Morador de Sorocaba teria se beneficiado de esquema de fraudes no INSS

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07/01/2019

Um morador de Sorocaba (SP) é suspeito de ter se beneficiado de um esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que foi descoberto pela Polícia Federal. Os criminosos usavam o gabinete de uma vereadora de Santo André (SP) para organizar as irregularidades. A estimativa da polícia é de que mais de R$ 100 milhões tenham sido desviados pelos golpistas, que ofereciam aposentadoria antes do prazo em troca de dinheiro. A investigação começou em julho do ano passado depois que o setor de inteligência da Secretaria de Previdência Social percebeu um aumento no número de aposentadorias especiais de funcionários de bancos e empresas do setor de telefonia, sempre por meio da agência do INSS em Diadema, na Grande São Paulo. A investigação mostrou que os interessados em furar a fila do INSS de forma fraudulenta pagavam até R$ 10 mil para conseguir a aposentadoria especial e assim eles conseguiam receber do INSS antes do prazo. Segundo a Polícia Federal, um funcionário de um banco em Sorocaba conseguiu a aposentadoria especial em apenas quatro minutos.

Para conseguir fraudar o INSS os golpistas incluíam no sistema a informação sobre tempo de trabalho no setor gráfico para caracterizar a insalubridade, que dá direito a aposentadoria especial. Conforme a investigação, tudo era feito dentro do gabinete da vereadora. Era lá que o despachante A.S., segundo a Polícia Federal, oferecia a vantagem para os interessados na fraude. A investigação aponta que ele contava com a ajuda de V.M.S., funcionário do INSS da agência de Diadema, que inseria dados falsos no sistema. Ao todo, 1.300 aposentadorias estão sob suspeita. Em novembro do ano passado, a Polícia Federal fez uma operação para desmontar o esquema. Foram presos a vereadora, o despachante e o funcionário do INSS, que agora respondem em liberdade. Na casa do servidor do INSS foram apreendidos R$ 42 mil. Todos eles negam a participação na fraude. Os envolvidos devem responder pelos crimes de associação criminosa, corrupção passiva e estelionato qualificado, além de ter que devolver o dinheiro desviado com juros e multa.

Trio planejava R$ 3 milhões em golpes contra seguradoras

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19/12/2018

I.S.O., de 53 anos, F.K., de 36 anos, e R.J.W., de 54 anos, foram presos pela Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deco) da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul. Eles planejavam aplicar golpes na ordem de R$ 3 milhões contra seguradoras. O trio dissimulava e destruía máquinas agrícolas de forma proposital, a fim de receber indenizações de seguro. Eles respondem por estelionato e estelionato qualificado. A delegada responsável pelo inquérito, em coletiva de imprensa, informou que existem registros envolvendo os três homens em diversos estados do país, em especial Rio Grande do Sul e Mato Grosso. O caso foi descoberto após desconfiança do funcionário de uma seguradora que percebeu inconformidades na solicitação de uma colheitadeira incendiada em fazenda em Sonora. “Esse funcionário desconfiou da dificuldade em encontrar as pessoas interessadas no seguro porque quase nunca conseguia agendar encontro com elas. Também havia irregularidades no veículo incendiado em comparação com o veículo pelo qual o seguro era solicitado. Era como se uma máquina se passasse por outra”, explicou, reforçando que deu início às investigações no dia 1° de novembro. Desde então, descobriu vários outros registros. “Mesmo após as investigações, eles registraram cinco boletins de ocorrência com finalidade de seguro. Ao todo, o prejuízo estimado seria de R$ 3 milhões. Só no caso de Sonora, pelo qual eles foram indiciados, a indenização era de R$ 350 mil. E pelo que soubemos, eles conseguiram receber algumas delas”, explicou. O homem de 53 anos era o líder do grupo e contava com apoio dos outros dois, que operavam o maquinário e faziam as procurações. Eles dispunham de uma empresa que arrendava maquinários para produtores rurais. Deste modo, se aproveitavam para dar cabo a determinados veículos a fim de lucrar com seguro. Em  certas ocasiões eles destruíam propositalmente e em outras queimavam veículos velhos e alteravam sinais identificadores, para que se passassem por veículos mais novos, cujo as indenizações são maiores. Tudo era articulado do Rio Grande do Sul, onde residem. Eles estavam em Campo Grande e serão levados para o presídio de Coxim.

