Estelionatário que vendia computadores de marca e entregava carcaças disfarçadas é preso em Natal

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24/03/2017

Na noite desta quinta-feira (23), policiais civis da 5ª Delegacia de Polícia Civil de Natal prenderam um homem acusado de estelionato. O acusado, de 24 anos, foi detido dentro de um shopping na capital potiguar. Conforme as investigações, há aproximadamente um mês, o homem estava anunciando em um site coletivo de venda e compra de produtos a venda de computadores de mesa. Ele iludia os compradores anunciando que as máquinas eram de determinada marca conhecida no mercado nacional e cobrava pelos equipamentos o valor de R$ 2.500. Contudo, quando a venda se efetivava ele entregava para as vítimas carcaças de CPU com peças de sucata, juntamente com notas fiscais forjadas em nome de uma empresa fictícia, como forma de dar veracidade à transação ilícita. Uma equipe de policiais civis conseguiu prender o jovem quando ele tentava enganar mais uma vítima. No momento da prisão, ele confessou ter aplicado esse golpe em outras ocasiões. Estima-se que os prejuízos causados ultrapassem R$ 10.000. O sujeito foi detido pelas práticas de estelionato e de falsificação de documento particular.

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Fonte: Tribuna do Norte

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Estelionatário é preso na Granja Portugal

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06/01/2017

Em Fortaleza, na manhã dessa quinta-feira (05), um homem suspeito de adquirir veículos por financiamentos fraudulentos foi preso. N.E.Silva, de 49 anos, foi autuado por estelionato, falsificação de documentos particular e público e uso de documento falso. Ele foi detido em uma residência na rua João XXIII, no bairro Granja Portugal. O suspeito já responde na Justiça por tentativa de estelionato e crime contra a administração pública. Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), Silva revendia os veículos adquiridos com documentos falsos e também fazia empréstimos consignados. Com ele, foram apreendidos espelhos de documento de identidade sem identificação, além de duas carteiras de identidades, uma fatura de uma instituição financeira, um extrato de pagamento e uma consulta ao Sistema de Proteção ao Crédito (SPC) em nome de terceiros. O homem foi levado à Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF).

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Fonte: O Povo Online

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Diep mira quadrilha que fraudou R$ 55 milhões da Receita

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13/12/2016

Foram presos nesta terça-feira (13), dois integrantes de uma organização criminosa suspeita de causar um prejuízo de R$ 55 milhões aos cofres públicos do Paraná e da União na “Operação Cereais”, deflagrada pelo Departamento de Inteligência do Estado do Paraná (Diep), com apoio das polícias Civil e Militar. Cinco pessoas estão foragidas. A quadrilha usava documentos de “laranjas” para abrir empresas e movimentar recursos, sem pagar tributos ao Estado e à União. A investigação começou em julho deste ano após uma vítima procurar a polícia. O homem alegou que a quadrilha teria usado seus documentos para abrir um comércio de cereais. Em pouco tempo, a empresa começou a acumular dívidas tributárias. Segundo o levantamento feito junto às Receitas Estadual e Federal, a dívida de tal comércio era de mais de R$ 8 milhões – Destes R$ 3,6 milhões com o Estado e de R$ 4,9 milhões com o Governo Federal. Dois contadores que faziam parte da quadrilha foram presos em casa, na cidade de Ponta Grossa. Eles eram responsáveis pela documentação que criava as falsas empresas, algumas delas registradas no endereço do próprio escritório de contabilidade. Durante a investigação, os policiais do Diep descobriram que a Pampas era apenas uma das empresas abertas de forma ilegal pela organização criminosa. “Descobrimos que a quadrilha era especializada neste tipo de golpe e já teria provocado, além de danos a particulares, um prejuízo de R$ 44,2 milhões à Receita Estadual e de R$ 11 milhões à Receita Federal, totalizando um rombo de pouco mais de R$ 55 milhões aos cofres públicos”, explicou o delegado do Diep. Os alvos da operação são suspeitos dos crimes de estelionato, associação criminosa, falsificação de documento público, falsificação de documento particular, fraude processual, crime contra a ordem tributária e lavagem de dinheiro. As penas somadas podem chegar a 30 anos de prisão.

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Fonte: Tribuna

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Suspeitos de fraude no INSS tinham padrão de vida acima da renda, diz PF

