Brasil é segundo país com mais fraudes em cartões

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17/05/2018

Segundo uma pesquisa da ACI WorldWide, empresa que desenvolve software de pagamento para instituições financeiras, o Brasil é o segundo país, num grupo de 20, com maior número de fraudes com cartão de crédito, atrás apenas do México. Para o gerente de risco para a América Latina da ACI, a maioria dessas fraudes poderia ser evitada pelo próprio usuário. “Falta informação ao mercado brasileiro. Fraudes que utilizam descontos como isca são muito clicadas no Brasil”, opina. De acordo com ele, as instituições financeiras são seguras, mas o público no país não observa se está fazendo a compra em ambiente seguro na internet, que traz o símbolo do cadeado na página. “O cartão de crédito é mais seguro que o boleto bancário porque permite que o cliente faça uma contestação de fraude”, conta. Nesses casos, a análise se é fraude ou não é feita pelas bandeiras dos cartões, e quem tem que provar que a entrega foi feita de maneira correta é o vendedor. “O problema é que o brasileiro não conhece os seus direitos”, afirma o gerente, ao comentar o baixo índice de contestação de compras fraudulentas. Uma empresa sul-africana está lançando um sistema antifraude separado de sua solução de pagamento. “Percebemos que as pequenas empresas no Brasil tinham essa demanda, para acompanhar mais de perto sua segurança e não perder conversão (venda)”, conta a diretora de vendas da empresa para América Latina. “Quando o lojista não tem controle da sua segurança, acaba abrindo mão da venda quando há uma dúvida”, explica. A taxa de aprovação das compras online no Brasil é de cerca de 92%. Em torno de 6% vão para a revisão manual e 2% são negadas. Destas últimos, apenas 10% não eram realmente fraude com cartão de crédito.

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Fonte: O Tempo

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Casais suspeitos de estelionato são flagrados fazendo compras em shopping de Uberlândia

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09/02/2018

Na noite desta quinta-feira (08), a Polícia Militar prendeu dois casais pelo crime de estelionato. A prisão ocorreu após a chefia de segurança do Uberlândia Shopping, na região sul da cidade, suspeitar do grupo e acionar a polícia. Segundo as informações da PM, o grupo se passava por funcionários de instituições financeiras e informavam às vítimas que os cartões de créditos estavam sendo fraudados. Em seguida, recolhiam o cartão com todos os dados e efetuavam compras de alto valor no shopping da cidade. Conforme informou a assessoria do Uberlândia Shopping, a segurança suspeitou das compras ilícitas e acionou a polícia informando que os autores estavam fazendo compras com cartões em outros nomes. Os militares imediatamente se deslocaram e flagraram os jovens saindo do local com sacolas de mercadorias. Durante a abordagem, os policiais verificaram que os suspeitos são de São Paulo e se tratavam de uma quadrilha de estelionatários que estava em Uberlândia há cerca de uma semana, praticando os crimes. Os envolvidos são um jovem de 24 anos, dois de 22 e uma adolescente de 17. Com eles foram apreendidos diversos cartões e a mercadoria que seria revendida pelos suspeitos. A assessoria do shopping também informou que o empreendimento se colocou a disposição da PM em relação às investigações e que o valor das compras não foi divulgado pelos lojistas.

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Fonte: G1

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Brasileiros são presos acusados de fraude com cartões de crédito em Boca Raton

