Golpistas miram comércio

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18/01/2018

Donos de lojas de Rio Preto viraram alvos preferenciais de uma onda de golpes aplicados por estelionatários vindo de outras regiões e até de outros estados. Com documentos falsos e cartões de crédito clonados eles fazem grandes compras, desaparecem e deixam para trás prejuízo. Segundo a Polícia Civil, antes de aplicar os golpes, os estelionatários abrem empresas de fachada com documentos falsos ou furtados. Com o CNPJ conseguem cartões de crédito, empréstimos e talões de cheque. Com isso em mãos, escolhem as lojas e empresas para aplicar os golpes pessoalmente ou por meio da internet. Os truques são usados para comprar e até para conseguir empréstimos em lojas de departamento. O delegado coordenador da DIG, afirma que os estelionatários sempre pedem parcelamento e solicitam 30 dias para o primeiro pagamento. Fornecem endereço de uma casa vazia, alugada com nome falso, só para receber as mercadorias, depois desaparecem sem pagar a locação. Em alguns casos, usam residências de laranjas. “Esse tempo eles usam para receber a mercadoria e depois desaparecer. Sempre fornecem endereço falso de entrega ou dão desculpa para pegar direto na transportadora. Somem depois de receber o produto em mãos”, explica. Na semana passada, uma fabricante de semi joias procurou a DIG depois de sofrer dois golpes e acumular R$ 11 mil em prejuízo. Nos dois casos, os estelionatários usaram nomes diferentes para fazer as compras. “Foi com base na pista deste caso que conseguimos prender a quadrilha em Uberlândia, que tinha uma mulher da cidade e mais dois homens de Ituiutaba. A equipe ficou de campana no lugar indicado para entrega da mercadoria e deu voz de prisão assim que eles receberam os produtos”, explica o delegado. Há também os golpistas que agem sozinhos ou em dupla, como foi na prisão de um casal detido com diversos documentos falsos e cartões clonados, após tentarem fazer grande compra em uma loja. Com a mulher foram apreendidos sete RGs com nomes, data de nascimento e locais de nascimento diferentes. Com o homem foram encontrados mais dois RGs falsificados. Para dar autenticidade, em cada documento ela usava uma foto com roupa diferente. Com esses documentos eles já tinham conseguido abrir conta em banco e estavam com seis cartões de crédito. O delegado ficou impressionado com a quantidade de documentos falsificados e a facilidade que os golpistas têm para conseguir abrir contas. “Só depois que mostramos os documentos encontrados eles admitiram falsidade ideológica.”  O diretor da Associação Comercial de Rio Preto (Acirp) afirma que os funcionários de crediários de lojas deveriam passar por treinamento para evitar os golpes. “O pessoal precisa fazer um cadastro bem detalhado antes de autorizar a venda. Na maioria das vezes, ficam com receio de pedir o RG e o comprovante de residência e o cliente ir embora, mas isso pode evitar que a empresa possa ser alvo de estelionatários”, afirma.

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Fonte: Diário da Região

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Presidiário foragido do Pará é preso com documentos falsos e 133 chaves para arrombar casas, no AM

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10/01/2018

Chaves michas usadas para abrir cadeados, portas e portões foram encontradas com o foragido.

Um presidiário foragido do Pará há quatro anos foi preso, na noite dessa terça-feira (09), em Manaus. A.C.S., de 30 anos, é suspeito de realizar série de furtos, roubos, traficar drogas e falsificar documentos. Mais de 130 chaves micha foram apreendidas com ele. A polícia diz que elas seriam usadas para arrombar imóveis. O homem era considerado fugitivo desde 2014, onde cumpria pena por tráfico de drogas e associação para o tráfico, além de responder por sete processos criminais na justiça paraense. O foragido foi preso pela equipe do 12º Distrito Integrado de Polícia (DIP), por volta das 20h, na Zona Leste. Segundo o delegado responsável, A.C.S. é suspeito de furtar na região do bairro Flores. “Ele apresentou uma identidade, que aparentemente era original. Policiais checaram o documento e encontraram inconsistências nas informações. Foi realizada busca na residência e encontramos uma Carteira de Habilitação com foto dele, mas com nome de outra pessoa. Ele estava usando documentos falsificados”, explicou. Com o foragido foram apreendidas 133 chaves michas usadas abrir fechaduras, uma balança de precisão, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e Carteira de Identidade falsificadas. Um caderno com anotações de tráfico de drogas foi achado pela polícia, que identificou que o presidiário teria movimentado grande volume de dinheiro na compra e venda de entorpecentes. Em depoimento à polícia, ele confirmou envolvimento com o tráfico e costumava enviar drogas para Santarém (PA). Um documento mostra o envio de 2 milhões de pesos colombianos para compra de drogas. “Junto com a associação criminosa que ele fazia parte, eles realizavam furtos em diversos locais da capital. O sujeito já tem condenação no Pará por tráfico e associação. Aqui no Amazonas ele já foi condenado por roubo e responde a diversos furtos. Tem um homicídio que é atribuído a ele. Ele teria matado uma pessoa que furtou uma loja que ele possuía”, afirmou o delegado. Outros dois suspeitos de integrar a quadrilha já estavam presos. A.C.S. foi autuado por falsidade ideológica e uso de documento falso.

