Casal junta R$ 14 mil para dar entrada em imóvel e denuncia que corretor ficou com dinheiro

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07/05/2018

A busca pela casa própria acabou trazendo dor de cabeça para uma mulher, que prefere não se identificar por motivos de segurança. Ela afirma que juntou o valor de R$ 14 mil com o marido, para enfim dar entrada no processo de aquisição de um imóvel. Entretanto, o suposto corretor responsável pela operação de compra teria se apossado da quantia e sequer dado entrada na compra do apartamento. O caso foi denunciado na 2ª Delegacia Territorial (DT/Liberdade). A vítima conta que conseguiu o contato do suposto corretor em um site de compra e venda coletiva. Ela diz que ligou para ele, que confirmou ser corretor, e iniciou o processo de negociação para a compra do imóvel. Ela detalha que entrou em contato com o suposto dono da casa, que teria dito de forma informal que tinha autorizado que o corretor estivesse à frente das negociações. “Ele [o corretor] entrou em contato com a gente dizendo que tinha algumas taxas para pagar. A gente procurou se informar se existiam taxas para compra de casa. Pessoas que trabalham como corretor diziam que existiam. Aí, a gente começou a fazer os depósitos, a gente acreditando que existia”. Para garantir o financiamento junto ao banco, a mulher diz que foi entregue ao corretor o valor de R$ 14 mil, que foram juntados com sufoco no período de cinco anos. O golpe acabou sendo descoberto quando a vítima foi ao banco saber como estava o processo de compra e descobriu que o corretor não tinha dado entrada nas negociações. “Lá [no banco], um dos funcionários informou pra gente que o próprio corretor havia dito que o casal que ia fazer a compra da casa não tinha dinheiro. Que era para a agência aguardar um pouco, porque o casal não tinha dinheiro, quando na verdade ele estava com todo o valor em mãos”, disse a mulher. Sem dinheiro e sem documentação, a compra da casa acabou não dando certo. Entretanto, o corretor denunciado ainda continua divulgando os trabalhos, por meio de cartazes espalhados pela cidade. Ele acabou sendo identificado. No site do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Bahia (Creci-BA), não foi possível conferir a certidão de regularidade dele. De acordo com o Creci, o motivo é que o registro do corretor está cancelado desde janeiro de 2016, por causa de irregularidades. “É difícil. Eu tenho agora dois filhos, não moro ainda na minha casa. A gente suou muito para conseguir essa quantia e o que mais me dói é saber que ele continua trabalhando, continua enganando outras pessoas”, desabafa a vítima. O delegado que investiga o caso, disse que tem algumas hipóteses para o crime que estão sendo apuradas.

Corretor é preso por golpe de R$200 mil

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30/08/2017

O corretor de imóveis R.O.M., de 35 anos e J.F.L., “falso corretor”, de 26 anos, foram presos, na tarde desta quarta-feira (30), em João Pessoa, durante ação da Delegacia de Defraudações e Falsificações. A prisão foi realizada em uma residência nos Bancários. Ao todo, a DDF localizou seis vítimas dos suspeitos, o que totaliza um prejuízo superior a R$ 200 mil no comércio de João Pessoa. Existem informações de que os suspeitos atuam ainda com a emissão de cheques bancários roubados e já fizeram diversas negociações fraudulentas de imóveis. A Polícia Civil chegou aos suspeitos após denúncia apresentada por vítimas que estavam sendo enganadas em diversas negociações. Uma das delas fez um depósito no valor de R$ 54 mil, na conta da esposa de R.O.M., acreditando que estava depositando os valores na conta do proprietário. Os suspeitos marcaram um encontro em uma agência bancária, informando que seria para o financiamento do imóvel, o que não era real. O golpe foi descoberto na manhã da quarta-feira após o verdadeiro proprietário do imóvel ter sido localizado pela DDF e ter negado a versão apresentada pela dupla. Os dois suspeitos foram presos em flagrante por estelionato e associação criminosa. R.O.M. responderá ainda, pelo crime de exercício irregular da profissão de corretor. Ele está suspenso pelo Creci há mais de um ano. A polícia tenta localizar mais dois outros corretores que participaram da negociação. A polícia orienta que as demais vítimas compareçam à delegacia.

