Dupla é presa aplicando golpes em comerciantes

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04/04/2018

Na terça-feira (03), no bairro Uvaranas, em Ponta Grossa (PR), dois homens, de 30 e 42 anos, foram presos por estelionato por estarem aplicando golpes em comerciantes da região. O funcionário de uma das lojas abordadas pelo suspeito estranhou a ação, e chamou a polícia. Segundo a Polícia Militar, o homem de 30 anos foi até o comércio afirmando trabalhar em uma empresa de máquinas de cartão, e solicitou o equipamento e a senha da “maquininha”. Ao chegar no local, a polícia deteve o homem e também o outro suspeito, de 42 anos, que estava nas proximidades com outra máquina de cartão e documentos falsos com dados de uma vítima. Os homens contaram à equipe que faziam parte de um grupo que aplicava golpes a comerciantes. Outra loja também havia sido alvo dos suspeitos minutos antes. A dupla foi encaminhada para a delegacia.

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Fonte: Massa News

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Quadrilha do Ceará é presa ao tentar sacar R$ 13 mil de banco

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04/04/2018

Nesta terça-feira (03), na zona Norte de Teresina, no bairro Marquês  uma quadrilha do Ceará foi presa pelos policiais do 9º Batalhão ao tentarem sacar R$ 13 mil em uma agência bancária. Com os estelionatários, a polícia encontrou mil reais, um carro com placa do Ceará e uma bolsa com vários documentos falsos. Segundo informações da polícia, um homem identificado como J.A.A.do Nascimento, de 48 anos, natural de Fortaleza, estava no banco tentando realizar o saque. O gerente, ao desconfiar da documentação apresentada por ele resolveu acionar a polícia. Ao ser questionado pela guarnição, o estelionatário confessou o crime e entregou o restante da quadrilha. “Recebemos a informação do gerente do banco, chegamos lá fizemos a prisão do elemento e pedimos auxílio quando constatamos que haveria mais pessoas envolvidas. Fomos até o hotel onde mais cinco pessoas estavam, inclusive uma mulher e realizamos a prisão”, afirmou a polícia. A quadrilha estava hospedada em um hotel próximo a Rodoviária de Teresina. Ao todo cinco pessoas foram presas, todas do Ceará. Com elas, a polícia encontrou mil reais em dinheiro, várias bolsas com documentos falsos e um carro com placa de Fortaleza. O acusado não soube dizer o nome do verdadeiro do dono da conta que ele iria retirar o saque.

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Fonte: Meio Norte

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Venda de CNH na internet gera questionamentos de internautas

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04/04/2018

A venda de Carteiras de Habilitação em um grupo numa rede social motivou a desconfiança de alguns internautas. O vendedor cobra R$ 1 mil pelo documento e pede que os interessados façam contato por um telefone que tem DDD de Porto Alegre. Apesar de não dizer que o documento é falso, o preço é bem abaixo do valor praticado no mercado e várias pessoas de Cascavel e região comentaram na postagem manifestando interesse em adquirir o documento. Em algumas autoescolas de Cascavel a Carteira Nacional de Habilitação somente para moto que é considerada uma das mais baratas custa a partir de R$ 1.700. A compra e venda de documentos falsos é considerado crime e quem fizer pode ser responsabilizado.

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Fonte: CGN

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Polícia Federal investiga fraude no INSS em Pernambuco

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02/04/2018

Uma operação, chamada Calabarismo, foi deflagrada nesta segunda-feira (02) pela Polícia Federal em Pernambuco, para investigar uma servidora pública suspeita de falsificar certidões e contratos de união estável entre beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que morreram para conceder pensões pós-morte irregularmente. Ao menos 15 aposentadorias fraudadas pela organização criminosa estão sendo alvo de levantamentos e os prejuízos financeiros causados aos cofres públicos até agora detectados chegam a R$ 143 mil. Porém, a polícia ainda não tem o número exato de pessoas que foram beneficiadas pelas fraudes. Os benefícios investigados são relativos aos anos de 2014 e 2015. As 17 pessoas alvos de mandados de intimação tiveram as pensões canceladas após procedimento instaurado pelo próprio instituto, no início das investigações. Segundo o delegado da Delegacia Regional de Investigação ao Crime Organizado, os beneficiários sequer conheciam as pessoas de quem herdavam os benefícios. “No sistema do INSS, quando algum beneficiário morria e não deixava dependentes, a servidora forjava um vínculo, seja de filho ou de companheiro”, disse. A servidora do INSS, lotada na agência do instituto no Pina, Zona Sul do Recife, havia sido suspensa e, na operação Calabarismo, foi afastada das atividades. São investigados crimes como estelionato contra entidade de direito público e inserção de dados falsos em sistema de informações, cujas penas, somadas, ultrapassam 17 anos de reclusão.

