Operação Constrição desarticula grupo criminoso que fraudava o INSS no Norte de Minas

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12/06/2017

Dois mandados de prisão preventiva, um de temporária e 12 mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Federal, na manhã desta segunda-feira (12), através da Operação Constrição, que investiga organização criminosa que fraudava a previdência social no Norte de Minas. Um dos mandados de prisão preventiva é contra uma servidora do INSS. A ação da PF, realizada em Montes Claros, é em parceria com a Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda. Sete pessoas também devem ser conduzidas coercitivamente pela Polícia Federal. Segundo as investigações, a organização atuava na cooptação e concessão de benefícios previdenciários fraudulentos com a participação de servidores do INSS, em troca de vantagem indevida. “Vantagem esta consubstanciada em pagamento de determinado valor, que era fruto de empréstimos consignados, contratados em nome dos beneficiários das fraudes”, diz a Polícia Federal. Segundo a PF, o valor do prejuízo é de R$ 486 mil referentes à concessão dos benefícios fraudados e R$ 416 mil de empréstimos consignados que recaíram sobre os benefícios previdenciários. Os investigados estão sendo indiciados por estelionato, falsidade ideológica, organização criminosa e inserção de dados falsos em sistemas de informações.

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Fonte: G1

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Operação da PF combate fraude de quase R$ 500 mil ao INSS, no ES

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16/05/2017

Foi deflagrada na manhã desta terça-feira (16), uma operação da Polícia Federal para combater fraudes previdenciárias no Espírito Santo. Até o momento, as investigações estimam o prejuízo de quase R$ 500 mil aos cofres do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Conforme a Polícia Federal, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão nas residências do investigado. A operação “La Pensão è mobile” contou com a atuação de 17 policiais federais.

Investigação

A Polícia Federal identificou uma organização criminosa que atuava para conseguir benefícios fraudulentos do INSS. Para isso, os criminosos usavam documentos falsos, criando beneficiários fictícios. O dinheiro era recebido pelos membros do grupo criminoso, que se passavam por procuradores do titular da conta. Além dos saques, o criminoso também realizava empréstimos consignados em financeiras. Até o momento, o prejuízo estimado é de quase R$ 500 mil aos cofres públicos.

Crimes

Os investigados podem responder pelo crime de estelionato qualificado (artigo 171) e associação criminosa (artigo 288). A pena para esses tipos de crimes, previstos no Código penal, poderá ultrapassar oito anos de prisão.

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Fonte: G1

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PF deflagra operação que investiga fraude na Previdência Social de RO

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12/12/2016

Foi deflagrada na manhã desta segunda-feira (12), pela Polícia Federal, com apoio de auditores da Previdência Social, a Operação Imprevidência. Conforme as investigações, uma organização criminosa que atuava no Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Porto Velho (Ipam), aplicou ao menos R$ 80 milhões em investimentos fraudulentos como contrapartida pela injeção de valores na campanha de reeleição do prefeito da capital. Estão sendo investigados os crimes de gestão fraudulenta e corrupção ativa no Ipam e também em outros cinco municípios de Rondônia. Cerca de 73 policiais federais cumpriram 30 mandados judiciais, sendo quatro de prisão temporária, 19 de busca e apreensão, sete de condução coercitiva. Os mandados estão sendo cumpridos nos Estados de São Paulo e Rondônia. A investigação apurou que uma organização criminosa, formada por empresários, corretores de investimentos, lobistas e servidores públicos atuou com o fim de viabilizar a realização de aplicação de R$ 80 milhões do Ipam em fundos de investimentos “podres” ou fraudulentos, como contrapartida pela injeção de valores na campanha de reeleição do prefeito de Porto Velho. Para atingir seu objetivo a organização criminosa procurou pressionar e corromper servidores públicos, mediante o oferecimento de propina. A organização criminosa pretendia captar 250 milhões de reais junto aos institutos de previdência de municípios de Rondônia para investi-los em fundos “podres”. Os investigados responderão, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, gestão fraudulenta e corrupção ativa.

