Grupo é preso suspeito de falsificar documentos de veículos, escrituras e procurações na Grande Goiânia

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08/11/2018

Nesta quinta-feira (08), dez homens foram presos durante a Operação Cartório do Crime, realizada pela Polícia Civil na Grande Goiânia. Entre eles há despachantes e donos de escritórios de contabilidade e de uma autoescola. A investigação tem o objetivo de desarticular um grupo suspeito de falsificar documentos de veículos, atestados médicos, escrituras e procurações. “Eles cobravam de R$ 100 a R$ 5 mil por cada documento, dependendo da complexidade”, disse o delegado responsável. Além das prisões, os policiais cumpriram 17 mandados de busca e apreensão em Goiânia, Abadia de Goiás e Trindade. Nos locais, as equipes encontraram materiais para a produção dos documentos, como impressoras e selos falsificados. Também havia documentos originais de carros que estavam em branco.

Em nota, o Departamento Estadual de trânsito de Goiás (Detran-GO) disse que solicitou informações junto à Polícia Civil para tomar as medidas cabíveis. A investigação da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (Derfrva) durou oito meses. Conforme o delegado, os falsificadores agiam há pelo menos três anos. Ele explicou que três presos são os responsáveis pela falsificação dos documentos. Eles foram presos nas respectivas casas, localizadas nos setores Aeroporto, Parque Oeste Industrial e Jardim Planalto, em Goiânia. Segundo a investigação, os detidos cometiam as fraudes nas próprias residências. Já os agenciadores são dois proprietários de escritórios de contabilidade, quatro despachantes de veículos e o dono de uma autoescola. “Eles eram os responsáveis por conseguir os clientes, fazer o contato com os falsários e, depois, entregar os documentos falsificados”, explicou Viera.

A polícia ainda apura qual a finalidade do grupo com as falsificações dos documentos. “As falsificações dos documentos subsidiavam vários outros crimes. Com essa operação estamos combatendo o furto e roubo de veículos, o estelionato e outros crimes contra a administração pública”, afirmou o delegado. Os presos foram indiciados por associação criminosa, falsidade de documentos públicos e particulares e falsidade ideológica. As penas dos crimes, somadas, podem chegar a 10 anos de prisão.

Policial militar é preso em flagrante por estelionato em Ribeirão Preto

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15/10/2018

Em Ribeirão Preto (SP), na tarde desta segunda-feira (15), um policial militar foi preso em flagrante, por suspeita de falsidade ideológica, adulteração de sinal identificador de veículo, estelionato, comunicação falsa de crime e tráfico de drogas. De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), um carro com placa clonada e com queixa de roubo, foi apreendido na casa do policial, que não teve a identidade divulgada. Ele será encaminhado ao presídio Romão Gomes, em São Paulo, e responderá a procedimento administrativo pela Polícia Militar.

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Fonte: A Cidade On

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Jovens são suspeitas desviar mais de R$ 70 mil de imobiliária em Araguaína

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08/10/2018

A.R.A. e A.C.A.L., ambas de 23 anos, são suspeitas de desviar R$ 75.766,16 de uma imobiliária onde trabalhavam em Araguaína, no norte do Tocantins. Além delas, um homem, de 36 anos, também é suspeito de participar do esquema, que ocorreu de fevereiro de 2017 a abril de 2018. Eles foram indiciadas nesta segunda-feira (08). Segundo a Polícia Civil, as investigações mostram que as jovens induziram os clientes a fazerem pagamentos em espécie na própria imobiliária. Elas recebiam os valores e não repassavam para a empresa, porém o procedimento padrão era de pagamento através de boletos bancários. Não era permitido o recebimento de qualquer valor, em espécie ou através de cheque, diretamente na imobiliária.

