Suspeito de estelionato é preso em flagrante em cartório de Belém

Sem Comentários

10/01/2019

Um homem suspeito de cometer estelionato em Belém foi preso, em flagrante, pela Polícia Civil nesta quarta-feira (09). J.M.E.S., 50, foi detido em um cartório no bairro da Pedreira, no momento em que tentava aplicar um golpe ao vender um apartamento. De acordo com informações da Divisão de Investigações e Operações Especiais (Dioe), o homem foi denunciado por corretores e vítimas e já tem cinco passagens pela Polícia pelo mesmo crime. O delegado da Dioe, explicou que o suspeito enganou uma grande construtora de imóveis na capital e comprou um apartamento usando cheque sem fundo. Após isso, segundo as investigações, ele teve acesso à documentação do imóvel e teria repassado o apartamento pelo valor de R$180 mil a uma vítima. Na hora da prisão, a Polícia flagrou o suspeito tentando vender o mesmo imóvel por R$240 mil.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Homem cai em golpe e perde oito mil

Sem Comentários

08/01/2019

Um motorista procurou a Central de Flagrantes no 5º Distrito policial para denunciar que foi vítima de estelionato. Ele contou à polícia que em 2015 negociou um veículo que custava R$ 8 mil em um terreno na área urbana de Boa Vista, mas quando tentou regularizar a documentação do imóvel, uma vez que ele pretendia construir no local, descobriu que o vendedor não era o verdadeiro proprietário da área. De imediato ele tentou contato com o suposto vendedor para tentar reaver o carro ou a quantia em dinheiro, porém, o suspeito de ter aplicado o golpe no motorista, já tinha negociado o carro da vítima com outra pessoa. A vítima conseguiu localizar o verdadeiro proprietário do terreno. “Ele [o verdadeiro dono do terreno] me disse que nunca colocou o terreno à venda e que não conhecia ou tampouco fazia ideia de quem seria a pessoa que me vendeu. Foi aí que tive certeza de que fui enganado e tinha caído em um golpe”, disse a vítima em depoimento à polícia. O caso será investigado pelo setor de operações do 5º Distrito Policial (5º DP). Até o fechamento desta reportagem o suspeito de cometer o estelionato ainda não tinha comparecido à delegacia para prestar esclarecimentos.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Folha de Boa Vista

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Investigação de golpe em vendas de casas aponta 70 vítimas e prejuízo de R$ 1 milhão no RS

Sem Comentários

27/11/2018

A Polícia Civil investiga um golpe antigo, que segue fazendo vítimas no Rio Grande do Sul, principalmente famílias de baixa renda. São empresas que prometem entregar casas de madeira a preços vantajosos e prazos curtos, mas não cumprem o acordo. Uma investigação que já dura cinco meses aponta mais de 70 pessoas lesadas no estado, e prejuízo total às vítimas de cerca de R$ 1 milhão. Segundo a polícia, o pai de um conhecido traficante de Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre, teria uma empresa de fachada, do ramo de casas de madeira, para lavar dinheiro. Na segunda-feira (26), foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão na cidade para reunir elementos que confirmassem o crime. Na ocasião, a polícia apreendeu dinheiro e um automóvel de luxo. A partir da operação, o Poder Judiciário decretou o bloqueio de bens (imóvel e veículos).

Até o momento, oito pessoas são suspeitas de participar ativamente do esquema criminoso, que, segundo a investigação, era juridicamente calculado para que não parecesse um estelionato, mas um descumprimento contratual. Em algumas situações, os clientes antecipavam os pagamentos e acabavam recebendo apenas o material que seria utilizado na construção. Depois, as empresas eram fechadas, reabrindo com outro nome, sendo que algumas pareciam ser concorrentes, funcionando a poucos metros de distância, mas sendo, na verdade, gerenciadas pelas mesmas pessoas. Uma das vítimas que caiu num golpe com as mesmas características diz que a empresa contratada entregou o imóvel pela metade. Na época, a família pagou à vista R$ 18,9 mil. Seis anos depois do início das obras, foi obrigada a desembolsar mais R$ 20 mil para terminar tudo por conta própria. Agora espera uma indenização na Justiça. “Ele nos enganou, porque quando você vai ali comprar é tudo uma maravilha, ‘tua casa vai ficar linda, nós vamos terminar em 30 dias’, era o prazo dele”, conta a vítima, que prefere não se identificar.

Dicas do Procon

  • Pesquisar o CNPJ no site da Receita Federal para saber se está ativo;
  • Pesquisar na internet em sites de defesa do consumidor;
  • Pedir para incluir no contrato multa em caso de atraso na entrega da obra;
  • Não pagar todo o valor antes de receber a casa.

Suspeito de aplicar golpes de venda de terreno pela internet é procurado pela polícia em PE