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Fonte: Mais PB

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Corretora de imóvel, com assinatura falsa, dá golpe de R$ 120 mil na Capital

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21/05/2017

As vítimas que compraram dois terrenos de falsos vendedores que burlavam assinatura da proprietária dos dois imóveis terão dinheiro devolvido. Os terrenos custaram R$ 60 mil cada, abaixo do valor avaliado dos bens, que era de R$ 314.958 mil. Por conta do preço baixo, os compradores viram que era bom negócio e acabaram caindo no golpe dos falsos corretores de imóveis. A dona dos terrenos nem estava sabendo do ocorrido. Após formalizarem a compra no Cartório do 1º Ofício de Notas de Campo Grande, com dois corretores de imóveis e mais uma pessoa que se passou pela real proprietária, os compradores transferiram o valor de R$ 120 mil para os estelionatários e também o valor de R$ 1.110,62 de escrituração. Ao perceberem que caíram em um golpe, as vítimas entraram na justiça pedindo indenização no valor real dos terrenos. Em decisão de 1º grau, juiz negou pedido de indenização por danos morais e materiais e eles recorreram da sentença. Desembargadores da 1ª Câmara Cível, por unanimidade, deram parcial provimento ao recurso de apelação. O relator do processo entendeu que a conduta praticada pelas vítimas, que ocasionou o dano, é evidente na medida em que transferiu imóveis com base em documentos e assinaturas falsas, sem tomar a devida cautela, não trazendo aos autos os cartões de assinatura da alienante. Dessa forma, dano material foi fixado em R$ 121.110,62, tendo em vista apenas o que as vítimas efetivamente pagaram pela aquisição dos imóveis, e não o valor avaliado do bem ou o preço atualizado dos lotes, como requerido. Quanto aos danos morais, magistrado apontou que não ficou comprovado pelas vítimas e que o desconforto de terem sido vítimas de falsários não é suficiente para comprovar o dano moral.

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Fonte: Correio do Estado

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Mais de 15 pessoas denunciam corretores de veículos por estelionato em Teresina

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03/05/2017

Pelo menos 16 pessoas registraram um boletim de ocorrência no 7º Distrito Policial em Teresina, contra uma quadrilha suspeita de estelionato e apropriação indébita de carros. As vítimas relataram que repassaram seus veículos para pessoas que supostamente trabalhavam como corretores, no entanto, após receberam os bens, os membros da quadrilha se apropriavam dos carros, e depois diziam que não iriam devolvê-los e ainda ameaçavam as vítimas. O caso está sendo investigado e conforme o delegado responsável, um inquérito será aberto para a investigação. “Na maior parte dos casos se caracteriza por apropriação indébita. Em outros, foi praticado estelionato. O código penal prevê a pena de 1 a 4 anos para o crime de apropriação indébita”, disse. Uma mulher apontada como suspeita de participar da quadrilha compareceu ao 7° distrito, porém, ao ver a imprensa no local, retirou-se. O delegado vai intimá-la novamente para que seja ouvida. Uma doméstica contou que seu marido fez negócio com os suspeitos em maio do ano passado. Ela afirmou que o marido vendeu o carro por R$ 5 mil, o acordo foi feito, mas os estelionatários não cumpriram. Ela já registrou boletim no 7° DP e hoje foi depor juntamente com as outras vítimas. “Foi paga uma parte de forma parcelada, mas ainda restam mais de mil reais”, revelou. Outra vítima contou que fazia regularmente negócios com o suposto corretor, mas na última negociação, em dezembro, segundo ela, eles pegaram seu carro para revender, porém, passou a não atender mais as ligações, fecham o estabelecimento cedo e o horário de trabalho é constantemente mudado. “Eles têm um local de atendimento na Avenida Centenário mas está sempre fechado. Eu confiei porque não tive problemas anteriormente, mas agora eles levaram meu carro e não tenho como reaver”, disse um representante comercial.

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Fonte: G1

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Falso corretor de imóveis é preso por fraude superior a R$ 150 mil em Santa Rita

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15/08/2016

Um homem, de 64 anos, foi preso pela Polícia Civil da Paraíba, por meio de um trabalho realizado pela Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa (DDF), suspeito de prática fraudulenta na negociação de dois imóveis localizados em Santa Rita (PB), pelo valor total de R$ 157 mil. O suspeito apresentou-se como corretor de imóveis, formalizando um contrato particular com as duas vítimas e recebendo o adiantamento de R$ 15 mil. As vítimas receberam um contrato assinado pelos supostos proprietários dos imóveis e foram informadas pelo suspeito que os valores restantes deveriam ser depositados em uma conta de um banco, supostamente vinculada aos imóveis. No entanto, as vítimas descobriram que a conta bancária informada pertencia, na verdade, ao próprio suspeito, que se apropriou dos valores repassados pelas vítimas, descobrindo, ainda, que os imóveis negociados não pertenciam às pessoas informadas pelo falso corretor, e então compareceram à Delegacia de Defraudações para denunciar as fraudes em andamento. Após investigação, a Polícia conseguiu confirmar que o homem não é corretor e que estaria levando outras pessoas ao mesmo imóvel negociado com as vítimas que compareceram à delegacia. Mobilizada e trabalhando incansavelmente, a equipe localizou o falso corretor em agência bancária, ocasião na qual foi dada voz de prisão. Com ele foram apreendidos diversos contratos de imóveis negociados naquela cidade. Ele responderá pelos crimes de estelionato e exercício ilegal da profissão e permanecerá na carceragem da Central de Polícia, na capital paraibana, aguardando seu encaminhamento à audiência de custódia. As investigações serão direcionadas, ainda, para a identificação de outras vítimas e de outras pessoas que possam ter atuado em conjunto com o suspeito preso, de maneira que mais pessoas poderão ser presas nas próximas horas.

