Polícia Civil identificou 2,5 mil vítimas de supostos golpistas em Barretos, SP, diz delegado

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10/12/2018

A Polícia Civil de Barretos (SP) já identificou cerca de 2,5 mil vítimas de um esquema de fraudes contra a Justiça. A maioria delas são idosos e pensionistas que assinavam contratos fraudulentos de empréstimos consignados. Um advogado e uma representante de instituição financeira foram presos nesta segunda-feira (10), suspeitos de serem os mentores do golpe, durante a primeira fase da Operação Margem Presa, que cumpriu nove mandados de busca e apreensão em Barretos e Olímpia (SP). A Justiça também determinou a suspensão do registro profissional de outros quatro advogados. A investigação começou há seis meses, depois que a justiça de Barretos constatou uma série de ações impetradas pelos mesmos advogados e solicitou que a Polícia Civil investigasse o caso. As investigações concluíram que o advogado de 33 anos, preso na operação, havia se associado à representante financeira que comprava listas contendo dados bancários sigilosos de clientes. As informações obtidas de forma ilícita eram usadas em contratos fraudados de empréstimo e de cartão consignados.

Segundo a polícia, uma parte desses contratos era efetuada sem o conhecimento das vítimas. Esses idosos eram, posteriormente, procurados pelos advogados e aceitavam ingressar com ações judiciais acreditando terem sido vítimas de outra fraude. “Foram identificadas três frentes: idosos que não sabiam de nada, nem que seu nome estava sendo utilizado para celebrar esses contratos. Idosos que efetivamente agiam de má fé e sabiam que celebrando aquele contrato poderiam ganhar indenizações dos bancos e também idosos que procuravam a financeira para assinar outro contrato e eram enganados, assinando esses contratos falsos”, conta o delegado responsável pelo caso. O advogado e a representante financeira responderão pelos crimes de estelionato, associação criminosa, quebra de sigilo bancário e falsidade ideológica.

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Fonte: G1

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Notícia relacionada: Advogado e representante de financeira são presos por suspeita de golpe em Barretos, SP

Polícia prende mulher suspeita de praticar fraude em contratos de serviços de TV e internet por assinatura

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23/11/2016

Na manhã desta terça-feira (22), por meio da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa, a Polícia Civil prendeu, no município de Conde, Litoral Sul da Paraíba, C.M.B.da Silva, de 19 anos. Ela é suspeita de praticar fraudes na contratação de serviços de TV por assinatura. As investigações da DDF tiveram início há aproximadamente duas semanas, quando uma das vítimas procurou a delegacia, informando que o seu nome estava negativado no SPC por causa de dívidas não reconhecidas por ela. Depois de um levantamento, os agentes de investigação conseguiram localizar a suspeita, que foi presa em flagrante. Na residência dela, a polícia encontrou o equipamento instalado e diversas faturas em nome de pessoas diferentes. “Durante a abordagem policial, a suspeita  informou que estaria utilizando os nomes de amigos, a título de “empréstimo”, para as contratações. As denúncias são de que foram feitos contratos fraudulentos de serviços de TV por assinatura e cartões de crédito em várias empresas. A jovem foi presa em flagrante e responderá pelo crime de falsidade ideológica”, informou o delegado responsável pelo caso. A polícia também foi informada que ela chegou a ameaçar algumas vítimas de morte se denunciassem o caso, por isto ela também vai responder pelo crime de ameaça. Os policiais vão continuar em diligência para descobrir se a investigada contou com a ajuda de outras pessoas para praticar o crime. Os agentes de investigação também vão tentar descobrir se existem mais vítimas ou se algum funcionário da empresa de TV por assinatura foi beneficiado pelas fraudes. 

