Homem é detido por usar documento falso para pedir empréstimo de R$ 40 mil em Juiz de Fora

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18/06/2019

Um homem de 52 anos foi detido ao usar documentos falsos para abrir uma conta em um banco em Juiz de Fora, onde pretendia solicitar um empréstimo de R$ 40 mil. O caso foi registrado nesta segunda-feira (17), no Centro. A Polícia Militar (PM) foi acionada por funcionários da instituição após suspeitarem de um casal que tentava aplicar golpe de estelionato. Segundo a ocorrência, o homem esteve no local antes, em data não informada, com documentos em nome de outro indivíduo, solicitando a abertura de uma conta para a portabilidade com outra instituição. De acordo com o relato dos funcionários, ele disse que pretendia solicitar o empréstimo. Os funcionários pegaram todos os documentos apresentados pelo homem, fizeram cópias e juntaram ao processo de abertura da conta. Em seguida solicitaram que ele retornasse para a conclusão do processo e a liberação do dinheiro. Todo este atendimento foi filmado.

Quando o homem voltou nesta segunda-feira, foi abordado pelos policiais. A mulher que estava com ele relatou que era apenas uma acompanhante e a PM checou que não tinha nada irregular com ela. Durante busca pessoal e no carro do suspeito foram encontrados documentos de identidade, extrato de pagamentos de aposentadoria especial de outro banco e até uma conta de telefone no nome falso que ele apresentou aos bancários. O homem também tinha um cartão bancário com outro titular e os documentos relativos ao nome verdadeiro dele. A polícia também fez buscas na casa do homem, mas nada de irregular foi encontrado. Durante pesquisa no sistema, foi descoberto que o detido deveria estar cumprindo prisão domiciliar desde 7 de fevereiro deste ano. Ele recebeu voz de prisão em flagrante e, junto com os documentos apreendidos, foi encaminhado para a Delegacia de Plantão da Polícia Civil.

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Fonte: G1

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Deic prende trio acusado de fraudar documentos e faturar R$ 300 mil em um mês

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17/06/2019

Três suspeitos foram presos acusados de faturar, no período de apenas um mês, mais de R$ 300 mil. Os homens foram presos por agentes da Deic e do 17º Distrito Policial de Marechal Deodoro. Conforme a investigação, os estelionatários falsificavam documentos de pessoas idôneas para obter empréstimos junto a instituições financeiras e comprar produtos de alto valor. Apenas na cidade de Jequiá da Praia, o trio teria comercializado dez piscinas de fibra, no valor de R$ 140 mil, com dinheiro adquirido de forma fraudulenta. Com os suspeitos foram encontrados vários documentos falsificados, contratos financeiros, contas de energia em branco, um notebook onde eram realizadas as falsificações, impressora, documentos de identidade em branco e uma quantia em dinheiro, além de uma bicicleta avaliada em R$ 50 mil. Todos foram autuados por associação criminosa, uso de documento falso, falsificação de documentos e estelionato.

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Fonte: Alagoas 24 Horas

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Funcionária pública é suspeita de produzir certificados escolares falsos em Lauro Müller, na Serra Catarinense

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17/06/2019

Em Lauro Müller, na Serra Catarinense, a polícia investiga a ação irregular de uma funcionária pública que é suspeita de falsificar certificados e históricos escolares em troca de pagamento. Para dar continuidade às apurações, três mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta segunda-feira (17) durante a Operação Fictum Libellum. As ordens judiciais foram cumpridas na casa da funcionária, de uma suposta ajudante e, também, na escola onde a mulher teria acessado os sistemas do estado. A ação foi realizada pela Polícia Civil, com apoio do Instituto Geral de Perícias e do Ministério Público. O inquérito foi instaurado na Delegacia de Polícia de Lauro Müller e identificou a funcionária da secretaria da educação. Ela não só produzia, como, também, vendia os documentos falsificados em nome de uma escola estadual, por R$ 800. A mesma pessoa também produzia trabalhos escolares para alunos que contratassem seus serviços, por R$ 50. Toda a ação tinha apoio de outra mulher. Durante as diligências policiais foram ouvidas testemunhas que indicaram a possível prática dos crimes de falsificação dos documentos, citando o nome de uma pessoa que nunca estudou na escola Engenheiro Ernani Cotrin, onde havia sido emitido histórico escolar como se o aluno fosse da escola. Também se descobriu que um ex-aluno estaria oferecendo os certificados escolares para venda. Comprovadas as suspeitas, a funcionária do Estado deve ser indiciada pelos crimes de corrupção ativa e passiva, bem como, por delito administrativo devido a inserção de dados falsos em sistema informatizado da administração pública.

