Celulares e games lideram fraudes em comércio eletrônico no Brasil

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12/07/2018

A cada R$100 gastos em transações via e-commerce no Brasil para compras relacionadas a celulares feitas entre dezembro de 2016 e dezembro de 2017, R$9,38 foram oriundos de algum tipo de fraude, como clonagem de cartões. O dado é um dos destaques do levantamento “Mapa da Fraude 2018″, realizado por uma empresa de segurança financeira. Outro segmento que configura um alvo atraente para criminosos são os games. Eles aparecem na segunda posição do levantamento, com R$8,63 a cada R$100 sendo provenientes de tentativas de fraude. Esses valores consideram transações feitas em comércios eletrônicos, nas compras via canais diretos como as lojas de Xbox e PlayStation. Além de celulares e games, outros segmentos se destacaram: bebidas (R$6,54), eletrônicos (R$4,32) e produtos de informática (R$3,97). Separando por regiões, a Norte (R$7,59) liderou o levantamento. Já a Sul (R$1,98) registrou menos ocorrências. Separando por estados, temos o Tocantins (R$9,51) em primeiro e o Rio Grande do Sul (R$1,65) em último. Ao todo, a cada R$100 gastos em compras via ecommerce no país, R$3,42 correspondem a tentativas de fraude.

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Fonte: UOL

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Fraudes no e-commerce aumentam com os cartões, mas é possível evitá-las

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29/06/2018

O Brasil ocupa o segundo lugar no mundo em fraudes em cartão de crédito (49%), superado apenas pelo México, com 56%. O alto número atribui-se, entre diversos fatores, à questão cultural, à redução de fraudes no mundo físico e ao crescimento do setor, atraindo cibercriminosos pelo seu potencial lucrativo. De acordo com dados da Visa, o comércio eletrônico brasileiro deve crescer 15% neste ano, frente aos 12% de 2017. A tendência é natural. A inclusão do sistema de chips na base brasileira de cartões fez com que as fraudes migrassem do mundo físico para o online. Os Estados Unidos, por exemplo, que passam agora por este processo, devem sofrer, em breve, o mesmo impacto. Fatores como: o aumento da base de cartões circulando no ambiente online devido à enorme oferta de serviços como streaming, VoD, transportes, etc; as constantes mudanças no comportamento do usuário, que cada vez mais busca maior comodidade e personalização na hora de comprar; e a própria evolução tecnológica – que proporciona tudo isso – faz com que o ambiente online seja um alvo desejado e altamente promissor para os fraudadores. A avaliação mais recente aponta que 22% dos vazamentos de dados analisados em 2016 afetaram o setor de varejo. 63% da motivação dos ataques são para acesso a cartões de crédito, sendo 33% que trafegam no online.

Dentre as fraudes mais comuns no ambiente online, estão:

- Controle de conta (roubo de dados por meio de malware ou phishing);
- Afiliada (gerada por afiliadas para gerar receita ilegítima);
- Botnets (computadores infectados com software malicioso para roubar dados e permitir acesso aos criminosos);
- Teste de cartão (para saber se cartões roubados estão ativos e possuem limite disponível);
- Limpa (utiliza informações roubadas para se passar pelos verdadeiros portadores do cartão);
- Amigável (o consumidor faz a compra com o seu próprio cartão de crédito e informa não reconhecê-la após o recebimento do produto ou serviço);
- Roubo de identidade (uso da identidade de outra pessoa para obter crédito e outros benefícios);
- Lavagem de dinheiro (oculta a verdadeira origem dos fundos obtidos para que eles pareçam legais);
- Phishing/pharming/whaling (técnicas para atrair consumidores para sites falsos por meio de links em e-mails ou redes sociais para obter dados bancários e outras informações sensíveis);
- Triangulação (uso de cartões de crédito roubados para efetuar compras online. Os produtos são revendidos a clientes legítimos).

