Mais de 1300 empresas caem em golpe em Alagoas

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04/10/2018

Mais de 1.300 empresas de Alagoas do regime Simples Nacional e cerca de 30 empresas de grande porte caíram em um golpe de uma quadrilha que simulava a quitação de impostos. A informação foi divulgada na quinta-feira (04). Não houve prisões em Alagoas. Conforme as investigações, donos de empresas em vários estados do Brasil não sabiam da fraude. Eles achavam que estavam pagando com desconto quando na verdade ainda estavam devendo à Receita Federal. O empresário que pagou para a quadrilha terá agora que quitar a dívida com a Receita Federal. Segundo o delegado da Receita Federal em Alagoas, ainda não é possível afirmar se alguma empresa de Alagoas tem envolvimento no esquema.

“Toda situação é possível. Há empresas que fazem isso de má fé, mas há outras que fazem de boa fé, porque é ludibriada, chegam com uma boa conversa”, disse o delegado. “Era um esquema poderoso. Um esquema que contava com empresas de assessoria. E também contava com vários profissionais da área, tanto jurídica quanto contábil”, disse.

Os sistemas internos de fiscalização da Receita Federal identificaram informações falsas nas declarações das empresas. A quadrilha trabalhava como uma espécie de consultoria fiscal e tributária. Ela oferecia os serviços para renegociar as dívidas das empresas com a Receita Federal. As empresas contratavam a quadrilha e faziam todos os pagamentos diretamente a ela. Os criminosos recebiam também os dados necessários para entrar no sistema e enviar cartas de créditos falsas para comprovar o suposto pagamento à Receita Federal. Assim, as empresas acreditavam que tinham quitado a dívida. Quando a Receita fazia a revisão dessas cartas de crédito percebia que havia sido um golpe. A operação Fake Money, que em português é Dinheiro Falso, recebeu esse nome para fazer referência ao esquema que a organização criminosa colocou em prática, usando títulos públicos falsos para oferecer redução de dívidas tributárias. Além do cabeça do esquema, empresários, advogados, economistas, consultores e contabilistas foram presos. A quadrilha gerou prejuízo de R$ 5 bilhões aos cofres públicos.

Polícia Federal prende 9 suspeitos de fraudar o PIS em MG

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01/10/2018

Nove pessoas foram presas em uma operação da Polícia Federal (PF) contra suspeitos de fraudar o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), por meio de saques indevidos do Programa de Integração Social (PIS). Segundo a PF, uma organização criminosa teria desviado R$ 27 milhões. Foram expedidos 11 mandados de prisão e 33 de busca e apreensão. Segundo o delegado responsável, os 11 alvos foram indiciados e vão responder por estelionato qualificado contra órgão público, uso de documento falso e formação de quadrilha. A pena pode chegar a 14 anos de prisão.

O coordenador da investigação explica que a quadrilha fraudou cerca de 28 mil vínculos empregatícios. A PF informou que 2,3 mil cartões ‘Cidadão’ usados pela quadrilha foram apreendidos nesta segunda-feira (1º) na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os mandados de prisão foram expedidos pela 1ª Vara Federal da Subseção Judiciária Federal de Montes Claros, sendo quatro de prisão preventiva e sete de temporária. Também foi determinado pela Justiça o imediato bloqueio de 10.330 números do Programa de Integração Social (PIS) utilizados para as fraudes. De acordo com as investigações, que começaram há sete meses, mais de 100 empresas tiveram dados utilizados indevidamente, e os fraudadores declaravam ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), anualmente, milhares de pessoas que não trabalharam efetivamente nas empresas.

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Fonte: G1

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Preso suspeito de envolvimento em mais de 200 golpes de estelionatos

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26/09/2018

Na zona sul de São Paulo, um homem foi preso suspeito de envolvimento em mais de 200 golpes de estelionato. Policiais Militares desconfiaram da atitude do suspeito, que, ao ser abordado, revelou fazer parte de uma quadrilha composta por mais de 15 integrantes especializada em aplicação de golpes. No celular apreendido, foram encontrados vários comprovantes de pagamentos e uma lista com dezenas de vítimas. A quadrilha conseguia dinheiro através de um site e redes sociais, onde ofereciam empréstimos e pediam um valor inicial para que o empréstimo fosse liberado. Quando as vítimas pagavam o valor, nunca tinham acesso ao empréstimo, uma vez que os bandidos ficavam com a soma depositada pelos pagantes. Além do site e redes sociais, o grupo também possui um sistema de divulgação e aliciadores no centro de São Paulo para angariar as vítimas.

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Fonte: R7

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PF desarticula quadrilha envolvida em fraude de R$ 2,9 milhões do INSS

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19/09/2018

Nesta quarta-feira (19), a Polícia Federal (PF) prendeu integrantes de um grupo envolvido em uma fraude com prejuízo estimado de R$ 2,9 milhões aos cofres públicos. As fraudes ocorreram em cidades de Minas Gerais e da Bahia e envolviam benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Vinte e oito policiais e dois integrantes da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária (COINP) participam da Operação Alhures. Eles cumpriram dois mandados de prisão temporária em Contagem, na Grande BH, e em Almenara, no Vale do Jequitinhonha. Outros cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas mesmas cidades, um em Contagem e quatro em Almenara. “As investigações realizadas pela Polícia Federal tiveram o auxílio da COINP e revelaram um esquema de fraudes na obtenção de benefícios previdenciários a partir de certidões de nascimento falsas. O grupo de estelionatários teria forjado o nascimento de menores e dado entrada no INSS com processos de obtenção de Pensões por Morte. Também teria utilizado documentos falsos por pessoas angariadas pela quadrilha para se passarem pelas representantes legais dessas crianças fictícias”, detalhou a Polícia Federal em Minas, por meio de nota. Os investigados vão responder na Justiça por formação de quadrilha e estelionato qualificado, cuja pena pode ser de até seis anos e meio de prisão por cada golpe contra o INSS, além de três anos por associação criminosa.

