Golpe do FGTS volta a circular no WhatsApp

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11/01/2018

Voltou a chamar atenção nessa semana um golpe que começou a circular em outubro do ano passado pelo WhatsApp. Trata-se do chamado Golpe do FGTS, no qual uma mensagem enviada pelo banco informa que quem trabalhou entre 1998 e 2016 tem R$ 1.760 para sacar. A instituição financeira esclarece que não envia mensagens sobre saques de benefícios sociais e que toda a comunicação mobile realizada a partir dela acontece somente por SMS e sempre com autorização prévia do cliente. Lembre-se também que o banco não envia SMS com links e mensagens contendo temas como alertas sobre compras e outras movimentações financeiras. Caso você receba algum contato via mensagem de texto de alguém se passando pela instituição, pode fazer uma denúncia no site smspirata.com.br. É sempre importante lembrar que clicar em links desconhecidos enviados por WhatsApp ou SMS pode causar alguns transtornos. Para se ter uma ideia do alcance desse tipo de ação, na semana passada, o Golpe do FGTS já havia sido clicado mais de 600 mil vezes, então, fique atento.

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Fonte: TecMundo

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Cuidado: fraude do FGTS ronda WhatsApp e já tem mais de 600 mil cliques

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04/01/2018

Há alguns meses, quando o governo liberou o saque do FGTS, muitos cibercriminosos surfaram nessa onda para roubar cidadãos. Agora, tentando pegar alguns usuários do WhatsApp mais incautos, uma nova campanha oferece ajuda para quem ainda busca realizar o saque do FGTS — contudo, tudo não passa de um golpe para armazenar informações pessoais de usuários do aplicativo. Segundo uma empresa de segurança, “o golpe começa através de uma mensagem que informa que ‘quem trabalhou entre 1998 a 2016 com carteira assinada pode receber na caixa 2 salários mínimos’. A mensagem contém um link onde supostamente é possível verificar a lista completa de beneficiados. Ao clicar no link, ao invés de obter ou acessar uma lista de beneficiados, a vítima é redirecionada para uma página onde deve preencher seus dados como nome, data de nascimento, estado e selecionar outras duas opções”. “Esses dados são enviados ao servidor da campanha maliciosa (através do método POST) e, ainda que não haja nenhuma verificação de consistência de dados, podem acabar sendo armazenados para futuros golpes. A vítima é então redirecionada para uma página onde supostamente poderá fazer o download da lista”, explica a empresa. Ao clicar no botão de download, ao invés de obter a lista, a vítima é instruída a compartilhar a mensagem com cinco amigos no WhatsApp. Além disso, podemos observar o uso de Engenharia Social também utilizada em outras campanhas deste tipo: falsos comentários de supostos usuários do Facebook, gerando uma aparência ainda mais legítima para a fraude”. Essa campanha já teve mais de 600 mil cliques, o que explica porque os criminosos continuam usando o WhatsApp para propagar campanhas maliciosas. Por isso, é importante que você não clique em mensagens com URLs encurtadas e fique atento ao domínio exibido. Além disso, cheque em páginas oficiais a veracidade de campanhas de cupons, promoções e quaisquer “ajudas” que exijam seus dados.

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Fonte: TNH 1

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Fraude do FGTS atinge 5 milhões de pessoas

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10/10/2017

Cinco milhões de beneficiários já caíram no golpe que circula desde maio no WhatsApp. A fraude promete a possibilidade de consultar o saldo e resgatar do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS). De acordo com uma empresa de consultoria de segurança mobile, os trabalhadores clicaram no link falso que receberam, mas nem todos tiveram os dados pessoais vazados ou os recursos retirados. O link fraudulento supostamente possibilitaria ao usuário conferir se está apto a receber R$ 1.760 do Fundo de Garantia. A orientação aos trabalhadores que entraram nesses sites é procurar o banco imediatamente. “Mesmo se não foi roubado, para alterar a senha do cartão e evitar, assim, que os criminosos continuem com acesso à sua conta”, orienta o presidente do Fundo Devido ao Trabalhador.

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Fonte: O Nortão

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Suspeito é preso sacando ilegalmente o FGTS de várias pessoas em RO

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12/07/2017

Nesta semana, um homem de 34 anos foi preso em flagrante por estelionato, após ser flagrado sacando ilegalmente o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de outras pessoas em de Nova Mamoré (RO), município a cerca de 300 quilômetros de Porto Velho. De acordo com a Polícia Militar (PM), o estelionatário havia realizado pelo menos quatro saques na agência utilizando dados de trabalhadores que teriam direito ao benefício. A prisão aconteceu no interior da agência, situada no centro da cidade. O criminoso é morador do município e somente no último dia 11 de julho fez pelo menos quatro saques utilizando dados pessoais de trabalhadores que ainda iriam receber o dinheiro. A PM diz que o estelionatário conseguia fraudar os dados e realizar os saques ilegais após receber as informações de um comparsa da cidade de Cuiabá (MT). Com os dados repassados, o suspeito ia até a agência e retirava o FGTS de outras pessoas. Após ser flagrado pelos policiais enquanto realizava mais um saque, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido para o prédio da Polícia Federal (PF) de Guajará-Mirim (RO), município vizinho situado a cerca de 40 quilômetros. Na PF, ele prestou depoimento e foi autuado em flagrante pelo crime de estelionato. Em seguida foi encaminhado para o presídio masculino e está à disposição da Justiça.

