Ex-servidora do INSS acusada de fraudar aposentadorias tem bens bloqueados

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06/11/2019

A AGU (Advocacia-Geral da União) conseguiu na Justiça bloquear os bens de uma ex-servidora do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) no Pará acusada de fraudar concessão de aposentadorias por meio de sentenças judiciais falsificadas. De acordo com a AGU, além dela, acusada de fraudar 25 concessões de aposentadorias, um grupo de fraudadores também foi processado pelas práticas ilegais.Segundo o órgão, as concessões fraudulentas geraram um dano de aproximadamente R$ 550 mil aos cofres do INSS. Na ação de improbidade foi requerido não apenas o ressarcimento desse valor, como também a aplicação de multa de três vezes o valor do dano e aplicação de outras sanções.De acordo com o órgão, o esquema funcionava da seguinte maneira: primeiro, o grupo criminoso procurava indivíduos com mais de 60 anos de idade e prometia a concessão de benefícios. Depois de cooptar interessados, um advogado fraudava os processos judiciais e então, a ex-servidora do INSS concedia os benefícios. Em troca dos serviços prestados, o grupo recebia parte dos valores das aposentadorias.

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Fonte: UOL

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PF deflagra operação na Grande BH para investigar fraude no INSS

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22/10/2019

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (22) uma operação para investigar fraudes na obtenção de benefícios previdenciários que podem chegar a mais de R$ 13,5 milhões. A força-tarefa previdenciária de hoje, formada pela Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista, batizada de Operação Acinte, que faz alusão à postura de dois investigados em relação à Justiça. Um deles foi indiciado em cerca de 100 inquéritos policiais que tramitaram na PF, com condenação em pelo menos três ações penais relacionadas à prática de estelionato em detrimento do INSS. O segundo possui vários registros policiais, tendo sido preso em flagrante na Zona da Mata mineira, em maio de 2017, nas dependências da Receita Federal, tentando obter registros na base CPF com diversos documentos de identidade falsos em seu poder. A ação penal a que o segundo envolvido responde encontra-se em fase de prolação de sentença, ou seja, há recursos jurídicos a serem esgotados. Segundo a Polícia Federal, apesar dos processos, ambos os investigados permanecem fraudando o INSS e, mensalmente, gastam grande parte de seu tempo comparecendo às agências bancárias, para sacar os valores relacionados aos benefícios fraudados.

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Fonte: SeteLagoas

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PRF prende homem suspeito de liderar esquema de fraudes no INSS no MA e PI

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18/10/2019

A Polícia Rodoviária Federal do Maranhão (PRF-MA) prendeu nesta quinta-feira (17), o homem apontado como líder de um esquema de fraude milionária contra o INSS no Maranhão e Piauí. Ele havia sido preso na operação ‘Grande Família’ deflagrada pela Polícia Federal em maio deste ano e estava foragido da Justiça do Piauí. Contra ele, existem dois mandados de prisão pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica, corrupção ativa e assalto qualificado. De acordo com a PRF, ele foi solto após a operação da PF e teve a prisão preventiva decretada em setembro. Após a prisão, ele foi encaminhado ao 12º Delegacia de Polícia Civil. Segundo a PF, 639 benefícios do INSS foram fraudados durante o esquema.

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Fonte: G1 MA

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Operação identifica fraude de R$ 55 milhões em São Paulo

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23/09/2019

A Força-Tarefa Previdenciária em São Paulo cumpre, na manhã desta segunda-feira (23), 22 mandados de busca e apreensão em casas, escritórios e locais de trabalho de advogados, contadores e servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os envolvidos são acusados de criar tempo de trabalho fictício para garantir a concessão de aposentadorias. Os mandados estão sendo cumpridos nos municípios paulistas de Guarulhos, Diadema e São Paulo, e inclui ainda quatro agências do INSS onde os servidores investigados exerciam suas atividades. Foi determinado também o afastamento de suas funções, no INSS, dos servidores envolvidos. Todos os mandados foram expedidos pelo Juízo da 9ª Vara Federal Criminal de São Paulo (SP). As investigações demonstraram que o esquema consistia na inclusão de tempo de contribuição fictício para a obtenção de aposentadorias, o que era feito por meio de GFIP (Guias de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social) registradas em nome de empresas inativas. Foram identificados centenas de vínculos laborais suspeitos, em sua maioria por empresa do ramo do comércio, relacionados a 335 empresas. As investigações do caso tiveram início em 2018, a partir de denúncia recebida do INSS e posterior batimento de dados realizado pela Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. De acordo com estimativa da coordenação, o prejuízo causado pelas fraudes chega a R$ 55 milhões. No entanto, a desarticulação desse esquema criminoso e a suspensão dos benefícios indevidos permitirá uma economia de, pelo menos, R$ 347 milhões, em valores futuros que seriam pagos aos supostos beneficiários das aposentadorias irregulares, conforme estimativa que considera a expectativa de sobrevida projetada pelo IBGE. A operação contou com a participação de 80 policiais federais e quatro servidores da CGINT. Recebeu o nome de Cronocinese (capacidade de manipular o fluxo de tempo), em referência ao mecanismo de fraude utilizado, isto é, à criação fictícia de tempo de contribuição. Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, estelionato e inserção de dados falsos em sistemas de informação, cujas penas variam de 2 a 12 anos de reclusão.

