Esquema de fraude instala software de mineração em computadores

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03/01/2018

Os pesquisadores de uma empresa de segurança para a internet identificaram um esquema de fraude que distribuiu e instalou secretamente um software de mineração nos computadores de usuários por meio de softwares piratas de editores de fotos e de texto. Os cibercriminosos usavam sites que prometiam pacotes de softwares gratuitos de programas como Adobe Premiere Pro, CorelDraw, PowerPoint, entre outros para atrair as vítimas. Depois de baixar um software, o usuário recebe um arquivo comprimido que também contém um programa de mineração, que é instalado automaticamente junto com o software desejado. O arquivo comprimido de instalação inclui arquivos de texto com informações de inicialização, como endereços de carteiras e pools de mineração – um servidor que reúne vários participantes e distribui a tarefa de mineração entre seus computadores. Depois de instalados, os mineradores começam a funcionar silenciosamente no computador da vítima, gerando dinheiro criptografado para os criminosos. Em todos os casos eles usaram o software do projeto NiceHash, que sofreu recentemente uma violação de cibersegurança, resultando no roubo de milhões de dólares em moeda criptografada. Além disso, os especialistas descobriram que alguns mineradores continham um recurso especial que permite que o usuário altere remotamente o número da carteira, o pool ou o minerador. Isso quer dizer que, a qualquer momento, os criminosos podem definir outro destino para a moeda criptografada e assim administrar seus ganhos, distribuindo fluxos de mineração entre carteiras ou até fazendo o computador da vítima trabalhar para outro pool de mineração. Para evitar que seu computador faça parte de uma rede de mineração, a recomendação é de que os internautas tenham um antivírus instalado e baixe apenas software legítimo de fontes comprovadas.

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Fonte: Olhar Digital

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AP teve 908 pedidos de seguro-desemprego bloqueados por fraude e R$ 3,7 milhões deixaram de ser pagos

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28/12/2017

No Amapá, 908 pedidos de seguro-desemprego levantaram suspeitas de golpe e mais de R$ 3,7 milhões deixaram de ser pagos indevidamente ao longo de 2017 pelo sistema antifraude do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que começou a ser usado no fim de 2016. As informações foram divulgadas pelo órgão na terça-feira (26). Em todo o país, 52 mil requerimentos foram bloqueados pelo sistema e mais de R$ 678 milhões deixaram de ser pagos indevidamente. Os dados são de janeiro até o dia 21 de dezembro. As situações que levantam suspeitas são comunicadas à Polícia Federal. Entre os estados, o Amapá ficou na 11ª colocação no ranking dos mais fraudulentos. Maranhão lidera a lista, com 16.427 pedidos bloqueados, seguido de São Paulo, com 9.768 bloqueios. Acre foi o estado que menos teve identificadas tentativas de fraudes, 19. Na região Norte, o Amapá fica atrás somente do Pará, com 3.919 suspeitas de fraudes. O estado de Roraima é o único que não foi elencado no ranking divulgado pelo MTE.

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Fonte: G1

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Homem leva golpe de R$ 17,5 mil em compra de camionete por site em MS; polícia dá dicas para evitar problemas

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25/12/2017

Em Campo Grande, na semana passada, um homem de 57 anos teve um prejuízo de pelo menos 17.557,46 ao tentar comprar uma camionete por um site de compras. A Polícia Civil dá diversas dicas para evitar este tipo de golpe. “Não existe pagar dívidas de carro para comprar. A gente orienta a vítima de furto para que se encontrar no site [o seu bem] procure a polícia que ela vai atrás”, afirmou a delegada da 4ª Delegacia de Polícia. Segundo a polícia, vários vendedores têm exigido depósitos antecipados para garantir a preferência na compra, mas o negócio é feito de forma direta e sem esse tipo de obrigação. No caso da compra da camionete, a vítima pagou R$ 2.135 para alguns reparos para ser aprovado na vistoria, R$ 5.248,28 de uma dívida ativa e R$ 4.236,91 por causa da alienação do banco. O suposto vendedor ainda apresentou uma procuração em nome da proprietária legal do veículo para pagar os débitos no Departamento Estadual de Trânsito (Detran) no valor de R$ 2.937,27. Além disso, a vítima repassou R$ 3 mil em dinheiro para o vendedor. Mas quando chegou o momento da transferência do veículo, foi informado que o vendedor não queria mais continuar com a negociação e não venderia mais a camionete. A vítima procurou a polícia e registrou o boletim de ocorrência por estelionato.

