Mulher de 54 anos é presa tentando fazer empréstimo com documento falsificado

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22/05/2019

Na tarde de terça-feira (21), uma mulher de 54 anos foi presa depois de tentar fazer um empréstimo bancário usando um documento falso. O caso ocorreu em uma agência bancária localizada na Avenida Bandeirantes, em Campo Grande. Segundo informações do boletim de ocorrência, O.A. foi até o banco tentar fazer um empréstimo e apresentou um RG no nome de M.M.A. O documento, porém, apresentava a foto da suspeita. Um funcionário da instituição suspeitou que o documento fosse falsificado, não autorizou o empréstimo e acionou a polícia. A mulher foi abordada por uma equipe policial logo após deixar a agência. À polícia, a suspeita se apresentou como O.A. e assumiu que comprou o documento falsificado de uma mulher. Ela também contou que essa mesma pessoa tentaria fazer o empréstimo pelo site do banco. O.A. foi presa em flagrante por estelionato, estelionato na forma tentada e uso de documento falso. O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro.

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Fonte: Campo Grande News

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Homem é preso tentando empréstimo de R$ 50 mil com documento falso em São Luís

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21/05/2019

Na tarde desta terça-feira (21), a Polícia Civil prendeu em São Luís, J.S.G., de 55 anos. Ele foi flagrado tentando realizar um empréstimo de R$ 50 mil usando documento falso com outro nome de em uma agência bancária na Praça João Lisboa. Após a prisão, ele foi conduzido à sede da Polícia federal na capital. Conforme a polícia, na última semana, o sujeito realizou o mesmo crime contra uma financeira, quando realizou empréstimo no valor de R$ 25 mil. No ano de 2015 ele já havia sido preso por estelionato no Ceará.

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Fonte: G1

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Pastor, filho, policial civil e fiel são denunciados por golpe de pirâmide financeira em Goiás

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21/05/2019

Em Caiapônia (GO), um pastor evangélico e mais três pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) pela acusação de aplicar golpes em várias pessoas por meio de um esquema conhecido como “pirâmide financeira”. Segundo as investigações, o grupo oferecia lucro na negociação de barris de petróleo mediante investimento em uma falsa empresa. O valor estimado obtido por eles é de aproximadamente R$ 500 mil. Além do pastor, G.C.R., presidente da Igreja Assembleia de Deus na cidade, também participavam do esquema, o filho dele, F.G.C., o escrivão da Polícia Civil A.F.F. e a fiel da igreja P.C.B. O advogado dos quatro denunciados, disse na manhã desta terça-feira (21), por telefone, que não vai se pronunciar, por enquanto, sobre o assunto. A igreja informou que também não ia comentar o assunto. Já a Polícia Civil disse que o escrivão foi afastado da função.

 Denúncia

A denúncia relata que o esquema foi colocado em prática em 2016 e teria enganado pessoas ao menos quatro cidades de Goiás e uma do Mato Grosso. Para participar, os interessados faziam os investimentos e pagavam ainda um valor de R$ 120 por uma “taxa de participação”. Narra o MP que o grupo dizia aos “clientes” que “as aplicações que estavam realizando eram seguras e não precisavam ter receio algum, pois os lucros seriam garantidos”. Porém, eles começaram a ser procurados por pessoas reclamando que não conseguiam resgatar o dinheiro. Inicialmente, os envolvidos alegavam que o site da empresa estaria com defeito e que os lucros seriam recebidos “brevemente”. Seguindo sem respostas, as vítimas voltavam a procurar os denunciados, que alegavam que “a empresa tinha quebrado” e não seria mais possível ressarcir o valor.

Funções

O MP salienta que o pastor e o filho pesquisaram sobre uma forma de obterem um “lucro fácil” e descobriram o negócio com os barris de petróleo. Por ser “conhecido na cidade”, conseguiu atrair várias pessoas e boa parte dos fiéis para investir na empreitada. F.G.C. teria ainda procurado os outros dois envolvidos para também participarem da situação. A eles, caberia o papel de encontrar e convencer novas pessoas a investirem no negócio. Os quatro denunciados devem responder por estelionato, associação criminosa e crime contra a economia popular.

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Fonte: G1

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Golpistas se passavam por clientes de banco para desviar dinheiro de contas milionárias no ES

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20/05/2019

Na última semana, no Espírito Santo, uma quadrilha que desviava dinheiro de contas milionárias foi desarticulada. Os alvos eram correntistas idosos e contas com dinheiro de heranças, por exemplo. As investigações apontam que os golpistas se passavam por clientes de banco para o esquema funcionar. Na última segunda-feira (13), uma funcionária do banco e outras quatro pessoas suspeitas de envolvimento com o golpe foram presas. Os golpes aconteceram em Montanha (ES), com a ajuda de uma assistente de negócios da instituição. A quadrilha prometia para ela de 5% a 25% de cada transação criminosa.