Os clientes compraram diversos lotes e realizavam os pagamentos através de boletos, mas depois foram orientados pelas jovens a efetuarem pagamentos em dinheiro. Elas recebiam os valores, e para não deixar qualquer suspeita, emitiam recibos falsos. Outra forma de receber o dinheiro dos clientes foi através de depósitos bancários na conta do homem suspeito, que na época era namorado de uma das garotas. As jovens diziam aos clientes que ele era um dos sócios da imobiliária. Conforme a investigação, as garotas levavam uma vida acima do padrão financeiro que o salário permitia. Elas viajavam e compravam roupas de marcas de preços elevados e ostentavam nas redes sociais. Os três suspeitos devem responder por furto duplamente qualificado, estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa, cuja pena dos crimes se somadas poderá chegar a 21 anos de prisão. Eles não foram presos e vão responder em liberdade.

Polícia do Rio faz operação de combate à emissão de diplomas escolares falsos

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24/09/2018

Na manhã desta segunda-feira (24), a Delegacia de Defraudações da Polícia Civil do Rio de Janeiro realiza uma operação de combate à emissão de diplomas escolares falsos, distribuídos para pessoas que não concluíram os estudos. Os supostos formandos chegaram a ter os nomes publicados no Diário Oficial. A ação, chamada de Operação Nota Zero, conta com mais de 110 policiais civis cumprindo 35 mandados de busca e apreensão em escolas e residências de donos, diretores e funcionários de colégios no Centro e nas zonas Sul, Norte e Oeste do Rio, além dos municípios de Duque de Caxias, Belford Roxo e Nilópolis, na Baixada Fluminense. Segundo os policiais, o grupo movimentou cerca de R$ 700 milhões nos últimos cinco anos com a emissão de 350 mil diplomas.

Entre os alvos estão um oficial reformado da Polícia Militar, que consta como sócio e diretor de um dos colégios investigados e já tem oito anotações criminais, inclusive por associação criminosa e falsidade ideológica; um ex-conselheiro do Conselho Estadual de Educação que, além de dono de uma das escolas, participava das votações que autorizam ou não o funcionamento de unidades de ensino no Estado do Rio. Este, inclusive, ainda ocupava o cargo de conselheiro quando seu colégio, mesmo em meio a denúncias de fraude na emissão de documentos, teve o credenciamento renovado. Também são alvos funcionários das escolas, que assinaram e atestaram serem legítimos os documentos fraudados.

Ao todo, estão sendo investigadas 11 escolas particulares, que participam de um grande esquema de fornecimento de históricos escolares e certificados fraudulentos de conclusão do Ensino Médio em cursos à distância, principalmente no sistema de educação de jovens e adultos. Uma delas deu 20% a mais de diplomas do que toda a rede de ensino a distância do Rio de Janeiro.

Ingresso em universidades e concursos públicos

Os documentos falsos são usados em tentativas de ingressos nas universidades, concursos públicos e empregos em várias partes do país. A denúncia, que desencadeou a operação, partiu da Diretoria de Inspeção Escolar, Certificação e Acervo da Secretaria Estadual de Educação. Segundo a polícia, os indícios apontam que algumas dessas unidades escolares sequer funcionam de fato; são escolas de fachada, montadas com o único objetivo de obter vantagem financeira. Muitas não possuem professores nem salas de aula. Uma delas tem capacidade para 100 alunos, mas possui mais de cinco mil matriculados.

R$ 140 milhões em prejuízos

A delegada titular da Delegacia de Defraudações afirmou que tudo indica que a maioria dos alunos que procuraram essas unidades de ensino e pagaram por matrícula, mensalidade, publicação do nome em Diário Oficial e emissão de diploma não sabia que se tratava de escolas com práticas ilegais, cujos diplomas não teriam validade. Há casos ainda dos que pagaram, mas nunca receberam os documentos. São calculados R$ 140 milhões em prejuízos com a emissão de diplomas falsos, sem contar o prejuízo no currículo de milhares de pessoas.

