Fraude no Detran alterou dados de mais de 300 carros no RS

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15/01/2019

Uma série de operações no sistema informatizado envolvendo alterações em cadastros de veículos e feitas em horário fora de expediente fez soar um alerta no Departamento Estadual de Trânsito (Detran), levando Polícia Civil a descobrir uma fraude. Usando a senha de um servidor público, dois investigados alteraram informações relativas a pelo menos 322 carros no Estado, causando prejuízo ao Detran, até o momento, de R$ 450 mil. Foram identificadas 955 operações no sistema Gerenciamento de Informações do Detran-RS (GID), que reúne dados cadastrais de veículos. Ao fraudar informações – como o nome do proprietário, a existência de multas ou numeração do chassi e do Renavam –, os fraudadores conseguiam evitar determinados pagamentos ao órgão público. Até mesmo carros em nome de pessoas mortas foram transferidos de forma fraudulenta. Nesta terça-feira (15), ao deflagrar a Operação Transitório, a polícia cumpriu quatro mandados de prisão temporária e 18 de busca e apreensão em oito cidades. Três suspeitos foram presos e um é considerado foragido. Uma auditoria interna do Detran identificou, por meio dos endereços dos computadores em que a senha do servidor foi usada, dois suspeitos. Um deles já foi credenciado do Detran, atuava em um Centro de Registro de Veículos Automotores (CRVA), e acabou desligado justamente por fazer inserção de dados falsos no sistema. Outro fez a transferência da propriedade de dezenas de carros para seu nome, além de modificar o endereço de entrega de documentos veiculares. Os outros dois investigados se beneficiaram do esquema – um deles tem loja de compra e venda de veículos. Os nomes dos suspeitos não estão sendo divulgados.

A investigação começou quando o Detran levou as suspeitas apuradas em auditoria para a Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública e Ordem Tributária (Deat). A estratégia usada pelos fraudadores para não serem descobertos acabou ajudando a detectar o esquema. Como faziam uso de uma senha ativa, se eles mexessem no sistema em horário de expediente, derrubariam o acesso do funcionário do Detran e isso chamaria a atenção. Então, eles só realizavam operações à noite e em finais de semana e feriados. Conforme apuração, o servidor, cuja senha foi usada, não teria participação no esquema. A polícia ainda apura como os fraudadores obtiveram o código de acesso ao GID. Até o momento foi apurado que o Detran deixou de receber R$ 450 mil em multas por infrações, em Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), em  Licenciamentos e em IPVA. A polícia ainda apura se há mais operações realizadas pelo grupo, mais beneficiários e se outras senhas podem ter sido usadas.

Como funcionava o esquema criminoso

  • Pelo menos dois suspeitos alteraram informações de 322 carros (apurado até o momento), causando prejuízo de cerca de R$ 450 mil ao Detran;
  • As alterações em dados cadastrais dos veículos eram efetivadas no sistema fora do horário de expediente, com a senha de um servidor público, funcionário do Detran, que não teria relação com o esquema criminoso;
  • Foram identificadas 955 operações no sistema de Gerenciamento de Informações do Detran-RS;
  • Eram alteradas informações como nome do proprietário, a existência de multas ou numeração do chassi e do Renavam;
  • Objetivo da fraude seria burlar pagamentos de multas e taxas ao órgão público, além de facilitar negócios dos envolvidos.

Grupo fraudava empréstimos de até R$ 500 mil com dados de servidores federais no DF; três foram presos

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09/01/2019

Nesta quarta-feira (09), foi desarticulado pela Polícia Civil do Distrito Federal um suposto esquema criminoso que roubava dados de servidores do Ministério do Planejamento. A investigação aponta que o grupo usou as informações para contratar empréstimos consignados de até R$ 500 mil. Conforme a corporação, os suspeitos atuavam em vários estados e eram especializados nas práticas de falsidade ideológica, uso de documento falso, estelionato e lavagem de dinheiro. Os principais alvos eram os auditores fiscais da pasta federal. “Usavam contracheque, CPF e comprovantes de residência em nome de um auditor fiscal, depois dispensavam esses documentos e obtinham outros para abrir contas jurídicas e movimentar o valor”, explicou a delegada que investiga o caso. Por nota, o Ministério da Economia – unificado à pasta do Planejamento – disse que ainda não foi notificado oficialmente sobre a investigação e, por isso, “não é possível se manifestar”. O comunicado, no entanto, reforça a segurança do Sigepe. “O ministério reafirma que o sistema é seguro e mantido pelo Serpro, que aplica as melhores práticas de segurança da informação do mercado.”

Prisões

Nesta terça (8) e quarta-feira (9), dois homens suspeitos de praticar os crimes foram presos temporariamente. A polícia cumpriu mandados de prisão, busca e apreensão no DF e em Goiás. O terceiro membro do grupo está preso desde setembro. O suposto esquema foi classificado como “aperfeiçoado e complexo”. “Os investigados, após adquirirem fraudulentamente dados de contracheques de servidores no sistema Sigepe, fabricavam documentos que eram utilizados para abertura de contas correntes e contratação de empréstimos consignados vultosos”, diz material divulgado pela polícia.