Dicas

Para evitar situações como essa, a polícia orienta o comprador a verificar se o produto foi furtado ou roubado. Em caso de flagrante de automóvel em situação irregular, pode ser enquadrado como receptação, que tem pena de 1 a 4 anos de prisão e multa. Duvide de valores muito abaixo do mercado e se o veículo for usado, deve verificar se há algum sinal de adulteração. A comprovação de compra é fundamental para tentar provar que o comprador não sabia sobre o crime e foi enganado pelo vendedor. É importante buscar informações sobre o site, com amigos ou familiares, verificando se há reclamações no cadastro do Procon. Também deve ficar atento com os procedimentos para reclamação, devolução do produto, prazo para entrega. Outro ponto a ser analisado é sobre as medidas que o site adota para garantir a privacidade e segurança dos usuários. Os dados da compra, como nome do site, itens adquiridos, valor pago e forma de pagamento, número de protocolo da compra ou do pedido, devem ser todos guardados. Identificar o endereço físico da empresa e os dados cadastrais, como CNPJ é importante em caso de reclamação. O consumidor pode checar os dados cadastrais da empresa acessando registro. E exigir Nota Fiscal.

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Fonte: G1

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Jovem de Brusque é vítima de fraude e tem R$ 1,1 mil sacados de sua conta

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22/12/2017

Nesta quarta-feira (20), uma jovem, de 21 anos, relatou à polícia que foi vítima de fraude bancária. Ela informou que fez uma compra com seu cartão de débito, no valor de R$ 2,90, e que posteriormente notou que havia sido sacado de sua conta o valor de R$ 300. Pouco tempo depois, foram sacados mais R$ 800. Ela afirma que não realizou esses saques e que o aplicativo do banco informa que eles foram realizados em uma agência bancária localizada em São Paulo. O aplicativo foi bloqueado pelo próprio banco, devido à movimentação estranha. Ela também entrou em contato com a instituição financeira para bloquear o cartão e agora irá até o banco para tentar ser ressarcida.

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Fonte: O Município

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Empresário é preso suspeito de desviar cerca de R$ 120 mil de aposentados e pensionistas em Frutal

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19/12/2017

Foi preso nesta terça-feira (19), um empresário, de 41 anos, suspeito de estelionato em Frutal. Segundo a Polícia Civil, a prisão foi feita durante a operação ”Natalflex”. O homem que trabalhava com empréstimos para aposentados e pensionistas pode ter desviado mais de R$ 120 mil das vítimas. Além do mandado de prisão, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão na casa e no escritório do homem, localizado na Avenida Coronel Delfino Nunes, no Centro. No local, foram apreendidos dois computadores, documentos e cartões de recebimento de benefício. Segundo o delegado responsável, a investigação mostrou que entre 2015 e 2017, utilizando o mesmo modus operandi, o homem realizava contratação de empréstimo para vítimas idosas e vulneráveis. “Depois do empréstimo, ele se apresentava com a desculpa que precisava devolver o dinheiro ao banco por ter ultrapassado a margem da vítima, ocasião em que sacava o dinheiro da conta dela, recebia diretamente das mãos da vítima ou transferia diretamente para conta bancária dele, não realizando nenhum tipo de devolução”, disse o delegado. Com o cartão de benefício previdenciário das vítimas, o empresário realizava empréstimos direto no caixa eletrônico, sacava o dinheiro e realizava pagamentos de contas pessoais. “Muitas dessas ações foram filmadas pelo sistema do banco e comprovadas pelos depoimentos. Ele, que é proprietário de uma empresa de financiamentos, causou um prejuízo para as vitimas de cerca de R$ 120 mil com diversos estelionatos”, finalizou o delegado. O homem foi levado para o presídio de Frutal.

