Idoso usava identidade falsa para tentar aplicar golpe em banco

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17/08/2018

Nesta quinta-feira (16), um idoso foi preso e encaminhado à Central Geral de Flagrantes de Goiânia depois de tentar aplicar um golpe em uma agência bancária, onde tentou descontar um cheque no valor de R$ 28 mil apresentando uma identidade falsa. Funcionários do banco ligaram para o titular da conta que negou ter realizado a emissão do cheque. A Polícia Militar foi acionada e conduziu o home à Central, onde foi submetido a exame papiloscópico que comprovou a falsificação do documento.

Em entrevista ao papiloscopista policial, o idoso se identificou como sendo J.O.Silva, confirmando a hipótese de serem falsos os dados contidos no documento de identidade apresentado, em nome de P.P. Na sequência, foram coletadas suas impressões digitais. Realizada a pesquisa no sistema Goiás Biométrico das impressões digitais coletadas, quatro registros civis foram localizados, com outros nomes. Nessa pesquisa, foi localizado também o cadastro criminal do indivíduo, onde constam os delitos de estelionato e falsificação de documentos públicos.

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Fonte: Diário do Estado

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Fábrica de exames falsos de gravidez é fechada pela polícia em Rondonópolis

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14/08/2018

Um homem foi preso em flagrante em uma residência que funcionava como uma espécie de “fábrica” de documentos falsificados em Rondonópolis (212 km de Cuiabá-MT). A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) e ocorreu na tarde de segunda-feira (13). O suspeito W.S.A., de 26 anos, foi alvo de investigação após ser envolvido em ocorrências de estelionato com o golpe popularmente conhecido como “carro da OLX”.

Dentro da residência do suspeito foram encontrados diversos rascunhos de documentos falsificados na sala, incluindo documentos pessoais e veiculares. No quarto, dentro da fronha do travesseiro, foram localizados mais documentos finalizados e fotos 3×4 de terceiros. No balcão da cozinha foram recolhidos extratos bancários, exames de gravidez de um laboratório, entre originais e outros falsificados, e uma almofada de tinta de carimbo, utilizado para falsificação com uso de amostra de digital. O material apreendido é fabricado na casa do suspeito com um computador e uma impressora colorida. Os documentos veiculares (CRV e CRLV) possuem informações impressas em papel timbrado, proveniente de dois roubos em agências do Ciretran, um em Rondonópolis e outro no município de Jangada.

De acordo com informações preliminares, em cada documento veicular o suspeito ganhava cerca de R$ 200, cada RG ele cobrava R$ 250 e nos exames de gravidez o suspeito pedia R$ 50. Em entrevista aos policiais, o suspeito confessou os atos, relatou que integra uma organização criminosa e que em conjunto com comparsas teria adquirido lucro anterior por meio do golpe do carro no “OLX”. Ele informou que maior parte do dinheiro (R$ 19 mil) foi apreendida com um comparsa durante deflagração da operação Red Money, da Polícia Civil, em 08 de agosto. Conduzido à delegacia, ele foi autuado em flagrante pelos crimes de receptação e falsificação de documento público, falsificação de documento particular. O suspeito será apresentado em audiência de custódia junto ao Judiciário.

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Fonte: Circuito Mato Grosso

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Golpista é presa por tentar renovar RG com documento falso em Santos

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02/08/2018

Sob o argumento de que o seu documento de identidade (RG) está antigo e em mau estado de conservação, uma mulher compareceu à unidade santista do Poupatempo, e foi presa em flagrante. I.R.S., de 54 anos, exibiu terça-feira (31), no Poupatempo, um RG com a sua fotografia, mas em nome de outra mulher (Helena F. C. S.). Ela pretendia a emissão de um novo documento de identidade falso. Um funcionário do Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD) que funciona no Poupatempo suspeitou da mulher ao perceber discrepâncias entre as duas impressões digitais e as que constam no arquivo digital do órgão. Investigadores foram acionados e levaram a acusada ao distrito para averiguar o caso. Inicialmente, a única certeza era a de que as impressões digitais da suspeita e aquelas do arquivo do IIRGD são de pessoas diferentes.

I.R.S. portava Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), Título de Eleitor, justificativas de ausência de voto, Cadastro de Pessoa física (CPF) e até carteira de vacinação em nome da mulher cujo nome consta no RG antigo. Depois de muito relutar, ela admitiu não ser Helena, alegando ter “ganho” de um desconhecido, em São Paulo, o RG desta mulher. A acusada, então, afirmou se chamar Débora, revelando posteriormente o verdadeiro nome. Os policiais conseguiram entrar em contato telefônico com a verdadeira Helena, que mora na Zona Oeste da Capital. “A titular do RG disse que perdeu o seu RG há cerca de cinco anos e, desde então, vem sofrendo uma série de aborrecimentos, como a compra de produtos a prazo em seu nome”, disse o investigador.

Eventuais golpes cometidos por I.R.S. mediante a utilização do RG adulterado ainda são investigados. Porém, a delegada a autuou em flagrante pelo crime de uso de documento público falso, que é inafiançável e punível com reclusão de dois a seis anos.