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Fonte: Paraíba

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Polícia prende suspeitos de falsificar contratos em Belém

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07/10/2016

Suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em falsificar documentos, quatro pessoas foram presas na quinta-feira (06) em Belém. Conforme a Polícia Civil, empresários do ramo de transportes, medicamentos e serviços estão entre os presos na operação. Conforme as investigações, a quadrilha agia há pelo menos dez anos e falsificava contratos como se estivesse cobrando serviços prestados a um cliente, com prazo de 30 dias para ser efetuado. Em uma empresa legalizada de empréstimos a juros, os criminosos trocavam os contratos falsos, mas depois de 30 dias o valor do documento não era pago. A fraude só demorou a ser descoberta porque o gerente de cobranças da empresa de empréstimos também estava envolvido. Ainda segundo a Polícia, o prejuízo foi de mais de R$ 9 milhões. Os  envolvidos vão responder pelos crimes de estelionato, falsificação de documentos e associação criminosa.

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Fonte: G1

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PF combate fraude de R$ 1,5 bi em contratos da prefeitura de Governador Valadares (MG)

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11/04/2016

A Polícia Federal, com o apoio do Ministério Público Federal e da Controladoria Geral da União, deflagrou na manhã desta segunda-feira (11), a Operação Mar de Lama, para combater fraude de R$ 1,5 bilhão em contratos da prefeitura de Governador Valadares (MG). Conforme a PF, um grupo foi instalado no Executivo do município e no Serviço Autônomo de Água e Esgoto do município, composto por agentes públicos do alto escalão da administração pública municipal e financiado por empresários contratantes com o serviço público. Cerca de 260 policiais federais e 24 auditores da CGU estão cumprindo 108 mandados judiciais em Minas Gerais e no Espírito Santo: oito de prisão temporária, 63 de busca e apreensão, 20 ordens de afastamento de funções públicas (oito delas contra vereadores da Câmara Municipal de Governador Valadares/MG), além de 17 determinações de bloqueios de bens e valores. A PF informou que as investigações levantaram indícios de que a quadrilha tenha praticado pelo menos 150 crimes: oito de dispensa de licitação com inobservância das formalidades pertinentes; três crimes de fraude ao caráter competitivo de licitações; três crimes de peculato; 64 crimes de corrupção passiva; 64 crimes de corrupção ativa; três crimes de falsidade ideológica; um crime de violação de sigilo funcional; dois crimes de advocacia administrativa; um crime de organização criminosa e um crime de associação criminosa. Os principais envolvidos estão sujeitos a penas que, somadas, podem chegar a até 775 anos de prisão. O nome da operação se refere aos alagamentos causados pelas chuvas torrenciais que atingiram a cidade de Governador Valadares e causaram grande destruição ao município, no terceiro trimestre de 2013. “Diante da situação de exceção, o poder executivo local decretou estado de emergência no município, visando à captação de recursos financeiros de outros entes federativos para a realização de obras e serviços para atenuar os efeitos negativos do fenômeno climático. Contudo, as investigações apontam que a organização criminosa se aproveitou da situação para fraudar procedimentos de concorrência pública por meio dos quais tais recursos foram gastos, fazendo com que, em janeiro de 2015, fossem iniciadas as investigações para apurar a responsabilidade criminal dos envolvidos”, afirma a PF em nota.

TCE descobre fraude de R$ 7,9 milhões no Hospital da Polícia Militar

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08/05/2015

Foi determinado nessa sexta-feira (08) pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) que os policiais militares envolvidos no desvio de verbas através de compras superfaturadas para o Hospital da Polícia Militar do Estado devolvam cerca de R$ 7,9 milhões aos cofres públicos. As fraudes foram descobertas em uma auditoria realizada pelo TCE-RJ, como falsificação de documentos, compras de produtos em quantidades muito acima das necessárias e pagamentos indevidos por produtos não entregues. As irregularidades foram constatadas em sete contratos para fornecimento de materiais para o hospitais da corporação. Dezenove PMs, entre eles cinco coronéis, além de quatro empresas privadas, são citados no relatório do TCE, que exige a devolução do valor desviado: R$ 7,9 milhões. O documento aponta que, apenas com a compra de ácido peracético, usado para esterilizar instrumental cirúrgico, foram gastos mais de R$ 4,2 milhões, destinados à 71.500 litros do produto. Em 2014, o Hospital da PM utilizou durante o ano somente 310 litros. Ainda conforme o relatório, esta compra foi feita com documentos falsificados de uma major com nome fictício, com o RG de um ex-cabo PM excluído da corporação. As compras auditadas foram realizadas sem licitação. A auditoria vai ser estendida para todas as compras da área da Saúde da PM nos últimos 5 anos. O relatório foi encaminhado ao Ministério Público, que apura crimes supostamente praticados por policiais militares.

