Cliente acha chupa-cabra dentro de caixa eletrônico ao depositar R$ 100

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14/09/2014

No fim da tarde de sábado (13), um ‘chupa-cabra’, utilizado para golpes eletrônicos, foi encontrado por um homem de 26 anos, no Centro de Piracicaba (SP). O objeto foi encontrado no caixa eletrônico de uma agência bancária que fica na Avenida Independência. O fato aconteceu enquanto o cliente fazia um depósito de R$ 100, logo, o mesmo chamou a Polícia Militar. De acordo com o registro oficial da Polícia Civil, ele percebeu que existia um objeto estranho na entrada de envelopes e retirou por conta própria o chupa-cabra que estava instalado no caixa. A Perícia Técnica foi chamada ao local. O caso foi apresentado como estelionato no plantão policial. No último dia 08, outro caso semelhante foi registrado na cidade. Ao utilizar o caixa eletrônico de uma agência bancária na Avenida Doutor Morato, no bairro Vila Rezende, uma comerciante de 42 anos desconfiou do equipamento e chamou a Guarda Municipal. O cartão de crédito da mulher ficou preso na máquina e ela entrou em contato com um 0800 falso que estava indicado no equipamento. Como não foram solicitados dados pessoais, a mulher desconfiou da situação e decidiu denunciar. Ao chegar à agência, os guardas encontraram um chupa-cabra dentro do caixa. O caso também foi apresentado como crime de estelionato.

Quadrilha interestadual é presa em Goiás suspeita de praticar golpes em fazendeiros em cinco Estados

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12/09/2014

Uma quadrilha de estelionatários especializada em praticar golpes contra proprietários de fazendas e gados foi apresentada na manhã da quarta-feira (12) pela Polícia Civil. A organização criminosa era interestadual e atuava, há mais de 10 anos, nos Estados de Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Tocantins, mais Distrito Federal. De acordo com o delegado titular do 1º Distrito Policial (DP) da capital, um vereador de Silvânia também está envolvido no esquema que causou prejuízos de R$ 2,5 milhões às vítimas. As seis pessoas presas compravam gados e tratores com cheques falsos. “Primeiro eles chegavam a uma região, arrendavam uma determinada fazenda e começavam a fazer a compra de grandes quantidades de gado, dizendo que os animais seriam criados na própria fazenda, e antes de completar trinta dias e do cheque ser debitado, eles fugiam e ficavam um tempo sem agir”, disse o delegado. Depois da fuga, o gado era vendido para outros fazendeiros e frigoríficos do Entorno de Brasília. Com a quadrilha, a polícia apreendeu um carro importado, um Ecosport e casas –, que serão vendidos para ressarcir as vítimas. Os integrantes do bando serão indiciados por formação de quadrilha, falsificação de documentos públicos, falsidade ideológica e estelionato. “Se fosse em um país sério eles ficariam presos por até cinquenta anos, mas a legislação brasileira permite que eles respondam em liberdade e vão continuar agindo”, lamentou o titular do 1º Distrito Policial.

