Estelionatários tentam aplicar golpe do ‘paco’ em Castro

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28/05/2014

Dois homens suspeitos de envolvimento em tentativas de aplicar o golpe do ‘paco’ estão sendo procurados pela Polícia de Castro, cidade na região dos Campos Gerais (MG). Nessa terça-feira (27), um homem chamou a Polícia Militar depois de ser ‘assediado’ pelos golpistas quando saía de uma agência bancária. Os golpistas esperaram o homem sair da agência e seguiram a vítima. Um dos golpistas derrubou um pacote no chão – o outro, que vinha logo atrás, apanhou o embrulho. O estelionatário que pegou o pacote disse a vítima que havia R$ 9 mil no embrulho e que queria dividir o dinheiro, no entanto, precisaria de R$ 500,00 ‘adiantados’ para ir até um escritório da cidade. A vítima percebeu o golpe e fugiu – instantes depois chamou a Polícia Militar. Os policiais fizeram buscas pelas redondezas, mas não encontraram os suspeitos. O “Conto do Paco” é um golpe de estelionato antigo e amplamente conhecido, no entanto ainda faz muitas vítimas. Existem variações da ação, mas normalmente é aplicado por dois estelionatários que preparam um pacote com folhas de jornal recortadas e dobradas, envolvidas por uma única cédula de dinheiro, dando a impressão de ser um pacote de dinheiro. Os golpistas ficam nas agências monitorando quem realiza saques e em seguida, montam uma cena: um deles deixa cair o pacote, o outro aparece e rapidamente e pega o volume e tenta uma negociação. Os estelionatários se aproveitam da inocência, ou em alguns casos, da ganância das vítimas – com isso trocam os pacotes por valores em dinheiro bem maiores.

Em RR, casal é preso por estelionato e agente florestal por estupro

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27/05/2014

Um homem e uma mulher foram presos nesta terça-feira (27) em cumprimento ao mandado de prisão preventiva expedido pela 4° Vara Criminal. A ação do setor de operações da Polícia Interestadual de Roraima (Polinter) ocorreu no Bairro Sílvio Botelho, na zona Oeste de Boa Vista. Segundo o delegado titular da Polinter, no ano de 2013, os dois foram  acusados de vender casas fechadas do conjunto residencial Cruviana, passando-se por proprietários. Na época do crime, várias pessoas procuraram o 4° distrito Policial para denunciar o casal. O delegado que na época estava à frente do 4°DP, representou pela prisão deles por estelionato.

Polícia prende grupo acusado de estelionato em Duque de Caxias

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27/05/2014

Foi realizado nesta terça-feira em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense (RJ), uma operação de combate a um grupo acusado de estelionato que atuava no município. A ação foi feita pela Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro (Seseg). Na operação, policiais da Corregedoria-Geral Unificada (CGU) da Seseg e da Corregedoria Interna da Polícia Militar cumpriram três mandados de prisão, incluindo a de um policial militar, e 14 de busca e apreensão. Segundo a secretaria, em dois dos três mandados cumpridos, houve prisões em flagrante por porte ilegal de arma e de munição. Além de armas, foram apreendidos documentos, dinheiro, cheques, joias e uma moto. Os nomes dos presos não foram divulgados. A secretaria informou que o grupo fazia empréstimos ilegais, com juros fixados na faixa de 30% a 45% ao mês, e usava uma farmácia como empresa de fachada, onde ocorria a maior parte dos empréstimos. Pelos cálculos da polícia, um empréstimo equivalente a R$ 7.500 mil, em pouco mais de um ano, se transformava, com os juros, em débito de até R$ 45 mil. A denúncia foi oferecida pela 7ª Promotoria de Investigação Criminal da 3ª Central de Inquéritos do Ministério Público e recebida pela 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias.