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Fonte: G1

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PF desarticula grupo que fraudava seguro-desemprego e benefícios na Bahia

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23/11/2016

A Polícia Federal, durante a Operação Melaço, desarticulou nesta quarta-feira (23) uma organização criminosa que fraudava benefícios previdenciários e do seguro-desemprego. Policiais federais e servidores da Previdências Social e do Ministério do Trabalho foram às cidades baianas de Ipiaú, Ibirataia, Valença, Prado, Porto Seguro, Itamaraju e Santa Cruz Cabrália, para cumprir 31 mandados, sendo 13 de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão. As investigações da PF apontaram que o grupo tinha ajuda de técnicos em contabilidade, aliciadores e atendentes do Sistema de Empregos da Bahia (Sine/BA), que atuavam de modo conjunto há mais de 10 anos. O esquema funcionava a partir dos aliciadores, que abordavam pessoas dispostas a cederem os documentos, como carteira de trabalho e cartão cidadão. Esses documentos passavam a ser registrados em empresas laranjas, ou já inativas, de forma retroativa, como se os aliciados trabalhassem há cerca de um ano. Depois disso, forjavam as rescisões do falso contrato com essas empresas, para que fossem solicitados os benefícios do seguro-desemprego e da Previdência Social.

Seis mil vínculos empregatícios falsos

Até o momento, os órgãos de investigação detectaram que mais de 6 mil vínculos empregatícios falsos foram inseridos em pelo menos 236 empresas usadas nas fraudes. E, em quase todos os casos, foi pedido o seguro-desemprego nas agências do Sine investigadas, o que pode indicar a participação dos agentes públicos no esquema. Os investigadores descobriram ainda que foram gastos mais de R$ 17 milhões em pagamento de seguros-desemprego com suspeita de fraude, além de R$ 1 milhão em benefícios previdenciários, também fraudados. Com a operação de hoje, a Polícia Federal pode ter evitado o prejuízo superior a R$ 5 milhões ao Programa Seguro-desemprego, segundo a polícia.

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Fonte: Agência Brasil

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Ex-servidor do INSS é condenado a 11 anos de prisão no Pará

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07/10/2016

Por ter fraudado o banco de dados do INSS em Belém, a Justiça Federal condenou um ex-servidor a 11 anos, um mês e dez dias de prisão em regime fechado. A condenação foi publicada em sentença em que um juiz federal julgou três ações movidas pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o homem. O condenado foi preso pela operação Hidra de Lerna, realizada em 2011 pela Força-tarefa Previdenciária no Estado do Pará, composta pelo Ministério da Previdência Social, Polícia Federal e MPF. Quatro organizações criminosas foram identificadas durante as investigações, sendo que em três delas houve a participação do ex-funcionário ou de outros servidores do INSS que também respondem a ações penais. A equipe de investigação identificou cerca de 370 benefícios com indícios de irregularidades. O prejuízo causado aos cofres da União foi calculado na época da operação em torno de R$ 10 milhões. A fraude se dava da seguinte maneira: os chefes das quadrilhas arregimentavam pessoas idosas, chamadas de “soldados”, que utilizavam documentos falsificados e se faziam passar por supostos beneficiários nas agências do INSS e agências bancárias. Os membros das quadrilhas também requeriam e recadastravam benefícios, desbloqueavam cartões de pagamentos e renovavam senhas, com ou sem a participação de idosos e de servidores do INSS.

