Dupla é presa tentando transferir R$ 700 mil com documentos falsos na PB

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01/10/2018

Nesta segunda-feira (1º), duas mulheres foram presas tentando transferir R$ 700 mil usando documentos falsos, em João Pessoa. De acordo com o delegado da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa, as duas são suspeitas de integrar uma associação criminosa especializada na abertura de contas e na realização de negociações fraudulentas, com acesso a documentos públicos falsos e informações de clientes de instituições financeiras. A associação criminosa, que seria composta por seis pessoas, escolhe suas vítimas de acordo com a renda disponível, motivo pelo qual chegou até a atual vítima, que possui o montante de R$ 700 mil em sua conta poupança, segundo informou o delegado. O grupo já havia tentado transferir, sem sucesso, R$ 500 mil da mesma conta poupança, há poucos dias, no estado de Pernambuco, uma vez que a instituição conseguiu bloquear a transferência, sem que nenhum suspeito tivesse sido preso. Dando seguimento à fraude, a associação deslocou-se ao estado da Paraíba, imaginando que teriam sucesso devido à distância. No entanto, a equipe da DDF conseguiu comprovar a falsidade da documentação utilizada e prendeu as duas mulheres em flagrante. As suspeitas foram levadas para a Central de Polícia Civil e vão ser apresentadas à audiência de custódia. Elas vão responder pelos crimes de estelionato qualificado, uso de documento falso e associação criminosa. A Polícia Civil continua as investigações para identificar os demais membros do grupo.

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Fonte: G1

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Polícia Federal prende 9 suspeitos de fraudar o PIS em MG

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01/10/2018

Nove pessoas foram presas em uma operação da Polícia Federal (PF) contra suspeitos de fraudar o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), por meio de saques indevidos do Programa de Integração Social (PIS). Segundo a PF, uma organização criminosa teria desviado R$ 27 milhões. Foram expedidos 11 mandados de prisão e 33 de busca e apreensão. Segundo o delegado responsável, os 11 alvos foram indiciados e vão responder por estelionato qualificado contra órgão público, uso de documento falso e formação de quadrilha. A pena pode chegar a 14 anos de prisão.

O coordenador da investigação explica que a quadrilha fraudou cerca de 28 mil vínculos empregatícios. A PF informou que 2,3 mil cartões ‘Cidadão’ usados pela quadrilha foram apreendidos nesta segunda-feira (1º) na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os mandados de prisão foram expedidos pela 1ª Vara Federal da Subseção Judiciária Federal de Montes Claros, sendo quatro de prisão preventiva e sete de temporária. Também foi determinado pela Justiça o imediato bloqueio de 10.330 números do Programa de Integração Social (PIS) utilizados para as fraudes. De acordo com as investigações, que começaram há sete meses, mais de 100 empresas tiveram dados utilizados indevidamente, e os fraudadores declaravam ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), anualmente, milhares de pessoas que não trabalharam efetivamente nas empresas.

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Fonte: G1

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PF desarticula quadrilha envolvida em fraude de R$ 2,9 milhões do INSS

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19/09/2018

Nesta quarta-feira (19), a Polícia Federal (PF) prendeu integrantes de um grupo envolvido em uma fraude com prejuízo estimado de R$ 2,9 milhões aos cofres públicos. As fraudes ocorreram em cidades de Minas Gerais e da Bahia e envolviam benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Vinte e oito policiais e dois integrantes da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária (COINP) participam da Operação Alhures. Eles cumpriram dois mandados de prisão temporária em Contagem, na Grande BH, e em Almenara, no Vale do Jequitinhonha. Outros cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas mesmas cidades, um em Contagem e quatro em Almenara. “As investigações realizadas pela Polícia Federal tiveram o auxílio da COINP e revelaram um esquema de fraudes na obtenção de benefícios previdenciários a partir de certidões de nascimento falsas. O grupo de estelionatários teria forjado o nascimento de menores e dado entrada no INSS com processos de obtenção de Pensões por Morte. Também teria utilizado documentos falsos por pessoas angariadas pela quadrilha para se passarem pelas representantes legais dessas crianças fictícias”, detalhou a Polícia Federal em Minas, por meio de nota. Os investigados vão responder na Justiça por formação de quadrilha e estelionato qualificado, cuja pena pode ser de até seis anos e meio de prisão por cada golpe contra o INSS, além de três anos por associação criminosa.