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29/09/2017

Dois brasileiros foram presos acusados de fraude com cartões de crédito em Boca Raton, no dia 22 de setembro. Segundo a polícia de Palm Beach, K.S.Aguiar, de 30 anos, e F.A.Oliveira, de 45, vão responder por crimes de estelionato e falsificação. F.A. forneceu para polícia um endereço de Boca Raton, já K.S. informou um endereço no Rio de Janeiro. Não foram fornecidos maiores detalhes sobre as circunstâncias da prisão. Esta não é a primeira vez que brasileiros são detidos por crimes de falsificação de cartões de crédito nos EUA. Em agosto, quatro brasileiros foram presos em New Orleans, na Louisiana, por terem fraudado mais de 200 números de cartões. O julgamento dos acusados foi no dia 31 de agosto e eles permanecem presos. Os quatro foram acusados de fraude, furto, entre outros crimes. A prisão é resultado de uma investigação coordenada pelo U.S. Secret Service Financial Crimes Task Force que inclui membros do U.S. Secret Service, Louisiana Bureau of Investigation, New Orleans Police Department e Jefferson Parish Sheriff’s Office. Em 2016, irmãos gêmeos brasileiros foram acusados pela polícia americana de usarem cartões de débito falsos no Condado de Broward. De acordo com reportagem do jornal Sunsentinel, um deles, de 30 anos, foi preso no dia 7 de abril num caixa eletrônico em Miramar (FL) usando cartão falso. Já o irmão foi preso uma semana depois, quando compareceu à audiência do seu irmão na Corte em Fort Lauderdale.

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Fonte: Achei Usa

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Não reconhece uma compra feita em seu cartão de crédito? Saiba o que fazer

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27/07/2017

Pesquisas recentes revelam que mais de 30% dos brasileiros já foram vítimas desse tipo de crime nos últimos anos, e o Brasil está na lista dos 10 países onde mais acontecem fraudes envolvendo cartões de crédito e débito em todo o mundo. E, se você identificou uma compra que você não fez na fatura do seu cartão, é possível que você tenha sido a mais nova vítima de uma fraude do tipo. É possível que seu cartão tenha sido clonado, ou, ainda, que os seus dados tenham sido roubados por meio de alguma transação realizada na internet. Isso porque os cibercriminosos costumam usar arquivos maliciosos, como malwares, que ficam instalados no computador dos usuários de prontidão para obter os dados de seu cartão assim que você faz uma compra online.

Direitos do consumidor

Uma vez que a administradora do cartão é a responsável pela segurança das transações, o consumidor que for lesado por algum tipo de fraude tem o direito de pedir que aquela compra seja suspensa e o valor devolvido. Já caso a cobrança tenha sido feita mesmo com a reclamação, o usuário tem o direito de pedir que o valor seja devolvido em dobro — e isso é garantido por lei, mesmo que o consumidor não tenha adquirido o seguro contra perda e roubo.

O que fazer?

Bom, ao confirmar que seu cartão foi mesmo usado para uma compra que você não fez, é imperativo que você ligue para a instituição financeira, peça a análise daquela transação e imediatamente bloqueie o seu cartão. Dessa forma, enquanto é feita a análise, o criminoso que estiver em posse de seus dados fica impedido de fazer novas compras em seu nome. A administradora do cartão costuma fazer essa análise em alguns dias, estornado o valor da compra indevida antes do pagamento da fatura. Mas, caso a fatura já tenha sido paga, esse valor deve vir abatido no pagamento do mês seguinte. Como as transações foram feitas em cartão de crédito, não existe a devolução em dinheiro. O outro passo é a abertura de um boletim de ocorrência em uma delegacia. Isso não é obrigatório, e o banco ressarce o valor mesmo sem o B.O, mas registrar com a polícia que você foi vítima desse crime ajuda as autoridades a não somente investigarem o caso, como, também, a atualizarem as estatísticas de crimes financeiros no país.

Dicas de ouro

Um cartão pode ser clonado fisicamente sem que você perceba ao ser passado em máquinas falsas em estabelecimentos comerciais por aí. Você acredita que fez uma compra como qualquer outra, mas, na verdade, aquela máquina conseguiu copiar os dados do seu cartão, fornecendo-os aos criminosos. Também há a modalidade virtual da fraude, mas você pode tomar alguns cuidados para se proteger o quanto puder:

