‘Golpe do motoboy’ é o crime da moda para fraudar cartão de crédito

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25/09/2018

Uma empresária recebeu há dois meses, uma ligação de seu banco sobre uma suposta compra realizada com cartão de crédito na cidade de Campinas (SP). Não reconheceu o pagamento e foi orientada pelo atendente a entrar em contato com a instituição financeira. Ela ligou para o número localizado na parte de trás do cartão, ouviu a música de espera do banco, falou com um funcionário e aceitou a oferta de entregar o cartão ao motoboy para uma averiguação. No dia seguinte, a mulher descobriu que a compra nunca aconteceu. Que não havia telefonado para o banco. Que o motoboy não levou o cartão para a investigação. E que o prejuízo disso tudo superava R$ 80 mil. Ela caiu no ‘golpe do motoboy’, crime de engenharia social, como são chamados os casos de manipulação psicológica das vítimas por estelionatários. É o golpe da moda, segundo a Polícia Civil, o Ministério Público e os bancos – mas apenas um entre as diversas modalidades de fraudes que envolvem cartões de crédito.

“Hoje, o cartão de crédito é a principal porta de entrada para os casos de fraudes envolvendo nossos clientes”, afirma o superintende de prevenção a fraude de um banco. A instituição, recentemente, iniciou uma campanha justamente para alertar os clientes sobre o ‘golpe do motoboy’. Um vídeo disseminado pelo WhatsApp explica o crime e diz que o banco não solicita senhas e não pede cartões de seus clientes. “Quem cai nesse golpe geralmente fica espantado com o nível de detalhamento dos bandidos. Eles têm informações sobre a vítima, após monitoramento de redes sociais, e geralmente desviam a linha de telefone no instante do golpe para que a ligação caia exatamente no número dos golpistas”, afirma o delegado titular da delegacia de crimes cibernéticos da Polícia Civil de São Paulo. “A pessoa com quem conversei possuía todo conhecimento do sistema de cartões. Era impossível perceber que se tratava de um golpe”, conta a empresária. “Fui parar no hospital. Eram R$ 84 mil. Não conseguia dormir”, conta. Ela só recuperou o dinheiro 20 dias depois. A seguradora pagou uma parte do prejuízo e a agência, onde é cliente há 27 anos, assumiu a outra parcela.

 Bancos de dados

O superintendente lembra que golpes como o aplicado na empresária representam a minoria dos casos de fraudes do setor. O promotor de Justiça do MP-DF e presidente do Instituto Brasileiro de Direito Digital destaca que a maioria das fraudes tem origem nos roubos de banco de dados de empresas. “Um vazamento de bancos de dados expõe dados de milhares de consumidores. Isso depois é vendido no mercado paralelo da internet e vai alimentar milhares de fraudes no e-commerce”, conta o promotor. Atualmente, uma força-tarefa envolvendo policiais e promotores de justiça tenta levantar a origem desses ataques. Uma das linhas de investigação trabalha com o envolvimento de colaboradores dentro de bancos, companhias telefônicas e centros de processamento de dados de varejistas que facilitariam o acesso a informações por parte de estelionatários. “Existem ainda bancos de dados que são frágeis e os hackers invadem sem muita dificuldade”, diz uma fonte do setor, em condição de anonimato. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Fonte: Correio Braziliense

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PF prende dois por receberem R$ 9 milhões com fraudes no seguro-desemprego

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21/09/2018

Nesta quinta-feira (20), a Polícia Federal prendeu dois homens em uma operação que mira em supostas fraudes do seguro-desemprego. Conforme a PF, os suspeitos foram detidos em um escritório de contabilidade no bairro da Penha, na zona leste de São Paulo, por possuírem consigo mais de 1.600 documentos falsos ou em branco, como espelhos de RG e Carteiras de Trabalho. Os esquemas teriam gerado saques de 9 milhões de reais em benefícios fraudulentos. De acordo com nota da Polícia Federal, as investigações começaram em Presidente Prudente (SP) quando, em outubro de 2017, “um trabalhador desempregado procurou a PF para relatar que não havia conseguido retirar seu seguro-desemprego porque alguém já o havia recebido”. Ainda segundo a corporação, foram criadas cerca de 300 empresas fictícias para receber mais de 9.000 seguros-desemprego fraudulentos. Junto com os documentos falsos ou em branco, a PF apreendeu 472.000 reais em espécie e “apetrechos” para falsificação de documentos. A Polícia Federal afirma que vai voltar aos trabalhos “para identificar os beneficiários dos benefícios, seu envolvimento com o grupo investigado e também a origem dos documentos apreendidos, se são verdadeiros – desviados de instituições legítimas, ou falsos”. “Os presos foram encaminhados ao sistema prisional estadual, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal. Eles responderão pelos crimes de estelionato, organização criminosa e corrupção ativa”, conclui a PF.

