Quadrilha que desviava cartões de débito e crédito pelos Correios é condenada à prisão na grande Belém

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18/12/2018

A Justiça Federal condenou nove pessoas nesta segunda-feira (17) acusadas de fazerem parte de uma quadrilha que fraudava cartões de crédito e débito na Região Metropolitana de Belém. Conforme a Justiça, cerca de 700 cartões teriam sido adquiridos de forma irregular junto a funcionários dos Correios. O Ministério Público Federal (MPF) estima que as fraudes chegaram a R$ 3,5 milhões. As fraudes foram descobertas em 2013 pela Operação Card Free, organizada pela Polícia Civil. A ação prendeu mais de 20 pessoas na capital paraense. Além disso, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em 24 imóveis. Entre as pessoas presas, cinco eram carteiros. Segundo a polícia, os carteiros se apropriavam das correspondências com as senhas bancárias de clientes e as comercializavam aos demais integrantes da quadrilha. Os consumidores, por sua vez, passavam por diversos constrangimentos, como bloqueios e registros em órgãos de proteção ao crédito, entre outros. Segundo a sentença, os suspeitos foram condenados pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha e corrupção ativa. A 3ª Vara Federal, que julgou o caso, informou que as condenações fizeram parte do primeiro processo julgado. Ainda restam outras dois na fila de julgamento. Nos outros inquéritos, estão denunciadas oito pessoas, que devem responder pelo crimes de estelionato, e seis carteiros, que devem ser julgados por peculato. A previsão é de que os casos sejam julgados ainda no primeiro semestre de 2019.

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Fonte: G1

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Quadrilha é condenada a 172 anos de prisão por fraudes fiscais

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26/11/2018

Foi condenada a um total de 172 anos de prisão, pela 11ª Vara da Justiça Federal no Ceará, uma organização criminosa investigada na Operação Estorno, da Polícia Federal (PF), sob acusação de fraude fiscal a diversos órgãos públicos no Estado. Entre os oito réus sentenciados estão servidores públicos, empresários, contadores e um advogado. As penas individuais variaram de cinco anos e seis meses a 39 anos e cinco meses de reclusão. As condenações se deram pelos crimes de corrupção ativa e passiva, crime contra a ordem tributária, quadrilha, falsificação ou uso de selo ou sinal público, falsificação de documento particular, falsidade ideológica e tráfico de influência. A maior pena foi atribuída ao contador E.G.M., que, conforme a sentença, liderava o esquema criminoso. Segundo a investigação da PF e a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), ele era proprietário de uma empresa de contabilidade e mantinha contatos com servidores de órgãos públicos, com o objetivo de solucionar dívidas fiscais e multas e liberar cargas e mercadorias apreendidas dos seus clientes, de forma ilícita.

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Fonte: Diário do Nordeste

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Casal é preso ao tentar aplicar golpe em locadora de veículos em Várzea Grande

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22/11/2018

A Polícia Militar prendeu na quarta-feira (21), um casal que tentava aplicar golpe com uso de identidades falsas, em uma locadora de veículos, situada no Centro de Várzea Grande (MT). A situação só foi percebida após o funcionário notar as inconformidades nos dados apresentados pela dupla. Segundo a PM, um homem chegou ao local acompanhado de duas mulheres e em seguida apresentou uma CNH afirmando que tinha feito reserva empresarial. Entretanto, o atendente notou que o mesmo não possuía nenhuma semelhança física com a foto apresentada e não fez a liberação do carro. A testemunha disse ainda que uma das mulheres também pretendia alugar outro carro, com a mesma narrativa, porém em razão da negativa ela achou melhor desistir. Acionada, a PM fez rondas nas proximidades e localizou os suspeitos no ponto de ônibus em frente ao Aeroporto Municipal. A suspeita, ao perceber a aproximação da viatura tentou se desfazer da carteira de motorista, mas a ação foi percebida pelos militares, que agiram rapidamente para abordá-la. Questionados, ambos os suspeitos confessaram o crime de estelionato e revelaram que a ordem era entregar os veículos para um quarto envolvido. Diante do flagrante, J.K.G.S. e a suspeita N.G.S., foram encaminhados na Delegacia de Polícia Civil da cidade para medidas cabíveis. A terceira envolvida I.A.S., foi conduzida devido estar junto no momento da tentativa de crime. O casal deverá responder por uso de documento falso, formação de quadrilha e estelionato.

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Fonte: O Bom da Notícia

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Casal suspeito de estelionato é preso em banco de Belo Horizonte

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05/11/2018

Na noite deste domingo (04), em Belo Horizonte, a Polícia Militar (PM) prendeu um casal suspeito de estelionato. A dupla foi flagrada dentro de uma agência bancária, na Savassi, na Região centro-Sul. Com eles, a PM apreendeu mais de 500 cartões de crédito clonados e 193 extratos bancários. Segundo a PM, eles estavam consultando o saldo das contas e fariam os saques nesta segunda-feira (05). Um cliente desconfiou do comportamento do casal e chamou os militares, que encontraram parte dos cartões espalhada em cima de um caixa eletrônico. O restante estava dentro da bolsa da suspeita, de 29 anos, que contou à polícia que ela e o comparsa, de 36, chegaram a Belo Horizonte na manhã do domingo e passaram por várias agências bancárias durante o dia. Os suspeitos também confessaram que foram contratados pela internet e que receberiam pelo serviço. Os cartões apreendidos teriam sido entregues no Centro de São Paulo por outro homem, que também teria bancado a viagem do casal. De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher presa já trabalhou em um banco e tinha experiência nesse tipo de transação. Os militares não conseguiram contato com representantes da agência onde os estelionatários foram presos.

