Polícia prende dois suspeitos de fraudes contra empresa de aplicativo de transporte

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19/04/2018

Na manhã desta quinta-feira (19), a Polícia Civil prendeu duas pessoas temporariamente, suspeitas de integrar uma quadrilha que comandava um esquema fraudulento contra a empresa de transporte por aplicativo de celulares 99. Segundo a polícia, uma mulher de 26 anos é suspeita de chefiar o grupo. Na casa dela, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), os policiais apreenderam diversos cartões de crédito, chips de celulares, além de agendas com anotações relacionadas a fraude. O outro preso, um homem de 28 anos, foi encontrado pela polícia em Matinhos, no litoral do Paraná. Além das duas prisões, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão. Os dois presos vão responder pelos crimes de estelionato, associação criminosa e incitação ao crime. Segundo a investigação, a mulher trabalhava como motorista do aplicativo e passou a realizar alguns cadastros falsos de motoristas e passageiros, em nome de terceiros, fazendo corridas falsas a fim de levar vantagem com o uso de cartões de crédito clonados.

“A empresa realizava o pagamento antecipado ao motorista e posteriormente recebia os valores da administração dos cartões, porém como eram clonados e a fraude era constatada pelas agências, a empresa acabava não recebendo nenhum valor das corridas”, explicou o delegado responsável. De acordo com a polícia, outras pessoas, também suspeitas de integrar a quadrilha, foram instruídas pela suposta chefe, que oferecia cursos ensinando a fraude, cobrando R$ 500 por pessoa para repassar o tutorial. O delegado disse que ainda não se sabe quantas pessoas ela instruiu, quantas efetivamente estão envolvidas na fraude e qual foi o prejuízo da empresa. “Estamos realizando todas as diligências necessárias para o esclarecimento do caso, bem com a identificação e prisão e outras pessoas envolvidas no crime”, afirmou o delegado. A investigação começou depois que a empresa comunicou à polícia sobre a fraude. Ainda de acordo com a polícia, a mulher continuou com o esquema mesmo depois de ser desvinculada do aplicativo.

O que diz a empresa

Em nota, a 99 informou que pediu a abertura da investigação para os órgãos responsáveis e auxiliou, quando solicitada pelas autoridades, nas investigações fornecendo informações requisitadas. A 99 disse, ainda, que repudia qualquer ilegalidade cometida dentro da sua plataforma.

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Fonte: G1

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Quadrilha que aplicava golpes pela internet é presa

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20/04/2018

Na manhã desta quinta-feira (18), em Pontes Lacerda (MT), a Polícia Judiciária Civil deflagrou a “Operação OLX”, desarticulando uma quadrilha especializada em crimes de estelionato. O grupo criminoso era investigado há cerca de um mês pela equipe da Polícia Civil do município e aplicava golpes através de sites na internet. A ação realizada pela Delegacia Regional e Municipal com apoio do Núcleo de Inteligência (NI), resultou na prisão de cinco suspeitos, recuperação de grande quantia em dinheiro e cheques, além da apreensão de maços de cigarro contrabandeados e de pepitas de ouro. Os suspeitos foram autuados em flagrante pelos crimes de estelionato e associação criminosa. Esse último também responderá por contrabando e armazenamento ilegal de ouro. Na quarta-feira (17), o grupo aplicou o golpe em uma vítima de 33 anos, moradora da cidade de Goiânia (GO). Na ocasião, os suspeitos, mediante estelionato, simularam a venda de um veículo Toyota Corolla, obtendo a quantia de R$ 68 mil, depositada na conta do quinto suspeito. Após tomarem conhecimentos do golpe aplicado através da internet, pelo site de compra e venda OLX, investigadores de polícia rapidamente conseguiram levantar as informações e identificar os envolvidos no crime. O titular da conta bancária emitiu quatro cheques no valor de R$ 5 mil, cada, que foram trocados direto no caixa da agência bancária, pelos quatro suspeitos. Outros R$ 9,5 mil foram debitados em uma máquina de cartão pertencente a uma pessoa. Durante diligências na residência do quinto suspeito, foram apreendidos mais de R$ 5,5 mil em dinheiro, provenientes dos saques feitos pelos comparsas, duas folhas de cheque preenchidas em R$ 5 mil cada, as quais possivelmente seriam trocadas nesta quinta-feira (19), mais duas folhas de cheque em branco, além de trinta e seis maços de cigarro contrabandeados e 5,3 gramas de ouro em pepitas. Em continuidade as diligências, os outros quatro integrantes da quadrilha foram localizados, sendo encontrado em posse do primeiro suspeito, mais de R$ 1 mil em dinheiro, referente sua participação no crime, e o cartão bancário no nome do quinto suspeito que seria usado para saque do restante do dinheiro adquirido através do golpe. Diante do flagrante, os cinco presos foram conduzidos à Delegacia de Polícia de Pontes e Lacerda, onde foram interrogados e autuados pelos crimes de estelionato e associação criminosa. O preso também será indiciado por contrabando e armazenamento ilegal de ouro. As investigações sobre o caso continuam com objetivo de identificar e prender outros integrantes da associação criminosa.