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Fonte: G1

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Criador de golpe do FGTS vendia dados e senhas dos beneficiários

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08/07/2017

Alvo da Operação Pescaria da Polícia Federal, o esquema de fraudes nos saques de contas inativas do FGTS tinha origem em um site falso. O criador da página coletava os dados dos beneficiários – que pensavam estar acessando o original – e revendia para outros criminosos fazerem os saques. Cada lote de 500 cadastros de beneficiários do FGTS era vendido por R$ 5 mil. Os dados eram oferecidos em grupos de hackers na internet. O criador do site não foi preso pela polícia. Até o final da tarde, 17 pessoas tinham sido presas praticando o golpe em várias agências do Rio de Janeiro. Os agentes federais se espalharam por 65 agências em todo o RJ. Todas as prisões foram feitas em flagrante. “Tem um fraudador principal de São Paulo que revendia os dados das contas. É um nerd que monta um programa e vende pras pessoas fazerem. Ele é o cara que vende a arma, mas não faz [o assalto]”. afirma o delegado-chefe do Grupo de Combate aos Crimes Cibernéticos da PF. Entre os presos estão pessoas de vários estados e até dois estrangeiros: um angolano e um moçambicano. Segundo a PF, a quadrilha tinha interesse nos saques de até R$ 1,5 mil já que para retirar esses valores não era necessário apresentar documentação, mas apenas digitar os dados.

Último lote

A polícia acredita que com a fraude nesse último lote do FGTS liberado neste sábado, o prejuízo poderia chegar a R$ 1 milhão no Rio de Janeiro. Até o fim do dia foram recuperados R$ 160 mil. A estimativa é que em todo país o prejuízo poderia ser de até R$ 10 milhões. Os criminosos usavam o mesmo caixa para fazer saques de contas de vários locais do país. Eles chegaram a arrombar a prefeitura de Nilópolis, na Baixada Fluminense, onde existe uma agência do banco. Segundo a PF, eles começaram a sacar às 10h e chegaram a retirar R$ 35 mil. O dinheiro foi recuperado pelos policiais. Ainda segundo o delegado, não dava para saber antecipadamente se as contas tinham dinheiro, por isso os criminosos compravam uma quantidade grande de nomes e passavam horas consultando diversas contas nos caixas eletrônicos. “Um [dos presos] comprou 2 mil cadastros, outro comprou 3 mil. Tem casos de saques de dois reais, três reais”, diz o delegado. Os criminosos não consultavam os saldos pela internet porque dessa forma poderiam ser identificados pelo IP do computador. Segundo a polícia, os presos foram indiciados por roubo qualificado e, como a pena máxima é de 8 anos, não cabe fiança.

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Fonte: G1

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Zeladora cai em golpe e não recebe R$ 1,2 mil do FGTS inativo

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20/06/2017

Uma zeladora, de 36 anos, descobriu que seu saldo do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) já havido sido estornado quando procurou a agência bancária para fazer o saque, de R$ 1,2 mil. “Já tinha pesquisado quanto tinha direito a receber. Quando fui buscar meu dinheiro fiquei sabendo que não tinha mais nada porque alguém já tinha retirado”, relatou. Segundo a zeladora, a gerente do banco informou que o saque do FGTS havia sido realizado em Itaim (SP). “Fui informada que os estelionatários que pegaram meu dinheiro conseguiram meus dados quando fui pesquisar meu saldo em um aplicativo na internet”. Ainda de acordo com ela, a agência bancária vai repor o dinheiro em sua conta, no prazo de 40 dias.

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Fonte: Só Notícias

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Dois irmãos são presos por suspeita de estelionato em Campinas

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15/06/2017

Em Campinas (SP), na noite de quarta-feira (14), dois irmãos foram presos no Jardim Chapadão, por suspeita de estelionato. Segundo a Polícia Militar, eles seriam responsáveis por aplicar golpes com notas frias. A fraude teria resultado em emissão de notas falsas no valor de R$ 1 milhão. O Batalhão de Operações Especiais (Baep) informou que ambos suspeitos estavam com documentos falsos, e se faziam passar por proprietários de um posto de combustíveis na capital do estado. No interior do carro onde estavam, foram apreendidos documentos de pessoas mortas. O objetivo deles, segundo os PMs, era a tentativa de saque de contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Ambos devem responder por estelionato e falsidade ideológica. Dois celulares e um carro foram apreendidos.

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Fonte: G1

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