Polícia Civil descobre esquema de falsificação de documentos

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19/02/2018

Em Itupeva (SP), a Polícia Civil identificou um esquema de falsificação de documentos e prendeu um morador de Jundiaí após flagrá-lo tentando vender a um investigador um atestado médico falso. Um notebook foi apreendido na casa do acusado. Ele confessou que falsificava os documentos em sua residência, fazendo todo o procedimento em seu computador por meio de montagens. Lançava, então, os nomes dos compradores, que poderiam escolher entre carteirinhas estudantis, históricos escolares, atestados médicos, carteira do Coren (Conselho Regional de Enfermagem), entre outros. As investigações foram coordenadas pelo titular da delegacia de Itupeva. Conforme o policial, a apuração do esquema teve início após a descoberta de que uma moradora local havia apresentado um atestado médico falso à empresa em que trabalhava. O delegado contou que após a identificação do autor da falsificação, investigadores de sua equipe realizaram contato com o acusado, fingindo o interesse em comprar um atestado médico. Marcaram então o local de entrega. Depois do homem se aproximar e entregar o documento fraudado, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à delegacia, onde prestou depoimento. No imóvel, além do notebook, um pendrive foi apreendido e analisado. Em seu interior continha diversos arquivos utilizados para falsificações, além de 8um histórico escolar, uma carteira estudantil, um esboço da carteira do Coren e três atestados médicos. O acusado responderá por falsificação de documentos públicos e particulares, além de falsidade ideológica.

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Fonte: Jornal de Jundiaí

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Golpistas se passam por fiscais sanitários para extorquir comerciantes em Rio Preto

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19/02/2018

Neste domingo (18), em São José do Rio Preto (SP), um casal foi preso por falsidade ideológica e extorsão. Eles se passaram por fiscais da Vigilância Sanitária e estavam pedindo dinheiro para não multar os comerciantes. Segundo informações da polícia, uma vítima acabou desconfiando e ligou para a polícia. No restaurante do comerciante, o casal disse que iria fiscalizar o estabelecimento, mesmo o proprietário dizendo que foi vistoriado recentemente. Os fiscais disseram que havia irregularidade no botijão de gás e pediram R$ 50 para fazer “vista grossa”. A vítima exigiu então a identificação do casal, que mostrou um falso crachá da prefeitura. O proprietário então pagou o valor, mas quando o casal saiu ele ligou para a polícia. A polícia localizou os falsos fiscais e, com eles, foram encontrados crachás da prefeitura de Rio Preto, uma pasta com alvará e documentos, além de dinheiro. O casal foi preso em flagrante e encaminhado à carceragem da Delegacia de Investigações Gerais (DIG).

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Fonte: G1

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Contador é preso suspeito de aplicar golpes na Previdência em Ribeirão Preto, SP

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15/02/2018

Um contador suspeito de praticar golpes contra a Previdência Social em Ribeirão Preto (SP), foi preso em flagrante, nesta quinta-feira (15), pela Polícia Federal. O homem era investigado desde 2017 e foi pego pelos agentes com documentos falsos no prédio do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) do município. Segundo a PF, há indícios de que ele forjava documentos que posteriormente seriam entregues por diferentes pessoas para a solicitação da aposentadoria. Nos papeis, ele inseria contribuições inexistentes e períodos de trabalho que nunca tinham sido desempenhados pelos beneficiários, informou a polícia. O caso começou a ser investigado no ano passado a pedido do próprio INSS, diante da suspeita de fraude de benefícios previdenciários fraudados. Os investigadores contaram com a ajuda de uma pessoa que se beneficiaria das fraudes e conseguiram surpreender o suspeito nesta quinta-feira. Ele estava na agência do INSS com documentos falsificados a serem entregues a um possível beneficiário. O valor do rombo que a prática possa ter causado aos cofres públicos não foi divulgado. O suspeito responderá por falsidade ideológica, crime cometido por quem omite ou altera declarações em documentos públicos ou particulares, com pena de reclusão de até cinco anos.

