Jovem de Brusque é vítima de fraude e tem R$ 1,1 mil sacados de sua conta

Sem Comentários

22/12/2017

Nesta quarta-feira (20), uma jovem, de 21 anos, relatou à polícia que foi vítima de fraude bancária. Ela informou que fez uma compra com seu cartão de débito, no valor de R$ 2,90, e que posteriormente notou que havia sido sacado de sua conta o valor de R$ 300. Pouco tempo depois, foram sacados mais R$ 800. Ela afirma que não realizou esses saques e que o aplicativo do banco informa que eles foram realizados em uma agência bancária localizada em São Paulo. O aplicativo foi bloqueado pelo próprio banco, devido à movimentação estranha. Ela também entrou em contato com a instituição financeira para bloquear o cartão e agora irá até o banco para tentar ser ressarcida.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: O Município

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Mulher tem prejuízo de RS 2,4 mil com fraude bancária

Sem Comentários

22/08/2017

Na segunda-feira (21), uma mulher, de 29 anos, procurou a delegacia da Polícia Civil, para denunciar a transferência de R$ 2,4 mil realizada em sua conta bancária sem sua autorização. Conforme relato que consta no boletim de ocorrência, a movimentação foi realizada através da central de atendimento do banco. Ainda segundo a vítima, foram realizadas duas transferências para uma conta situada no estado de São Paulo. A primeira no valor de R$ 600 e a segunda de R$ 1,8 mil. Após o recebimento destes valores, a conta foi bloqueada. A vítima disse que apesar das evidências de fraude a agência bancária não restituiu o valor extraído de sua conta. O caso passa a ser investigado pelas autoridades policiais.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Só Notícias

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Brasileiros estão preocupados com furto de identidade e fraude bancária

Sem Comentários

28/06/2017

Os brasileiros relataram um alto nível de preocupação com roubo de identidade e fraude bancária, com 72% dos entrevistados indicando séria apreensão, de acordo com o Unisys Security Index, que pesquisou consumidores no mês de abril de 2017 em 13 países ao redor do mundo. O estudo global avalia o comportamento de pessoas em uma ampla gama de questões relacionadas à segurança. Os destaques dos resultados do Brasil incluem: Os níveis mais altos de preocupação relatados pelos brasileiros estão nas áreas de roubo de identidade e fraude bancária, com 72% dos participantes apontando uma séria apreensão (entre “muito” e “extremamente”) sobre as duas questões. A maioria das pessoas (69%) também indicou temer ataques de hackers e vírus cibernéticos. Grande parte dos entrevistados também estava muito preocupada com a segurança das transações online (62%), segurança pessoal (61%), capacidade de cumprir com as obrigações financeiras (52%), segurança nacional (52%), além da preocupação com desastres e epidemias (51%). A pesquisa também identificou uma queda notável na preocupação com a Segurança Nacional, com 52% das pessoas seriamente preocupadas, na comparação com as 80% registradas na última edição do estudo Unisys Security Index, realizado em 2014. No Brasil, o índice total é 189 pontos em uma escala de 0 a 300, considerado um alto nível de preocupação e apenas dois pontos acima do índice brasileiro de 2014. No mesmo período, os números para México e Colômbia aumentaram 13 e 18 pontos respectivamente. O resultado dos Estados Unidos teve um aumento de 46 pontos; do Reino Unido, 41 pontos; da Austrália, 51 pontos e da Holanda, 59 pontos. Mundialmente, o índice aumentou 30 pontos, saltando de 143 para 173. O estudo também revela que os níveis de preocupação com a segurança dos brasileiros são maiores entre mulheres e adultos de 25 a 34 anos, este último na comparação com aqueles com mais de 55 anos. Além disso, os que têm menor renda são mais preocupados com segurança do que aqueles com maior poder aquisitivo.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Último Instante

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Empresário tem conta bancária invadida e R$ mais de 31 mil são debitados

Sem Comentários

29/05/2017

Um empresário, de 54 anos, foi vítima de um golpe de estelionato, onde foram debitados da conta bancária de sua empresa, na última quinta-feira entre às 9h e 14h, o valor de R$ 31.142,97. O golpe ocorreu após o empresário usar um computador para acessar a conta. De acordo com o boletim de ocorrência, o empresário estava acompanhando o extrato da conta porque iria entrar um pagamento no valor de R$ 5.200 naquela data, e ao acessá-la via computador foi exigida a senha e, logo em seguida, o computador travou, e após dez minutos um funcionário do banco da área de fraudes o ligou e perguntou se ele havia feito alguma transação. O empresário disse que não e que estava acessando para ver se tinha sido creditado o dinheiro do pagamento que estava aguardando, porém, o funcionário disse que tinha acontecido cinco pagamentos que haviam sido debitados na conta da vítima, e em seguida bloquearam a sua conta. O primeiro pagamento debitado foi no valor de R$ 3.830,76; o segundo totalizou R$ 4.300,24; o terceiro foi no valor de R$ 3.231,97, estes três primeiros foram creditados para o tributo estadual em canais; o quarto pagamento foi creditado na conta de G.P.S. no valor de R$9.890 e o quinto e último pagamento foi creditado na conta de F.P.S. no valor de R$9.790. Segundo o empresário, o banco até o momento estornou somente dois destes valores, sendo o de R$ 9.890 e o de R$ 9.790.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: JPNews 

