Mulher é presa no Ceará tentando fazer prova de vida de pessoa já morta

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27/11/2019
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Servidores da Agência de Previdência Social de Canindé perceberam a fraude e chamaram a polícia para averiguar a situação. Em ação da Força-Tarefa Previdenciária, a Polícia Federal prendeu, na última quarta (20), uma mulher que tentava fazer prova de vida de uma beneficiária sabidamente já falecida. A detenção ocorreu na Agência da Previdência Social em Canindé (CE). O benefício pretendido era uma aposentadoria por idade. A polícia foi acionada pelos servidores da agência, que perceberam a tentativa da prova de vida falsa. Após a prisão, foram detectados outros benefícios em nome da pessoa detida em flagrante.
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Fonte: Previdência

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Quadrilha é alvo da PF por fraude em benefícios do INSS

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20/11/2019

Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira (20) a Operação Senes, para combater uma quadrilha especializada em fraude previdenciária nos estados do Piauí, Maranhão e na cidade de Brasília (DF). As investigações identificaram prejuízo da ordem de R$ 7,6 milhões aos cofres públicos, com o pagamento de benefícios obtidos de forma indevida. “Contudo, com a deflagração desta operação, a economia gerada é de pelo menos R$ 13,6 milhões, apenas considerados os benefícios previdenciários identificados e suspensos nessa primeira fase da investigação”, diz a PF. Os policiais federais cumprem desde as primeiras horas da manhã de hoje três mandados de prisão preventiva e nove de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal em Parnaíba. Os investigados responderão pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistemas de informação e formação de quadrilha.

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Fonte: Metrópoles

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Operação identifica fraude de R$ 55 milhões em São Paulo

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23/09/2019

A Força-Tarefa Previdenciária em São Paulo cumpre, na manhã desta segunda-feira (23), 22 mandados de busca e apreensão em casas, escritórios e locais de trabalho de advogados, contadores e servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os envolvidos são acusados de criar tempo de trabalho fictício para garantir a concessão de aposentadorias. Os mandados estão sendo cumpridos nos municípios paulistas de Guarulhos, Diadema e São Paulo, e inclui ainda quatro agências do INSS onde os servidores investigados exerciam suas atividades. Foi determinado também o afastamento de suas funções, no INSS, dos servidores envolvidos. Todos os mandados foram expedidos pelo Juízo da 9ª Vara Federal Criminal de São Paulo (SP). As investigações demonstraram que o esquema consistia na inclusão de tempo de contribuição fictício para a obtenção de aposentadorias, o que era feito por meio de GFIP (Guias de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social) registradas em nome de empresas inativas. Foram identificados centenas de vínculos laborais suspeitos, em sua maioria por empresa do ramo do comércio, relacionados a 335 empresas. As investigações do caso tiveram início em 2018, a partir de denúncia recebida do INSS e posterior batimento de dados realizado pela Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. De acordo com estimativa da coordenação, o prejuízo causado pelas fraudes chega a R$ 55 milhões. No entanto, a desarticulação desse esquema criminoso e a suspensão dos benefícios indevidos permitirá uma economia de, pelo menos, R$ 347 milhões, em valores futuros que seriam pagos aos supostos beneficiários das aposentadorias irregulares, conforme estimativa que considera a expectativa de sobrevida projetada pelo IBGE. A operação contou com a participação de 80 policiais federais e quatro servidores da CGINT. Recebeu o nome de Cronocinese (capacidade de manipular o fluxo de tempo), em referência ao mecanismo de fraude utilizado, isto é, à criação fictícia de tempo de contribuição. Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, estelionato e inserção de dados falsos em sistemas de informação, cujas penas variam de 2 a 12 anos de reclusão.

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Fonte: Previdência

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Operação no ES: fraude milionária no INSS com idosos ‘fantasmas’

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29/08/2019

Segunda fase da Operação Efígie, que investiga um esquema milionário de fraudes no INSS, idosos “fantasmas” eram usados nos crimes para receber um benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).Suspeitos de criar 55 “idosos fantasmas” para fraudar o INSS. Foram apreendidos centenas de documentos falsos, o esquema durou 15 anos. Fraudes ocorriam no Espírito Santos e na Bahia. O prejuízo foi de aproximadamente R$ 6 milhões aos cofres públicos, o que poderia chegar na casa dos R$ 10 milhões caso não fossem descobertos.A Polícia Federal está apurando como eles tinham acesso a documentos falsos. A polícia não divulgou o nome do suspeito líder da quadrilha, ele está preso desde junho quando foi deflagrada a primeira fase da operação Efígie.