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Fonte: NSC Total

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Operação da PF prende 3 pessoas e cumpre quatro mandados de busca e apreensão no nordeste do Pará

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06/06/2019

Nesta quinta-feira (06), na região nordeste do Pará, a Polícia Federal realizou a operação Fogo. Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Castanhal. Uma pessoa está foragida. Os mandados são cumpridas nos municípios de Colares, Vigia e Castanhal. O objetivo foi prender quatro pessoas suspeitas fazerem parte de grupo criminoso que atua na falsificação de documentos. A investigação começou com a prisão em flagrante de um falsário realizada pela Polícia Civil de Castanhal. Na ocasião, foi encontrado vasto material utilizado para falsificação de documentos e alguns dispositivos de informática. “A (Polícia) Civil continuou a investigação e chegou à conclusão da possível participação de uma servidora da receita federal, que ajudava esse grupo criminoso na fabricação de CPFs”, disse o delegado da Polícia Federal. Segundo a PF, os principais crimes investigados são de falsificação de documento público, inserção de dados falsos, corrupção ativa e passiva e organização criminosa. Em muitos casos, houve a criação de números de RGs e CPFs e desvio de cédulas de identidades. Um dos investigados estaria exercendo a função de papiloscopista da Polícia Civil. A Polícia Federal entrou no caso porque foi identificada, entre os investigados, a participação de uma servidora da Receita Federal. Os presos serão ouvidos na Superintendência da Polícia Federal em Belém e depois encaminhados ao sistema prisional.

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Fonte: G1

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Polícia descobre esquema para obter visto americano com documentos falsos; presos pagaram US$ 13 mil por fraude

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07/06/2019

Na tarde desta quinta-feira (06), a Polícia Civil do RJ prendeu três pessoas que tentavam obter o visto de entrada nos Estados Unidos com documentos falsos. Um homem que vendeu os papéis forjados também foi preso. A ação, em flagrante, foi no Consulado Americano no Rio, no Centro. Policiais da representação desconfiaram da documentação apresentada por três mineiros de Governador Valadares e acionaram a 5ª DP (Mem de Sá). Agentes entraram na seção, confirmaram a fraude e deram voz de prisão a três solicitantes. J.C.S., de 32 anos; F.D.G., de 24; e D.B.A., de 22, admitiram à polícia que pagaram US$ 13 mil cada um para que M.R.C., de 29, providenciasse os documentos. M.R. aguardava do lado de fora do consulado e não resistiu à prisão. Seu comparsa, identificado como B.T.R., conseguiu fugir. A dupla também é de Governador Valadares. Contracheques, declarações de Imposto de Renda e demais documentos apreendidos foram adulterados para que apresentassem uma renda superior à verdadeira e demonstrassem vínculos fortes com o Brasil. Os três solicitantes vão responder por uso de documento falso; M. e o comparsa responderão pela falsificação do documentos.

