Homem se passa por policial em barreira na BR-060 e acaba preso

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15/05/2018

Na noite desta segunda-feira (14) na BR 060, na Unidade Operacional da Polícia Rodoviária Federal (PRF), saída para Guapó (GO), um homem de 37 anos de idade foi preso por apresentar documento falso à polícia. Conforme a PRF, agentes deram ordem de parada a uma caminhonete Toyota Hilux que seguia no sentido Guapó/Goiânia, ocupada por quatro homens, e ao checar a documentação do veículo e dos passageiros, um deles apresentou-se como policial civil em Goiás. Ao se identificar para os agentes, o cidadão apresentou-se com atitude e comportamento inadequados para um agente de polícia, situação que levou os policiais suspeitarem da profissão do homem abordado. Após consultar a identidade funcional nos sistemas da Polícia Rodoviária Federal, os agentes constataram que o documento era falso, ele pertencia a uma agente da Polícia Civil de Goiás e tinha ocorrência de furto em 2011. O homem foi detido e encaminhado para o 4º DP em Aparecida de Goiânia e foi enquadrado por uso de documento falso.

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Fonte: Diário de Goiás

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Fraude em Ecoporanga: servidores presos e prejuízo de R$ 600 mil

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01/02/2018

A operação “Miragem”, deflagrada pela Polícia Civil, prendeu dois servidores da Prefeitura de Ecoporanga, no Norte do Espírito Santo, e dois despachantes do município foram presos mediante mandado de prisão. O caso ocorreu na quarta-feira (31). O objetivo da operação foi desarticular um esquema de fraude no pagamento de Documento de Arrecadação Municipal (DAM). O prejuízo para os cofres municipais pode superar R$ 600 mil. Os acusados são os servidores públicos do setor de arrecadação da Prefeitura de Ecoporanga, um despachante de imóveis e um despachante de veículos, este apontado pela Polícia Civil como o chefe do esquema. O delegado-chefe da 14ª Delegacia Regional de Barra de São Francisco, explicou que o despachante de veículos expedia o DAM. Quando saía do prédio, o morador que solicitou a guia para fazer o pagamento era abordado por alguém da quadrilha, que dizia que cobrava um valor mais baixo. O morador, então, deixava o dinheiro com um dos suspeitos. Depois, recebia o documento autenticado e procurava o cartório. No entanto, os envolvidos ficavam com o dinheiro, fraudavam a autenticação do documento e jogavam no procedimento administrativo sem passar pelo sistema. “O banco não contabilizava, o dinheiro não caía na conta da prefeitura”, disse o delegado. O esquema funcionava desde janeiro de 2017. Os próprios suspeitos estimam um prejuízo de R$ 40 mil a R$ 50 mil mensais ao município.

Funcionária do Detran é detida

As investigações duraram cerca de três meses. Durante esse período, a Polícia Civil também descobriu que o despachante de veículos pagava propina a uma funcionária do Detran para ter documentos e serviços agilizados. Ela também foi presa. Além de efetuar as prisões, a polícia apreendeu vários documentos com indícios de fraudes. Duas armas de fogo irregulares também foram apreendidas. Os presos foram encaminhados para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Domingos do Norte. A funcionário do Detran foi levada para o Centro Prisional Feminino de Colatina. O delegado disse que a investigação ainda está em curso. “Serão feitas algumas oitivas de testemunhas e outras pessoas que tinham conhecimento da situação. Também vão ser analisados os documentos apreendidos. Depois é relatar o inquérito e remeter ao Ministério Público para ofertar a denúncia”. O delegado recomendou ainda uma auditoria à prefeitura. Sobre o caso, o Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran|ES) informou que está sob investigação e o órgão irá colaborar com todas as informações solicitadas pela polícia.

