Suspeito de estelionato é preso em João Pessoa com produtos falsos

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03/12/2015

Na tarde desta quinta-feira (3), um português suspeito de estelionato foi preso no bairro do Castelo Branco, em João Pessoa. O suspeito foi detido depois de vender como original uma réplica de uma caneta alemã por mil reais. De acordo com investigações, o homem de 44 anos, não teria residência fixa no Brasil e estaria sendo procurado pela polícia de vários estados por comercializar produtos falsos como originais. Segundo a polícia, algumas vítimas procuraram a Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) em João Pessoa para denunciar o golpe, mas, como era ele quem entregava os produtos nas residências ou trabalhos das pessoas foi preciso fazer um levantamento para descobrir onde o suspeito ia agir. Os agentes de investigação mapearam os últimos passos do português, que sempre que ia oferecer os produtos. “Para justificar os preços mais baratos do que os praticados no mercado, o suspeito falava que eram ponta de estoque das lojas. Atraídos pela vantagem às pessoas caiam no golpe”, disse o delegado da DDF. Na hora da prisão, os policiais encontraram com o suspeito uma mochila contendo várias réplicas de camisas de marcas internacionais, um casaco de couro, uma pasta de couro de design italiano e um relógio suíço falso. O português também tinha uma maquineta de cartões que, segundo ele, era usada para parcelar os valores das compras, já que alguns produtos tinham o valor muito alto. É o caso de alguns relógios que ele comprava por R$ 500 e vendia por R$ 5 mil. “Vamos apurar para saber se ele usava a maquineta para clonar os cartões dos clientes. Também vamos continuar investigando para saber se ele agia sozinho ou com outras pessoas, isso porque como já existem várias denúncias contra ele é possível que ele faça parte de um grupo criminoso de estelionatários”, concluiu o delegado. Durante o depoimento o suspeito confirmou que vendia os produtos falsos como originais, mas não revelou como comprava e alegou que praticava o golpe para se manter com a família. Depois de ser ouvido, ele foi levado para o Instituto de Policia Científica da Paraíba (IPC) para fazer o exame de corpo de delito. O suspeito foi autuado por estelionato e vai aguardar na Central de Policia a Audiência de Custódia e, dependendo da decisão da Justiça, será encaminhado para o Presídio do Roger.

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Fonte: G1

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Mulher cai em golpe no celular e perde mais de R$ 3 mil em Guajará, RO

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03/12/2015

Uma mulher de 31 anos foi vítima de um golpe de estelionato e teve um prejuízo de aproximadamente R$ 3,5 mil em Guajará-Mirim (RO). Após receber uma ligação de um suposto gerente geral financeiro de uma operadora de telefonia móvel informando que havia ganhado um carro e R$ 75 mil, a vítima acabou fazendo dois depósitos no banco, nos valores de R$ 2.988,01 e R$ 498,05. Segundo  o boletim de ocorrência, primeiro a vítima recebeu uma mensagem que a notificava sobre o prêmio e logo em seguida uma ligação de um suposto atendente da empresa que faria a entrega da premiação. Mesmo sem ter se inscrito ou participado de nenhuma promoção, a vítima não desconfiou que se tratava de um golpe. O estelionatário se identificou como gerente geral financeiro da operadora e convenceu a mulher a realizar os depósitos como pré-requisito para retirada do prêmio. Somente após o segundo depósito, a vítima desconfiou que tinha caído num golpe de estelionato e procurou a delegacia para registrar a ocorrência. De acordo com  o delegado regional de Polícia Civil, o crime de estelionato é comum e geralmente as pessoas caem no golpe porque criam expectativas falsas em relação a um prêmio inexistente. A orientação que ele dá, é nunca passar informações pessoais por telefone e não depositar nenhuma quantia em dinheiro. Os estelionatários geralmente são de outros estados, o que dificulta a investigação e a identificação dos suspeitos. “O cidadão deve desconfiar sempre. Como você pode ganhar um prêmio se não se inscreveu em nenhuma promoção? E como você ganha um prêmio e tem que pagar para receber? Simplesmente não existe”, explicou.