Justiça decreta prisão de advogado pelo crime de estelionato

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26/05/2014

Foi decretado pelo Juiz da 35ª Vara Criminal a prisão preventiva de um advogado de 30 anos. O pedido foi feito por uma promotora do Ministério Público (MP). O advogado é acusado de usar documentos de pessoas com o nome sujo na praça para entrar com ações na justiça contra as empresas, sem que os interessados soubessem. Na decisão, o juiz alega que “trata-se de estelionato judicial no qual o acusado, na condição de advogado, teria perpetrado fraude em face de inúmeros magistrados, na medida em que, utilizando-se de documentação falsa, teria ajuizado dezenas de ações judiciais a fim de obter vantagem ilícita em prejuízo de terceiros. O acusado teria arregimentado mulheres na comunidade Final Feliz, em Costa Barros, e montado uma banquinha com a inscrição ‘Limpe o seu nome’ para recolher os documentos dos supostos clientes. Esta é a segunda vez que o advogado é denunciado à justiça e tem a prisão preventiva decretada. De acordo com a denúncia do MP, a análise de 11 processos, feita por perito do Tribunal de Justiça, foi fundamental para provar o envolvimento dele no megaesquema de fraude no 2º Juizado Especial Cível. O advogado usava o mesmo comprovante de residência. O que mudava na conta de telefone eram os nomes dos autores dos processos e os endereços, mas o número do código de barra era o mesmo. Além disso, exames grafotécnicos atestam que as assinaturas das procurações eram falsas. “Isso é uma chicana. Meu cliente é inocente. Vou recorrer desta decisão no tribunal”, afirmou o advogado do acusado. Em pouco mais de dois anos, uma rede de 11 advogados que lesou empresas e pessoas foi investigada por envolvimento em megaesquema de fraude. Para o sucesso do trambique, os advogados contam com o fato de as empresas fazerem acordos extrajudiciais.

Detento de presídio comandava golpe de falsos aluguéis, diz polícia do RS

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26/05/2014

A polícia identificou como comandante de um esquema de falsos aluguéis, um detento do Presídio Central de Porto Alegre. O preso está cumprindo pena de 40 anos na instituição e, através de telefones celulares, conseguia contratar motoboys e assistentes do lado de fora da prisão. Uma das pessoas que recebiam as ordens do detento se passava por cliente, pegava chaves em imobiliárias e fazia cópias para continuar com o golpe. O esquema foi descoberto no final de março deste ano e investigado desde então pela delegada da 17ª Delegacia de Polícia da Cidade, com base em denúncias realizadas pelas pessoas prejudicadas. Escutas telefônicas autorizadas pela justiça auxiliaram na identificação de vítimas e do presidiário. O suspeito entrava em contato com empresas de recursos humanos na capital. “Ele dizia que estava em Caxias do Sul ou qualquer outra cidade e que não podia se deslocar no momento, mas que precisava da contratação do serviço”, disse a delegada. De acordo com ela, as empresas não desconfiavam do golpe e auxiliavam na colocação de anúncios em jornais procurando funcionários. Algumas das pessoas contratadas, por sua vez, não sabiam que o apenado comandava o golpe de dentro do presídio e também eram enganadas, esperando receber comissão pelos negócios. “O golpista ligava para as pessoas e dizia que tinha gostado do currículo dela, mas que precisava de início imediato no trabalho”, conta. O presidiário fazia os contratos com nomes falsos. Foram localizados documentos do mesmo tipo com os nomes de dois homens. As propostas de aluguel eram tentadoras e prometiam bons preços diretamente com o proprietário sem a intermediação de imobiliárias. A delegada relata que a investigação encontrou uma família que veio da cidade de Rio Pardo, no Vale do Rio Pardo, para morar em Porto Alegre e transportou seus móveis e eletrodomésticos em um caminhão de mudança por quase 150 km de distância. Quando as pessoas chegaram no apartamento supostamente alugado, não conseguiram abrir a porta e descobriram que tinham sido enganadas. A polícia afirma que foram encontrados aproximadamente 13 chips de celular em posse do criminoso, que eram utilizados para fazer as ligações às vítimas. O Presídio Central de Porto Alegre já foi considerado como a pior casa prisional do país e recentemente foi alvo de denúncias enviadas por juízes à Organização dos Estados Americanos (OEA) por violação de direitos humanos. Atualmente, a cadeia com capacidade para receber 2 mil presos abriga aproximadamente 4,7 mil.