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Fonte: G1

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Golpistas levam mais de R$ 2 mil de mulher em avenida no Centro de Mogi das Cruzes

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19/12/2017

Na tarde de segunda-feira (18), uma mulher, de 20 anos, teve prejuízo de mais de R$ 2 mil depois de ter sido abordada por um casal de estelionatários em uma avenida da região central de Mogi das Cruzes. A vítima contou que por volta das 13h foi a uma agência bancária na Avenida Voluntário Fernando Pinheiro Franco para fazer um depósito. A mulher explicou à polícia que, como o banco estava cheio, resolveu voltar depois. Ela saiu da agência e, quando caminhava pela avenida, encontrou um desconhecido que deixou cair um pacote que supostamente tinha uma grande quantidade de dinheiro. Logo depois, a vítima disse que chegou uma mulher, que se juntou ao golpista. O casal foi conversar com a vítima e juntos foram até o Bom Prato. A mulher disse que perto do restaurante os golpistas se apoderaram da sua bolsa e fugiram. A vítima informou que não sabe explicar como os golpistas pegaram a sua bolsa e deixaram o pacote. Ela destacou que na bolsa estavam R$ 2.150, documentos pessoais, cartões bancário, de crédito e de loja. O caso foi registrado no 1º Distrito Policial como estelionato.

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Fonte: G1

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Ocorrências de estelionato crescem até 25% no fim do ano

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18/12/2017

Uma professora foi alvo de estelionatários que, utilizando documentos falsos, deram entrada no pedido do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Dpvat). O benefício é destinado à família da vítima, já que ela havia perdido o filho em um acidente de motocicleta no Anel Rodoviário de BH. O caso não é isolado. Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), de janeiro a outubro, mais de 28 mil estelionatos de várias modalidades foram registrados em Minas. Um crescimento de quase 9% em relação ao mesmo período de 2016, quando pouco mais de 26 mil ocorrências foram contabilizadas. E é no fim do ano que a população precisa estar ainda mais atenta para não cair no ‘conto do vigário’. Uma criminalista e conselheira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG), frisa que ocorrências de estelionato podem crescer até 25% nesse período. Em dezembro do ano passado por exemplo, foram 688 casos apenas na capital mineira. O número representa 15% a mais em relação ao registrado no mesmo mês de 2015.

Mais comuns

Os tipos de golpes mais comuns estão ligados à emissão de falsos boletos ou o envio de links com vírus relacionados a promoções, aluguéis de casas na praia ou ofertas de passagens aéreas. Na maioria dos casos, as vítimas acreditam que estão fazendo um negócio vantajoso. “O aluguel da casa na praia é clássico. O falsário publica na internet o anúncio com um preço mais baixo do que a média de mercado e pede ao interessado pelo contrato o adiantamento de um determinado valor para fazer a reserva do imóvel. Depois de receber o depósito, o golpista simplesmente desaparece”, explica.

Denúncia

Ao suspeitar que está sendo alvo de um golpe, a recomendação é registrar uma denúncia. Foi o que fez a professora. Os criminosos chegaram a enviar uma documentação à empresa responsável pelo Dpvat, via Correios, com fotos de outras pessoas e assinaturas diferentes da mulher. O processo, inclusive, chegou a ser iniciado. Porém, ao constatar que havia algo errado, ela procurou a Polícia Civil e uma investigação foi aberta. “Me senti impotente, lesada. É um desgaste emocional enorme. Você está se reerguendo e se depara com essa situação. Por isso é importante entrar com os papéis o quanto antes, para evitar esse tipo de risco”, observa.

Facilidade atrai falsários para o ambiente digital

O número de fraudes cometidas em dezembro chama a atenção. Tanto no recorte estadual quanto nos dados relativos à BH, as ocorrências registradas neste mês superam a média mensal em 2016. Para especialistas, a elevação está ligada ao aumento do fluxo de dinheiro nesse período. O pagamento do 13º salário, por exemplo, acaba se tornando uma oportunidade para que criminosos entrem em cena. Um delegado da Polícia Civil explica que, nesse contexto, os meios digitais são campo fértil para golpes de todos os tipos. “Há links falsos com um vírus chamado Keylogger, onde as pessoas entram, digitam login e senha e têm os dados copiados. Muitas vezes são solicitadas atualizações de dados bancários e as pessoas não percebem que estão caindo em um golpe”, explica.

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Fonte: Hoje em Dia

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