Criminosos dão golpe no seguro-desemprego no Rio de Janeiro

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16/07/2018

Alguns cidadãos que tentam sacar o seguro-desemprego são vítimas de um golpe: ao chegar à boca do caixa para pegar o dinheiro, são comunicados de que outra pessoa já resgatou o benefício.

“Ele falou: ‘Você não tem direito porque já sacaram’”, afirmou um técnico em segurança do trabalho.

“Eu fui na boca do caixa, e o rapaz disse que a minha conta estava zerada”, explicou um autônomo.

Quem sofre esse tipo de golpe é orientado a registrar ocorrência na delegacia e abrir processo no Ministério do Trabalho. O banco não soube dizer como outra pessoa conseguiu retirar o benefício. Os casos dessas duas vítimas têm algo em comum: nenhuma delas recebeu em casa o cartão-cidadão, que dá direito a sacar o benefício no caixa eletrônico. O dinheiro foi retirado por pessoas que estavam com os cartões nos nomes deles. O Ministério do Trabalho informou que recebe diariamente várias denúncias referentes ao seguro-desemprego. E que em casos como esses, o trabalhador não é prejudicado. O órgão abre investigação e, depois de analisar o caso, libera a parcela do seguro. Mas, na prática, nenhuma das duas vítimas têm ideia de quando vão ver a cor desse dinheiro.

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Fonte: G1

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Fraudes no Seguro-Desemprego têm mais de R$ 590 mil bloqueados no Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de MG

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10/05/2018

O Ministério do Trabalho (MTE) bloqueou 126 requerimentos por causa de fraudes no Seguro-Desemprego em cidades do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas. O montante ultrapassa R$ 590 mil. A cidade da região com mais destaque é Paracatu, no noroeste mineiro, com 82 fraudes bloqueadas e um valor que chega a R$ 420 mil. Em seguida, aparece Sacramento (14), depois Uberaba (13) e Araxá (7). Conforme as informações divulgadas pelo MTE, os bloqueios foram feitos a partir do início da operação do sistema de Detecção e Prevenção à Fraude no Seguro-Desemprego (Antifraude), em dezembro de 2016. O sistema Antifraude, segundo o órgão, evita que esses recursos sejam desviados por quadrilhas que atuam na no estado coibindo a ação dos criminosos. As fraudes em Minas Gerais foram detectadas na modalidade “Emprego Formal”. Confira a lista de cidade abaixo.

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Fonte: G1

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PF faz operação para desarticular quadrilha que fraudava o seguro-desemprego no PA

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Polícia Federal aprendeu dinheiro e objetos nas residências dos investigados.

08/05/2018

Uma Operação chamada Entice, relaizada pela Polícia Federal, desarticulou nesta terça-feira (08) uma quadrilha especializada em fraudar benefícios de seguro-desemprego em Marabá e Redenção, no sudeste do Pará. Foram cumpridos sete mandados judiciais, sendo um mandado de prisão preventiva, um de prisão temporária e cinco de busca e apreensão. Conforme a PF, os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas residências dos investigados e no Sistema Nacional de Emprego (Sine) da cidade de Marabá, onde trabalhavam os servidores investigados na operação. A Justiça determinou ainda o afastamento de dois servidores das suas funções públicas. De acordo com levantamentos realizados pelo Ministério do Trabalho, o prejuízo causado pelas fraudes investigadas, de agosto de 2016 até março de 2018, foi de R$ 4.630 milhões. O rombo poderia ter sido maior, de aproximadamente R$ 26.886 milhões, mas o sistema antifraude do ministério bloqueou os pagamentos.

Fraude

A fraude consistia em aliciar servidores do Sine para que eles, através de seus usuários, acessassem ou permitissem o acesso de terceiros aos sistemas de concessão do benefício do Ministério do Trabalho. Uma vez com acesso ao sistema, os servidores ou os aliciadores fraudavam a demissão de trabalhadores que se encontravam com vínculos de trabalho ativo. Essas pessoas, muitas vezes só tomavam conhecimento das fraudes quando eram demitidos de fato e ao requererem seus benefícios eram informados que esses já haviam sido sacados. A PF explica ainda que toda a fraude era realizada de forma eletrônica, muitas vezes com a criação de números de Programa de Integração Social (PIS) falsos. Além disso, os criminosos fraudavam a segunda via do cartão cidadão e efetuavam saques em diversas cidades do país. Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, corrupção ativa e passiva, inserção de dados falsos em sistemas de informações e estelionato.

