Dupla suspeita de praticar golpes em comércio é presa em Santa Maria

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30/07/2018

Na tarde dessa segunda-feira (30), um homem e uma mulher foram presos em frente ao shopping de Santa Maria tentando fugir em um carro com placa clonada. Os dois são suspeitos de praticar golpes em comércios na região. Ao fazer a abordagem, a equipe da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) constatou que a dupla portava documentos falsos. Conforme a corporação, os policiais faziam o patrulhamento na área quando viram as duas pessoas em atitude suspeita. A equipe constatou que o carro era roubado e a placa estava adulterada. As identidades e as carteiras de motorista de ambos também eras falsas. Já os celulares eram clonados. A Polícia Militar afirma que os dois são suspeitos de aplicarem diversos golpes em comércios na região. Uma vítima identificou a mulher, que teria comprado um celular em uma loja no sábado (28), usando documento falso. Os dois tem passagens por estelionato, o homem com oito passagens e a mulher com duas. Os dois foram encaminhados para a 20ª Delegacia de Polícia (Gama). O homem será autuado por receptação de veículo roubado e uso de documentos falsos. Já a mulher, por uso de documentos falsos.

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Fonte: Correio Braziliense

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Dupla é presa ao usar documento falso

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28/07/2018

Dois homens suspeitos de estelionato foram presos, na sexta-feira (27), pela Polícia Federal, suspeitos de estelionato. A prisão aconteceu em flagrante, no interior de uma agência bancária do bairro Cruz das Armas, em João Pessoa (PB). A dupla tentava sacar valores transferidos indevidamente da conta de suas vítimas e para isso apresentavam documento de identificação falso. Com os criminosos, a Polícia Federal apreendeu células de identidade falsificadas. A suspeita é de que os documentos tenham sido utilizados na prática de outras fraudes em diversas instituições bancárias. Os dois foram indiciados pelos crimes de uso de documento falso e tentativa de estelionato.

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Fonte: Mais PB

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Caminhoneiro é preso após apresentar documento falso a PRF em Ariquemes, RO

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30/07/2018

Na sexta-feira (27), em Ariquemes (RO), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu um caminhoneiro que apresentou um Certificado de Curso Especializado para Condutores de Veículos de Transporte de Produtos perigosos (CETPP), com indícios de falsificação. De acordo com a polícia, o homem estava dirigindo um caminhão-tanque que transportava óleo diesel, quando foi parado pelos policiais que realizavam uma fiscalização na rodovia. Ao ser questionado pelos agentes, o condutor informou que adquiriu o documento de uma pessoa que ele não soube informar o nome, pelo valor de R$ 500. O condutor foi preso pela prática do crime de uso de documento falso, segundo o artigo 304 do Código Penal Brasileiro, e apresentado na Delegacia da Polícia Civil de Ariquemes.

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Fonte: G1

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Homens são presos suspeitos de se passar por servidores públicos para dar golpes, na Zona Sul do Recife

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27/07/2018

Foram presos na tarde de quinta-feira (26), no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, dois homens que assumiam a identidade de servidores públicos, por meio de documentos pessoais. A prisão foi apresentada em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (27). Os policiais prenderam A.P.F. e A.L.M., de idades não divulgadas, em flagrante, após denúncias das vítimas. Eles estavam em um veículo estacionado em frente ao prédio que servia de ponto de encontro para o grupo. No apartamento, foram encontrados R$ 7 mil em cédulas de real e em euro, além de vários objetos para realizar as fraudes, como uma impressora que permite, também, a impressão de cartão de crédito. Segundo a polícia, documentos como CPF, RG e contracheques eram utilizados pela dupla para aplicar os golpes. A equipe envolvida com o caso ainda está investigando como os estelionatários tinham acesso a esses dados. “A gente ainda precisa identificar se esses documentos eram extraviados ou se eles são uma falsificação bem feita”, explicou o delegado responsável pelo caso. Segundo as investigações, eles conseguiam os documentos e faziam compras em lojas, shoppings, supermercados, além de realizar empréstimos em agências bancárias. Duas das vítimas são funcionários da Secretaria de Planejamento e Gestão do Governo de Pernambuco (Seplag). Eles são acusados de uso de documento falso, associação criminosa e porte de maquinário para falsificação de documentação. Os dois foram encaminhados para audiência de custódia.

