PF prende quatro suspeitos de envolvimento em fraude no Seguro Desemprego

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09/01/2018

Na manhã desta terça-feira (09), a Polícia Federal prendeu quatro pessoas suspeitas de fraude no Seguro Desemprego, em Redenção, no sudeste do Pará. Elas foram flagradas sacando dinheiro nos caixas eletrônicos de uma agência bancária. A quantia era fruto de benefícios fraudulentos. Foram apreendidos, celulares, cerca de R$ 9 mil, além de um carro e uma moto usada pelos suspeitos. Segundo a PF, um dos presos é conhecido por praticar fraudes há anos na cidade e por aliciar pessoas que emprestam o nome para os benefícios ilegais em troca de uma parte do dinheiro.

Operação Acerto de Contas

A PF de Redenção informou que vai intensificar as investigações e infiltrar agentes federais nos pontos de saques de cidades vizinhas, além de Redenção, identificando e prendendo quem tentar sacar o fruto das fraudes. A Polícia Federal orienta que ninguém empreste cartão e senha para terceiros pois pode ser envolvida nas fraudes investigadas. A Operação Acerto de Contas surgiu a partir de informações prestadas pela instituição financeira de um padrão de saques fraudulentos em datas e horas determinadas. Conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego e da Força Tarefa da PF, somente no ano passado foram evitadas irregularidades na ordem de R$ 500 milhões.

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Fonte: G1

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AP teve 908 pedidos de seguro-desemprego bloqueados por fraude e R$ 3,7 milhões deixaram de ser pagos

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28/12/2017

No Amapá, 908 pedidos de seguro-desemprego levantaram suspeitas de golpe e mais de R$ 3,7 milhões deixaram de ser pagos indevidamente ao longo de 2017 pelo sistema antifraude do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que começou a ser usado no fim de 2016. As informações foram divulgadas pelo órgão na terça-feira (26). Em todo o país, 52 mil requerimentos foram bloqueados pelo sistema e mais de R$ 678 milhões deixaram de ser pagos indevidamente. Os dados são de janeiro até o dia 21 de dezembro. As situações que levantam suspeitas são comunicadas à Polícia Federal. Entre os estados, o Amapá ficou na 11ª colocação no ranking dos mais fraudulentos. Maranhão lidera a lista, com 16.427 pedidos bloqueados, seguido de São Paulo, com 9.768 bloqueios. Acre foi o estado que menos teve identificadas tentativas de fraudes, 19. Na região Norte, o Amapá fica atrás somente do Pará, com 3.919 suspeitas de fraudes. O estado de Roraima é o único que não foi elencado no ranking divulgado pelo MTE.

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Fonte: G1

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Alagoas tem 2.386 pedidos de seguro-desemprego bloqueados por fraude

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11/04/2017

Alagoas é o terceiro estado em número de fraudes em pedidos de seguro-desemprego identificadas pelo Ministério do Trabalho. O sistema antifraude do órgão apontou 2.386 casos, um total de R$ 9.903.679 bloqueados até a última segunda-feira (10). O sistema começou a operar em dezembro e tem os dados atualizados diariamente. São Paulo, que concentra a maior população do país, lidera o ranking, com 5.257 pedidos, seguido do Maranhão, com 3.733 casos. Segundo o ministro do Trabalho, o sistema permite acompanhar todo o processo entre o pedido do benefício e o pagamento feito pelo banco. A plataforma vai permitir uma economia estimada em até R$ 1,25 bilhão aos cofres públicos em 2017. “Além de poupar recursos dos contribuintes, o combate às fraudes assegura que o benefício seja pago a quem realmente precisa, que é o trabalhador que perdeu o emprego”, afirmou. A base para o rastreamento é o CPF do trabalhador, o que também ajudará a reduzir problemas de duplicidade de matrícula no Programa de Inclusão Social (PIS). “A ferramenta fará integração com todas as bases de dados do Ministério do Trabalho, Receita Federal, entre outras. Isso vai proporcionar mais precisão e qualidade das informações, possibilitando maior agilidade no combate a esse tipo de crime”, explica. O ministro lembra que as fraudes provocam a perda de recursos destinados a trabalhadores demitidos, que dependem do seguro-desemprego até voltarem ao mercado de trabalho. “Até agora não havia nenhum tipo de ferramenta que analisasse, em tempo hábil, os pagamentos indevidos relacionados a fraudes”, disse.

