Depois de cair em golpe de falso corretor, assistente perde R$ 3,2 mil da entrada de apartamento em Mogi

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07/02/2019

Uma assistente administrativo de 32 anos perdeu R$ 3,2 mil depois de ser atendida por um falso corretor de imóveis. À polícia, ela afirmou que foi atendida por ele no estande de um empreendimento imobiliário de Mogi das Cruzes. Já a cooperativa que construiu o condomínio disse que ela já chegou ao local com o estelionatário, que conheceu em uma imobiliária. O caso foi denunciado à polícia nesta quarta-feira (06). A mulher contou que no dia 30 de novembro foi ao estande de venda de um empreendimento imobiliário no Conjunto do Bosque. Lá, ela disse que foi atendida por um corretor que lhe apresentou o imóvel. A assistente acabou comprando um apartamento no valor de R$ 121 mil. Para a assinatura do contrato, ela disse ter pago R$ 3,2 mil. Depois deu cópias de diversos documentos pessoais, como RG, CPF, holerite e uma declaração para liberação do FGTS. Após o depósito do dinheiro, ela disse que recebeu por e-mail uma cópia do contrato. A vítima assinou e entregou para o corretor.

A assistente relatou que o corretor ficou de entregar uma cópia do contrato assinado pela empresa responsável pelo empreendimento. Como isso demorou para acontecer, ela entrou em contato com a empresa, que a informou que o contrato era falso e ela tinha caído em um golpe. Ao perguntar pelo corretor foi informada que o homem teria acesso ao empreendimento, porém não era funcionário da empresa. A Cooperativa informou que não detém corretores de imóveis em seu quadro de funcionários e que tem contratos de parceria com duas empresas de assessoria imobiliária, justamente objetivando conceder maior segurança nas negociações, e caso a pessoa lesada visitasse o estande, seria atendida por uma dessas duas empresas.

Falsa corretora é suspeita de aplicar golpes na venda de imóveis em Goiânia

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19/10/2018

De acordo com as investigações, a mulher, de 31 anos, usava um modelo de contrato com a logomarca de uma imobiliária e pedia um adiantamento para fechar o negócio. Porém, ao invés de repassar o valor para a empresa, ela se apropriava deles. Por consequência, os clientes, também não tinham acesso aos bens. O Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Goiás (Creci-GO) informou que a suspeita não possui formação nem mesmo inscrição no órgão. Uma dona de casa foi uma das vítimas. Ela conta que juntou, com muito esforço, dinheiro para tentar comprar a casa própria e se mostrou magoada com o golpe. “[A gente] mora de aluguel há muito tempo e a gente estava juntando para conseguir comprar a nossa casinha. É triste a pessoa estar ali juntando para sonhar uma coisa que é importante na vida da gente, que é a casa da gente e ela chegar e brincar com o sentimento dos outros”, lamenta. Os contratos usados pela mulher eram obtidos em uma imobiliária, onde ela chegou a trabalhar por cerca de um mês. No currículo que ela apresentou, constam apenas referências de trabalho em uma farmácia e conhecimentos em informática. O advogado da instituição disse que a imobiliária também foi vítima da suspeita. “A imobiliária contratou para treinamento e estando dentro da empresa foi muito fácil para ela receber ou tomar para si o contrato padrão da imobiliária, com o timbre da imobiliária e se aproveitando deste arquivo, ela está utilizando para praticar os golpes aos terceiros”, afirma.

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Fonte: G1

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Casal junta R$ 14 mil para dar entrada em imóvel e denuncia que corretor ficou com dinheiro