Mais de 120 benefícios de seguro-desemprego são bloqueados no Amazonas em razão de fraudes

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03/05/2018

O Ministério do Trabalho bloqueou 129 seguros-desemprego entre dezembro de 2016 e março de 2018 no Amazonas. Os benefícios foram bloqueados por suspeita de fraudes e evitaram R$ 654.296 fossem pagados irregularmente. Quase R$ 1 bilhão foi bloqueado do seguro-desemprego em todo país. Os dados antifraude foram divulgados esta semana. Segundo o Ministério do Trabalho, o Sistema de Detecção e Prevenção à Fraude no Seguro-desemprego (Antifraude) implantado em dezembro de 2016 gerou economia de quase R$ 1 bilhão aos cofres públicos até o final de março de 2018. Foram mais de 61 mil requerimentos bloqueados. São R$ 302 milhões em fraudes bloqueadas em todo o Brasil. A economia total é de R$ 953.795.549,00 até agora, inclui a soma de R$ 301.901.564,00 em fraudes já bloqueadas e R$ 651.893.985,00 em ilícitos previstos. No primeiro caso, a fraude já ocorreu, mas houve a suspensão do pagamento de parcelas previstas. Já no segundo caso são consideradas fraudes evitadas desde o início do projeto, além de uma projeção da Coordenação do Seguro-desemprego de ilícitos que seriam cometidos nos próximos 12 meses, mas que foram impedidos com o uso da tecnologia. O Ministério informou que o sistema Antifraude é uma solução avançada de análise, que utiliza tecnologia de ponta para colher dados, informações e conhecimentos, subsidiando o processo de detecção de indícios de fraudes. Os dados coletados pelo Ministério do Trabalho mostram que no segundo semestre de 2016 o número de fraudes em requerimentos do benefício para Emprego Formal era crescente, chegando a quase 3,5 mil ocorrências por mês em novembro daquele ano – entre casos suspeitos e consolidados. Um mês depois de o sistema ser implantado, esses números começaram a declinar, chegando a menos de mil em abril de 2017.

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Fonte: G1

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Fraudes no seguro-desemprego em SP crescem 71% em 2017

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22/03/2018

As fraudes no seguro-desemprego aumentaram 71% em São Paulo no ano passado em relação a 2016. Quadrilhas especializadas sacam o dinheiro do trabalhador que acabou de perder o emprego. Foram 3.896 fraudes em 2017 contra 2.273 em 2016. Foi o que aconteceu com uma auxiliar de limpeza. O benefício a que ela tinha direito foi sacado por golpistas no Pará. “Como que pegaram meu cartão e minha senha? Não entendi”, questiona. Já o dinheiro de uma analista de atendimento foi retirado em um caixa eletrônico em Jurubatuba, na Zona Sul de São Paulo. O prazo para ressarcimento do dinheiro pode demorar de um ano e meio a dois anos. “É um absurdo, falta de respeito isso”, disse. Em 2017, a Polícia Federal abriu 51 inquéritos para apurar fraudes no seguro-desemprego, segundo o Ministério do Trabalho. “São grupos mais estruturados que consegue fazer a fraude de forma macro no seguro desemprego. E com base nas informações de dados nós conseguimos ver coincidências nesses saques e assim identificar as organizações que estão atuando com fraude em seguro desemprego”, disse o delegado da Polícia Federal.

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Fonte: G1

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Polícia Federal prende 17 pessoas em operação contra fraudes no seguro-desemprego no PA e MA