Os números são alarmantes. De acordo com a Visa, a cada 16 segundos ocorre uma tentativa de fraude no Brasil. 7,6% dos pedidos são rejeitados por suspeita de fraude e 20% deles vão para revisão manual. Os dados são um verdadeiro desafio para os lojistas que precisam manter a alta taxa de conversão sem abrir mão da segurança.

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Fonte: Música & Mercado

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Estelionatários usam montadora e loja de veículos para aplicar golpes em clientes na web, na região de Campinas

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26/06/2018

Um golpe na internet tem usado uma montadora e uma loja de veículos para causar prejuízo a consumidores da região de Campinas (SP) que procuram carros e motos para comprar em um site. A farsa só é descoberta depois de toda a negociação com os supostos vendedores e o depósito bancário na conta dos criminosos. Uma operadora de máquinas, moradora de Americana (SP), foi uma das vítimas. Se interessou por um anúncio de veículo na OLX que seria comercializado direto da montadora da Hyundai em Piracicaba (SP), por um suposto funcionário da fábrica. Após falar com duas pessoas envolvidas na fraude, entrou em contato com um homem que seria do setor financeiro para concluir a compra. As ligações tinham gravações com propagandas da fábrica, o que deu à vítima a impressão de que se tratava de um contato oficial. A negociação dos valores foi feita por WhatsApp. O golpista enviou outras fotos do veículo e, por email, emitiu um suposto pedido de faturamento em papel timbrado da montadora. O depósito feito por ela, em seguida, foi de R$ 12.653. A montadora Hyundai informou que todos os veículos são comercializados exclusivamente nas concessionárias autorizadas e nunca por intermédio de seus funcionários ou por outros meios. A OLX disse que registra cerca de 500 mil novos anúncios por dia e que a negociação é feita fora do site, e não participa das transações. A empresa informou, ainda, que todos os anúncios têm uma opção de denúncia e que consegue deletar publicações e usuários irregulares. A OLX orienta que as vítimas registrem boletim de ocorrência na Polícia Civil e que colabora na apuração dos fatos.

Alerta

Com a facilidade em publicar um anúncio na internet, uma advogada especializada em direitos do consumidor alerta aos compradores que verifiquem todas as informações dos bens que procuram. Segundo ela, as plataformas na internet são responsáveis pelas transações dos produtos que anunciam. “Hoje existem vários julgados onde a plataforma é solidária e responsável por essa intermediação. A partir do momento em que ela está fazendo essa intermediação entre vendedor e comprador, ela acaba sendo responsabilizada. Inclusive, isso é uma previsão do Código de Defesa do Consumidor”, explica.

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Fonte: G1

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A cada cinco lojas virtuais, uma não é segura no Brasil

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18/04/2018

Um levantamento realizado pela Serasa Experian constatou que 30% dos sites de e-commerce no Brasil não estão seguros. O universo de sites pesquisados pelo estudo, ao longo do mês de janeiro, foi de 4,3 milhões. A falta de garantia de segurança durante as transações tem feito proliferar a incidência de dados pessoais roubados que, ao serem coletados, são utilizados para firmar negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos. Segundo o indicador, o Brasil encerrou 2017 com 1,964 milhão de tentativas, representando alta de 8,2% em relação a 2016 e o maior resultado desde 2015. O estudo também apurou que só no primeiro bimestre do ano já foram registradas 305.480 tentativas, ou seja, a cada 17 segundos um criminoso tentou roubar dados para efetivar uma fraude. O gerente de certificação digital da Serasa Experian orienta aos consumidores que verifiquem a existência do certificado SSL no site onde pretendem efetuar a compra. Esse recurso promove uma conexão segura utilizando a criptografia entre o servidor e os dados trafegados. Na pesquisa, um em cada cinco sites (19%) não possuíam o certificado SSL, percentual que é ainda maior quando analisados somente sites corporativos (76%) e blogs (28%). O certificado SSL é verificável pela presença de um cadeado na barra de status, ou se há um “s” após o http (https). Em alguns casos, a barra de endereço do navegador fica verde. Atualmente alguns navegadores incluem para todos os sites a indicação de “Seguro” e “Não Seguro” também na barra de endereço. Normalmente também há um selo de segurança, atribuído pelo fornecedor do certificado, que pode ser encontrado no próprio site. Por fim, o gerente de certificação lembra que itens como imagens em baixa resolução, links com redirecionamento para outras páginas e domínios diferentes do acessado também são sinal de que há possibilidade de fraude e que, por isso, a compra deve ser evitada.