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Fonte: Gazeta Online

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Polícia prende maior falsificador de documentos de MT

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18/01/2018

 Um homem, de 25 anos, considerado um dos maiores falsificadores de documentos em Mato Grosso, que atende criminosos que usam papeis públicos para prática diversa de estelionato, foi preso pela Delegacia Especializada de  Roubos e Furtos (Derf), da Polícia Judiciária Civil de Rondonópolis. A prisão ocorrida no bairro Vila Mineira, em Rondonópolis, culminou na descoberta de um verdadeiro escritório do crime. No local foram apreendidos impressoras, notebooks, computador de mesa, perfurador de placas de veículos, rolo em branco de papel de talão de água, monitor de TV, fichas de empresas, balanças de precisão,  folhas de cheque em branco, documentos pessoais, blocos de atestados médicos, documentos de veículos, registros de prontuários médicos, cadastros de pacientes, fotografias 3×4, cédulas de documentos (RG, CNH), entre outros. O falsificador usava documentos falsos para autenticar procurações em cartórios. Ele foi descoberto depois de uma informação na Delegacia, sobre um homem que tentava autenticar uma procuração em um cartório da cidade. O suspeito foi autuado em flagrante por falsificação de documentos públicos e particulares.

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Fonte: Folhamax

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Golpistas miram comércio

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18/01/2018

Donos de lojas de Rio Preto viraram alvos preferenciais de uma onda de golpes aplicados por estelionatários vindo de outras regiões e até de outros estados. Com documentos falsos e cartões de crédito clonados eles fazem grandes compras, desaparecem e deixam para trás prejuízo. Segundo a Polícia Civil, antes de aplicar os golpes, os estelionatários abrem empresas de fachada com documentos falsos ou furtados. Com o CNPJ conseguem cartões de crédito, empréstimos e talões de cheque. Com isso em mãos, escolhem as lojas e empresas para aplicar os golpes pessoalmente ou por meio da internet. Os truques são usados para comprar e até para conseguir empréstimos em lojas de departamento. O delegado coordenador da DIG, afirma que os estelionatários sempre pedem parcelamento e solicitam 30 dias para o primeiro pagamento. Fornecem endereço de uma casa vazia, alugada com nome falso, só para receber as mercadorias, depois desaparecem sem pagar a locação. Em alguns casos, usam residências de laranjas. “Esse tempo eles usam para receber a mercadoria e depois desaparecer. Sempre fornecem endereço falso de entrega ou dão desculpa para pegar direto na transportadora. Somem depois de receber o produto em mãos”, explica. Na semana passada, um fabricante de semi joias procurou a DIG depois de sofrer dois golpes e acumular R$ 11 mil em prejuízo. Nos dois casos, os estelionatários usaram nomes diferentes para fazer as compras. “Foi com base na pista deste caso que conseguimos prender a quadrilha em Uberlândia, que tinha uma mulher da cidade e mais dois homens de Ituiutaba. A equipe ficou de campana no lugar indicado para entrega da mercadoria e deu voz de prisão assim que eles receberam os produtos”, explica o delegado. Há também os golpistas que agem sozinhos ou em dupla, como foi na prisão de um casal detido com diversos documentos falsos e cartões clonados, após tentarem fazer grande compra em uma loja. Com a mulher foram apreendidos sete RGs com nomes, data de nascimento e locais de nascimento diferentes. Com o homem foram encontrados mais dois RGs falsificados. Para dar autenticidade, em cada documento ela usava uma foto com roupa diferente. Com esses documentos eles já tinham conseguido abrir conta em banco e estavam com seis cartões de crédito. O delegado ficou impressionado com a quantidade de documentos falsificados e a facilidade que os golpistas têm para conseguir abrir contas. “Só depois que mostramos os documentos encontrados eles admitiram falsidade ideológica.”  O diretor da Associação Comercial de Rio Preto (Acirp) afirma que os funcionários de crediários de lojas deveriam passar por treinamento para evitar os golpes. “O pessoal precisa fazer um cadastro bem detalhado antes de autorizar a venda. Na maioria das vezes, ficam com receio de pedir o RG e o comprovante de residência e o cliente ir embora, mas isso pode evitar que a empresa possa ser alvo de estelionatários”, afirma.

