Polícia do DF prende 6 em ação contra roubo de carros e falsificação de documentos

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19/10/2017

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu seis pessoas preventivamente (por tempo indeterminado) e cumpriu dez mandados de busca e apreensão em uma operação que apura a existência de um grupo especializado em roubar veículos a mão armada, adulterá-los e ainda falsificar documentos. A operação ocorreu em Sobradinho, em Santa Maria e em Valparaíso de Goiás, no Entorno. “Trata-se de um grupo armado de extrema periculosidade, que praticava assaltos a veículos com o objetivo de comercializá-los junto a receptadores após serem clonados”, afirmou o delegado da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DRFV). A investigação aponta que após adulterar os carros e forjarem os documentos, os suspeitos ainda revendiam os veículos. Também costumavam usar para praticar outros crimes. Segundo a polícia, o líder do grupo tem 28 anos e é foragido do presídio de Cristalina desde 2015, com histórico de participação em facções criminosas. Há dois mandados de prisão contra ele em aberto. Para chegar até eles, os investigadores fizeram diligências e “campana” em frente aos locais onde o grupo agia para esconder e adulterar os veículos. No dia 15 de agosto, por exemplo, um suspeito é fotografado buscando um documento falso com o líder do esquema. Segundo o delegado, os suspeitos fizeram pelo menos oito vítimas. Ao todo, três carros foram recuperados. A operação é chamada de “Circuitus” porque em latim quer dizer Entorno, em referência à atuação do líder, que morava na cidade de Valparaíso. São investigados os crimes de associação criminosa armada, roubo circunstanciado, receptação, falsificação de documento público e adulteração de sinais identificadores.

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Fonte: G1

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Grupo que usava documentos falsos para conseguir empréstimos é desarticulado em CG

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03/10/2017

Foi deflagrada, na terça-feira (03), pela Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de Campina Grande, a Operação Mística. O objetivo foi desarticular um grupo que falsificava documentos públicos e privados, destinados a subsidiar a contratação de empréstimos fraudulentos, a abastecer o comércio ilegal de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsas, de fornecer certificados de registro e licenciamento para clonagem de veículos, além de fabricar notas falsas, entre outras práticas. Foram presas três pessoas: A.L.Santos, de 34 anos, S.R.P.Silva, de 42, e M.R.Oriente, de 29. Durante a operação policial, foram apreendidas dezenas de CNHs, certificados de veículos (DUT), RG em branco, além de outros documentos, que vinham sendo usados e comercializados pelo grupo criminoso, sendo constatados que existiam carteiras de habilitação em branco de vários Estados, bem como certificados de registro e licenciamento de veículos também de outros Estados, prontos para serem preenchidos com os dados falsos e subsidiar ações fraudulentas. Foram apreendidas também seis cédulas de identidade falsas já preenchidas com a mesma fotografia, mas com dados qualificativos diferentes. Após a prisão, os três foram encaminhados para a audiência de custódia. A.L.Santos teve a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva, os outros dois foram liberados, mas responderão pelos crimes. A.L. vai responder por estelionato, falsificação de documento público e privado, organização criminosa, uso de documento falso e apetrechos para falsificação de documentos. Já o casal, que foi flagrado tentando realizar um empréstimo em um correspondente bancário, usando documento falso, responderá pelos crimes de tentativa de estelionato, uso de documento falso e falsidade ideológica.

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Fonte: Paraíba Online

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Polícia abre inquérito para investigar suspeitos de estelionato no shopping de Piracicaba

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03/10/2017

Dois homens são investigados pela Polícia Civil por suspeita de estelionato em Piracicaba (SP). Conforme o boletim de ocorrência, a dupla usava documentos falsos para comprar produtos no shopping da cidade e revendia. A Polícia Militar (PM) foi até o local após denúncia de estelionato. O carro em que os suspeitos estavam era de um homem e uma mulher, que disseram que deram “carona” aos dois por serem clientes do estabelecimento deles. Primeiro a dupla apresentou documentos falsos, mas demonstrava nervosismo durante a conversa com os policiais. Depois eles mostraram os verdadeiros RGs e confessaram que usavam os falsos para comprar nas lojas do shopping, já que tinham restrições no nome. Os investigados disseram que compraram um celular e um rack em uma rede varejista do local e venderam ainda no estacionamento. Eles não souberam dizer quem comprou os objetos. Diante disso, os policiais foram até a casa de outro homem, que tinha sido abordado antes e que levava um rack na caminhonete. O outro investigado disse que tinha sido solicitado para levar o móvel até um terminal de ônibus da cidade, mas como não encontrou ninguém para retirar, levou até sua casa. Questionado pelos policiais, ele disse que estava apenas transportando o rack. O casal que era dono do carro, os dois suspeitos e o homem que transportava o móvel foram levados até a delegacia e foi feito um boletim de ocorrência de falsificação de documento público, uso de documento falso, falsidade ideológica e associação criminosa. O caso vai ser apurado por meio de um inquérito policial. O móvel foi apreendido.

