PF prende seis por fraude no INSS na Bahia

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13/09/2017

Na Bahia, nesta quarta-feira (13), a Polícia Federal prendeu seis pessoas durante a Operação Álibi. A ação aconteceu em Teixeira de Freitas, Nova Viçosa e Porto Seguro, no interior do estado. Outras duas pessoas foram detidas em Minas Gerais e Rio de Janeiro. A operação investiga um grupo criminoso dedicado a fraudar a Previdência Social. De acordo com a PF, a quadrilha usava nomes de pessoas que morreram na infância. Os dados fraudulentos eram usados para fazer alguns recolhimentos à Previdência Social com valores próximos ao teto de contribuição. Com isso, eles deixavam as “falsas pessoas” aptas a receber algum benefício do INSS. Em seguida, eles simulavam o falecimento dessas pessoas, solicitando o benefício de pensão por morte. O prejuízo ultrapassou R$ 2 milhões.

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Fonte: A Tarde

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Quadrilha usava nome de mortos para fraudar benefícios do INSS no Piauí

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12/09/2017

Foi deflagrada na manhã desta terça-feira (12), pela Polícia Federal do Piauí, a operação Tripla Face. A ação investiga fraudes no sistema previdenciário local. Conforme as autoridades, a quadrilha falsificava documentos e recebia benefícios em nome de pessoas mortas. A operação é continuação da Fantôme, que cumpriu 14 mandados judiciais em Teresina e mais cinco cidades do Maranhão. A ação desta terça contou com a participação de 15 policiais federais. Conforme as investigações, o pagamento para essas pessoas “fantasmas” geram um prejuízo anual de R$ 1,2 milhão. As investigações guiam para crime de estelionato previdenciário, associação criminosa, falsidade ideológica e uso de documento falso. A Justiça também determinou o bloqueio das contas dos suspeitos e os documentos apreendidos foram encaminhados para a sede da PF em Teresina.

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Fonte: Diário de Pernambuco

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PF identifica fraudes em aposentadorias que somam R$ 10 milhões na região de Ribeirão Preto

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05/09/2017

A Polícia Federal descobriu que nos últimos quatro anos ao menos 3,5 mil aposentadorias foram pagas indevidamente pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) devido a fraudes na região de Ribeirão Preto (SP). O valor total desviado dos cofres públicos chega a R$ 10 milhões. Na maioria dos casos, familiares recebiam os benefícios em nome dos verdadeiros favorecidos, que já haviam morrido. O delegado responsável diz que os investigados respondem por estelionato, cuja pena varia de um a cinco anos de prisão. “O benefício se extingue com a morte da pessoa. Salvos os casos em que é permitido legalmente um dependente continuar recebendo. Mas, na maioria dos casos, as pessoas não têm direito a continuar com o benefício, mas vão ao banco e fazem os saques”, explica. Ele afirma que esse tipo de fraude é identificado quando o beneficiário não comparece à prova de vida anual, feita no banco onde a aposentadoria é sacada. Ele destaca que a pena pode ser aumentada em um terço por se tratar de crime contra entidade pública federal. O gerente executivo do INSS em Ribeirão, diz que a Previdência também cruza os dados com os cartórios: quando uma certidão de óbito é registrada, automaticamente a aposentadoria é cancelada. Entretanto, nem sempre isso ocorre. “Existem casos em que não houve a elaboração da certidão de óbito, ou os dados não conferem entre o sistema e a certidão de óbito, ficando assim o benefício ativo. Quando a pessoa não faz a prova de vida no banco, a gente recebe a relação”, diz. Ele explica que também é comum a fraude de aposentadorias por invalidez. Nesse caso, o trabalhador que tem direito ao benefício retorna às atividades profissionais, mas sem registro formal, o que também constitui crime. “Também acontece e a gente faz a apuração. Identificando que ela já tem capacidade de trabalho, vamos cobrar dela todos os valores que ela recebeu do auxílio doença”, afirma o gerente do INSS.