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Fonte: Diário da Região

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Integrantes de quadrilha especializada no golpe da Cartela Premiada são presos

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26/06/2017

Na quinta-feira (22), em Paranaíta (MT), duas pessoas acusadas de integrar uma quadrilha especializada no golpe da “Cartela Premiada”, em bingos no Estado, foram presas em flagrante pela Polícia Judiciária Civil. Os dois suspeitos foram presos quando tentavam receber um veículo, sorteado durante as festividades da Paróquia São Pedro, na cidade. Os suspeitos já eram investigados pela Polícia Civil de Paranaíta por fazerem parte de uma associação criminosa que atua em todo Estado. Uma mulher, integrante do grupo, responsável por participar dos bingos, continua sendo procurada pela Polícia. O golpe consiste em adulterar a cartela com os números sorteados, para quando atingir os 50 chamados, a ficha fraudada ser premiada. A adulteração é feita por meio da raspagem dos números originais e prévia confecção de carimbos com a mesma forma dos números reais. O bingo da igreja aconteceu no dia 11 de junho, quando a suspeita se apresentou como vencedora, entregando a cartela fraudada, todavia o prêmio não foi retirado na data. Posteriormente, a suspeita informou que não poderia retirar o veículo, porque seu pai havia morrido e ela estava responsável pelo velório, em Lucas do Rio Verde, passando uma procuração na cidade Redenção (PA), para que os outros dois suspeitos retirassem o prêmio. Como a Polícia Civil já estava monitorando o grupo, quando os dois suspeitos foram retirar a premiação, acabaram presos em flagrante pelos crimes de estelionato e associação criminosa. Em interrogatório um deles negou a imputação e disse que apenas foi contratado para buscar o veículo. Já o outro suspeito confessou que estava no dia do sorteio e que auxiliou na fraude. Após terem o flagrante lavrado, os suspeitos permanecem presos a disposição da Justiça. As diligências continuam para localizar a mulher.

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Fonte: Cenário MT

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Policial civil é suspeito de falsificar documentos e fraudar R$ 2 milhões em financiamentos

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12/06/2017

Na manhã desta segunda-feira (12), um policial civil foi detido suspeito de falsificar documentos e fraudar financiamentos. Ele seria integrante de uma quadrilha que movimentou cerca de R$ 2 milhões nos últimos anos. Conforme a Polícia Civil, o homem atuava como escrivão na 4ª DP de Porto Nacional, e se aproveitava do acesso que tinha a documentos de vítimas de crimes para cometer as fraudes. O suspeito foi detido na casa dele, em Porto Nacional, em cumprimento a um mandado judicial e transferido para Palmas, onde presta depoimento. No local foram encontrados carros de luxo. O delegado responsável pelas investigações disse que o agente foi afastado, teve as contas bloqueadas e bens sequestrados.”Esse policial tem envolvimento direto com uma quadrilha que a gente prendeu recentemente por estelionato e uso de documento falso. Ele usava da facilidade do cargo de escrivão de polícia para pegar senha do sistema do judiciário, catalogar o dado de vítimas e falsificar os documentos para fazer financiamento junto a bancos”, explicou o delgado da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores. Conforme as investigações, que duraram cerca de quatro meses, o escrivão falsificava carteiras de habilitação e documento de transferência de veículos. Depois, o grupo financiava os veículos das vítimas ou tentava empréstimos em bancos de outros estados. O policial será denunciado nos próximos dias e deve responder por estelionato, uso de documentos falsos, falsificação de documentos públicos e falsidade ideológica. “Isso foi tudo provado. Esses documentos estão comprovados nos autos de inquérito. Ele era o número dois do grupo e teriam cometido pelo menos 15 crimes. Os financiamentos eram feitos em Brasília e eles pegavam entre R$ 50 e R$ 90 mil.”

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Fonte: G1

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Golpista erra o nome ao assinar documento e acaba preso no Detran-MS

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23/02/2017

Um homem, de 31 anos, foi preso nesta quarta-feira (22), após tentar se passar por outra pessoa em uma transferência de veículo, no Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito), no Conjunto José Abrão, em Campo Grande. Conforme o boletim de ocorrência, agentes da Deletran (Delegacia Especializada de Combate a Crimes Relativos a Atividade Executiva de Transito) foram acionados por uma funcionária do Detran, que desconfiou dos erros. O suspeito estava com uma autorização de transferência preenchida, porém, preencheu e assinou uma declaração de residência de uma forma e na capa do processo do CGV (Cadastro Geral de Veículo), nos campos 49 e 57, de outra. Após entrevista ao suspeito, os agentes o levaram até a Delegacia para o registro do crime de falsidade ideológica.

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Fonte: Midiamax

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