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06/10/2016

Foi divulgado pela Polícia Federal que a quadrilha suspeita de fraudar a Previdência Social usando documentos falsos conseguiu mais de 60 benefícios de maneira irregular. Conforme as investigações, o grupo, formado por 12 pessoas, tinha um padrão de vida muito acima com a renda que tinham, já que a maioria deles trabalhava como autônomo. Ao todo são cumpridos 12 mandados de prisão, 8 de busca e apreensão e 2 de condução coercitiva nos estados de Goiás, Piauí, Mato Grosso e Distrito Federal. As investigações começaram em 2014 após uma denúncia de fraude. Ao todo, o grupo conseguiu obter 62 benefícios sociais, como auxílio doença e amparo social ao idoso. A polícia disse ainda que a quadrilha também deu entrada em seguros-desemprego também usando documentos falsos. O prejuízo é de aproximadamente R$ 2,3 milhões aos cofres públicos. “Os integrantes são nascidos no Piauí e no Maranhão e falsificavam certidões de nascimento desses estados com nomes falsos para, nos institutos de identificação, darem entrada em RGs, CPFs, títulos de eleitor e, assim, solicitar os benefícios nas agências do INSS”, disse o chefe da Assessoria de Pesquisa Estratégica do Ministério da Previdência Social. Uma única pessoa tinha vários benefícios ao mesmo tempo, recebendo como se fosse pessoas diferentes. Em outros casos, os criminosos repassavam os cartões de benefícios para amigos ou familiares. “Como esses nomes são falsos, essas pessoas que constavam nos documentos nunca iam morrer, então o benefício seria eterno para essas pessoas. Com essa operação, evitamos uma fraude de mais de R$ 9 milhões”, disse um delegada. Segundo as investigações, o grupo se mudava constantemente de lugar e também mudava a cidade onde aplicavam o golpe, para dificultar o trabalho da polícia. Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, a polícia encontrou papéis de carteiras de identidade em branco. Agora, a corporação vai investigar se o material é origina, como ele foi conseguido e se o grupo tem a ajuda de servidores públicos para cometer a fraude. Os suspeitos vão responder pelos crimes de estelionato, falsificação de documento público e documento particular.

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Fonte: G1

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Trio se passava por oficiais de Justiça para aplicar golpes em lojas no Ceará

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19/09/2016

Foram presos em Fortaleza, dois homens e uma mulher que se passavam por oficiais da Justiça Federal. Eles usavam documentos falsos para abrir cadastro em lojas, fazer compras e empréstimos. A Polícia Civil também apreendeu uma arma falsa. As informações foram repassadas pelo titular da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), na manhã desta segunda-feira (19). Eles foram presos na Avenida da Universidade, no Bairro Benfica, na última sexta-feira (16), usando camisas falsas de agentes e portando um simulacro. As investigações começaram há cerca de três meses. “Tínhamos a notícia de um casal se passando por oficial de Justiça Federal, que vinha aplicando golpes no comércio e em bancos”, detalha o delegado. “Eles abriam cadastro com identidades falsas, usavam o limite de crédito que bem entendessem, tiravam cartões nas lojas, principalmente em lojas de departamentos, e faziam compras”, descreve. Eles também tomavam empréstimos. Além do casal, outro homem também foi preso com documento falsificado, quando se encaminhava para praticar fraudes no comércio. Segundo o delegado, esse suspeito já havia sido preso na DDF também com documento falso por estelionato. No ato da prisão, no Bairro Benfica, eles estavam dentro de um veículo, vestidos com a roupa de oficial de Justiça, e quando viram a polícia tentaram tirar a camisa. Eles serão indiciados por formação de quadrilha – porque apontam que o autor intelectual dos crimes é um quarto suspeito -, além de falsificação de documento público e documento particular, falsidade ideológica e uso de documento falso.

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Fonte: G1

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Despachante é preso em MT usando documento falso para transferência de veículo

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07/07/2016

Uma ação conjunta da Polícia Civil e Departamento Estadual de Trânsito (Detran), prendeu em flagrante um despachante que tentava fazer uma transferência de veículo na Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Várzea Grande (MT). A prisão ocorreu na quarta-feira (06). O suspeito foi flagrado pela equipe da Delegacia Especializada de Repressão de Roubos e Furtos (DERRFVA), após utilizar um documento particular falso para realizar o procedimento. O despachante é proprietário de um escritório na cidade e utilizou um contrato de financiamento falso para transferir um veículo para a Ciretran do município. Conforme o titular da delegacia, o documento é exigido nas transferências de veículos financiados. “Assim que o Detran desconfiou da autenticidade do documento, acionou a equipe da DERRFVA, que foi até a Ciretran e conduziu o suspeito até a delegacia”. Após ser interrogado, o despachante foi autuado em flagrante pelo crime de uso de documento falso.

Dono de clínica é preso suspeito de fornecer atestados falsos no ES

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20/05/2016

Suspeito de envolvimento num esquema de fornecimento de atestados médicos falsos, o dono de uma clínica médica foi preso, nesta sexta-feira (20). O mandado de prisão preventiva foi cumprido durante a Operação Talante 2, da Polícia Federal, em Cariacica, na Grande Vitória. O proprietário da clínica vai responder pelos crimes de falsificação de documento particular e falsidade ideológica, podendo ser condenado a até 10 anos de prisão. Além disso, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão. O esquema era de fornecimento de atestados médicos por uma clínica a interessados, mediante pagamento de R$ 50, sem a realização de consulta médica. Os laudos eram apresentados junto à Previdência Social para manutenção de benefícios irregulares, como também em estabelecimento privados. Além disso, servidores públicos de escolas municipais, estaduais e e até de prefeituras utilizavam os atestados falsos para justificarem afastamentos ao trabalho. Somente em um benefício previdenciário, que era mantido de forma irregular mediante apresentação de atestado e procuração falsos, houve prejuízo efetivo de R$ 177.615 para a Previdência Social. Caso a fraude não tivesse sido identificada e estancada, o déficit chegaria a um total de quase R$ 500 mil.

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