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Fonte: A Tribuna

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Polícia Civil prende suspeitos de vender histórico escolar falso por rede social, em Campinas

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15/06/2018

Na manhã desta sexta-feira (15), dois homens suspeitos de integrar um esquema de fraude em históricos escolares foram presos em flagrante em Campinas (SP). Houve uma simulação de uma negociação com o suspeito por Whatsapp para constatar o esquema ilegal. Na troca de mensagens, eles mencionam diploma, mas o documento a que se referem é o histórico escolar. Eles vendiam o documento a pessoas que buscam emprego, dizendo ser suficiente para se conseguir uma colocação no mercado de trabalho. A oferta é feita para quem não concluiu o ensino médio. Para concluir o pedido, os envolvidos na fraude pediram a cópia da parte de trás do documento de identidade e R$ 250,00.

“As diligências continuam, a investigação continua, para verificar, eventualmente, como ele conseguiu falsificar, onde ele falsificou, se há mais pessoas envolvidas. Mas o fato está consumado”, afirma o delegado do Departamento de Polícia Judiciária São Paulo Interior 2 (Deinter-2).

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Fonte: G1

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Força Tática prendeu falsificador foragido em Taboão com 31 RGs, 3 CNHs e 56 cartões bancários

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11/06/2018

No jardim Santa Cruz, em Taboão da Serra (SP), policiais da Força Tática do 36º Batalhão da PM prenderam em flagrante, após abordagem na rua, um foragido da prisão praticando os crimes de estelionato, falsificação de documento público, falsificação de documento particular e associação para o crime. Os policiais apreenderam com o acusado 31 cédulas de identidade da Secretaria de Segurança Pública (SSP) falsificadas, 3 cédulas de CNH, 56 cartões de banco e estabelecimentos comerciais e notebook usado nas falsificações, 3 aparelhos celular e 33 holerites, um perfurador de placas para documento, além de 3 cadernos com identificação das vítimas. Após pesquisar o nome dele no sistema, os policiais descobriram que era foragido da penitenciária de Jardinópolis (SP). Depois disso os PMs foram até a residência onde estavam vivendo em Taboão e apreenderam todo o material usado para praticar os crimes citados. Houve confissão pela prática de falsificação para cometer crimes como abertura de contas em nome de laranjas, compras no comércio, além de falsificação para terceiros.

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Fonte: Jornal na Net

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Polícia prende homem com mais de 100 documentos falsos

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08/06/2018

Nesta quinta-feira (07), Policiais civis lotados na 1ª Delegacia Distrital de Polícia (DDP) e no Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) de Valparaíso prenderam em flagrante um homem por uso documento falso. Segundo o delegado responsável pelo caso, no momento em que foi abordado pelos policiais, o sujeito apresentou documento de identidade falso e o autuado foi submetido ao procedimento de identificação criminal. Os agentes então constataram que havia um mandado de prisão preventiva em aberto contra o suspeito originado do Rio de Janeiro em razão da prática de crime de estelionato, falsificação de documentos públicos, fraude contra seguro e organização criminosa. A determinação judicial foi devidamente cumprida. Ainda segundo o delegado, o homem possui diversas passagens por estelionato em Goiás e no Distrito Federal. Dentro da residência do investigado foram encontrados mais de 100 documentos prontos para a comercialização e outros em fabricação, dentre os quais RGs, CPFs, CRLVs e CNHs. Na oportunidade, apreenderam-se também impressoras e pendrives.

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Fonte: Jornal Opção

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Advogada é condenada por fazer anotação falsa em carteira de trabalho de cliente

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08/06/2018

Quem faz anotação falsa na Carteira do Trabalho e Previdência Social, para conseguir decisão judicial favorável de benefício previdenciário, pratica o crime de uso de documento público falso. A comprovação desse delito levou o Tribunal Regional Federal da 4ª Região a manter sentença que condenou uma advogada de Porto Alegre por rasurar a CTPS de uma cliente, produzindo informação falsa, a fim de ganhar a causa. A 8ª Turma aumentou a condenação, de dois anos de reclusão fixada em primeiro grau para dois anos e quatro meses, como agravante pela violação ao dever profissional. A pena foi substituída por restritivas de direitos, com execução imediata. O caso começou quando a Justiça Federal negou auxílio-doença e aposentadoria por invalidez à cliente da advogada, uma empregada doméstica que trabalhava na casa dela. No recurso, foi juntando aos autos cópia da CTPS adulterada, com a inserção de vínculo empregatício inexistente, de quatro anos. O objetivo da anotação, redigido de próprio punho, era comprovar a qualidade de segurada da recorrente. Ela foi denunciada pelo Ministério Público Federal e condenada por falsificação de documento em novembro de 2015. A ré negou que tenha sido a responsável pela rasura: embora uma perícia tenha concluído a autoria, ela definiu a prova como insuficiente, pois não foram colhidas amostras grafológicas dos familiares da cliente, que poderiam ter feito a alteração. Assim, a dúvida quanto à autoria deveria ser interpretada a seu favor, com a consequente absolvição. Segundo o relator, ficou devidamente comprovado que a ré agiu consciente e voluntariamente com o objetivo de obter o benefício previdenciário e, por consequência, o pagamento de seus honorários.

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Fonte: Consultor Jurídico

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