Pai e filho são presos por fraude em empréstimo consignado em Natal

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16/02/2016

Pai e filho, um homem de 52 anos e um jovem de 20, foram presos na manhã desta terça-feira (16) após tentarem fraudar o recebimento de um empréstimo consignado em uma agência bancária que fica na avenida Ayrton Senna, na Zona Sul de Natal. Segundo a Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações (DEFD), os dois apresentaram documentos falsos. Um dos funcionários percebeu a falsificação e fez a denúncia. Policiais civis da DEFD foram ao banco e conseguiram prender em flagrante os suspeitos, que foram autuados pelos crimes de uso de documento falso e tentativa de estelionato. A Polícia Civil informou que vai investigar a participação de outras pessoas no crime.

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Fonte: G1

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Empresário cai em golpe de anúncio falso em Praia Grande

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12/02/2016

Um empresário de Campinas foi atraído à Baixada Santista por um falso anúncio de um equipamento de som profissional, postado na internet, e teve roubados o seu carro e os R$ 13 mil com os quais pretendia comprar o aparelho. Com 26 de anos de idade, o empresário trabalha no ramo de eventos e pediu para não ter o nome divulgado. Ele foi até Praia Grande acompanhado de um amigo. A vítima marcou encontro com o suposto vendedor na Rua Saturnino de Brito, no Bairro Sítio do Campo. Logo após se posicionar em frente à uma escola estadual, conforme combinara com o falso vendedor, o empresário e o amigo foram rendidos por três homens armados. Os criminosos exigiram o dinheiro destinado à compra do equipamento de som e ainda levaram a Saveiro preta, ano 2015, do empresário, além de pertences dele e do amigo. O roubo foi registrado pela equipe da 1º DP de Praia Grande.

Preço atraente

“Encontrei a oferta do equipamento em um site de compras e liguei para o número do anunciante. Fiquei interessado, porque esse aparelho custa 40% mais do que o valor solicitado. O falso vendedor justificou que havia se separado e precisava de dinheiro com urgência para mobiliar a nova casa”, relata o empresário. Além do telefonema, a vítima fez contato com o acusado por meio do aplicativo WhatsApp até fechar o negócio e marcar o encontro para pagar o produto e buscá-lo em Praia Grande. Segundo o empresário campineiro, a sua intenção era utilizar o equipamento de som nos eventos que promove.

Cuidado

O delegado responsável pelas investigações do roubo orienta como as pessoas devem proceder durante um negócio iniciado em sites de vendas pela internet. Segundo ele, as principais recomendações são:

- Jamais levar “dinheiro vivo”, optando por realizar o pagamento com cheque.

- Desconfiar quando o preço for muito abaixo ao praticado no mercado. 

- Valor aquém do normal é indício de estelionato ou de produto com origem criminosa, que pode sujeitar o comprador a responder pelo delito de receptação.

- Nunca marcar encontro na rua para pagar e retirar o produto. É conveniente escolher locais onde há várias pessoas e câmeras de segurança, como shoppings, por exemplo.

- Para se ter certeza quanto à procedência lícita da mercadoria, exigir sempre nota fiscal e ainda confrontá-la com os dados do produto.

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Fonte: A Tribuna

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Com mandado em aberto, suspeito de estelionato é preso em BH

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14/02/2016

Um homem suspeito de estelionato foi preso neste domingo (14) em Belo Horizonte após realizar um saque em um terminal de banco. Segundo a Polícia Militar, ele já tinha um mandado de prisão em aberto também por estelionato. Ainda conforme a corporação, com o suspeito foram apreendidos cerca de R$ 4 mil, nove cartões, cada um com um nome, e um dispositivo para clonagem conhecido como chupa-cabra. O homem estava sendo monitorado pela agência bancária, que acionou a PM após dois saques. De acordo com a polícia, o primeiro ocorreu neste sábado (13) em Sete Lagoas, na Região Central de Minas, e o segundo aconteceu neste domingo em uma agência na Avenida Abílio Machado, bairro Alípio de Melo, na Região Noroeste da capital. Antes da prisão ele havia retirado R$ 900. O suspeito e o material apreendido vão ser encaminhados para a Polícia Civil.

