Vendedora foi vítima de golpe em Balneário

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23/01/2019

Depois de perder R$ 1.380 numa negociação golpista, uma vendedora de Balneário Camboriú, de 29 anos, alerta sobre um homem que está enganando pessoas na cidade. O estelionatário age se passando por interessado em negociar produtos anunciados em sites de compra e venda pela internet. Ela conta que a pessoa, que usou um nome falso, a enganou através de contato por telefone, via WhatsApp, no número que estava em um anúncio no site OLX sobre a venda de uma Smart TV 43”. “Ele fala uma história de que não está em Balneário e que a televisão do filho estragou. Disse que o filho tem 13 anos e não poderia ir ao banco sacar o dinheiro, mas que no ato da entrega da televisão ele faria a transferência”, relata a moradora. Na hora da entrega, no entanto, o golpista entrega um comprovante de depósito falso. Após combinar a transferência do valor, foi marcado o local pra entrega da TV. Chegando lá, a vendedora recebeu uma mensagem com o comprovante da transferência. Segundo a mesma, o homem teria mandado o “cunhado” para buscar o produto, mas ela acredita que os dois sejam a mesma pessoa. Ela também observa que só olhando com calma o comprovante de depósito é que se percebe que o documento é falso. O sujeito foi denunciado por estelionato na polícia Civil no mesmo dia. Na delegacia, há outros quatro boletins de ocorrência contra o nome do suposto golpista. O caso foi juntado aos demais processos para investigação.

Golpes virtuais são os que mais preocupam no fim de ano em Curitiba

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16/12/2018

Atualmente, os golpes mais comuns são os virtuais, como o do aluguel falso de temporada, e aqueles aplicados em compras feitas em sites como OLX e Mercado Livre. Segundo o delegado-ajunto da Delegacia de Estelionato de Curitiba, desde o início de dezembro, os boletins de ocorrência sobre esses crimes já aumentaram. Somente na semana passada foram quatro registros de vítimas de aluguel falso de temporada. No golpe do aluguel, após ver fotos do imóvel, geralmente nas praias do Paraná e Santa Catarina, o locatário deposita o dinheiro combinado na conta indicada e só depois percebe que não há imóvel e que as fotos são falsificadas. Para não cair nessa cilada, alerta o delegado, o locatário precisa verificar de que localidade é a conta bancária para depósito. “Pode conseguir isso no Google, se a conta não for da mesma cidade onde a casa está sendo alugada já desconfie”, diz. Ele lembra que os casos registrados em Curitiba são todos sobre sites de venda em geral, não há queixas de sites especializados.

 No caso das compras online, há vítimas de todos os lados da negociação. Há quem venda o produto e envie, mas não recebe o dinheiro; e há quem compre, pague e não receba o produto. “Eles usam muito os falsos cheques que demoram para compensar e geram um comprovante de depósito que não é seguro. O ideal é sempre verificar se o dinheiro realmente caiu na conta”, diz o delegado. A regra básica para não ser vítima de crime de estelionato é desconfiar sempre quando a proposta ou o preço são muito convidativos. “Quando é tudo muito fácil, já dá para desconfiar”, alerta ele.

 Cibercriminosos se escondem em e-mails e no WhatsApp

Os cibercriminosos também aproveitam a correria de fim de ano para tentar capturar dados pessoais e financeiros dos incautos. “É o chamado phishing, golpe online cuja principal ferramenta de propagação é o e-mail, mas que encontrou campo vasto para procriar no WhatsApp e, mais recentemente, nas redes sociais. Ele consiste em fazer o consumidor acreditar em uma oferta super atrativa ou em uma mensagem importante de um conhecido player de mercado (geralmente um grande varejista ou instituição bancária). Basta ao destinatário clicar em um dos falsos links para que seus dados fiquem expostos”, explica o diretor de Riscos Corporativos e Compliance do PayPal Brasil.

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Fonte: Bem Paraná

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Mulher cai em golpe do falso empréstimo praticado pela internet

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20/09/2018

A vítima, de 46 anos, registrou um boletim de ocorrência nessa quarta-feira (19), informando que teve um prejuízo R$ 398, ao tentar fazer um empréstimo pela internet. A denunciante disse aos policiais que teve conhecimento que a suposta financeira fazia empréstimo facilitado, então entrou em contato, recebeu um contrato por e-mail, assinou e enviou de volta. Posteriormente, o suspeito ligou e pediu o valor para adiantar a liberação do dinheiro, depois, voltou a ligar e pediu mais R$ 900 para liberação imediata, foi quando a denunciante desconfiou e procurou a polícia. Ela não chegou a relatar quanto pediu de empréstimo. O caso está sendo investigado. Um homem, de 25 anos, também registrou boletim de ocorrência informando que perdeu R$ 7,1 mil ao tentar fazer um empréstimo pela internet. O jovem disse que recebeu uma mensagem no seu celular que oferecia dinheiro a juros reduzidos, pesquisou não encontrou nada de errado e resolveu fazer contato. Ele pediu um empréstimo de R$ 30 mil, recebeu o contrato por e-mail, cobrando parcelas de R$ 450 que ao final ele teria pago R$ 37 mil pelo valor solicitado, assinou e reenviou. Posteriormente, o suspeito ligou pedindo um adiantamento. Os casos ocorreram em Sinop (MT).

