Operação Cartago combate fraude de financiamento de imóveis no MA

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18/08/2014

Na manhã desta segunda-feira (18) foi deflagrada pela Polícia Federal a Operação Cartago, que tem como objetivo desarticular um esquema fraudulento de financiamento de imóveis de um banco, no Maranhão, que totaliza movimentação superior a R$ 500 milhões. Segundo informações da PF, 121 policiais federais participaram da operação, que consiste no cumprimento de 44 mandados judiciais, sendo 19 de busca e apreensão, 18 de condução coercitiva e sete comunicações de suspensão da função pública. A investigação verificou que empregados do banco criaram empresas fictícias em nome de parentes para serem contratadas pela instituição financeira para prestar serviços como correspondentes bancários imobiliários. Segundo a PF, foram montados escritórios de atendimento no interior das agências bancárias, com espaço físico, mesas, cadeiras e até computadores da Caixa. Os empregados das empresas chegaram a ter acesso às senhas restritas aos funcionários da instituição financeira. Os suspeitos de envolvimento podem responder pelos crimes de gestão fraudulenta, estelionato, peculato, corrupção passiva, corrupção ativa, advocacia administrativa, violação de sigilo funcional, inserção de dados falsos e sonegação. O nome da operação faz alusão à queda da cidade de Cartago, que sucumbiu em decorrência da corrupção da aristocracia da cidade, durante a Terceira Guerra Púnica.

Cozinheiro cai no golpe do falso sequestro

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18/08/2014

Foi vítima do golpe do falso sequestro, um cozinheiro de 38 anos, neste final de semana, ele foi lesado na quantia de R$ 550. Segundo as informações fornecidas pela polícia, a vítima recebeu a ligação de uma mulher que chorava sem parar. Porém em determinado momento, um homem assumiu a ligação telefônica e disse que a mulher do cozinheiro havia sido sequestrada e que para ela ser liberada, R$ 10 mil teriam de ser depositados em uma conta bancária. O homem disse que possuía somente R$ 700 e então o “sequestrador” aceitou a contraproposta. O cozinheiro então seguiu para o banco, porém o caixa eletrônico permitia que somente R$ 500 fossem retirados e José assim o fez e efetuou o depósito na conta do estelionatário. Em novo contato telefônico, o bandido exigiu que uma recarga de R$ 50 fosse efetuada em um número de telefone com DDD da capital, fato este prontamente atendido pela vítima, que não desconfiava de que seria vítima de um golpe. Após a recarga telefônica, o “sequestrador” pediu mais uma quantia em dinheiro e foi neste momento que o cozinheiro conseguiu contato com a companheira, que se encontrava na casa da irmã. Percebendo que havia caído em um golpe, ele seguiu para a 166ª Delegacia de Polícia, onde o fato foi registrado e as investigações foram iniciadas.

Presa em Goiás quadrilha suspeita de fraudar cartões de crédito pela web

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15/08/2014

Nesta sexta-feira (15), uma quadrilha foi presa e apresentada pela Polícia Civil suspeita de fraudar cartões de créditos pela internet. O grupo era formado por sete pessoas, entre elas, um detento, que cumpria pena na cadeia de Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia. Ao todo, a polícia conseguiu recuperar todas as mercadorias adquiridas pelos criminosos, num total de R$ 20 mil, além de R$ 4,1 mil em dinheiro. Com o golpe, a quadrilha conseguiu obter um limite bancário de R$ 500 mil. Segundo o delegado titular do Grupo Antirroubo a Banco da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), a polícia começou a investigar o caso depois que a mãe do presidiário questionou na administração do presídio se eles poderiam repassar algumas roupas e calçados para ele dentro da cadeia. “De imediato, a diretoria do presídio achou o pedido anormal, porque eram muitas peças e de marcas famosas. Esse pedido nunca havia sido feito. Começamos a investigar e chegamos até os envolvidos”, explicou. O líder da quadrilha, que já tinha três mandados em aberto e 8 passagens por estelionato, conseguiu obter, por meio de fraudes eletrônicas, seis cartões de crédito de grandes empresários de Goiânia. Ele os repassava para a própria mãe e o irmão, além da mãe do detento, de uma prima e do namorado dela. Cinco pessoas estão presas e duas irão responder ao processo em liberdade. “Com os cartões adulterados, eles faziam saques em dinheiro e compravam aparelhos eletrônicos para revender. Também adquiriam roupas e calçados de marcas famosas, que seriam repassados ao preso, que por sua vez, revenderia os pertences a outros detentos dentro da cadeia”, esclareceu. Conforme a polícia, as operadoras de cartão de créditos já foram avisadas sobre o crime e que as vítimas também serão alertadas o quanto antes. Todos os integrantes da quadrilha responderão pelos crimes de associação criminosa, furto mediante fraude e estelionato. As penas, caso condenados, variam de 4 a 16 anos de prisão. Um dos envolvidos também foi autuado por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo, pois, no momento da prisão, possuía um revólver e uma porção de maconha.

