Três pessoas são presas suspeitas de fraudar benefícios sociais, em Goiânia

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06/12/2017

Três homens foram presos suspeitos de fraudar benefícios sociais do governo federal. A prisão aconteceu na tarde desta terça-feira (05) após um deles ser abordado por policiais militares. F.P.Silva estava em porte de dez cartões do cidadão. De acordo com a PM, o suspeito estava em um Honda Civic, quando foi abordado no Centro de Goiânia. Ao ser questionado sobre a procedência dos cartões, ele relatou que participava de uma equipe que lesava um banco. F.P. também confessou que em sua casa teria mais cartões de benefícios e outros dos indivíduos que integravam a associação criminosa. O suspeito morava no Jardim Imperial em Aparecida de Goiânia. No local, os agentes prenderam J.F.Silva e J.B.Silva. J.F., no momento da abordagem, ainda apresentou um documento falso para os policiais. Foram apreendidos aproximadamente 89 cartões, cédulas de identidades falsas, notebook, uma pistola Taurus Cal. 380 e mais de R$ 3,5 mil em dinheiro. Eles relataram aos agentes que tinham acesso a informação de beneficiários do seguro-desemprego, solicitavam o cartão cidadão e remetiam para a cidade de Uruaçu. O gerente da agência dos correios desviava os cartões e, depois, o grupo se dirigia a uma casa lotérica, em porte de documentos falsos, e registravam uma senha para o cartão e sacavam o benefício. Os três foram encaminhados para a Polícia Federal, que busca a identificação do gerente dos correios.

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Fonte: Mais Goiás

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Operação desarticula quadrilha que agia em presídio no AM

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22/12/2016

A Força Tarefa Previdenciária deflagrou, nesta terça-feira (20), a Operação “Pater Criminis”, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa que fraudava benefícios de auxílio-reclusão em Manaus (AM). Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva, três de busca e apreensão e três mandados de condução coercitiva, nas cidades de Manaus e Goiânia (GO). As investigações indicaram que o grupo criminoso atuava no presídio de Puraquequara, na capital amazonense, recrutando detentos com o objetivo de fraudar a concessão de auxílio-reclusão. A quadrilha também recrutava mães com filhos menores de idade sem pai registrado. A partir dessa situação, os agenciadores providenciavam os trâmites de reconhecimento voluntário de paternidade em nome dos detentos, inclusive por via judicial, efetivando a averbação na certidão de nascimento das crianças. Os criminosos ainda são suspeitos de falsificar certidões de nascimento, modificando as idades das crianças, para que pudessem receber o benefício durante um período maior. O objetivo era receber os valores atrasados de forma retroativa, que, em alguns casos, chegavam a quantias superiores a R$150 mil por benefício, valor que era dividido entre o detento e os agenciadores. Outra forma de burlar a lei era a inserção de vínculos inexistentes na carteira de trabalho do presidiário, como forma de provar sua qualidade de segurado à época da prisão, condição necessária para a concessão dessa espécie de benefício a seus dependentes. Segundo a Assessoria de Pesquisa Estratégica e de Gerenciamento de Riscos (APEGR) da Secretaria de Previdência, o prejuízo estimado, em 73 benefícios de auxílio-reclusão, identificados até o momento, pode chegar a R$ 3,7 milhões. No entanto, com a desarticulação do esquema criminoso, a Previdência evitará um prejuízo de outros R$ 5,7 milhões em valores que seriam pagos para os supostos beneficiários. A Operação foi denominada “Pater Criminis”, expressão em latim que significa “pai do crime”, em alusão aos falsos reconhecimentos de paternidade empregados pelo grupo criminoso para a obtenção dos benefícios de auxílio-reclusão.