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Fonte: G1

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Procuradoria denuncia 20 por rombo de R$ 200 milhões no seguro-desemprego

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05/06/2019

As investigações da operação Mendacium II, que cumpriu mandados de prisão preventiva contra dez denunciados, apontam que, entre 2015 e 2019, o grupo criminoso sacou indevidamente mais de 13 mil parcelas de seguro-desemprego, por meio da falsificação de documentos e da criação de ao menos 408 empresas de fachada em diversos estados. Além de pedir a condenação dos envolvidos por estelionato e formação de organização criminosa, a Procuradoria requer o pagamento de indenização à União no valor de R$ 205,5 milhões. As informações foram divulgadas pela Assessoria de Comunicação da Procuradoria em São Paulo. As fraudes foram descobertas depois que uma ocorrência isolada de estelionato em fevereiro de 2015 foi comunicada à Polícia Federal em Presidente Prudente (SP). Ao investigar o caso, os agentes identificaram uma extensa rede criminosa que utilizava centenas de empresas de fachada para inserir vínculos empregatícios e atos demissionais falsos nos sistemas da Previdência Social e do Ministério do Trabalho. Segundo a Procuradoria, ‘isso permitiu aos estelionatários receber ilegalmente milhares de parcelas de seguro-desemprego’.

A organização era formada por mais de 20 integrantes, 17 dos quais citados nesta denúncia do Ministério Público Federal, dois já denunciados no ano passado e alguns ainda não identificados. O grupo era dividido em três escalões, cada um com funções específicas. O núcleo diretivo, integrado pelos dois líderes da organização, era responsável por coordenar as atividades e gerir o dinheiro obtido com a prática ilícita. O núcleo administrativo, composto por cinco dos acusados, cuidava da parte burocrática. Cabia a eles a falsificação dos documentos necessários para a requisição dos valores, como RGs, CPFs, carteiras de trabalho, holerites, termos de rescisão e comprovantes de depósito de FGTS, todos em nome de pessoas físicas e jurídicas fictícias. Era esse escalão que também transmitia as informações falsas aos órgãos responsáveis pela concessão do seguro-desemprego. Os ‘kits’ de documentos forjados eram então entregues aos integrantes do núcleo operacional, os quais, de posse dos vínculos empregatícios e atos demissionais simulados, ‘se apresentavam pessoalmente às instituições públicas para requerer o benefício indevido’.

Também cabia a esse escalão abrir as contas bancárias onde os valores seriam depositados. Entre os 20 agora denunciados pelo Ministério Público Federal, 12 faziam parte desse nível hierárquico. “Eram eles que forneciam os rostos que seriam utilizados na documentação falsificada, o que permitia que comparecessem perante às autoridades competentes sem levantar suspeitas”, assinala a denúncia. Tanto os pedidos de seguro-desemprego quanto a abertura de contas eram feitos em locais, dias e horários distintos, de modo a evitar que os estelionatários fossem reconhecidos pelos atendentes como pessoas que já haviam se apresentado se passando por outras em ocasiões anteriores. “Essa forma de agir explica por que a organização criminosa apresentou requerimentos fraudulentos, de forma pulverizada, em praticamente todos os estados, à exceção de Amapá e Roraima”, destaca a Procuradoria. Os danos causados aos cofres públicos só não foram maiores porque as investigações permitiram bloquear mais de R$ 10,5 milhões em parcelas de seguro-desemprego que já estavam autorizadas para pagamento a empregados simulados pela organização criminosa.

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Fonte: Metrópoles

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Suspeitos são presos por tentativa de estelionato durante operação da Polícia Civil

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30/05/2019

Quatro suspeitos foram presos por tentativa de estelionato durante uma operação da Polícia Civil. A ação foi realizada na tarde de quarta-feira (29), em Arapongas e Rolândia. Em Arapongas, os agentes realizaram buscas em uma residência e localizaram uma mulher, de 34 anos, com uma arma de fogo. De acordo com a Polícia Civil, no momento da abordagem a suspeita estava segurando o revólver calibre 22. Os outros três envolvidos foram detidos em uma casa, em Rolândia. Os agentes também apreenderam eletrônicos, documentos e celulares. A quadrilha está sendo investigada desde que uma vítima foi até a delegacia denunciar um golpe, em que os envolvidos depositaram R$ 18 mil em folhas de cheques falsos em sua conta. Os detidos foram encaminhados à delegacia de Arapongas e Rolândia.

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Fonte: Massa News

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