8 milhões de brasileiros foram vítimas de fraude no último ano, diz SPC

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22/11/2018

Um estudo feito pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) estima que 7,8 milhões de brasileiros foram vítimas de fraude nos últimos 12 meses. Os dados mostram que a maior parte das ocorrências (41%) está ligada à clonagem de cartões de crédito. Segundo o levantamento, outros golpes mais comuns envolvem o uso indevido do nome para contratação de empréstimos (12%), falsificação de documentos para abertura de crediário (10%) e pagamento de boletos falsos (10%), e há ainda pessoas que foram vítimas de clonagem de cartão de débito (7%), falsificação de cheque (7%) e clonagem da placa de veículo (7%). De acordo com o SPC Brasil, além de prejuízos financeiros e constrangimento, o consumidor sofre com o tempo gasto para resolver os processos burocráticos para regularizar sua situação, como comprovar que não realizou compras indevidas ou resolver uma possível negativação do CPF, que dificulta a realização de compras por meio do crédito. Nos próximos 30 dias, o SPC diz que vai disponibilizar, gratuitamente, o serviço “SPC Avisa”, que informa, via e-mail, se o cliente teve o nome incluído ou excluído da base de dados do órgão de proteção ao crédito.

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Fonte: Destak

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Golpe de Black Friday oferece cartões de crédito premium para roubar seus dados

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19/11/2018

Um novo golpe de cartão de crédito tem invadido as redes sociais a poucos dias da época mais esperada do ano para muitos lojistas: a Black Friday. Através das redes sociais, uma nova empresa, que se identifica com o nome de PremiumCard, oferece uma oferta de Black Friday “imperdível” para novos clientes: o PremiumCard Black, um cartão de crédito que é emitido sem consulta a órgãos de crédito e tem a conversão de cada dólar gasto no cartão em 5 pontos para os programas de troca por prêmios, entre diversas outras vantagens. E, durante a Black Friday, os clientes receberiam um desconto vitalício de 90% no valor da anuidade, que passaria ao valor de apenas R$ 34,90 por ano.

Ao clicar no link, os usuários eram direcionados a um site com diversas informações sobre o cartão e, ao escolherem completar o cadastro para se tornarem clientes PremiumCard Black, eles eram então encaminhados para um formulário onde eram exigidos dados como endereço físico, endereço de e-mail, número do CPF, entre diversas outras informações pessoais. Então, era gerado um boleto no valor de R$ 34,90 para pagamento em qualquer banco. A operação, que parece de praxe para o pedido de qualquer cartão de crédito, não passava de um golpe, e os usuários que fizeram o cadastro para o recebimento do suposto cartão, além de terem jogado dinheiro fora ao pagar o boleto, ainda tiveram todos os seus dados pessoais roubados — o que significa que correm o risco de ver seus nomes sendo usados em novos golpes no futuro. Esse golpe do cartão se destaca pela qualidade da farsa: os golpistas não apenas criaram um site bonito e com todo um design inspirado em empresas de cartões de crédito virtuais, como também é um dos poucos golpes deste tipo em que a página não possui nenhum erro gramatical, e tem um texto que parece ter sido realmente escrito por alguém do setor de marketing. Além disso, não só o golpe seguiu o procedimento padrão para o pedido de um cartão de crédito, como ainda os golpistas se deram o trabalho de arrumar um formulário HTTPS válido para o site, dando ao usuário a garantia de que aquele se tratava de um ambiente seguro.

A única parte em que os golpistas vacilaram foi no registro dos domínios que seriam usados para o site de cartão de crédito, pois um dos três endereços foi cadastrado no nome de uma pessoa física, deixando claro que aquela era uma empresa falsa e que o cartão de crédito não passava de um golpe. No momento, todos os endereços de acesso ao site do PremiumCard Black foram derrubados, e não é mais possível acessá-los. Para evitar cair nesse tipo de golpe, é recomendado nunca clicar em links desconhecidos — nem mesmo se eles foram enviados por parentes ou amigos de confiança, já que eles podem ter sido infectados por um vírus e mandado de forma automática um link malicioso. Além disso, ao ver uma oferta tentadora de uma empresa que parece se nova no mercado, sempre pesquise na internet pela nome da empresa, pois uma busca rápida já pode mostrar se ela se trata realmente de uma startup buscando espaço no mercado ou um nome falso usado para aplicar golpes.

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Fonte: Canal tech

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PF desarticula quadrilha que fraudava empréstimos de banco no DF

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12/11/2018

Nesta segunda-feira (12), a Polícia Federal indiciou seis suspeitos de integrar uma organização criminosa que fraudava empréstimos bancários no Distrito Federal. O grupo – que inclui um funcionário do banco – é acusado de desviar R$ 1,6 milhão em contratos de financiamento de mobília e materiais de construção. Conforme a investigação, o grupo persuadia os clientes de uma agência de empréstimo a assinar os contratos rapidamente, sem ler, para não perder as condições especiais. Com isso, eles escreviam o dobro do valor nos documentos, e desviavam o valor restante. Em nota, o banco afirmou que “informações sobre eventos criminosos em suas unidades são repassadas exclusivamente às autoridades policiais” e que coopera com as investigações. A Polícia Federal estima que 98 operações fraudulentas tenham sido realizadas, com um valor total de R$ 3,28 milhões – cada contrato tinha valores entre R$ 30 mil e R$ 70 mil. Os correntistas receberam R$ 1,6 milhão, e o restante foi parar nas mãos da organização criminosa. Segundo a PF, a organização atuava sob a fachada de uma agência de crédito, com sede no Setor Comercial Sul. Os clientes eram atraídos por anúncios nos classificados, que ofereciam “condições mais vantajosas” que os empréstimos tomados na agência.

