Presa quadrilha que falsificava documentos e adulterava veículos no ES

Sem Comentários

28/09/2017

Oito pessoas acusadas de participar de uma organização criminosa especializada em falsificar documentos, vender veículos roubados e de fraudar débitos junto ao Detran foram presas durante a “Operação Tsunami”, realizada pela Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV). Apontada como a chefe do esquema, uma mulher, de 44 anos, que atuava de forma clandestina como despachante, está foragida. Além dela, a polícia procura um homem, de 45, que participava na adulteração dos veículos roubados. As investigações da delegacia duraram 9 meses e um total de 18 pessoas foram indiciadas pelos crimes. A quadrilha atuava em três frentes. Falsificava documentos como carteiras de identidade e habilitação, documentos de veículos e notas fiscais. O grupo também quitava, irregularmente, débitos de licenciamentos e multas junto ao Detran hackeando contas bancárias de terceiros por meio da internet. Para completar a “trilogia” do crime, eles adulteravam e vendiam veículos fruto de furtos ou roubos. Segundo a polícia, as investigações resultaram em um inquérito policial com 389 páginas, finalizado por meio de um relatório conclusivo de 39 páginas enviado à Justiça nessa segunda-feira (25). O relatório aponta que a mulher era a responsável por receber do homem os nomes e contatos de possíveis interessados em quitar débitos com o Detran de forma fraudulenta. De posse dos nomes, ela intermediava as negociações entre os interessados e o “hacker” (que ainda não identificado), recebendo valores em sua conta – em geral, aproximadamente 60% do valor da dívida. Já um aposentado, de 62 anos, além de encaminhar os nomes e contatos para a mulher, também participava da falsificação de documentos e da adulteração de veículos, uma vez que, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão em sua residência, foram encontrados diversos documentos falsificados ou em branco, bem como placas e documentos de veículos clonados. Outro preso pelo esquema, um empresário, de 54 anos, está, segundo a polícia, diretamente relacionado à falsificação de documentos e da clonagem e receptação de veículos, sendo que sua participação foi comprovada tanto por meio do cumprimento de mandados de busca e apreensão como pelo depoimento de outros envolvidos. Os investigados responderão por diversos crimes, como furto qualificado mediante fraude, apropriação indébita, receptação, receptação qualificada, falsificação de documento público, uso de documento falso, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e organização criminosa.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Gazeta Online

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Manicure é suspeita de fraude que desviou R$ 1 milhão de banco na BA

Sem Comentários

20/09/2017

O envolvimento de uma manicure numa fraude de quase R$ 1 milhão em um banco, revelada nesta quarta-feira (20) pela Polícia Federal, deixou perplexos os 9 mil habitantes de Santanópolis, cidade do sertão baiano, vizinha a Feira de Santana. Moradores da cidade revelaram estarem muito surpresos com o que ficaram sabendo logo pela manhã, quando uma viatura da PF foi à cidade buscar a mulher de 38 anos, cujo nome a não foi divulgado – e os moradores também preferem não revelar. Alvo da operação ‘Inimigo Oculto’, a manicure é uma das 30 pessoas conduzidas coercitivamente (de maneira forçada) para prestar depoimento, devido ao envolvimento na fraude. “Ela é esposa de um microempresário que tem boas condições financeiras para o padrão da cidade. É bem conhecida, então isso deixou todo mundo surpreso porque ninguém imaginava que pudesse ocorrer algo assim”, explica uma atendente de farmácia, sob anonimato. “Não a conheço pessoalmente, mas de uma forma ou de outra a gente acaba sabendo quem é por ser uma cidade pequena. É um fato lamentável para a nossa cidade”, diz um comerciante, de 52 anos. Por se tratar de uma condução coercitiva, a manicure foi liberada logo após ter prestado depoimento na sede da Polícia Federal, em Salvador. A operação foi realizada por policiais de Brasília, onde se concentram as investigações. Além da Bahia, o estado do Pará também foi alvo da operação, que cumpriu três mandados de prisão temporária e três mandados de busca e apreensão. A Justiça Federal também determinou o bloqueio da quantia aproximada de R$ 950 mil nas contas dos investigados. As ordens judiciais foram cumpridas principalmente em Brasília e no entorno. As três investigadas que são alvos dos mandados de prisão são ex-prestadoras de serviço do banco e teriam desviado os valores graças à concessão fraudulenta de 46 empréstimos pessoais, em sua maioria, destinados a familiares e amigos. Para viabilizar os empréstimos, elas utilizavam senhas pertencentes a empregados do banco, o que possibilitava e inserir dados no sistema, incluindo-se rendas fictícias, sem a apresentação de qualquer documento comprobatório. Quando os empréstimos eram creditados nas contas indicadas, os investigados efetuavam diversos saques e transferências, evitando que a instituição, após identificar a fraude, bloqueasse os valores. Os investigados serão indiciados por estelionato qualificado, falsificação de documento público, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Correio24Horas