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Fonte: G1

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Presa quadrilha que falsificava documentos e adulterava veículos no ES

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28/09/2017

Oito pessoas acusadas de participar de uma organização criminosa especializada em falsificar documentos, vender veículos roubados e de fraudar débitos junto ao Detran foram presas durante a “Operação Tsunami”, realizada pela Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV). Apontada como a chefe do esquema, uma mulher, de 44 anos, que atuava de forma clandestina como despachante, está foragida. Além dela, a polícia procura um homem, de 45, que participava na adulteração dos veículos roubados. As investigações da delegacia duraram 9 meses e um total de 18 pessoas foram indiciadas pelos crimes. A quadrilha atuava em três frentes. Falsificava documentos como carteiras de identidade e habilitação, documentos de veículos e notas fiscais. O grupo também quitava, irregularmente, débitos de licenciamentos e multas junto ao Detran hackeando contas bancárias de terceiros por meio da internet. Para completar a “trilogia” do crime, eles adulteravam e vendiam veículos fruto de furtos ou roubos. Segundo a polícia, as investigações resultaram em um inquérito policial com 389 páginas, finalizado por meio de um relatório conclusivo de 39 páginas enviado à Justiça nessa segunda-feira (25). O relatório aponta que a mulher era a responsável por receber do homem os nomes e contatos de possíveis interessados em quitar débitos com o Detran de forma fraudulenta. De posse dos nomes, ela intermediava as negociações entre os interessados e o “hacker” (que ainda não identificado), recebendo valores em sua conta – em geral, aproximadamente 60% do valor da dívida. Já um aposentado, de 62 anos, além de encaminhar os nomes e contatos para a mulher, também participava da falsificação de documentos e da adulteração de veículos, uma vez que, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão em sua residência, foram encontrados diversos documentos falsificados ou em branco, bem como placas e documentos de veículos clonados. Outro preso pelo esquema, um empresário, de 54 anos, está, segundo a polícia, diretamente relacionado à falsificação de documentos e da clonagem e receptação de veículos, sendo que sua participação foi comprovada tanto por meio do cumprimento de mandados de busca e apreensão como pelo depoimento de outros envolvidos. Os investigados responderão por diversos crimes, como furto qualificado mediante fraude, apropriação indébita, receptação, receptação qualificada, falsificação de documento público, uso de documento falso, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e organização criminosa.

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Fonte: Gazeta Online

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Manicure é suspeita de fraude que desviou R$ 1 milhão de banco na BA

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20/09/2017

O envolvimento de uma manicure numa fraude de quase R$ 1 milhão em um banco, revelada nesta quarta-feira (20) pela Polícia Federal, deixou perplexos os 9 mil habitantes de Santanópolis, cidade do sertão baiano, vizinha a Feira de Santana. Moradores da cidade revelaram estarem muito surpresos com o que ficaram sabendo logo pela manhã, quando uma viatura da PF foi à cidade buscar a mulher de 38 anos, cujo nome a não foi divulgado – e os moradores também preferem não revelar. Alvo da operação ‘Inimigo Oculto’, a manicure é uma das 30 pessoas conduzidas coercitivamente (de maneira forçada) para prestar depoimento, devido ao envolvimento na fraude. “Ela é esposa de um microempresário que tem boas condições financeiras para o padrão da cidade. É bem conhecida, então isso deixou todo mundo surpreso porque ninguém imaginava que pudesse ocorrer algo assim”, explica uma atendente de farmácia, sob anonimato. “Não a conheço pessoalmente, mas de uma forma ou de outra a gente acaba sabendo quem é por ser uma cidade pequena. É um fato lamentável para a nossa cidade”, diz um comerciante, de 52 anos. Por se tratar de uma condução coercitiva, a manicure foi liberada logo após ter prestado depoimento na sede da Polícia Federal, em Salvador. A operação foi realizada por policiais de Brasília, onde se concentram as investigações. Além da Bahia, o estado do Pará também foi alvo da operação, que cumpriu três mandados de prisão temporária e três mandados de busca e apreensão. A Justiça Federal também determinou o bloqueio da quantia aproximada de R$ 950 mil nas contas dos investigados. As ordens judiciais foram cumpridas principalmente em Brasília e no entorno. As três investigadas que são alvos dos mandados de prisão são ex-prestadoras de serviço do banco e teriam desviado os valores graças à concessão fraudulenta de 46 empréstimos pessoais, em sua maioria, destinados a familiares e amigos. Para viabilizar os empréstimos, elas utilizavam senhas pertencentes a empregados do banco, o que possibilitava e inserir dados no sistema, incluindo-se rendas fictícias, sem a apresentação de qualquer documento comprobatório. Quando os empréstimos eram creditados nas contas indicadas, os investigados efetuavam diversos saques e transferências, evitando que a instituição, após identificar a fraude, bloqueasse os valores. Os investigados serão indiciados por estelionato qualificado, falsificação de documento público, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