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07/05/2018

A busca pela casa própria acabou trazendo dor de cabeça para uma mulher, que prefere não se identificar por motivos de segurança. Ela afirma que juntou o valor de R$ 14 mil com o marido, para enfim dar entrada no processo de aquisição de um imóvel. Entretanto, o suposto corretor responsável pela operação de compra teria se apossado da quantia e sequer dado entrada na compra do apartamento. O caso foi denunciado na 2ª Delegacia Territorial (DT/Liberdade). A vítima conta que conseguiu o contato do suposto corretor em um site de compra e venda coletiva. Ela diz que ligou para ele, que confirmou ser corretor, e iniciou o processo de negociação para a compra do imóvel. Ela detalha que entrou em contato com o suposto dono da casa, que teria dito de forma informal que tinha autorizado que o corretor estivesse à frente das negociações. “Ele [o corretor] entrou em contato com a gente dizendo que tinha algumas taxas para pagar. A gente procurou se informar se existiam taxas para compra de casa. Pessoas que trabalham como corretor diziam que existiam. Aí, a gente começou a fazer os depósitos, a gente acreditando que existia”. Para garantir o financiamento junto ao banco, a mulher diz que foi entregue ao corretor o valor de R$ 14 mil, que foram juntados com sufoco no período de cinco anos. O golpe acabou sendo descoberto quando a vítima foi ao banco saber como estava o processo de compra e descobriu que o corretor não tinha dado entrada nas negociações. “Lá [no banco], um dos funcionários informou pra gente que o próprio corretor havia dito que o casal que ia fazer a compra da casa não tinha dinheiro. Que era para a agência aguardar um pouco, porque o casal não tinha dinheiro, quando na verdade ele estava com todo o valor em mãos”, disse a mulher. Sem dinheiro e sem documentação, a compra da casa acabou não dando certo. Entretanto, o corretor denunciado ainda continua divulgando os trabalhos, por meio de cartazes espalhados pela cidade. Ele acabou sendo identificado. No site do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Bahia (Creci-BA), não foi possível conferir a certidão de regularidade dele. De acordo com o Creci, o motivo é que o registro do corretor está cancelado desde janeiro de 2016, por causa de irregularidades. “É difícil. Eu tenho agora dois filhos, não moro ainda na minha casa. A gente suou muito para conseguir essa quantia e o que mais me dói é saber que ele continua trabalhando, continua enganando outras pessoas”, desabafa a vítima. O delegado que investiga o caso, disse que tem algumas hipóteses para o crime que estão sendo apuradas.

Corretor é preso por golpe de R$200 mil

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30/08/2017

O corretor de imóveis R.O.M., de 35 anos e J.F.L., “falso corretor”, de 26 anos, foram presos, na tarde desta quarta-feira (30), em João Pessoa, durante ação da Delegacia de Defraudações e Falsificações. A prisão foi realizada em uma residência nos Bancários. Ao todo, a DDF localizou seis vítimas dos suspeitos, o que totaliza um prejuízo superior a R$ 200 mil no comércio de João Pessoa. Existem informações de que os suspeitos atuam ainda com a emissão de cheques bancários roubados e já fizeram diversas negociações fraudulentas de imóveis. A Polícia Civil chegou aos suspeitos após denúncia apresentada por vítimas que estavam sendo enganadas em diversas negociações. Uma das delas fez um depósito no valor de R$ 54 mil, na conta da esposa de R.O.M., acreditando que estava depositando os valores na conta do proprietário. Os suspeitos marcaram um encontro em uma agência bancária, informando que seria para o financiamento do imóvel, o que não era real. O golpe foi descoberto na manhã da quarta-feira após o verdadeiro proprietário do imóvel ter sido localizado pela DDF e ter negado a versão apresentada pela dupla. Os dois suspeitos foram presos em flagrante por estelionato e associação criminosa. R.O.M. responderá ainda, pelo crime de exercício irregular da profissão de corretor. Ele está suspenso pelo Creci há mais de um ano. A polícia tenta localizar mais dois outros corretores que participaram da negociação. A polícia orienta que as demais vítimas compareçam à delegacia.

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Fonte: Mais PB

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Corretora de imóvel, com assinatura falsa, dá golpe de R$ 120 mil na Capital

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21/05/2017

As vítimas que compraram dois terrenos de falsos vendedores que burlavam assinatura da proprietária dos dois imóveis terão dinheiro devolvido. Os terrenos custaram R$ 60 mil cada, abaixo do valor avaliado dos bens, que era de R$ 314.958 mil. Por conta do preço baixo, os compradores viram que era bom negócio e acabaram caindo no golpe dos falsos corretores de imóveis. A dona dos terrenos nem estava sabendo do ocorrido. Após formalizarem a compra no Cartório do 1º Ofício de Notas de Campo Grande, com dois corretores de imóveis e mais uma pessoa que se passou pela real proprietária, os compradores transferiram o valor de R$ 120 mil para os estelionatários e também o valor de R$ 1.110,62 de escrituração. Ao perceberem que caíram em um golpe, as vítimas entraram na justiça pedindo indenização no valor real dos terrenos. Em decisão de 1º grau, juiz negou pedido de indenização por danos morais e materiais e eles recorreram da sentença. Desembargadores da 1ª Câmara Cível, por unanimidade, deram parcial provimento ao recurso de apelação. O relator do processo entendeu que a conduta praticada pelas vítimas, que ocasionou o dano, é evidente na medida em que transferiu imóveis com base em documentos e assinaturas falsas, sem tomar a devida cautela, não trazendo aos autos os cartões de assinatura da alienante. Dessa forma, dano material foi fixado em R$ 121.110,62, tendo em vista apenas o que as vítimas efetivamente pagaram pela aquisição dos imóveis, e não o valor avaliado do bem ou o preço atualizado dos lotes, como requerido. Quanto aos danos morais, magistrado apontou que não ficou comprovado pelas vítimas e que o desconforto de terem sido vítimas de falsários não é suficiente para comprovar o dano moral.

