Integrante do PCC é preso por uso de documentação falsa, em Goiânia

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15/06/2018

Na noite desta quinta-feira (14), um integrante da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foi preso por utilização de documentos falso na região noroeste de Goiânia (GO). I.G.O.R., de 40 anos, também estava foragido há cinco meses da Justiça sul-mato-grossense. Segundo o delegado, do 22° Distrito Policial, o homem era investigado há dois meses e as investigações da Polícia Civil começaram após a realização de um levantamento sobre os pontos de drogas da região, onde foi possível verificar que a residência do suspeito era também um ponto de comercialização de entorpecentes. O envolvido realizava o contrabando de armas de fogo e já tinha em andamento a negociação de um AK-47. Em um dos áudios do criminoso, ofertado pelo delegado, ele alega que traria grande quantidade de pistolas caso o negociação se concretizasse.

Durante sua prisão em flagrante, o suspeito deu outro nome de A.N. e apresentou um documento de identificação falso. O delegado ressalta que as investigações continuam agora para a localização dos demais criminosos para, assim, encontrar os demais integrantes do PCC em Goiânia.

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Fonte: Portal Mais Goiás

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Trio é preso por estelionato com documentos falsos

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06/06/2018

Na tarde desta terça-feira (05), em São José do Rio Preto (SP), um trio foi preso em flagrante por estelionato. A prisão foi realizada após um advogado informar à Polícia Civil que havia sido vítima de um golpe durante a venda de um carro. Segundo informações da polícia, uma investigação foi realizada e concluiu que os golpistas tinham confeccionado uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa e reconhecido firma em um cartório de Votuporanga (SP) com os dados obtidos nos documentos do advogado.

Os três homens, de 30, 31 e 34 anos, foram presos em flagrante por uso de documento falso, falsidade ideológica, estelionato e organização criminosa. Um dos suspeitos já tinha passagem pela polícia pelos mesmos crimes. O trio foi encaminhado à carceragem da delegacia de Rio Preto e posteriormente transferido para um presídio da região, onde permanece à disposição da Justiça.

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Fonte: G1

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Golpistas miram comércio

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18/01/2018

Donos de lojas de Rio Preto viraram alvos preferenciais de uma onda de golpes aplicados por estelionatários vindo de outras regiões e até de outros estados. Com documentos falsos e cartões de crédito clonados eles fazem grandes compras, desaparecem e deixam para trás prejuízo. Segundo a Polícia Civil, antes de aplicar os golpes, os estelionatários abrem empresas de fachada com documentos falsos ou furtados. Com o CNPJ conseguem cartões de crédito, empréstimos e talões de cheque. Com isso em mãos, escolhem as lojas e empresas para aplicar os golpes pessoalmente ou por meio da internet. Os truques são usados para comprar e até para conseguir empréstimos em lojas de departamento. O delegado coordenador da DIG, afirma que os estelionatários sempre pedem parcelamento e solicitam 30 dias para o primeiro pagamento. Fornecem endereço de uma casa vazia, alugada com nome falso, só para receber as mercadorias, depois desaparecem sem pagar a locação. Em alguns casos, usam residências de laranjas. “Esse tempo eles usam para receber a mercadoria e depois desaparecer. Sempre fornecem endereço falso de entrega ou dão desculpa para pegar direto na transportadora. Somem depois de receber o produto em mãos”, explica. Na semana passada, um fabricante de semi joias procurou a DIG depois de sofrer dois golpes e acumular R$ 11 mil em prejuízo. Nos dois casos, os estelionatários usaram nomes diferentes para fazer as compras. “Foi com base na pista deste caso que conseguimos prender a quadrilha em Uberlândia, que tinha uma mulher da cidade e mais dois homens de Ituiutaba. A equipe ficou de campana no lugar indicado para entrega da mercadoria e deu voz de prisão assim que eles receberam os produtos”, explica o delegado. Há também os golpistas que agem sozinhos ou em dupla, como foi na prisão de um casal detido com diversos documentos falsos e cartões clonados, após tentarem fazer grande compra em uma loja. Com a mulher foram apreendidos sete RGs com nomes, data de nascimento e locais de nascimento diferentes. Com o homem foram encontrados mais dois RGs falsificados. Para dar autenticidade, em cada documento ela usava uma foto com roupa diferente. Com esses documentos eles já tinham conseguido abrir conta em banco e estavam com seis cartões de crédito. O delegado ficou impressionado com a quantidade de documentos falsificados e a facilidade que os golpistas têm para conseguir abrir contas. “Só depois que mostramos os documentos encontrados eles admitiram falsidade ideológica.”  O diretor da Associação Comercial de Rio Preto (Acirp) afirma que os funcionários de crediários de lojas deveriam passar por treinamento para evitar os golpes. “O pessoal precisa fazer um cadastro bem detalhado antes de autorizar a venda. Na maioria das vezes, ficam com receio de pedir o RG e o comprovante de residência e o cliente ir embora, mas isso pode evitar que a empresa possa ser alvo de estelionatários”, afirma.

