de internet, cadeira de escritório, televisão, impressora e um notebook. Segundo o registro, outros dois homens fugiram em um veículo que, de acordo com os detidos, foi comprado de forma fraudulenta. A dupla não informou quantos golpes já foram aplicados no comércio, nem o destino que era dado aos veículos e objetos adquiridos pela quadrilha. Conforme consta em registro de ocorrência, a tentativa de fraude foi detectada quando um vendedor consultou no sistema do Detran a CNH apresentada pelos criminosos. O atendente da concessionária percebeu que a foto do documento era uma e a do sistema era de outra pessoa. A PM foi acionada e surpreendeu os suspeitos. O caso foi registrado na Central de Polícia.

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Fonte: G1

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Grupo fingia ser dono de casas em áreas nobres do DF para dar golpe

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10/05/2018

Nesta quinta-feira (10), a Polícia Civil prendeu cinco pessoas suspeitas de aplicar um golpe em mais de 35 estabelecimentos comerciais do DF. O grupo pegava chaves de casas localizadas em áreas nobres, como Lago Sul, asas Sul e Norte, Guará e Núcleo Bandeirante, em imobiliárias sob o pretexto de visitá-las para aluguel. Enquanto permaneciam nos imóveis, compravam o que conseguiam via delivery e depois fugiam sem pagar. As investigações foram feitas pela 31ª Delegacia de Polícia (Planaltina). O esquema era complexo e causou prejuízos em mais de 10 cidades do DF. Após o período permitido para visitas, os golpistas devolviam outras chaves às imobiliárias e permaneciam nos imóveis, de onde faziam pedidos de produtos diversos (ar-condicionado, máquinas, tintas, eletrônicos, roupas e bebidas) pelo sistema de entrega a domicílio. Na entrega, um dos integrantes do grupo – vestindo roupa de agente penitenciário de Goiás – dizia que um familiar, em outro local, pagaria a conta, pois havia esquecido de deixar o cartão de crédito. Aproveitando que o uniforme gerava uma certa confiança, ele convencia os funcionários a irem receber o dinheiro em outro endereço. Era o tempo suficiente que precisavam para sair do imóvel e desaparecer, levando as mercadorias. Quando o entregador chegava no endereço indicado, percebia que havia sido enganado. Segundo a PCDF, os acusados iriam praticar um golpe no Guará, nesta quinta (10), quando acabaram presos. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão. Em alguns casos, os entregadores tiveram de arcar com os prejuízos. Foram presos, em flagrante, ainda dois comerciantes, por terem adquirido produtos do grupo com frequência. Um deles comprou vários rolos de arame e outro uma smart TV. As investigações começaram a partir de um golpe em uma distribuidora de bebidas.

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Fonte: Metrópoles

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Justiça condena advogado por tentativa de fraude ao INSS em Rondônia

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10/05/2018

Um advogado foi condenado pela Justiça ao pagamento de multa de R$ 4,7 mil por litigância de má-fé pela tentativa de receber em duplicidade pagamento do INSS para uma pensionista de São Francisco do Guaporé, em Rondônia. A tentativa de fraude foi descoberta quando o INSS se preparava para pagar retroativos a título de pensão por morte e honorários de sucumbência à pensionista, cumprindo determinação de uma sentença judicial. No decorrer do processo, no entanto, o juiz da Comarca de São Francisco do Guaporé, a 600 quilômetros da capital Porto Velho, constatou que havia uma segunda sentença determinando o pagamento dos mesmos retroativos à pensionista, movida por outro advogado. A Procuradoria Federal junto ao INSS, unidade da Advocacia-Geral da União (AGU), apresentou manifestação ressaltando a tentativa de má-fé diante da dupla cobrança de única condenação, o que resultaria no “dispêndio de valores em dobro dos cofres públicos”. A procuradoria ainda requereu ao juiz a apuração de eventual crime contra a administração da Justiça e investigação quando à conduta do defensor. O juiz considerou que o comportamento do advogado violou o princípio da boa-fé processual, previsto no artigo 5º do Código de Processo Civil, ao deixar de informar a existência de outra sentença.

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Fonte: G1

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PF faz operação para desarticular quadrilha que fraudava o seguro-desemprego no PA

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Polícia Federal aprendeu dinheiro e objetos nas residências dos investigados.

08/05/2018

Uma Operação chamada Entice, relaizada pela Polícia Federal, desarticulou nesta terça-feira (08) uma quadrilha especializada em fraudar benefícios de seguro-desemprego em Marabá e Redenção, no sudeste do Pará. Foram cumpridos sete mandados judiciais, sendo um mandado de prisão preventiva, um de prisão temporária e cinco de busca e apreensão. Conforme a PF, os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas residências dos investigados e no Sistema Nacional de Emprego (Sine) da cidade de Marabá, onde trabalhavam os servidores investigados na operação. A Justiça determinou ainda o afastamento de dois servidores das suas funções públicas. De acordo com levantamentos realizados pelo Ministério do Trabalho, o prejuízo causado pelas fraudes investigadas, de agosto de 2016 até março de 2018, foi de R$ 4.630 milhões. O rombo poderia ter sido maior, de aproximadamente R$ 26.886 milhões, mas o sistema antifraude do ministério bloqueou os pagamentos.