Força-Tarefa Previdenciária

Esta é a 48ª operação da Força-Tarefa Previdenciária em 2016. Com essas ações, a Previdência já conseguiu evitar um prejuízo de, pelo menos, R$ 293 milhões aos cofres públicos. A Força-Tarefa Previdenciária é uma parceria entre a Previdência, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, que visa a combater crimes contra o sistema previdenciário. A APEGR é a área de inteligência responsável por identificar e analisar distorções que envolvem indícios de fraude contra a Previdência e encaminhá-las à Polícia Federal para investigação em regime de força-tarefa.

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Fonte: Previdência

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PF descobre esquema que fraudava pensões do INSS para ‘beneficiários fantasmas’

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15/12/2016

Uma operação foi deflagrada, nesta quinta-feira (15), para desarticular uma quadrilha que praticava fraudes na Agência da Previdência Social de Juazeiro, no Norte do estado. A ação, intitulada de Ameaça Fantasma é comandada pela Polícia Federal em conjunto com o Ministério da Previdência e Ministério Público Federal. Ao todo, 40 policiais federais cumprem oito mandados de busca e apreensão e sete mandados de prisão temporária, nos municípios de Juazeiro, Sento Sé e Petrolina (PE). Segundo as investigações, foram criados diversos benefícios fraudulentos através de inserção de dados falsos nos sistemas do INSS. Pessoas inexistentes (sem cadastro na Receita Federal ou qualquer outro registro) eram cadastradas como beneficiários de pensões por morte (informando-se o falecimento de pessoas também inexistentes) que geravam altos valores de pagamentos retroativos. Em seguida, os “representantes legais” dos beneficiários compareciam às agências bancárias para receber os valores dos benefícios. Os saques fraudulentos apurados até o momento chegam a um valor aproximado de R$ 700 mil. Os envolvidos nas fraudes responderão pela prática dos crimes de estelionato qualificado, associação criminosa e inserção de dados falsos nos sistemas de informação da Administração Pública, cujas penas variam de 01 a 12 anos de prisão.

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Fonte: Correio24horas

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Oito estelionatários são condenados em BH por fraudar benefícios previdenciários

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17/09/2015

Oito integrantes de uma organização criminosa especializada em fraudar a Previdência Social foram condenados por estelionato e sete também foram sentenciados por formação de quadrilha. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), a atuação do grupo foi descoberta em 2007, quando uma das denunciadas apresentou um atestado médico falso ao INSS para obter prorrogação no recebimento de auxílio-doença. O documento fraudado foi comprado em um escritório de despachantes com sede na rua Curitiba, no Centro de Belo Horizonte. Ao julgar o caso, a Justiça Federal comprovou que os réus eram especializados na intermediação de processos para a concessão de benefícios previdenciários e providenciavam, inclusive, a falsificação de documentos quando o interessado não preenchia os requisitos exigidos pelo INSS. Os condenados chegavam a instruir os requerentes dos benefícios sobre como deviam se portar e trajar ao comparecer a perícia.

Sentença

As investigações realizadas pela Polícia Federal, em conjunto com o MPF, mostraram que a quadrilha agiu pelo menos de 2000 a 2007 na fraude a benefícios previdenciários que, depois, tiveram de ser revistos pelo INSS. Os acusados receberam uma mesma pena pelos crimes de estelionato e formação de quadrilha: 2 anos e 4 meses de prisão, que foi substituída por prestação de serviços à comunidade e pagamento de prestação pecuniária no valor de quatro salários mínimos. Após as condenações, que foram revertidas a prestação de serviços à comunidade e pagamento de prestação pecuniária, o MPF recorreu da sentença, alegando que as penas aplicadas são insuficientes. O recurso será julgado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

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Fonte: Hoje em Dia

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Polícia Civil investiga empresas por fraude no seguro DPVAT no RS

