Diep mira quadrilha que fraudou R$ 55 milhões da Receita

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13/12/2016

Foram presos nesta terça-feira (13), dois integrantes de uma organização criminosa suspeita de causar um prejuízo de R$ 55 milhões aos cofres públicos do Paraná e da União na “Operação Cereais”, deflagrada pelo Departamento de Inteligência do Estado do Paraná (Diep), com apoio das polícias Civil e Militar. Cinco pessoas estão foragidas. A quadrilha usava documentos de “laranjas” para abrir empresas e movimentar recursos, sem pagar tributos ao Estado e à União. A investigação começou em julho deste ano após uma vítima procurar a polícia. O homem alegou que a quadrilha teria usado seus documentos para abrir um comércio de cereais. Em pouco tempo, a empresa começou a acumular dívidas tributárias. Segundo o levantamento feito junto às Receitas Estadual e Federal, a dívida de tal comércio era de mais de R$ 8 milhões – Destes R$ 3,6 milhões com o Estado e de R$ 4,9 milhões com o Governo Federal. Dois contadores que faziam parte da quadrilha foram presos em casa, na cidade de Ponta Grossa. Eles eram responsáveis pela documentação que criava as falsas empresas, algumas delas registradas no endereço do próprio escritório de contabilidade. Durante a investigação, os policiais do Diep descobriram que a Pampas era apenas uma das empresas abertas de forma ilegal pela organização criminosa. “Descobrimos que a quadrilha era especializada neste tipo de golpe e já teria provocado, além de danos a particulares, um prejuízo de R$ 44,2 milhões à Receita Estadual e de R$ 11 milhões à Receita Federal, totalizando um rombo de pouco mais de R$ 55 milhões aos cofres públicos”, explicou o delegado do Diep. Os alvos da operação são suspeitos dos crimes de estelionato, associação criminosa, falsificação de documento público, falsificação de documento particular, fraude processual, crime contra a ordem tributária e lavagem de dinheiro. As penas somadas podem chegar a 30 anos de prisão.

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Fonte: Tribuna

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Operação desarticula esquema de fraudes de escritório no RJ

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01/06/2016

Em Duque de Caxias (RJ), na Baixada Fluminense, Policiais Federais cumprem três mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal na manhã desta quarta-feira (1º). A Operação Tamises, realizada pela PF, em conjunto com a Receita Federal e o Ministério Público Federal, tem como objetivo desarticular um esquema de fraudes fiscais executado por um escritório de contabilidade. O prejuízo estimado aos cofres públicos é de mais de R$ 2,5 milhões. As investigações apontam que a fraude, que começou em 2012, era feita por meio de lançamentos de despesas irregulares e lançamentos de dependentes inexistentes nas declarações de renda de diversos contribuintes, com a finalidade de reduzir o imposto a ser pago e receber restituições indevidas. Os envolvidos serão indiciados por crime contra a ordem tributária, cuja pena pode variar de dois a cinco anos de prisão. Em relação aos sócios do escritório de contabilidade, estes poderão ser indiciados, também, por associação criminosa, cuja pena varia de 1 a 3 anos de reclusão.

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Receita aplica 2,4 bilhões em multas a suspeitos de fraude na Grande SP

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28/07/2015

Foram aplicadas pela Receita Federal multas de R$ 2,4 bilhões a 60 empresas e 32 pessoas que, segundo o órgão, estão envolvidas em fraudes no pagamento de tributos federais em Osasco, na Grande São Paulo. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (28) pelo superintendente do órgão em São Paulo. Na próxima semana, completam-se quatro anos desde que o esquema de corrupção foi desbaratado dentro da operação Paraíso Fiscal, feita em parceria com a Polícia Federal. Neste período, a Receita abriu processo contra dez funcionários. Seis deles já foram demitidos. Conforme a investigação, os fiscais abordavam empresários, comerciantes e até pessoas físicas em débito com a Receita e com valores a pagar em relação a impostos como PIS, Cofins e Imposto de Renda. Eles lavravam autos de infração com valores menores que os  devidos. Em contrapartida, recebiam vantagens financeiras. Questionada, a Receita não divulgou o nome das pessoas e das empresas autuadas. As empresas vão responder a processos nas esferas criminais e cível. Cerca de R$ 1 bilhão de patrimônio já foi bloqueado.

Operação

A Operação Paraíso Fiscal, iniciada em 4 de agosto de 2011, apreendeu R$ 12,8 milhões em notas nas residências e empresas dos investigados. Na residência de apenas um dos auditores suspeitos, em Alphaville, na Grande São Paulo, foram apreendidos R$ 6,3 milhões em espécie, parte em real, parte em dólar e outra parte em euro. Além disso, também foram apreendidos pelo menos 11 veículos.