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Fonte: Veja

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PF desarticula quadrilha envolvida em fraude de R$ 2,9 milhões do INSS

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19/09/2018

Nesta quarta-feira (19), a Polícia Federal (PF) prendeu integrantes de um grupo envolvido em uma fraude com prejuízo estimado de R$ 2,9 milhões aos cofres públicos. As fraudes ocorreram em cidades de Minas Gerais e da Bahia e envolviam benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Vinte e oito policiais e dois integrantes da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária (COINP) participam da Operação Alhures. Eles cumpriram dois mandados de prisão temporária em Contagem, na Grande BH, e em Almenara, no Vale do Jequitinhonha. Outros cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas mesmas cidades, um em Contagem e quatro em Almenara. “As investigações realizadas pela Polícia Federal tiveram o auxílio da COINP e revelaram um esquema de fraudes na obtenção de benefícios previdenciários a partir de certidões de nascimento falsas. O grupo de estelionatários teria forjado o nascimento de menores e dado entrada no INSS com processos de obtenção de Pensões por Morte. Também teria utilizado documentos falsos por pessoas angariadas pela quadrilha para se passarem pelas representantes legais dessas crianças fictícias”, detalhou a Polícia Federal em Minas, por meio de nota. Os investigados vão responder na Justiça por formação de quadrilha e estelionato qualificado, cuja pena pode ser de até seis anos e meio de prisão por cada golpe contra o INSS, além de três anos por associação criminosa.

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Fonte: EM

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Operação estima fraudes de R$ 5 milhões na abertura de empresas por estrangeiros, na PB

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18/09/2018

Na manhã desta terça-feira (18) uma operação foi deflagrada para apreender documentos relacionados a uma esquema de abertura de empresas e negociação de imóveis por estrangeiros, em João Pessoa. Conforme a Delegacia de Defraudações e Falsificações da capital (DDF), a Operação Fratelli cumpriu mandados de busca e apreensão em João Pessoa e Maceió, e estima que a fraude pode superar a quantia R$ 5 milhões. As investigações tiveram início há aproximadamente seis meses, após denúncia feita por uma das vítimas, que descobriu o desvio de mais de R$ 600 mil, relacionados a apenas uma das empresas investigadas. Os mandados de busca e apreensão domiciliar foram realizados nas cidades de João Pessoa e Maceió, em Alagoas. A ação foi realizada com o apoio da Polícia Civil de Alagoas. As investigações da DDF identificaram que um dos investigados, um técnico em contabilidade , possui 60 empresas registradas em seu nome, sendo grande parte de empresas de construção civil, em sociedade com estrangeiros. Durante a investigação, a DDF identificou 20 contas bancárias relacionadas aos fatos. Apenas com a análise dos dados bancários, com quebra de sigilo já autorizada pela Justiça, e do material apreendido, será possível ter uma exata dimensão da fraude. Durante a primeira fase da Operação Fratelli, a Polícia Civil de Alagoas apreendeu documentos e equipamentos eletrônicos dos investigados, que serão analisados para concluir as investigações. De acordo com o delegado de defraudações em João Pessoa, outras quatro pessoas também estão sendo investigadas.

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Fonte: G1

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Polícia prende 29 pessoas por fraude em contas bancárias, entre elas cantor sertanejo

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17/09/2018

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil prenderam, nesta segunda-feira (17), 29 pessoas integrantes de uma quadrilha comandada por hackers que furtava correntistas de bancos em todo o país, em operações que chegaram a movimentar cerca de R$ 2 milhões irregularmente ao longo dos nove meses de investigações. A operação, batizada de Open Doors, teve por objetivo também o cumprimento de 52 mandados de busca e apreensão na região sul fluminense, principalmente nas cidades de Resende, Volta Redonda e Barra Mansa. As investigações do Gaeco constataram que a quadrilha fez centenas de transferências bancárias ilegais, subtraindo dinheiro de correntistas de todo o Brasil.

Esquema

A organização criminosa agia primeiramente com a atuação dos hackers, que burlavam a segurança bancária para obter acesso a dados de titulares de contas bancárias, como senhas, CPF, número de agência e conta, nome completo do titular e dependentes. De posse dessas informações, os envolvidos no esquema solicitavam a outros membros da quadrilha, chamados de “cabeças”, que lhes fornecessem as contas de “laranjas” para que pudessem direcionar o dinheiro subtraído das vítimas para futuro saque em espécie. O grupo tinha uma “janela” de poucas horas para efetuar os saques das contas sem que a transação fraudulenta fosse percebida pelos sistemas de segurança dos bancos. De acordo com o MP, para que o esquema funcionasse, os laranjas eram acompanhados pelos aliciadores até a entrada da agência bancária para efetuar os saques na hora determinada pelos hackers.

