Fraude em benefício do INSS no ES gera prejuízo de R$ 1 milhão, diz PF

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29/05/2018

Nesta terça-feira (29), a Polícia Federal realiza uma operação de combate a fraudes praticadas contra o Instituto Nacional do Seguro Social, no Espírito Santo. Durante a investigação, foram identificados documentos falsos usados para criar falsas identidades de pessoas idosas e, assim, receber o benefício assistencial. As investigações da ‘Operação 3×4′ tiveram início em 2017 e, até o momento, foi apurado um prejuízo que gira em torno de R$ 1 milhão. A Polícia Federal cumpre um mandado de busca e apreensão no estado, nesta terça. Conforme a polícia, como há indícios de que a atividade criminosa é desenvolvida há, pelo menos, 10 anos, e ainda não foram analisados todos os benefícios fraudados, a estimativa é que os prejuízos superem esse valor. Os investigados vão responder pelo crime de estelionato qualificado, além de associação criminosa, e a soma das penas pode ultrapassar oito de reclusão.

Entenda o caso

A Polícia Federal identificou, há cerca de oito anos, a ocorrência de fraudes em benefícios assistenciais a pessoas idosas denominados BPC (Benefício de Prestação Continuada) com um mesmo modo de operação, que consistia no uso de documentos falsos para forjar falsas identidades de pessoas idosas que eram aliciadas, especialmente, para esse fim. Essa situação originou vários inquéritos e o indiciamento de algumas pessoas, sem que, no entanto, fosse possível identificar o mentor das fraudes. Depois do trabalho de inteligência da Força-tarefa Previdenciária foi identificado um importante autor de várias destas fraudes anteriormente investigadas, além de se identificar várias outras que eram realizadas e, até então, não haviam sido detectadas.

Polícia Federal prende 17 pessoas em operação contra fraudes no seguro-desemprego no PA e MA

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22/02/2018

Na manhã desta quinta-feira (22), a Polícia Federal prendeu 17 pessoas durante uma operação para combater fraudes no seguro-desemprego no Pará e no Maranhão. No total, foram expedidos 19 mandados de prisão e 27 de busca e apreensão nas cidades de Redenção e Conceição do Araguaia, no Pará, e em São Luís e São José de Ribamar, no Maranhão. Somente no Pará foram 12 as prisões. Duas pessoas continuam foragidas. O objetivo da operação, batizada de Seguro Fake, é desarticular um grupo criminoso especializado em fraudes no seguro-desemprego. Segundo as investigações, os dois estados apresentam alta incidência desta modalidade de fraude. Há buscas no Ministério do Trabalho em Redenção. Segundo a PF, os bandidos enganavam trabalhadores de baixa renda dizendo que eles tinham direito a benefícios como seguro-desemprego. Os criminosos pegavam os dados pessoais das vítimas e davam entrada no benefício. Quando a quadrilha sacava o dinheiro, eles ficavam com a maior parte dele. Ainda de acordo com a PF, empresas fantasmas foram criadas para criar vínculos empregatícios fictícios para conseguir dar entrada no seguro. “Conseguimos através de diligências de campo e todos os meios disponíveis da Polícia Federal em trabalho conjunto com o Ministério do Trabalho e Emprego. Conseguimos identificar milhares de requerimentos de seguro-desemprego fraudulentos inseridos no sistema, por uma parte dessas pessoas que foram presas durante a operação, que são agentes credenciados do Sine e do Ministério do Trabalho e Emprego que burlaram o sistema. Eles inseriram dados falsos e em muitos dos casos disponibilizaram saques fraudulentos desses requerimentos de seguro-desemprego. Muitos casos foram bloqueados pelo sistema do Ministério do Trabalho e Emprego, evitando que o prejuízo ao erário fosse potencializado”, detalhou o delegado responsável pela operação da PF. No Pará foram presos um servidor no MTE de Redenção e quatro funcionários da agência do Sine em Conceição do Araguaia. Em São Luís foram presos quatro servidores do Sine.

Equipamentos foram apreendidos nas primeiras horas da operação no Pará. (Foto: Divulgação/ Polícia Federal)

Tentativas de fraude

Em um dia, em apenas 10 minutos, os policiais flagraram 42 tentativas de fraude em uma única agência bancária na cidade de Redenção. Os investigados responderão por estelionato qualificado, inserção de dados falsos em sistemas de informações e associação criminosa, com penas que podem ultrapassar 20 anos de reclusão. De acordo com os técnicos do Ministério do Trabalho, desde a implantação do sistema antifraude desenvolvido em 2016, o mecanismo já identificou e bloqueou mais de 57 mil tentativas de fraudes no país, conseguindo evitar desvios de aproximadamente R$ 800 milhões para os cofres públicos.