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Fonte: Correio do Estado

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Mais de 15 pessoas denunciam corretores de veículos por estelionato em Teresina

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03/05/2017

Pelo menos 16 pessoas registraram um boletim de ocorrência no 7º Distrito Policial em Teresina, contra uma quadrilha suspeita de estelionato e apropriação indébita de carros. As vítimas relataram que repassaram seus veículos para pessoas que supostamente trabalhavam como corretores, no entanto, após receberam os bens, os membros da quadrilha se apropriavam dos carros, e depois diziam que não iriam devolvê-los e ainda ameaçavam as vítimas. O caso está sendo investigado e conforme o delegado responsável, um inquérito será aberto para a investigação. “Na maior parte dos casos se caracteriza por apropriação indébita. Em outros, foi praticado estelionato. O código penal prevê a pena de 1 a 4 anos para o crime de apropriação indébita”, disse. Uma mulher apontada como suspeita de participar da quadrilha compareceu ao 7° distrito, porém, ao ver a imprensa no local, retirou-se. O delegado vai intimá-la novamente para que seja ouvida. Uma doméstica contou que seu marido fez negócio com os suspeitos em maio do ano passado. Ela afirmou que o marido vendeu o carro por R$ 5 mil, o acordo foi feito, mas os estelionatários não cumpriram. Ela já registrou boletim no 7° DP e hoje foi depor juntamente com as outras vítimas. “Foi paga uma parte de forma parcelada, mas ainda restam mais de mil reais”, revelou. Outra vítima contou que fazia regularmente negócios com o suposto corretor, mas na última negociação, em dezembro, segundo ela, eles pegaram seu carro para revender, porém, passou a não atender mais as ligações, fecham o estabelecimento cedo e o horário de trabalho é constantemente mudado. “Eles têm um local de atendimento na Avenida Centenário mas está sempre fechado. Eu confiei porque não tive problemas anteriormente, mas agora eles levaram meu carro e não tenho como reaver”, disse um representante comercial.

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Fonte: G1

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Falso corretor de imóveis é preso por fraude superior a R$ 150 mil em Santa Rita

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15/08/2016

Um homem, de 64 anos, foi preso pela Polícia Civil da Paraíba, por meio de um trabalho realizado pela Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa (DDF), suspeito de prática fraudulenta na negociação de dois imóveis localizados em Santa Rita (PB), pelo valor total de R$ 157 mil. O suspeito apresentou-se como corretor de imóveis, formalizando um contrato particular com as duas vítimas e recebendo o adiantamento de R$ 15 mil. As vítimas receberam um contrato assinado pelos supostos proprietários dos imóveis e foram informadas pelo suspeito que os valores restantes deveriam ser depositados em uma conta de um banco, supostamente vinculada aos imóveis. No entanto, as vítimas descobriram que a conta bancária informada pertencia, na verdade, ao próprio suspeito, que se apropriou dos valores repassados pelas vítimas, descobrindo, ainda, que os imóveis negociados não pertenciam às pessoas informadas pelo falso corretor, e então compareceram à Delegacia de Defraudações para denunciar as fraudes em andamento. Após investigação, a Polícia conseguiu confirmar que o homem não é corretor e que estaria levando outras pessoas ao mesmo imóvel negociado com as vítimas que compareceram à delegacia. Mobilizada e trabalhando incansavelmente, a equipe localizou o falso corretor em agência bancária, ocasião na qual foi dada voz de prisão. Com ele foram apreendidos diversos contratos de imóveis negociados naquela cidade. Ele responderá pelos crimes de estelionato e exercício ilegal da profissão e permanecerá na carceragem da Central de Polícia, na capital paraibana, aguardando seu encaminhamento à audiência de custódia. As investigações serão direcionadas, ainda, para a identificação de outras vítimas e de outras pessoas que possam ter atuado em conjunto com o suspeito preso, de maneira que mais pessoas poderão ser presas nas próximas horas.

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Fonte: Paraíba Online

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