Sem Comentários

18/10/2018

Está sendo procurado pela Polícia Civil de Pernambuco, um homem suspeito de aplicar golpes com vendas de terrenos pela internet. Segundo a corporação, há pelo menos três inquéritos contra ele sobre a venda de um mesmo terreno, no bairro de Maria Farinha, em Paulista, no Grande Recife. O terreno não pertence ao suspeito e ele utiliza documentos falsos para enganar os interessados na compra. Uma das vítimas que prestou queixa foi uma nutricionista de 35 anos. Ela conta que perdeu R$ 10 mil durante a negociação do local. O golpe aconteceu no início do mês de outubro. Após ser demitida da empresa onde trabalhou por cinco anos, ela separou o dinheiro da indenização para comprar um terreno e morar perto da praia. A mulher conta que procurou anúncios em redes sociais e encontrou um terreno no valor de R$ 28 mil. O vendedor mostrou a ela documentos de escritura, no Cartório de Paulista, certificado de propriedade de imóvel e papéis do IPTU de Paulista, todos no nome do suspeito. Depois de conversar com o ele pelo WhatsApp e ver mais fotos do lugar, a nutricionista marcou um encontro, em frente ao terreno em negociação. O vendedor pediu que ela depositasse “logo” R$ 10 mil. Os outros R$ 18 mil seriam pagos depois de darem início ao processo de transferência do terreno para o nome dela. Mas depois desse primeiro depósito ser feito, ela não conseguiu mais contato com o vendedor. “Foi quando à noite [na quarta-feira] eu falei com ele no zap (sic.), ele não respondeu. Na quinta de manhã eu falei com ele, ele não respondeu. Eu liguei, ele não atendeu. Foi quando eu pensei: ‘caí num golpe’. Quando ele sumiu. [Pegou] R$ 10 mil e depois ele desapareceu”, afirma a nutricionista. Foi só quando procurou um advogado e prestou queixa na Delegacia de Maria Farinha que ela descobriu que o homem que aplicou o golpe nela já havia sido denunciado outras vezes pelo mesmo tipo de crime, estelionato. O suspeito responde por outros dois processos criminais aguardando o julgamento na justiça.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Homem procurado por estelionato é preso em Olinda, no Grande Recife

Sem Comentários

18/10/2018

Um homem de 38 anos procurado por estelionato no estado da Paraíba, foi preso pela Polícia Civil de Pernambuco em Olinda. De acordo com a corporação, ele aplicava golpes envolvendo a venda de imóveis. O mandado de prisão foi expedido na Paraíba. A polícia informou que, em Pernambuco, há pelo menos mais duas denúncias contra ele por novos golpes, aplicados em Petrolina, no Sertão, e no Recife. O homem era procurado por aplicar um golpe na venda de uma casa, negociada pela internet. Segundo a corporação, ele chegou a levar os interessados para conhecer o imóvel, que não pertencia a ele, e fugiu após receber parte do pagamento. Em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, há uma nova denúncia contra ele sobre um caso similar. A vítima perdeu R$ 15 mil durante a negociação de uma casa no município. Outro boletim de ocorrência também foi registrado contra o suspeito em um estabelecimento comercial do Recife, onde ele teria comprado R$ 7 mil em pneus, mas teve o pagamento não autorizado pelo banco.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Criminosos lucraram R$ 71 milhões com venda irregular de lotes no Paranoá

Sem Comentários

22/08/2018

Agentes da Polícia Civil identificaram fraude na venda de lotes na DF-180, na Fazenda Rajadinha, no Paranoá. Segundo a corporação, o lucro dos criminosos com a comercialização irregular chega a aproximadamente R$ 71 milhões. Três pessoas, de 29, 28 e 25 anos, acabaram presas e autuadas por parcelamento irregular do solo para fins urbanos. Se condenados, podem pegar até cinco anos de reclusão, além do pagamento de multa de 10 a 100 vezes o salário-mínimo. Policiais da Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente e à Ordem Urbanística (Dema) começaram a investigar os acusados após denúncia anônima. No local, seria implementado o Condomínio Brasil 21 — que deu nome à operação. A delegada chefe da Dema, explica que a área negociada pelo grupo é particular. No entanto, a empresa não teria autorização ambiental ou a licença para a implementação do loteamento na área. Cerca de oito pessoas foram vítimas do golpe. Para a divulgação dos lotes irregulares, o grupo usava panfletos, banners, mapas, anúncios nas redes sociais e em sites especializados. O local apresentado pelo grupo mede 360.000 m², sendo que o empreendimento visava a divisão da área em 1.185 lotes. Cada espaço mediria 300m² e era comercializado a R$ 60 mil. Os flagrantes ocorreram na Quadra 3 do Setor Residencial Leste, na Vila Buritis, em Planaltina. O local funcionaria como sede da Cooperativa Habitacional de Brasília (COOHB21). Foram presos o gerente e principal responsável, a tesoureira e a consultora de vendas. Um quarto homem, que seria o responsável pelo escritório, não foi encontrado.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Correio Braziliense

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Justiça do ES condena imobiliária a pagar R$ 9 mil a cliente por fraude em venda de imóvel

Sem Comentários

06/05/2018

Uma imobiliária foi condenada pela Justiça do Espírito Santo a pagar R$ 9 mil em indenização por danos morais a uma consumidora vítima de fraude na aquisição de um imóvel de R$ 100 mil. De acordo com a vítima, ela comprou o imóvel por intermédio de uma corretora da empresa, depositando R$ 20 mil na conta da corretora e R$ 80 mil na conta da imobiliária. Pouco tempo após a posse do imóvel, a consumidora descobriu que a corretora foi presa, pois não havia repassado os valores e, ainda, havia informado valores errados. A autora da ação chegou a perder a posse do imóvel em ação judicial, recuperando posteriormente em acordo firmado numa audiência de conciliação. O processo trata de relação de consumo originada em contrato de prestação de serviços de corretagem, em que se vinculam a cliente e a imobiliária, sendo cabível, portanto, o Código de Defesa do Consumidor. “O Código de Defesa do Consumidor em seu artigo 14, assim dispõe: O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e risco. O sistema do CDC, portanto, imputa ao fornecedor, independentemente de sua culpa, a responsabilidade tanto pelo fato do produto defeituoso quanto por vício na prestação de serviços”, destacou o juiz responsável por julgar o caso. Ele disse ainda que existem muitas provas a respeito da fraude cometida pela corretora de imóveis. Para o magistrado, a imobiliária não apresentou nenhuma alternativa para minimizar o prejuízo da consumidora e, ainda, tentou impor a obrigação de saber que o contrato ofertado por um de seus prepostos era fraudulento, o que, para o juiz, é inadmissível.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Anterior