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Fonte: Diário da Região

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Médica suspeita de envolvimento na morte de prefeito é denunciada por falsificar especialização

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16/01/2018

O Ministério Público do Estado do Mato Grosso, por meio da Promotoria de Justiça de Colniza, denunciou uma médica, por uso de certificado falso de conclusão de residência médica na especialidade de pediatria pela Universidade de São Paulo. Ela está presa por suposta participação na morte do prefeito de Colniza, fato ocorrido no dia 15 de dezembro de 2017. De acordo com os autos, em fevereiro de 2015, a médica fez uso de documento falso no Hospital André Maggi, onde apresentou certificado de conclusão de residência médica em pediatria. “Ao ser questionada pela autoridade policial onde teria realizado sua residência, a médica respondeu que ‘na USP de São Paulo’, dados que foram negados pelo Coordenador Geral da Comissão de Residência Médica – Coreme – da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo”. Ao ser interrogada, a denunciada confessou que “não possui título em pediatria”. Conforme o MP/MT, entre abril a maio de 2015, no mesmo hospital, a denunciada inseriu declarações falsas, com o fim de alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante. “Atestou-se que a denunciada se referia como ‘pediatra’, tanto que em perfil do hospital em rede social, há a informação de que a médica é ‘Pediatra com pós-graduação em dermatologia’. A denunciada também confessou que atendeu no Hospital Municipal e nos lugares onde atuou, em suas consultas, assinava como pediatra, o que também pode ser constatado no Atestado de Saúde”. A médica é mulher do empresário, apontado como mandante do homicídio. Ela está presa desde o dia 26 de dezembro na Penitenciária Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. Ao todo quatro suspeitos de cometerem o crime foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público de Mato Grosso. Além da médica e o empresário, foram denunciados mais dois suspeitos. Eles vão responder pelos crimes de organização criminosa, e homicídio qualificado por motivo fútil e promessa de recompensa.

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Fonte: Tudo Rondônia

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Contador é preso por receber abono de funcionários fictícios na BA

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30/08/2017

O contador L.A.Santos, de 38 anos, foi preso no município de Amargosa, a cerca de 240 quilômetros de Salvador, suspeito de inserir trabalhadores inexistentes nos registros de clientes para poder sacar benefícios. A informação foi divulgada pela Polícia Civil, que afirmou ter descoberto a fraude após seis meses de investigação. De acordo com o delegado titular da DT/Amargosa, o contador, preso na segunda-feira (28), fazia anotações falsas nas empresas, que contratavam o escritório de contabilidade no qual trabalhava, inserindo funcionários fictícios e, a partir de dados constantes nas carteiras de trabalho e numeração do PIS, ele fazia saques do abono salarial e outros benefícios. O delegado disse que a investigação descobriu que, por meio de apenas uma empresa familiar, que não possuía empregados, Luciano contratou fraudulentamente 164 funcionários, conseguindo sacar depois de alguns meses o abono salarial de todos eles. O homem ganhava um salário mínimo no escritório de contabilidade, mas ostentava uma vida incompatível com a de alguém que detivesse tal remuneração, segundo a polícia. “Estamos investigando denúncias de que ele também comercializaria drogas ilícitas”, acrescentou o delegado. Nas buscas feitas na residência dele, os policiais apreenderam 10 munições para arma calibre ponto 38, 31 carteiras de trabalho, 70 cartões Cidadão, dezenas de cartões do Bolsa Família, CPFs, IPVAs e mais de 400 cópias de documentos de pessoas diversas e anotações do esquema criminoso. O delegado explicou que, inicialmente, o homem responderá pelos crimes de posse de munição, estelionato e falsidade documental, permanecendo custodiado na carceragem da DT/Amargosa, à disposição da Justiça.