Quadrilha quis dar golpe de R$ 150 mil, mas só faturou R$ 7,5 mil

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13/08/2014

A Dedfaz (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Defraudações e Falsificações) indiciou uma quadrilha que queria faturar pelos menos R$ 150 mil com a venda irregular de lotes no bairro Nova Campo Grande. Como os negócios não se concretizaram, o bando conseguiu arrecadar apenas R$ 7.500, valor referente aos “trâmites burocráticos” que envolviam as transações fraudulentas. De acordo com a delegada responsável pelas investigações, A.F, 29 anos, e J.A, 62 anos, queriam vender três lotes, cada um avaliado em R$ 50 mil, que pertencem a pessoas que não moram em Campo Grande. A polícia ainda apura a participação de um terceira pessoa no esquema. Eles falsificaram procurações em três cartórios da Capital, e usavam os documentos como forma de convencer as vítimas e legitimar os golpes. “Eles conheciam o bairro e sabiam quais lotes tinham seus proprietários em outras cidades, e tentaram se aproveitar disso”, explicou. Até o momento duas pessoas procuraram a delegacia para denunciar o caso. Uma delas havia feito um contrato particular com A.F, para quem pagou adiantado a quantia de R$ 6 mil. A segunda vítima teria pagado R$ 1.500 em pequenas quantias, dinheiro que seria usado para bancar a movimentação de documentos. “Os prejuízos não foram maiores porque os negócios não se desenvolveram”, destacou a delegada.

Irmãos estelionatários que movimentaram cerca de R$ 200 mil são presos em Betim

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13/08/2014

Dois irmãos que aplicavam golpes utilizando documentos falsos de policiais e bombeiros em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte foram presos pela Polícia Civil. Segundo as investigações, os dois homens falsificavam identidades e cadastro de pessoa física de funcionários ligados à segurança pública para conseguir empréstimos junto a instituições financeiras. A suspeita é de que eles tenham movimentado R$ 200 mil. As investigações começaram depois que o irmão mais novo se dirigiu até um cartório com um documento de um cabo do Corpo de Bombeiros para retirar um empréstimo no valor de R$ 38 mil. Porém, os funcionários do local suspeitaram da ação, fazendo com que o processo demorasse mais que o de costume. Impaciente, ele deixou o local antes da conclusão do pedido financeiro, o que fez com que a polícia fosse acionada. A Polícia Civil teve acesso às imagens do cartório, o que possibilitou um trabalho mais detalhado de investigação. Conforme relatou o delegado, 16 boletins de ocorrência no nome do autor foram encontrados durante levantamento. Os irmãos davam preferência para pessoas que trabalhavam nas polícias Militar e Civil, devido a facilidade de acesso à empréstimos. Ao chegar em instituições de empréstimo, eles apresentavam documentos como contracheque e identidade, para pedir valores variados em dinheiro. A forma com que eles tinham acesso aos dados dos servidores públicos ainda será investigada, mas a dupla alega que comprava a documentação na Praça Sete, Região Central de BH. O cabo dos Bombeiros que foi alvo do golpe esteve presente na apresentação dos irmãos e informou que outros colegas de corporação foram vítimas dos suspeitos. Ele acredita que existam outras pessoas por trás do esquema. Os dois irmãos tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça, com base nos levantamentos, que contaram com o apoio ainda do serviço de inteligência do Corpo de Bombeiros. Ambos possuem extensa ficha criminal, com antecedentes em crimes de estelionato e falsificação de documentos.

Mulher perde R$ 60 mil em golpe do bilhete premiado em Marília

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12/08/2014

Nesta terça-feira (12), a polícia faz buscas atrás de duas mulheres que teriam aplicado o golpe do bilhete premiado em uma idosa, na segunda-feira (11), no centro de Marília (SP). A vítima entregou R$ 60 mil às suspeitas. De acordo com a polícia, uma idosa foi abordada pela dupla e uma delas pediu R$ 60 mil para ela, com a promessa de entregar parte de uma premiação que havia ganhado na loteria. A suspeita chegou a ligar para uma casa lotérica na frente da vítima confirmando a premiação. A idosa então foi até uma agência bancária, sacou o dinheiro e entregou as duas mulheres, que fugiram em seguida.

Empresário de Maringá escapa de golpe clássico

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12/08/2014

Voltou a fazer vítimas em várias partes do País um golpe que foi criado na década de 90, o “resgate” de fundos de pensão, seguros e investimentos firmados em governos passados. Em Maringá, a mais recente tentativa de golpe ocorreu na semana passada, depois de um empresário receber um telefonema informando que ele teria direito a receber mais de R$ 48 mil de um fundo bloqueado na época do governo Collor. Utilizando o nome de uma conceituada empresa do ramo de previdência e seguros, o golpista informou ao empresário que ele só poderia sacar a quantia caso fizesse um depósito adiantado – referente a custas processuais – no valor de quase R$ 2 mil em uma conta bancária, supostamente aberta em nome de um “laranja”. Desconfiada, a vítima foi atrás de informações e descobriu que tudo não passava de golpe, provavelmente arquitetado por pessoas que, de alguma forma, tiveram acesso a seu histórico de transações financeiras nos anos 90.

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