Fraude

A fraude consistia em aliciar servidores do Sine para que eles, através de seus usuários, acessassem ou permitissem o acesso de terceiros aos sistemas de concessão do benefício do Ministério do Trabalho. Uma vez com acesso ao sistema, os servidores ou os aliciadores fraudavam a demissão de trabalhadores que se encontravam com vínculos de trabalho ativo. Essas pessoas, muitas vezes só tomavam conhecimento das fraudes quando eram demitidos de fato e ao requererem seus benefícios eram informados que esses já haviam sido sacados. A PF explica ainda que toda a fraude era realizada de forma eletrônica, muitas vezes com a criação de números de Programa de Integração Social (PIS) falsos. Além disso, os criminosos fraudavam a segunda via do cartão cidadão e efetuavam saques em diversas cidades do país. Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, corrupção ativa e passiva, inserção de dados falsos em sistemas de informações e estelionato.

Suspeitos de fraude em rede social ‘ostentavam’ em viagens com dinheiro de vítimas, diz polícia

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08/05/2018

Materiais eletrônicos dos suspeitos foram recolhidos pela Polícia Civil, que encontrou imagens da 'ostentação'.

A polícia prendeu o sétimo suspeito, de 19 anos, de ser integrante de uma quadrilha de estelionatários de Macapá, que usavam uma rede social para vender artigos de luxos a preços baixos e enganar clientes, sem fazer a entrega dos produtos. Ele, que seria um dos chefes do esquema, estava foragido e se entregou à polícia no domingo (06). Segundo a Polícia Civil, o grupo fez vítimas em 16 estados pelo Brasil. Outro homem apontado como chefe da quadrilha segue foragido. O delegado responsável pela investigação, da 10ª Delegacia de Polícia, detalhou que a dupla viajava para lugares caros pelo país, usando o dinheiro adquirido de maneira ilegal. “Olhando os celulares que apreendemos, tinham fotos deles gozando viagens em Florianópolis, em Jurerê Internacional, sempre rodeados de muito luxo, ostentação mesmo, com bebidas, passeios de lancha. Tudo com dinheiro obtido com a fraude. Eles não exibiam isso, tinham vida modesta, mas faziam eventualmente esses passeios e frequentavam restaurantes e bares de luxo em Macapá”, contou o delegado.

No dia 03 de maio, a Polícia Civil deflagrou uma operação contra crimes cibernéticos, onde prendeu quatro homens e duas mulheres. Eles teriam “emprestado” contas bancárias para receberem os valores pagos pelas vítimas. Os “operadores” ficavam com 10% de cada suposta venda e repassava o restante para os dois chefes da quadrilha. “Ele confessou todo o envolvimento nessa trama criminosa, disse que criou a conta e descobriu essa forma de obter ganho fácil. Ele foi buscando pessoas que aceitavam receber o dinheiro na conta. E ele disse que pagava 10% para a pessoa receber e passar o dinheiro para os dois líderes do esquema. Ele nos mostrou aqui na delegacia como praticava as fraudes, usando imagens da internet, criando sempre uma situação de credibilidade da conta, mercadorias sendo enviadas e ‘clientes’ com comentários positivos”, descreveu o delegado. O jovem suspeito entregou o telefone que ele usava para gerenciar a conta. A polícia encaminhou o aparelho para a Polícia Técnico-Científica (Politec) para passar por perícia, e a conta foi desativada. Preso, o articulador foi encaminhado para o Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), onde já estão os outros 6 presos. Com essa prisão, a Polícia Civil concluiu o inquérito, que será entregue em breve ao Ministério Público Estadual (MP), que em seguida deve ofertar denúncia ao Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap).

Justiça do ES condena imobiliária a pagar R$ 9 mil a cliente por fraude em venda de imóvel

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06/05/2018

Uma imobiliária foi condenada pela Justiça do Espírito Santo a pagar R$ 9 mil em indenização por danos morais a uma consumidora vítima de fraude na aquisição de um imóvel de R$ 100 mil. De acordo com a vítima, ela comprou o imóvel por intermédio de uma corretora da empresa, depositando R$ 20 mil na conta da corretora e R$ 80 mil na conta da imobiliária. Pouco tempo após a posse do imóvel, a consumidora descobriu que a corretora foi presa, pois não havia repassado os valores e, ainda, havia informado valores errados. A autora da ação chegou a perder a posse do imóvel em ação judicial, recuperando posteriormente em acordo firmado numa audiência de conciliação. O processo trata de relação de consumo originada em contrato de prestação de serviços de corretagem, em que se vinculam a cliente e a imobiliária, sendo cabível, portanto, o Código de Defesa do Consumidor. “O Código de Defesa do Consumidor em seu artigo 14, assim dispõe: O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e risco. O sistema do CDC, portanto, imputa ao fornecedor, independentemente de sua culpa, a responsabilidade tanto pelo fato do produto defeituoso quanto por vício na prestação de serviços”, destacou o juiz responsável por julgar o caso. Ele disse ainda que existem muitas provas a respeito da fraude cometida pela corretora de imóveis. Para o magistrado, a imobiliária não apresentou nenhuma alternativa para minimizar o prejuízo da consumidora e, ainda, tentou impor a obrigação de saber que o contrato ofertado por um de seus prepostos era fraudulento, o que, para o juiz, é inadmissível.

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Fonte: G1

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