Golpe

Em um dos golpes, em março deste ano, uma idosa se passou por uma mulher de 92 anos com Alzheimer. Ela entrou no banco acompanhada de um suposto sobrinho para transferir dinheiro de uma conta bancária. Com documentos falsos, os golpistas conseguiram fazer duas ordens de pagamento para a quadrilha, no valor de R$ 430 mil. Uma parente da vítima contou que a conta era para aplicação. “Era uma conta de aplicação que ela não mexia há anos. Que só ficava parada, rendendo”, disse. Quando os golpistas chegaram ao banco, a assistente envolvida no esquema mudou a senha da idosa e acessou a conta. A assistente de negócio mantinha contato com os criminosos. Em uma ocasião, ela reclamou do farsante por uma mensagem. “Chegou lá fedendo cachaça. Todo desleixado”.

Investigação

A polícia e o banco, responsável pela agência onde foi aplicado o golpe, passaram a investigar o caso e descobriram um grande esquema para desviar dinheiro de contas milionárias. Algumas com mais de R$ 30 milhões. As vítimas eram, principalmente, idosos e responsáveis por espólios – pessoas que guardam dinheiro de herança, antes da partilha. De acordo com a delegada da Delegacia de Defraudações (Defa), o perfil das vítimas foi escolhido porque geralmente são pessoas que não acompanham as contas tão frequentemente. “Elas eram escolhidas em função de uma pessoa idosa não acompanhar tanto essa conta, do espólio não ter um advogado tão presente. Sem essa funcionária, o protocolo do banco seria seguido e de forma muito simples teriam verificado que a senhora não era a correntista”, explica a delegada. Além de facilitar o golpe, a funcionária também procurava novas vítimas para o esquema. Usando o sistema do banco, ela procurou possíveis vítimas em todas as regiões do Brasil. Nos últimos cinco meses, a funcionária acessou 87 contas milionárias, principalmente dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Depois disso, ela repassava para a quadrilha as informações do correntista e quanto tinha na conta. “A principal função dela era verificar os extratos da conta. Isso não é uma atribuição comum ao cargo que ocupa”, diz a delegada.

Golpe do golpe

A investigação ainda aponta que a funcionária responsável por facilitar os desvios e os golpistas que se passaram por correntistas não receberam o dinheiro combinado com a quadrilha. O dinheiro foi desviado para uma conta de Contagem, em Minas Gerais. A empresa, porém, que seria dos chefes da quadrilha, não existe. Sem receber o dinheiro combinado, um dos golpistas que tinha sido contratado para se passar por correntista volta ao banco, no dia 23 de abril, com outra idosa, para transferir mais dinheiro da conta da idosa milionária de Montanha. Porém, a conta já tinha sido bloqueada.

Prisões

No mesmo dia da tentativa fracassada de tentar transferir o dinheiro da conta, 13 de maio, parte da quadrilha foi presa. A idosa, de 75 anos, usada no primeiro golpe na agência confessou tudo. Ela disse que receberia R$ 10 mil para se passar pela correntista. A idosa usada no segundo golpe não foi identificada. A funcionária também confessou a participação no esquema para a polícia. “Se qualquer coisa desse errado, ela ia perguntar para a senhora se ela era hipertensa. Essa era a senha para os golpistas saberem que deu errado e era para saírem imediatamente”, revela a delegada. As cinco pessoas detidas na segunda-feira (13) continuam no sistema prisional.

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Fonte: G1

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Mulher é presa após adquirir R$ 220 mil em fraudes com o seguro DPVAT

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16/05/2019

Uma mulher de 41 anos está presa preventivamente por receber R$ 220 mil em fraudes no seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT). A suspeita entrou com pelo menos 16 pedidos de indenizações por invalidez permanente. Nesta quinta-feira (16), agentes da Delegacia de Luziânia também cumpriram quatro mandados de busca e apreensão. Segundo o delegado responsável, a acusada é investigada há 10 meses, quando uma seguradora, a responsável pelo repasse financeiro do DPVAT, realizou um boletim de ocorrência na unidade policial. “Notou-se que, nos últimos anos, houve um crescimento significativo nos pedidos por estas indenizações. A partir disso, apurou-se internamente os casos, o que levou até os pedidos dessa mulher”, explica. A suspeita, formada em direito, fraudava todos os documentos necessários para a entrada dos pedidos de indenização, como ficou comprovado na apuração do caso. Ela realizava assessoria jurídica para advogados em Luziânia e, assim, tinha acesso aos materiais necessários. A mulher falsificou diversos documentos públicos, como boletins de ocorrência das Polícia Civil de Goiás e Distrito Federal; laudos do Instituto Médico Legal (GO e DF);  ocorrência do Corpo de Bombeiros de Goiás; relatórios médicos do Hospital de Base e do Hospital Municipal de Luziânia. Ela também fraudou documentos particulares dos falsos acidentados, como comprovantes de residência. Desse modo, ela dava entrada no pedido de seguro no valor máximo de R$13,5 mil pela debilidade permanente.

