Cuidado: fraude do FGTS ronda WhatsApp e já tem mais de 600 mil cliques

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04/01/2018

Há alguns meses, quando o governo liberou o saque do FGTS, muitos cibercriminosos surfaram nessa onda para roubar cidadãos. Agora, tentando pegar alguns usuários do WhatsApp mais incautos, uma nova campanha oferece ajuda para quem ainda busca realizar o saque do FGTS — contudo, tudo não passa de um golpe para armazenar informações pessoais de usuários do aplicativo. Segundo uma empresa de segurança, “o golpe começa através de uma mensagem que informa que ‘quem trabalhou entre 1998 a 2016 com carteira assinada pode receber na caixa 2 salários mínimos’. A mensagem contém um link onde supostamente é possível verificar a lista completa de beneficiados. Ao clicar no link, ao invés de obter ou acessar uma lista de beneficiados, a vítima é redirecionada para uma página onde deve preencher seus dados como nome, data de nascimento, estado e selecionar outras duas opções”. “Esses dados são enviados ao servidor da campanha maliciosa (através do método POST) e, ainda que não haja nenhuma verificação de consistência de dados, podem acabar sendo armazenados para futuros golpes. A vítima é então redirecionada para uma página onde supostamente poderá fazer o download da lista”, explica a empresa. Ao clicar no botão de download, ao invés de obter a lista, a vítima é instruída a compartilhar a mensagem com cinco amigos no WhatsApp. Além disso, podemos observar o uso de Engenharia Social também utilizada em outras campanhas deste tipo: falsos comentários de supostos usuários do Facebook, gerando uma aparência ainda mais legítima para a fraude”. Essa campanha já teve mais de 600 mil cliques, o que explica porque os criminosos continuam usando o WhatsApp para propagar campanhas maliciosas. Por isso, é importante que você não clique em mensagens com URLs encurtadas e fique atento ao domínio exibido. Além disso, cheque em páginas oficiais a veracidade de campanhas de cupons, promoções e quaisquer “ajudas” que exijam seus dados.

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Fonte: TNH 1

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Fraude do FGTS atinge 5 milhões de pessoas

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10/10/2017

Cinco milhões de beneficiários já caíram no golpe que circula desde maio no WhatsApp. A fraude promete a possibilidade de consultar o saldo e resgatar do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS). De acordo com uma empresa de consultoria de segurança mobile, os trabalhadores clicaram no link falso que receberam, mas nem todos tiveram os dados pessoais vazados ou os recursos retirados. O link fraudulento supostamente possibilitaria ao usuário conferir se está apto a receber R$ 1.760 do Fundo de Garantia. A orientação aos trabalhadores que entraram nesses sites é procurar o banco imediatamente. “Mesmo se não foi roubado, para alterar a senha do cartão e evitar, assim, que os criminosos continuem com acesso à sua conta”, orienta o presidente do Fundo Devido ao Trabalhador.

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Fonte: O Nortão

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Suspeito é preso sacando ilegalmente o FGTS de várias pessoas em RO

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12/07/2017

Nesta semana, um homem de 34 anos foi preso em flagrante por estelionato, após ser flagrado sacando ilegalmente o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de outras pessoas em de Nova Mamoré (RO), município a cerca de 300 quilômetros de Porto Velho. De acordo com a Polícia Militar (PM), o estelionatário havia realizado pelo menos quatro saques na agência utilizando dados de trabalhadores que teriam direito ao benefício. A prisão aconteceu no interior da agência, situada no centro da cidade. O criminoso é morador do município e somente no último dia 11 de julho fez pelo menos quatro saques utilizando dados pessoais de trabalhadores que ainda iriam receber o dinheiro. A PM diz que o estelionatário conseguia fraudar os dados e realizar os saques ilegais após receber as informações de um comparsa da cidade de Cuiabá (MT). Com os dados repassados, o suspeito ia até a agência e retirava o FGTS de outras pessoas. Após ser flagrado pelos policiais enquanto realizava mais um saque, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido para o prédio da Polícia Federal (PF) de Guajará-Mirim (RO), município vizinho situado a cerca de 40 quilômetros. Na PF, ele prestou depoimento e foi autuado em flagrante pelo crime de estelionato. Em seguida foi encaminhado para o presídio masculino e está à disposição da Justiça.

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Fonte: G1

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Criador de golpe do FGTS vendia dados e senhas dos beneficiários

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08/07/2017

Alvo da Operação Pescaria da Polícia Federal, o esquema de fraudes nos saques de contas inativas do FGTS tinha origem em um site falso. O criador da página coletava os dados dos beneficiários – que pensavam estar acessando o original – e revendia para outros criminosos fazerem os saques. Cada lote de 500 cadastros de beneficiários do FGTS era vendido por R$ 5 mil. Os dados eram oferecidos em grupos de hackers na internet. O criador do site não foi preso pela polícia. Até o final da tarde, 17 pessoas tinham sido presas praticando o golpe em várias agências do Rio de Janeiro. Os agentes federais se espalharam por 65 agências em todo o RJ. Todas as prisões foram feitas em flagrante. “Tem um fraudador principal de São Paulo que revendia os dados das contas. É um nerd que monta um programa e vende pras pessoas fazerem. Ele é o cara que vende a arma, mas não faz [o assalto]”. afirma o delegado-chefe do Grupo de Combate aos Crimes Cibernéticos da PF. Entre os presos estão pessoas de vários estados e até dois estrangeiros: um angolano e um moçambicano. Segundo a PF, a quadrilha tinha interesse nos saques de até R$ 1,5 mil já que para retirar esses valores não era necessário apresentar documentação, mas apenas digitar os dados.