Estelionatários presos na Capital já fizeram mais de 100 vítimas em SP

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18/09/2018

A quadrilha de estelionatários presa na segunda-feira (17) em Campo Grande, já fez mais de 100 vítimas em Franca (SP). Conforme o delegado responsável, os golpistas são profissionais, artistas, dissimulados e com desvio de personalidades. “Eles tentam enganar até a polícia”, diz. Oito vítimas de Sidrolândia (MS) foram identificadas. O bando lucrou mais de R$ 100 mil com vendas de cartas de crédito falsas no município. Os quatro suspeitos foram autuados por estelionato, associação criminosa e falsidade ideológica. Eles foram levados para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro. O quinto integrante da quadrilha ainda não foi localizado, mas o delegado já pediu a prisão dele. O caso será investigado pela Dedfaz (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Defraudações, Falsificações).

Como agiam

Além de usar uma pessoa para fazer propagandas, a quadrilha oferecia cartas de crédito pelas redes sociais. Eles pediam um terço do contrato, ou seja, valores de entrada que iam de R$ 7 mil a R$ 40 mil. A primeira vítima da quadrilha em Sidrolândia foi um homem que fazia propaganda do grupo. Após descobrir sobre o golpe, ele passou a avisar os conhecidos que tinham feito contrato com os estelionatários. Até que ontem, as vítimas que vieram de Sidrolândia para assinar o contrato com o grupo, acionou a Polícia Militar e relatou sobre a situação. Dois dos suspeitos foram presos em flagrante. Os outros dois foram localizados em um hotel. Lá, a polícia encontrou vários documentos, contratos e máquinas de cartão de crédito. Eles admitiram a forma de agir. Mas insistem, segundo a polícia, em dizer que a empresa vai pagar os contratos. Eles são profissionais. Se forem soltos, vão migrar para outra cidade.

Polícia Civil realiza operação para combater fraudes em Minas Gerais

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13/09/2018

Nesta quinta-feira (13), a Polícia Civil de Minas Gerais realiza uma operação para prender uma quadrilha suspeita de movimentar mais de R$ 160 milhões em lavagem de dinheiro e em fraude processual. Estão sendo cumpridos mandados de prisão e busca e apreensão em Belo Horizonte, Contagem e Pará de Minas. Segundo informações do delegado responsável pelo caso, os crimes eram cometidos através da criação de cerca de 25 empresas, que aumentavam o capital social delas. Com o valor adquirido nos crimes, a quadrilha comprou imóveis de luxo. As investigações começaram há um ano atrás, em julho de 2017. A quadrilha está envolvida em crimes de fraude processual (R$ 16.500.000,00), lavagem de dinheiro (Aproximadamente R$ 150.000.000,00), falsidade ideológica, falsidade de documento público, falsidade de documento particular, estelionato, uso de documento falso, dentre outras condutas criminosas. A operação denominada “Apate” remete à mitologia grega. Apate era um espírito que personificava o engano, o dolo e a fraude.

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Fonte: R7

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Filho de juiz é preso em Alagoas por fraude e associação criminosa

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04/09/2018

Na madrugada desta terça-feira (04), três pessoas foram presas em Penedo, região do Baixo São Francisco, em uma operação que investiga fraudes em Alagoas. Entre os presos, estão o filho de um juiz e um advogado. Este é o desdobramento da operação policial realizada em Alagoas e no Rio Grande do Sul que acabou com a prisão de outras três pessoas no mês passado. Os presos desta terça foram identificados como o advogado J.P.D.P., o taxista F.F.S. e o filho de um juiz alagoano J.X.C.J. Eles são investigados por associação criminosa, falsidade ideológica e furto mediante fraude. Um outro suspeito, que trabalhava para o advogado, está foragido. Os mandados de prisão foram expedidos por um juiz da 4ª Vara Criminal da Comarca de Penedo. Além das prisões, os agentes da 7ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Penedo apreenderam notebooks, celulares e documentos que passarão por perícia. Após as análises, novos mandados de prisão podem ser expedidos. De acordo com as investigações, a quadrilha fraudava documentos de pessoas que tinham crédito em instituições financeiras e faziam a retirada dos valores. O golpe só foi descoberto depois que familiares de pessoas que já teriam morrido perceberam os saques nas contas.

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Fonte: G1

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