Polícia Federal deflagra nova etapa de operação que investiga esquema de fraude na Previdência do RJ

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12/01/2018

A Polícia Federal e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) realizam nesta sexta-feira (12) uma nova fase da Operação Cardiopatas, que investiga um esquema de fraudes na Previdência, em Campos dos Goytacazes e São João da Barra, Norte Fluminense. A polícia busca cumprir dois mandados de prisão, e cinco de busca e apreensão. Conforme a investigação, o prejuízo ao INSS chega a R$ 4,3 milhões e a quadrilha começou a atuar em 2010. A OAB acompanha o trabalho dos policiais, porque advogados estariam envolvidos no esquema. A operação foi deflagrada no dia 8 de dezembro de 2017 quando 13 suspeitos foram presos. “É um desdobramento com base nos dados coletados na primeira fase da operação. A partir do que descobrimos em dezembro foram expedidos novos mandados de prisão”, informou o delegado que coordena a operação. A quadrilha recrutava pessoas saudáveis que apresentavam os exames de uma senhora doente à perícia, como se fossem delas. Servidores do INSS, incluindo médicos peritos, que participavam do golpe, aprovavam os exames e autorizavam o auxílio-doença. Além de médicos peritos e médicos particulares, também são investigados técnicos do Seguro Social, agenciadores de benefícios e clientes da organização criminosa. De acordo com a PF, foram comprovadas fraudes em 34 benefícios por incapacidade, entre auxílios-doença e aposentadoria por invalidez. Segundo a Polícia Federal, os investigados responderão pelos crimes de pertencimento à organização criminosa, estelionato previdenciário e corrupção ativa.

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Fonte: G1

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Contador preso por fraude de R$ 2 milhões ao INSS pode perder registro em Conselho

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23/11/2017

Um processo foi aberto pelo Conselho Regional de Contabilidade do Piauí (CRC-PI) para investigar a postura do contador que foi preso durante a operação ‘Viúvo Negro’, da Polícia Federal, realizada em Teresina na terça-feira (21). Durante a ação policial, um contador e sua esposa foram presos porque teriam recebido mais de R$ 2 milhões por meio de crimes de fraudes previdenciárias. “Um processo na Câmara de Fiscalização, Ética e Disciplina foi aberto e pode resultar na cassação do registro do mesmo”, informou o conselho em nota. O CRC declara ainda que repudia qualquer ato ilícito ou conduta de qualquer natureza que objetiva fraudar ou atentar contra a Previdência Social e o patrimônio público. O casal responderá pelos crimes de estelionato previdenciário, associação criminosa, falsidade ideológica e uso de documento falso. Por meio de nota, o Conselho diz que a postura do contador não se enquadra nas prerrogativas da profissão contábil.

Esquema

De acordo com a Polícia Federal o esquema funcionava com a “criação” de pessoas, com o uso de documentos falsos. Criava-se também um vínculo matrimonial entre essas pessoas fictícias e por fim um falso óbito de um deles. Para garantir o recebimento do benefício, o grupo chegava a pagar pelo menos três contribuições junto ao INSS, perto do teto de contribuição previdenciária. O valor recebido chegou a mais de R$ 2 milhões. O casal possuía quatro identidades falsas, para conseguir fazer a abertura dos pedidos de benefício.

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Fonte: G1

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Quadrilha usava nome de mortos para fraudar benefícios do INSS no Piauí

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12/09/2017

Foi deflagrada na manhã desta terça-feira (12), pela Polícia Federal do Piauí, a operação Tripla Face. A ação investiga fraudes no sistema previdenciário local. Conforme as autoridades, a quadrilha falsificava documentos e recebia benefícios em nome de pessoas mortas. A operação é continuação da Fantôme, que cumpriu 14 mandados judiciais em Teresina e mais cinco cidades do Maranhão. A ação desta terça contou com a participação de 15 policiais federais. Conforme as investigações, o pagamento para essas pessoas “fantasmas” geram um prejuízo anual de R$ 1,2 milhão. As investigações guiam para crime de estelionato previdenciário, associação criminosa, falsidade ideológica e uso de documento falso. A Justiça também determinou o bloqueio das contas dos suspeitos e os documentos apreendidos foram encaminhados para a sede da PF em Teresina.