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Fonte: G1

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Preso homem que se passava por policial para aplicar golpes em BH

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16/02/2018

O Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc), prendeu um homem que usava nomes de delegados e da Polícia Civil para aplicar golpes. J.E.M.J., de 42 anos, enganava pessoas oferecendo curso e prometendo uma vaga de emprego em unidades prisionais, sem concurso público. Já foram identificadas mais de 85 vítimas. O prejuízo total já chega a R$ 100 mil. O homem, que nega o crime, foi apresentado na manhã desta sexta-feira. As investigações começaram depois que o delegado-chefe do Denarc, recebeu a informação de que seu nome estava sendo usado pelo criminoso para aplicar os golpes. “Chegou ao meu conhecimento de que ele usava o meu nome e de outro delegado, sob o argumento que estávamos coordenando um projeto através da Polícia Civil, para um curso visando a contratação de pessoas para trabalhar em unidades prisionais”, explicou o delegado. Segundo o inquérito, as pessoas interessadas no projeto deveriam ter curso superior e pagar uma taxa de inscrição. O valor variava entre R$ 670 até a R$ 820. “Seria um golpe buscando regimentar essas pessoas e buscar alcançar a taxa de inscrição. O curso jamais iria existir, porque não existe este projeto no âmbito da Polícia Civil de Minas Gerais”, disse. Os investigadores levantaram informações sobre o criminoso e conseguiram chegar até ele. Quando foi abordado, o homem reagiu e chegou a ferir os policiais. Na casa dele, vários produtos foram encontrados, até mesmo materiais utilizados por policiais civis. Nas redes sociais, ele se passava por membro da corporação. O homem age desde setembro. Já foram identificadas 85 vítimas e o prejuízo de R$ 100 mil. Os pagamentos das inscrições eram realizados em contas poupança que estavam em nome de terceiros. Ele tinha ajuda de uma mulher para chegar até as pessoas interessadas no curso. A polícia tenta identificá-la.

Perfil das vítimas

As vítimas já identificadas pela Polícia Civil são pessoas esclarecidas, segundo o delegado. Todas têm curso superior. “Geralmente no estelionato, a vítima tem o interesse de alcançar alguma vantagem. Certo é que, como se dizem, os olhos grandes são que fazem a vítima de estelionato serem seduzidas pelo golpe. São pessoas de nível superior, bem informadas, que acabam caindo no golpe pelo serviço fácil”, concluiu o delegado.

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Fonte: EM

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Gaeco denuncia vereador de Ipatinga por estelionato e falsificação de documentos

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29/01/2018

Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) apresentou ao Ministério Público uma denúncia contra um vereador. Ele é acusado de falsificação de documento público, estelionato e falsidade ideológica. Segundo o Gaeco, ele teria falsificado um Certificado de Registro de Veículo (CRV) em 2014, quando era assessor parlamentar. Durante as investigações do caso, o Gaeco descobriu indícios de outros casos de falsificação de documentos pelo vereador. Segundo a investigação, ele teria participado de um esquema de vendas de diplomas e históricos escolares. Além do vereador, outras duas pessoas foram denunciadas. De acordo com o delegado da Polícia Civil, duas pessoas confessaram ter utilizado dos serviços de falsificação do vereador. Uma delas afirmou ter pago R$ 300 ao vereador em 2014, em troca da transferência do nome de registro de um veículo. Em outra falsificação, o pagamento foi de R$ 1 mil em dois títulos bancários em nome do vereador, em troca de um diploma. A denúncia foi encaminhada ao Ministério Público. Os suspeitos irão responder pelos crimes de falsificação de documento público, com pena prevista de dois a seis anos, e ainda estelionato e falsidade ideológica, com pena que pode chegar a cinco anos de detenção. O vereador não foi encontrado para comentar sobre as denúncias.

Entenda o caso

O fato ocorreu em outubro de 2014. Na época, uma mulher foi detida em um cartório da cidade quando tentava transferir, para o nome dela, o carro do marido, morto em março do mesmo ano. Ao ser verificado que o certificado de registro do veículo era falso, a Polícia Militar foi acionada; a mulher chegou a ser detida no dia, mas foi liberada em seguida. De acordo com o boletim de ocorrências, ela informou que procurou o gabinete do vereador, para tentar regularizar o documento do carro. Ainda segundo a mulher, ela teria passado um documento em branco para o assessor parlamentar, e depois recebeu o documento já preenchido e selado. Na época ele foi exonerado do cargo de assessor parlamentar.

