Falsa Oficial Farmacêutica ENGANA a administração pública e permanece por mais de 7 anos como tenente

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25/06/2018

O Conselho Especial de Justiça (CPJ) da Auditoria de Bagé (RS), condenou por unanimidade uma ex-tenente da Marinha do Brasil que durante cerca de oito anos exerceu ilegalmente a profissão de farmacêutica. A ex-militar utilizou um diploma falso para participar de processo seletivo e, consequentemente, ingressar nas Forças Armadas. O crime, segundo consta na denúncia feita pelo Ministério Público Militar (MPM), aconteceu entre os anos de 2007 e 2015, período em que a ex-militar recebeu remuneração pelo exercício ilegal da profissão. A quantia indevida ultrapassou R$ 950 mil.

A acusada servia no 5º Distrito Naval, mais especificamente na Divisão de Laboratório e Farmácia, seção que desenvolve funções ligadas diretamente à área de saúde. A fraude foi descoberta após uma inspeção realizada na unidade militar pelo Conselho Regional de Farmácia do Rio Grande do Sul (CRF/RS), no ano de 2014. Após consultar a numeração de registro da suposta profissional, constatou-se que a mesma não estava cadastrada junto ao conselho de classe. No âmbito das investigações conduzidas e apresentadas pelo MPM, constatou-se que não só a acusada não possuía registro junto ao Conselho Regional de Farmácia (CRF) como também o diploma que apresentou para participar de seleção era falso.

“Assim, conclui-se que a denunciada artificiosamente induziu a administração militar em erro com o fim de obter vantagem ilícita ao viabilizar seu ingresso na Marinha, onde serviu por mais de oito anos como farmacêutica, qualificação que ficou totalmente demonstrada que não possui”, concluiu o MPM na denúncia.

A ex-militar foi condenada pelos crimes de estelionato, artigo 251 do Código Penal Militar (CPM) e supressão de documento (artigo 316 do mesmo Código), neste último por ter ocultado documento que retardou as investigações a respeito de seu registro profissional junto ao CRF/RS. No decorrer da ação, foi processada medida cautelar de sequestro de bens móveis e imóveis em nome da acusada, a fim de garantir o ressarcimento ao erário do máximo possível do prejuízo causado.

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Fonte: Revista Sociedade Militar

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Polícia investiga suspeitos de desviarem mais de R$ 11 milhões de clientes de escritório de advocacia no RS

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21/06/2018

Na manhã desta quinta-feira (21), duas pessoas foram presas pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul que realiza uma operação contra suspeitos de desviarem mais de R$ 11 milhões que deveriam ser pagos a clientes de um escritório de advocacia no estado. Mais de 30 pessoas são suspeitas de envolvimento no caso. Conforme as investigações, os valores que deveriam ser pagos aos clientes desse escritório eram desviados por uma funcionária, que foi presa em Cachoeirinha, em Porto Alegre (RS). Para isso, ela falsificava documentos do sistema da empresa, e repassava o dinheiro para familiares e amigos. Só ela, segundo a polícia, teria desviado R$ 5 milhões. Em sua casa foram encontrados cerca de R$ 35 mil em dinheiro, e foram apreendidos notebook, celulares, passaportes e diversos documentos que serão analisados pela Polícia Civil. O esquema foi descoberto pelo escritório de advocacia, que assim que descobriu o esquema, demitiu a funcionária e denunciou o caso à polícia. Um homem suspeito de atuar como laranja dentro do esquema foi preso por posse ilegal de arma e drogas. Nessa operação da polícia, são investigados os crimes de estelionato, falsidade ideológica, falsidade documental, uso de documento falso e lavagem de dinheiro, envolvendo associação criminosa.

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Fonte: G1

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Falso professor de Educação Física é detido em academia da Capital

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21/06/2018

Na tarde desta quinta-feira (21), policiais civis da Decon (Delegacia do Consumidor) flagraram um homem que atuava ilegalmente como instrutor de uma academia no bairro Pioneiros, em Campo Grande (MS). Ele foi detido por falsificação de documentos e exercício ilegal da profissão. O rapaz detido não fez curso de Educação Física, requisito básico para atuar em academias. Segundo informações do vice-presidente do CREF/MS (Conselho Regional de Educação Física do Mato Grosso do Sul), o falso professor foi flagrado depois que o próprio Conselho estranhou assinaturas feitas em documentações encaminhadas por ele para a academia. Ele teria dito à empresa que era estudante do curso de Educação Física, no entanto, a universidade citada disse que desconhece o “aluno”. Outro instrutor da mesma academia também estava em situação irregular e vai ser autuado por falsificação de documentos. Ao contrário do primeiro, ele é estudante do curso de Educação Física, no entanto, foi comprovado que falsificou uma declaração em nome da universidade.

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Fonte: Midiamax

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Operação da Polícia Civil cumpre mandados de prisão a servidores do Detran em Santarém

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20/06/2018

Foi deflagrada, no início da manhã desta quarta-feira (20), uma operação da Polícia Civil em Santarém (PA), para cumprimento de mandados de prisão de servidores do Detran-PA (Departamento Estadual de Trânsito do Pará), ex-servidores e despachantes que estariam vendendo CNHs e fazendo apreensão de veículos. A operação também faz busca e apreensão.