  • Ao comprar em lojas físicas, não perca o seu cartão de vista. Sabe quando você está em um posto de gasolina, dentro do carro, e dá o cartão para o funcionário passá-lo na maquininha lá no escritório? Se assim o fizer, você não pode saber se ele está mesmo usando uma máquina real, ou um leitor ilegal. Mesmo que seja inconveniente, o certo é que a máquina seja trazida para você, ou que você saia do carro e se dirija ao local onde está a máquina;
  • Além disso, sempre que possível prefira você mesmo passar o cartão na máquina, não colocando-o nas mãos do vendedor. Algumas lojas, como restaurantes em praças de alimentação, já têm como regra pedir para que o cliente coloque o cartão na maquininha por conta própria;
  • Mantenha seu computador com antivírus sempre atualizado. Arquivos maliciosos podem estar instalados em sua máquina de prontidão para quando você fizer uma compra online;
  • Não digite os dados de seu cartão em lojas que não parecem ser confiáveis. Na dúvida, opte pelo pagamento via boleto bancário;
  • Preste atenção às URLs das páginas quando estiver em uma loja virtual, para não cair no golpe do phishing. Esse crime é caracterizado por direcionar o usuário a uma página falsa, que é muito parecida com a verdadeira, mas que costuma ter caracteres um pouco diferentes do link original em sua barra de endereços;
  • Nunca digite os dados de seu cartão em computadores públicos, como os de bibliotecas, universidades e lan houses, e também não confie em máquinas e smartphones de terceiros para comprar online;
  • Fique sempre de olho em sua fatura, e não se lembre de conferi-la somente na hora de pagar. Hoje em dia, os bancos e administradoras de cartões oferecem aplicativos para celular que enviam uma notificação sempre que uma compra for feita, e, com isso, você consegue descobrir imediatamente a fraude e resolver o problema o mais rápido possível.

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Fonte: Canal Tech

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Dona de casa de Mogi cai no golpe do cartão de crédito e tem prejuízo de mais de R$ 7 mil

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20/07/2017

Depois de cair em um golpe, uma dona de casa de Mogi das Cruzes ficou com um prejuízo de mais de R$ 7 mil. Ela registrou um boletim de ocorrência no 2º Distrito Policial na quarta-feira (19). Na delegacia, a mulher de 42 anos contou que recebeu uma ligação no dia 6 de julho e a atendente se identificou como sendo funcionária do banco onde ela tem um cartão de crédito. A suposta funcionária da instituição informou à vítima que alguém fazia compras com seu cartão de crédito no valor de R$ 1.750. A golpista perguntou se ela reconhecia a transação. A dona de casa disse que o cartão não estava em uso e autorizou o bloqueio. Porém, a falsa atendente disse que para bloquear o cartão seria necessários os dados da cliente, inclusive, a senha. A mulher passou. Em seguida, a golpista informou que precisava do cartão em mãos e, por isso, mandaria um motoboy para retirar o cartão que seria entregue ao banco para oficializar a operação. O motoqueiro apareceu e levou o cartão. Depois de uma hora, a mulher recebeu outra ligação do banco, perguntando se ela tinha feito compras. Neste momento, a dona de casa percebe que tinha caído em um golpe e autorizou o bloqueio do cartão. No entanto, algumas compras já haviam sido finalizadas. A vítima relatou que dias depois recebeu a fatura do cartão com uma compra no valor de R$ 2.420, outra de R$ 4,5 mil parcelada em 12 vezes e outra de R$ 1,5 mil. O caso foi registrado como estelionato.

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Fonte: G1

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Presos suspeitos de comprar R$ 15 mil em iPhones 7 com cartão fraudado em BH