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Fonte: G1

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Estelionato virtual é nova modalidade de crime em Sergipe

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12/02/2016

Anúncios, em uma empresa de classificados, de ‘veículos fantasmas’ com valor abaixo do normal e perfis hackeados nas redes sociais foram identificados como os mais novos modelos de crimes cibernéticos no estado de Sergipe, segundo informações da assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública (SSP). Conforme um investigador, na primeira modalidade a vítima é atraída pela propaganda de comercialização de veículos por preços atrativos, e ao fazer a comercialização acaba depositando um adiantamento para assegurar a compra, mas logo em seguida o anúncio desaparece da rede. “Há pessoas anunciando a venda de veículos que não existem, normalmente em cidades distantes, com valor abaixo do mercado. Isso atrai a vítima. O golpista diz que muitos estão interessados na compra do produto, mas que pode reservar e dar prioridade se tiver um adiantamento no valor do veículo. A vítima deposita, e o golpista desaparece, retirando o anúncio do site de vendas”, informa o investigador. Já nas redes sociais, o estelionato vem acontecendo mediante pedido de ajuda financeira a amigos, após perfil ser hackeado. “O golpista acaba hackeando o perfil de alguém e se passa por essa pessoa. Com isso, cria uma história solicitando certa quantia em dinheiro aos amigos para pagar algo urgente. São quantias pequenas, mas os amigos, de boa fé, acabam caindo no golpe sem ao menos dar um telefonema para conferir se o fato procede”, relatou. Cidadãos que forem vítimas dos estelionatários virtuais devem recorrer à Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h, ou na Delegacia Plantonista após o expediente citado, munidos de documentação pessoal e provas da denúncia, a fim de que seja registrado o Boletim de Ocorrência (BO).

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Fonte: Itnet

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Polícia investiga empresa de RH suspeita de estelionato em Campinas

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12/02/2016

A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar uma empresa que faz seleção e treinamento para qualificação profissional em Campinas (SP). Nesta quinta-feira (11), pelo menos seis vítimas registraram boletins de ocorrência contra a companhia, já que ela não teria cumprido a “promessa” de encaminhamento para oportunidades de trabalho. Além disso, para participar do processo, cada interessado tinha que fazer um curso no valor de R$ 400. O caso será investigado como estelionato. Depois de meses sem emprego, uma mulher, que não quer ser identificada, conta que recebeu uma oferta de emprego. A promessa da empresa de RH era de uma oportunidade para o candidato num prazo de três dias. “Ele falava assim na entrevista, que você fazia o curso e em três dias já é encaminhada para a vaga de emprego”, conta a vítima.

Promessas

A promessa, segundo a mulher, veio de uma empresa de recrutamento com nome, endereço e até carimbo de registro de CNPJ chamada G. Mas, para concorrer às oportunidades, era necessário pagar R$ 400. “Disseram que era 100% de garantia se a gente fizesse o curso de que seria encaminhado”, conta a vítima. Uma outra mulher, que também não quer ser identificada, passou pela mesma situação. Ela fez o curso e recebeu certificado. Mas, quando foi procurar a empresa indicada pela recrutadora, descobriu que não havia vaga. “Liguei lá e falou que não tinha vaga de controlador de acesso. Que não tinha nenhum vínculo com essa G. Era uma vaga falsa, porque eles não tinham conhecimento dessa empresa”, conta.

Vagas não existiam

O dono de uma empresa prestadora de serviços, afirma que recebeu algumas candidatas encaminhadas pela empresa de RH e que as vagas não existiam. “Algumas pessoas vieram aqui com encaminhamento e nós até nos assustamos porque algumas pessoas vinham pra cá pensando que teriam suas vagas garantidas e, na verdade, não é isso”, explica. Ele reconhece que chegou a fazer contato com a empresa de treinamento, mas nunca firmou uma parceria. “Não houve parceria, porque ao ler o contrato a gente observou que não estava de acordo com as informações. Pretendemos agora, a princípio, encaminhar essa minuta contratual para o nosso advogado para que ele possa verificar o conteúdo e para que ele nos indique as medidas cabíveis para tomar para preservação de direitos no futuro”, destaca.

Investigação

O caso vai ser investigado como estelionato. Conforme o delegado do 1º Distrito Policial de Campinas, será verificado também se houve fraude. “E se, efetivamente, houve uma propaganda enganosa, porque aí também caracteriza um crime contra o consumidor. Estamos também verificando se essa empresa funcionava legalmente, se tem alvará de funcionamento, porque pode incorrer aí uma contravenção penal de exercício ilegal de atividade”, ressalta.