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Fonte: G1

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Fraude em cargos públicos com uso de diplomas falsos é investigada no ES

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25/07/2018

Nessa quarta-feira (25), o Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) cumpriu quatro mandados de prisão temporária e seis mandados de busca e apreensão em Linhares e Rio Bananal, Norte do estado, para desarticular um esquema criminoso de obtenção de diplomas de curso superior sem graduação. Segundo o MP-ES, o objetivo do esquema era a nomeação em cargos públicos. Uma das prisões foi a de um professor, que foi localizado em casa no bairro Shell, em Linhares. Outra foi a de uma mulher, envolvida no esquema de falsificações de diplomas. Esta é a primeira fase da ‘Operação Mestre Oculto’ e é realizada em conjunto pela Promotoria de Justiça de Rio Bananal e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco-Norte). Nove malotes com documentos foram levados para a sede da promotoria em Linhares. Segundo o Ministério Público, as investigações começaram no município de Rio Bananal, onde nesta quarta-feira também foram cumpridos dois mandados de prisão. Até agora, de acordo com o órgão, já foram identificadas 150 pessoas que adquiriram diplomas falsos através do esquema investigado. A suspeita do Ministério Público é de que há mais casos em outros municípios da região. Por isso, as investigações irão continuar.

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Fonte: G1

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Polícia Civil investiga esquema de diplomas falsos em escolas no Maranhão

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26/07/2018

Um esquema de emissão de diplomas falsos em escolas da Região Metropolitana de São Luís é investigado pela Polícia Civil. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos, na terça-feira (24), em uma escola alvo da operação e na casa de um suspeito. Pelo menos cinco diplomas com indícios de falsificação foram apreendidos e várias pessoas foram identificadas como integrantes do esquema. A Superintendência Estadual de Combate à Corrupção (Seccor) não revelou os nomes dos envolvidos nem da escola com o argumento de não atrapalhar as investigações.

Os mandados de busca e apreensão foram executados em uma escola na qual o proprietário é um dos principais suspeitos de emitir os documentos falsificados, e na residência do mesmo. Pela investigação, o proprietário (e diretor) desta escola falsificou documentos em nome de outra instituição. As investigações começaram depois que o Ministério Público do Maranhão solicitou à polícia que apurasse a informação de que uma escola comunitária do bairro Anjo da Guarda, em São Luís, estava emitindo diplomas falsos. Segundo o delegado responsável, o preço informado em depoimento pelos investigados é bem abaixo do que a polícia acredita que de fato foi usado na compra do documento.

“Eles disseram que não identificariam a pessoa, mas que eles conseguiram por meio de contato nas redes sociais, principalmente em aplicativos de mensagens. Nos afirmaram que compraram por uma quantia irrisória de R$ 300, mas suspeitamos que seja bem mais, pois hoje pra uma pessoa cursar um ensino médio, ela vai gastar muito mais”, disse. As pessoas, entre alunos e seus respectivos responsáveis, que encomendaram o serviço criminoso estão sendo investigados e podem responder por crimes relacionados ao esquema. “Quem compra (o diploma) também está comentando o crime de falsidade ideológica. É um documento verdadeiro com uma informação falsa, pois o aluno de fato nunca cursou aquela série ou as vezes ficou reprovado. Aí ele consegue o diploma desta forma para se inscrever numa faculdade ou mesmo um diploma do ‘primeiro grau’ para cursar o ‘segundo grau’”, disse o delegado.

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Fonte: G1

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Justiça condena mulher que fraudou 16 benefícios do INSS a 8 anos de prisão

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23/07/2018

A Justiça Federal do Amapá condenou uma mulher, de 58 anos, a 8 anos, 5 meses e 20 dias de prisão em regime inicialmente fechado por fraudar 16 benefícios solicitados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ela foi presa em novembro de 2017 e segue presa após a condenação. O processo judicial foi motivado após denúncia formalizada pelo Ministério Público Federal (MPF), em janeiro. C.S.C. foi acusada por estelionato e associação criminosa, por ter fraudado 16 benefícios de Prestação Continuada (BPC) da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), que paga um salário mínimo mensal à pessoa com deficiência ou maiores de 65 anos que não têm renda. Conforme a denúncia do MPF, a mulher convencia pessoas humildes a fornecerem cópias de documentos pessoais e utilizava nomes, endereços e documentos falsos para pedir os benefícios. As investigações, segundo o MPF, também constataram que a condenada conseguiu fraudar a previdência com, pelo menos, cinco identidades diferentes.

C.S.C. foi presa preventivamente em novembro de 2017, durante a operação Anagrama. Segundo as investigações da Polícia Federal (PF), ela é mentora e executora de um esquema arquitetado para obter benefícios de forma fraudulenta junto ao INSS, que recebeu, pelo menos, 16 benefícios em sete agências no Amapá e Pará. Durante a operação, a PF apreendeu materiais utilizados para falsificação, documentos e cartões de bancos na casa da acusada, no Pará. O prejuízo aos cofres públicos foi de quase R$ 90 mil, considerando o recebimento indevido no período de novembro de 2014 a outubro de 2015.

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Fonte: G1

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