Preso suspeito de chefiar quadrilha que usava documentos falsos e que obteve R$ 100 mil reais em empréstimos

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08/05/2019

Nesta quarta-feira (08) a Polícia Civil prendeu em flagrante um homem suspeito de chefiar uma quadrilha especializada em fraudes de empréstimos bancários em Belém. Ele é especialista em falsificação de documentos e o golpe já teria causado um prejuízo de R$ 100 mil reais em vítimas de Belém e de Castanhal, cidade do nordeste do Estado. O suspeito foi flagrado enquanto tentava conseguir um empréstimo de R$ 20 mil reais. Com ele, também foi presa uma mulher que estava com os documentos falsos. Ambos foram indiciados por estelionato, uso de documento falso e associação criminosa. Os investigadores da Divisão de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) constataram que o suspeito cooptava idosos e, depois, falsificava documentos das vítimas para pedir empréstimos.

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Fonte: G1

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Homem de Mogi tem prejuízo de R$ 690 ao cair no golpe do empréstimo

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29/04/2019

Um homem de 62 anos foi à polícia de Mogi das Cruzes, na sexta-feira (26), denunciar um golpe que lhe deu um prejuízo de R$ 690. O idoso contou que viu um anúncio de uma empresa que oferecia empréstimos à pessoa física mesmo que estivesse negativada. Ele ligou para a empresa e foi atendido por uma mulher, que pediu cópias dos documentos pessoais e comprovante de endereço. A vítima disse que mandou tudo para o e-mail da suposta empresa. A atendente disse que seria enviado um contrato, mas antes o homem teria que pagar uma taxa de R$ 390. Ele depositou o dinheiro em uma lotérica. Na sexta-feira, a atendente voltou a pedir um novo depósito de R$ 300, que ele também fez em uma lotérica. Após enviar os comprovantes dos depósitos, o homem foi bloqueado pela suposta atendente no WhatsApp. E então percebeu que tinha sido vítima de um golpe.

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Fonte: G1

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Mulher é vítima de golpe ao contratar suposta empresa de financiamento

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25/04/2019

No mês de fevereiro, uma moradora do Bairro São Cristóvão, em Lajeado, caiu em um golpe de estelionato. O caso foi registrado nesta quinta-feira na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) do município. A vítima fez um empréstimo no valor de R$ 15 mil, porém não recebeu o dinheiro solicitado. Ela salientou que já depositou mais de R$ 1 mil que, segundo a empresa, seria necessário para liberar o empréstimo. Conforme a mulher, o valor seria depositado no dia 15 de abril, o que não ocorreu.

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Fonte: Independente

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Microempresária cai no golpe do falso empréstimo

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21/01/2019

Ao tentar contratar um empréstimo, uma microempresária, de 44 anos, perdeu mais de R$1.700. Ela foi atraída por um anúncio na internet, que a levou a um aplicativo. O caso foi denunciado à Polícia Militar no final de semana. A vítima disse que no dia 15 deste mês entrou no site de uma empresa de empréstimos, a qual contatou através de um aplicativo de celular um empréstimo de R$10 mil. Para concessão do mesmo a empresa exigiu um pagamento de R$ 800, para a cobertura do seguro. A vítima realizou depósito no valor solicitado e ao informar o pagamento a suposta empresa exigiu um novo depósito de R$460, o que foi feito. Mesmo recebendo os dois depósitos, o valor contratado não foi liberado e o golpista exigiu mais R$477 que a vítima novamente o fez. Depois de ter depositado R$1.737 a mulher começou a desconfiar da negociação e tentou cancelar a transação, o que foi aceito pela empresa, desde que ela pagasse uma multa de R$930 e aguardasse entre cinco e quinze dias.

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Fonte: Poços Já

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Grupo fraudava empréstimos de até R$ 500 mil com dados de servidores federais no DF; três foram presos

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09/01/2019

Nesta quarta-feira (09), foi desarticulado pela Polícia Civil do Distrito Federal um suposto esquema criminoso que roubava dados de servidores do Ministério do Planejamento. A investigação aponta que o grupo usou as informações para contratar empréstimos consignados de até R$ 500 mil. Conforme a corporação, os suspeitos atuavam em vários estados e eram especializados nas práticas de falsidade ideológica, uso de documento falso, estelionato e lavagem de dinheiro. Os principais alvos eram os auditores fiscais da pasta federal. “Usavam contracheque, CPF e comprovantes de residência em nome de um auditor fiscal, depois dispensavam esses documentos e obtinham outros para abrir contas jurídicas e movimentar o valor”, explicou a delegada que investiga o caso. Por nota, o Ministério da Economia – unificado à pasta do Planejamento – disse que ainda não foi notificado oficialmente sobre a investigação e, por isso, “não é possível se manifestar”. O comunicado, no entanto, reforça a segurança do Sigepe. “O ministério reafirma que o sistema é seguro e mantido pelo Serpro, que aplica as melhores práticas de segurança da informação do mercado.”

