Fraude no INSS é alvo de operação da Polícia Federal no ES

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19/12/2017

Uma operação foi deflagrada pela Polícia Federal no Espírito Santo para combater uma quadrilha que fraudava benefícios do INSS. Foi cumprido um mandado de busca e apreensão nesta terça-feira (19), na casa de uma dos investigados. De acordo com a PF, o grupo criminoso também tem braços no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. O prejuízo aos cofres do INSS atingiu quase R$ 500 mil. Os criminosos atuavam criando segurados fictícios com documentos falsos. Os membros do grupo recebiam os valores dos benefícios se passando por procuradores dos titulares. Além de saques, os bandidos ainda faziam empréstimos consignados em financeiras em nome dos falsos pensionistas. Os investigados vão responder por crime de estelionato qualificado e associação criminosa, podendo pegar mais penas e mais de oito anos e prisão. A Polícia Federal não divulgou mais informações sobre o caso para não atrapalhar as investigações.

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Fonte: Gazeta Online

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Manicure é suspeita de fraude que desviou R$ 1 milhão de banco na BA

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20/09/2017

O envolvimento de uma manicure numa fraude de quase R$ 1 milhão em um banco, revelada nesta quarta-feira (20) pela Polícia Federal, deixou perplexos os 9 mil habitantes de Santanópolis, cidade do sertão baiano, vizinha a Feira de Santana. Moradores da cidade revelaram estarem muito surpresos com o que ficaram sabendo logo pela manhã, quando uma viatura da PF foi à cidade buscar a mulher de 38 anos, cujo nome a não foi divulgado – e os moradores também preferem não revelar. Alvo da operação ‘Inimigo Oculto’, a manicure é uma das 30 pessoas conduzidas coercitivamente (de maneira forçada) para prestar depoimento, devido ao envolvimento na fraude. “Ela é esposa de um microempresário que tem boas condições financeiras para o padrão da cidade. É bem conhecida, então isso deixou todo mundo surpreso porque ninguém imaginava que pudesse ocorrer algo assim”, explica uma atendente de farmácia, sob anonimato. “Não a conheço pessoalmente, mas de uma forma ou de outra a gente acaba sabendo quem é por ser uma cidade pequena. É um fato lamentável para a nossa cidade”, diz um comerciante, de 52 anos. Por se tratar de uma condução coercitiva, a manicure foi liberada logo após ter prestado depoimento na sede da Polícia Federal, em Salvador. A operação foi realizada por policiais de Brasília, onde se concentram as investigações. Além da Bahia, o estado do Pará também foi alvo da operação, que cumpriu três mandados de prisão temporária e três mandados de busca e apreensão. A Justiça Federal também determinou o bloqueio da quantia aproximada de R$ 950 mil nas contas dos investigados. As ordens judiciais foram cumpridas principalmente em Brasília e no entorno. As três investigadas que são alvos dos mandados de prisão são ex-prestadoras de serviço do banco e teriam desviado os valores graças à concessão fraudulenta de 46 empréstimos pessoais, em sua maioria, destinados a familiares e amigos. Para viabilizar os empréstimos, elas utilizavam senhas pertencentes a empregados do banco, o que possibilitava e inserir dados no sistema, incluindo-se rendas fictícias, sem a apresentação de qualquer documento comprobatório. Quando os empréstimos eram creditados nas contas indicadas, os investigados efetuavam diversos saques e transferências, evitando que a instituição, após identificar a fraude, bloqueasse os valores. Os investigados serão indiciados por estelionato qualificado, falsificação de documento público, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

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Fonte: Correio24Horas

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Uma pessoa é presa na BA suspeita de integrar quadrilha que fraudava atestados para o INSS

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10/08/2017

Uma pessoa foi presa nesta quinta-feira (10), em Juazeiro suspeita de fazer parte de uma quadrilha que falsificava atestados médicos, para cometer fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A informação é da Polícia Federal, que cumpriu um mandado de busca e prisão preventiva, além de desarticular o grupo criminoso. A investigação começou no ano passado. O valor do prejuízo ainda não foi apurado pelo INSS. Segundo a PF, a quadrilha falsificava atestados médicos e laudos de exames, usando carimbos e papéis timbrados forjados e também assinaturas falsificadas de médicos da região, com o objetivo de conseguir o auxílio-doença do INSS. A Polícia Federal descartou a participação de funcionários do INSS e de médicos no esquema, e também não acredita que pessoas de outros estados estejam envolvidas na fraude. Para fraudar os atestados, as pessoas que iam à agência do INSS em Juazeiro com a documentação falsa eram orientadas pela quadrilha a mentir aos peritos, informando falsos sintomas para conseguir o auxílio-doença de forma indevida. Se o benefício fosse concedido, o dinheiro seria divido com os integrantes da quadrilha. Durante a busca na casa de um dos envolvidos, a Polícia Federal encontrou vários documentos originais e cartões bancários para recebimento de benefícios da previdência e uma carteira de habilitação falsificada escondidos em panelas e até numa lixeira. Conforme a PF, os envolvidos no esquema vão responder por estelionato qualificado, falsificação de documento público e associação criminosa e podem pegar até treze anos de prisão.

