PF prende dois por receberem R$ 9 milhões com fraudes no seguro-desemprego

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21/09/2018

Nesta quinta-feira (20), a Polícia Federal prendeu dois homens em uma operação que mira em supostas fraudes do seguro-desemprego. Conforme a PF, os suspeitos foram detidos em um escritório de contabilidade no bairro da Penha, na zona leste de São Paulo, por possuírem consigo mais de 1.600 documentos falsos ou em branco, como espelhos de RG e Carteiras de Trabalho. Os esquemas teriam gerado saques de 9 milhões de reais em benefícios fraudulentos. De acordo com nota da Polícia Federal, as investigações começaram em Presidente Prudente (SP) quando, em outubro de 2017, “um trabalhador desempregado procurou a PF para relatar que não havia conseguido retirar seu seguro-desemprego porque alguém já o havia recebido”. Ainda segundo a corporação, foram criadas cerca de 300 empresas fictícias para receber mais de 9.000 seguros-desemprego fraudulentos. Junto com os documentos falsos ou em branco, a PF apreendeu 472.000 reais em espécie e “apetrechos” para falsificação de documentos. A Polícia Federal afirma que vai voltar aos trabalhos “para identificar os beneficiários dos benefícios, seu envolvimento com o grupo investigado e também a origem dos documentos apreendidos, se são verdadeiros – desviados de instituições legítimas, ou falsos”. “Os presos foram encaminhados ao sistema prisional estadual, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal. Eles responderão pelos crimes de estelionato, organização criminosa e corrupção ativa”, conclui a PF.

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Fonte: Veja

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Polícia investiga estelionatários que fraudam o seguro de pescadores no ES

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13/12/2017

Uma fraude no seguro que garante renda para pescadores durante o período em que a pesca fica proibida no Espírito Santo é investigada pela Polícia Federal. Nesta quarta-feira (13), foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em Conceição da Barra, no litoral Norte do Espírito Santo, e ninguém foi preso. De acordo com as investigações da Operação Anzol, falsos pescadores estariam recebendo o benefício. A investigação começou depois que a PF recebeu uma denúncia. Os investigados, se comprovada a fraude, vão responder pelo crime de estelionato contra união e a pena pode chegar a seis anos de prisão. “O Seguro-desemprego do Pescador Artesanal nada mais é do que uma contrapartida do Governo Federal que, ao proibir a atividade pesqueira durante determinada época do ano, concede temporariamente uma remuneração aos pescadores profissionais artesanais impedidos de exercer tal atividade”, diz a nota da Polícia Federal.

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Fonte: G1

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Estudante universitário perde celular de R$ 3,8 mil e inventa roubo para fraudar seguro

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02/05/2017

Em Presidente Prudente (SP), um rapaz de 22 anos foi indiciado por estelionato e falsa comunicação de crime após informar o roubo de seu celular. A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) passou a apurar o caso e descobriu a fraude do estudante universitário. O jovem havia comunicado que o aparelho, cujo valor é de R$ 3,8 mil, havia sido subtraído mediante grave ameaça, sendo que na verdade ele o havia perdido. O inquérito foi encerrado nesta terça-feira (02). Na noite de 17 de dezembro de 2016, o universitário de 22 anos informou que havia sido abordado por dois indivíduos armados com facas enquanto caminhava por um bairro residencial. Com grave ameaça, a dupla teria anunciado o assalto e fugido com o celular da vítima. A ocorrência foi encaminhada à DIG e, durante as investigações, foi descoberto que a “vítima” perdeu o aparelho durante uma caminhada e, por possuir seguro contra roubo, “inventou” o fato e registrou o suposto crime na polícia. Posteriormente, com a cópia do Boletim de Ocorrência, o estudante entrou em contato com a empresa e retirou um novo aparelho. Ainda segundo informou a DIG, no dia seguinte à perda, a suposta vítima passou pelo mesmo trajeto e encontrou o celular caído e com um dano no visor. “Continuou com a ideia dissimulada em consertar o aparelho e, já que tinha um novo, vender para obter mais lucro com a fraude”, informou a especializada. Durante a ação policial, agentes da DIG localizaram ambos os aparelhos e os apreenderam. O indivíduo foi indiciado por estelionato, devido à fraude no recebimento do seguro, e também por falsa comunicação de crime. O processo seguirá para a Justiça.

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Fonte: G1

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Polícia Federal desarticula esquema de fraude no seguro defeso no Pará

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16/03/2017

Uma operação para desarticular um esquema de fraude no seguro defeso foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (16) pela Polícia Federal. O seguro defeso é um benefício concedido a pescadores no período em que a pesca é proibida. Ao todo, quatro equipes compostas por 20 policiais federais, cumprem três mandados de prisão preventiva e cinco mandados de busca e apreensão na região sudeste do Pará. Entre os locais de busca, está a Associação de Pescadores da Colônia Z-58 e algumas residências nas cidades de Nova Ipixuna e Itupiranga. Três pessoas que faziam parte do esquema para fraudar e obter parcela do seguro defeso pago para falsos pescadores já foram presas. De acordo com a PF, um dos alvos da operação já havia sido denunciado por outras fraudes e preso por coagir testemunhas do crime durante uma ação judicial, na Justiça Federal. De pescador, o suspeito virou empresário e vereador. Se condenados pelos crimes, os suspeitos podem pegar pena de reclusão de até 15 anos.