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Fonte: Cenário MT

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Golpe usa falso depósito em conta para enganar vítimas

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18/04/2018

Clientes de diversos bancos voltaram a virar alvo de um golpe bancário que funciona da seguinte forma: o consumidor percebe um depósito inesperado em sua conta-corrente e recebe uma ligação de uma pessoa que pede que o valor transferido por engano seja devolvido. No extrato bancário, a quantia aparece na conta, porém, na prática, os criminosos realizam depósitos em caixas eletrônicos com envelopes vazios e pedem o estorno às vítimas enquanto os valores ainda não foram conferidos pelas instituições financeiras. É comum que esse contato aconteça após o fim do expediente bancário, dificultando que o cliente fale com o banco. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) esclarece que os depósitos realizados em caixas eletrônicos são compensados no dia útil seguinte, após conferência dos envelopes. Por isso, para ter certeza da autenticidade da operação, é imprescindível conferir o extrato bancário depois desse prazo. O mesmo tipo de golpe também pode utilizar transferências entre contas. Neste caso, quem efetua o golpe programa a transação, porém, depois de entrar em contato com a vítima, suspende a operação, já que é possível cancelar agendamentos de DOC, TED e transferências entre contas de um mesmo banco até as 23h59 do dia útil anterior à data programada para a transferência. Segundo a Febraban, se no extrato bancário, a transferência estiver marcada como “saldo a liberar”, o crédito ainda não está na conta do favorecido. A orientação para o consumidor é sempre desconfiar e, em casos de problemas, registrar queixas no Serviço de Atendimento do Cliente de seu banco no Banco Central. No ano passado, as queixas sobre golpes bancários pela internet ou aplicativo cresceram 297% em relação a 2016. Entre outros truques usados por criminosos com frequência, estão promessas de vantagens financeiras ou dramas familiares apresentados por desconhecidos. Segundo a federação que representa os bancos, o cliente deve desconfiar especialmente de propostas de utilização de sua conta para transferência de valores.

Outra recomendação da Febraban é que o cliente não aceite receber créditos de pessoas desconhecidas em sua conta, pois propostas desse tipo são feitas por golpistas. Já o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) acrescenta que quadrilhas usam mensagens de texto e e-mails como isca para enganarem clientes. Nessas mensagens, os grupos se passam por funcionários da instituição financeira e compartilham links maliciosos, que tentam roubar os dados das vítimas. Os bancos e operadoras de crédito não ligam, nem enviam mensagens, pedindo a atualização de informações e, muito menos, que o consumidor forneça senhas. Outra prática comum entre os golpistas é ligar com a falsa informação de que o cartão do usuário foi clonado. Se passando por representantes do banco, os consumidores são induzidos a fornecer dados para supostamente bloquear o cartão. O Idec recomenda que, caso receba uma chamada desse tipo, o cliente encerre a ligação e ligue para o número que está no verso do seu cartão, utilizando outro aparelho de telefone. Isso é essencial porque há casos em que os fraudadores conseguem “prender” a linha do consumidor, que pensa que está em contato com o banco, porém, continua na ligação com os bandidos.