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Fonte: G1

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Grupo criou 18 empresas fantasmas para aplicar golpes financeiros no Amazonas

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03/12/2015

Até o fim da manhã desta quinta-feira (3), em Manaus onze pessoas  foram presas, entre eles oito empresários da capital, durante a operação ‘CONSTRUCRIME’, da Receita Federal do Brasil e a da Polícia Federal. Os envolvidos são suspeitos de participar de um grupo especializado no uso de empresas de fachada para a obtenção de financiamentos em instituições financeiras, especialmente em um banco. No total, a organização criou 18 empresas “fantasmas”, a maioria no ramo de materiais de construção, para realizar os desvios, segundo o delegado adjunto da PF. De acordo com a PF, a fraude identificada já é de aproximadamente R$15 milhões entre o ano de 2013 e 2014, mas os órgãos estimam que os números podem ser maiores com o estudo de documentos deste ano. Segundo o delegado Adjunto da Receita Federal,  a quantia da fraude pode ser maior. “Os documentos que foram apreendidos hoje nos mandados de busca e apreensão ainda vão ser analisados tanto quanto pela Polícia Federal quanto pelo Setor de Inteligência da Receita Federal para podermos verificar o montante e os possíveis desdobramentos da atuação dessa quadrilha”, afirmou. Para a operação, foram expedidos 17 mandados de prisão, 24 mandados de busca e apreensão em empresas e residências de suspeitos e três coercitivas. Conforme o superintendente da Polícia Federal, empresários, contadores, despachantes e um servidor público do Instituto de Identificação do Estado, responsável por falsificar a documentação, participavam das fraudes. “Eles criavam empresas fantasmas com base em sócios inexistentes, iam até uma gerência do banco que eles tinham cooptado o gerente e com essas conseguiam obter empréstimos para outras empresas fantasmas. Realizavam o saque e a transferência para outras empresas do grupo da organização”, explicou. Os empréstimos ficavam entre R$60 mil a R$300 mil.  “Eles tinham várias empresas onde existem apenas uma sala ou escritório”, completou o superintendente da PF. As investigações tiveram início em dezembro de 2014, após detectada uma fraude através de um gerente do banco. “Este funcionário já foi indiciado, preso e encontra-se demitido”, afirmou. De acordo com o delegado Adjunto da Polícia Federal,  durante a deflagração da operação, nesta manhã, dois envolvidos foram presos em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e a presença de um mineral chamado Tantalita, que serviria para contrabando. Dos 11 presos, oito eram empresários da capital, a maioria do ramo da empresa de construções. Nas buscas foram apreendidos documentos de identidade e contratos sociais falsificados, alterações contratuais falsificadas e computadores. Todos os suspeitos presos nesta manhã serão encaminhados ao Centro de Detenção Provisória. Os envolvidos responderão por organização criminosa, estelionato, financiamento fraudulento e falsificação de documentação.

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Fonte: D24am

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PF desarticula grupo que praticava fraudes com cheques no Sul de Minas

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03/12/2015

Na manhã desta quinta-feira (3), foram cumpridos 15 mandados judiciais, sendo um de prisão preventiva, seis de temporária, um de condução coercitiva e sete de busca e apreensão, nas cidades de Varginha e Três Pontas, no Sul de Minas. A ação é resultado da “operação Dick”, que combate fraudes diversas com utilização de cheques de instituições bancárias. O grupo utilizava de documentação falsa para realizar a atividade ilícita. Os criminosos são investigados pelos crimes de associação criminosa, estelionato e uso de documento falso. As vítimas eram levadas ao erro e entregavam as mercadorias, veículos e outros bens posteriormente vendidos por valores abaixo do mercado. O grupo operava há cinco anos, utilizando de aparatos sofisticados. Os presos e conduzidos serão levados à Delegacia de Polícia Federal em Varginha para serem ouvidos. Posteriormente, eles ficarão à disposição da Justiça, podendo cumprir até 13 anos de prisão se forem condenados. O nome da Operação faz referência ao personagem de séries de desenhos animados, Dick Vigarista, que sempre usava trapaças para tentar ganhar a corrida.

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Fonte: Hoje em dia

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Homem tenta usar documento falso em banco e é preso em Araxá

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01/12/2015

Nesta segunda-feira (30) um homem de 35 anos foi preso com documento falso em Araxá. De acordo com a polícia, o suspeito tentou abrir uma conta em um banco utilizando uma identidade e um comprovante de endereço que não eram dele. Ao ser preso, confessou o crime. Segundo a polícia, uma funcionária do banco desconfiou quando percebeu que o homem já havia tentado usar um documento falso para abrir conta em outra agência do mesmo banco. Ele disse aos policiais militares que a conta não seria aberta para ele e não soube repassar mais dados. Ele foi levado para o presídio regional da cidade e a identidade falsa e o comprovante de endereço foram apreendidos.