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Fonte: E-Commerce News

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Golpe de phishing no Facebook tenta roubar login e senha; saiba evitar

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13/04/2018

Um esquema de phishing é usado em páginas reais do Facebook para roubar dados de login e senha dos usuários. A estratégia envolve um e-mail falso, capaz de enganar mesmo os mais atentos, com um link para um aplicativo malicioso hospedado na rede social. Como o endereço eletrônico conduz o destinatário para a plataforma de Mark Zuckerberg, é fácil cair no ataque. A armadilha foi descoberta por um desenvolvedor web de tecnologias de programação para a Internet, na quarta-feira passada (04). Em seu blog pessoal, o desenvolvedor contou sobre o episódio que quase o levou a ceder dados de login aos criminosos. O desenvolvedor apresentou o conteúdo do e-mail, que alertava a respeito de uma suposta infração de direitos autorais na página do autor. Redigida sem os erros de gramática e ortografia comuns em ataques do tipo, a mensagem tinha um link para levar o usuário diretamente a uma página real do Facebook, fato que contribuiu para a sensação de legitimidade do aviso. O atalho, na verdade, direciona a vítima para um app malicioso hospedado no Facebook. Por meio de um formulário, a página pedia dados de login, como e-mail e senha, da rede social. No entanto, o desenvolvedor percebeu algo de errado: não fazia sentido o Facebook pedir esses dados fora de contexto. Isso levou ele a examinar com mais cuidado o e-mail e o material do ataque. A checagem foi o suficiente para que ele identificasse uma série de detalhes que denunciam o golpe. O endereço de remetente da mensagem é “noreply@facbooksupport.com”, sem “e” no nome da plataforma. Em uma segunda leitura, se deparou com erros de ortografia e gramática, que puseram em evidência a má intenção.

Como evitar cair em ataques phishing?

Phishing, do inglês, é um termo referente à ideia de “pescar” vítimas. O golpe usa uma estratégia para “fisgar” usuários desatentos – mesmo especialistas em tecnologia estão suscetíveis à ação. A primeira regra para evitar o transtorno é ter cuidado com mensagens de tom alarmista, com avisos sobre perda de acesso a serviços da Internet. Também é preciso desconfiar de mensagens que oferecem prêmios, descontos e vantagens mirabolantes em lojas, serviços e aplicativos diversos. Outra dica é checar o endereço de e-mail do remetente e examinar os links apresentados na mensagem. Um ataque recente levava vítimas a acessar “www.rnercadolivre.com” com “RN” (em letras minúsculas) ao invés de “M”. Chamado de golpe homográfico, esse tipo de estratégia visa enganar o usuário com endereços falso, semelhante aos das páginas reais, a partir do uso de outras letras ou a duplicação delas, por exemplo.