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Fonte: G1

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Polícia procura empresária acusada de aplicar golpe que rendeu mais de R$ 100 mil

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12/02/2016

A Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa (DDF) está à procura da empresária M.R., suspeita de vender pacotes de viagens falsos na Paraíba. Segundo as investigações, ela vinha agindo há cerca de seis meses causando um prejuízo financeiro às vítimas superior a R$ 100 mil. O golpe era praticado na rede de agências de viagens da suspeita, que funcionava em dois shoppings da Capital e no bairro de Tambauzinho. O levantamento realizado pelos policiais civis mostrou que a empresária se passava por representante legal de uma empresa de cruzeiros marítimos de nível internacional para praticar a fraude. Após a descoberta do golpe pelas vítimas, a mulher fechou as agências de viagens que funcionavam em João Pessoa e fugiu. “As vítimas procuraram a DDF e informaram sobre a fraude e a investigação comprovou a conduta criminosa. Então pedimos a prisão preventiva da suspeita. Realizamos várias buscas, mas infelizmente ela não foi encontrada em nenhum dos endereços”, disse o delegado responsável. A DDF está solicitando a ajuda da população informando sobre uma possível localização de M.R. As informações podem ser repassadas pelo telefone 197 Disque Denúncia da Secretaria da Segurança e da Defesa Social. Não precisa se identificar e o conteúdo da ligação é mantido em sigilo. A polícia também orienta que as vítimas da empresária procurem a delegacia para registrar as fraudes.

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Fonte: Diário do Sertão

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MPF-AM denuncia grupo que fazia empréstimos fraudulentos em banco

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11/02/2016

O Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) denunciou 21 pessoas envolvidas em uma organização criminosa especializada na obtenção de empréstimos fraudulentos junto a um banco. Dos envolvidos, 13 estão presos desde dezembro do ano passado, quando a Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram a Operação Construcrime. Entre os presos, está um ex-gerente da instituição financeira,  apontado como um dos articuladores do esquema, e um servidor da Polícia Civil, que atuava na falsificação dos documentos. A organização criminosa utilizou, pelo menos, 18 empresas para obter 35 empréstimos fraudulentos junto à instituição bancária. O prejuízo apurado preliminarmente é de R$ 4.846.354,54, a partir de empréstimos e financiamentos concedidos a empresas fictícias, cujos valores eram sacados em espécie ou transferidos a outras contas logo que creditados na conta da empresa. Com o dinheiro, foram adquiridos imóveis em nome de laranjas e depois revendidos. As parcelas dos empréstimos não eram pagas.

Empresas e sócios fictícios

A fraude iniciava com a falsificação de documentos para a criação da empresa fictícia, com alterações fraudulentas no quadro social das empresas, inserindo, em sua maioria, pessoas físicas inexistentes. As pessoas físicas e jurídicas fictícias eram construídas com base em vários documentos públicos falsificados, desde carteiras de identidade até alterações de contratos sociais. As investigações apontaram que, para a falsificação dos documentos públicos, em especial a carteira de identidade, era realizado pagamento a servidor público para confecção de carteira de identidade falsificada. Após o pagamento, o servidor público confeccionava o documento, infringindo dever funcional, e o prontuário civil da ‘pessoa física criada’ era retirado do Instituto de Identificação. Depois da construção destas empresas fictícias, eram montados ‘dossiês’ para realização dos empréstimos junto ao banco. O dossiê era formado por documentos essenciais para obtenção dos empréstimos e financiamentos fraudulentos, entre eles comprovante de inscrição e de situação na Receita Federal, contrato social, declaração de renda da empresa e recibo de entrega de declaração de ajuste anual do imposto de renda. Além dos beneficiários diretos dos empréstimos e do ex-funcionário da instituição – na época, gerente de uma agência e responsável pela concessão dos empréstimos –, a investigação policial apontou o envolvimento de contadores, falsificadores e laranjas utilizados pela organização criminosa. Os acusados devem responder por associação para o crime, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, estelionato, falsificação de documento público, uso de documento falso, corrupção passiva e corrupção ativa. Na denúncia, o MPF pede ainda que os acusados sejam condenados ao ressarcimento dos valores recebidos com as fraudes, com juros legais e atualização monetária.

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Fonte: G1

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