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Fonte: G1

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Empresas no Pará são investigadas por fraudes agropecuárias

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30/06/2015

Cinco mandados de busca e apreensão em municípios do Pará foram cumpridos pela Polícia Federal nesta terça-feira (30). A operação “Berrante” investiga a evasão de divisas, lavagem de dinheiro, fraudes cambiais e crimes tributários cometidos em empresas agropecuárias. A ação é realizada em parceria com a Receita federal e o Ministério Público Federal (MPF). A operação teve início em 2013, após denúncias de autoridades americanas sobre a existência dos crimes. Conforme a Superintendência da Polícia Federal, exportadoras brasileiras teriam superfaturado os valores da exportação de boi vivo para realizar a saída de moeda do Brasil. Cerca de US$ 150 milhões teriam sido desviados para o exterior. Na operação foram apreendidos computadores e documentos, que podem provar os crimes, e serão analisados pelos investigadores da Polícia Federal.

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Fonte: G1

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Polícia Federal desmonta esquema de fraude tributária no DF

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04/03/2015

Foi deflagrada pela Polícia Federal do DF na manhã desta quarta-feira (04) uma operação para desarticular um esquema criminoso de fraude tributária que pode ter causado prejuízo superior a R$ 300 milhões aos cofres públicos do Distrito Federal. Ao todo, foram cumpridos na “Operação Alerta” sete mandados de busca e apreensão em nome de suspeitos de integrar a quadrilha, em cinco endereços residenciais e dois escritórios ligados à organização. O grupo entrava em contato com empresas que tinham dívidas tributárias e convenciam os empresários a “abater” os impostos não pagos à Receita por meio de compensação com créditos tributários de terceiros, prática não prevista na legislação tributária federal. A PF estima que aproximadamente 5 mil empresas tenham caído no golpe somente no Distrito Federal. No final de janeiro, com o apoio da Receita Federal, a Polícia Federal desmontou um esquema semelhante de fraude no Espírito Santo. Na ocasião, foram identificados prejuízos aos cofres públicos de R$ 72 milhões, e dez pessoas foram levadas para prestar depoimento. Para a PF, se o esquema criminoso ocorrer em outros estados, as cifras podem chegar a bilhões. Segundo o órgão, o nome dado a operação pretende sensibilizar empresários para ficar atentos ao golpe e, com isso, evitar prejuízos às empresas e à Fazenda Nacional.

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Fonte: EBC

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Empresa é investigada por fraude de R$ 300 milhões

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26/02/2014

Foi deflagrado nesta quarta-feira (26) pela Receita Federal e o Ministério Público Federal, a Operação Avaritia, que tem como objetivo investigar uma organização empresarial que fraudava o recolhimento de impostos em Brasília. A empresa é ligada à área educacional. Os órgãos envolvidos apuram indícios de sonegação fiscal, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Existem cinco mandados de busca e apreensão em escritórios das empresas investigadas, supostamente ligadas às fraudes tributárias. Se encarregam das investigações trinta servidores da Receita Federal do Brasil e outros trinta policiais federais. As averiguações vêm sendo feitas ao mesmo tempo em duas cidades: Campinas e São Paulo. O grupo econômico possui estabelecimentos de ensino em quase todos os Estados da Federação. O prejuízo aos cofres públicos, pelo não recolhimento dos tributos devidos, pode chegar a R$ 300 milhões. O grupo tentava dificultar a ação da Receita Federal pulverizando suas atividades e receitas em centenas de CNPJs diferentes que, embora se comportassem como filiais sob um único controle central, usavam cadastros diversos para disfarçar seus ganhos e pagar menos impostos. Parte das receitas dos mais de cem estabelecimentos do grupo era repassada a algumas empresas constituídas sob a forma de ‘factoring’, uma fachada para esconder o faturamento do grupo e nada recolher. Nenhum desses recursos era contabilizado. Parcela desses recursos era depois utilizada para a aquisição de bens, como fazendas, restaurantes, agências de viagens e gado, vários deles colocados em nome de laranjas.

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Fonte: Exame.com

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Polícia Federal do Pará desvenda fraude de mais de R$ 20 milhões

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28/11/2013

Empresas envolvidas em um esquema de fraudes tributárias e crimes contra o sistema financeiro, como lavagem de dinheiro, sonegaram mais de R$ 20 milhões segundo investigações da Polícia Federal do Pará divulgadas nesta quinta-feira (28). Cento e vinte policiais federais e 40 servidores da RF participaram da operação, que investigou uma organização criminosa que utilizava empresas de factoring para cometer crimes tributários e lavagem de dinheiro. Durante os trabalhos de investigação, foi descoberto que pessoas ligadas ao grupo suspeito seriam beneficiárias “laranjas”, pessoas que emprestariam suas contas bancárias para servir de entreposto ao dinheiro movimentado pelo grupo, que repassava depois para os verdadeiros destinatários. Os suspeitos de envolvimento no esquema estão à disposição do Sistema Penal e vão responder por crimes contra o sistema financeiro, ordem tributária e lavagem de dinheiro.

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Fonte: G1

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