Estelionatários presos na Capital já fizeram mais de 100 vítimas em SP

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18/09/2018

A quadrilha de estelionatários presa na segunda-feira (17) em Campo Grande, já fez mais de 100 vítimas em Franca (SP). Conforme o delegado responsável, os golpistas são profissionais, artistas, dissimulados e com desvio de personalidades. “Eles tentam enganar até a polícia”, diz. Oito vítimas de Sidrolândia (MS) foram identificadas. O bando lucrou mais de R$ 100 mil com vendas de cartas de crédito falsas no município. Os quatro suspeitos foram autuados por estelionato, associação criminosa e falsidade ideológica. Eles foram levados para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro. O quinto integrante da quadrilha ainda não foi localizado, mas o delegado já pediu a prisão dele. O caso será investigado pela Dedfaz (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Defraudações, Falsificações).

Como agiam

Além de usar uma pessoa para fazer propagandas, a quadrilha oferecia cartas de crédito pelas redes sociais. Eles pediam um terço do contrato, ou seja, valores de entrada que iam de R$ 7 mil a R$ 40 mil. A primeira vítima da quadrilha em Sidrolândia foi um homem que fazia propaganda do grupo. Após descobrir sobre o golpe, ele passou a avisar os conhecidos que tinham feito contrato com os estelionatários. Até que ontem, as vítimas que vieram de Sidrolândia para assinar o contrato com o grupo, acionou a Polícia Militar e relatou sobre a situação. Dois dos suspeitos foram presos em flagrante. Os outros dois foram localizados em um hotel. Lá, a polícia encontrou vários documentos, contratos e máquinas de cartão de crédito. Eles admitiram a forma de agir. Mas insistem, segundo a polícia, em dizer que a empresa vai pagar os contratos. Eles são profissionais. Se forem soltos, vão migrar para outra cidade.

Polícia Civil realiza operação para combater fraudes em Minas Gerais

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13/09/2018

Nesta quinta-feira (13), a Polícia Civil de Minas Gerais realiza uma operação para prender uma quadrilha suspeita de movimentar mais de R$ 160 milhões em lavagem de dinheiro e em fraude processual. Estão sendo cumpridos mandados de prisão e busca e apreensão em Belo Horizonte, Contagem e Pará de Minas. Segundo informações do delegado responsável pelo caso, os crimes eram cometidos através da criação de cerca de 25 empresas, que aumentavam o capital social delas. Com o valor adquirido nos crimes, a quadrilha comprou imóveis de luxo. As investigações começaram há um ano atrás, em julho de 2017. A quadrilha está envolvida em crimes de fraude processual (R$ 16.500.000,00), lavagem de dinheiro (Aproximadamente R$ 150.000.000,00), falsidade ideológica, falsidade de documento público, falsidade de documento particular, estelionato, uso de documento falso, dentre outras condutas criminosas. A operação denominada “Apate” remete à mitologia grega. Apate era um espírito que personificava o engano, o dolo e a fraude.

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Fonte: R7

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Filho de juiz é preso em Alagoas por fraude e associação criminosa

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04/09/2018

Na madrugada desta terça-feira (04), três pessoas foram presas em Penedo, região do Baixo São Francisco, em uma operação que investiga fraudes em Alagoas. Entre os presos, estão o filho de um juiz e um advogado. Este é o desdobramento da operação policial realizada em Alagoas e no Rio Grande do Sul que acabou com a prisão de outras três pessoas no mês passado. Os presos desta terça foram identificados como o advogado J.P.D.P., o taxista F.F.S. e o filho de um juiz alagoano J.X.C.J. Eles são investigados por associação criminosa, falsidade ideológica e furto mediante fraude. Um outro suspeito, que trabalhava para o advogado, está foragido. Os mandados de prisão foram expedidos por um juiz da 4ª Vara Criminal da Comarca de Penedo. Além das prisões, os agentes da 7ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Penedo apreenderam notebooks, celulares e documentos que passarão por perícia. Após as análises, novos mandados de prisão podem ser expedidos. De acordo com as investigações, a quadrilha fraudava documentos de pessoas que tinham crédito em instituições financeiras e faziam a retirada dos valores. O golpe só foi descoberto depois que familiares de pessoas que já teriam morrido perceberam os saques nas contas.

