A cada cinco lojas virtuais, uma não é segura no Brasil

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18/04/2018

Um levantamento realizado pela Serasa Experian constatou que 30% dos sites de e-commerce no Brasil não estão seguros. O universo de sites pesquisados pelo estudo, ao longo do mês de janeiro, foi de 4,3 milhões. A falta de garantia de segurança durante as transações tem feito proliferar a incidência de dados pessoais roubados que, ao serem coletados, são utilizados para firmar negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos. Segundo o indicador, o Brasil encerrou 2017 com 1,964 milhão de tentativas, representando alta de 8,2% em relação a 2016 e o maior resultado desde 2015. O estudo também apurou que só no primeiro bimestre do ano já foram registradas 305.480 tentativas, ou seja, a cada 17 segundos um criminoso tentou roubar dados para efetivar uma fraude. O gerente de certificação digital da Serasa Experian orienta aos consumidores que verifiquem a existência do certificado SSL no site onde pretendem efetuar a compra. Esse recurso promove uma conexão segura utilizando a criptografia entre o servidor e os dados trafegados. Na pesquisa, um em cada cinco sites (19%) não possuíam o certificado SSL, percentual que é ainda maior quando analisados somente sites corporativos (76%) e blogs (28%). O certificado SSL é verificável pela presença de um cadeado na barra de status, ou se há um “s” após o http (https). Em alguns casos, a barra de endereço do navegador fica verde. Atualmente alguns navegadores incluem para todos os sites a indicação de “Seguro” e “Não Seguro” também na barra de endereço. Normalmente também há um selo de segurança, atribuído pelo fornecedor do certificado, que pode ser encontrado no próprio site. Por fim, o gerente de certificação lembra que itens como imagens em baixa resolução, links com redirecionamento para outras páginas e domínios diferentes do acessado também são sinal de que há possibilidade de fraude e que, por isso, a compra deve ser evitada.

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Fonte: E-Commerce News

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Golpe de phishing no Facebook tenta roubar login e senha; saiba evitar

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13/04/2018

Um esquema de phishing é usado em páginas reais do Facebook para roubar dados de login e senha dos usuários. A estratégia envolve um e-mail falso, capaz de enganar mesmo os mais atentos, com um link para um aplicativo malicioso hospedado na rede social. Como o endereço eletrônico conduz o destinatário para a plataforma de Mark Zuckerberg, é fácil cair no ataque. A armadilha foi descoberta por um desenvolvedor web de tecnologias de programação para a Internet, na quarta-feira passada (04). Em seu blog pessoal, o desenvolvedor contou sobre o episódio que quase o levou a ceder dados de login aos criminosos. O desenvolvedor apresentou o conteúdo do e-mail, que alertava a respeito de uma suposta infração de direitos autorais na página do autor. Redigida sem os erros de gramática e ortografia comuns em ataques do tipo, a mensagem tinha um link para levar o usuário diretamente a uma página real do Facebook, fato que contribuiu para a sensação de legitimidade do aviso. O atalho, na verdade, direciona a vítima para um app malicioso hospedado no Facebook. Por meio de um formulário, a página pedia dados de login, como e-mail e senha, da rede social. No entanto, o desenvolvedor percebeu algo de errado: não fazia sentido o Facebook pedir esses dados fora de contexto. Isso levou ele a examinar com mais cuidado o e-mail e o material do ataque. A checagem foi o suficiente para que ele identificasse uma série de detalhes que denunciam o golpe. O endereço de remetente da mensagem é “noreply@facbooksupport.com”, sem “e” no nome da plataforma. Em uma segunda leitura, se deparou com erros de ortografia e gramática, que puseram em evidência a má intenção.

Como evitar cair em ataques phishing?

Phishing, do inglês, é um termo referente à ideia de “pescar” vítimas. O golpe usa uma estratégia para “fisgar” usuários desatentos – mesmo especialistas em tecnologia estão suscetíveis à ação. A primeira regra para evitar o transtorno é ter cuidado com mensagens de tom alarmista, com avisos sobre perda de acesso a serviços da Internet. Também é preciso desconfiar de mensagens que oferecem prêmios, descontos e vantagens mirabolantes em lojas, serviços e aplicativos diversos. Outra dica é checar o endereço de e-mail do remetente e examinar os links apresentados na mensagem. Um ataque recente levava vítimas a acessar “www.rnercadolivre.com” com “RN” (em letras minúsculas) ao invés de “M”. Chamado de golpe homográfico, esse tipo de estratégia visa enganar o usuário com endereços falso, semelhante aos das páginas reais, a partir do uso de outras letras ou a duplicação delas, por exemplo.