Cuidado com as Armadilhas

- Foco na segurança: cadastre seu celular para receber mensagens de texto (SMS) sobre movimentação em sua conta.

- Confira sempre as transações em seu extrato e, em caso de suspeita de irregularidades, procure sua agência e troque suas senhas.

- Alterações dos dados de boleto bancário podem acontecer de diversas formas, como alteração no número do banco ou nos valores. Por isso, sempre verifique as informações que estão no seu boleto, tanto na tela do computador quanto no documento impresso, como: valor, nome do beneficiário, marca e código do banco e numeração do boleto. As informações devem ser iguais em todo o documento.

- Nos caixas eletrônicos, em hipótese alguma, aceite auxílio de estranhos. Caso precise de ajuda, procure um empregado identificado com o crachá. Lembre-se que o funcionário de um banco jamais pedirá suas senhas ou códigos de segurança.

- Ainda nas agências, não permita que ninguém manuseie seu cartão e lembre-se de retirá-lo do equipamento depois de finalizada a operação. Se o seu cartão cair por algum motivo e alguém se apressar em recolhê-lo, verifique se o cartão devolvido é o seu.

- Memorize a sua senha, evite escrevê-la em papéis ou no próprio cartão.

- Na escolha de senha, evite escolher combinações que podem ser facilmente deduzidas, como datas de nascimento, placas de carros, números de documentos, nomes de familiares e números sequenciais como 1234, 1122, 1571, 1233.

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Fonte: O Globo

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Mais uma vítima do boleto falso é registrada em Nova Odessa

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19/04/2018

Após ser vítima do golpe do “boleto falso”, uma empresária de 36 anos procurou a Delegacia de Nova Odessa para registrar o crime. A mulher relatou que recebeu o documento por e-mail e efetuou o pagamento no valor de R$ 3.175,00. De acordo com o boletim de ocorrência, a empresa da vítima recebe mensalmente um boleto de um posto de combustível no qual utiliza os serviços. Neste mês, o boleto recebido estava com o valor de R$ 3.303,97. Mas no dia do vencimento do documento, um segundo boleto foi enviado com uma retificação e o valor que deveria ser pago era de R$ 3.175,00. Após imprimir o documento, uma funcionária da empresa efetuou o pagamento. Foi quando o próprio posto de gasolina entrou em contato com ela para informar que se tratava de um boleto falso que havia sido enviado por um golpista. Logo em seguida a empresária entrou em contato com a agência bancária para pedir que o boleto não fosse compensado. Ainda segundo as informações, o banco irá realizar um procedimento administrativo para apurar o ocorrido. A empresária contou que no boleto enviado pelo golpista constavam dados da empresa. A conta beneficiada pelo boleto falso é de uma agência de Minas Gerais.

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Fonte: Jornal de Nova Odessa

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Dupla é presa comprando 10 aparelhos celulares com cartão clonado em São José

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19/04/2018

Dois homens foram presos na quarta-feira (18) logo após comprarem, com um cartão clonado, dez celulares do tipo iPhone 8S em uma loja de São José. Os aparelhos são avaliados em R$ 40 mil. O flagrante foi feito por policiais da DIC (Divisão de Investigação Criminal) de São José. Os detidos, E.C.B. e J.J.S., deverão responder por estelionato e uso de documento falso. Eles utilizavam um cartão de crédito clonado e documentos falsos no momento em que faziam a compra. De acordo com a Polícia Civil, o esquema contava com a participação de um dos vendedores da loja. Em depoimento, os detidos disseram que o crime era praticado em diversos estados e que, depois, as mercadorias eram levadas para um receptador em São Paulo, onde moravam.