PF faz operação contra fraude no seguro-desemprego

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22/02/2018

Nesta quinta-feira (22), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Seguro Fake contra um esquema especializado em fraudes no seguro-desemprego. Estão sendo cumpridos 19 mandados de prisão e 27 de busca e apreensão nas cidades de Redenção, Conceição do Araguaia, São Luiz e São José de Ribamar, nos Estados do Pará e Maranhão. Em nota, a PF informou que os dois Estados têm “alta incidência desta modalidade de fraude”. “Essa fase da investigação é resultado do desenvolvimento de uma nova metodologia de investigação elaborada pela Polícia Federal e o Ministério do Trabalho, que inter-relacionam saques, apontando elementos comuns e possibilitando indicar qualquer tipo de fraude. Durante as investigações foram identificados quatro grupos criminosos”, diz nota da PF. A operação é coordenada entre policiais federais e servidores do Ministério do Trabalho especializados em rastrear as inclusões fraudulentas de benefícios do Seguro Desemprego. “Em apenas 10 minutos os policiais flagraram 42 tentativas de fraude ao benefício em uma única agência bancária na cidade de Redenção (PA), afirma a PF. Segundo os técnicos do Ministério, o trabalho em conjunto com a PF, desde a implantação do sistema antifraude desenvolvido pela pasta em 2016, teria identificado e bloqueado mais de 57 mil tentativas de fraudes no País, o que equivaleria a desvios de aproximadamente R$ 800 milhões para os cofres públicos. Os investigados responderão por estelionato qualificado, inserção de dados falsos em sistemas de informações e associação criminosa, com penas que podem ultrapassar vinte anos de reclusão. A delegacia da Polícia Federal na cidade paraense de Redenção é o protótipo dessa nova metodologia de investigação que passará a ser utilizada em todas a delegacias do Brasil.

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Fonte: InfoMoney

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PF combate fraudes em saques do FGTS em Santa Catarina

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06/02/2018

Foi desarticulada na manhã dessa terça-feira (06), a Operação Endemia, comandada pela Polícia Federal e destinada a reprimir a utilização de documentos falsos para realização de saques irregulares do FGTS. Cerca de 30 policiais federais, com apoio de 30 integrantes da Polícia Militar, estão dando cumprimento a dois mandados de prisão preventiva, a três mandados de prisão temporária e a quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Federal de Florianópolis/SC, bem como procedendo à localização e intimação de 11 investigados. As investigações se iniciaram há cerca de um ano. Durante a apuração, constatou-se que a quadrilha fornecia atestados médicos falsos de HIV e câncer para que usuários do esquema pudessem sacar o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), em desacordo com as normas que o regem, caracterizando o crime de estelionato qualificado. O esquema criminoso causou, apenas com os atestados já identificados como falsos até o momento, um prejuízo de aproximadamente meio milhão de reais, prejuízo que pode se revelar maior a partir da análise dos elementos que estão sendo coletados hoje. No curso do inquérito policial instaurado para apuração dos fatos, os investigados poderão ser indiciados pela prática dos crimes de estelionato qualificado e formação de quadrilha. O nome da operação deriva do fato de muitos dos atestados falsos identificados já terem sido utilizados anteriormente por pessoas que residem em uma mesma rua, situada na comunidade do Morro da Mariquinha, no centro desta capital.

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Fonte: 24 Horas News

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Fraude no INSS é alvo de operação da Polícia Federal no ES

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19/12/2017

Uma operação foi deflagrada pela Polícia Federal no Espírito Santo para combater uma quadrilha que fraudava benefícios do INSS. Foi cumprido um mandado de busca e apreensão nesta terça-feira (19), na casa de uma dos investigados. De acordo com a PF, o grupo criminoso também tem braços no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. O prejuízo aos cofres do INSS atingiu quase R$ 500 mil. Os criminosos atuavam criando segurados fictícios com documentos falsos. Os membros do grupo recebiam os valores dos benefícios se passando por procuradores dos titulares. Além de saques, os bandidos ainda faziam empréstimos consignados em financeiras em nome dos falsos pensionistas. Os investigados vão responder por crime de estelionato qualificado e associação criminosa, podendo pegar mais penas e mais de oito anos e prisão. A Polícia Federal não divulgou mais informações sobre o caso para não atrapalhar as investigações.