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Fonte: Correio do Estado

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Dupla é presa tentando transferir R$ 700 mil com documentos falsos na PB

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01/10/2018

Nesta segunda-feira (1º), duas mulheres foram presas tentando transferir R$ 700 mil usando documentos falsos, em João Pessoa. De acordo com o delegado da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa, as duas são suspeitas de integrar uma associação criminosa especializada na abertura de contas e na realização de negociações fraudulentas, com acesso a documentos públicos falsos e informações de clientes de instituições financeiras. A associação criminosa, que seria composta por seis pessoas, escolhe suas vítimas de acordo com a renda disponível, motivo pelo qual chegou até a atual vítima, que possui o montante de R$ 700 mil em sua conta poupança, segundo informou o delegado. O grupo já havia tentado transferir, sem sucesso, R$ 500 mil da mesma conta poupança, há poucos dias, no estado de Pernambuco, uma vez que a instituição conseguiu bloquear a transferência, sem que nenhum suspeito tivesse sido preso. Dando seguimento à fraude, a associação deslocou-se ao estado da Paraíba, imaginando que teriam sucesso devido à distância. No entanto, a equipe da DDF conseguiu comprovar a falsidade da documentação utilizada e prendeu as duas mulheres em flagrante. As suspeitas foram levadas para a Central de Polícia Civil e vão ser apresentadas à audiência de custódia. Elas vão responder pelos crimes de estelionato qualificado, uso de documento falso e associação criminosa. A Polícia Civil continua as investigações para identificar os demais membros do grupo.

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Fonte: G1

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Polícia Federal prende 9 suspeitos de fraudar o PIS em MG

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01/10/2018

Nove pessoas foram presas em uma operação da Polícia Federal (PF) contra suspeitos de fraudar o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), por meio de saques indevidos do Programa de Integração Social (PIS). Segundo a PF, uma organização criminosa teria desviado R$ 27 milhões. Foram expedidos 11 mandados de prisão e 33 de busca e apreensão. Segundo o delegado responsável, os 11 alvos foram indiciados e vão responder por estelionato qualificado contra órgão público, uso de documento falso e formação de quadrilha. A pena pode chegar a 14 anos de prisão.

O coordenador da investigação explica que a quadrilha fraudou cerca de 28 mil vínculos empregatícios. A PF informou que 2,3 mil cartões ‘Cidadão’ usados pela quadrilha foram apreendidos nesta segunda-feira (1º) na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os mandados de prisão foram expedidos pela 1ª Vara Federal da Subseção Judiciária Federal de Montes Claros, sendo quatro de prisão preventiva e sete de temporária. Também foi determinado pela Justiça o imediato bloqueio de 10.330 números do Programa de Integração Social (PIS) utilizados para as fraudes. De acordo com as investigações, que começaram há sete meses, mais de 100 empresas tiveram dados utilizados indevidamente, e os fraudadores declaravam ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), anualmente, milhares de pessoas que não trabalharam efetivamente nas empresas.