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Fonte: G1

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Homem indiciado 34 vezes por estelionato e furto é preso após aplicar novos golpes em Piracicaba

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09/01/2018

Na tarde desta terça-feira (09), um homem, de 40 anos, foi preso após admitir à Polícia Civil que entregou cheques sem fundo para pagar duas farmácias de Piracicaba (SP). Conforme a corporação, ele já foi indiciado outras 34 vezes por estelionato ou furto. Um outro suspeito, que estava com o preso, conseguiu fugir. O homem foi seguido por um policial civil que viu ele saindo de uma farmácia com sacolas na mão. Como ele é conhecido pelos crimes de estelionato, o policial suspeitou que estivesse aplicando outro golpe. O policial o seguiu até uma galeria no bairro Cidade Alta. Lá, a Polícia Civil o abordou e questionou sobre as sacolas. O suspeito, então, admitiu que deu cheques sem fundo em duas farmácias da mesma rede durante o dia. Os policiais encontraram dois talões com o homem e apreenderam as mercadorias.

Tentativa de suborno

O suspeito ainda sugeriu à equipe um “acerto” para liberá-lo. O caso foi registrado na Unidade de Polícia Judiciária (UPJ) e o homem responderá por estelionato, uso de documento falso e falsidade ideológica, além de corrupção ativa, já que tentou subornar os policiais. Ele ficou encarcerado e será encaminhado para uma unidade prisional até a audiência de custódia.

Polícia investiga homem suspeito de se passar por fiscal da Receita Federal para aplicar golpe de R$ 2 milhões

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20/12/2017

A Polícia Civil investiga um golpe aplicado no Paraná e em Santa Catarina que pode chegar a R$ 2 milhões. Segundo a Delegacia de Estelionato de Curitiba, um homem de 64 anos se passava por fiscal da Receita Federal e anunciava na internet a venda de produtos apreendidos. Ele recebia o dinheiro, mas não entregava nada. A delegada responsável afirmou nesta quarta-feira (20) que dez pessoas registraram boletim de ocorrência, relatando o golpe. Um inquérito contra o suspeito foi aberto e ele responde, em liberdade, por estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa. Segundo a delegada, a prisão do suspeito chegou a ser pedida, porém, foi negada pela Justiça. Dois mandados de busca a apreensão foram cumpridos. Um computador, dois veículos para averiguação, além de diversos documentos falsos da Receita Federal, contendo uma listagem de produtos para venda acabaram apreendidos.

Como funcionava o golpe

Conforme a polícia, o falso fiscal marcava encontro com as vítimas na sede da Receita Federal. Atraídas pelo preço praticado por ele na internet, elas iam até o local para obter mais detalhes sobre as tais mercadorias apreendidas. Depois, era marcado um segundo encontro, em outro local, em que era feito o pagamento antecipado pelos produtos. “A partir de então, eram conduzidas essas vítimas até o posto da Receita Federal no bairro CIC, onde eles pediam para aguardar um pouquinho, onde eles diziam que iriam falar com outro fiscal para abrir o depósito, para [o cliente] fazer a inspeção na mercadoria. E iam embora e deixavam a vítima sem conhecer a cidade na porta do depósito”, disse a delegada.

Denúncias

A delegada orientou que pessoas que foram vítimas do golpe procurem a Delegacia de Estelionato de Curitiba para fazer boletim de ocorrência e o reconhecimento do suspeito.

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Fonte: G1

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Ministério Público denuncia esquema de vendas de CNH em Goiás e Mato Grosso

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23/11/2017

O Ministério Público Estadual do MT denunciou um esquema de vendas de CNH nas autoescolas de Mato Grosso e Goiás. Os casos teriam acontecido entre 2012 e 2013, principalmente na cidade de Barra do Garças (MT) e Araguaína (TO). O esquema contava com a participação de servidores do Departamento de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) e outros 17 proprietários de autoescolas dos dois estados. A fraude custava entre R$3 e R$5 mil e a maioria dos que recorriam ao esquema eram semianalfabetos. Não era necessário realizar a prova teórica, nem a prova prática ou o exame psicotécnico. As autoescolas e instrutores envolvidos na fraude, de ambos os estados, foram denunciados. Além deles, outros vinte e dois funcionários do Detran e duas psicólogas também estão envolvidos. Estes irão responder por corrupção passiva qualificada, formação de quadrilha e falsidade ideológica. Outras 55 pessoas, que foram denunciadas pela compra da carteira, irão responder por corrupção ativa e falsidade ideológica. Os denunciados que participaram do esquema em Goiás tiveram participação na cooptação dos candidatos aspirantes à CNH. Os envolvidos são proprietários de CFCs nos municípios de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Itapuranga, São Luiz de Montes Belos, Firminópolis, Britânia, Mozarlândia, Paraúna e Crixás, além de um servidor público do Detran de Uruana (GO), que era o líder do esquema criminoso consumado no Estado de Mato Grosso.