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Fonte: Gazeta Online

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Manicure é suspeita de fraude que desviou R$ 1 milhão de banco na BA

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20/09/2017

O envolvimento de uma manicure numa fraude de quase R$ 1 milhão em um banco, revelada nesta quarta-feira (20) pela Polícia Federal, deixou perplexos os 9 mil habitantes de Santanópolis, cidade do sertão baiano, vizinha a Feira de Santana. Moradores da cidade revelaram estarem muito surpresos com o que ficaram sabendo logo pela manhã, quando uma viatura da PF foi à cidade buscar a mulher de 38 anos, cujo nome a não foi divulgado – e os moradores também preferem não revelar. Alvo da operação ‘Inimigo Oculto’, a manicure é uma das 30 pessoas conduzidas coercitivamente (de maneira forçada) para prestar depoimento, devido ao envolvimento na fraude. “Ela é esposa de um microempresário que tem boas condições financeiras para o padrão da cidade. É bem conhecida, então isso deixou todo mundo surpreso porque ninguém imaginava que pudesse ocorrer algo assim”, explica uma atendente de farmácia, sob anonimato. “Não a conheço pessoalmente, mas de uma forma ou de outra a gente acaba sabendo quem é por ser uma cidade pequena. É um fato lamentável para a nossa cidade”, diz um comerciante, de 52 anos. Por se tratar de uma condução coercitiva, a manicure foi liberada logo após ter prestado depoimento na sede da Polícia Federal, em Salvador. A operação foi realizada por policiais de Brasília, onde se concentram as investigações. Além da Bahia, o estado do Pará também foi alvo da operação, que cumpriu três mandados de prisão temporária e três mandados de busca e apreensão. A Justiça Federal também determinou o bloqueio da quantia aproximada de R$ 950 mil nas contas dos investigados. As ordens judiciais foram cumpridas principalmente em Brasília e no entorno. As três investigadas que são alvos dos mandados de prisão são ex-prestadoras de serviço do banco e teriam desviado os valores graças à concessão fraudulenta de 46 empréstimos pessoais, em sua maioria, destinados a familiares e amigos. Para viabilizar os empréstimos, elas utilizavam senhas pertencentes a empregados do banco, o que possibilitava e inserir dados no sistema, incluindo-se rendas fictícias, sem a apresentação de qualquer documento comprobatório. Quando os empréstimos eram creditados nas contas indicadas, os investigados efetuavam diversos saques e transferências, evitando que a instituição, após identificar a fraude, bloqueasse os valores. Os investigados serão indiciados por estelionato qualificado, falsificação de documento público, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

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Fonte: Correio24Horas

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Uma pessoa é presa na BA suspeita de integrar quadrilha que fraudava atestados para o INSS

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10/08/2017

Uma pessoa foi presa nesta quinta-feira (10), em Juazeiro suspeita de fazer parte de uma quadrilha que falsificava atestados médicos, para cometer fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A informação é da Polícia Federal, que cumpriu um mandado de busca e prisão preventiva, além de desarticular o grupo criminoso. A investigação começou no ano passado. O valor do prejuízo ainda não foi apurado pelo INSS. Segundo a PF, a quadrilha falsificava atestados médicos e laudos de exames, usando carimbos e papéis timbrados forjados e também assinaturas falsificadas de médicos da região, com o objetivo de conseguir o auxílio-doença do INSS. A Polícia Federal descartou a participação de funcionários do INSS e de médicos no esquema, e também não acredita que pessoas de outros estados estejam envolvidas na fraude. Para fraudar os atestados, as pessoas que iam à agência do INSS em Juazeiro com a documentação falsa eram orientadas pela quadrilha a mentir aos peritos, informando falsos sintomas para conseguir o auxílio-doença de forma indevida. Se o benefício fosse concedido, o dinheiro seria divido com os integrantes da quadrilha. Durante a busca na casa de um dos envolvidos, a Polícia Federal encontrou vários documentos originais e cartões bancários para recebimento de benefícios da previdência e uma carteira de habilitação falsificada escondidos em panelas e até numa lixeira. Conforme a PF, os envolvidos no esquema vão responder por estelionato qualificado, falsificação de documento público e associação criminosa e podem pegar até treze anos de prisão.

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Fonte: G1

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