Justiça da PB condena árabes por uso de documento falso e falsidade ideológica

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18/05/2018

Três árabes foram condenados por um juiz da 6ª Vara Criminal da Capital por crime contra a fé pública – uso de documento falso e falsidade ideológica – e crime contra a paz pública, sendo classificado como associação criminosa. Dos três réus, dois tiveram as penas privativas de liberdade transformadas em restritivas de direito e um deles terá de pagar uma multa de R$ 100 mil a uma entidade beneficente. No dia 12 de abril de 2017, por volta das 13h, os primeiros acusados foram presos em flagrante, nas dependências da sede do “Programa Cidadão”, em João Pessoa. Eles utilizaram documentos públicos falsificados para conseguir um Registro Geral e a emissão de cédula de Carteira de Identidade para um deles, como forma de conseguir uma nacionalidade brasileira. Segundo a denúncia, dois deles saíram de São Paulo para João Pessoa para obter uma Carteira de Identidade de nacionalidade brasileira, usando, para tanto, uma Certidão de Nascimento falsificada, de um cartório do Ceará. Com um deles também foram encontradas duas Carteiras Nacionais de Habilitação em nome de um dos acusados, emitidas em São Paulo, também falsificadas. No dia do flagrante a coordenação do programa suspeitou do fato de um dos árabes não conseguirem se comunicar em português. Ainda nas investigações da Polícia Civil, outros dois suspeitos foram presos no dia 21 de abril, em um hotel de João Pessoa. Eles foram apontados como colaboradores para o crime.

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Fonte: G1

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Estelionatário que abria contas usando documentação falsa é preso

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17/05/2018

Nesta quinta-feira (17), um homem foi preso pela polícia depois de ser flagrado tentando abrir contas em agências bancárias da Capital, usando documentação falsa. Com ele também foram apreendidos equipamentos, usados na falsificação dos documentos. De acordo com a delegada da Deco (Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado), o suspeito já tinha ao menos uma passagem pela polícia por tráfico de drogas. Ele, agora, também vai responder pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica, uso de documento falso e falsificação de documentação publico.

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Fonte: Campo Grande News

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Polícia Civil prende falsificador de documentos em Ribeirão Preto

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16/05/2018

Na manhã desta quarta-feira (16), a Polícia Civil de Ribeirão Preto prendeu um falsificador de documentos. O homem, com passagens pela polícia de Ribeirão Preto, foi preso em flagrante em uma casa do bairro Jardim José Sampaio Júnior, na Zona Oeste da cidade. Segundo o delegado da Polícia Civil, o criminoso era um velho conhecido do meio policial, pois já havia sido preso em outras oportunidades. Não há informação sobre o valor que o falsificador cobrava pelas cópias. “O suspeito já participou de uma facção que adulterava documentação de veículos. Nesta quarta, nós o encontramos em casa e já estava iniciando os trabalhos para falsificar a CNH. Acreditamos que o homem possua outro local e apenas falsifique utilizando um computador e uma impressora”, afirma o delegado. Por hora, o homem será preso por falsificação de documento público, mas assim que a polícia tiver acesso às informações do computador, o crime pode ser ampliado.

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Fonte: Revide

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Pedreiro é preso em Mogi por dirigir com habilitação falsificada

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10/05/2018

Em Mogi das Cruzes (SP), um pedreiro, de 58 anos, foi preso depois de ser flagrado usando uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsificada. O caso foi registrado como falsificação de documento público e uso de documento falso no 2º Distrito Policial nesta quarta-feira (09). Segundo o boletim de ocorrência, policiais militares estavam em operação junto com a Prefeitura na Estrada da Pedreira por volta das 7h35. Eles deram sinal de parada para o carro guiado pelo pedreiro. Eles pediram o documento do carro e a CNH do motorista. Ao pesquisar o número da CNH ele constou como inválido. Segundo os policiais, o pedreiro confessou que comprou a habilitação por R$ 800 de um desconhecido porque não queria se submeter aos exames para a obtenção dom documento. A CNH falsa foi apreendida e uma perícia foi requisitada. A polícia não fixou fiança e o pedreiro foi preso.

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Fonte: G1

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Justiça condena médicos de Bauru por emissão e uso de atestado falso

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03/05/2018

A Justiça condenou dois médicos da rede pública de Bauru (SP) por uso de documentos falsos. Conforme o Ministério Público (MP), autor da denúncia, um dos médicos usou um atestado falso assinado pelo colega para se ausentar do trabalho e viajar aos Estados Unidos. A condenação é em primeira instância e cabe recurso. Segundo um promotor, o médico M.L.B.G., que atua no Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), se ausentou de sua função pública alegando tratamento de saúde com base em um atestado médico falso assinado por M.B.M. Por telefone, M.B.M. negou as acusações, diz que o atestado é verdadeiro e que irá recorrer. M.L.B.G. não foi localizado pela reportagem. Em nota, a prefeitura informou que os dois casos estão sendo apurados pela Corregedoria e correm em segredo. De acordo com as investigações do MP, o médico do Samu se ausentou do trabalho com o atestado entre os dias 6 e 13 de dezembro de 2014. Neste período, ele realizou uma viagem aos Estados Unidos. Na sentença, o mesmo ainda foi condenado por solicitar, em fevereiro de 2015, o pagamento de horas extras que, de acordo com a Promotoria, também não teriam sido cumpridas. O médico foi condenado ao pagamento de 70 vezes o valor do seu salário e ao ressarcimento do prejuízo no período em que teria viajado aos EUA, além das horas extras consideradas indevidas. Já a pena imposta ao outro foi a de pagamento de 50 vezes do valor da sua remuneração.