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Fonte: Só Notícias

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Golpes aplicados pela web continuam fazendo vítimas no AP

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24/08/2018

No Amapá, golpes aplicados pela internet continuam fazendo vítimas. Pessoas que enfrentam transtornos e prejuízos relataram o que essa situação mudou na vida profissional e social delas. Na Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), 30 casos foram registrados em 2018. Um Sargento do Corpo de Bombeiros, de 43 anos, conta que enfrenta transtornos há cinco meses, após uma quadrilha usar o nome e a conta dele em um site de vendas para aplicar golpes. Para o homem, o cargo de militar deu mais credibilidade ao acordo que estava sendo feito, sem ele saber. Ele descobriu o esquema criminoso ao ser procurado por vítimas desse golpe no local de trabalho. Conforme o sargento, uma quadrilha supostamente de Rondônia, vendeu um carro no nome dele, que não foi entregue após pagamento de parte da negociação.

Esse golpe chegou a fazer cerca de dez vítimas só no Amapá. O sargento destaca que já registrou três boletins de ocorrências depois de ter sido cobrado. “Essa situação está causando diversos transtornos para minha vida. Estou sofrendo ameaças. Pessoas estão vindo atrás de mim pedindo o carro ou dinheiro de volta. Eu orientei as vítimas a procurarem a delegacia”, falou. Já com um servidor público, de 28 anos, o caso foi diferente. Cadastrado em um site popular de vendas, ele ofereceu um celular no valor de quase R$ 4 mil, que foi arrematado por um suposta comprador de São Paulo. Mas, para a surpresa do vendedor, o dinheiro que teria sido depositado era uma fraude. O servidor público registrou o primeiro boletim de ocorrência dele no Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) do bairro Pacoval na quinta-feira (23).

“Eu fiz um anúncio de venda em um site, procedi com toda a operação e recebi um e-mail, avisando que o valor foi depositado, mas ficou retido e seria liberado quando o produto chegasse ao endereço. Mas, depois, fiquei sabendo que esse e-mail havia sido clonado”, disse.

O servidor conta que manteve contato com a suposta compradora até a chegada do produto em São Paulo, mas, após isso, foi bloqueado. Ele espera descobrir quem foi o receptor que assinou o documento da compra. Segundo o delegado titular da DCCP, aparelhos eletrônicos e imóveis são as propagandas que mais chamam a atenção de compradores da internet que acabam caindo em golpes. Ele destaca que a web pode ser muito perigosa até para os mais experientes.

“Os internautas não podem nunca depositar valores em dinheiro ou efetuar transferências sem antes checar a credibilidade do vendedor ou mercado eletrônico. O interessado deve pesquisar o histórico de vendas, comentários, referências e se já houve algum tipo de problema”, enfatizou.

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Fonte: G1

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Número de ataques cibernéticos no Brasil quase que dobrou em 2018

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07/08/2018

Em 2018, o número de ataques cibernéticos praticamente dobrou no Brasil. Segundo informações de um laboratório especializado em cibersegurança, foram detectados 120,7 milhões de ataques cibernéticos no primeiro semestre de 2018. Este número representa um crescimento de 95,9%. Nos últimos três meses do ano, foram registrados 63,8 milhões de links maliciosos, um aumento de 12% em relação ao começo do ano. O documento mostra que o campeão de golpes são os links em apps de mensagens como WhatsApp. Ao todo 57,4% dos ataques foram com phishing, quando o usuário é convidado a clicar em um link que ele julga ser real. Em segundo lugar, golpes com publicidade suspeita somam 19,2% dos casos.

“Os números são alarmantes, pois, se comparados ao total da população brasileira, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), projeta-se que um em cada três brasileiros pode ter sido vítima de cibercriminosos somente entre os meses de abril, maio e junho de 2018. Somado a isso, nossa análise nos mostra que, a cada segundo, no último trimestre, foram detectados oito links maliciosos. Foram mais de 28 mil detecções por hora”, explica o diretor do laboratório.

Fake News

Segundo o levantamento, nos dois primeiros trimestres deste ano foram 7,3 milhões de casos de golpes utilizando notícias falsas na internet, seja em redes sociais ou apps mensageiros. Os dados chamam atenção por conta de um aumento de 51,7% se comparados os dois primeiros trimestres deste ano. As principais informações divulgadas dizem respeito à aquisição de dinheiro fácil, TV e celebridades e política. De acordo com o diretor, a preocupação com notícias falsas tem crescido por conta de sofisticação de conteúdo, cada vez mais próximo de situações que poderiam ser reais.