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Fonte: EM

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PF faz operação para desarticular organização especializada em fraudes de precatórios judiciais no RS e DF

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04/07/2018

Na manhã desta quarta-feira (04), a Polícia Federal cumpriu 10 ordens judiciais no Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, que resultaram na prisão de dois advogados e uma empresária em Porto Alegre. A quadrilha é especializada em fraudes de precatórios judiciais. Além das prisões também foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos dois estados. A investigação teve início em abril deste ano, depois da prisão em flagrante desta empresária, presa hoje novamente. Na ocasião, ela tentou sacar R$ 1,3 milhão em uma agência bancária referente a precatório judicial, com a apresentação de documento de procuração falso. Ela havia sido solta e foi presa novamente, em virtude de mandado de prisão temporária. O grupo também usou documentação falsa para negociar precatórios a terceiros interessados. Segundo a PF, uma análise preliminar da atuação da associação criminosa demonstrou que, no período de aproximadamente um mês, o prejuízo superou os R$ 3 milhões. A Operação Rotten Money investiga os crimes de fraude processual, associação criminosa e estelionato qualificado.

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Fonte: G1

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Fraude em benefício do INSS no ES gera prejuízo de R$ 1 milhão, diz PF

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29/05/2018

Nesta terça-feira (29), a Polícia Federal realiza uma operação de combate a fraudes praticadas contra o Instituto Nacional do Seguro Social, no Espírito Santo. Durante a investigação, foram identificados documentos falsos usados para criar falsas identidades de pessoas idosas e, assim, receber o benefício assistencial. As investigações da ‘Operação 3×4′ tiveram início em 2017 e, até o momento, foi apurado um prejuízo que gira em torno de R$ 1 milhão. A Polícia Federal cumpre um mandado de busca e apreensão no estado, nesta terça. Conforme a polícia, como há indícios de que a atividade criminosa é desenvolvida há, pelo menos, 10 anos, e ainda não foram analisados todos os benefícios fraudados, a estimativa é que os prejuízos superem esse valor. Os investigados vão responder pelo crime de estelionato qualificado, além de associação criminosa, e a soma das penas pode ultrapassar oito de reclusão.

Entenda o caso

A Polícia Federal identificou, há cerca de oito anos, a ocorrência de fraudes em benefícios assistenciais a pessoas idosas denominados BPC (Benefício de Prestação Continuada) com um mesmo modo de operação, que consistia no uso de documentos falsos para forjar falsas identidades de pessoas idosas que eram aliciadas, especialmente, para esse fim. Essa situação originou vários inquéritos e o indiciamento de algumas pessoas, sem que, no entanto, fosse possível identificar o mentor das fraudes. Depois do trabalho de inteligência da Força-tarefa Previdenciária foi identificado um importante autor de várias destas fraudes anteriormente investigadas, além de se identificar várias outras que eram realizadas e, até então, não haviam sido detectadas.

Polícia Federal prende 17 pessoas em operação contra fraudes no seguro-desemprego no PA e MA