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Fonte: G1

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STJ manda soltar 3 homens investigados por dar golpe milionário em idoso em MS

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27/08/2018

O Superior Tribunal de Justiça mandou soltar os três homens de Campo Grande, investigados por um golpe milionário em um aposentado do Rio de Janeiro. A advogada considerada a chefe da quadrilha, permanece presa. O habeas corpus do ministro cita apenas os nomes de três pessoas como beneficiadas. A juíza do caso determinou que o trio seja monitorado por tornozeleiras eletrônicas. Todos foram presos no mês passado, após inventarem uma dívida e conseguirem autorização judicial para sacar mais de R$5 milhões de reais da conta de um engenheiro aposentado que mora no interior do Rio de Janeiro. A investigação continua. Os três homens e a advogada respondem por estelionato, organização criminosa, falsidade ideológica e uso de documento falso.

Relembre o caso

A Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso do Sul (OAB/MS) abriu um procedimento administrativo pela suspeita de envolvimento de uma advogada com um golpe milionário contra um aposentado. Um grupo de Campo Grande teria conseguido roubar dinheiro da vítima com a venda fictícia de uma fazenda. A mulher aparece no processo como advogada do falso dono da fazenda. Ela pegou quase R$ 4 milhões, sob a justificativa de recebimento de honorários. J.G., que usava um RG falso, se passando por vendedor da propriedade e outros dois homens foram presos em flagrante tentando fazer a transferência de mais um R$ 1,8 milhão, com uma procuração falsa. O grupo conseguiu ter acesso ao dinheiro do aposentado do Rio de Janeiro, pela Justiça. O juiz, que a princípio deu ganho de causa ao grupo, disse que “foi enganado”.

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Fonte: G1

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Polícia investiga esquema de venda de diplomas escolares falsos em Belém

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07/08/2018

Um esquema de venda de diplomas escolares falsos é investigado pela Polícia Civil na Região Metropolitana de Belém. Conforme as investigações, os diplomas são vendidos pela internet, com a promessa de facilidades e rapidez na documentação. De acordo com a polícia, um homem já foi preso em flagrante pela venda dos documentos. Os policiais ainda buscam outros envolvidos no esquema. Segundo a polícia, o suspeito oferecia a documentação na rua. Ele foi preso por falsidade ideológica. Na casa do preso, a polícia também apreendeu históricos escolares, carimbos e modelos de diploma da rede estadual de ensino. “O diretor da escola cujo nome foi utilizado na falsificação já compareceu e informou que existem mais três casos de documentos falsos da escola nos mesmos padrões dos que foram apreendidos. Nós vamos continuar as investigações. Quem comprou o documento também deve responder processo”, afirmou o Diretor da Divisão de Investigações e Operações Especiais (Dioe). Como os diplomas eram de uma escola estadual, a corregedoria da Secretaria de Educação do Estado (Seduc) também investigará o caso. Quem compra diplomas falsos pode ser preso por falsificação de documentos públicos e falsidade ideológica. A pena varia de dois a seis anos de prisão para quem falsifica no todo ou em parte o documento. Para o crime de falsidade ideológica a pena é de um a cinco anos de prisão.

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Fonte: G1

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Vendedor que se passava por policial civil é preso no Maranhão

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31/07/2018

Um vendedor de veículos foi preso no município de Imperatriz, a 626 km de São Luís, após se passar por um policial civil. Com ele, os policiais apreenderam uma arma de fogo e munições. O homem já era alvo de investigações porque, segundo a polícia, ele se passava por policial civil usando documentos e distintivo falso. O sujeito estava armado com uma pistola calibre 380 quando foi autuado pelos policiais militares. Conforme informações do delegado Regional, o vendedor pode pegar até 16 anos de prisão por três tipos de crimes. “O falso dado de documento público, uso de documento falso e porte ilegal de arma podendo as penas para esses crimes chegar a 16 anos de reclusão”, revelou. Na delegacia o acusado negou que se passava por policial.

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Fonte: G1

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Técnica em enfermagem tem cheque adulterado para R$ 3,5 mil em Sinop

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24/07/2018

A mulher, de 41 anos, registrou um boletim de ocorrência na delegacia de Polícia Civil informando que teve um cheque de R$ 175 adulterado para 3,5 mil. O valor não chegou a ser debitado. Os funcionários do banco perceberam a fraude e comunicaram a denunciante. Uma outra vítima, de 62 anos, também teve um cheque de R$ 350 adulterado para R$ 3,4 mil. Conforme a mulher, a fraude foi descoberta quando o gerente do banco entrou em contato perguntando se realmente havia emitido o cheque que estava na unidade para ser debitado. O valor também não chegou a ser descontado. Os casos foram registrados como estelionato com natureza de falsidade ideológica e serão investigados pela Polícia Civil.

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Fonte: Só Notícias

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