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Fonte: G1

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PF desarticula quadrilha envolvida em fraude de R$ 2,9 milhões do INSS

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19/09/2018

Nesta quarta-feira (19), a Polícia Federal (PF) prendeu integrantes de um grupo envolvido em uma fraude com prejuízo estimado de R$ 2,9 milhões aos cofres públicos. As fraudes ocorreram em cidades de Minas Gerais e da Bahia e envolviam benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Vinte e oito policiais e dois integrantes da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária (COINP) participam da Operação Alhures. Eles cumpriram dois mandados de prisão temporária em Contagem, na Grande BH, e em Almenara, no Vale do Jequitinhonha. Outros cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas mesmas cidades, um em Contagem e quatro em Almenara. “As investigações realizadas pela Polícia Federal tiveram o auxílio da COINP e revelaram um esquema de fraudes na obtenção de benefícios previdenciários a partir de certidões de nascimento falsas. O grupo de estelionatários teria forjado o nascimento de menores e dado entrada no INSS com processos de obtenção de Pensões por Morte. Também teria utilizado documentos falsos por pessoas angariadas pela quadrilha para se passarem pelas representantes legais dessas crianças fictícias”, detalhou a Polícia Federal em Minas, por meio de nota. Os investigados vão responder na Justiça por formação de quadrilha e estelionato qualificado, cuja pena pode ser de até seis anos e meio de prisão por cada golpe contra o INSS, além de três anos por associação criminosa.

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Fonte: EM

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PF faz operação para desarticular organização especializada em fraudes de precatórios judiciais no RS e DF

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04/07/2018

Na manhã desta quarta-feira (04), a Polícia Federal cumpriu 10 ordens judiciais no Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, que resultaram na prisão de dois advogados e uma empresária em Porto Alegre. A quadrilha é especializada em fraudes de precatórios judiciais. Além das prisões também foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos dois estados. A investigação teve início em abril deste ano, depois da prisão em flagrante desta empresária, presa hoje novamente. Na ocasião, ela tentou sacar R$ 1,3 milhão em uma agência bancária referente a precatório judicial, com a apresentação de documento de procuração falso. Ela havia sido solta e foi presa novamente, em virtude de mandado de prisão temporária. O grupo também usou documentação falsa para negociar precatórios a terceiros interessados. Segundo a PF, uma análise preliminar da atuação da associação criminosa demonstrou que, no período de aproximadamente um mês, o prejuízo superou os R$ 3 milhões. A Operação Rotten Money investiga os crimes de fraude processual, associação criminosa e estelionato qualificado.

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Fonte: G1

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Fraude em benefício do INSS no ES gera prejuízo de R$ 1 milhão, diz PF

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29/05/2018

Nesta terça-feira (29), a Polícia Federal realiza uma operação de combate a fraudes praticadas contra o Instituto Nacional do Seguro Social, no Espírito Santo. Durante a investigação, foram identificados documentos falsos usados para criar falsas identidades de pessoas idosas e, assim, receber o benefício assistencial. As investigações da ‘Operação 3×4′ tiveram início em 2017 e, até o momento, foi apurado um prejuízo que gira em torno de R$ 1 milhão. A Polícia Federal cumpre um mandado de busca e apreensão no estado, nesta terça. Conforme a polícia, como há indícios de que a atividade criminosa é desenvolvida há, pelo menos, 10 anos, e ainda não foram analisados todos os benefícios fraudados, a estimativa é que os prejuízos superem esse valor. Os investigados vão responder pelo crime de estelionato qualificado, além de associação criminosa, e a soma das penas pode ultrapassar oito de reclusão.

Entenda o caso

A Polícia Federal identificou, há cerca de oito anos, a ocorrência de fraudes em benefícios assistenciais a pessoas idosas denominados BPC (Benefício de Prestação Continuada) com um mesmo modo de operação, que consistia no uso de documentos falsos para forjar falsas identidades de pessoas idosas que eram aliciadas, especialmente, para esse fim. Essa situação originou vários inquéritos e o indiciamento de algumas pessoas, sem que, no entanto, fosse possível identificar o mentor das fraudes. Depois do trabalho de inteligência da Força-tarefa Previdenciária foi identificado um importante autor de várias destas fraudes anteriormente investigadas, além de se identificar várias outras que eram realizadas e, até então, não haviam sido detectadas.

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