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Fonte: Destak

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Homem é preso ao tentar empréstimo com documento falso

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28/03/2018

Acusado de integrar uma quadrilha especializada em golpes, um homem de 61 anos foi preso nesta quarta-feira (28) pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), quando tentava fazer um empréstimo em um banco, na quadra 27 da av. Nações Unidas, com documentos falsos. Morador do Guarujá, o homem foi flagrado por uma equipe da DIG ao tentar aplicar o golpe. Em um hotel nas imediações em que ele estava hospedado, os policiais localizaram  vários “kits” de documentos contendo outros RGs com sua foto e de outro comparsa até o momento não identificado, além de outros cartões e extratos bancários. “O estelionatário, que possui antecedentes criminais por furto e tráfico de drogas, foi autuado pelos crimes de tentativa de estelionato, falsificação de documentos, uso de documento falso e associação criminosa e encaminhado a cadeia Pública de Avaí”, destaca o delegado titular da DIG.

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Fonte: JCNET

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Grupo que vendia falsos certificados de ensino médio a R$ 600 é indiciado em Campo Grande

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27/03/2018

Polícia apreendeu falsos certificados e carimbos usados para o crime.

Em Campo Grande (MS), a Polícia Civil indiciou 3 pessoas por venderem e anunciarem falsos certificados de ensino médio e histórico escolar. Conforme a polícia, o grupo estaria praticando o crime há cerca de 4 anos. Além de oferecerem para amigos, eles também postavam na internet com os dizeres: EJA Ensino Médio Rádio, entre em contato.”O crime começou, segundo uma das mulheres envolvidas, quando ela começou a fazer trabalhos escolares e foi procurada por uma pessoa para fazer o certificado. A mulher então cobrou R$ 100, mais os valores dos carimbos, em que ela colocou o nome da diretora de uma escola e a secretária, sendo que esta última pessoa nem trabalha mais lá”, afirmou o delegado responsável. Após fazer a falsificação, a mulher guardou os carimbos e deixou o modelo salvo no computador dela. Dois anos depois, o irmão viu a fraude e decidiu também oferecer para as pessoas. “Foi neste momento que o irmão exigiu os mesmos R$ 100 por documento vendido. O homem passou a oferecer a colegas de trabalho por R$ 300 e houve contradições porque ele disse que repassava R$ 150 a ela”, explicou o delegado. O homem mantinha um relacionamento na época e esta terceira pessoa envolvida passou a ajudar ele, já com o preço de R$ 600 por certificado. “A primeira pessoa envolvida até questionou o irmão como eles estavam arrumando tantos clientes, pois antes vendia somente um por mês e depois passou a ocorrer a venda de dois a três por semana, do ano de 2017 para cá”. A polícia foi até a casa de um dos envolvidos e os outros se apresentaram na delegacia. Todos confessaram o envolvimento com o crime e foram indiciados por falsificação de documento público. A pena varia de 2 a 6 anos, além da multa. Antes das buscas, a investigação também soube que a diretora da escola desconfiava de fraudes e inclusive já tinha feito queixa na Delegacia Especializada de Repressão à Roubos e Furtos (Derf). “É importante frisar que, quem comprou este documento e for identificado também responde por uso de documento falso. A pena é a mesma para os dois lados. Nós temos a suspeita de que pessoas fizeram para conseguir emprego e, possivelmente, alguém está até cursando faculdade. Ao todo, uma das pessoas envolvidas disse que fez ao menos 25 certificados”, finalizou o delegado.

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Fonte: G1

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Polícia Civil deflagra operação ‘Rádio Pirata’ em Ibiá

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22/03/2018

Nesta quarta-feira (21), em Ibiá (MG), a Polícia Civil realizou uma ação para desarticular uma associação criminosa especializada em crimes de falsificação de documentos, estelionato e agiotagem. A investigação que resultou na operação “Rádio Pirata” começou após o dono de uma rádio da cidade descobrir e denunciar, em setembro de 2017, a transferência dela para o nome dos dois investigados. Foram cumpridos dois mandados de prisão contra dois homens, um de 42 anos, que foi encaminhado ao presídio de Araxá, e outro 39, que foi ouvido e liberado, pois colaborou com as investigações e tinha um alvará judicial. A Polícia Civil informou que as investigações apontavam que o os envolvidos falsificaram contratos sociais da emissora de rádio. Foi constatado durante as investigações que quase todas as assinaturas que estavam nos contratos da transferência da rádio eram falsas. As únicas assinaturas verdadeiras, segundo a perícia, eram dos autores. Eles falsificaram, inclusive, assinaturas de uma pessoa que faleceu e de um advogado. Durante a operação, os policiais civis constataram também que um dos detidos, de 42 anos, praticava o crime de agiotagem. Durante a ação, uma pessoa de identidade não divulgada, foi flagrada pagando uma dívida em dinheiro referente a um empréstimo com juros de 10% ao mês. Foram apreendidos cerca de R$13 mil em dinheiro, computadores, uma caminhonete e vários documentos com indícios de falsificação.

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Fonte: G1

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