Militar de Aquidauana cai em golpe de financeira e perde 15 mil reais

Sem Comentários

10/07/2018

Um caso de estelionato foi registrado nesta segunda-feira (09) na Delegacia de Polícia de Aquidauana (MS). Um militar de 43 anos relatou que dias atrás uma pessoa se apresentou como uma suposta representante de uma recuperadora de crédito com sede em Itaara, Rio Grande do Sul, oferecendo proposta de empréstimo financeiro à vítima do golpe. Segundo o boletim de ocorrência, após alguns contatos e apresentação de contrato de financiamento via e-mail, o militar aceitou a proposta e efetuou transferência bancária no valor de R$ 15 mil para uma conta corrente aberta em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Ainda conforme o registro, o valor pago teria a finalidade de quitar outro empréstimo bancário feito pela vítima já contraído em instituição bancária. A empresa de crédito deveria ter quitado a dívida junto à outra financeira e ainda retornaria um valor a mais ao militar, o que não aconteceu. A vítima efetuou a transferência, mas permanece com a dívida total no outro banco. O caso segue para investigação da Polícia.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: O Pantaneiro

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Suspeito de golpe milionário em São Francisco de Assis é indiciado

Sem Comentários

25/03/2017

Foi indiciado pela Polícia Civil por estelionato, o suspeito de aplicar um golpe em vários moradores de São Francisco de Assis, na Região Central do Rio Grande do Sul. O golpe, que ocorreu no início deste ano, teria movimentado cerca de R$ 25 milhões e chegou a afetar a economia da cidade. O homem, de 62 anos, é um ex-bancário que montou uma espécie de financeira, na qual as pessoas investiam dinheiro com a promessa de ganhos acima do valor de mercado. Ele está em liberdade. O inquérito foi remetido ao Judiciário. O advogado responsável pela defesa do suspeito, disse que a financeira simplesmente quebrou, e negou ter havido “má fé”. “Em hipótese alguma ele organizou, ele pensou em dar golpe, ele infelizmente quebrou, teve problema nos negócios, e vai fazer o possível durante esse período pra ver se consegue pagar essas pessoas”, garantiu.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Polícia Civil prende mulher que dava golpes na cidade usando uma financeira

Sem Comentários

31/01/2017

Uma mulher, de 31 anos, foi presa por estelionato pela Polícia Civil em Cataguases (MG) na manhã desta terça-feira (31). Ela foi proprietária de uma financeira, que funcionou durante alguns meses no centro da cidade. Antes, porém, segundo informou o delegado responsável pela operação, a empresa teve como endereço outro local também na região central de Cataguases. A mulher teve um mandado de prisão preventiva expedido pela justiça da Comarca de Cataguases, com base no artigo 171 do Código Penal. Conforme revelou o delegado, ela, através de sua financeira, concedia empréstimo cujo valor era descontado em parcelas na fatura do cartão de crédito ou por meio de boleto bancário. Porém, o valor do empréstimo solicitado nunca foi depositado nas contas dos clientes. Quando a cobrança chegava – no cartão ou no boleto – o cliente que não tinha recebido o valor do empréstimo solicitado reclamava, imediatamente, na financeira, mas a mulher lhes dava sempre uma desculpa para justificar o problema. As negociações entre cliente e a financeira eram “desprovidas de qualquer tipo de documento que comprovasse o acordo firmado entre as partes, tratando-se de mero pacto verbal”. Ele completou dizendo que “como os clientes não recebiam o valor contratado eles deixavam de pagar as faturas ou os boletos o que lhes acarretou a inclusão de seus nomes no cadastro de pessoas inadimplentes”. O fato chegou a ser levado ao Procon de Cataguases onde há uma série de reclamações contra a financeira da suspeita que, no entanto, não respondeu a nenhuma delas.

Ler a notícia na íntegra

Fonte: Marcelo Lopes

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Falsas financeiras aplicam golpes em pessoas endividadas no Paraná

Sem Comentários

15/09/2014

Falsas financeiras de crédito têm aplicado golpes frequentes em pessoas endividadas. As supostas empresas fazem anúncios em jornais e oferecem empréstimos de altos valores a taxas atraentes e com prazos de pagamentos extensos. Em troca, elas pedem aos interessados depósitos em dinheiro, que seriam garantias para que a quantia desejada seja efetivamente emprestada. O problema é que o valor a ser emprestado nunca cai na conta bancária do cliente. Essa situação aconteceu com um aposentado. Ele reclama que, atualmente, quase todo o salário é gasto para o pagamento de empréstimos feitos anteriormente. Ao ler um desses anúncios, achou a proposta tentadora. “Com esse dinheiro, eu quitava tudo e ainda sobrava para comprar uma casa nossa”, diz. Para receber o empréstimo, a atendente da empresa disse que o aposentado precisaria pagar R$ 936,00 em taxas. Ele pediu dinheiro emprestado a familiares e fez o depósito, em uma conta bancária. Depois do pagamento, o empréstimo não chegou. Quando ligou para perguntar o que havia acontecido, ele foi orientado a pagar mais R$ 636,00 na mesma conta. O homem depositou a quantia e continuou sem receber o empréstimo. Desconfiado, ele procurou a Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas de Curitiba. Quando contou a história aos policiais, descobriu ter sido vítima de um golpe. De acordo com a polícia, os nomes das supostas financeiras variam, mas a prática é semelhante. A polícia afirma que quanto mais os clientes ligam para reclamar, mais dinheiro as falsas financeiras pedem para resolver o problema. A situação foi registrada por um canal de televisão, que gravou uma nova tentativa do aposentado de tentar liberar o empréstimo ou conseguir o dinheiro emprestado de volta. “Para mim (sic) tentar resolver o problema do senhor hoje, tá no valor aqui, ó, de R$ 2.400,00”, diz a atendente para liberar o empréstimo. Quando o aposentado pede o dinheiro de volta, ele também é instigado a depositar mais dinheiro. “A devolução, o senhor tem que pagar uma quantia de R$ 1,3 mil, a taxa de quebra de contrato e pedir o cancelamento”, diz a mulher. Conforme a atendente, a falsa empresa seria sediada na cidade de Mineiros, em Goiás. Por telefone, uma vizinha do suposto endereço afirma que não há financeira na região. Quando o telefonema é para o mesmo número que o homem ligou, a atendente dá o nome de outra empresa, com outro endereço também, que não existe. Ao perguntar sobre detalhes sobre a empresa, a ligação cai e ninguém mais atende depois.