Vítima perde quase R$ 10 mil ao cair em golpe de empréstimo pelo Whatsapp

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15/08/2018

Uma mulher de 46 anos procurou a Polícia Civil de Campo Grande 15 dias após ter depositado R$ 9.500 a um golpista acreditando que receberia um empréstimo no valor de R$ 55 mil, solicitado através do aplicativo WhatsApp. A vítima contou à polícia que conversou, por mensagens, com um funcionário de uma suposta empresa de crédito, que se identificou como Victor Hugo. O falso funcionário teria dito para a vítima que ela precisava depositar R$ 5 mil, referente ao pagamento do seguro do empréstimo, e depois mais R$ 4,5 mil para liberação do crédito.

A mulher, acreditando que se tratava de uma empresa verdadeira, fez os dois depósitos em uma conta de uma pessoa física, localizada na cidade de São Paulo (SP). Após os pagamentos a suposta empresa não fez o depósito referente ao empréstimo. A vítima entrou em contato por diversas vezes com o funcionário que sempre dizia para ela aguardar, que a empresa iria cancelar o empréstimo e devolver o dinheiro. Na tarde de terça-feira (15) outra vítima procurou a polícia após ter caído em um golpe semelhante.  A mulher perdeu  R$ 1.140,00, também ao tentar fazer um empréstimo, oferecido através da rede social Facebook.

Cuidados

O delegado da DECAT (Delegacia de repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo), explica que os consumidores devem tomar alguns cuidados para não cair nesses tipos de golpes, aplicados pela internet. “Primeiro o consumidor deve sempre desconfiar de preços muito abaixo dos praticados no mercado. Também deve-se evitar depositar o dinheiro diretamente na conta de um desconhecido. Se o pagamento for via boleto é preciso prestar atenção no nome do favorecido. Ao comprar algo por um site, verifique se ele é seguro. Desconfie de sites que são redirecionados através de anúncios que aparecem em meio às páginas de sites”, pontuou.

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Fonte: Midia Max

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Mulher cai em golpe após ver anúncio em rede social e tentar empréstimo de R$ 10 mil em RR

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09/08/2018

Em Boa Vista, uma mulher de 37 anos caiu em um golpe de estelionato e perdeu R$ 150 após ver o anúncio de uma financeira no Facebook e tentar fazer um empréstimo de R$ 10 mil reais. O caso foi registrado na Polícia Civil nessa quarta-feira (08). O valor perdido foi depositado na conta da suposta empresa como “seguro fiança”. Segundo a vítima, o anúncio na internet chamou a atenção porque era para pessoas com nome negativado e tinha baixa taxa de juros. Após o contato com a empresa através do Facebook, a negociação foi feita em um aplicativo de troca de mensagens. A vítima forneceu todos os dados pessoais e recebeu em seguida um contrato para firmar o empréstimo. A negociação foi feita nessa terça (07).

“[A suposta atendente] entrou em contato e explicou que o contrato era feito através do WhatsApp e que [o valor] seria liberado em duas horas após o contrato assinado”, contou a mulher no registro da ocorrência na delegacia. O documento de várias páginas e cláusulas contratuais continha as informações do suposto empréstimo, que deveria ser quitado em 60 parcelas de R$ 233,00, totalizado R$ 13.980. Além disso, os papéis tinham ainda um “selo de autenticidade”. Para prosseguir com a operação, a mulher teve de depositar os R$ 150 na conta de uma fiadora. Após o valor ser creditado na conta de destino, a vítima foi então bloqueada do aplicativo de mensagens e não conseguiu mais contato. Só então ela percebeu que tinha caído em um golpe. Na delegacia o caso foi registrado como estelionato, previsto no artigo 171 do Código Penal brasileiro. A pena, em caso de condenação, prevê reclusão de 1 a 5 anos e multa. O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil.

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Fonte: G1

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Detran-SP alerta sobre golpe pelo Facebook e WhatsApp na região de Ribeirão Preto

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03/08/2018

O Detran-SP está alertando motoristas sobre um golpe na região de Ribeirão Preto (SP): se passando pelo diretor-presidente do órgão, estelionatários oferecem serviços pelo Facebook e WhatsApp, e ficam com o dinheiro das supostas taxas que devem ser recolhidas. A Polícia Civil investiga o caso e a Justiça já determinou que o Facebook remova o perfil falso usado pela quadrilha. O crime também foi identificado nas regiões de Campinas (SP) e de São Carlos (SP). Até agora, nenhum dos suspeitos foi identificado ou preso.