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Fonte: Notícias do Dia

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Aposentada de Mogi das Cruzes cai em golpe e perde R$ 1,5 mil

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19/04/2018

Em Mogi das Cruzes (SP), uma aposentada, de 63 anos, perdeu R$ 1,5 mil, ao tentar ajudar o sobrinho. Ela recebeu um telefonema de um homem que se identificou como o parente, pedindo dinheiro para consertar um carro. No final da quarta-feira (18), ela descobriu que não foi o sobrinho que pediu o dinheiro. O caso foi registrado como estelionato no 2º Distrito Policial. Segundo o boletim, a aposentada disse que estava em casa durante a manhã e atendeu o telefone. Um homem se identificou como um sobrinho da vítima. Ela contou que ele disse que tinha ido abastecer o carro e uma moto bateu nele e ele bateu em um carro. O suposto sobrinho pediu dinheiro a ela para pagar a franquia do seguro do carro porque teria um desconto.Ele pediu que ela depositasse o dinheiro em uma conta e à tarde ele iria até a casa dela para pagar o empréstimo. A aposentada foi a uma lotérica e fez o depósito na conta informada pelo suposto sobrinho. Quando chegou em casa atendeu um novo telefonema. O homem pediu mais R$ 500. Ela disse que só percebeu que caiu em um golpe quando conversou com a irmã. Nesta ocasião, ela soube que o sobrinho estava bem e não tinha se envolvido em acidente.

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Fonte: G1

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Falsificadores de cheques agiam em Mato Grosso do Sul e mais oito estados

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19/04/2018

Materiais utilizados pelos criminosos na falsificação.

Na terça-feira (17), foi presa  durante operação desencadeada pela Delegacia de Estelionato (DE) de Curitiba (PR), uma quadrilha envolvida na clonagem de cheques que agiu em Mato Grosso do Sul, Paraná e mais sete estados. Um homem, de 47 anos, é apontado como líder do bando e foi detido em casa, na cidade de Guarapuava (PR). Estima-se que em pelo menos seis meses a associação criminosa, por meio da fraude, obteve a quantia superior a R$ 1 milhão. Além do líder, outras quatro pessoas suspeitas de integrar o bando também foram detidas ao longo da operação. As investigações iniciaram há cerca de seis meses, depois que a especializada realizou a prisão de uma mulher suspeita de aplicar um golpe bancário, descontando cheques clonados. A partir desta prisão, com base nas informações, foi possível identificar o envolvimento de outras pessoas. Segundo as investigações, o bando conseguia os cheques originais de diversas formas, uma delas era a compra com pessoas (normalmente idosas) que estavam em filas nos caixas eletrônicos.  Os cheques originais eram enviados para o líder da quadrilha, preso em Guarapuava, que por ser publicitário e desenhista, refazia os cheques com perfeição, adulterando os valores, código de barras e número de série. “Em seguida, os cheques eram enviados para outros membros do bando que tem a função de apresentá-los nos caixas para o desconto”, explicou a delegada-adjunta da DE. Os crimes iniciaram em Curitiba, mas o bando também atuou nos Estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Mato Grosso,  Rondônia, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, além de Mato Grosso do Sul e em várias cidades do Paraná. “Somente nesses seis meses de investigações, estima-se que a quadrilha obteve a quantia de R$ 1 milhão”, lembra a delegada.  Ao todo foram cumpridos nove mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão domiciliar. Foram apreendidos diversos documentos falsos, cheques clonados (em processo de confecção), apetrechos para a falsificação, bem como computadores, impressoras de alta resolução, um automóvel BMW e uma caminhonete Hilux. Os suspeitos responderão pelos crimes de estelionato, falsificação de documento público, associação criminosa e falsidade ideológica. Todos permanecem presos à disposição do Poder Judiciário.

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Fonte: Correio do Estado

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