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Fonte: Paraíba Online

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Polícia investiga golpes de falso corretor de imóveis em Botucatu

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14/07/2016

Um ex-funcionário de uma construtora é suspeito de aplicar golpes em pessoas interessadas em comprar casas e terrenos e, por conta disso, ele foi preso pela polícia de Botucatu (SP). O homem, de 28 anos, foi detido em flagrante na semana passada quando vendia um terreno pela segunda vez para compradores diferentes. De acordo com o delegado responsável pelo caso, o sujeito usava a internet para anunciar imóveis a preços abaixo do mercado e atrair interessados. Conforme a polícia, para facilitar o golpe ele dizia que era funcionário de uma construtora. “Ele vendeu um apartamento para uma pessoa quando ele trabalhava em uma empresa aqui da cidade, uma construtora e corretora de imóveis. Ele aplicou o golpe e ficou com o dinheiro”, diz o delegado. Uma mulher chegou a dar uma entrada de R$ 700 para comprar o terreno. “Ele falou que era R$ 17 mil, dividido de R$ 350 em várias vezes e dada uma entrada de R$ 700 e duas de R$ 500. Mas não existia casa, não existia terreno, não existia nada, tudo mentira. Aí eu peguei e fui atrás procurar e descobri que eu tinha caído num golpe.” Em uma gravação de áudio enviada para a vítima pelo celular, o golpista diz que aceita veículos na negociação do terreno. “A gente estaria aceitando até carro e moto na negociação.” Em outra gravação ele fala que tem terrenos em vários bairros da cidade e ainda explica porque o preço de alguns é bem abaixo do mercado. “Por que barato? Porque era um terreno de usucapião. Hoje está documentado, tudo.” O terreno prometido pelo golpista fica em um bairro novo de Botucatu. Mas esse golpe não foi aplicado em apenas uma pessoa. Em menos de uma semana, o mesmo terreno foi vendido para três pessoas. O coordenador do Procon de Botucatu diz que esse tipo de golpe é muito comum. “Tudo que tiver vantagem você tem que investigar e investigar muito porque é um golpe com certeza. Ninguém faz milagre. Uma televisão de R$ 5 mil por R$ 1 mil é complicado. Você tem que fugir dessa oferta.”

Falso corretor de imóveis aplica golpe de R$ 12 milhões e faz 23 vítimas no Ceará

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27/06/2016

Um falso corretor que aplicou golpes imobiliários em Fortaleza é investigado pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF). Conforme o delegado, até esta segunda-feira (27), 23 pessoas registraram boletim de ocorrência na delegacia. O falso corretor aplicou cerca de R$ 12 milhões em golpes vendendo o mesmo imóvel para várias pessoas. “Ele se dirigia para um cartório aqui de Fortaleza. Nesse cartório, ele aplicava o golpe com documentos falsos. Até aqui apurado por essa delegacia. Ele fez uma procuração dos proprietários e dessas unidades. De posse dessas procurações falsas ele passou a negociar não só a unidade individualmente como o próprio empreendimento”, afirmou o delegado. Os imóveis eram vendidos por cerca da metade do valor de mercado. A polícia descobriu também que o falso corretor já trabalhou em uma construtora e por isso tinha acesso a informações privilegiadas. Ele conseguiu falsificar documentações para fechar os negócios. Além disso, dizia que o dono dos imóveis baixava o preço por causa da crise. Um copeiro foi uma das vítimas do falso corretor. O corretor vendeu para ele e para outras pessoas o mesmo apartamento. Ele escolheu uma residência e pediu emprestado o valor da entrada, quase R$ 12 mil. Mas em uma das visitas ao local descobriu que caiu em um golpe. “O mesmo apartamento ele vendeu para mim e para outras duas pessoas”, falou.

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