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Fonte: G1

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Fraudes no INSS geram rombo de R$ 5 bilhões aos cofres públicos em 15 anos

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31/08/2017

As fraudes no INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) provocaram um prejuízo de R$ 5,01 bilhões aos cofres públicos nos últimos 15 anos. Esses desvios foram identificados e levaram à prisão de 2.729 pessoas envolvidas nas fraudes. Entre os suspeitos detidos estavam 416 servidores do próprio instituto. A tarefa de investigar as fraudes no INSS é da Coinp (Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária), órgão da Secretaria de Previdência Social que atua em conjunto com a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, INSS, Tribunal de Contas da União e a Advocacia-Geral da União. Em média, a força-tarefa faz 5,5 operações de investigação de fraudes na concessão de benefícios do INSS por mês. Essas apurações resultam, em média, em quatro suspeitos presos todos os meses por participação em crimes contra o instituto. Em entrevista, o secretário de Previdência Social explicou que é possível identificar uma mudança no perfil das fraudes e uma ação efetiva do governo no combate às irregularidades.

— Não há mais aquela situação de fraudes bilionárias de difícil recuperação. Hoje as ocorrências são regionalizadas e focadas em grupos específicos de benefícios, que geralmente não dependem da comprovação de um período longo de vínculo contributivo. De positivo, temos que o combate está mais eficiente e consegue detectar a tipologia das fraudes, que evoluiu ao longo do tempo.

Desde janeiro, já foram feitas 44 operações e flagrantes de fraudes. Um levantamento da Secretaria de Previdência apontou que, se não fossem descobertas, as concessões fraudulentas de 2017 representariam uma despesa total de R$ 153,5 milhões. O estudo considera o valor acumulado mensalmente da fraude, considerando a expectativa média de vida do segurado.

— O cancelamento dos benefícios e a prisão dos suspeitos de fraude é um processo contínuo. Assim como existe o aprimoramento dos procedimentos de concessão, também há a evolução dos métodos dos fraudadores. Também são respeitados, amplamente, o direito de defesa dos suspeitos.

Outro foco de trabalho da secretaria é a recuperação dos valores desviados.

— Não é um procedimento fácil, [porque] existem várias etapas processuais e a outra parte pode recorrer. Queremos envolver ainda mais a Advocacia-Geral da União para que os cofres públicos sejam ressarcidos.

Golpes comuns

Nem sempre o alvo principal dos golpistas é a concessão de um benefício irregular. A Secretária de Previdência Social identificou um aumento nas reclamações de segurados dizendo que receberam ligações da Previdência, relata o secretário.

— O INSS não liga para ninguém. As informações e orientações são dadas pela central de atendimento 135. Lá o segurado encontra todas as informações oficiais. Além disso, todos os serviços do INSS são gratuitos.

A abordagem dos fraudadores costuma acontecer da seguinte forma: os criminosos entram em contato, por telefone, com segurados e se identificam como integrantes do CNP (Conselho Nacional de Previdência). Depois, oferecem algum tipo de benefício. Afirmam que o aposentado ou pensionista teria direito a receber valores atrasados, geralmente, grandes quantias de dinheiro. Na sequência, pedem que entrem em contato com eles por meio de um número de telefone. Quando o cidadão faz a ligação, os fraudadores pedem que informem dados pessoais e solicitam o depósito de determinada quantia em uma conta bancária, para liberar um pagamento que não existe. A subsecretária de Gestão da Previdência orienta para não cair no golpe.

— A principal dica é não se deixar levar pela conversa dos golpistas. Algumas vezes eles também dizem que são da auditoria do INSS e que há um valor alto para resgatar. Esse tipo de ligação nunca é do INSS. O atendimento é feito na rede de agências e pelo 135 apenas.