Último lote

A polícia acredita que com a fraude nesse último lote do FGTS liberado neste sábado, o prejuízo poderia chegar a R$ 1 milhão no Rio de Janeiro. Até o fim do dia foram recuperados R$ 160 mil. A estimativa é que em todo país o prejuízo poderia ser de até R$ 10 milhões. Os criminosos usavam o mesmo caixa para fazer saques de contas de vários locais do país. Eles chegaram a arrombar a prefeitura de Nilópolis, na Baixada Fluminense, onde existe uma agência do banco. Segundo a PF, eles começaram a sacar às 10h e chegaram a retirar R$ 35 mil. O dinheiro foi recuperado pelos policiais. Ainda segundo o delegado, não dava para saber antecipadamente se as contas tinham dinheiro, por isso os criminosos compravam uma quantidade grande de nomes e passavam horas consultando diversas contas nos caixas eletrônicos. “Um [dos presos] comprou 2 mil cadastros, outro comprou 3 mil. Tem casos de saques de dois reais, três reais”, diz o delegado. Os criminosos não consultavam os saldos pela internet porque dessa forma poderiam ser identificados pelo IP do computador. Segundo a polícia, os presos foram indiciados por roubo qualificado e, como a pena máxima é de 8 anos, não cabe fiança.

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Fonte: G1

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Suspeito de aplicar golpe do FGTS é detido pela PM em Manaus

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04/06/2017

Um homem, de 45 anos, foi detido por policiais militares da 4ª Companhia Comunitária (Cicom) por suspeita de sacar, ilegalmente, o benefício do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A prisão aconteceu por volta do meio-dia deste domingo (04) e foi encaminhado para a Superintendência Regional da Polícia Federal (PF), no bairro de Dom Pedro, Zona Centro-Oeste. Conforme a polícia, o suspeito foi denunciado por vigilantes de uma agência bancária que desconfiaram da atividade dele nos caixas eletrônicos. A PF não divulgou detalhes da apresentação do homem e nem confirmou se ele ficou preso. Na denúncia inicial da PM, o sujeito já teria conseguido efetivar pelo menos 19 saques ilegais. Nesta segunda-feira (05) a assessoria de imprensa da PF deve falar sobre o assunto.

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Fonte: Em Tempo

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PF faz operação para desarticular organização suspeita de fraudar seguro-desemprego e FGTS

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18/05/2017

Nesta quinta-feira (18) foi realizada pela Polícia Federal, em parceria com o Ministério do Trabalho, a operação Stellio para desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudes contra programa de seguro-desemprego e FGTS que atuava em vários estados. A investigação apontou um prejuízo de R$ 320 milhões, entre janeiro de 2014 e junho de 2015. Ao todo estão sendo cumpridos 136 mandados judiciais nos estados do Tocantins, Goiás, Pará, Maranhão, Roraima, Paraná e Santa Catarina, sendo 56 mandados de busca e apreensão, 10 de condução coercitiva, 9 prisões preventivas e 61 prisões temporárias. A investigação apontou que requerimentos fraudulentos eram inseridos nos SINES por agentes credenciados e em escritórios montados pela organização, mediante a utilização das senhas desses agentes cooptados pelos criminosos. A Justiça Federal em Palmas determinou a prisão de 14 agentes e ex-agentes de SINES dos estados do Tocantins, Goiás e Maranhão, que atuaram na inserção de milhares de requerimentos fraudulentos no sistema do Ministério do Trabalho. Os fatos estão relacionados aos crimes de estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva, cujas penas somadas ultrapassam 50 anos.

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Fonte: G1

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Professora cai em golpe ao sacar dinheiro das contas inativas do FGTS

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10/04/2017

Neste sábado (8), no bairro Higienópolis, em Araçatuba (SP), uma professora de 29 anos perdeu quase R$ 3,6 mil ao cair em golpe ao sacar o dinheiro das contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS ). Segundo a polícia, a vítima estava em uma agência bancária, na rua Brasil, e aguardava na fila de espera para sacar o dinheiro. De acordo com o que a vítima disse à polícia, de repente, uma mulher uniformizada com um colete do banco perguntou se ela tinha interesse em alterar a senha de seu cartão Cidadão. A professora contou à polícia que como não lembrava a senha do cartão pediu à suposta funcionária para fazer a alteração. Ao chegar ao caixa eletrônico para sacar o dinheiro, a professora sacou o que havia na conta, R$ 49, mas estranhou o fato de o valor ter sido muito baixo. Ao chegar em casa, ela foi checar no site da instituição bancária e constatou que o valor de seu FGTS, na verdade, era de aproximadamente R$ 3,6 mil e que a quantia teria sido sacada no mesmo dia em que ela foi ao banco. O banco orienta às pessoas a pedirem a identificação do funcionário antes de aceitar qualquer tipo de ajuda. Depois de perceber que havia caído em um golpe, a professora procurou a polícia e registrou um boletim de ocorrência. A polícia vai investigar o caso.

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Fonte: G1

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