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Uma pessoa é presa na BA suspeita de integrar quadrilha que fraudava atestados para o INSS

Sem Comentários

10/08/2017

Uma pessoa foi presa nesta quinta-feira (10), em Juazeiro suspeita de fazer parte de uma quadrilha que falsificava atestados médicos, para cometer fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A informação é da Polícia Federal, que cumpriu um mandado de busca e prisão preventiva, além de desarticular o grupo criminoso. A investigação começou no ano passado. O valor do prejuízo ainda não foi apurado pelo INSS. Segundo a PF, a quadrilha falsificava atestados médicos e laudos de exames, usando carimbos e papéis timbrados forjados e também assinaturas falsificadas de médicos da região, com o objetivo de conseguir o auxílio-doença do INSS. A Polícia Federal descartou a participação de funcionários do INSS e de médicos no esquema, e também não acredita que pessoas de outros estados estejam envolvidas na fraude. Para fraudar os atestados, as pessoas que iam à agência do INSS em Juazeiro com a documentação falsa eram orientadas pela quadrilha a mentir aos peritos, informando falsos sintomas para conseguir o auxílio-doença de forma indevida. Se o benefício fosse concedido, o dinheiro seria divido com os integrantes da quadrilha. Durante a busca na casa de um dos envolvidos, a Polícia Federal encontrou vários documentos originais e cartões bancários para recebimento de benefícios da previdência e uma carteira de habilitação falsificada escondidos em panelas e até numa lixeira. Conforme a PF, os envolvidos no esquema vão responder por estelionato qualificado, falsificação de documento público e associação criminosa e podem pegar até treze anos de prisão.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Mulheres são presas por estelionato dentro de banco na Zona Sul

Sem Comentários

31/07/2017

Foi divulgada, nesta segunda-feira (31), pela Polícia Federal, a prisão e autuação de duas mulheres que foram flagradas ao praticar crime de estelionato. As suspeitas, segundo a corporação, tentaram sacar R$ 10 mil de uma conta em um banco na Zona Sul do Recife, usando documentos falsos. A ação ocorreu na quinta-feira (27). Policiais militares foram acionados para evitar a fuga das suspeitas, que tinham acabado de retirar dinheiro da conta de outros titulares de forma fraudulenta. Conforme os relatos da Polícia Federal, por volta das 15h, as duas mulheres chegaram ao banco e solicitaram a retirada de dinheiro de uma conta. Uma das suspeitas, de 61 anos, alegou que precisava fazer o saque com urgência, mas estava sem o cartão. Ela justificou que a transação deveria ser realizada com rapidez. Conforme a suspeita, o marido encontrava-se internado em uma Unidade de Terapia Intensiva em um hospital da capital. A outra mulher, de 40 anos, estava acompanhando a mais velha. A princípio, os servidores do banco permitiram que a transação fosse feita. Ocorreram dois saques de R$ 5 mil, cada. A suspeita pediu para checar quanto tinha na conta. Ao saber que ainda contava com R$ 20 mil disponíveis, informou que voltaria no dia seguinte. Segundo a PF, a fraude foi descoberta no momento da checagem das assinaturas. Os servidores notaram a diferença nas letras que estavam na guia de saque, apresentada pela mulher, e no cartão de autógrafo. Ficou comprovada também que a foto do cadastramento de titular não tinha nenhuma semelhança com a pessoa que acabara de retirar a quantia. Ao ser flagrada, a mulher tentou deixar a agência. Afirmou que providenciaria outros documentos para comprovar a titularidade da conta, mas acabou sendo detida, até a chegada de PMs. De acordo com a PF, três dias antes, a mesma mulher já tinha sacado R$ 1 mil, de forma fraudulenta. Ela foi até a mesma agência e apresentou identidade falsificada. Diante do flagrante, as mulheres foram levadas para a sede da PF, na área central do Recife. Os agentes federais atuaram as duas suspeitas pelos crimes de estelionato e falsificação de documento público. Caso sejam condenadas, elas poderão pegar penas que variam de dois a doze anos de prisão. Após a autuação, as presas se submeteram a exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML), na mesma região da cidade. Passaram pela audiência de custódia e estão à disposição da Justiça Federal. Com as mulheres, a PF apreendeu três celulares e duas carteiras de identidade. Nos documentos, havia fotos das suspeitas, mas continham informações verdadeiras de reais correntistas do banco. No depoimento, a mulher mais nova alegou que a trama foi feita pela suspeita mais velha. Ele recebeu a oferta em dinheiro para colocar a foto em uma carteira de identidade falsa. Alegou desconhecer a origem dos documentos. A mulher mais velha não deu mais explicações aos agentes federais.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Pai e filho são presos acusados de fraude em seguro obrigatório