Superintendente do Detran-SP em Ribeirão explicou que, por meio de mensagens enviadas pelas redes sociais, os suspeitos oferecem soluções envolvendo a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), quitação de multas e serviços veiculares. Para enganar os motoristas, a quadrilha criou perfis falsos com informações e até fotos do atual diretor-presidente do Departamento. “O Detran não oferece ou presta qualquer tipo de serviço nas mídias sociais e também pelo WhatsApp. Os cidadãos que procuram as formas não oficiais de prestação de serviço correm o risco de serem enganados e também de responderem criminalmente”, disse. O Detran-SP possui uma página oficial no Facebook apenas para esclarecer dúvidas quanto aos serviços prestados, que devem ser realizados no site do órgão, ou em uma das unidades físicas. “Os canais do Detran são: o site oficial, que oferece 36 serviços online para que o cidadão possa acessar e, sem nenhum tipo de ajuda, utilizar esses serviços, e também o aplicativo, além de uma de nossas unidades espalhadas por todo estado”, afirmou.

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Fonte: G1

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Facebook é rede social mais usada para golpes de phishing

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23/05/2018

A maioria dos golpes de phishing em redes sociais realizados no primeiro trimestre de 2018 vieram de sites falsos que fingiam ser o Facebook. É isso o que indica um estudo divulgado por uma empresa de segurança, que avaliou ataques que foram barrados pela tecnologia antiphishing desenvolvida pela companhia. Os brasileiros também foram as maiores vítimas desse tipo de golpe no período. As tentativas de cibercriminosos de roubar dados de usuários da internet a partir de redes sociais usaram principalmente versões fraudulentas do Facebook para enganar potenciais vítimas – 60% dos casos envolviam a plataforma de Mark Zuckerberg. A rede social russa Vkontakte aparece na segunda posição com 21%, enquanto o LinkedIn ocupa a terceira com 13% dos casos. Ataques de phishing com páginas fraudulentas criam uma “cópia” do Facebook e pede para o usuário inserir uma série de informações. Como a página parece legítima visualmente, muitos usuários desavisados acabam sendo vítimas desses golpes, que podem roubar, além das credenciais de acesso da rede social, dados como número de cartão de crédito, códigos PIN e mais. Apesar do Facebook ter se destacado quando o assunto é rede social, os principais alvos de golpes de phishing continuam sendo instituições do setor financeiro, incluindo bancos, serviços de pagamento e lojas virtuais. Quase metade dos ataques feitos no primeiro trimestre do ano foram para roubar informações de usuários nesses serviços. Os usuários brasileiros foram as principais vítimas dos golpes de phishing no período – 19% dos ataques atingiram pessoas no Brasil. Argentina, Venezuela, Albânia e Bolívia aparecem nas posições seguintes.

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Fonte: Olhar Digital

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Golpe de phishing no Facebook tenta roubar login e senha; saiba evitar

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13/04/2018

Um esquema de phishing é usado em páginas reais do Facebook para roubar dados de login e senha dos usuários. A estratégia envolve um e-mail falso, capaz de enganar mesmo os mais atentos, com um link para um aplicativo malicioso hospedado na rede social. Como o endereço eletrônico conduz o destinatário para a plataforma de Mark Zuckerberg, é fácil cair no ataque. A armadilha foi descoberta por um desenvolvedor web de tecnologias de programação para a Internet, na quarta-feira passada (04). Em seu blog pessoal, o desenvolvedor contou sobre o episódio que quase o levou a ceder dados de login aos criminosos. O desenvolvedor apresentou o conteúdo do e-mail, que alertava a respeito de uma suposta infração de direitos autorais na página do autor. Redigida sem os erros de gramática e ortografia comuns em ataques do tipo, a mensagem tinha um link para levar o usuário diretamente a uma página real do Facebook, fato que contribuiu para a sensação de legitimidade do aviso. O atalho, na verdade, direciona a vítima para um app malicioso hospedado no Facebook. Por meio de um formulário, a página pedia dados de login, como e-mail e senha, da rede social. No entanto, o desenvolvedor percebeu algo de errado: não fazia sentido o Facebook pedir esses dados fora de contexto. Isso levou ele a examinar com mais cuidado o e-mail e o material do ataque. A checagem foi o suficiente para que ele identificasse uma série de detalhes que denunciam o golpe. O endereço de remetente da mensagem é “noreply@facbooksupport.com”, sem “e” no nome da plataforma. Em uma segunda leitura, se deparou com erros de ortografia e gramática, que puseram em evidência a má intenção.