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Fonte: GAZETAONLINE

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Quadrilha desviou R$ 30 milhões de idosos com golpe de seguro de vida fraudulento

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21/08/2019

A Polícia Civil realizou, na manhã desta quinta-feira (15), uma operação contra suspeitos de aplicar golpes a idosos que causaram prejuízos de cerca de R$ 30 milhões. Cerca de 150 policiais civis cumprem 105 mandados de prisão. Um integrante do grupo fazia contato telefônico com as vítimas, se apresentando como representante de banco ou da previdência. Com isso, ele pegava mais informações, alegando a necessidade de atualização cadastral. Mais tarde, os suspeitos iam até as casas dos aposentados para pegar assinaturas em diversos documentos que eram usados para a contratação de seguros de vida falsos, descontados diretamente das aposentadorias. As vítimas eram, em maioria, servidores públicos aposentados.

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Fonte: BAND NEWS FM Curitiba

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INSS vai ganhar mais poder para detectar fraudes em benefícios

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22/01/2019

O governo federal vai ampliar o poder de fogo do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para identificar fraudes em benefícios, o que deve potencializar a economia que será obtida com a medida provisória (MP) editada na semana passada para combater essas irregularidades, disse ao Estadão/Broadcast o secretário de Previdência do Ministério da Economia. O texto dá ao INSS acesso às bases de dados da Receita Federal, do SUS (Sistema Único de Saúde) e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), e o cruzamento dessas informações ajudará a apontar outros benefícios com indícios de irregularidade para além dos 3 milhões que já estão no radar da equipe econômica e que passarão por um extenso pente-fino.

Os prognósticos do governo indicam a possibilidade de 16% desses benefícios serem cancelados, mas o secretário acredita que o índice pode ser facilmente superado. Por isso, a economia obtida com a MP deve ultrapassar os R$ 9,8 bilhões anuais. Além disso, a estimativa não inclui os valores de benefícios pagos indevidamente, porque eram fraudados ou foram desembolsados por liminar judicial já revertida, e que o governo pretende recuperar. Para o secretário, a medida mostra que o governo está fazendo o dever de casa antes de propor uma reforma da Previdência, mas “nem de longe vai resolver o problema”. “O desafio não vai ser resolvido só com combate à fraude. Vai ajudar, mas não é mas não é só isso”, diz ele, que participa das discussões sobre a proposta de reforma que será levada ao Congresso.

Revisões

O programa de revisão dos benefícios ocorrerá até o fim de 2020, mas a MP prevê a possibilidade de extensão até 2022. “O INSS analisa em média 135 mil processos por ano. Precisaríamos quase três décadas, sem o bônus, para analisar esses processos, e pagando muitos benefícios indevidos. Fora os que vão continuar aparecendo todo ano”, afirma. A partir dos dados não sigilosos das declarações de Imposto de Renda, será possível identificar, por exemplo, se algum beneficiário do BPC (pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda) tem imóvel em seu nome: “Se uma pessoa que recebe BPC tem em seu nome um imóvel de R$ 1 milhão, já acende a luz vermelha.” O governo já tem identificados casos de pessoas que acumulam o BPC com uma renda formal de R$ 8.000 mensais, que têm aposentadoria por invalidez e trabalham ou ainda que são empresários e ao mesmo tempo segurados especiais.

MPF denuncia advogadas e autônoma por fraudes contra a Previdência

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29/10/2018

O Ministério Público Federal (MPF) em Uberlândia, no Triângulo, denunciou duas advogadas e uma autônoma por tentativa de estelionato contra a Previdência Social do estado. Elas também foram indiciados por associação criminosa e falsa identidade. A acusada C.A.C. ainda vai responder por falsificação de documento público. As penas para os crimes, somadas, variam de 07 a 21 anos de prisão. Os fatos ocorreram nos anos de 2015 e 2016, nas cidades de Araguari e Uberlândia. Segundo a denúncia, as três acusadas ajuizaram ações previdenciárias para obtenção de aposentadorias por invalidez, auxílios-doença e aposentadorias de trabalhador rural – tudo por meio de documentação falsa. Os papéis eram falsificados por elas próprias. Nos casos, a Justiça Federal suspeitou da fraude e avisou ao INSS, que julgou os pedidos improcedentes ou extinguiu os processos falsificados sem resolução de mérito.

A denúncia esclarece que a falsificação dos documentos era feita mediante combinação prévia entre as acusadas. Esses documentos eram comuns: mudava-se os nomes dos beneficiários, mas o endereço residencial era o mesmo, assim como os recibos emitidos por um mesmo sindicato e as notas fiscais impressas em nome das mesmas três empresas. O MPF relata ainda que, em alguns casos, C.A.C. “atribuiu-se a condição de advogada perante terceiros para obter vantagem em proveito próprio e alheio”. Ela chegou a ser incluída no rol de advogados, com uso de falso número de inscrição na OAB/MG, em procurações outorgadas por pelo menos três beneficiários. As advogadas não somente sabiam que ela não era advogada, como a incentivavam na prática de atos privativos de advogado, conforme foi apurado por ocasião da quebra do sigilo telemático. Para o órgão, as “condutas praticadas pelas denunciadas não configuram apenas deslealdade processual e infração disciplinar, mas são tipicamente crime de estelionato, na modalidade tentada, vez que o crime não se consumou por circunstâncias alheias às vontades da rés”.

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Fonte: EM

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