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Fonte: TechTudo

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PF prende grupo responsável por R$ 10 milhões em fraudes bancárias

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21/03/2018

Nesta quarta-feira (21), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Código Reverso, com o objetivo de desarticular um esquema especializado em fraudes bancárias pela internet. As investigações abrangem os estados do Tocantins, de São Paulo, Goiás e Pernambuco. A estimativa é de que, ao burlarem mecanismos de seguranças dos bancos, o grupo criminoso tenha causado, nos últimos nove meses, prejuízo de cerca de R$ 10 milhões. Por meio de nota, a PF informou que o grupo é constituído de hackers suspeitos de ter conexões até com criminosos cibernéticos do Leste Europeu. Por meio de programas maliciosos, os hackers (pessoas que têm grande conhecimento de informática) acessavam remotamente os computadores das vítimas, com o propósito de fazer transações bancárias eletrônicas fraudulentas como pagamentos, transferências e compras via internet. Mais de 100 policiais federais estão cumprindo 43 mandados judiciais expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal em Palmas, capital do Tocantins. Há sete mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária, 11 de intimação e 24 de busca e apreensão. Além disso, foi determinada a indisponibilidade de bens móveis e imóveis de investigados, bem como o bloqueio de contas bancárias, inclusive de moedas virtuais como a bitcoin. A PF informou que os integrantes da organização têm “alto padrão de vida” e fazem uso de empresas de fachada “para movimentar e ocultar os valores obtidos por meio das atividades criminosas”. Entre os suspeitos de participação na fraude que estão sendo intimados a prestar esclarecimentos, há empresários que procuravam os criminosos “com a finalidade de obter vantagem competitiva no mercado e prejudicar a livre concorrência”. Esses empresários teriam recebido descontos de cerca de 50% para quitar seus impostos, pagar contas e realizar compras por meio de pagamentos feitos pelos criminosos. Além de responder pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e uso de documento falso, os integrantes do grupo serão acusados de lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a mais de 30 anos de prisão.

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Fonte: TI Inside Online

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A cada 16,8 segundos uma tentativa de fraude é aplicada no país

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19/03/2018

Uma tentativa de fraude é aplicada no país A cada 16,8 segundos. Só de janeiro a maio, o Brasil acusou 782.244 tentativas de golpes. O segmento de telefonia foi o mais afetado no acumulado do ano, sendo responsável por 38,6% do total, com 301.956 ocorrências. Neste tipo de golpe, dados de consumidores são utilizados por criminosos para abertura de contas de celulares ou compra de aparelhos, por exemplo. Os dados são do Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude e foram divulgados em 2017. Quando a fraude na telefonia funciona, ela serve como uma porta de entrada para os fraudadores aplicarem golpes de maior valor em outros setores da economia. Os golpistas costumam comprar telefones para ganharem um comprovante de residência e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque e cartões de crédito e, ainda, fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas. O setor de Serviços vem em seguida no ranking de segmentos com mais tentativas de fraude identificadas de janeiro a maio deste ano: 233.092, representando 29,8% do total. Em terceiro lugar estão os bancos e as financeiras com 23,9% de participação e 187.203 tentativas. O quarto setor mais afetado pelas tentativas nos cinco primeiros meses do ano foi o Varejo, com 47.452 tentativas e participação de 6,1%. Os demais segmentos representaram 1,6% do total.

Golpes têm ambiente propício

Segundo economistas da Serasa Experian, a volta gradativa do consumidor ao mercado de crédito após dois anos de recessão econômica pode estar estimulando os fraudadores a aplicar golpes, já que muitas vezes eles consideram os períodos de maior movimentação como ambiente propício. Segundo estudos, basta perder um documento pessoal para dobrar a probabilidade de o cidadão ser vítima de um golpe, já que os dados pessoais de um consumidor são usados por terceiros para firmar negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos.

Principais tentativas de golpe

De acordo com o indicador, existem diversas formas de tentativas de golpe. Conheça as principais:

  • Compra de celulares com documentos falsos ou roubados.
  • Emissão de cartões de crédito: o golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão;
  • Financiamento de eletrônicos (Varejo) – o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima;
  • Abertura de conta: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima. Neste caso, toda a cadeia de produtos oferecidos (cartões, cheques, empréstimos pré-aprovados) potencializa possível prejuízo às vítimas, aos bancos e ao comércio;
  • Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima;

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Fonte: Revista News

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E-commerce brasileiro sofre uma fraude a cada 5 segundos

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09/03/2018

Cuidados são necessários ao comprar pela internet.

Mesmo com o avanço da tecnologia e com a atual segurança em comprar pela internet, os consumidores e até mesmo as lojas não estão totalmente livres das fraudes. Um estudo realizado por um empresa antifraude aponta que o e-commerce brasileiro sofre uma fraude a cada cinco segundos. O CTO de uma empresa líder em full service para e-commerce na América Latina, aponta que, atualmente, as fraudes são raras em grandes e-commerces, pois estes já possuem um sistema de segurança mais robusto. “Fraudes com cartões falsos são os golpes mais comuns, mas temos em mãos tecnologias que evitam esse tipo de golpe. Com um código seguro e criptografado a loja se protege e blinda os clientes contra possíveis ataques”, explica. Já o consumidor deve se atentar em relação à idoneidade da loja. O especialista cita os principais pontos de atenção:

1. Identificar o endereço do site

Um passo simples é observar, ao acessar a loja online, se antes do “www” tem o protocolo “https”. Esse “s” significa que o ambiente possui certificado de segurança e atesta que os dados do cliente são protegidos por criptografia. Isso evita que as informações sejam roubadas ou que o cartão de crédito seja clonado, por exemplo.