Prisões

Nesta terça (8) e quarta-feira (9), dois homens suspeitos de praticar os crimes foram presos temporariamente. A polícia cumpriu mandados de prisão, busca e apreensão no DF e em Goiás. O terceiro membro do grupo está preso desde setembro. O suposto esquema foi classificado como “aperfeiçoado e complexo”. “Os investigados, após adquirirem fraudulentamente dados de contracheques de servidores no sistema Sigepe, fabricavam documentos que eram utilizados para abertura de contas correntes e contratação de empréstimos consignados vultosos”, diz material divulgado pela polícia.

Polícia indicia 50 pessoas por esquema de fraudes em empréstimos na cidade de Iguatu, no Ceará

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12/12/2018

Nesta terça-feira (11), a Polícia Civil do Ceará indiciou 50 pessoas por um esquema fraudulento de empréstimos, por meio da internet, que utilizava contas bancárias do município de Iguatu, na Região Centro-Sul do Estado. Segundo a polícia, o inquérito sobre o caso foi concluído na terça pelo delegado, responsável pelas investigações e titular da delegacia do município. O prejuízo das vítimas pode chegar a R$ 500 mil. As investigações tiveram início há um ano, quando a delegacia recebeu dezenas de ofícios de vários estados brasileiros, informando que contas de agências bancárias da cidade cearense estavam recebendo depósitos fraudulentos de vítimas de estelionato. O inquérito policial foi encaminhado para o Ministério Público para oferecimento de denúncia.

Indiciados por recepção

Conforme a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), 48 suspeitos foram indiciados por receptação, pelo empréstimo das contas para o recebimento do dinheiro, e dois foram indiciados como chefes do esquema criminoso. A dupla líder da quadrilha mantinha na internet 12 sites falsos que ofereciam empréstimos a pessoas de todo o país. “Quando as vítimas acessavam a página, eram direcionadas para realizar o preenchimento de formulários que geravam falsos empréstimos. Com isso, as vítimas eram induzidas a depositar taxas administrativas que seriam a comprovação para a liberação dos empréstimos”, explica o delegado. Em depoimentos, os suspeitos do estelionato contaram ao delegado que recebiam o pagamento de 10% dos valores que caiam em suas contas. A polícia apurou ainda que os valores arrecadados estavam relacionados a quantias recolhidas para pagamentos em sites de apostas esportivas online.

Polícia Civil identificou 2,5 mil vítimas de supostos golpistas em Barretos, SP, diz delegado

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10/12/2018

A Polícia Civil de Barretos (SP) já identificou cerca de 2,5 mil vítimas de um esquema de fraudes contra a Justiça. A maioria delas são idosos e pensionistas que assinavam contratos fraudulentos de empréstimos consignados. Um advogado e uma representante de instituição financeira foram presos nesta segunda-feira (10), suspeitos de serem os mentores do golpe, durante a primeira fase da Operação Margem Presa, que cumpriu nove mandados de busca e apreensão em Barretos e Olímpia (SP). A Justiça também determinou a suspensão do registro profissional de outros quatro advogados. A investigação começou há seis meses, depois que a justiça de Barretos constatou uma série de ações impetradas pelos mesmos advogados e solicitou que a Polícia Civil investigasse o caso. As investigações concluíram que o advogado de 33 anos, preso na operação, havia se associado à representante financeira que comprava listas contendo dados bancários sigilosos de clientes. As informações obtidas de forma ilícita eram usadas em contratos fraudados de empréstimo e de cartão consignados.

Segundo a polícia, uma parte desses contratos era efetuada sem o conhecimento das vítimas. Esses idosos eram, posteriormente, procurados pelos advogados e aceitavam ingressar com ações judiciais acreditando terem sido vítimas de outra fraude. “Foram identificadas três frentes: idosos que não sabiam de nada, nem que seu nome estava sendo utilizado para celebrar esses contratos. Idosos que efetivamente agiam de má fé e sabiam que celebrando aquele contrato poderiam ganhar indenizações dos bancos e também idosos que procuravam a financeira para assinar outro contrato e eram enganados, assinando esses contratos falsos”, conta o delegado responsável pelo caso. O advogado e a representante financeira responderão pelos crimes de estelionato, associação criminosa, quebra de sigilo bancário e falsidade ideológica.

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Fonte: G1

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Notícia relacionada: Advogado e representante de financeira são presos por suspeita de golpe em Barretos, SP

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