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Fonte: G1

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Golpe do falso emprego faz 85 vítimas em PE, AL e BA para vagas no RS

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01/12/2015

Pelo menos 85 pessoas de Pernambuco, Bahia e Alagoas teriam sido vítimas de estelionato, após pagarem valores entre R$ 200 e R$ 1 mil para “despesas com contratos” em supostas vagas de emprego no Rio Grande do Sul. Segundo a Polícia Civil, a denúncia foi registrada por um encarregado de obras na segunda-feira (30) em Petrolândia, no Sertão pernambucano. H. F, de 27 anos, diz ao jornal que um homem entrou em contato com ele no fim de setembro, oferecendo trabalho. As negociações continuaram até 2 de novembro, e quando ele percebeu que não tinha retorno, procurou a polícia. A “oferta” de emprego era de R$ 4,2 mil de salário, gratificação de 25%, R$ 280 de alimentação, pagamento de horas extras e ainda passagem aérea para o Rio Grande do Sul – onde trabalharia no setor da construção civil. Segundo o encarregado de obras, o homem disse que outra pessoa entraria em contato por e-mail para falar sobre o valor do salário e outros detalhes. “A pessoa que me ligou morava aqui em Petrolândia, mas já faz uns três anos que não a vejo mais. E eu já havia trabalhado na mesma cidade [Bagé-RS] que foi oferecida a proposta de emprego, por isso não vi problemas”, relata. O encarregado enviou um e-mail para um suposto funcionário da empresa, com currículo e outros documentos pessoais como comprovante de residência, CPF e RG. “Eles pediram também a última ficha da carteira de trabalho e que eu depositasse R$ 1 mil para efetivar a contratação”.

Recrutamento

Os supostos estelionatários pediram que mais pessoas fossem trabalhar com H.F. “Ele me pediu uma equipe. ‘Você tem sua equipe para trabalhar com você?’, eu disse ‘Tenho’. Tem um rapaz de Paulo Afonso que já trabalhou comigo e não me deu problema. Aí foi quando entrei em contato com meu colega, que falou com mais dez [pessoas]. Aí uma outra pessoa da suposta empresa, sem eu saber, entrou em contato com o colega de Paulo Afonso e perguntou por outros profissionais”, declara o encarregado. Ao todo, 70 pessoas do município teriam enviado a documentação e pago os valores solicitados, informou o homem à Polícia Civil. A vítima também informa que um dos supostos agenciadores solicitou o contato de um encarregado em um município de Alagoas. “Ele me ligou e perguntou se eu tinha o contato de um encarregado de Delmiro Gouveia (AL). Aí eu passei só o contato e, nisso, ele ligou para o cara e acertou”.

Viagem marcada

A “contratação” de todos e a viagem estava marcada inicialmente para o dia 12 de outubro. “A partir disso, eles começaram a adiar. Disseram que tinha começado um período de chuvas e que não havia condições de trabalho por causa da chuva. Adiaram para o dia 26 de outubro e depois para 2 de novembro. No dia 2, disseram que a viagem seria no dia 23 de novembro e que dois dias antes entrariam em contato para combinar a entrega das passagens”, conta o encarregado. Desde então, o homem que fez o primeiro contato com o encarregado de obras não atende mais as ligações. “O pessoal que também pagou está revoltando e fazendo ameaças”, diz.

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Fonte: G1

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Suspeito de estelionato é preso em flagrante em São Luís

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30/11/2015

Nesta segunda-feira (31) um homem de 31 anos, foi preso em flagrante, em São Luís (MA), suspeito de crime de estelionato. Segundo informações do delegado da Delegacia Especial da Cidade Operária (Decop), na capital, o homem teria prometido entregar às suas vítimas imóveis situados em um terreno no bairro Santa Bárbara. “Ele enganava de várias maneiras. Ele prometia a entrega de habitações em um residencial chamado “Nova Jerusalém” que fica localizado, segundo ele, na Santa Bárbara”, revelou. Ainda conforme o delegado o suspeito, que enganou cerca de 20 pessoas, agia sozinho e já estava aplicando o golpe há aproximadamente três meses. “O que nós já apuramos é que ele agia sozinho e até agora umas 20 vítimas já estiveram aqui na delegacia para reconhecê-lo. Já tinha mais de dois meses que ele praticava esse golpe”, contou. Segundo o delegado. as vítimas só descobriam o golpe quando visitavam o suposto terreno. Ele acrescenta que para realizar o crime, o estelionatário cobrava como garantia dinheiro, aparelhos celulares e até notebook. As pessoas só descobriam que tinham sido enganadas quando iam até o local para saber sobre as vendas. O homem irá responder pelo crime de estelionato e ficará preso à disposição da Justiça.

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Fonte: G1

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