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Fonte: Jornal do Brasil

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Fraudes de servidores da PBH causam rombo de mais de R$ 2 milhões, segundo MP

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27/05/2014

Após um esquema de fraudes ter sido desbaratado pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) quatro servidores da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) foram presos na manhã desta terça-feira, na capital. De acordo com informações do MP, as irregularidades provocaram um rombo de mais de R$ 2 milhões aos cofres públicos. Além das prisões temporárias, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão. As ações fazem parte das operações Jardim do Éden e Reset, que contaram com informações da PBH e tiveram a participação da Polícia Militar. As investigações preliminares foram realizadas pelos órgãos de controle interno da prefeitura, que encaminharam representação para o Ministério Público. A partir de então, o MPMG instaurou Procedimento Investigatório Criminal (PIC) e as apurações foram conduzidas com a cooperação dos dois órgãos. Ao todo, quatro promotorias participaram da operação. A operação, denominada Reset, foi deflagrada para colher novos elementos de prova sobre a participação de outros servidores e terceiros no esquema de fraudes da folha de pagamentos da Prefeitura de Belo Horizonte. Conforme o Ministério Público, os quatro servidores – que foram presos preventivamente na operação -, alteravam os arquivos eletrônicos de pagamento enviados ao banco e transferiam os valores para suas contas. Até o momento, auditoria da PBH identificou pagamentos indevidos em favor dos investigados que totalizam R$ 556.918,40. A Prefeitura de Belo Horizonte exonerou todos os servidores que participaram das irregularidades dos cargos que ocupavam nas comissões. Eles ainda foram afastados de suas funções públicas e respondem a processo instaurado na Corregedoria-Geral do Município.

Ministério da Saúde afasta oito por fraude e superfaturamento em contratos

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12/03/2014

Em razão de uma auditoria aberta em fevereiro pelo Ministério da Saúde e Controladoria Geral da União para investigar suspeitas de fraude e superfaturamento em contratos de alimentação, aluguel de veículos e transporte aéreo firmados por Distritos Sanitários  Especiais Indígenas (DSEis), oito pessoas foram afastadas, entre elas o secretário adjunto da Secretaria Especial de Saúde Indígena. A investigação foi aberta um mês depois de a pasta ter recebido denúncias sobre irregularidades na licitação de uma empresa para fornecimento de alimentos para o DSEI de Manaus. Na representação, a empresa questionava o fato de ter sido desclassificada da disputa, mesmo apresentando o menor preço para a execução do serviço. O DSEI informou que a empresa tinha sido desclassificada por conter falha nos documentos juntados na concorrência. Numa investigação preliminar, porém, o Ministério da Saúde considerou a documentação da empresa válida. Por nota, o Ministério da Saúde confirmou ter constatado uma oscilação considerável nos preços pagos para as locações de veículos em diferentes Estados. Deu como exemplo o aluguel de caminhonetes. Enquanto o DSEI de Rondônia pagava R$ 10.558,33 por mês por cada carro, o DSEI de Cuiabá pagava R$ 20.500,73. A diferença também era vista no aluguel de vans. Na Bahia, o aluguel era de R$ 20.220,00. No Mato Grosso, de R$ 25.302. Além da diferença de preços, os modelos contratados despertam suspeitas. Foram encontrados contratos com validade de dois anos na Bahia, em vez de um ano. O ministério informou que contratos, mesmo estando sob suspeita, continuam vigentes, para evitar prejuízos para a população. Os valores, entretanto, deverão ser renegociados. Até o ano de 2010, a política de saúde indígena era conduzida pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Após casos de corrupção, acusações de apadrinhamento e por reivindicação de parte das lideranças indígenas, a Secretaria Especial de Saúde Indígena foi criada.

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Fonte: Estadão

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