Contador preso pela PF beneficiou parentes por mais de 10 anos, aponta investigação

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22/05/2018

Em Sorocaba (SP), na manhã desta terça-feira (22), durante operação da Polícia Federal contra fraudes previdenciárias, um contador e seu ajudante foram presos. A Operação Aquiles cumpriu 11 mandados judiciais em Sorocaba, três em Campinas e um em Camboriú (SP). A investigação identificou que a dupla burlava o sistema do INSS e teria beneficiado 30 pessoas por mais de 10 anos, a maioria parentes. As fraudes consistiam na criação de vínculos empregatícios fictícios com empresas inativas, via transmissão de dados pelo sistema “GFIP-WEB”, para fins de obtenção de benefícios previdenciários, como auxílio-doença, aposentadoria, pensões por morte e por contribuição. As investigações começaram com a análise e cruzamento de várias informações, que apontaram uma série de indícios de fraudes e identificação dos autores. A dupla foi encaminhada ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Sorocaba, onde aguarda pela audiência de custódia. Já as pessoas que foram beneficiadas com a fraude vão ser chamadas para prestar esclarecimentos na Polícia Federal e podem responder por estelionato. A PF não divulgou a identidade dos presos. Durante as investigações, foi apurado um rombo de aproximadamente R$ 3,6 milhões aos cofres da Previdência. Os prejuízos futuros poderiam chegar a mais R$ 5,3 milhões, considerando a atual expectativa média de vida do cidadão brasileiro. O nome da Operação Aquiles decorre do fato de que os fraudadores se utilizavam do ponto frágil dos sistemas informatizados do órgão previdenciário para as fraudes.

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Fonte: G1

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Polícia Federal combate fraudes previdenciárias no Sul catarinense

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19/02/2018

Foi deflagrada nesta segunda-feira (19), pela Polícia Federal, a operação Peixe-mosquito, iniciada a partir de uma auditoria interna da Previdência Social, realizada em 2015, que identificou dezenas de pedidos suspeitos de concessão de benefícios previdenciários. Estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Criciúma, em duas colônias de pescadores, uma em Araranguá/SC e outra em Balneário Gaivota/SC. A finalidade da operação é reprimir fraudes na concessão de benefícios previdenciários, em especial do seguro desemprego do pescador artesanal, também conhecido como “seguro-defeso”, que é uma assistência financeira temporária concedida aos pescadores que, durante o período de defeso, são obrigados a paralisar suas atividades. O crime investigado é o estelionato majorado, previsto no artigo 171, §3º, do Código Penal, cuja pena pode chegar a mais de 06 anos de reclusão. No inquérito policial instaurado em 2015, foram obtidos diversos indícios de utilização de documentos ideologicamente falsos, produzidos por estas colônias, a fim de comprovar atividade pesqueira, muitos sem indícios de contemporaneidade e cujas datas seriam anteriores a  própria constituição das respectivas colônias de pescadores. O nome da operação, Peixe-mosquito, remete à espécie que foi utilizada para erradicação da malária em alguns países no século XX, cujo apetite é extremamente voraz, inversamente proporcional ao seu reduzido tamanho, sendo capaz de devorar grande quantidade de larvas de mosquito rapidamente.

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Fonte: Engeplus

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Mulher fraudava previdência usando dados de pessoas de baixa renda no Pará

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14/02/2018

Foi divulgada nesta quarta-feira (14), pelo Ministério Público Federal, uma denúncia contra uma mulher acusada de fraudes à previdência no Pará e no Amapá. C.S.C., de 59 anos, foi presa e é alvo de investigações pelos crimes de estelionato e associação criminosa. O MPF informou que a suspeita convencia pessoas humildes a fornecer cópias de documentos pessoais e utilizava nomes, endereços e documentos falsos para pleitear os benefícios. As investigações também constataram que a acusada conseguiu fraudar a previdência com pelo menos cinco identidades diferentes. De acordo com as investigações da Polícia Federal (PF), C.S.C. é mentora e executora do esquema arquitetado para obter benefícios de forma fraudulenta junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A organização criminosa recebeu, pelo menos, 16 benefícios de prestação continuada a pessoa idosa em sete agências nos dois estados. Durante a operação Anagrama em novembro de 2017 no Pará, a PF apreendeu materiais utilizados para falsificação, documentos e cartões de bancos na casa dela. A participação de demais envolvidos ainda está sendo apurada. Na denúncia, o MPF pede a condenação pelo crime de estelionato, com pena prevista de 1 a 5 anos, além de multa. No entanto, segundo a denúncia, a pena pode ser aumentada em um terço por ter sido crime contra assistência social. Já para o crime de associação criminosa, a legislação estipula pena de 4 a 8 anos.