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Fonte: G1

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Mais de 40 mil pedidos de seguro-desemprego têm suspeita de fraude

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26/01/2017

O Ministério do Trabalho descobriu uma quadrilha que forjava demissões para desviar dinheiro dos trabalhadores. O sistema que pegou o golpe vai permitir que o seguro-desemprego seja liberado mais rápido. Hoje é uma burocracia. O trabalhador tem que providenciar uma série de documentos para dar entrada no pedido de seguro-desemprego. A partir do ano que vem, as informações do trabalhador que perdeu o emprego serão encaminhadas automaticamente por quem demitiu para o Ministério do Trabalho – que já vai mandar uma mensagem ao desempregado, informando quando ele vai receber o benefício. No ano passado, 7 milhões de trabalhadores que foram demitidos receberam o benefício por até 5 meses. Mas alguns dos que pediram o seguro, tiveram o pagamento bloqueado por causa de fraudes. E não foram poucos. O Ministério do Trabalho começou a usar um sistema que cruza informações de vários órgãos: INSS, Receita e do próprio ministério. Encontrou 43 mil pedidos de seguro-desemprego suspeitos. Desses, 7,2 mil já foram bloqueados. Quase R$ 45 milhões deixaram de ser pagos este mês. O ministério diz que encontrou situações como a de um único trabalhador que fez seis pedidos de benefícios. É como se ele tivesse trabalhado simultaneamente em seis empresas diferentes. Em outro caso, 280 trabalhadores que pediram o seguro tinham sido dispensados pelo mesmo empregador. E o CNPJ indicava que era uma microempresa. Acontece que microempresas não costumam ter mais que uma dezena de funcionários. O que, de cara, levantou a suspeita. O governo acredita que os fraudadores fazem parte de grupos organizados, quadrilhas, que serão investigadas pela Polícia Federal. O cruzamento de dados vai continuar e a expectativa é bloquear mais de R$ 1 bilhão este ano. O governo estima que até o início do ano que vem, quem for demitido não vai mais precisar pedir o benefício. A informação vai ser transmitida automaticamente, do antigo empregador para o ministério, que vai mandar uma mensagem para o beneficiário informando quando e quanto ele terá o direito de receber. O ministro do Trabalho disse que o sistema vai buscar mecanismos para evitar novos métodos de fraude que venham ser desenvolvidos pelas quadrilhas.

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Fonte: G1

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Vítima de fraude está há nove meses sem seguro-desemprego, no ES

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07/01/2017

Em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, um jovem está há 9 meses tentando receber o seguro-desemprego. Ele foi vítima de uma fraude, em que sacaram o benefício em nome dele. Em abril de 2016, W.S. deu entrada no benefício pela primeira vez e descobriu que o seguro tinha sido sacado nos estados do Pará e de Goiás, por outra pessoa. Na mesma época, outros trabalhadores de Cachoeiro de Itapemirim foram vítimas da mesma fraude. Algumas delas conseguiram receber o benefício algum tempo depois, mas o jovem ainda não. De abril até agora, ele conseguiu um emprego, mas novamente saiu. Por isso, está tentando sacar o seguro-desemprego pela segunda vez, desde novembro. Segundo ele, a informação passada no Ministério do Trabalho é de que fraude de abril impede que ele consiga dar entrada para retirar o benefício. “Eu já tenho um seguro pendente, que já está desde o ano passado preso lá. Aí cheguei lá no Ministério do Trabalho para dar entrada no seguro-desemprego, a moça falou que estava bloqueado, sendo que já tenho um em fraude. Ela falou que é por causa da fraude que não conseguia dar entrada”, disse. O jovem conta que, estando desempregado, o benefício a que tem direito está fazendo falta. “O seguro ajuda você a se assegurar até conseguir um novo trabalho. Eles podiam estar agilizando isso para mim, porque já é a segunda vez que vou dar entrada no seguro e não consigo receber”, lamentou. O Ministério do Trabalho informou que o pedido de entrada no seguro-desemprego de W.S. foi encaminhado para a coordenação do seguro, mas ainda não explicou o que aconteceu.