“Estes dois últimos [publicidade e notícias falsas], no entanto, demandam especial atenção a partir do momento em que apresentaram um aumento de mais de 50% entre o primeiro e o segundo trimestre e mantêm como principal objetivo do ataque o lucro indevido a partir de visualizações, acessos e cliques”, informa.

Copa

Por fim, o relatório informa que hackers se aproveitaram da Copa do Mundo para difundir golpes. Segundo levantamento, foram 69 taques registrados e 6 milhões de acessos e compartilhamentos. O grande atrativo, contudo, foi a promessa de que usuários poderiam ganhar uma camisa da seleção. Conforme os dados, 98,1% dos casos prometiam algum item.

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Fonte: CanalTech

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Golpe do Dia dos Pais atrai vítimas com páginas falsas no Facebook

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02/08/2018

Conforme a proximidade de uma nova data comemorativa, um novo golpe começa a circular pelas redes sociais. Isso porque a busca por presentes, descontos ou brindes faz muitos internautas desatentos clicarem em links e propagandas falsas. O Dia dos Pais será no dia 12 de agosto, mas uma ação em massa no Facebook já atua para atrair novas vítimas para um golpe bancário. Ao longo dos últimos sete dias, um laboratório de segurança especializado no combate ao cibercrime, identificou 60 páginas falsas na rede social, que se aproveitam do nome de diversas lojas famosas para passar credibilidade. As cores e os logos são copiados para que seja difícil perceber que a página exibida na tela não é a oficial. Até mesmo o serviço de autoatendimento no Facebook Messenger, com respostas automáticas de robôs, tem uma versão criada pelos cibercriminosos. Um ponto em comum de todas as páginas criadas é que o nome da loja é substituído por “Mês dos pais”, “especial dia dos pais” ou “Black Friday Dia dos Pais”. O preço mais baixo do que a média para TVs 4K e smartphones de última geração chamam a atenção dos consumidores. Uma página falsa é aberta assim que o link falso é clicado. Ao inserir todos os dados do cartão de crédito e, supostamente, concluir a compra, tudo é enviado para os golpistas. Para se proteger desse tipo de crime virtual o ideal é não clicar em links recebidos pelas redes sociais ou por aplicativos de mensagens. Para ter certeza de que é uma tentativa de golpe e não de uma promoção, acesse o site oficial da empresa e confirme as informações recebidas.

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Fonte: R7

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86% dos executivos já foram vítima de fraude cibernética

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30/07/2018

Um relatório de uma empresa especializada em gestão de riscos revelou que, em 2017/2018, as fraudes cibernéticas continuam a atingir em larga escala empresas de todo o mundo. Com base em informações fornecidas por 540 executivos de todos os continentes, o estudo aponta que 86% deles já enfrentaram situações desta natureza, contra 85% em 2016. Os resultados mostram que, apesar da conscientização dos usuários e do emprego de controles de segurança, o alto índice fraudes cibernéticas permanece estável. A infecção por códigos maliciosos foi o tipo de incidente mais frequente (36%), seguido de perto por phishing via e-mail (33%) e violação ou perda de dados de funcionários, clientes e segredos industriais (27%).

O ranking geral para todos os tipos de fraudes aponta, ainda, o ataque, perda ou roubo de informações sigilosas como o principal problema enfrentado. A incidência chegou a 29%, no ano em que ameaças como o WannaCry bloquearam computadores em dezenas de países, com prejuízos de bilhões de dólares e colocou a discussão sobre investimentos em segurança digital na agenda da alta administração. Este ano o relatório prevê que até 2020 os gastos com segurança cibernética devem ultrapassar US$ 170 bilhões, mais que o dobro investido em 2017. Ainda que tenham tomado providências para evitar novos incidentes, mais da metade dos entrevistados acredita que sua empresa ainda está vulnerável a vírus (62%), violação de dados (58%) e phishing por e-mail (57%). Os setores mais impactados por fraudes cibernéticas em 2017 foram construção, engenharia e infraestrutura (93%), telecomunicações, tecnologia e mídia (92%) e serviços financeiros (89%).

Cenário brasileiro

No Brasil, 89% dos executivos afirmaram já ter sofrido uma fraude cibernética em suas companhias, mas, diferente da tendência global, o índice não permaneceu estável: em 2016, era de apenas 76%. Quase metade dos casos foram contaminações por códigos maliciosos (45%) e outros 37%, phishing por e-mail, o que leva os 63% dos respondentes a continuarem preocupados com a vulnerabilidade do sistema a novos ataques. Os alvos das ameaças se concentraram em informações dos clientes (47%) e segredos industriais ou de pesquisas (44%), sendo que os agentes foram em sua maioria ex-funcionários (32%) e concorrentes (21%). 80% dos entrevistados acredita que as fraudes impactaram negativamente a privacidade, segurança e satisfação dos consumidores (80%), além do moral dos funcionários (76%).

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Fonte: E-Commerce News

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