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Fonte: EM

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Polícia prende 29 pessoas por fraude em contas bancárias, entre elas cantor sertanejo

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17/09/2018

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil prenderam, nesta segunda-feira (17), 29 pessoas integrantes de uma quadrilha comandada por hackers que furtava correntistas de bancos em todo o país, em operações que chegaram a movimentar cerca de R$ 2 milhões irregularmente ao longo dos nove meses de investigações. A operação, batizada de Open Doors, teve por objetivo também o cumprimento de 52 mandados de busca e apreensão na região sul fluminense, principalmente nas cidades de Resende, Volta Redonda e Barra Mansa. As investigações do Gaeco constataram que a quadrilha fez centenas de transferências bancárias ilegais, subtraindo dinheiro de correntistas de todo o Brasil.

Esquema

A organização criminosa agia primeiramente com a atuação dos hackers, que burlavam a segurança bancária para obter acesso a dados de titulares de contas bancárias, como senhas, CPF, número de agência e conta, nome completo do titular e dependentes. De posse dessas informações, os envolvidos no esquema solicitavam a outros membros da quadrilha, chamados de “cabeças”, que lhes fornecessem as contas de “laranjas” para que pudessem direcionar o dinheiro subtraído das vítimas para futuro saque em espécie. O grupo tinha uma “janela” de poucas horas para efetuar os saques das contas sem que a transação fraudulenta fosse percebida pelos sistemas de segurança dos bancos. De acordo com o MP, para que o esquema funcionasse, os laranjas eram acompanhados pelos aliciadores até a entrada da agência bancária para efetuar os saques na hora determinada pelos hackers.

Partilha

O dinheiro era repartido entre todos os níveis da quadrilha: o hacker ficava com 50%, o cabeça com 25%, o aliciador com 15% e o laranja com 10%. O Gaeco vai dar sequência às investigações para chegar aos líderes da organização, uma vez que eles não mantinham contato com os demais membros, exceto com os cabeças. As informações indicam ainda que, ao todo, foram denunciados 89 criminosos, acusados de promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa; e também por subtrair, para si ou para outrem, mediante fraude, coisa alheia móvel, de acordo com o Artigo 155 do Código Penal.

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Fonte: Gaúcha ZH

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Três mulheres são presas em Campinas suspeitas do golpe do ‘bilhete premiado’

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13/09/2018

Em Campinas (SP), nesta quinta-feira (13), três mulheres foram presas suspeitas de integrar uma quadrilha especializada em golpes do “bilhete premiado”. O trio estava em um Honda Civic de cor preta e no interior do veículo foram apreendidos resultados e volantes de aposta na Quina. Segundo a Polícia Civil, a ação da quadrilha vinha sendo investigada por uma equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas. Uma denúncia apontou o veículo utilizado pelos criminosos. A abordagem foi feita por guardas municipais. As mulheres possuem antecedentes criminais e foram reconhecidas por uma vítima de estelionato ocorrido na cidade de Amparo (SP). Outras vítimas serão chamadas para possíveis reconhecimentos. As três foram presas em flagrante pelo crime de associação criminosa e serão indiciadas pelo crime de estelionato.

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Fonte: G1

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Quadrilha especializada em golpes com máquinas de cartão de crédito é desarticulada em BH

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22/08/2018

Uma quadrilha especializada em aplicar golpes com cartões de crédito foi desarticulada durante uma operação que começou nessa terça-feira (21), em Belo Horizonte. O que a Polícia Militar não esperava, no entanto, é que se tratavam de membros da maior equipe de estelionatários da Grande BH, especialista em golpes com máquinas de cartão de crédito. A chamada que levou à prisão dos suspeitos foi de um juiz federal, que havia acabado de ser vítima do golpe. Segundo informações do boletim de ocorrência, os suspeitos ligavam para as vítimas e diziam que uma compra de valor alto havia sido registrada no cartão de crédito e perguntava se a pessoa reconhecia. Ao negarem, as vítimas recebiam um número de telefone para o qual deveriam ligar e informar um protocolo. Na segunda ligação, era pedido que o dono do cartão de crédito redigisse uma carta a próprio punho dizendo que não reconhecia a compra, colocasse em um envelope junto do cartão de crédito e entregasse a um motoboy que passaria pela residência da vítima. O cartão, a partir daí, era usado pra efetuar compras em máquinas que enviavam o dinheiro para a conta dos estelionatários. Somente no cartão da última vítima, entre 16h e 18h, já havia sido registrado um montante de R$ 48 mil em compras. As prisões aconteceram durante a noite dessa terça e madrugada desta quarta e a dimensão da operação foi descoberta pela manhã. De acordo com a Polícia Civil, cinco pessoas foram presas e serão acusadas pelos crimes de estelionato e organização criminosa.

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Fonte: Hoje em Dia

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