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Fonte: G1

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PF desarticula grupo que fraudava seguro-desemprego e benefícios na Bahia

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23/11/2016

A Polícia Federal, durante a Operação Melaço, desarticulou nesta quarta-feira (23) uma organização criminosa que fraudava benefícios previdenciários e do seguro-desemprego. Policiais federais e servidores da Previdências Social e do Ministério do Trabalho foram às cidades baianas de Ipiaú, Ibirataia, Valença, Prado, Porto Seguro, Itamaraju e Santa Cruz Cabrália, para cumprir 31 mandados, sendo 13 de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão. As investigações da PF apontaram que o grupo tinha ajuda de técnicos em contabilidade, aliciadores e atendentes do Sistema de Empregos da Bahia (Sine/BA), que atuavam de modo conjunto há mais de 10 anos. O esquema funcionava a partir dos aliciadores, que abordavam pessoas dispostas a cederem os documentos, como carteira de trabalho e cartão cidadão. Esses documentos passavam a ser registrados em empresas laranjas, ou já inativas, de forma retroativa, como se os aliciados trabalhassem há cerca de um ano. Depois disso, forjavam as rescisões do falso contrato com essas empresas, para que fossem solicitados os benefícios do seguro-desemprego e da Previdência Social.

Seis mil vínculos empregatícios falsos

Até o momento, os órgãos de investigação detectaram que mais de 6 mil vínculos empregatícios falsos foram inseridos em pelo menos 236 empresas usadas nas fraudes. E, em quase todos os casos, foi pedido o seguro-desemprego nas agências do Sine investigadas, o que pode indicar a participação dos agentes públicos no esquema. Os investigadores descobriram ainda que foram gastos mais de R$ 17 milhões em pagamento de seguros-desemprego com suspeita de fraude, além de R$ 1 milhão em benefícios previdenciários, também fraudados. Com a operação de hoje, a Polícia Federal pode ter evitado o prejuízo superior a R$ 5 milhões ao Programa Seguro-desemprego, segundo a polícia.

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Fonte: Agência Brasil

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PRF prende suspeitos de falsificar documentos para fraudar seguro-desemprego

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31/08/2016

Dois homens e uma mulher suspeitos de falsificarem documentos para fraudar o seguro-desemprego foram presos, pela Polícia Rodoviária Federal, na tarde desta quarta-feira (31). No momento em que foram abordados, os suspeitos estavam com carteiras de identidade e carteiras de trabalho em nome de várias pessoas. A abordagem foi feita na BR 060, em Goianápolis, cidade da Região Metropolitana de Goiânia. O veículo foi parado para fiscalização de rotina e durante a checagem da documentação, a mulher acabou se identificando com um documento falso e levantou a suspeita dos policiais, que decidiram revistar o carro. Os agentes encontraram, então, uma bolsa com oito carteiras de trabalho e oito documentos de identidade. A mulher confessou à polícia que faz parte de uma organização criminosa, sendo a responsável por dar entrada no pedido de seguro-desemprego. Segundo a presa, após conseguir a concessão do benefício, ela recebia uma quantia em dinheiro: cinco parcelas de aproximadamente R$ 1.600,00 para cada benefício. Ela disse ainda que em sua casa, em um bairro de Goiânia, havia uma mala com mais documentos falsificados. Os dois homens que estavam no veículo são do Maranhão e foram encaminhados, juntamente com a mulher, para a Polícia Federal em Anápolis, onde esperam a chegada dos outros documentos falsificados.

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Fonte: Jornal Opção

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