Partilha

O dinheiro era repartido entre todos os níveis da quadrilha: o hacker ficava com 50%, o cabeça com 25%, o aliciador com 15% e o laranja com 10%. O Gaeco vai dar sequência às investigações para chegar aos líderes da organização, uma vez que eles não mantinham contato com os demais membros, exceto com os cabeças. As informações indicam ainda que, ao todo, foram denunciados 89 criminosos, acusados de promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa; e também por subtrair, para si ou para outrem, mediante fraude, coisa alheia móvel, de acordo com o Artigo 155 do Código Penal.

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Fonte: Gaúcha ZH

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PF prende suspeita de fraude de R$ 1 milhão no INSS

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14/09/2018

Desde a tarde dessa quinta-feira (13), a Polícia Federal realiza a Operação Catena, para cumprir cinco mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva e ordem judicial de afastamento de uma servidora pública por fraudes estimadas em R$ 1 milhão no INSS.  Todos os benefícios previdenciários foram suspensos. Cerca de 50 policiais federais fazem diligências para cumprimento das Ordens Judiciais expedidas pela 16ª Vara da Justiça Federal de João pessoa. Durante a investigação, iniciada em março de 2017  no âmbito da Força Tarefa Previdenciária, verificou-se a concessão de 23 benefícios previdenciários, especificamente auxílio-reclusão, concedidos irregularmente por servidora do INSS, na Capital, desde o ano de 2015. Os investigados obtiveram a concessão de benefícios irregulares para familiares de indivíduos que nunca tinham sido presos e também em razão de filhos de presidiários que nunca existiram.

A operação interrompeu a fraude que ocorria desde 2015.  Os envolvidos foram indiciados pela prática dos crimes de estelionato previdenciário, associação criminosa e inserção de dados falsos em sistema de informações, cujas penas, somadas, podem superar 20 anos de prisão. O nome da Operação Catena advém de termo italiano que significa cadeia, em referência ao tipo de benefício fraudado (auxílio-reclusão). O preso e os objetos arrecadados nas buscas foram levados para a Superintendência Regional da Polícia Federal na Paraíba.

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Fonte: Mais PB

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INSS registra nove mil suspeitas de fraudes no Piauí

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13/09/2018

Somente este ano, o Instituto Nacional do Seguro Social no Piauí (INSS-PI) registrou mais de 9 mil suspeitas de fraudes de descontos de empréstimos consignados em benefícios. Os dados preocupantes levaram a instituição a tomar medidas de segurança para evitar novos casos. Segundo o gerente de Atendimento do INSS-PI, a mudança ocorrida no órgão diz respeito à apuração administrativa de supostas fraudes com empréstimo consignado. Existe uma ação civil pública no estado do Pará, desde 2008, que permite ao assegurado do INSS alegar que o empréstimo não foi contratado e, a partir disso, é aberta uma ocorrência administrativa para apuração do fato. “Antigamente, quando era apresentada essa demanda, o INSS suspendia o desconto do empréstimo consignado e liberava automaticamente a margem de empréstimo para o segurado. O que mudou foi que, sob alegação de alguns bancos e para tornar a operação mais segura, o INSS suspende o desconto, mantendo essa margem bloqueada até o resultado da apuração”, explica, acrescentando que a apuração do caso pode levar até 120 dias. Caso seja confirmada a fraude na realização do empréstimo consignado, são adotadas as medidas cabíveis para que o dinheiro descontado indevidamente seja restituído. Por outro lado, se for constatado que o segurado realizou o empréstimo que alegava não ter contratado, o desconto volta a ser feito, sem maiores problemas. O gerente ainda que esta mudança gera uma operação financeira mais segura, tanto para o segurando quanto aos bancos. “Isso deve impactar na redução das taxas de juros, tendo os segurados a oportunidade de empréstimos com juros mais baratos”, conclui. Portanto, caso o segurado perceba um desconto indevido no seu benefício, ele deve se dirigir a qualquer agência do INSS alegando a fraude do empréstimo consignado ou se dirigir até a Delegacia do Idoso, onde uma equipe do INSS está à disposição para atender estes casos. Ele precisa levar apenas os documentos pessoais.

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Fonte: Portal O Dia

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