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Fonte: Diário de Pernambuco

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PF deflagra operação contra fraude em auxílios-reclusão no MT

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22/08/2017

A Polícia Federal (PF), com a ajuda da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda, deflagrou hoje (22) a Operação Rosário. A operação tem como objetivo a desarticulação de uma quadrilha especializada em fraudar benefícios previdenciários de auxílio-reclusão no Mato Grosso. A pedido da Justiça Federal de Diamantino (MT), a força tarefa responsável pela operação conta com a participação de cerca de 50 pessoas, entre policiais federais e servidores do INSS, para cumprir oito mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva em três cidades do Mato Grosso: Cuiabá, Várzea Grande e Rosário Oeste. Por meio de nota, a PF informou que as investigações tiveram início em 2016, após denúncia feita à Ouvidoria da Previdência Social, sobre irregularidades que estariam sendo cometidas na agência da Previdência Social de Rosário do Oeste. A maior parte das fraudes estavam relacionadas à falsificação de atestados carcerários, ampliando o tempo de prisão de supostos segurados. Levantamentos feitos na agência indicavam que a concessão desses benefícios em Rosário Oeste eram 12 vezes maiores do que a média nacional. As suspeitas ficaram ainda mais fortes pelo fato de não haver penitenciária neste município de cerca de 18 mil habitantes. A estimativa é de que essa fraude tenha resultado em pelo menos R$ 1milhão em prejuízos para os cofres públicos. Caso se confirmem as suspeitas dos investigadores, o prejuízo pode chegar a R$ 9 milhões, caso sejam considerados valores atrasados já pagos.

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Fonte: Diário de Pernambuco

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PF cumpre mandados de prisão e condução coercitiva contra fraudes na Previdência Social na Bahia

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27/06/2017

Foi deflagrada pela Polícia Federal, na manhã desta terça-feira (27), na região centro-sul da Bahia, a Operação Inredux, com o objetivo de desarticular um esquema ilícito de fraudes à Previdência Social descoberto em Itiruçu, a 347 quilômetros de Salvador. Conforme a PF, são cumpridos um mandado de prisão e seis mandados de condução coercitiva e busca e apreensão em Itiruçu; dois mandados de condução coercitiva em Jaguaquara e um de condução coercitiva em Laje do Tabocal. A PF não divulgou os nomes dos alvos nem detalhou em quais locais das cidades os mandados são cumpridos. Segundo a Polícia Federal, as investigações da operação começaram em 2014, a partir de denúncias de que uma pessoa, atuaria de maneira irregular na intermediação de requerimentos de benefícios junto à agência da Previdência Social em Itiruçu, cidade do centro-sul baiano. Após o cumprimento de mandado de busca no escritório de uma pessoa investigada e a obtenção de informações com a agência da Previdência, foram identificados vários requerimentos de benefícios previdenciários de natureza rural, instruídos com documentos falsos, a exemplo de certidões de nascimento e contratos de empréstimo. A polícia também verificou a falsificação de declarações de atividade rural, que eram obtidas junto a sindicatos de pequenos produtores rurais de Itiruçu, Laje do Tabocal e Lafaiete Coutinho. A PF suspeita que os responsáveis pelos sindicatos tinham participação no esquema criminoso. A PF diz também que, mesmo após o cumprimento do mandado de busca, o investigado continuou com a prática ilícita e ainda passou a orientar testemunhas a mentir aos investigadores para acobertar seu envolvimento nas fraudes. A atitude “irredutível” do investigado, persistindo no crime, foi o que justificou o nome da operação: “Inredux” (em latim, “irredutível”). A polícia informou que ainda não foi possível apurar o montante total da fraude. Os investigados deverão responder pelos crimes de estelionato previdenciário, associação criminosa, falsificação de documentos públicos, falsidade ideológica e falso testemunho.