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Fonte: G1

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Mãe e filha de 17 anos são detidas suspeitas de venderem carros roubados em MT

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22/04/2018

Em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, uma mulher e a filha foram detidas suspeitas de venderem carros roubados como se fossem veículos financiados. A Polícia Civil fez a detenção na sexta-feira (20) e divulgou neste domingo (22). De acordo com a Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DERRFVA), as duas mulheres são suspeitas de integrar uma quadrilha especializada em receptação e adulteração de veículos roubados/furtados. Com elas os policiais recuperaram um veículo Prisma, roubado no dia 17 de abril. A adolescente, de 17 anos, foi flagrada pelos policiais da DERRFVA quando fazia a entrega do veículo roubado para um suposto comprador. A mãe dela, de 34 anos, possui passagens anteriores e foi presa na casa dela, no bairro Jardim Califórnia, em Cuiabá. O companheiro dela é apontado como líder da quadrilha e continua sendo procurado. A quadrilha acusada de vender veículos roubados como se fossem financiados já era investigada pela DERRFVA. Com a informação de que grupo estava negociando um veículo Prisma, pelo valor de R$ 14 mil, que seria entregue em um shopping em Várzea Grande, os policiais monitoraram o local. A adolescente estava acompanhada da mãe dela. Em seguida, a jovem encontrou com a suposta compradora e a levou até o estacionamento para entregar o veículo e receber o dinheiro, momento em que foi abordada pela equipe policial. Em checagem do veículo, foi constatado que o automóvel foi roubado no dia 17 de abril e estava com placas adulteradas e documento de Certidão de Registro de Licenciamento de Veículo (CRLV) falso. Questionada, a adolescente inicialmente apresentou documento falso e disse que estava fazendo a entrega do veículo a pedido de um ‘paquera’ e que receberia pagamento pelo serviço. Os policiais descobriram o verdadeiro nome da adolescente e o endereço em que mora com a mãe no bairro Jardim Califórnia. Os policiais seguiram até a casa, onde fizeram a prisão. A casa já foi alvo de mandado de busca e apreensão, em uma operação deflagrada em janeiro deste ano pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE). Na ocasião, a suspeita e o companheiro dela foram presos em flagrante. Naquela época a polícia encontrou uma caminhonete S-10 roubada e vários materiais utilizados para prática de adulteração de veículos. Mãe e filha foram conduzidas até a DERRFVA. A mãe foi autuada em flagrante pelos crimes de associação criminosa, receptação, adulteração de sinal identificador de veículo, uso de documento público falso e corrupção de menores. A adolescente responderá por ato infracional análogo a associação criminosa, receptação, adulteração de sinal identificador de veículo e uso de documento público falso, sendo o procedimento encaminhado para Delegacia Especializada do Adolescente de Várzea Grande (Derf-VG).

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Fonte: G1

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Falsificadores de cheques agiam em Mato Grosso do Sul e mais oito estados

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19/04/2018

Materiais utilizados pelos criminosos na falsificação.

Na terça-feira (17), foi presa  durante operação desencadeada pela Delegacia de Estelionato (DE) de Curitiba (PR), uma quadrilha envolvida na clonagem de cheques que agiu em Mato Grosso do Sul, Paraná e mais sete estados. Um homem, de 47 anos, é apontado como líder do bando e foi detido em casa, na cidade de Guarapuava (PR). Estima-se que em pelo menos seis meses a associação criminosa, por meio da fraude, obteve a quantia superior a R$ 1 milhão. Além do líder, outras quatro pessoas suspeitas de integrar o bando também foram detidas ao longo da operação. As investigações iniciaram há cerca de seis meses, depois que a especializada realizou a prisão de uma mulher suspeita de aplicar um golpe bancário, descontando cheques clonados. A partir desta prisão, com base nas informações, foi possível identificar o envolvimento de outras pessoas. Segundo as investigações, o bando conseguia os cheques originais de diversas formas, uma delas era a compra com pessoas (normalmente idosas) que estavam em filas nos caixas eletrônicos.  Os cheques originais eram enviados para o líder da quadrilha, preso em Guarapuava, que por ser publicitário e desenhista, refazia os cheques com perfeição, adulterando os valores, código de barras e número de série. “Em seguida, os cheques eram enviados para outros membros do bando que tem a função de apresentá-los nos caixas para o desconto”, explicou a delegada-adjunta da DE. Os crimes iniciaram em Curitiba, mas o bando também atuou nos Estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Mato Grosso,  Rondônia, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, além de Mato Grosso do Sul e em várias cidades do Paraná. “Somente nesses seis meses de investigações, estima-se que a quadrilha obteve a quantia de R$ 1 milhão”, lembra a delegada.  Ao todo foram cumpridos nove mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão domiciliar. Foram apreendidos diversos documentos falsos, cheques clonados (em processo de confecção), apetrechos para a falsificação, bem como computadores, impressoras de alta resolução, um automóvel BMW e uma caminhonete Hilux. Os suspeitos responderão pelos crimes de estelionato, falsificação de documento público, associação criminosa e falsidade ideológica. Todos permanecem presos à disposição do Poder Judiciário.

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Fonte: Correio do Estado

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