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Fonte: R7

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Suspeito de fraudar benefícios de aposentados e pensionistas do INSS é preso em Curitiba

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12/07/2017

Na manhã desta quarta-feira (12), um homem de 50 anos, suspeito de fraudes envolvendo benefícios de aposentados e pensionistas, foi preso em flagrante dentro de uma agência bancária no bairro Alto da XV, em Curitiba. Segundo a Polícia Civil, o suspeito fraudava os documentos para conseguir realizar os saques e teria feito dezenas de vítimas. Procurado pela reportagem, o INSS disse que não se manifesta nestes casos e que isso deve ficar a cargo da área judicial. Conforme a Polícia Civil, o suspeito possuía um mandado de prisão em aberto, expedido pela Justiça Federal, por fraudar vários documentos contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ele foi detido no momento em que tentava abrir uma conta em nome de terceiros. Conforme o delegado responsável, o suspeito confessou o crime em depoimento e alegou ter pago R$ 300 pela falsificação dos documentos para abertura de conta bancária. O suspeito foi identificado após a agência bancária desconfiar da documentação apresentada. “O homem desconfiou que a polícia seria acionada e conseguiu se desfazer de toda a documentação apresentada para abertura da conta, porém, a gerente do banco já havia xerocado os documentos”, disse o delegado. O preso deve responder pelos crimes de estelionato e falsificação ideológica, além das fraudes cometidas contra o INSS. Se condenado, poderá pegar mais de 10 anos de prisão.

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Fonte: G1

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Dupla é detida em Americana após tentar dar entrada em benefício do INSS com documentos falsos

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22/06/2017

Na tarde desta quinta-feira (22), dois homens foram detidos com documentos falsos em uma agência bancária de Americana (SP). Segundo a Polícia Militar (PM), os suspeitos tentavam dar entrada em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A dupla foi encaminhada para a Polícia Federal de Piracicaba (SP), onde o caso é registrado nesta quinta-feira. De acordo com a corporação, a PM foi chamada pelo gerente do banco após o funcionário perceber que os documentos eram falsos. Até as 18h30 desta quinta-feira (22), a ocorrência estava em andamento. A Polícia Federal de Piracicaba não confirmou se os suspeitos ficarão presos.

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Fonte: G1

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Servidora do INSS agia junto ao cunhado para fraudar aposentadorias rurais em Montes Claros

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12/06/2017

A Polícia Federal afirma que a funcionária do INSS presa nesta segunda-feira (12), durante a operação Contrição, agia junto ao cunhado dentro da agência em Montes Claros para fraudar as concessões de aposentadorias rurais. H.R.V.Braga trabalhava no setor de atendimento aos candidatos a receberem os benefícios na agência. Neste setor, o benefício era concedido ou não. O esquema foi denunciado pelo INSS em dezembro de 2016 após ser descoberto por servidores que trabalham com monitoramento operacional de benefícios na agência em Montes Claros. “Estes são funcionários que trabalham diariamente com esta rotina de atividade e, ao verificarem alguns benefícios de aposentadorias rurais, verificaram indícios de irregularidades na concessão destes benefícios”, explica o gerente executivo do INSS em Montes Claros. Além da servidora do INSS, outras duas pessoas foram presas na operação. A polícia investiga 97 benefícios concedidos irregularmente, com o intermédio da organização criminosa. “Para conceder o benefício é necessário uma prova documental, e esta prova vinha por intermédio da falsificação da declaração do sindicato dos trabalhadores rurais”, explica o delegado da PF. Todos os beneficiários podem responder por estelionato qualificado, pois sabiam que as aposentadorias eram concedidas de forma irregular. A investigação apontou também que beneficiários contratavam empréstimos consignados logo que os benefícios eram concedidos e este dinheiro era repassado integralmente aos intermediários da fraude. A PF acredita que a estrutura principal do esquema tenha faturado cerca de R$ 1 milhão.

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Fonte: G1

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