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Fonte: G1

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Golpistas miram comércio

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18/01/2018

Donos de lojas de Rio Preto viraram alvos preferenciais de uma onda de golpes aplicados por estelionatários vindo de outras regiões e até de outros estados. Com documentos falsos e cartões de crédito clonados eles fazem grandes compras, desaparecem e deixam para trás prejuízo. Segundo a Polícia Civil, antes de aplicar os golpes, os estelionatários abrem empresas de fachada com documentos falsos ou furtados. Com o CNPJ conseguem cartões de crédito, empréstimos e talões de cheque. Com isso em mãos, escolhem as lojas e empresas para aplicar os golpes pessoalmente ou por meio da internet. Os truques são usados para comprar e até para conseguir empréstimos em lojas de departamento. O delegado coordenador da DIG, afirma que os estelionatários sempre pedem parcelamento e solicitam 30 dias para o primeiro pagamento. Fornecem endereço de uma casa vazia, alugada com nome falso, só para receber as mercadorias, depois desaparecem sem pagar a locação. Em alguns casos, usam residências de laranjas. “Esse tempo eles usam para receber a mercadoria e depois desaparecer. Sempre fornecem endereço falso de entrega ou dão desculpa para pegar direto na transportadora. Somem depois de receber o produto em mãos”, explica. Na semana passada, um fabricante de semi joias procurou a DIG depois de sofrer dois golpes e acumular R$ 11 mil em prejuízo. Nos dois casos, os estelionatários usaram nomes diferentes para fazer as compras. “Foi com base na pista deste caso que conseguimos prender a quadrilha em Uberlândia, que tinha uma mulher da cidade e mais dois homens de Ituiutaba. A equipe ficou de campana no lugar indicado para entrega da mercadoria e deu voz de prisão assim que eles receberam os produtos”, explica o delegado. Há também os golpistas que agem sozinhos ou em dupla, como foi na prisão de um casal detido com diversos documentos falsos e cartões clonados, após tentarem fazer grande compra em uma loja. Com a mulher foram apreendidos sete RGs com nomes, data de nascimento e locais de nascimento diferentes. Com o homem foram encontrados mais dois RGs falsificados. Para dar autenticidade, em cada documento ela usava uma foto com roupa diferente. Com esses documentos eles já tinham conseguido abrir conta em banco e estavam com seis cartões de crédito. O delegado ficou impressionado com a quantidade de documentos falsificados e a facilidade que os golpistas têm para conseguir abrir contas. “Só depois que mostramos os documentos encontrados eles admitiram falsidade ideológica.”  O diretor da Associação Comercial de Rio Preto (Acirp) afirma que os funcionários de crediários de lojas deveriam passar por treinamento para evitar os golpes. “O pessoal precisa fazer um cadastro bem detalhado antes de autorizar a venda. Na maioria das vezes, ficam com receio de pedir o RG e o comprovante de residência e o cliente ir embora, mas isso pode evitar que a empresa possa ser alvo de estelionatários”, afirma.

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Fonte: Diário da Região

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Presidiário foragido do Pará é preso com documentos falsos e 133 chaves para arrombar casas, no AM

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10/01/2018

Chaves michas usadas para abrir cadeados, portas e portões foram encontradas com o foragido.

Um presidiário foragido do Pará há quatro anos foi preso, na noite dessa terça-feira (09), em Manaus. A.C.S., de 30 anos, é suspeito de realizar série de furtos, roubos, traficar drogas e falsificar documentos. Mais de 130 chaves micha foram apreendidas com ele. A polícia diz que elas seriam usadas para arrombar imóveis. O homem era considerado fugitivo desde 2014, onde cumpria pena por tráfico de drogas e associação para o tráfico, além de responder por sete processos criminais na justiça paraense. O foragido foi preso pela equipe do 12º Distrito Integrado de Polícia (DIP), por volta das 20h, na Zona Leste. Segundo o delegado responsável, A.C.S. é suspeito de furtar na região do bairro Flores. “Ele apresentou uma identidade, que aparentemente era original. Policiais checaram o documento e encontraram inconsistências nas informações. Foi realizada busca na residência e encontramos uma Carteira de Habilitação com foto dele, mas com nome de outra pessoa. Ele estava usando documentos falsificados”, explicou. Com o foragido foram apreendidas 133 chaves michas usadas abrir fechaduras, uma balança de precisão, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e Carteira de Identidade falsificadas. Um caderno com anotações de tráfico de drogas foi achado pela polícia, que identificou que o presidiário teria movimentado grande volume de dinheiro na compra e venda de entorpecentes. Em depoimento à polícia, ele confirmou envolvimento com o tráfico e costumava enviar drogas para Santarém (PA). Um documento mostra o envio de 2 milhões de pesos colombianos para compra de drogas. “Junto com a associação criminosa que ele fazia parte, eles realizavam furtos em diversos locais da capital. O sujeito já tem condenação no Pará por tráfico e associação. Aqui no Amazonas ele já foi condenado por roubo e responde a diversos furtos. Tem um homicídio que é atribuído a ele. Ele teria matado uma pessoa que furtou uma loja que ele possuía”, afirmou o delegado. Outros dois suspeitos de integrar a quadrilha já estavam presos. A.C.S. foi autuado por falsidade ideológica e uso de documento falso.

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Fonte: G1

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