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Fonte: Correio24Horas

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Uma pessoa é presa na BA suspeita de integrar quadrilha que fraudava atestados para o INSS

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10/08/2017

Uma pessoa foi presa nesta quinta-feira (10), em Juazeiro suspeita de fazer parte de uma quadrilha que falsificava atestados médicos, para cometer fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A informação é da Polícia Federal, que cumpriu um mandado de busca e prisão preventiva, além de desarticular o grupo criminoso. A investigação começou no ano passado. O valor do prejuízo ainda não foi apurado pelo INSS. Segundo a PF, a quadrilha falsificava atestados médicos e laudos de exames, usando carimbos e papéis timbrados forjados e também assinaturas falsificadas de médicos da região, com o objetivo de conseguir o auxílio-doença do INSS. A Polícia Federal descartou a participação de funcionários do INSS e de médicos no esquema, e também não acredita que pessoas de outros estados estejam envolvidas na fraude. Para fraudar os atestados, as pessoas que iam à agência do INSS em Juazeiro com a documentação falsa eram orientadas pela quadrilha a mentir aos peritos, informando falsos sintomas para conseguir o auxílio-doença de forma indevida. Se o benefício fosse concedido, o dinheiro seria divido com os integrantes da quadrilha. Durante a busca na casa de um dos envolvidos, a Polícia Federal encontrou vários documentos originais e cartões bancários para recebimento de benefícios da previdência e uma carteira de habilitação falsificada escondidos em panelas e até numa lixeira. Conforme a PF, os envolvidos no esquema vão responder por estelionato qualificado, falsificação de documento público e associação criminosa e podem pegar até treze anos de prisão.

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Fonte: G1

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Mulheres são presas por estelionato dentro de banco na Zona Sul

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31/07/2017

Foi divulgada, nesta segunda-feira (31), pela Polícia Federal, a prisão e autuação de duas mulheres que foram flagradas ao praticar crime de estelionato. As suspeitas, segundo a corporação, tentaram sacar R$ 10 mil de uma conta em um banco na Zona Sul do Recife, usando documentos falsos. A ação ocorreu na quinta-feira (27). Policiais militares foram acionados para evitar a fuga das suspeitas, que tinham acabado de retirar dinheiro da conta de outros titulares de forma fraudulenta. Conforme os relatos da Polícia Federal, por volta das 15h, as duas mulheres chegaram ao banco e solicitaram a retirada de dinheiro de uma conta. Uma das suspeitas, de 61 anos, alegou que precisava fazer o saque com urgência, mas estava sem o cartão. Ela justificou que a transação deveria ser realizada com rapidez. Conforme a suspeita, o marido encontrava-se internado em uma Unidade de Terapia Intensiva em um hospital da capital. A outra mulher, de 40 anos, estava acompanhando a mais velha. A princípio, os servidores do banco permitiram que a transação fosse feita. Ocorreram dois saques de R$ 5 mil, cada. A suspeita pediu para checar quanto tinha na conta. Ao saber que ainda contava com R$ 20 mil disponíveis, informou que voltaria no dia seguinte. Segundo a PF, a fraude foi descoberta no momento da checagem das assinaturas. Os servidores notaram a diferença nas letras que estavam na guia de saque, apresentada pela mulher, e no cartão de autógrafo. Ficou comprovada também que a foto do cadastramento de titular não tinha nenhuma semelhança com a pessoa que acabara de retirar a quantia. Ao ser flagrada, a mulher tentou deixar a agência. Afirmou que providenciaria outros documentos para comprovar a titularidade da conta, mas acabou sendo detida, até a chegada de PMs. De acordo com a PF, três dias antes, a mesma mulher já tinha sacado R$ 1 mil, de forma fraudulenta. Ela foi até a mesma agência e apresentou identidade falsificada. Diante do flagrante, as mulheres foram levadas para a sede da PF, na área central do Recife. Os agentes federais atuaram as duas suspeitas pelos crimes de estelionato e falsificação de documento público. Caso sejam condenadas, elas poderão pegar penas que variam de dois a doze anos de prisão. Após a autuação, as presas se submeteram a exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML), na mesma região da cidade. Passaram pela audiência de custódia e estão à disposição da Justiça Federal. Com as mulheres, a PF apreendeu três celulares e duas carteiras de identidade. Nos documentos, havia fotos das suspeitas, mas continham informações verdadeiras de reais correntistas do banco. No depoimento, a mulher mais nova alegou que a trama foi feita pela suspeita mais velha. Ele recebeu a oferta em dinheiro para colocar a foto em uma carteira de identidade falsa. Alegou desconhecer a origem dos documentos. A mulher mais velha não deu mais explicações aos agentes federais.

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Fonte: G1

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