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Fonte: G1

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Suspeitos de fraude no INSS tinham padrão de vida acima da renda, diz PF

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06/10/2016

Foi divulgado pela Polícia Federal que a quadrilha suspeita de fraudar a Previdência Social usando documentos falsos conseguiu mais de 60 benefícios de maneira irregular. Conforme as investigações, o grupo, formado por 12 pessoas, tinha um padrão de vida muito acima com a renda que tinham, já que a maioria deles trabalhava como autônomo. Ao todo são cumpridos 12 mandados de prisão, 8 de busca e apreensão e 2 de condução coercitiva nos estados de Goiás, Piauí, Mato Grosso e Distrito Federal. As investigações começaram em 2014 após uma denúncia de fraude. Ao todo, o grupo conseguiu obter 62 benefícios sociais, como auxílio doença e amparo social ao idoso. A polícia disse ainda que a quadrilha também deu entrada em seguros-desemprego também usando documentos falsos. O prejuízo é de aproximadamente R$ 2,3 milhões aos cofres públicos. “Os integrantes são nascidos no Piauí e no Maranhão e falsificavam certidões de nascimento desses estados com nomes falsos para, nos institutos de identificação, darem entrada em RGs, CPFs, títulos de eleitor e, assim, solicitar os benefícios nas agências do INSS”, disse o chefe da Assessoria de Pesquisa Estratégica do Ministério da Previdência Social. Uma única pessoa tinha vários benefícios ao mesmo tempo, recebendo como se fosse pessoas diferentes. Em outros casos, os criminosos repassavam os cartões de benefícios para amigos ou familiares. “Como esses nomes são falsos, essas pessoas que constavam nos documentos nunca iam morrer, então o benefício seria eterno para essas pessoas. Com essa operação, evitamos uma fraude de mais de R$ 9 milhões”, disse um delegada. Segundo as investigações, o grupo se mudava constantemente de lugar e também mudava a cidade onde aplicavam o golpe, para dificultar o trabalho da polícia. Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, a polícia encontrou papéis de carteiras de identidade em branco. Agora, a corporação vai investigar se o material é origina, como ele foi conseguido e se o grupo tem a ajuda de servidores públicos para cometer a fraude. Os suspeitos vão responder pelos crimes de estelionato, falsificação de documento público e documento particular.

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Fonte: G1

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Mulher se passava por idosa de 100 anos para sacar benefícios no AM

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06/10/2016

Em Manaus (AM), a polícia prendeu uma mulher de 43 anos suspeita de aplicar golpe de mais de R$ 113 mil na Previdência Social do estado. Ela recebia um benefício de R$ 4.727 mil em nome de uma idosa de 100 anos. O esquema ocorria há pelo menos dois anos. A polícia vai investigar o envolvimento de mais pessoas na fraude. A mulher foi interceptada pela polícia às 11h de terça-feira (04), dentro de uma fundação sem fins lucrativos, responsável pela previdência social de servidores do Estado. As investigações em torno do caso tiveram início há um mês, após um funcionário da fundação desconfiar da legalidade do benefício que estava sendo pago à mulher. “Como não tínhamos a identidade da infratora, nós solicitamos que a fundação fizesse o bloqueio do pagamento para que a pessoa beneficiada se apresentasse no lugar. No momento em que solicitou a reativação do benefício em nome da idosa, a nossa equipe efetuou a prisão dela. As investigações irão continuar, pois não sabemos se a idosa existe realmente ou se já faleceu”, explicou o delegado do 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP). A possibilidade de outras pessoas estarem envolvidas no esquema criminoso não foi descartada. Em depoimento, a suspeita disse que abriu uma conta corrente com o nome da idosa apenas assinando um papel, sem precisar comparecer à agência bancária. “Acreditamos que uma quadrilha esteja envolvida no crime. A suspeita retirou cartões de crédito e realizou empréstimos no valor de quase R$ 500 mil utilizando os documentos falsos”, afirmou o delegado. Durante depoimento, a mulher confessou que recebe o benefício há mais de dois anos, e quem a teria envolvido no esquema criminoso foi um homem, ainda não identificado, que providenciou a documentação da idosa para que a suspeita se passasse pela idosa e aplicasse o golpe. “Ela argumentou que quando o dinheiro caía na conta ela sacava R$ 600 para ela e o restante era entregue ao homem que seria o mentor do crime”, explicou o delegado.

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Fonte: G1

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