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Fonte: G1

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Três são presos por aplicar golpe do ‘bilhete premiado’ em idosos em Atibaia

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19/10/2018

Foram presos na sexta-feira (19), dois homens, de 59 e 52 anos, e uma mulher, de 45,  suspeitos de aplicar golpes do bilhete premiado em idosos em Atibaia (SP). Segundo a Polícia Civil, os estelionatários diziam ter recebido um bilhete premiado e pediam ajuda das vítimas para chegar ao local de retirada o prêmio. Com a ajuda das vítimas, eles diziam que a quantia seria repartida, mas para isso, pediam um valor antecipado como garantia. Os criminosos usavam dois bilhetes para aplicar o golpe – em um, o falso prêmio seria de R$ 10 milhões e, no outro, R$ 2 milhões. O grupo já estava sendo investigado pela polícia e foi preso pela Guarda Civil depois que o carro deles foi detectado pelas câmeras de segurança da cidade. Além dos bilhetes, foram apreendidos com os criminosos uma carteira com dinheiro, inclusive com valores em dólares e euros, além de blocos de papel e uma pasta. Eles vão responder por estelionato e formação de quadrilha.

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Fonte: G1

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Mais de 1300 empresas caem em golpe em Alagoas

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04/10/2018

Mais de 1.300 empresas de Alagoas do regime Simples Nacional e cerca de 30 empresas de grande porte caíram em um golpe de uma quadrilha que simulava a quitação de impostos. A informação foi divulgada na quinta-feira (04). Não houve prisões em Alagoas. Conforme as investigações, donos de empresas em vários estados do Brasil não sabiam da fraude. Eles achavam que estavam pagando com desconto quando na verdade ainda estavam devendo à Receita Federal. O empresário que pagou para a quadrilha terá agora que quitar a dívida com a Receita Federal. Segundo o delegado da Receita Federal em Alagoas, ainda não é possível afirmar se alguma empresa de Alagoas tem envolvimento no esquema.

“Toda situação é possível. Há empresas que fazem isso de má fé, mas há outras que fazem de boa fé, porque é ludibriada, chegam com uma boa conversa”, disse o delegado. “Era um esquema poderoso. Um esquema que contava com empresas de assessoria. E também contava com vários profissionais da área, tanto jurídica quanto contábil”, disse.

Os sistemas internos de fiscalização da Receita Federal identificaram informações falsas nas declarações das empresas. A quadrilha trabalhava como uma espécie de consultoria fiscal e tributária. Ela oferecia os serviços para renegociar as dívidas das empresas com a Receita Federal. As empresas contratavam a quadrilha e faziam todos os pagamentos diretamente a ela. Os criminosos recebiam também os dados necessários para entrar no sistema e enviar cartas de créditos falsas para comprovar o suposto pagamento à Receita Federal. Assim, as empresas acreditavam que tinham quitado a dívida. Quando a Receita fazia a revisão dessas cartas de crédito percebia que havia sido um golpe. A operação Fake Money, que em português é Dinheiro Falso, recebeu esse nome para fazer referência ao esquema que a organização criminosa colocou em prática, usando títulos públicos falsos para oferecer redução de dívidas tributárias. Além do cabeça do esquema, empresários, advogados, economistas, consultores e contabilistas foram presos. A quadrilha gerou prejuízo de R$ 5 bilhões aos cofres públicos.

Polícia Federal prende 9 suspeitos de fraudar o PIS em MG

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01/10/2018

Nove pessoas foram presas em uma operação da Polícia Federal (PF) contra suspeitos de fraudar o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), por meio de saques indevidos do Programa de Integração Social (PIS). Segundo a PF, uma organização criminosa teria desviado R$ 27 milhões. Foram expedidos 11 mandados de prisão e 33 de busca e apreensão. Segundo o delegado responsável, os 11 alvos foram indiciados e vão responder por estelionato qualificado contra órgão público, uso de documento falso e formação de quadrilha. A pena pode chegar a 14 anos de prisão.

O coordenador da investigação explica que a quadrilha fraudou cerca de 28 mil vínculos empregatícios. A PF informou que 2,3 mil cartões ‘Cidadão’ usados pela quadrilha foram apreendidos nesta segunda-feira (1º) na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os mandados de prisão foram expedidos pela 1ª Vara Federal da Subseção Judiciária Federal de Montes Claros, sendo quatro de prisão preventiva e sete de temporária. Também foi determinado pela Justiça o imediato bloqueio de 10.330 números do Programa de Integração Social (PIS) utilizados para as fraudes. De acordo com as investigações, que começaram há sete meses, mais de 100 empresas tiveram dados utilizados indevidamente, e os fraudadores declaravam ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), anualmente, milhares de pessoas que não trabalharam efetivamente nas empresas.

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Fonte: G1

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