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Fonte: Previdência

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Mulher detida em operação da PF contra fraudes no INSS na Bahia já tinha sido presa 4 vezes em 2018

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20/09/2019

Uma mulher que está entre os presos na Operação Lama Preta, deflagrada nesta quinta-feira (19), na Bahia, contra fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), já tinha sido detida outras quatro vezes em 2018, segundo informações divulgadas pela Polícia Federal (PF). O grupo era investigado há 3 anos e a suspeita é de que mais de 100 benefícios tenham sido falsificados. O prejuízo aos cofres públicos passam dos R$ 4 milhões. “Conseguimos desbaratar esse grupo criminoso, que é formado em sua maioria por estelionatários com amplas passagens policiais”, disse o delegado da PF. Segundo a PF, idosos e deficientes eram usados como “dublês” pelo grupo. Eles usavam nomes, fotos e documentos falsos e se apresentavam nas agências do INSS para obter benefícios da instituição. Pela participação no esquema, eles levavam uma parte do dinheiro. A suspeita foi surpreendida pelos policiais, no início da manhã juntamente com o marido, na cidade de Camaçari. Além do casal, segundo a PF, outras sete pessoas foram detidas nesta quinta. Entre eles um empresário de Vilas do Atlântico, área de classe média alta em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador. De acordo com a PF, ele era responsável pela falsificação e produção dos documentos usados na fraude. Idosos e deficientes físicos que colocavam o esquema em prática também foram detidos. Outros três suspeitos seguem foragidos. Todos estão com mandados de prisão preventiva. Além da fraude em benefícios, conforme a PF, os envolvidos também usavam os documentos falsos para fraudar compras em lojas e financiamento de carros. Durante a operação, que também cumpriu 11 mandados de busca e apreensão, a Polícia Federal apreendeu fotos 3×4, cartões de crédito e documentos falsos usados pelo grupo. A corporação destacou que não foram identificadas participações de funcionários do INSS no esquema.

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Fonte: G1

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Operação no ES: fraude milionária no INSS com idosos ‘fantasmas’

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29/08/2019

Segunda fase da Operação Efígie, que investiga um esquema milionário de fraudes no INSS, idosos “fantasmas” eram usados nos crimes para receber um benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).Suspeitos de criar 55 “idosos fantasmas” para fraudar o INSS. Foram apreendidos centenas de documentos falsos, o esquema durou 15 anos. Fraudes ocorriam no Espírito Santos e na Bahia. O prejuízo foi de aproximadamente R$ 6 milhões aos cofres públicos, o que poderia chegar na casa dos R$ 10 milhões caso não fossem descobertos.A Polícia Federal está apurando como eles tinham acesso a documentos falsos. A polícia não divulgou o nome do suspeito líder da quadrilha, ele está preso desde junho quando foi deflagrada a primeira fase da operação Efígie.

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Fonte: GAZETAONLINE

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PF detém suspeita de tentar sacar benefício do INSS com documento falso em Campos, no RJ

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01/04/2019

Uma mulher suspeita de tentar sacar um benefício de outra pessoa com documentos falsos foi detida pela Polícia Federal nesta segunda-feira (1º) em uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. De acordo com a PF, a mulher era investigada desde 2009 pela corporação e foi abordada por agentes à paisana na agência. A PF informou também que a suspeita foi encaminhada para a delegacia, mas passou mal e foi levada para o Hospital Ferreira Machado (HFM). Ainda segundo a PF, os agentes aguardam a alta da suspeita para que a ocorrência seja concluída e ela seja encaminhada para o Presídio Feminino de Campos. A mulher irá responder por uso de documento falso e a pena para este tipo de crime vai de dois a seis anos de prisão.

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