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Em nove dias, fraude em posto bancário desviou mais de R$ 500 mil, diz polícia

Sem Comentários

27/09/2016

Uma ação fraudulenta em uma correspondente bancária no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, em apenas nove dias, desviou mais de R$ 500 mil dos moradores do distrito de Ponte dos Carvalhos. Segundo a Polícia Civil, a quantia equivale a 800 boletos que deveriam ter sido pagos no início deste mês. Na manhã desta terça-feira (27), em depoimento, a dona do posto de pagamentos alegou que também foi enganada. De acordo com o delegado de repressão ao estelionato, ela repassou o ponto comercial devido a problemas financeiros, mas não formalizou o contrato. A nova proprietária teria usado dois dos três cofres do estabelecimento para esconder o dinheiro entregue pelos clientes. A dona do estabelecimento tinha a autorização para atuar como correspondente bancária de um banco há dois anos. Em em agosto deste ano, no entanto, ela resolveu anunciar a correspondente em um site de comércio virtual. “Foi quando surgiu uma mulher, dizendo que era da Paraíba. Ela se interessou pelo negócio e queria conhecer a empresa. Inclusive, esteve no Recife três vezes. Na última, efetuou um pagamento de R$ 20 mil e apresentou uma minuta de um contrato. Nele,  garantia que pagaria o restante, R$ 15 mil, em 30 dias”, afirmou o delegado. A partir desse acordo informal, a suspeita já começou a atuar como nova proprietária. Ela teria proibido que os funcionários mantivessem qualquer vínculo com a antiga dona. A fraude foi praticada entre os dias  8 e 17 de setembro. O delegado ainda aguarda alguns dados da delegacia do Cabo de Santo Agostinho, que recebeu as denúncias, informando quantas pessoas foram lesadas. Na última sexta-feira (23), uma fila de denunciantes se formou na porta da delegacia. O crime só foi descoberto na manhã da segunda-feira (19) com a chegada dos funcionários. “A correspondente estava de portas fechadas e com uma placa de ‘greve’ para despistar. Aos poucos, foram surgindo pessoas alegando que seus boletos não haviam sido pagos”, comentou o delegado. A suspeita ainda levou os computadores, os três caixas e as câmeras do circuito interno de vigilância. O esquema foi tão bem elaborado que a nova proprietária chegou a pendurar cartazes, anunciando que havia incluído o sistema de outro banco. Ela recebia ajuda de um homem, identificado como seu namorado. Ele era responsável por recolher a quantia dos cofres no fim do dia. Caso sejam localizados, os dois responderão pelos crimes de estelionato, falsificação de material e uso de documentação falsa. Como a antiga dona ainda estava em via de negociação, ela não chegou a firmar o contrato e nem a comunicar o banco da transação.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

População faz fila em delegacia para denunciar suposta fraude bancária

Sem Comentários

23/09/2016

Desde a segunda-feira (19), a Delegacia de Ponte dos Carvalhos, no Grande Recife, registra longas filas de pessoas interessadas em denunciar uma possível fraude praticada por uma agência de correspondência bancária. Só nesta sexta-feira (23), foram mais de 30 reclamações. Conforme o delegado, a suspeita é de que o posto tenha desviado os pagamentos. O primeiro relato ocorreu no dia 12 deste mês. Os valores dos boletos variam de R$ 1 mil a R$ 10 mil. Uma pensionista notou algo errado quando realizava um pagamento no dia 20 de setembro. “Eu paguei o cartão no dia 16 e tentei fazer uma compra no dia 20, mas não liberaram, estava bloqueado. Eu e meu filho pensamos que não era nada. Achamos que podia ser por causa do atraso de alguns dias. A verdade é que a gente pagou e o dinheiro foi desviado”, lamentou. Visitada pela polícia, a agência está de portas fechadas. Na porta, há uma placa com a palavra ‘greve’. O proprietário não foi localizado. O delegado disse que não faz ideia de quantas pessoas já passaram pela delegacia nos últimos dias. Ao contrário do que foi repassado pelo titular de Ponte dos Carvalhos, o delegado de repressão ao estelionato negou que o caso tenha sido encaminhado para o Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri). Porém, informou que assumirá as investigações, caso haja alguma dificuldade por parte do outro delegado. “Só pegarei esse caso se houver alguma dificuldade para investigar. Se for por causa da grande quantidade de vítimas ou dos valores altos. É atribuição dele ouvir, juntar os boletos e tentar localizar o dono do posto de correspondente bancário”. Mesmo não estando por dentro da queixa, ele comentou, com base em sua experiência, o que deverá ser feito nos próximos dias. “Tudo vai depender de como esse dinheiro foi desviado. Se foi o dono ou um funcionário”. Caso seja comprovado que foi o dono o responsável pelo crime, ele responderá por estelionato. Já se for o funcionário, será aberto inquérito por apropriação indevida. Caso tenham sido entregue falsos comprovantes de pagamento, eles ainda responderão por falsidade material.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.