Os únicos dados verdadeiros utilizados pela golpista eram das supostas vítimas dos acidentes, que não sabiam dos golpes. “A acusada tem uma empresa de eventos, localizada na cidade de Luziânia, por onde passa vários prestadores de serviços como garçons, cozinheiros e seguranças. Aproveitando o vínculo de trabalho, a investigada obtinha cópia dos documentos pessoais dessas pessoas, alegando que seria para registro de carteira de trabalho”, esclarece o delegado. Após a mulher ganhar a confiança destes trabalhadores, ela inventava uma história para ganhar acesso às contas das vítimas. “Como o seguro só é recebido na conta da própria vítima, ela tinha que conseguir estes dados. Ela afirmava que ia receber dinheiro de devedores, mas que estava com a conta bancária bloqueada. Assim, ela obtinha o cartão e senha dos funcionários”, acrescenta. Doze empregados tiveram os dados usados nos golpes e, quatro, foram informações de familiares da acusada, sendo dois filhos, um cunhado e um genro. Os alvos das buscas desta quinta-feira (16) foram a casa e empresa da mulher, além da residência de parentes. Policiais apreenderam diversos documentos, três notebooks, um computador e um celular. Os objetos serão encaminhados para a perícia da Polícia Civil.

Grupo suspeito de estelionato é detido em hotel de Araxá

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14/05/2019

Foram presas em Araxá, no Alto Paranaíba, por suspeita de estelionato, quatro pessoas com idades entre 30 e 41 anos. De acordo com a Polícia Militar (PM), eles são da região de Belo Horizonte, se passavam por funcionários de empresas que não tiveram registros encontrados e aplicam golpes em todo o estado. A PM recebeu informações de que eles estavam hospedados em um hotel na cidade. Ao chegar no local, os policiais se depararam com os envolvidos que foram abordados. A polícia apurou que os suspeitos são naturais de Belo Horizonte, Contagem e Ibirité. Questionados, eles disseram que são vendedores autônomos de duas empresas de produtos terapêuticos e de segurança. Porém, segundo a PM, não apresentaram documentos que comprovassem vínculo empregatício ou a existência das empresas. Segundo a PM, eles abordavam as vítimas e, durante a negociação, solicitavam o cartão bancário delas e passavam por diversas vezes, debitando o valor das contas. Com eles foram apreendidos cartões bancários, aparelhos celulares, dinheiro, máquinas de cartão, diversos eletrônicos e blocos de contrato em nome de duas empresas, além de uma bucha de maconha e ainda camisetas azuis estampadas com nomes de falsas empresas. Além disso, com o grupo os militares encontraram dois contratos de compra e venda de produtos, e foi verificado que estavam em nome de uma vítima. Foram realizadas consultas e nenhum registro ou CNPJ que comprovasse a existência destas empresas foi encontrado. Eles foram encaminhados a delegacia da Polícia Civil, juntamente com o material apreendido.

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Fonte: G1

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Funcionária de banco é presa suspeita de participar de esquema de golpe em idosos no ES

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14/05/2019

Nessa segunda-feira (14), cinco pessoas foram presas suspeitas de integrar uma organização criminosa que aplicava golpes e transferia dinheiro de contas de um banco. Entre os detidos, está uma funcionária da agência de Montanha, no Norte do Espírito Santo, presa enquanto trabalhava, e um advogado. Não se sabe ainda quantas pessoas foram vítimas do esquema e nem quanto foi roubado. O banco diz que colabora com as investigações. Conforme as investigações da polícia, a funcionária passava informações como de senhas e dados pessoais de clientes para a quadrilha, ajudando a desviarem dinheiro de contas bancárias de clientes. Ela era a responsável por escolher as vítimas. O alvo da organização criminosa eram ricos e idosos. Com os dados passados pela bancária, os golpistas transferiam o dinheiro das vítimas pela internet e também pessoalmente. Os golpes foram aplicados em Montanha e em Vitória. Os mandados de prisão foram cumpridos na Serra, Vitória, Fundão e Montanha. Três homens foram transferidos para um presídio. A mulher e o advogado continuam detidos na Delegacia de Defraudações (Defa), em Vitória. Não se sabe a participação dos outros integrantes na organização criminosa.

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Fonte: G1

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