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22/02/2018

Na manhã desta quinta-feira (22), a Polícia Federal prendeu 17 pessoas durante uma operação para combater fraudes no seguro-desemprego no Pará e no Maranhão. No total, foram expedidos 19 mandados de prisão e 27 de busca e apreensão nas cidades de Redenção e Conceição do Araguaia, no Pará, e em São Luís e São José de Ribamar, no Maranhão. Somente no Pará foram 12 as prisões. Duas pessoas continuam foragidas. O objetivo da operação, batizada de Seguro Fake, é desarticular um grupo criminoso especializado em fraudes no seguro-desemprego. Segundo as investigações, os dois estados apresentam alta incidência desta modalidade de fraude. Há buscas no Ministério do Trabalho em Redenção. Segundo a PF, os bandidos enganavam trabalhadores de baixa renda dizendo que eles tinham direito a benefícios como seguro-desemprego. Os criminosos pegavam os dados pessoais das vítimas e davam entrada no benefício. Quando a quadrilha sacava o dinheiro, eles ficavam com a maior parte dele. Ainda de acordo com a PF, empresas fantasmas foram criadas para criar vínculos empregatícios fictícios para conseguir dar entrada no seguro. “Conseguimos através de diligências de campo e todos os meios disponíveis da Polícia Federal em trabalho conjunto com o Ministério do Trabalho e Emprego. Conseguimos identificar milhares de requerimentos de seguro-desemprego fraudulentos inseridos no sistema, por uma parte dessas pessoas que foram presas durante a operação, que são agentes credenciados do Sine e do Ministério do Trabalho e Emprego que burlaram o sistema. Eles inseriram dados falsos e em muitos dos casos disponibilizaram saques fraudulentos desses requerimentos de seguro-desemprego. Muitos casos foram bloqueados pelo sistema do Ministério do Trabalho e Emprego, evitando que o prejuízo ao erário fosse potencializado”, detalhou o delegado responsável pela operação da PF. No Pará foram presos um servidor no MTE de Redenção e quatro funcionários da agência do Sine em Conceição do Araguaia. Em São Luís foram presos quatro servidores do Sine.

Equipamentos foram apreendidos nas primeiras horas da operação no Pará. (Foto: Divulgação/ Polícia Federal)

Tentativas de fraude

Em um dia, em apenas 10 minutos, os policiais flagraram 42 tentativas de fraude em uma única agência bancária na cidade de Redenção. Os investigados responderão por estelionato qualificado, inserção de dados falsos em sistemas de informações e associação criminosa, com penas que podem ultrapassar 20 anos de reclusão. De acordo com os técnicos do Ministério do Trabalho, desde a implantação do sistema antifraude desenvolvido em 2016, o mecanismo já identificou e bloqueou mais de 57 mil tentativas de fraudes no país, conseguindo evitar desvios de aproximadamente R$ 800 milhões para os cofres públicos.

PF faz operação contra fraude no seguro-desemprego

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22/02/2018

Nesta quinta-feira (22), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Seguro Fake contra um esquema especializado em fraudes no seguro-desemprego. Estão sendo cumpridos 19 mandados de prisão e 27 de busca e apreensão nas cidades de Redenção, Conceição do Araguaia, São Luiz e São José de Ribamar, nos Estados do Pará e Maranhão. Em nota, a PF informou que os dois Estados têm “alta incidência desta modalidade de fraude”. “Essa fase da investigação é resultado do desenvolvimento de uma nova metodologia de investigação elaborada pela Polícia Federal e o Ministério do Trabalho, que inter-relacionam saques, apontando elementos comuns e possibilitando indicar qualquer tipo de fraude. Durante as investigações foram identificados quatro grupos criminosos”, diz nota da PF. A operação é coordenada entre policiais federais e servidores do Ministério do Trabalho especializados em rastrear as inclusões fraudulentas de benefícios do Seguro Desemprego. “Em apenas 10 minutos os policiais flagraram 42 tentativas de fraude ao benefício em uma única agência bancária na cidade de Redenção (PA), afirma a PF. Segundo os técnicos do Ministério, o trabalho em conjunto com a PF, desde a implantação do sistema antifraude desenvolvido pela pasta em 2016, teria identificado e bloqueado mais de 57 mil tentativas de fraudes no País, o que equivaleria a desvios de aproximadamente R$ 800 milhões para os cofres públicos. Os investigados responderão por estelionato qualificado, inserção de dados falsos em sistemas de informações e associação criminosa, com penas que podem ultrapassar vinte anos de reclusão. A delegacia da Polícia Federal na cidade paraense de Redenção é o protótipo dessa nova metodologia de investigação que passará a ser utilizada em todas a delegacias do Brasil.

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Fonte: InfoMoney

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