Investigações

A atividade de conseguir falsas pessoas dedicadas à pesca se estendia a várias regiões próximas, que ainda estão sob investigação. Segundo os cálculos estimativos do chefe da investigação, o prejuízo aos cofres públicos ao longo de quase dez anos de atividade dos criminosos chega a R$ 10 milhões.

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Fonte: G1

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Operação da Polícia Civil combate fraude em seguros DPVAT no RN

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08/06/2016

Em Mossoró, no Oeste potiguar, uma operação de combate a fraudes envolvendo o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), prendeu três pessoas e interditou quatro empresas. Segundo a Polícia Civil, a operação realizada nesta quarta-feira (08) resultou no cumprimento de 18 mandados de prisão, busca e apreensão e de interdição de estabelecimentos. Conforme o delegado da Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações (DEFD), as investigações começaram a cerca de um ano e meio, quando uma empresa de seguros foi denunciada por administrar e liberar o pagamento do DPVAT de forma indevida. Durante a Operação, a Polícia Civil fez buscas nas casas dos investigados e encontrou documentos como boletins de ocorrências e prontuários médicos. Em uma das casas foi localizado um carimbo com o nome “Polícia Civil Delegacia Regional”. Durante a operação, três homens foram presos temporariamente. Eles serão investigados por formação de quadrilha, estelionato, uso de documento e corrupção. Quatro sedes de empresas seguradoras foram interditadas.

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Áudio revela suposto golpe envolvendo segurado do DPVAT

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26/10/2015

Após a denúncia de uma vítima de acidente de trânsito, a polícia começou uma investigação para desvendar um possível golpe referente ao Seguro DPVAT, que estaria sendo facilitado por funcionários do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse). Conforme a polícia, com o prontuário do acidentado em mãos, um homem oferece os serviços para receber o seguro DPVAT. A paciente, que prefere não se identificar, disse que sofreu um acidente de moto e teve escoriações leves.  Cerca de oito dias depois, uma pessoa entrou em contato informando que ela teria direito a receber uma indenização de até R$ 1.500 e se ofereceu para resgatar o benefício, mas para isso, a vítima precisaria pagar trinta por cento do valor recebido. Uma gravação foi feita e mostrou o golpista se oferecendo para resgatar o seguro DPVAT. Na conversa, o homem dá informações detalhadas sobre a vítima e diz que teve acesso ao prontuário da paciente no hospital. O presidente do sindicato dos corretores de seguros explica que as vítimas de acidente de trânsito têm um prazo de até três anos para pedir a indenização e alerta que não há necessidade de intermediários para dar entrada no seguro.

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Fonte: G1

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Golpe da previdência privada contra famílias de servidores leva 39 à prisão

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27/08/2015

Uma operação da Polícia Federal e da Polícia Civil de Minas Gerais prendeu 39 pessoas de uma quadrilha comandada por mulheres que aplicava o golpe da previdência em famílias de servidores públicos. Ao todo, 50 mandados de prisão foram cumpridos em cidades de São Paulo e no Rio de Janeiro. Os presos foram levados de avião para Belo Horizonte, onde a investigação começou. Conforme a polícia, na capital paulista ficavam as mulheres que chefiavam a organização criminosa. Os policiais apreenderam armas, R$ 250 mil em dinheiro e carros. Conforme as investigações, as vítimas recebiam falsas notificações informando que elas tinham direito a receber dinheiro de previdências complementares. A maioria dessas pessoas era escolhida porque, no passado, havia mesmo contribuído para esse tipo de previdência. A vítima era convencida a fazer um adiantamento e só depois de depositar o dinheiro na conta da quadrilha percebia o golpe. “Os valores chegavam a R$ 100 mil, R$ 200 mil. Teve vítima que chegou a depositar R$ 800 mil, R$ 1 milhão para os golpistas”, diz um delegado da Polícia Federal. Um produtor da equipe de reportagem se passou pelo filho de um pensionista que já morreu:

Golpista: Era um plano que ele pagou durante muito tempo e quando a empresa declarou falência, foi movida uma ação, e através dessa ação, a causa foi ganha para os pensionistas.
Reportagem: Mas só me explica uma coisa: meu pai, já tendo falecido, a gente tem como receber isso?
Golpista: Sim, sim, vai receber a sua mãe, eu já fiz o ofício, ontem. Eu fiz a documentação todinha.

O produtor pergunta quanto será depositado.

Golpista: Valor: R$ 69.470,20, já foi atualizada a correção. Já está com correção e tudo.
Reportagem: E aí a custa do processo são R$ 8.232,20?
Golpista: Então, são as custas e mais o trabalho do escritório, que é 11,85%. Vai lá faz o ted para dar tempo de entrar e já me liga, que eu já vou entrar no sistema agora para baixar, para entrar na conta de vocês.

As investigações começaram em março. Conforme a polícia, em apenas uma semana os criminosos chegaram a enviar duas mil falsas notificações para servidores públicos, militares e pensionistas de todo o Brasil. “Eles compravam bancos de dados de potenciais vítimas, normalmente de servidores públicos, tinham acesso a dados pessoais da vítima e a partir daí estudavam a vítima para dar maior credibilidade às histórias que lhes eram vendidas”, explica o delegado. O prejuízo gerado pela quadrilha pode chegar a R$ 15 milhões. “A gente ainda tem equipes das polícias da força integrada em campo, nas diversas cidades do interior de São Paulo, pretendendo capturar esses indivíduos”, afirma outro delegado, da Polícia Civil.

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Fonte: G1

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