Auxiliar de produção de Mogi cai em golpe de venda de apartamento e perde R$ 10 mil

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01/01/2019

Nesta segunda-feira (31), um auxiliar de produção, de 39 anos, de Mogi das Cruzes denunciou à polícia que foi vítima de um estelionato. Ele disse que teve um prejuízo de R$ 10 mil. O caso foi registrado como estelionato no 2º Distrito Policial. O auxiliar contou que viu o anúncio da venda de apartamento no Parque Olímpico em um site. Ele entrou em contato com a suposta vendedora e combinou uma visita ao imóvel. O auxiliar e a esposa foram recebidos por uma mulher que se identificou como proprietária do apartamento. Eles decidiram pela compra do imóvel. Para isso deram R$ 10 mil para a vendedora e negociaram pagar o restante em parcelas de R$ 1 mil. O auxiliar destacou que a vendedora entrou em um carro de aplicativo e foi embora rapidamente sem nem conferir o dinheiro.

A mulher que morava no apartamento disse ao casal que já havia agendado sua mudança com a síndica do prédio. Na data da mudança, ela falou ao casal que a administradora havia cancelado a mudança. E desde então eles não conseguem mais contato com a vendedora e nem com a suposta dona do imóvel. O casal foi ao condomínio e conversou com a subsíndica. Ela informou que uma outra mulher era a verdadeira dona do imóvel, apresentando inclusive um documento comprovando a informação.

Polícia Civil do DF prende 18 ligados a facção criminosa que atuavam aplicando golpes pela internet no país

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20/12/2018

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu 18 pessoas suspeitas de aplicarem golpes em sites de venda de veículos em todo o país. O grupo é ligado a uma facção criminosa que atua de dentro dos presídios. Seis prisões ocorreram em Brasília e doze em Mato Grosso. Até a publicação desta reportagem, ainda faltava cumprir um mandado de prisão no Acre. Além das prisões, ainda foram apreendidos celulares, comprovantes bancários e cerca de R$ 15 mil em dinheiro. Segundo a Polícia Civil, o grupo clonava anúncios de sites de vendas de veículos e enganava pessoas interessadas fornecendo contas de “laranjas” para que o valor fosse depositado. Em seguida, o dinheiro era sacado ou transferido para contas indicada pelos criminosos. Conforme o delegado responsável pelo caso, os presos irão responder por organização criminosamente e estelionato.

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Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Polícia faz operação contra empresários suspeitos de venderem e não entregarem casas no RS

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20/12/2018

A Polícia Civil realiza uma operação contra empresários do ramo da construção civil que são suspeitos de estelionato no Rio Grande do Sul. Segundo as autoridades, a fraude consistia em prometer a construção de casas próprias mais baratas do que os preços do mercado, e após receber os valores, os empresários não cumpriam o acordo firmado. Um mandado de prisão foi cumprido na quarta (19) e outro nesta quinta-feira (20). O homem que foi preso nesta quinta falou informalmente com a reportagem e relatou que era vendedor de uma empresa, onde só trabalhou alguns meses. Ele contou que quando se deu conta que vendia casas que não eram entregues, ele pediu demissão. Conforme a polícia, os suspeitos fizeram com que pelo menos 18 pessoas tivessem prejuízos de cerca de R$ 300 mil. Em alguns casos, apenas os alicerces da residência eram construídos. A prática de estelionato foi cometida em cidades gaúchas como Porto Alegre, Viamão, Santa Maria, Igrejinha, Torres, Capão da Canoa, Gravataí, Joia e Bossoroca. Foram cinco meses de investigação. Os presos foram conduzidos à sede da Delegacia Especializada na Defesa do Consumidor, para oitiva e demais procedimentos legais. Após os trâmites, serão encaminhados ao sistema carcerário gaúcho, ficando à disposição da Justiça do RS.

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Fonte: G1

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Três pessoas são presas no Araguaia por envolvimento no esquema de compra e venda de CNHs em MT

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18/12/2018

Três pessoas foram presas na cidade de São Félix do Araguaia, na região do Vale do Araguaia, acusadas de estarem envolvidas num esquema de fraudes junto ao Detran de Mato Grosso. Ao todo foram detidos 51 suspeitos após conclusão de inquérito policial da operação “Mão Dupla”, da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz). Os suspeitos estariam participando de um esquema de compra e venda de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) dentro do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) e vão responder pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, inserção de dados falsos no sistema e organização criminosa. O delegado responsável explica que, além dos indiciamentos dos suspeitos, também foram instaurados autos complementares para dar continuidade à investigação de fraudes na obtenção de CNHs. A Defaz também recebeu, de outras unidades policiais do Estado, informações referentes a pessoas que procuraram espontaneamente a Polícia Civil para registrar boletim de ocorrência e entregar Carteira Nacional de Habilitação (CNH), confessando que adquiriram de maneira indevida o documento, nos mesmos moldes da investigação em andamento. Os valores, que podiam variar de acordo com a condição financeira do candidato, eram pagos aos representantes das autoescolas, que por sua vez repassavam aos servidores da banca examinadora do Detran.

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Fonte: Folha MT

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Morador de Sinop faz compra em site falso e registra denúncia

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18/12/2018

A denúncia foi registrada na manhã desta terça-feira (18), pelo morador de 38 anos, da rua Macedônia, no Jardim Umuarama 1. O homem alegou que  efetuou uma compra no último dia 25, em um site que seria falso. No documento, a vítima relata que fez a aquisição de um relógio, no valor de R$ 140, pelo ‘suposto site de vendas’ e efetuou o pagamento. No entanto, não conseguiu acompanhar a remessa do produto e, quando percebeu que se tratava de uma fraude, procurou a polícia para registrar o caso.

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Fonte: Só Notícias

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