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Fonte: G1

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Duas pessoas são presas em Goiás em operação contra a falsificação e venda de diplomas de medicina

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20/07/2017

Nesta quinta-feira (20), duas pessoas foram presas durante uma operação da Polícia Federal contra a falsificação e venda de diplomas de medicina. De acordo com os investigadores, a organização criminosa possui sede em Goiás e cobrava entre R$ 100 mil e R$ 150 mil por cada documento. Chamada de Diploma Fácil, a operação também cumpriu três mandados de busca e apreensão em Goiânia e Acreúna, cidade localizada no sudoeste goiano. A ação foi desenvolvida pela superintendência de Goiás em parceria com a de Sergipe. A investigação começou em abril de 2016. Segundo a PF, o grupo vendia os diplomas falsos em nome de instituições de ensino da região Sul do país com a promessa de que seriam extraídos das próprias universidades. Estudantes de medicina que se formavam no exterior eram o foco da organização. Os policiais também constataram que, além da venda de diplomas, os suspeitos acompanhavam os clientes quando requeriam o registro profissional no Conselho Regional de Medicina (CRM). A corporação identificou que duas pessoas conseguiram os documentos, que já foram anulados. Houve outras seis tentativas de registro nos CRMs da Bahia, Goiás e de Sergipe. Os integrantes do grupo devem responder pelos crimes de associação criminosa, falsidade de documento e uso de documento falso. Caso sejam condenados, eles podem pegar até 13 anos de prisão. Ainda segundo a polícia, as pessoas que se formaram em medicina no exterior e contrataram serviços do grupo também são investigadas por uso de documento falso. Elas podem ser condenadas a até 5 anos de prisão.

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Fonte: G1

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Justiça Federal condena 48 pessoas por estelionato qualificado na Paraíba

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15/07/2017

Pelo menos 48 pessoas foram condenadas pela Justiça Federal da Paraíba, através da 8ª Vara Federal de Sousa, no Sertão do Estado, pelo crime de estelionato qualificado. A sentença foi publicada na quinta-feira (13) e as denúncias partiram do Ministério Público Federal (MPF) após um operação denominada ‘cárcere’. A ação penal teve como objeto a ocorrência de fraudes na concessão de benefícios de auxílios-reclusão no Município de Catolé do Rocha, também no Sertão da Paraíba, o que provocou prejuízos ao Instituo Nacional do Seguro Social (INSS) de mais de R$ 400 mil, referente ao ano de 2007. Na sentença, o juiz federal responsável reconheceu a existência de um esquema criminoso que aliciava pessoas interessadas e falsificava documentos públicos. A quadrilha atuava na busca por uma mulher e um presidiário ou ex-presidiário que concordassem em participar da fraude, mediante retribuição em dinheiro quando o auxílio-reclusão fosse deferido pelo INSS. Com os documentos dessas pessoas, a quadrilha iniciava uma rede de falsificações destinada a criar um filho para o apenado produzindo certidões falsas de presídios ou de Juízos de Execuções Penais. Apontados como chefes do esquema criminoso, o advogado J.O.N. e sua companheira G.F.C. tiveram as maiores penas aplicadas. Ele pegou 9 anos, seis meses e 1 dia de reclusão, a serem cumpridos em regime fechado. Já a mulher foi condenada a 7 anos e nove meses e 10 dias de reclusão, a serem cumpridos, excepcionalmente, em regime fechado. Quatro denunciados foram absolvidos pelo magistrado, em virtude da ausência de provas suficientes. A sentença também absolveu todos os que foram denunciados por falsidade documental, por entender que a sua prática foi simplesmente meio para a consecução da fraude contra o INSS.

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Fonte: G1

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