Telefonista é presa ao tentar aplicar golpe em banco

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24/05/2014

Uma mulher foi presa pela Polícia Civil quando tentava aplicar um golpe contra um banco, na tarde da sexta-feira (23), em Umuarama (PR). A telefonista foi flagrada tentando sacar R$ 30 mil com um alvará judicial falsificado. A Polícia Federal investiga o caso. Segundo o delegado-chefe do interior, a telefonista foi até a agência na quinta-feira (22) para sacar o dinheiro, mas o gerente desconfiou do documento e pediu para ela voltar no outro dia. “Como o documento era assinado pelo juiz de Alto Piquiri, o gerente checou a autenticidade e viu que não havia nenhuma ordem judicial autorizando o saque”, detalha. O gerente informou sobre a fraude para a Polícia Civil que a prendeu na sexta-feira. O advogado da mulher e de sua filha, afirma que ainda não teve acesso ao depoimento e que vai esperar a conclusão do inquérito policial para se manifestar sobre o caso e tomar as providências cabíveis. “Nós ainda não temos nenhuma conclusão sobre o assunto. Somente depois que o inquérito for concluído que vamos poder nos manifestar”, afirma. A estelionatária trabalhava como telefonista no escritório regional de um deputado federal. Em nota, o deputado disse que ela era telefonista do escritório de Umuarama há um ano e, por mês, recebia R$ 1 mil. Ainda na sexta-feira, a funcionária foi exonerada do cargo. A nota acrescenta que o caso foi isolado e a ilegalidade ocorreu quando a servidora estava fora do escritório sem o conhecimento da equipe. O delegado-chefe afirmou que o golpe não tem relação com o deputado. De acordo com ele, ela conseguiu o documento com a filha dela, que atualmente é servidora estadual lotada no fórum da cidade de Alto Piquiri, também no noroeste. “A filha emitiu o alvará judicial falsificado e, com isso, ela foi até a agência para sacar o dinheiro”, acrescenta. Segundo a polícia, no banco, a ex-telefonista pediu para que uma parte do dinheiro fosse transferida para as contas bancárias da filha e do genro, e o restante fosse entregue em espécie para ela. “Em depoimento, ela afirmou que já havia aplicado o mesmo golpe em outras ocasiões. No entanto, ela não afirmou quando e quanto dinheiro foi sacado dessa forma”, argumenta o delegado. A filha não foi presa. As duas devem ser indiciadas pelo crime de estelionato.

Homem é preso após aplicar golpe de R$ 500 em notas falsas no interior

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26/05/2014

Foi preso em flagrante na zona rural de Buriti dos Lopes (localizado a 281 Km de Teresina) um homem, após aplicar golpes com notas falsas ao passar por duas festas na madrugada desse domingo (25). De acordo com um delegado, após o golpe de R$ 500, a polícia ainda apreendeu mais 10 cédulas falsas de R$ 100 com o suspeito de estelionato. “Os casos aconteceram nos povoados de Tinguis e Piçarreira, ambos na zona rural de Buriti dos Lopes. Na primeira festa, o suspeito conseguiu passar R$ 500 em notas falsas ao comprar fichas de cervejas e recebia o troco em cédulas verdadeiras. Ao prestar conta, o dono da seresta constatou que uma das notas era falsa e chamou a polícia”, informou. Após diligências, os policiais encontraram o suspeito já numa segunda festa tentando repassar as notas falsas. Para o delegado, o estelionatário teria aplicado o golpe em outros lugares. “Na região está havendo grande derrame de cédulas falsas nos valores de R$ 50 e R$ 100. O caso já estava sendo investigado e acreditamos que ele faça parte uma quadrilha”, revelou.

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