Sem Comentários

13/07/2017

Pai e filho acusados de diversas fraudes contra o Seguro DPVAT foram presos, por ordem da Justiça, pela Polícia Civil. V.G.A., de 48 anos, e V.G.A.F., de 27, foram presos na manhã de quarta-feira (12), em Várzea Grande (MT), durante a operação “Escamoteio”, deflagrada pela Delegacia de Defesa do Consumidor, com apoio de policiais da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A investigação contou com trabalho na análise dos inquéritos pelo Núcleo de Inteligência da Regional de Cuiabá. Presos no Jardim Marajoara II, pai e filho são investigados em pelo menos 25  inquéritos dos anos de 2013, 2014 e 2015, pela prática de estelionato, falsificação de documento público, falsificação de documento particular, falsidade ideológica e uso de documento falso. A fraude contra o seguro DPVAT funcionava da seguinte forma: os suspeitos abriam contas em bancos em nome de laranjas, ou então pegavam “emprestado” a conta de amigos para o recebimento do seguro, figurando como atos preparatórios dos golpes a falsificação de documentos públicos e particulares inserindo neles, os nomes, dados pessoais e endereços falsos de terceiros e históricos clínicos, “firmados” por um pequeno número de médicos. Na consumação do golpe, o valor do seguro não era creditado em conta supostamente pertencente à pessoa que teve seus dados usados indevidamente, e sim para pessoas que “emprestaram” suas contas, cartões e senha a pai e filho. Nas investigações foram utilizadas técnicas de análise criminal pela equipe do Núcleo de Inteligência da Regional e quebra de sigilo bancário, além do cumprimento de buscas domiciliares visando produzir mais provas para o inquérito.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Midia News

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Suspeito de golpe é preso por alugar carro em GO e tentar vender no ES, diz polícia

Sem Comentários

11/07/2017

Na noite desta segunda-feira (10), um homem, de 50 anos, foi preso após ser flagrado pela Polícia Civil, no Espírito Santo, vendendo carros alugados em Goiás, com documentos falsos. De acordo com a polícia, ele transferia o veículo para um ‘laranja’ em outro estado para cometer a fraude sem ser descoberto. No Espírito Santo, há dois registros de veículos com o nome do suspeito. O homem tentou vender em uma Duster 2017 alugada com documento falso no nome de outra pessoa, no mês de junho, em Goiás. A empresa tinha um sistema particular para verificação de veículos, descobriu a fraude e entrou em contato com a polícia. O sujeito chegou a anunciar a venda da Duster em um site de compras e vendas de produtos por R$58 mil. Policiais da Delegacia de Defraudações (Defa) se passaram por compradores, marcaram um encontro com o suspeito, em um shopping de Vitória, e deram voz de prisão. Ele foi indiciado pelos crimes de receptação qualificada e associação criminosa, devido à ajuda que recebeu de um amigo e da esposa para realizar a fraude na locadora. Ele ainda vai ser indiciado pelos crimes de uso de documentos falsos, falsificação de documento público, falsidade ideológica, inserção de dados falsos no sistema e estelionato.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

PF apreendeu 5 identidades diferentes de mulher presa por fraudes em aposentadorias no AP

Sem Comentários

04/07/2017

Sem saber qual o nome verdadeiro da mulher presa na manhã desta terça-feira (4) por aplicar golpes em aposentadorias, a Polícia Federal (PF) no Amapá informou que apreendeu cinco identidades diferentes. As investigações fazem parte da operação ‘Meia Tinta’. Conforme o delegado responsável, a investigação começou em 2016, quando a mulher, que aparenta ter 60 anos, fez várias tentativas para conseguir uma aposentadoria rural na Justiça Federal e na Previdência Social. Ela havia usado duas identificações diferentes nos dois órgãos e, como não preenchia os requisitos, os funcionários começaram a desconfiar dos dados. Com um dos documentos, a PF identificou que a suspeita recebe benefício de aposentadoria por idade. O delegado informou que vai avaliar o processo para concessão do benefício neste caso. A polícia informou ainda que vai realizar novas análises para identificar a autenticidade documental de todas as certidões encontradas na casa da suspeita. A partir desse processo, podem ser descobertos outros crimes praticados por ela. Foram realizados um mandado de busca e apreensão e um de prisão preventiva durante a operação. Ela estaria usando documentos falsos desde 2015, segundo investigação policial. A mulher foi presa em Macapá. A mulher poderá responder pelos crimes de tentativa de estelionato, falsificação de documento público e falsidade ideológica.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Anterior Próximo