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Fonte: G1

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Polícia Federal deflagra nova etapa de operação que investiga esquema de fraude na Previdência do RJ

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12/01/2018

A Polícia Federal e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) realizam nesta sexta-feira (12) uma nova fase da Operação Cardiopatas, que investiga um esquema de fraudes na Previdência, em Campos dos Goytacazes e São João da Barra, Norte Fluminense. A polícia busca cumprir dois mandados de prisão, e cinco de busca e apreensão. Conforme a investigação, o prejuízo ao INSS chega a R$ 4,3 milhões e a quadrilha começou a atuar em 2010. A OAB acompanha o trabalho dos policiais, porque advogados estariam envolvidos no esquema. A operação foi deflagrada no dia 8 de dezembro de 2017 quando 13 suspeitos foram presos. “É um desdobramento com base nos dados coletados na primeira fase da operação. A partir do que descobrimos em dezembro foram expedidos novos mandados de prisão”, informou o delegado que coordena a operação. A quadrilha recrutava pessoas saudáveis que apresentavam os exames de uma senhora doente à perícia, como se fossem delas. Servidores do INSS, incluindo médicos peritos, que participavam do golpe, aprovavam os exames e autorizavam o auxílio-doença. Além de médicos peritos e médicos particulares, também são investigados técnicos do Seguro Social, agenciadores de benefícios e clientes da organização criminosa. De acordo com a PF, foram comprovadas fraudes em 34 benefícios por incapacidade, entre auxílios-doença e aposentadoria por invalidez. Segundo a Polícia Federal, os investigados responderão pelos crimes de pertencimento à organização criminosa, estelionato previdenciário e corrupção ativa.

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Fonte: G1

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Contador preso por fraude de R$ 2 milhões ao INSS pode perder registro em Conselho

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23/11/2017

Um processo foi aberto pelo Conselho Regional de Contabilidade do Piauí (CRC-PI) para investigar a postura do contador que foi preso durante a operação ‘Viúvo Negro’, da Polícia Federal, realizada em Teresina na terça-feira (21). Durante a ação policial, um contador e sua esposa foram presos porque teriam recebido mais de R$ 2 milhões por meio de crimes de fraudes previdenciárias. “Um processo na Câmara de Fiscalização, Ética e Disciplina foi aberto e pode resultar na cassação do registro do mesmo”, informou o conselho em nota. O CRC declara ainda que repudia qualquer ato ilícito ou conduta de qualquer natureza que objetiva fraudar ou atentar contra a Previdência Social e o patrimônio público. O casal responderá pelos crimes de estelionato previdenciário, associação criminosa, falsidade ideológica e uso de documento falso. Por meio de nota, o Conselho diz que a postura do contador não se enquadra nas prerrogativas da profissão contábil.

Esquema

De acordo com a Polícia Federal o esquema funcionava com a “criação” de pessoas, com o uso de documentos falsos. Criava-se também um vínculo matrimonial entre essas pessoas fictícias e por fim um falso óbito de um deles. Para garantir o recebimento do benefício, o grupo chegava a pagar pelo menos três contribuições junto ao INSS, perto do teto de contribuição previdenciária. O valor recebido chegou a mais de R$ 2 milhões. O casal possuía quatro identidades falsas, para conseguir fazer a abertura dos pedidos de benefício.

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Fonte: G1

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Quadrilha usava nome de mortos para fraudar benefícios do INSS no Piauí

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12/09/2017

Foi deflagrada na manhã desta terça-feira (12), pela Polícia Federal do Piauí, a operação Tripla Face. A ação investiga fraudes no sistema previdenciário local. Conforme as autoridades, a quadrilha falsificava documentos e recebia benefícios em nome de pessoas mortas. A operação é continuação da Fantôme, que cumpriu 14 mandados judiciais em Teresina e mais cinco cidades do Maranhão. A ação desta terça contou com a participação de 15 policiais federais. Conforme as investigações, o pagamento para essas pessoas “fantasmas” geram um prejuízo anual de R$ 1,2 milhão. As investigações guiam para crime de estelionato previdenciário, associação criminosa, falsidade ideológica e uso de documento falso. A Justiça também determinou o bloqueio das contas dos suspeitos e os documentos apreendidos foram encaminhados para a sede da PF em Teresina.

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Fonte: Diário de Pernambuco

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PF deflagra operação contra fraude em auxílios-reclusão no MT

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22/08/2017

A Polícia Federal (PF), com a ajuda da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda, deflagrou hoje (22) a Operação Rosário. A operação tem como objetivo a desarticulação de uma quadrilha especializada em fraudar benefícios previdenciários de auxílio-reclusão no Mato Grosso. A pedido da Justiça Federal de Diamantino (MT), a força tarefa responsável pela operação conta com a participação de cerca de 50 pessoas, entre policiais federais e servidores do INSS, para cumprir oito mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva em três cidades do Mato Grosso: Cuiabá, Várzea Grande e Rosário Oeste. Por meio de nota, a PF informou que as investigações tiveram início em 2016, após denúncia feita à Ouvidoria da Previdência Social, sobre irregularidades que estariam sendo cometidas na agência da Previdência Social de Rosário do Oeste. A maior parte das fraudes estavam relacionadas à falsificação de atestados carcerários, ampliando o tempo de prisão de supostos segurados. Levantamentos feitos na agência indicavam que a concessão desses benefícios em Rosário Oeste eram 12 vezes maiores do que a média nacional. As suspeitas ficaram ainda mais fortes pelo fato de não haver penitenciária neste município de cerca de 18 mil habitantes. A estimativa é de que essa fraude tenha resultado em pelo menos R$ 1milhão em prejuízos para os cofres públicos. Caso se confirmem as suspeitas dos investigadores, o prejuízo pode chegar a R$ 9 milhões, caso sejam considerados valores atrasados já pagos.

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Fonte: Diário de Pernambuco

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