Mulher é presa duas vezes por suspeita de estelionato na venda do mesmo apartamento

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04/04/2019

Uma mulher de 34 anos foi presa na quarta-feira (3) suspeita de estelionato. Segundo a polícia, é a segunda vez que ela é presa por tentar vender o mesmo apartamento em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), de forma irregular. De acordo com a Polícia Civil do Paraná, ela já havia sido presa em 21 de fevereiro, quando tentava negociar apartamentos de um conjunto habitacional em Pinhais, também na RMC. Desta vez, a mulher foi presa quando tentava vender para um advogado um dos mesmos apartamentos. A vítima já havia feito um depósito de R$ 500 mas achou estranho a forma como a negociação estava sendo conduzida pela suspeita e procurou a polícia. O valor de mercado do imóvel é de aproximadamente R$ 160 mil e no anúncio ofertado por ela saía no valor de R$ 70 mil. Nas duas situações ela se intitulava proprietária e engenheira responsável pelas construções, mas o objetivo era lesar os compradores.

Prisão anterior

A primeira prisão dela ocorreu depois que uma construtora de Pinhais, na RMC, viu anúncios de vendas na internet e fez a denúncia, alegando que a suspeita não tinha autorização para isso. A polícia entrou em contato com a suspeita e marcou um horário para atendimento na casa dela, um condomínio de luxo, em Pinhais. A mulher foi presa em flagrante pelo crime de estelionato e, junto com ela, havia documentos referentes à compra e à venda de imóveis da construtora. Ela disse, em interrogatório, que praticou esse golpe porque já trabalhou na construtora e que eles deviam para ela. Afirmou, ainda, que o fez para compensar o prejuízo que teve. A suspeita se intitulava proprietária de pelo menos seis imóveis, além de se passar por engenheira civil.

Desempregado cai em golpe da compra de imóvel em Mogi e perde R$ 20 mil

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03/03/2019

Após cair num golpe, um desempregado de 40 anos, de Mogi das Cruzes, teve prejuízo de R$ 20 mil. Ele viu o anúncio de venda de um apartamento na cidade em uma rede social, foi conhecer o imóvel e decidiu comprar. A vítima deu a entrada para a suposta dona do imóvel e, depois, descobriu que o apartamento pertencia a outra pessoa. Quando esteve no apartamento, no Parque Olímpico, a mulher que o recebeu disse ser representante da dona do imóvel. Os dois negociaram da seguinte forma: o desempregado daria entrada de R$ 20 mil e assumiria a dívida do apartamento. Depois, ele encontrou a suposta dona do imóvel e entregou R$ 5 mil em dinheiro e fez uma transferência de R$ 15 mil. A vítima então foi ao condomínio e conversou com a síndica, que disse que o imóvel pertencia a outra pessoa e que ele tinha sido vítima de um golpe. O caso foi registrado no 2º Distrito Policial como estelionato.

Suspeito de estelionato é preso em flagrante em cartório de Belém

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10/01/2019

Um homem suspeito de cometer estelionato em Belém foi preso, em flagrante, pela Polícia Civil nesta quarta-feira (09). J.M.E.S., 50, foi detido em um cartório no bairro da Pedreira, no momento em que tentava aplicar um golpe ao vender um apartamento. De acordo com informações da Divisão de Investigações e Operações Especiais (Dioe), o homem foi denunciado por corretores e vítimas e já tem cinco passagens pela Polícia pelo mesmo crime. O delegado da Dioe, explicou que o suspeito enganou uma grande construtora de imóveis na capital e comprou um apartamento usando cheque sem fundo. Após isso, segundo as investigações, ele teve acesso à documentação do imóvel e teria repassado o apartamento pelo valor de R$180 mil a uma vítima. Na hora da prisão, a Polícia flagrou o suspeito tentando vender o mesmo imóvel por R$240 mil.

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Fonte: G1

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Homem cai em golpe e perde oito mil

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08/01/2019

Um motorista procurou a Central de Flagrantes no 5º Distrito policial para denunciar que foi vítima de estelionato. Ele contou à polícia que em 2015 negociou um veículo que custava R$ 8 mil em um terreno na área urbana de Boa Vista, mas quando tentou regularizar a documentação do imóvel, uma vez que ele pretendia construir no local, descobriu que o vendedor não era o verdadeiro proprietário da área. De imediato ele tentou contato com o suposto vendedor para tentar reaver o carro ou a quantia em dinheiro, porém, o suspeito de ter aplicado o golpe no motorista, já tinha negociado o carro da vítima com outra pessoa. A vítima conseguiu localizar o verdadeiro proprietário do terreno. “Ele [o verdadeiro dono do terreno] me disse que nunca colocou o terreno à venda e que não conhecia ou tampouco fazia ideia de quem seria a pessoa que me vendeu. Foi aí que tive certeza de que fui enganado e tinha caído em um golpe”, disse a vítima em depoimento à polícia. O caso será investigado pelo setor de operações do 5º Distrito Policial (5º DP). Até o fechamento desta reportagem o suspeito de cometer o estelionato ainda não tinha comparecido à delegacia para prestar esclarecimentos.