Segundo a polícia, a denúncia sobre o esquema criminoso foi feita pelo próprio Detran, no ano de 2015, quando as investigações foram iniciadas pela Polícia Civil. Durante o inquérito, a polícia constatou indícios de infrações penais como associação criminosa, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistema de informação, concussão (obtenção de vantagem indevida por servidor público), corrupção passiva e corrupção ativa, advocacia administrativa, dentre outras ilegalidades. As investigações foram feitas pelo Núcleo de Investigação (NAI) da superintendência regional de polícia do Baixo-Amazonas.

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Fonte: G1

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Estelionatárias são flagradas com cheques e documentos falsos em Apucarana

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19/06/2018

Nesta terça-feira (19), duas mulheres foram presas em flagrante praticando crime de estelionato, no centro de Apucarana (PR). Elas tentaram depositar cheques falsos em uma agência bancária, porém um funcionário percebeu que elas estavam tentando aplicar um golpe e avisou a polícia. Com elas a Polícia Militar (PM) apreendeu 19 folhas de cheques falsificadas além de três documentos de identidade falsos.

Segundo o sargento, a situação aconteceu pouco antes das 12 horas. “Fomos acionados por um funcionário que informou que duas mulheres estavam tentando depositar um cheque falso em uma conta. No momento que o funcionário verificou a inidoneidade do cheque, ele foi para os fundos da agência. As duas perceberam e saíram do local, porém uma delas esqueceu a chave do veículo no banco. Esperamos, e apenas uma delas voltou para buscar a chave”

A PM abordou a suspeita e foi até o carro dela. Durante revista mais uma folha de cheque falso foi encontrada. Na sequência a outra envolvida, que estava saindo de Apucarana, também foi localizada e presa. No carro dela foram encontrados mais 17 cheques falsos. O delegado-chefe da 17ª Subdivisão Policial (SDP), disse que as duas mulheres serão autuadas por estelionato, falsificação, falsidade ideológica e uso de documento falso. 

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Fonte: TNOnline

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Operação investiga desvio de R$ 201 milhões da Prefeitura de Itabirito

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19/06/2018

Na manhã desta terça-feira (19), o Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) e a Polícia Civil deflagraram uma operação que apura fraudes em licitações da Prefeitura de Itabirito, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). A suspeita é que R$ 201 milhões tenham sido desviados dos cofres públicos. Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão. Nove pessoas foram presas e uma não foi encontrada.

A investigação aponta que empresas teriam sido contratadas para prestar serviços de transporte escolar, de pavimentação e “tapa-buracos” por meio de licitações fraudulentas e contratos nulos entre os anos de 2013 e 2018. Também há indícios de desvios na destinação de verbas integrantes do Fundi (Fundo de Desenvolvimento de Itabirito). 

Segundo o MP, os investigados são suspeitos de crimes de organização criminosa, fraude à licitação, peculato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Os presos foram levados para a sede da Polícia Civil e, posteriormente, encaminhados para o presídio em Itabirito.

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Fonte: R7

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Advogada e professores são presos suspeitos de oferecer falsos cursos de graduação no AM

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19/06/2018

Nesta terça-feira (19) a Polícia Civil prendeu quatro pessoas e outras quatro ainda estão foragidas, suspeitas de envolvimento em um esquema criminoso de oferta de cursos de graduação falsos, sem autorização do Ministério de Educação (MEC), em Manaus (AM). Ao todo, o esquema desviou R$ 1 milhão da faculdade, onde parte do valor foi recuperada por decisão judicial que bloqueou a verba. Na coletiva de imprensa realizada pela polícia, nenhum dos suspeitos foi apresentado à imprensa. Entre os presos estão uma advogada, uma professora, um professor e uma mulher que atuava como coordenadora do esquema. De acordo com a polícia, o grupo oferecia cursos em 15 municípios do Amazonas, sem reconhecimento do MEC, e dizia ser representante de uma faculdade sediada em Manaus.

Os alunos tinham aulas presenciais normalmente, no entanto, ao final do curso não recebiam o certificado de conclusão. A fraude só era constatada pelos alunos quando eles entravam em contato com uma faculdade, onde questionavam a entrega dos certificados. Diante das reclamações recebidas dos alunos, sócios-proprietários da faculdade em Manaus acionaram o Tribunal de Justiça, solicitando uma intervenção judicial para a instituição, que foi vendida para outros dois sócios-proprietários suspeitos de envolvimento na operação criminosa. Durante a investigação, a polícia diz que constatou o golpe praticado pelo grupo e os dois sócios-proprietários são foragidos procurados por descumprimento contratual e haviam sido afastados da direção.

Os presos irão responder por organização criminosa, estelionato, falsidade ideológica, furto qualificado, dano qualificado, desobediência de decisão judicial, além de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. Após os procedimentos cabíveis na delegacia, os infratores serão encaminhados para unidade prisional.

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Fonte: G1

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