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22/02/2018

Na manhã desta quinta-feira (22), a Polícia Federal prendeu 17 pessoas durante uma operação para combater fraudes no seguro-desemprego no Pará e no Maranhão. No total, foram expedidos 19 mandados de prisão e 27 de busca e apreensão nas cidades de Redenção e Conceição do Araguaia, no Pará, e em São Luís e São José de Ribamar, no Maranhão. Somente no Pará foram 12 as prisões. Duas pessoas continuam foragidas. O objetivo da operação, batizada de Seguro Fake, é desarticular um grupo criminoso especializado em fraudes no seguro-desemprego. Segundo as investigações, os dois estados apresentam alta incidência desta modalidade de fraude. Há buscas no Ministério do Trabalho em Redenção. Segundo a PF, os bandidos enganavam trabalhadores de baixa renda dizendo que eles tinham direito a benefícios como seguro-desemprego. Os criminosos pegavam os dados pessoais das vítimas e davam entrada no benefício. Quando a quadrilha sacava o dinheiro, eles ficavam com a maior parte dele. Ainda de acordo com a PF, empresas fantasmas foram criadas para criar vínculos empregatícios fictícios para conseguir dar entrada no seguro. “Conseguimos através de diligências de campo e todos os meios disponíveis da Polícia Federal em trabalho conjunto com o Ministério do Trabalho e Emprego. Conseguimos identificar milhares de requerimentos de seguro-desemprego fraudulentos inseridos no sistema, por uma parte dessas pessoas que foram presas durante a operação, que são agentes credenciados do Sine e do Ministério do Trabalho e Emprego que burlaram o sistema. Eles inseriram dados falsos e em muitos dos casos disponibilizaram saques fraudulentos desses requerimentos de seguro-desemprego. Muitos casos foram bloqueados pelo sistema do Ministério do Trabalho e Emprego, evitando que o prejuízo ao erário fosse potencializado”, detalhou o delegado responsável pela operação da PF. No Pará foram presos um servidor no MTE de Redenção e quatro funcionários da agência do Sine em Conceição do Araguaia. Em São Luís foram presos quatro servidores do Sine.

Equipamentos foram apreendidos nas primeiras horas da operação no Pará. (Foto: Divulgação/ Polícia Federal)

Tentativas de fraude

Em um dia, em apenas 10 minutos, os policiais flagraram 42 tentativas de fraude em uma única agência bancária na cidade de Redenção. Os investigados responderão por estelionato qualificado, inserção de dados falsos em sistemas de informações e associação criminosa, com penas que podem ultrapassar 20 anos de reclusão. De acordo com os técnicos do Ministério do Trabalho, desde a implantação do sistema antifraude desenvolvido em 2016, o mecanismo já identificou e bloqueou mais de 57 mil tentativas de fraudes no país, conseguindo evitar desvios de aproximadamente R$ 800 milhões para os cofres públicos.

PF faz operação contra fraude no seguro-desemprego

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22/02/2018

Nesta quinta-feira (22), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Seguro Fake contra um esquema especializado em fraudes no seguro-desemprego. Estão sendo cumpridos 19 mandados de prisão e 27 de busca e apreensão nas cidades de Redenção, Conceição do Araguaia, São Luiz e São José de Ribamar, nos Estados do Pará e Maranhão. Em nota, a PF informou que os dois Estados têm “alta incidência desta modalidade de fraude”. “Essa fase da investigação é resultado do desenvolvimento de uma nova metodologia de investigação elaborada pela Polícia Federal e o Ministério do Trabalho, que inter-relacionam saques, apontando elementos comuns e possibilitando indicar qualquer tipo de fraude. Durante as investigações foram identificados quatro grupos criminosos”, diz nota da PF. A operação é coordenada entre policiais federais e servidores do Ministério do Trabalho especializados em rastrear as inclusões fraudulentas de benefícios do Seguro Desemprego. “Em apenas 10 minutos os policiais flagraram 42 tentativas de fraude ao benefício em uma única agência bancária na cidade de Redenção (PA), afirma a PF. Segundo os técnicos do Ministério, o trabalho em conjunto com a PF, desde a implantação do sistema antifraude desenvolvido pela pasta em 2016, teria identificado e bloqueado mais de 57 mil tentativas de fraudes no País, o que equivaleria a desvios de aproximadamente R$ 800 milhões para os cofres públicos. Os investigados responderão por estelionato qualificado, inserção de dados falsos em sistemas de informações e associação criminosa, com penas que podem ultrapassar vinte anos de reclusão. A delegacia da Polícia Federal na cidade paraense de Redenção é o protótipo dessa nova metodologia de investigação que passará a ser utilizada em todas a delegacias do Brasil.

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Fonte: InfoMoney

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