Como evitar cair em ataques phishing?

Phishing, do inglês, é um termo referente à ideia de “pescar” vítimas. O golpe usa uma estratégia para “fisgar” usuários desatentos – mesmo especialistas em tecnologia estão suscetíveis à ação. A primeira regra para evitar o transtorno é ter cuidado com mensagens de tom alarmista, com avisos sobre perda de acesso a serviços da Internet. Também é preciso desconfiar de mensagens que oferecem prêmios, descontos e vantagens mirabolantes em lojas, serviços e aplicativos diversos. Outra dica é checar o endereço de e-mail do remetente e examinar os links apresentados na mensagem. Um ataque recente levava vítimas a acessar “www.rnercadolivre.com” com “RN” (em letras minúsculas) ao invés de “M”. Chamado de golpe homográfico, esse tipo de estratégia visa enganar o usuário com endereços falso, semelhante aos das páginas reais, a partir do uso de outras letras ou a duplicação delas, por exemplo.

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Fonte: TechTudo

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Como hackers estão usando o Facebook para te roubar sem você perceber

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18/12/2017

Criminosos geralmente são responsáveis por páginas de apostas ou de sorteios e recebem comissões caso elas tenham mais tráfego.

Há alguns anos, o modo preferido de atuação de hackers era enviar vírus que se instalavam nos nossos computadores e podiam destruir nossos arquivos ou tornar o aparelho completamente inútil. Com a explosão de compras pela internet, porém, o foco de muitos deles passou a ser ganhar dinheiro. E as redes sociais se transformaram em um de seus principais locais de atuação. De acordo com o Centro para Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês), um think tank americano, os ciberataques são responsáveis pelo roubo de cerca de 20% do dinheiro gerado na internet – aproximadamente US$ 400 bilhões por ano. Os números são estimados, já que nem todas as pessoas roubadas pela internet denunciam os crimes, e há muitos países que nem sequer guardam os dados. Desde malwares (softwares maliciosos) até phishing (roubo de dados por meio de links falsos), passando pelo ransomware (golpe em que computadores são infectados com um vírus que codifica e “sequestra” os arquivos – os invasores pedem um “resgate” por eles), sorteios e loterias falsas, todos têm o objetivo de conseguir dinheiro de forma fraudulenta. Agora, por meio dos anúncios colocados no Facebook para promover páginas pessoais, de negócios ou de eventos, foi descoberto um novo fenômeno no cibercrime.

Há alguns anos o site criou a possibilidade de pagar por anúncios de páginas, negócios ou eventos na rede social.

Roubo ‘por comissão’

Quando o participante da rede social resolve pagar um anúncio no Facebook para promover sua empresa, por exemplo, pode deixar os dados de seu cartão armazenados no site para futuras contas ou dar à página acesso a outras contas de pagamento como PayPal. Ao invadir nossas contas, os hackers sabem onde procurar e acessar esses dados. “Eles entram na conta do Facebook não para roubar grandes quantidades de dinheiro, mas sim para usar valores da vítima e promover seus próprios sites de apostas. Ao dirigir e aumentar as visitas a essas páginas, eles recebem uma espécie de comissão”, diz o especialista em segurança e privacidade na internet à BBC. Os criminosos basicamente se apossam momentaneamente da conta de Facebook da vítima e fazem pequenos pagamentos para anúncios de seu interesse. Como o dinheiro sai do bolso do usuário e em pequenas quantidades – algo entre US$ 2 e US$ 6 -, fica mais difícil detectar a fraude. Além disso, como o Facebook realiza a cobrança automática dos anúncios depois que o usuário contrata o serviço uma vez, o pagamento não costuma levantar suspeitas. Um programa de rádio da BBC chegou a receber o telefonema de um ouvinte que teve cerca de US$ 16 mil roubados por meio desse método. Questionado pela BBC, o Facebook admitiu que, neste caso, terceiros obtiveram acesso aos dados de login da vítima e foram feitos pagamentos fraudulentos para a promoção de páginas à revelia do dono real do perfil.