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22/12/2014

Um golpe aplicado por empresas que oferecem benefício de invalidez permanente a pessoas acidentadas que não apresentam lesões graves está sendo investigado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul. O esquema envolvendo o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT) é realizado mediante  laudos fraudados e uso irregular de nomes de médicos e carimbos. A investigação é conduzida pela 1ª Delegacia de Polícia de Canoas, na Região Metropolitana. Segundo o delegado responsável, agenciadores se oferecem para terceirizar o seguro obrigatório e cobram de 30% a 40% do valor total que o cliente teria a receber. De acordo com ele, os indícios apontam para irregularidades ainda mais graves. Em alguns casos, o benefício é concedido a pessoas que seguem trabalhando normalmente. A polícia apreendeu documentos e computadores em um mandado de busca e apreensão em uma empresa de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Além dos agenciadores, o delegado afirma que também investiga a participação das pessoas que se beneficiaram do esquema. No site do Seguro DPVAT existe, inclusive, uma área para orientar as pessoas e evitar golpes deste tipo. Entre elas está a informação que a entrada do pedido de indenização é gratuita, fácil e não precisa ser feita por terceiros.

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Fonte: G1

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‘Operação Omni’ prende suspeitos de fraude em benefícios previdenciários

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30/10/2014

Na manhã desta quinta-feira (30) foi deflagrado pela Polícia Federal (PF) em Pernambuco a “Operação Omni”. A ação acontece em Caruaru, Garanhuns, Canhotinho, Bezerros, São Caetano, no Agreste; Tamandaré, no Litoral Sul; no Recife, além de Macéio (AL) e Tibau do Sul (RN). Inicialmente a PF informou que a operação estava sendo realizada apenas em Caruaru. Segundo a assessoria de comunicação da PF, o objetivo é “desarticular uma organização criminosa suspeita de fraude em benefícios previdenciários através de inserções de dados falsos no sistema da previdência social”. A operação visa dar cumprimento a 51 mandados judiciais. Desses, seis são de prisão preventiva, sete de prisão temporária e 38 de busca e apreensão. “A maioria das pessoas moram em cidades do Agreste. Estima-se que o prejuízo mensal aos cofres públicos seja de R$ 186 mil e até agora já totaliza R$ 12 milhões de reais”, explica o departamento. As pessoas detidas e os materiais apreendidos estão sendo levados para a delegacia da Polícia Federal na cidade. Uma coletiva de imprensa está prevista para esta quinta-feira para divulgar mais detalhes da operação.

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Fonte: G1

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Quadrilha jogava na Mega-Sena para lavar dinheiro de fraudes no PI, diz PF

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04/02/2014

Foi revelado pela Polícia Federal que as três pessoas presas por fraude no seguro DPVAT (Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres) e no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) atuavam desde 2010, eram investigadas em 20 inquéritos e que jogavam na Mega-Sena na tentativa de lavar o dinheiro ganho com as fraudes. A investigação mostrou que para não chamar a atenção, a quadrilha comprava pequenos imóveis e carros populares. Segundo o delegado federal de Parnaíba, responsável pela investigação, para lavar o dinheiro, eles jogavam na Mega-Sena, para que pudessem alegar que ganharam do prêmio o dinheiro que possuíam. “Foram encontrados bilhetes da loteria Mega-Sena. Uma forma de tentar deixar o dinheiro lícito. Não sabemos qual o prejuízo do INSS, mas fraudes desse tipo no Piauí geram um desfalque que chega a R$ 500 mil. Isso é só a ponta do iceberg, as investigações continuam e a participação de outras pessoas não é descartada”, afirmou  o delegado. De acordo com o delegado, o trio é investigado desde 2010 e os mesmos documentos usados para fraudar o DPVAT, também eram utilizados para burlar o INSS. “Eles pegavam documentos de pessoas que já tinham morrido, renasciam essa pessoa com documentos falsos e depois a matavam de novo para receber o seguro DPVAT e a pensão do INSS”, disse. A PF afirma que o grupo agia em Chaval (CE), Teresina, Buriti dos Lopes e Parnaíba. Os três foram autuados por formação de quadrilha, falsificação de documentos, falsidade ideológica e fraude ao INSS. Os presos serão transferidos ainda hoje para penitenciária mista de Parnaíba.

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Fonte: G1

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