2. Pesquisar a reputação da loja

É comum cair na tentação de adquirir um produto em uma loja desconhecida, mas que oferece um preço mais atrativo. Porém, o barato pode sair caro. Lojas maiores e renomadas possuem toda uma equipe por trás, seja própria ou terceirizada, que realiza o monitoramento e blinda o cliente contra possíveis ataques. Isso não quer dizer que não se deve comprar em lojas menores, mas sim, que a atenção nesses casos deve ser redobrada. Canais como o Reclame Aqui são parada obrigatória antes de realizar qualquer compra, pois permitem que o cliente conheça a reputação da loja e faça uma compra com mais tranquilidade.

3. Caminho até chegar ao site

Muitas tentativas de golpes são enviadas por email, por isso, é sempre bom checar se o site é real ou uma cópia. Uma boa dica é buscar o nome da loja no Google e clicar em links patrocinados, pois são pagos pela empresa para estar no topo, portanto, oficiais. Também é importante tomar cuidado com links divulgados pelo WhatsApp ou Facebook e prestar muita atenção antes de clicar em qualquer link de promoção.

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Fonte: Pleno News

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Jovem é preso por suspeita de estelionato e crimes virtuais em Monte Carmelo

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06/02/2018

Em Monte Carmelo (MG), um jovem, de 28 anos, foi detido suspeito de praticar crimes na internet, estelionato e outras fraudes. De acordo com a Polícia Militar, ele havia montado uma central com objetivo de cometer os crimes virtuais. De acordo com informações passadas à PM, foram apreendidos equipamentos eletrônicos, com valor estimado em R$ 100 mil, uma espingarda e munições. A prisão ocorreu por volta das 17h15 na zona rural do município, depois que os policiais fizeram levantamentos e foram até a casa do suspeito. No imóvel, os militares localizaram diversos aparelhos eletrônicos novos, possivelmente, adquiridos por meio de fraudes. No quarto do jovem foi localizada uma espingarda calibre 36 e três munições. O veículo, que o suspeito disse ter comprado por R$ 80 mil, também foi apreendido. Segundo a PM, o documento apresenta ter evidências de ter sido falsificado. Entre os objetos localizados estavam três TVs, notebooks, videogame, sete telefones celulares, chips e um refrigerador. O jovem foi conduzido à delegacia junto aos materiais apreendidos.

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Fonte: G1

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E-commerce brasileiro sofre uma tentativa de fraude a cada cinco segundos

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31/01/2018

Uma empresa brasileira de antifraude realizou um levantamento que mostra que o e-commerce brasileiro sofre uma tentativa de fraude a cada cinco segundos. Estes golpes contra lojas online acontecem a partir de compras feitas com cartões de crédito clonados. O estudo levou em consideração uma amostragem de mais de 40 milhões de transações, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2017. O estudo aponta que o índice de tentativas de golpes virtuais foi de 3,03%, o que corresponde a uma transação fraudulenta a cada 33 processadas no comércio eletrônico. Este valor representa somente as tentativas de fraude, e não necessariamente a taxa de fraudes efetivas do e-commerce brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce nacional recebeu mais de 203 milhões de pedidos ao longo de 2017. Se 3,03% delas são de origem fraudulenta, mais de 6 milhões de transações foram feitas por estelionatários utilizando cartões clonados durante os 365 dias do ano. Quase uma compra criminosa a cada 5 segundos. “A maioria destas transações ilegítimas é barrada pelos sistemas antifraudes ou pelo lojista antes mesmo da aprovação do pagamento na hora da compra, e os produtos sequer são enviados ao fraudador. Um e-commerce saudável não pode ter uma taxa de fraudes superior a 1% do faturamento, sob risco de advertências, multas e até mesmo descredenciamento junto às operadoras e bandeiras de cartão de crédito”, explica o co-fundador da empresa. A taxa de tentativas de fraude em 2017 ainda é considerada bastante alta, mas apresentou uma redução de 15,4% em comparação ao índice de 2016, de 3,58%. Uma explicação para esta queda é o crescimento de todo o ecossistema do e-commerce no Brasil, com um mercado cada vez mais maduro e com soluções que oferecem alta tecnologia e segurança para lojistas e clientes. O estudo também apresenta o período do dia e o dia da semana em que a atividade criminosa é mais intensa na internet brasileira. Segundo o relatório, a maioria dos pedidos ilegítimos ocorre entre 20 e 23h, com 21,5% das tentativas, e quarta-feira é o dia da semana em que acontecem mais compras perigosas. O estudo é voltado principalmente para profissionais que atuam nos setores de e-commerce, meios de pagamento on-line, bancos ou tecnologia. O objetivo da empresa é compartilhar com o mercado informações relevantes sobre um problema ainda muito pouco debatido no mercado, muito embora a fraude seja uma das principais causas de prejuízo para lojas virtuais. Para ler a matéria completa, acesse ‘ler a notícia na íntegra’.

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Fonte: E-commerce Brasil

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