Fraude no INSS é alvo de operação da Polícia Federal no ES

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19/12/2017

Uma operação foi deflagrada pela Polícia Federal no Espírito Santo para combater uma quadrilha que fraudava benefícios do INSS. Foi cumprido um mandado de busca e apreensão nesta terça-feira (19), na casa de uma dos investigados. De acordo com a PF, o grupo criminoso também tem braços no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. O prejuízo aos cofres do INSS atingiu quase R$ 500 mil. Os criminosos atuavam criando segurados fictícios com documentos falsos. Os membros do grupo recebiam os valores dos benefícios se passando por procuradores dos titulares. Além de saques, os bandidos ainda faziam empréstimos consignados em financeiras em nome dos falsos pensionistas. Os investigados vão responder por crime de estelionato qualificado e associação criminosa, podendo pegar mais penas e mais de oito anos e prisão. A Polícia Federal não divulgou mais informações sobre o caso para não atrapalhar as investigações.

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Fonte: Gazeta Online

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Preso trio suspeito de sacar benefícios de pessoas mortas em Arcoverde

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15/12/2017

Foram presos na quinta-feira (14), dois idosos de 71 e 80 anos e uma mulher de 48, suspeitos de utilizarem documentos falsos para sacar benefícios sociais de pessoas já falecidas em Arcoverde, no Sertão de Pernambuco. Segundo a Polícia Civil, o grupo tentava atualizar o cadastro para recebimento dos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) quando os funcionários do banco perceberam incoerência nos dados apresentados. O trio utilizava identidade das vítimas e colocava as fotografias deles nos documentos. Com o grupo, a polícia encontrou cartões de banco, comprovantes de saque e cerca de R$ 3 mil em espécie. Os três foram levados para a delegacia local para registro da ocorrência. O caso deverá ser investigado pela Polícia Federal.

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Fonte: NE 10

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Estelionatário é preso no DF por falsificar documentos para fraudar INSS e receber R$ 8 mil por mês

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14/12/2017

Documentos forjados pelo estelionatário; há cartões de crédito, RGs, certidões e carteiras de trabalho (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu em Samambaia um estelionatário que aplicava golpes no INSS. F.I. recebia, de forma irregular, pelo menos nove benefícios da Previdência – simulando ser idoso de baixa renda a fim de ter acesso ao dinheiro pago pelo governo. Juntando tudo, embolsava R$ 8.433 por mês. Conforme o delegado da 26ª DP, ele carregava diversos documentos falsos, como 7 certidões de nascimento, 15 carteiras de identidade, cartões de CPF e do Bolsa Família. A polícia chegou até ele porque iria cumprir um mandado de prisão por tráfico. Mesmo não encontrando o alvo, a equipe foi revistar o endereço e achou os documentos. Aos policiais, ele disse ter comprado o material falso em São Paulo. O homem foi autuado por falsificação de documento público, particular e da carteira de trabalho (crime previsto pela CLT). “Ele foi preso em casa. Não sabemos se ele tem passagem ou não porque tudo dele é do Piauí. Ele estava nesse novo endereço só há oito dias”, declarou o delegado. A próxima etapa das investigações vai apurar se os documentos são de pessoas que não existem ou se usa a identidade de indivíduos reais. Como falsificação de benefício do INSS é um crime federal, os detalhes devem ser remetidos à Polícia Federal.

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Fonte: G1

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PF estima prejuízo de mais de R$ 40 milhões ao INSS em fraude previdenciária em SC

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12/12/2017

A Polícia Federal estima que o prejuízo ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com a fraude previdenciária investigada na Operação Pandora tenha chegado a mais de R$ 40 milhões em quatro anos. A operação foi deflagrada nesta terça-feira (12) em Dionísio Cerqueira, no Oeste catarinense, e cumpriu 63 mandados. A investigação apontou fraudes, especialmente de benefícios rurais, de pessoas que “foram transformadas” em agricultores, mas que exerciam outras funções, muitas delas sem contribuírem com o INSS. Algumas dessas pessoas, inclusive, já estavam mortas. Segundo a PF, até moradores do Paraguai e da Argentina conseguiram benefícios indevidamente. A operação cumpriu 35 mandados de busca e apreensão e 28 de condução coercitiva, quando a pessoa é levada para prestar depoimento. Os cumprimentos desses mandados ocorreram nas cidades de Dionísio Cerqueira, Palma Sola (SC), Francisco Beltrão (PR), Salgado Filho (PR), Flor da Serra do Sul (PR), Barracão (PR), Bom Jesus do Sul (PR), Foz do Iguaçu (PR), Fazenda Rio Grande (PR), Sapiranga (RS), Confresa (MT) e São Paulo.