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Fonte: Folha de Boa Vista

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Investigação de golpe em vendas de casas aponta 70 vítimas e prejuízo de R$ 1 milhão no RS

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27/11/2018

A Polícia Civil investiga um golpe antigo, que segue fazendo vítimas no Rio Grande do Sul, principalmente famílias de baixa renda. São empresas que prometem entregar casas de madeira a preços vantajosos e prazos curtos, mas não cumprem o acordo. Uma investigação que já dura cinco meses aponta mais de 70 pessoas lesadas no estado, e prejuízo total às vítimas de cerca de R$ 1 milhão. Segundo a polícia, o pai de um conhecido traficante de Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre, teria uma empresa de fachada, do ramo de casas de madeira, para lavar dinheiro. Na segunda-feira (26), foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão na cidade para reunir elementos que confirmassem o crime. Na ocasião, a polícia apreendeu dinheiro e um automóvel de luxo. A partir da operação, o Poder Judiciário decretou o bloqueio de bens (imóvel e veículos).

Até o momento, oito pessoas são suspeitas de participar ativamente do esquema criminoso, que, segundo a investigação, era juridicamente calculado para que não parecesse um estelionato, mas um descumprimento contratual. Em algumas situações, os clientes antecipavam os pagamentos e acabavam recebendo apenas o material que seria utilizado na construção. Depois, as empresas eram fechadas, reabrindo com outro nome, sendo que algumas pareciam ser concorrentes, funcionando a poucos metros de distância, mas sendo, na verdade, gerenciadas pelas mesmas pessoas. Uma das vítimas que caiu num golpe com as mesmas características diz que a empresa contratada entregou o imóvel pela metade. Na época, a família pagou à vista R$ 18,9 mil. Seis anos depois do início das obras, foi obrigada a desembolsar mais R$ 20 mil para terminar tudo por conta própria. Agora espera uma indenização na Justiça. “Ele nos enganou, porque quando você vai ali comprar é tudo uma maravilha, ‘tua casa vai ficar linda, nós vamos terminar em 30 dias’, era o prazo dele”, conta a vítima, que prefere não se identificar.

Dicas do Procon

  • Pesquisar o CNPJ no site da Receita Federal para saber se está ativo;
  • Pesquisar na internet em sites de defesa do consumidor;
  • Pedir para incluir no contrato multa em caso de atraso na entrega da obra;
  • Não pagar todo o valor antes de receber a casa.

Suspeito de aplicar golpes de venda de terreno pela internet é procurado pela polícia em PE

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18/10/2018

Está sendo procurado pela Polícia Civil de Pernambuco, um homem suspeito de aplicar golpes com vendas de terrenos pela internet. Segundo a corporação, há pelo menos três inquéritos contra ele sobre a venda de um mesmo terreno, no bairro de Maria Farinha, em Paulista, no Grande Recife. O terreno não pertence ao suspeito e ele utiliza documentos falsos para enganar os interessados na compra. Uma das vítimas que prestou queixa foi uma nutricionista de 35 anos. Ela conta que perdeu R$ 10 mil durante a negociação do local. O golpe aconteceu no início do mês de outubro. Após ser demitida da empresa onde trabalhou por cinco anos, ela separou o dinheiro da indenização para comprar um terreno e morar perto da praia. A mulher conta que procurou anúncios em redes sociais e encontrou um terreno no valor de R$ 28 mil. O vendedor mostrou a ela documentos de escritura, no Cartório de Paulista, certificado de propriedade de imóvel e papéis do IPTU de Paulista, todos no nome do suspeito. Depois de conversar com o ele pelo WhatsApp e ver mais fotos do lugar, a nutricionista marcou um encontro, em frente ao terreno em negociação. O vendedor pediu que ela depositasse “logo” R$ 10 mil. Os outros R$ 18 mil seriam pagos depois de darem início ao processo de transferência do terreno para o nome dela. Mas depois desse primeiro depósito ser feito, ela não conseguiu mais contato com o vendedor. “Foi quando à noite [na quarta-feira] eu falei com ele no zap (sic.), ele não respondeu. Na quinta de manhã eu falei com ele, ele não respondeu. Eu liguei, ele não atendeu. Foi quando eu pensei: ‘caí num golpe’. Quando ele sumiu. [Pegou] R$ 10 mil e depois ele desapareceu”, afirma a nutricionista. Foi só quando procurou um advogado e prestou queixa na Delegacia de Maria Farinha que ela descobriu que o homem que aplicou o golpe nela já havia sido denunciado outras vezes pelo mesmo tipo de crime, estelionato. O suspeito responde por outros dois processos criminais aguardando o julgamento na justiça.

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Fonte: G1

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Homem procurado por estelionato é preso em Olinda, no Grande Recife

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18/10/2018

Um homem de 38 anos procurado por estelionato no estado da Paraíba, foi preso pela Polícia Civil de Pernambuco em Olinda. De acordo com a corporação, ele aplicava golpes envolvendo a venda de imóveis. O mandado de prisão foi expedido na Paraíba. A polícia informou que, em Pernambuco, há pelo menos mais duas denúncias contra ele por novos golpes, aplicados em Petrolina, no Sertão, e no Recife. O homem era procurado por aplicar um golpe na venda de uma casa, negociada pela internet. Segundo a corporação, ele chegou a levar os interessados para conhecer o imóvel, que não pertencia a ele, e fugiu após receber parte do pagamento. Em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, há uma nova denúncia contra ele sobre um caso similar. A vítima perdeu R$ 15 mil durante a negociação de uma casa no município. Outro boletim de ocorrência também foi registrado contra o suspeito em um estabelecimento comercial do Recife, onde ele teria comprado R$ 7 mil em pneus, mas teve o pagamento não autorizado pelo banco.

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Fonte: G1

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