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Fonte: G1

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PF desarticula quadrilha que desviou R$ 1,15 milhão da previdência no Maranhão

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13/06/2017

No Maranhão, a Polícia Federal prendeu duas pessoas em uma operação que investiga crimes contra a previdência. A ação foi batizada de ‘Duo Fratres’, que vem do latim e significa ‘dois irmãos’ em alusão ao grau de parentesco dos ditos pela PF como líderes do esquema criminoso responsável por um prejuízo na ordem de R$ 1,15 milhão. As duas prisões e o cumprimento ainda de três mandados de busca e apreensão foram realizados na manhã desta terça-feira (13), em Teresina (PI). O levantamento da Polícia Federal começou em 2015 e identificou um esquema que fraudava documentos para saques de benefícios previdenciários e de assistências,  utilizando nomes de pessoas mortas. Por isso, os policiais acreditam que evitaram um rombo total de R$ 5,7 milhões. Os investigadores identificaram 300 benefícios previdenciários e 40 documentos falsos com os dois investigados, que não tiveram os nomes revelados. Depois de serem presos em outras oportunidades no interior do Maranhão, eles foram para Teresina e estavam usando outras identidades. Os possíveis crimes praticados são estelionato previdenciário, uso de documento falso, falsidade material e ideológica, lavagem de capitais e associação criminosa. A polícia informou que foi determinada a apreensão de valores e bens, “incluindo veículos e propriedades dos investigados, além de mais de 100 benefícios e a convocação de 200 titulares para a realização de auditoria”. A investigação comprovou também que o patrimônio deles não é compatível com a renda declarada. Só de veículos, eles ostentam R$ 500 mil. Os irmãos que lideram o esquema foram alvos de uma operação em fevereiro de 2016, quando a própria PF cumpriu mandados de busca e apreensão em uma residência deles na cidade de Trizidela do Vale, distante 229 km de São Luís. Na oportunidade, a polícia revelou que “foram encontrados diversos documentos relacionados a fraudes previdenciárias”. A dupla já foi presa outras três vezes, por crimes da mesma natureza e também clonagem de cartões. Mesmo assim, ganharam o benefício de responderem em liberdade à Justiça do Maranhão a estes crimes.

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Fonte: G1

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Casal é preso pela Polícia Federal por suspeita de fraude ao auxílio-doença em Rio Preto

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04/04/2017

Na manhã desta terça-feira (04), um casal foi preso em flagrante pela Polícia Federal por suspeita de receber o auxílio-doença do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) indevidamente, na agência da rua Delegado Pinto de Toledo, no Parque Industrial, em São José do Rio Preto (SP). Uma terceira pessoa também foi presa por ajudar o casal. Os três saíam do prédio da agência quando foram abordados pelos agentes. O homem recebe o benefício há pelo menos cinco anos. De acordo com a polícia, ele se passava por deficiente físico e estava indo no prédio para renovar a perícia. Este homem, conforme a polícia, é motorista de uma loja de brinquedos de Rio Preto. De acordo com as investigações, ele e a mulher enganavam os peritos do INSS e se passavam por deficientes. Há uma semana, a policia recebeu a denúncia e começou a seguir os suspeitos. O casal contava com a ajuda de um homem, que também foi preso. Os suspeitos vão prestar depoimento na delegacia da Polícia Federal. A assessoria de imprensa do INSS informou, por meio de nota, que como a ação foi deflagrada antes da concessão do benefício, não houve prejuízo financeiro aos cofres da Previdência. Mesmo assim, os criminosos vão responder por estelionato previdenciário. A nota diz ainda que as investigações começaram este ano, com base em denúncia analisada pela Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária (Coinp), da Secretaria de Previdência. “Os criminosos se passavam por pessoas com deficiência e se revezavam entre doente e acompanhante, para tentar receber os benefícios. Ao se passar por doente, eles usavam cadeira de rodas e simulavam retardo mental, inclusive com atestado diagnosticando a doença psiquiátrica.” A Força-Tarefa Previdenciária é uma parceria entre a Secretaria de Previdência, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, que visa a combater crimes contra o sistema previdenciário. A Coinp é a área de inteligência responsável por identificar e analisar distorções que envolvam indícios de fraude estruturada contra a Previdência e encaminhá-las à Polícia Federal para investigação em regime de força-tarefa.

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Fonte: G1

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