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Fonte: G1

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Operação contra fraude de R$ 45 milhões na Receita Federal prende seis pessoas em Curitiba

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06/11/2018

Nesta terça-feira (06), em Curitiba, seis pessoas foram presas preventivamente – sem prazo determinado – em uma operação que apura fraude de, pelo menos, R$ 45 milhões na Receita Federal nos últimos cinco anos. As prisões foram confirmadas pela Polícia Federal (PF). Entre os detidos estão funcionários da Receita, advogados, contadores e empresários. Também foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, inclusive na sede da Receita na capital. As prisões ocorreram pela suspeita de crimes contra a ordem tributária, estelionato, corrupção, organização criminosa, lavagem de dinheiro e ocultação de bens. Há, também, servidores afastados das funções. Os mandados foram expedidos pela 14ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, que também determinou o bloqueio de valores – de R$ 5 mil a R$ 1 bilhão – de contas bancárias de 24 pessoas físicas e jurídicas.

A Operação Mendacius investiga uma suposta organização criminosa especializada em procedimentos irregulares de compensações e reduções de tributos e contribuições federais. Segundo a Receita Federal, as áreas de inteligência fiscal, arrecadação e cobrança, além da corregedoria do órgão auxiliaram na investigação. Dezenas de empresas, inclusive de outros estados, buscavam a contratação dos serviços da suposta organização criminosa para fraudarem, entre outras situações, dados inseridos em Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), informou a Receita. As empresas beneficiárias das fraudes atuam em vários ramos, principalmente industrial, de segurança patrimonial e vigilância e de construção civil. Parte delas, segundo a Receita, atuam em licitações e contratos com a administração pública.

Funcionário do INSS é preso suspeito de fraude na Previdência Social no ES

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01/11/2018

Na quinta-feira (1º), duas pessoas foram presas durante uma operação da Polícia Federal, suspeitas de fraudar a Previdência Social, no Espírito Santo. Uma delas é funcionária do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Conforme investigação da Polícia Federal, os dois participavam de uma fraude para conceder benefícios do INSS e pensão por morte usando dados falsos. O nome do servidor e a função não foram divulgados. Até o momento, a polícia calcula um prejuízo de R$ 2 milhões ao INSS com a fraude.

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Fonte: G1

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Homem é preso suspeito de pedir empréstimo de R$ 100 mil com documentos falsos, na PB

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24/10/2018

Nesta terça-feira (23), um homem foi preso em uma agência bancária de João Pessoa, suspeito de solicitar um empréstimo de R$ 100 mil utilizando documentos falsos. Conforme a Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), o paraibano, de 30 anos, entrou na agência, foi até o setor de abertura de contas, disse que era médico e apresentou um documento de identidade (RG) emitido na cidade de Iporá, em Goiás. O documento estava em nome de outro homem, de 28 anos. Além disso, ele também entregou ao funcionário uma conta com o mesmo nome que constava no documento falso e um recibo de imposto de renda com um rendimento tributário de R$ 50,4 mil. “Ele solicitou um empréstimo de R$ 100 mil ao banco, mas o funcionário desconfiou que pudesse haver alguma coisa errada com os documentos apresentados e entrou em contato com a Delegacia de Defraudações e Falsificações. Enquanto a nossa equipe se deslocava para o local, o homem foi informado que estava sendo realizada análise do crédito. Quando chegamos na agência, encontramos o suspeito sentado e com os documentos falsos”, informou o delegado. O homem foi preso em flagrante. Depois de um levantamento, o delegado descobriu que os documentos que o investigado estava usando pertencem a um médico que mora em São Paulo. Esta não é a primeira vez que o suspeito é flagrado com documentos falsos. Em 2015, ele foi preso no município de Pombal pela prática do mesmo crime.

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Fonte: G1

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Dupla suspeita de aplicar meio milhão em golpes bancários contra idosas é presa

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22/10/2018

Em Fortaleza (CE), duas pessoas foram presas acusadas de aplicar R$ 500 mil em golpes. Os possíveis estelionatários dispunham até de central telefônica, usada para desviar ligações de vítimas, geralmente idosas de alto poder aquisitivo, que ligavam para o atendimento bancário ao desconfiar da fraude. Com a dupla, foram apreendidos cheques, cartões bancários e documentos falsos. Conforme o delegado titular do 2º Distrito Policial, os suspeitos ligavam para a vítima como se fossem funcionários de banco. Na ligação, informavam que a pessoa teria feito uma compra de alto valor. A vítima, então, não reconhecia a compra, levantando a suspeita de que o cartão de crédito teria sido clonado. “Com isso, o golpista orientava a pessoa a escrever uma carta autorizando a investigação do caso para entregá-la num envelope junto ao cartão, que deveria estar cortado”, detalha. Um dos suspeitos recebia o envelope na casa da pessoa. “O suspeito dizia, ainda, que a vítima deveria ligar para o número do SAC impresso no cartão. A ligação era direcionada para central telefônica dos envolvidos, o que deixava a vítima mais segura”, acrescenta. Até o momento, quatro vítimas prestaram boletim de ocorrência. A dupla foi identificada através de gravações do circuito interno de vítimas. Após três dias de investigação, a dupla foi detida na última sexta-feira (20). Uma terceira pessoa é procurada pela polícia. Ela é suspeita de ser a integrante que fazia o papel de “SAC”, recebendo as ligações das vítimas. Os dois foram indiciados por lavagem de dinheiro, estelionato e associação criminosa. Um deles também foi autuado por falsificação de documento. A polícia informa que banco não manda funcionários em casa para receber cartões de créditos em transações como essa.

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Fonte: O Povo

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