Fraudes no e-commerce impulsionam a procura por soluções com certificação de segurança

Sem Comentários

10/08/2017

Se proteger de ataques de hackers e vazamentos de informações tornou-se um dos maiores desafios do varejo online. Nos últimos dias, uma lista com mais de 360 logins e senhas de usuários de grandes marcas de e-commerce do Brasil supostamente foi divulgada na internet por um site de armazenamento e compartilhamento de textos. Diante de situações como essa, cresce a procura por soluções inteligentes que defendam as lojas virtuais e seus consumidores de fraudes. De acordo com o chefe de uma empresa brasileira de cloud commerce, há alguns cuidados básicos que os usuários podem ter para se proteger. “Muitos consumidores acabam usando as mesmas senhas em todos os sites onde possuem contas. Essa prática não é recomendável, pois se uma dessas plataformas tiver um problema de segurança, o usuário fica vulnerável em todas as outras” explica. Uma dica importante para o varejista é conhecer o panorama de segurança do mercado online e se antecipar aos ataques, com soluções eficientes como softwares, programas e plataformas de outsourcing de tecnologia. Além disso, é recomendado criptografar os dados confidenciais dos clientes com TLS e o SSL, protocolos de segurança da comunicação que tornam impossível a leitura e podem ser desembaralhados dentro do servidor com posse da chave privada gerada pelo sistema. Uma das formas mais comuns de golpe no comércio virtual é o phishing. O nome faz referência à palavra em inglês para pescaria. Nessa modalidade de fraude, o hacker joga uma isca no formato de mensagem de correio eletrônico, com alguma promoção ou indicação de necessidade de recadastramento, levando a uma página que imita o site original e solicita login e senha. “Dessa maneira, o próprio usuário entrega seus dados voluntariamente e o hacker armazena essas informações. Depois dessa etapa, geralmente a página exibe uma mensagem de erro e redireciona o usuário à página original. Dessa forma, a vítima nem percebe o golpe”, diz o especialista.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: E-commerce Brasil

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Europa é alvo de ataque cibernético

Sem Comentários

27/06/2017

Nesta terça-feira (27), sites do governo e de várias empresas ucranianas foram alvos de um ataque cibernético, que atingiu aeroportos, bancos e escritórios do governo. Um conselheiro do ministro do Interior da Ucrânia classificou como o pior na história do país. Além disso, companhias da Europa, como uma grande agência de publicidade, disseram ter sido afetadas.

Cryptolocker e Petya

O conselheiro ucraniano disse que as interrupções foram causadas pelo Cryptolocker, um vírus de resgate como o WannaCry que bloqueou mais de 200 mil computadores em mais de 150 países em maio. Segundo uma empresa de cibersegurança, o outro vírus responsável pelo ataque desta terça-feira é o Petya. Ainda não se sabe se o ataque ao Hospital de Câncer em Jales e Fernandópolis, no interior de SP, tem relação com o que aconteceu na Europa. O malware aplica o golpe chamado de ransomware, que “sequestra” os arquivos e só os libera mediante pagamento em moedas virtuais. Os conteúdos do sistema não necessariamente são retirados dos dispositivos, mas são codificados para impedir o acesso a eles. Os ataques provavelmente se originaram na Rússia.  

Rússia e Ucrânia

Já outra empresa de segurança digital sediada em Moscou, informou que parece se tratar de um ataque coordenado que mirou vítimas na Rússia e na Ucrânia simultaneamente. “Como resultado desses ataques virtuais, esses bancos estão tendo dificuldades com serviços aos clientes e operações bancárias”, informou o BC ucraniano, sem identificar as instituições afetadas. “O banco central está confiante de que a infraestrutura de defesa bancária contra fraude virtual está adequadamente estabelecida e tentativas de ataques contra os sistemas de TI dos bancos serão neutralizadas”, informou o banco central. Clientes de bancos que consultassem agências bancárias podiam ver mensagens de resgate nas telas de caixas eletrônicos. A distribuidora de energia que alimenta o aeroporto de Kiev foi uma das atingidas. O diretor do Aeroporto de Boryspyl, disse que o terminal foi afetado. “Devido à conexão irregular, alguns atrasos nos voos são possíveis”, afirmou. Uma petroleira russa informou ter sido atingida por um ataque de larga escala a seus servidores. “Os servidores da companhia sofreram um ataque cibernético poderoso”, informou a empresa pelo Twitter. A agência de publicidade britânica também confirmou ter sido alvo de um ataque cibernético, mas não informou se o WannaCry era o causador da instabilidade. O site da empresa ficou fora do ar durante toda a manhã.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Próximo