Mulher é suspeita de aplicar golpe de venda de casas populares em Maceió

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11/09/2014

Na noite desta quinta-feira (11), estiveram em uma casa residencial no bairro de Jaraguá, em Maceió, dezenas de pessoas que se dizem vítimas de estelionato. Elas estavam a procura de uma mulher, que, de acordo com o grupo, se apresentava como servidora da Secretaria de Infraestrutura de Alagoas (Seinfra) e que seria responsável por negociar imóveis de habitacionais do governo do Estado. Na confusão, uma equipe do 1° Batalhão da Polícia Militar (BPM) esteve no local para evitar a invasão do imóvel que pertence a sogra da mulher que é suspeita de estelionato. Familiares da mulher disseram que não têm conhecimento sobre as ações da suspeita, que a família está constrangida, e que não tem como se pronunciar sobre qualquer questão da venda dos imóveis. A reportagem tentou contato com a acusada, mas ela não atendeu as ligações. De acordo com uma servidora pública, que comprou um dos imóveis em dinheiro, a suposta estelionatária apresentava durante a negociação documentos oficiais do governo do Estado e mostrava projetos de habitacionais conhecidos. “Ela dizia que havia imóveis sobrando nos habitacionais Reencontro da Ilha, na Massagueira, em Marechal Deodoro, no Ouro Preto e no conjunto Aprígio Vilela, em Maceió. Tanto que para algumas pessoas ela entregou documentos como escrituras, mapas dos residenciais e até mesmo as chaves”, disse ao relatar que o valor cobrado por ela variava entre R$ 6 mil a R$ 25 mil. Um outro rapaz também se apresentou como vítima do golpe imobiliário, disse que pessoas da família chegaram a vender uma casa pequena para investir o dinheiro no imóvel negociado pela suspeita. “A história era bem contada. Ela dizia que em um conjunto de 250 casas, 150 seriam doadas pelo governo, e as outras 100 vendidas a preços populares. Sendo estas as casas que estávamos comprando”, falou o jovem. Um cabo responsável pela equipe da Polícia Militar que foi até o local para evitar que o grupo de mais de 50 pessoas invadisse a casa da sogra da suspeita, orientou o grupo a procurar a delegacia da Polícia Civil para prestar queixa. “Entramos no imóvel e conferimos que ela não está lá. Essa é a casa da sogra dela, que não tem conhecimento sobre essa situação. A senhora está muito nervosa e diz não saber onde está a nora”, expôs o militar.

Polícia Civil prende mulher por fraude contra INSS

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11/09/2014

Nesta terça-feira (09), foi presa pela Polícia Civil uma corretora de 29 anos por fraude no recebimento de pensão por morte. Ela foi detida no centro de São Paulo, após um dos funcionários do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) notar a irregularidade e comunicar a polícia. Desde maio de 2012, a acusada recebia mensalmente R$ 4.166,19 no lugar de outra beneficiária, que teve o cadastro alterado com os dados da acusada. Após investigações, os policiais do 38º Distrito Policial (Vila Amália) descobriram a agência e o dia em que a suspeita sacaria o dinheiro. Quando ela saiu do banco, sem conseguir retirar a pensão – que havia sido bloqueada pelo INSS -, foi abordada por investigadores e confessou a fraude. A suspeita foi levada à delegacia e indiciada por estelionato. A corretora está presa, à disposição da Justiça.

Quatro casos de estelionato são registrados na últimas 24h em Aracaju

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11/09/2014

Nove ocorrências foram registradas pela Delegacia Plantonista de Aracaju, nas últimas 24 horas. Foi uma injúria qualificada, um Boletim de Ocorrência por dirigir sem a habilitação, uma violência doméstica e uma prisão por tentativa de homicídio. Contudo, o fato que mais chamou atenção foi a quantidade de ocorrências por estelionato – foram quatro casos registrados na capital durante a quarta-feira (10). O primeiro caso ocorreu com uma mulher de 66 anos, no Centro. Ela estava em casa quando recebeu um telefonema de um homem que se identificou como representante de uma rede de cartões. Ele disse que o cartão dela estava clonado e que precisava fazer o bloqueio – para isso, ele solicitou o número do cartão e o código. A idosa forneceu os dados e só percebeu o erro quando começaram a chegar em seu celular as notificações de compras feitas pelo estelionatário. Ela entrou em contato com a rede de cartões e conseguiu solicitar o bloqueio do cartão, no entanto, o criminoso ainda conseguiu efetuar compras no valor de R$ 2.781,50. Outro caso ocorreu no Bairro Jabotiana, desta vez com uma mulher de 54 anos, também por telefone. Um homem ligou para ela e disse que ela tinha sido contemplada em uma promoção de uma operadora de telefonia e que, por isso, tinha direito a receber um prêmio no valor de R$ 25 mil. Mas para receber a premiação, a mulher teria que fazer depósitos em algumas contas correntes. Ela então fez vários depósitos em contas correntes de dois bancos, totalizando a quantia de R$ 2.190. Quando percebeu o golpe, a mulher acionou a polícia e prestou um Boletim de Ocorrência. Um homem de 37 anos caiu em um golpe semelhante, no Bairro Treze de Julho. Ele recebeu também uma ligação de um homem que lhe ofereceu um prêmio de uma operadora de telefonia, desta vez no valor de R$ 50 mil. Mas para retirar o prêmio, ele precisava depositar R$ 40 em uma conta corrente. Após o depósito, o estelionatário pediu ao homem o número de um cartão de banco e a senha. Só então que a vítima desconfiou e encerrou o contato com o criminoso. Um rapaz de 18 anos também foi vítima de estelionato no Bairro Santo Antônio. Ele viu um anúncio de celular na internet e entrou em contato com uma mulher que estava vendendo o aparelho. Eles se encontraram e efetuaram a negociação. Mas, somente quando o rapaz chegou em casa é que ele reparou que o celular era falso.