Proteja-se

O especialista fez algumas recomendações para que seja possível se prevenir. Primeiro, é preciso assegurar-se de que as informações sobre seus cartões de crédito não ficaram gravadas em seu computador nem em seu celular. Elimine também qualquer conta que contenha dados financeiros e esteja associada ao seu perfil de Facebook. Por exemplo, Paypal, ou um método de pagamento semelhante. Cheque o movimento em sua conta bancária com frequência. Pequenos roubos, mesmo frequentes, podem passar despercebidos. Se você tem suspeitas, peça informações ao Facebook. O site pode fornecer detalhes sobre os anúncios e páginas que você está promovendo, e qual foi a quantia investida neles. Caso você tenha feito uma campanha com anúncios pagos no Facebook, mas ela já chegou ao fim, também é possível pedir ao banco que não aceite mais cobranças que venham da rede social, a não ser que sejam autorizadas por você mediante contato.

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Fonte: BBC

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Como evitar golpes no Facebook

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17/10/2017

O Facebook é uma das redes sociais mais usadas no mundo, com um total de 2 bilhões de usuários. Por isso, não são raros os golpes que visam roubar dados dos internautas ou então espalhar links maliciosos. Entre os golpes mais comuns na rede social estão os de romance, no qual o golpista geralmente envia mensagens para pessoas que não o conhecem, fingindo ser alguém divorciado, viúvo ou em um casamento passando por dificuldades, com a esperança de se envolver em um relacionamento online;  os de loteria, que afirmam que a vítima recebeu uma quantia em dinheiro e exige informações pessoais; e os de empréstimo, no qual o golpista envia mensagens oferecendo empréstimos instantâneos a uma taxa de juros baixa, mais uma vez, por uma pequena quantia como adiantamento.

Veja o que você pode fazer para evitar cair em golpes:

  1. Links
    Tome cuidado ao receber mensagens de desconhecidos ou mensagens estranhas de desconhecidos e nunca clique em links suspeitos.
  2. Páginas falsas
    Antes de clicar e compartilhar links de alguma página, verifique se não é uma notícia falsa. Muitos links maliciosos usam endereços de Internet similares a sites de notícias grandes e até possuem páginas que copiam o layout oficial.
    Evite também aceitar convites de contas falsas, pois eles costumam ser feitos para aplicar golpes e tentar roubar acesso de usuários na rede.
  3. Aplicativos
    O Facebook permite utilizar aplicativos em conjunto com a rede social. No entanto, alguns desses aplicativos, como de jogos, quizz e testes de personalidade podem ser usados para roubar informações. Para evitar isso, entre nas “Configurações”, procure por “Aplicativo” e remova o acesso de apps suspeitos.
    O mesmo vale para extensões de navegadores. Antes de acessar sua conta na rede social, veja se existe alguma extensão suspeita instalada. Caso tenha, desinstale e só depois faça login no Facebook.
  4. Sessões ativas
    Nas configurações você pode verificar as sessões ativas da sua conta e checar se o seu Facebook foi acessado em algum computador ou região estranha. Para fazer isso, vá em “Configurações”, depois em “Segurança” e procure por “Onde você se conectou”. Caso identifique uma conexão suspeita, toque nos três pontinhos que aparecem ao lado do dispositivo e clique em “Não é você?”. Agora, se você se conectou, mas esqueceu de deslogar, selecione a opção “Sair”.
  5. Autenticação de dois fatores
    Ative a função de autenticação de dois fatores do Facebook. Dessa forma, você saberá sempre que alguém tentar acessar sua conta, pois receberá uma notificação para confirmar que é você que está tentando acessar a rede social.
    A função pode ser ativada na área de “Segurança”. Aproveite para ativar as notificações sobre logins feitos em dispositivos desconhecidos e você ainda pode escolher de três a cinco amigos para caso você perca o acesso a sua conta.
  6. Mude sua senha
    Caso você perceba que caiu em algum golpe, mude sua senha imediatamente – não só do Facebook, mas também de outras redes sociais e e-mails, e avise o Facebook por meio do link www.facebook.com/hacked e seus amigos, pois os hackers podem usar sua conta para tentar espalhar malware para os seus contatos.

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Fonte: Olhar Digital

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