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Fonte: DM

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Contador preso por fraude de R$ 2 milhões ao INSS pode perder registro em Conselho

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23/11/2017

Um processo foi aberto pelo Conselho Regional de Contabilidade do Piauí (CRC-PI) para investigar a postura do contador que foi preso durante a operação ‘Viúvo Negro’, da Polícia Federal, realizada em Teresina na terça-feira (21). Durante a ação policial, um contador e sua esposa foram presos porque teriam recebido mais de R$ 2 milhões por meio de crimes de fraudes previdenciárias. “Um processo na Câmara de Fiscalização, Ética e Disciplina foi aberto e pode resultar na cassação do registro do mesmo”, informou o conselho em nota. O CRC declara ainda que repudia qualquer ato ilícito ou conduta de qualquer natureza que objetiva fraudar ou atentar contra a Previdência Social e o patrimônio público. O casal responderá pelos crimes de estelionato previdenciário, associação criminosa, falsidade ideológica e uso de documento falso. Por meio de nota, o Conselho diz que a postura do contador não se enquadra nas prerrogativas da profissão contábil.

Esquema

De acordo com a Polícia Federal o esquema funcionava com a “criação” de pessoas, com o uso de documentos falsos. Criava-se também um vínculo matrimonial entre essas pessoas fictícias e por fim um falso óbito de um deles. Para garantir o recebimento do benefício, o grupo chegava a pagar pelo menos três contribuições junto ao INSS, perto do teto de contribuição previdenciária. O valor recebido chegou a mais de R$ 2 milhões. O casal possuía quatro identidades falsas, para conseguir fazer a abertura dos pedidos de benefício.

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Fonte: G1

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Operação da PF prende suspeitos investigados por fraudar licitações de transporte escolar

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21/11/2017

Na manhã desta terça-feira (21), a Polícia Federal realizou uma operação contra uma organização criminosa investigada por fraudes em licitações para prestação de serviços de transporte escolar no Rio Grande do Sul. Cinco pessoas foram presas temporariamente e outras duas presas em flagrante. Entre eles, há um vereador, suspeito de ter recebido dinheiro pra interceder junto ao Poder Executivo para dificultar a fiscalização que uma das empresas vinha sofrendo. Ao todo, foram cumpridos 36 mandados de busca e apreensão, cinco de prisão temporária e quatro ordens judiciais de afastamento da função pública nos municípios de Santana do Livramento, Dom Pedrito, Rosário do Sul, São Gabriel, Alegrete e Uruguaiana. A operação é coordenada pela Polícia Federal e conta com o apoio da Controladoria Geral da União (CGU). Ao longo das investigações também houve participação do Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul (MP-RS). Participam 150 policiais federais e seis auditores da CGU. As investigações foram iniciadas em setembro de 2016 para apurar a suspeita de ter ocorrido um acerto entre empresários para frustrar o caráter competitivo da licitação de transporte escolar nos municípios de Santana do Livramento e Dom Pedrito. Acordos previamente estabelecidos definiam quais as empresas ficariam responsáveis por determinadas “linhas”, de maneira que todas obtivessem contratos nesses municípios. De acordo com o a PF, o valor pago pela Prefeitura de Santana do Livramento à empresa prestadora de serviço de transporte escolar ultrapassou R$ 5 milhões no ano passado. Além da fraude no processo licitatório, a investigação identificou casos em que os serviços executados estavam fora dos padrões mínimos exigidos pela lei ou pelo edital, com veículos em condições precárias. De acordo com informações obtidas pela investigação, um dos veículos que transportava crianças ao lado de combustíveis chegou a incendiar, mas não haviam alunos no momento. O caso ocorreu em 2 de outubro. “Apenas no ano passado, só a prefeitura de Santana do Livramento empenhou R$ 5 milhões no transporte escolar, sendo que esse transporte era prestado de forma irregular, com veículos inadequados, que ofereciam alto risco às crianças transportadas, tanto que um acabou incendiando”, afirma o delegado da PF. Também em Santana do Livramento, um vereador teria solicitado e recebido vantagem indevida de um empresário para interceder junto ao Poder Executivo em um procedimento de fiscalização que a prestadora de serviço de transporte escolar vinha sofrendo. Foi apurado ainda que, frequentemente, os serviços não eram prestados, embora atestados por diretores de algumas das escolas em troca de caronas, viagens, festas e até mesmo pagamento em dinheiro. Os crimes apurados são fraude à licitação, estelionato, falsidade ideológica, corrupção ativa, organização criminosa e ameaça.

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Fonte: G1

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