Hospital de SC alerta para golpe aplicado a famílias de pacientes

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10/09/2014

Um alerta foi lançado à comunidade de Balneário Camboriú (SC) por um Hospital Municipal, na terça-feira (09). No texto, a direção afirmou que pessoas estariam usando o nome da instituição para fazer cobranças indevidas de serviços prestados gratuitamente pelo hospital. Segundo a nota, familiares de três pacientes da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) procuraram o hospital e relataram ligações de um suposto médico. De acordo com eles, o suspeito dizia que os pacientes haviam piorado e corriam risco de vida. Em seguida, passava o número de uma conta onde às famílias deveriam depositar R$ 1,5 mil para exames que a instituição não dispõe. Ainda conforme a unidade hospitalar, uma das vítimas chegou a sacar o dinheiro, mas resolveu ir até o hospital antes de efetuar o depósito. A família foi informada pela administração que se tratava de um golpe. Conforme a diretora geral do hospital, a unidade não faz cobrança dos pacientes por nenhum serviço prestado. Os custos têm assistência coberta pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pelo município. O caso foi encaminhado para a Delegacia da Comarca de Balneário Camboriú para investigações.

Ocorrência: Mulher Cai em Golpe do Bilhete e Perde Dinheiro e Jóias

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11/09/2014

Foi vítima do conhecido golpe do bilhete premiado, uma moradora de Catanduva (SP), de 58 anos, na manhã da terça-feira (09) na área central da cidade. Ela perdeu R$ 2.450 em dinheiro, além de várias joias. Os suspeitos de aplicarem o golpe são dois homens. De acordo com a versão relatada, a vítima estava por volta das 10 horas, entre a rua Olinda com a rua 24 de Fevereiro, onde havia acabado de deixar em um local algumas embalagens de garrafas pet, quando foi abordada por um homem aparentando ter uns 29 anos, que se apresentou como “Antônio” e com um papel nas mãos dizia procurar um suposto senhor que tinha interesse de ficar com um bilhete premiado que supostamente estaria consigo e que este suposto homem pagaria R$ 20 mil pelo bilhete. A vítima teria sugerido que o homem perguntasse o endereço a uma outra pessoa que estava próxima. A outra pessoa se apresentou como “Paulo”. “Antônio” teria explicado a ele sobre o bilhete e neste momento “Paulo” teria ligado para a instituição financeira para confirmar a ‘veracidade’ do prêmio e teria recebido a informação que o prêmio era de R$ 4 milhões. O suposto Antônio teria então proposto para “Paulo” e a vítima uma gratificação no valor de R$ 400 mil para cada um, se ambos lhe ajudassem. Mas para isso, ambos teriam de provar que tinham dinheiro. “Paulo” teria ido a casa buscar dinheiro e ao voltar mostrou uma mochila com certa quantidade do mesmo dentro. Na sequência, os três foram ao centro da cidade, com o carro de “Paulo”, para que a mulher sacasse certa quantia no banco, na rua Pernambuco. Sem conseguir, a mulher foi até a loja da filha, que fica próxima ao local e teria retirado R$2.450 que estavam no caixa do comércio e voltou ao carro. A quantia foi entregue a “Antônio” que devido a quantia ser pouca, questionou com a vítima se teria joias em casa e foram ao local. No imóvel, foram levados: um colar de pérolas de fecho brilhante, um terço de prata, duas pulseiras de ouro, um par de brincos de ouro e zircone, um anel de prata/zircone, duas alianças de prata, um anel de ouro branco com brilhante, além de outros anéis. Ao voltarem ao centro da cidade para resgatar o suposto ‘prêmio’, na agência da Praça da Independência, “Antônio” teria pedido que a mulher aguardasse do lado de fora, enquanto ele e “Paulo” iriam localizar o setor para receber o prêmio e depois disso desapareceram.

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