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Fonte: G1

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Justiça Federal condena 48 pessoas por estelionato qualificado na Paraíba

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15/07/2017

Pelo menos 48 pessoas foram condenadas pela Justiça Federal da Paraíba, através da 8ª Vara Federal de Sousa, no Sertão do Estado, pelo crime de estelionato qualificado. A sentença foi publicada na quinta-feira (13) e as denúncias partiram do Ministério Público Federal (MPF) após um operação denominada ‘cárcere’. A ação penal teve como objeto a ocorrência de fraudes na concessão de benefícios de auxílios-reclusão no Município de Catolé do Rocha, também no Sertão da Paraíba, o que provocou prejuízos ao Instituo Nacional do Seguro Social (INSS) de mais de R$ 400 mil, referente ao ano de 2007. Na sentença, o juiz federal responsável reconheceu a existência de um esquema criminoso que aliciava pessoas interessadas e falsificava documentos públicos. A quadrilha atuava na busca por uma mulher e um presidiário ou ex-presidiário que concordassem em participar da fraude, mediante retribuição em dinheiro quando o auxílio-reclusão fosse deferido pelo INSS. Com os documentos dessas pessoas, a quadrilha iniciava uma rede de falsificações destinada a criar um filho para o apenado produzindo certidões falsas de presídios ou de Juízos de Execuções Penais. Apontados como chefes do esquema criminoso, o advogado J.O.N. e sua companheira G.F.C. tiveram as maiores penas aplicadas. Ele pegou 9 anos, seis meses e 1 dia de reclusão, a serem cumpridos em regime fechado. Já a mulher foi condenada a 7 anos e nove meses e 10 dias de reclusão, a serem cumpridos, excepcionalmente, em regime fechado. Quatro denunciados foram absolvidos pelo magistrado, em virtude da ausência de provas suficientes. A sentença também absolveu todos os que foram denunciados por falsidade documental, por entender que a sua prática foi simplesmente meio para a consecução da fraude contra o INSS.

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Fonte: G1

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Servidora do INSS agia junto ao cunhado para fraudar aposentadorias rurais em Montes Claros

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12/06/2017

A Polícia Federal afirma que a funcionária do INSS presa nesta segunda-feira (12), durante a operação Contrição, agia junto ao cunhado dentro da agência em Montes Claros para fraudar as concessões de aposentadorias rurais. H.R.V.Braga trabalhava no setor de atendimento aos candidatos a receberem os benefícios na agência. Neste setor, o benefício era concedido ou não. O esquema foi denunciado pelo INSS em dezembro de 2016 após ser descoberto por servidores que trabalham com monitoramento operacional de benefícios na agência em Montes Claros. “Estes são funcionários que trabalham diariamente com esta rotina de atividade e, ao verificarem alguns benefícios de aposentadorias rurais, verificaram indícios de irregularidades na concessão destes benefícios”, explica o gerente executivo do INSS em Montes Claros. Além da servidora do INSS, outras duas pessoas foram presas na operação. A polícia investiga 97 benefícios concedidos irregularmente, com o intermédio da organização criminosa. “Para conceder o benefício é necessário uma prova documental, e esta prova vinha por intermédio da falsificação da declaração do sindicato dos trabalhadores rurais”, explica o delegado da PF. Todos os beneficiários podem responder por estelionato qualificado, pois sabiam que as aposentadorias eram concedidas de forma irregular. A investigação apontou também que beneficiários contratavam empréstimos consignados logo que os benefícios eram concedidos e este dinheiro era repassado integralmente aos intermediários da fraude. A PF acredita que a estrutura principal do esquema tenha faturado cerca de R$ 1 milhão.

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Fonte: G1

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Homem é preso com documento falso em agência bancária na Asa Norte

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09/06/2017

Um homem foi preso, pela Polícia Militar do Distrito Federal, suspeito de estar realizando fraudes em agências bancárias. Conforme a corporação, a equipe recebeu informações sobre um rapaz que estaria tentando fazer saques, próximo ao Brasília Shopping. Eles monitoraram as ações do suspeito e o abordaram quando ele entrou em outra agência. Ainda de acordo com a PM, o homem foi até o caixa do banco e quis sacar R$ 31 mil, e realizar um TED no valor de R$ 30 mil. Ele portava documentos de outra pessoa, cliente do banco. Ele também estava com um documento de identidade com alta qualidade de falsificação. O papel impresso tinha muita semelhança com o usado pelo Polícia Civil do DF. O suspeito foi conduzido à Superintendência da Polícia Federal, e foi autuado em flagrante por uso de documento falso e estelionato qualificado.

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Fonte: Correio Braziliense

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Operação da PF combate fraude de quase R$ 500 mil ao INSS, no ES

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16/05/2017

Foi deflagrada na manhã desta terça-feira (16), uma operação da Polícia Federal para combater fraudes previdenciárias no Espírito Santo. Até o momento, as investigações estimam o prejuízo de quase R$ 500 mil aos cofres do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Conforme a Polícia Federal, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão nas residências do investigado. A operação “La Pensão è mobile” contou com a atuação de 17 policiais federais.

Investigação

A Polícia Federal identificou uma organização criminosa que atuava para conseguir benefícios fraudulentos do INSS. Para isso, os criminosos usavam documentos falsos, criando beneficiários fictícios. O dinheiro era recebido pelos membros do grupo criminoso, que se passavam por procuradores do titular da conta. Além dos saques, o criminoso também realizava empréstimos consignados em financeiras. Até o momento, o prejuízo estimado é de quase R$ 500 mil aos cofres públicos.

Crimes

Os investigados podem responder pelo crime de estelionato qualificado (artigo 171) e associação criminosa (artigo 288). A pena para esses tipos de crimes, previstos no Código penal, poderá ultrapassar oito anos de prisão.

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Fonte: G1

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