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Fonte: TechTudo

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PF prende grupo responsável por R$ 10 milhões em fraudes bancárias

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21/03/2018

Nesta quarta-feira (21), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Código Reverso, com o objetivo de desarticular um esquema especializado em fraudes bancárias pela internet. As investigações abrangem os estados do Tocantins, de São Paulo, Goiás e Pernambuco. A estimativa é de que, ao burlarem mecanismos de seguranças dos bancos, o grupo criminoso tenha causado, nos últimos nove meses, prejuízo de cerca de R$ 10 milhões. Por meio de nota, a PF informou que o grupo é constituído de hackers suspeitos de ter conexões até com criminosos cibernéticos do Leste Europeu. Por meio de programas maliciosos, os hackers (pessoas que têm grande conhecimento de informática) acessavam remotamente os computadores das vítimas, com o propósito de fazer transações bancárias eletrônicas fraudulentas como pagamentos, transferências e compras via internet. Mais de 100 policiais federais estão cumprindo 43 mandados judiciais expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal em Palmas, capital do Tocantins. Há sete mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária, 11 de intimação e 24 de busca e apreensão. Além disso, foi determinada a indisponibilidade de bens móveis e imóveis de investigados, bem como o bloqueio de contas bancárias, inclusive de moedas virtuais como a bitcoin. A PF informou que os integrantes da organização têm “alto padrão de vida” e fazem uso de empresas de fachada “para movimentar e ocultar os valores obtidos por meio das atividades criminosas”. Entre os suspeitos de participação na fraude que estão sendo intimados a prestar esclarecimentos, há empresários que procuravam os criminosos “com a finalidade de obter vantagem competitiva no mercado e prejudicar a livre concorrência”. Esses empresários teriam recebido descontos de cerca de 50% para quitar seus impostos, pagar contas e realizar compras por meio de pagamentos feitos pelos criminosos. Além de responder pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e uso de documento falso, os integrantes do grupo serão acusados de lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a mais de 30 anos de prisão.

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Fonte: TI Inside Online

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A cada 16,8 segundos uma tentativa de fraude é aplicada no país

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19/03/2018

Uma tentativa de fraude é aplicada no país A cada 16,8 segundos. Só de janeiro a maio, o Brasil acusou 782.244 tentativas de golpes. O segmento de telefonia foi o mais afetado no acumulado do ano, sendo responsável por 38,6% do total, com 301.956 ocorrências. Neste tipo de golpe, dados de consumidores são utilizados por criminosos para abertura de contas de celulares ou compra de aparelhos, por exemplo. Os dados são do Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude e foram divulgados em 2017. Quando a fraude na telefonia funciona, ela serve como uma porta de entrada para os fraudadores aplicarem golpes de maior valor em outros setores da economia. Os golpistas costumam comprar telefones para ganharem um comprovante de residência e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque e cartões de crédito e, ainda, fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas. O setor de Serviços vem em seguida no ranking de segmentos com mais tentativas de fraude identificadas de janeiro a maio deste ano: 233.092, representando 29,8% do total. Em terceiro lugar estão os bancos e as financeiras com 23,9% de participação e 187.203 tentativas. O quarto setor mais afetado pelas tentativas nos cinco primeiros meses do ano foi o Varejo, com 47.452 tentativas e participação de 6,1%. Os demais segmentos representaram 1,6% do total.

Golpes têm ambiente propício

Segundo economistas da Serasa Experian, a volta gradativa do consumidor ao mercado de crédito após dois anos de recessão econômica pode estar estimulando os fraudadores a aplicar golpes, já que muitas vezes eles consideram os períodos de maior movimentação como ambiente propício. Segundo estudos, basta perder um documento pessoal para dobrar a probabilidade de o cidadão ser vítima de um golpe, já que os dados pessoais de um consumidor são usados por terceiros para firmar negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos.

Principais tentativas de golpe

De acordo com o indicador, existem diversas formas de tentativas de golpe. Conheça as principais:

  • Compra de celulares com documentos falsos ou roubados.
  • Emissão de cartões de crédito: o golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão;
  • Financiamento de eletrônicos (Varejo) – o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima;
  • Abertura de conta: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima. Neste caso, toda a cadeia de produtos oferecidos (cartões, cheques, empréstimos pré-aprovados) potencializa possível prejuízo às vítimas, aos bancos e ao comércio;
  • Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima;

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Fonte: Revista News

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