PM descobre fábrica de placas falsas de veículos na Grande São Paulo

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10/08/2018

A Polícia Militar descobriu uma fábrica de placas falsas de veículos em São Bernardo do Campo, na Região Metropolitana de São Paulo. O local foi descoberto pela Força Tática da PM da cidade, que percebeu que um Ford Eco Sport que transitava próximo à Praça Ibrahim de Almeida Nobre, em São Bernardo, tinha uma das placas com incoerência em relação ao padrão das placas produzidas no mercado. Ao ser abordado e questionado, o motorista informou que havia adquirido a placa com um fornecedor localizado na Estrada da Cama Patente, no interior da cidade.

No local, os policiais encontraram três homens produzindo placas falsas. Eles foram presos por estelionato, adulteração de sinal característico do veículo, peculato e associação criminosa. Uma quarta pessoa, um motorista que adquiria um par de placas falsas no local, também foi detido. Os suspeitos informaram que um funcionário do departamento de trânsito da cidade seria fornecedor dos lacres. Na casa dele, foram encontrados lacres e tarjetas de placas. O caso será registrado no 3º Distrito Policial de São Bernardo do Campo.

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Fonte: G1

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Caminhões do Exército e carros zero km são usados para clonagem

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11/12/2016

Têm sido usados para a clonagem de carros por quadrilhas de todo o país, caminhões do Exército brasileiro e veículos zero quilômetro, que sequer foram emplacados. O esquema foi revelado pela Delegacia de Roubo de Veículos do Rio Grande do Sul. Na semana passada, uma operação realizada em 15 cidades resultou na prisão de 13 pessoas e na localização de 26 caminhões clonados. Os bastidores do trabalho da polícia foram acompanhados por três meses. A investigação teve início com uma apuração solitária realizada por um agricultor de São Lourenço do Sul, ao Sul do estado gaúcho, após o roubo de seu caminhão na ERS-118, em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Ele buscou informações em postos de combustíveis e ouviu colegas motoristas, até descobrir um galpão no interior da cidade de Canguçu, também no Sul. É lá que estava o veículo roubado. “Fiz de conta que ia comprar um caminhão. Aí, perguntava para um, perguntava pelo outro. Numa certa revenda, lá todo mundo suspeitava. Falava: ‘Olha, aquele cara é perigoso’. Fui atrás desse cara, fui investigar”, explicou o caminhoneiro.

Com a informação, a polícia passou a investigar o suspeito pelo envolvimento no furto. O sujeito é dono de uma loja de caminhões localizada na cidade de Pelotas. Ele foi uma das pessoas presas na operação realizada pela polícia na semana passada, juntamente com a mulher e um funcionário. Ele, porém, negou as acusações. O homem teria negociado a maioria dos 50 caminhões clonados que rodam no Rio Grande do Sul. No entanto, a estimativa é que o número total de clones rodando pelo Brasil chegue a 1 mil veículos. Segundo um dos delegados responsáveis pela apuração, os bandidos tinham acesso à numeração de chassis dos caminhões do Exército, que não eram emplacados. De posse dessas informações, os suspeitos roubavam veículos similares e remarcavam os chassis com a numeração dos caminhões militares. Ao realizar esse tipo de clonagem, os criminosos corriam menos riscos, uma vez que não existe veículo similar e legal rodando por ruas e estradas, o que dificulta a descoberta da fraude.

“Com isso, este veículo subtraído em roubo ou furto andará, transitará pelo Brasil normalmente, regularmente, uma vez que não haverá no país um veículo idêntico aquele em trânsito. Porque parte desses veículos estarão em unidades do Exército Brasileiro”, disse o delegado. A participação de funcionários do Centro de Registro de Veículos (CRVAs) no golpe é investigada pela polícia. Entre os veículos clonados registrados pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) estava o caminhão do agricultor. O Comando do Exército informou ter realizado uma investigação interna, sem identificar o envolvimento de militares no vazamento da numeração dos chassis. Uma das linhas de investigação é a de que os dados tenham sido vazados a partir do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), órgão ligado ao Ministério das Cidades, que gerencia o sistema de registro de veículos de todo o Brasil. Por meio de nota, a pasta diz que não existem evidências de que esteja ocorrendo algum vazamento. “É uma fraude extremamente especializada. Trabalho há 13 anos na área criminal, nunca tinha visto coisa igual”, afirma outro delegado que também participa das investigações.

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Fonte: G1

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Três são presos por estelionato de emplacamento de carreta em Cuiabá

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06/01/2016

Três homens foram presos pela Polícia Militar após denúncia de que a placa de uma carreta estava sendo trocada em via pública, no bairro Ipiranga, em Várzea Grande. O crime que caracteriza estelionato aconteceu nesta quarta-feira (06), por volta das 11h. As detenções foram realizadas pelos policiais do 4º Batalhão. A informação é de que o motorista e mais dois homens responsáveis pelo emplacamento estavam fazendo a troca da placa vermelha, da cidade de Rondonópolis, por outra de Várzea Grande,  em via pública, no bairro Planalto Ipiranga. Como o procedimento só pode ser realizado no Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) e nas concessionárias, os suspeitos foram presos por estelionato. Ainda conforme informações da PM, mais duas placas que seriam trocadas de outros veículos foram encontradas no local. O Detran foi notificado sobre o ocorrido.

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Fonte: Olhar Direto

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Polícia fecha fábrica de falsificação de placas de veículos

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24/06/2015

A Polícia Civil, na segunda fase da “Operação Falsificare”, encontrou uma fábrica de produção de placas de veículos falsas, no bairro Alto Boqueirão, em Curitiba. O local era utilizado para confecção de placas e documentação necessária para que carros roubados não levantassem suspeita. Conforme o delegado-chefe da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV), “o esconderijo não levantava nenhuma suspeita, pois era localizado em um apartamento de condomínio fechado. Neste local os integrantes da quadrilha realizavam todo o serviço de prensa das placas e documentação para aplicarem nos veículos roubados, vendendo inclusive o “kit” para outras quadrilhas ao preço de R$ 1.500,00”. Durante a operação foram apreendidos: máquinas de prensa de placas, pinos, tintas apropriadas para o serviço, placas “em branco”, celulares e módulos utilizados para furtos de veículos. A polícia não descarta envolvimento de funcionários do Detran e de despachantes no esquema. Sete pessoas foram detidas.

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Fonte: Ric Mais

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