Investigação

“Há casos de pessoas extremamente jovens aposentadas por invalidez ou recebendo auxílio doença, geralmente com nenhuma ou poucas contribuições para a previdência. Há casos em que até pessoas mortas foram transformadas em agricultores, para que então o herdeiro reivindicasse pensão por morte. Houve um caso em que o marido requereu o benefício 29 anos depois da morte da esposa”, informou a PF. Nos casos de benefícios irregulares que não eram de pessoas que se passaram por agricultores, a investigação apontou o caso de um homem aposentado por invalidez por estar cego, mas que dirigia e foi filmado fazendo aulas de direção. Uma mulher também conseguiu atestar incapacidade por problemas de coluna, mas postou fotos levantando peso em uma academia. A PF ainda menciona o exemplo de um homem que alegava fortes dores, mas participava de um time de futebol. Muitos dos benefícios teriam sido deferidos por uma comarca do INSS no Paraná. “Atualmente, estão vigentes 910 benefícios, sendo que a contrapartida da contribuição previdenciária foi praticamente inexistente por parte dos beneficiários”.

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Fonte: G1

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Polícia Federal faz operação contra fraude ao INSS e Ministério do Trabalho no Litoral Norte do RS

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11/12/2017

A Polícia Federal do Rio Grande do Sul descobriu um esquema de fraude ao INSS e ao Ministério do Trabalho no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Cinco mandados de busca e apreensão são cumpridos na manhã desta segunda-feira (11) em Capão da Canoa, Imbé e Cidreira. De acordo com a PF, os agentes identificaram a ação de um contador, que informava à Previdência Social sobre vínculos de trabalhadores com empresas já encerradas, a fim de obter benefícios ilegalmente junto ao INSS e ao Ministério do Trabalho e Emprego. O prejuízo chega a R$ 410 mil, levando em conta a base de amostra de benefícios analisados. O valor, porém, poderia chegar a R$ 1,3 milhões, de acordo com a PF. As investigações iniciaram em setembro. Segundo a PF, o crime fim é o estelionato majorado, já que é praticado contra a União. A pena prevista chega a até seis anos e meio de prisão.

Contador informava vínculos falsos ao INSS e ao Ministério do Trabalho, com o objetivo de obter benefícios ilegais. Prejuízo chega ao R$ 410 mil (Foto: Divulgação/Polícia Federal )


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Fonte: G1

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PF prende seis por fraude no INSS na Bahia

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13/09/2017

Na Bahia, nesta quarta-feira (13), a Polícia Federal prendeu seis pessoas durante a Operação Álibi. A ação aconteceu em Teixeira de Freitas, Nova Viçosa e Porto Seguro, no interior do estado. Outras duas pessoas foram detidas em Minas Gerais e Rio de Janeiro. A operação investiga um grupo criminoso dedicado a fraudar a Previdência Social. De acordo com a PF, a quadrilha usava nomes de pessoas que morreram na infância. Os dados fraudulentos eram usados para fazer alguns recolhimentos à Previdência Social com valores próximos ao teto de contribuição. Com isso, eles deixavam as “falsas pessoas” aptas a receber algum benefício do INSS. Em seguida, eles simulavam o falecimento dessas pessoas, solicitando o benefício de pensão por morte. O prejuízo ultrapassou R$ 2 milhões.

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Fonte: A Tarde

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Quadrilha usava nome de mortos para fraudar benefícios do INSS no Piauí

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12/09/2017

Foi deflagrada na manhã desta terça-feira (12), pela Polícia Federal do Piauí, a operação Tripla Face. A ação investiga fraudes no sistema previdenciário local. Conforme as autoridades, a quadrilha falsificava documentos e recebia benefícios em nome de pessoas mortas. A operação é continuação da Fantôme, que cumpriu 14 mandados judiciais em Teresina e mais cinco cidades do Maranhão. A ação desta terça contou com a participação de 15 policiais federais. Conforme as investigações, o pagamento para essas pessoas “fantasmas” geram um prejuízo anual de R$ 1,2 milhão. As investigações guiam para crime de estelionato previdenciário, associação criminosa, falsidade ideológica e uso de documento falso. A Justiça também determinou o bloqueio das contas dos suspeitos e os documentos apreendidos foram encaminhados para a sede da PF em Teresina.

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Fonte: Diário de Pernambuco

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