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18/05/2017

Nesta quinta-feira (18), a Polícia Civil prendeu dois homens por suspeita de comprar cerca de R$ 15 mil em iPhones 7 por meio de fraude com cartão de crédito fraudado, em loja no Bairro Belvedere, em Belo Horizonte. A denúncia foi feita ontem pelo vendedor, que suspeitou dos “clientes”. A dupla teria aplicado o mesmo golpe em outros dois estabelecimentos na capital, nesta semana. “Os homens apresentaram documentos e cartão de crédito válidos e a compra e venda foi efetuada normalmente. O que gerou suspeitas para o comerciante foi o fato de os autores do crime não terem pedido qualquer tipo de desconto”, explicou o delegado que coordena as investigações. Conforme a Polícia Civil, a comprovação de que nenhum dos homens era o titular do cartão foi feita através da apresentação de fotografias do dono da conta ao vendedor dos aparelhos, que confirmou não se tratarem da mesma pessoa. O verdadeiro titular do cartão de crédito utilizado pelos suspeitos é um funcionário de alto cargo de uma empresa de eletrônicos com sede em Brasília (DF). Os agentes afirmaram que ao entrar em contato com o titular do cartão utilizado, descobriram como a dupla agia. “Após a obtenção dos dados de suas vítimas, pessoas escolhidas por seu poder aquisitivo, os estelionatários falsificavam seus documentos. Na posse desses documentos, eles obtinham falsos comprovantes de residência e, assim, procuravam agências da rede bancária da vítima, onde solicitavam o envio de uma segunda via do cartão de crédito para o endereço falso”, contou o delegado. Quando a polícia revelou a falsificação dos cartões pelos dois suspeitos, os agentes, juntamente com o dono da loja, armaram uma emboscada para quando os homens fossem buscar os celulares encomendados. Depois de presos, os agentes e a dupla, oriundos do estado de São Paulo, foram até o flat onde estavam hospedados. Lá, foi apreendido material para falsificação, como documentos, papéis e material de plastificação. As imagens das câmeras de segurança revelaram três outros integrantes da quadrilha, um deles estelionatário já conhecido pelas forças policiais.

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Fonte: EM

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Suspeito de atuar como motoboy para quadrilha que fraudava cartões de crédito se apresenta à polícia

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15/05/2017

Se apresentou à polícia na manhã desta segunda-feira (15), um dos suspeitos de fazer parte da quadrilha que usava uma falsa central de atendimento para fraudar cartões de crédito. Contra ele, havia uma ordem de prisão temporária. A.L.Santos se apresentou à 3ª DP acompanhado de seu advogado. Ele seria o motoboy responsável pela coleta dos cartões de crédito na casa das vítimas do golpe. Ele negou fazer parte da quadrilha. Durante a tarde, passará por reconhecimento e será interrogado. Três dos oito presos foram soltos em 7 de maio, quando venceu o prazo da prisão temporária. Segundo a polícia, nenhum deles foi recapturado até o início da tarde desta segunda-feira. A operação denominada Privilege foi deflagrada no dia 3 de maio no Rio Grande do Sul e em São Paulo. A polícia identificou 29 vítimas do golpe, mas após a operação ter sido deflagrada, crimes semelhantes passaram a ser investigados no interior.

Como funcionava o golpe

Conforme a investigação, os criminosos ligavam para as vítimas se passando por atendentes de centrais de segurança de cartões de crédito e perguntavam se elas estavam realizando alguma compra naquele momento. As vítimas, que nem sempre estavam fazendo transações, negavam. Era aí que começavam os golpes. As ligações eram sempre feitas para telefones fixos. Os golpistas se colocavam à disposição, então, para bloquear os cartões e pediam às vítimas que fizessem isso. Ao mesmo tempo, alertavam que o chip precisava ficar intacto. Depois, pediam que ligassem para o telefone que estava no verso dos cartões. A quadrilha fazia a vítima pensar que estava fazendo uma nova ligação para realizar o bloqueio, e pediam, ainda, para que digitassem a senha para confirmar a autenticidade do processo. Ao colocar a senha no teclado do telefone, os estelionatários conseguiam codificar os números. O próximo passo do golpe era entregar o cartão para um motoboy, identificado pela falsa central de segurança. Segundo orientação dos criminosos, dessa forma a vítima ajudaria a polícia a prender uma quadrilha de clonagem. Porém, eles usavam o chip e a senha para saques, compras e empréstimos. O comando da quadrilha fica em São Paulo, onde mantém uma central telefônica, conforme a polícia. Mas os golpistas viajam a Porto Alegre para realizar as compras que depois são revendidas para um receptador. Os presos serão indiciados por associação criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro.

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Fonte: G1

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