E-commerce brasileiro sofre uma fraude a cada 5 segundos

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09/03/2018

Cuidados são necessários ao comprar pela internet.

Mesmo com o avanço da tecnologia e com a atual segurança em comprar pela internet, os consumidores e até mesmo as lojas não estão totalmente livres das fraudes. Um estudo realizado por um empresa antifraude aponta que o e-commerce brasileiro sofre uma fraude a cada cinco segundos. O CTO de uma empresa líder em full service para e-commerce na América Latina, aponta que, atualmente, as fraudes são raras em grandes e-commerces, pois estes já possuem um sistema de segurança mais robusto. “Fraudes com cartões falsos são os golpes mais comuns, mas temos em mãos tecnologias que evitam esse tipo de golpe. Com um código seguro e criptografado a loja se protege e blinda os clientes contra possíveis ataques”, explica. Já o consumidor deve se atentar em relação à idoneidade da loja. O especialista cita os principais pontos de atenção:

1. Identificar o endereço do site

Um passo simples é observar, ao acessar a loja online, se antes do “www” tem o protocolo “https”. Esse “s” significa que o ambiente possui certificado de segurança e atesta que os dados do cliente são protegidos por criptografia. Isso evita que as informações sejam roubadas ou que o cartão de crédito seja clonado, por exemplo.

2. Pesquisar a reputação da loja

É comum cair na tentação de adquirir um produto em uma loja desconhecida, mas que oferece um preço mais atrativo. Porém, o barato pode sair caro. Lojas maiores e renomadas possuem toda uma equipe por trás, seja própria ou terceirizada, que realiza o monitoramento e blinda o cliente contra possíveis ataques. Isso não quer dizer que não se deve comprar em lojas menores, mas sim, que a atenção nesses casos deve ser redobrada. Canais como o Reclame Aqui são parada obrigatória antes de realizar qualquer compra, pois permitem que o cliente conheça a reputação da loja e faça uma compra com mais tranquilidade.

3. Caminho até chegar ao site

Muitas tentativas de golpes são enviadas por email, por isso, é sempre bom checar se o site é real ou uma cópia. Uma boa dica é buscar o nome da loja no Google e clicar em links patrocinados, pois são pagos pela empresa para estar no topo, portanto, oficiais. Também é importante tomar cuidado com links divulgados pelo WhatsApp ou Facebook e prestar muita atenção antes de clicar em qualquer link de promoção.

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Fonte: Pleno News

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Estelionato virtual é nova modalidade de crime em Sergipe

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12/02/2016

Anúncios, em uma empresa de classificados, de ‘veículos fantasmas’ com valor abaixo do normal e perfis hackeados nas redes sociais foram identificados como os mais novos modelos de crimes cibernéticos no estado de Sergipe, segundo informações da assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública (SSP). Conforme um investigador, na primeira modalidade a vítima é atraída pela propaganda de comercialização de veículos por preços atrativos, e ao fazer a comercialização acaba depositando um adiantamento para assegurar a compra, mas logo em seguida o anúncio desaparece da rede. “Há pessoas anunciando a venda de veículos que não existem, normalmente em cidades distantes, com valor abaixo do mercado. Isso atrai a vítima. O golpista diz que muitos estão interessados na compra do produto, mas que pode reservar e dar prioridade se tiver um adiantamento no valor do veículo. A vítima deposita, e o golpista desaparece, retirando o anúncio do site de vendas”, informa o investigador. Já nas redes sociais, o estelionato vem acontecendo mediante pedido de ajuda financeira a amigos, após perfil ser hackeado. “O golpista acaba hackeando o perfil de alguém e se passa por essa pessoa. Com isso, cria uma história solicitando certa quantia em dinheiro aos amigos para pagar algo urgente. São quantias pequenas, mas os amigos, de boa fé, acabam caindo no golpe sem ao menos dar um telefonema para conferir se o fato procede”, relatou. Cidadãos que forem vítimas dos estelionatários virtuais devem recorrer à Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h, ou na Delegacia Plantonista após o expediente citado, munidos de documentação pessoal e provas da denúncia, a fim de que seja registrado o Boletim de Ocorrência (BO).

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Fonte: Itnet

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.

Em MS, polícia registra mais de 200 casos de estelionato on-line em 2015

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29/07/2015

De Janeiro a Julho de 2015, a Polícia Civil registrou cerca de 200 casos de estelionato pela internet , em Mato Grosso do Sul. Um delegado afirma que é preciso ficar atento a ofertas atraentes que são “negócios da China, onde o consumidor ganha muito e paga pouco”. Uma estudante foi vítima de estelionato. Antes de adquirir o smartphone que tanto desejava, pessoalmente, na loja, ela buscou um site que tinha uma promoção ‘tentadora’. A página oferecia um aparelho que custa normalmente mais de R$ 1 mil por apenas R$ 700, segundo ela. “Eles lançavam promoções relâmpago e numa dessas eu vi, reservei a minha compra e no outro dia já efetuei o pagamento do produto”, disse a estudante, que lamenta não ter procurado mais informações sobre a empresa. O smartphone não foi entregue e ela procurou a Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon), que marcou uma audiência entre vendedora e compradora, mas o fornecedor não compareceu. Em seguida, a jovem descobriu que a empresa não existia e havia sido vítima de um golpe. Especialistas em segurança explicam que o estelionato é um tipo de crime em que a vítima é induzida ao erro, mas, por isso, não é necessário deixar de fazer compras pela internet. Entre os cuidados apontados por eles é efetuar transações apenas em computador confiável e, caso seja por smartphone, evitar utilizar sinal de wi-fi de locais públicos. “Não existe o negócio da China. Então, desconfie sempre disso. O produto ou está adulterado ou a origem é criminosa ou na verdade vão te dar o golpe”, alerta o delegado. Ele diz ainda que “se a pessoa conseguir ter um pouquinho de desconfiança ela dificilmente cairá nesses golpes”.

Prazo

O órgão de defesa do consumidor já registrou 20 reclamações de produtos que não foram entregues ou que o consumidor esperou além do combinado para receber, entre Janeiro e Julho de 2015. A superintendente do Procon, afirma que nesses casos a empresa fornecedora pode ser multada. “Nós vamos multá-lo, uma sanção pecuniária a fim de demonstrar para o consumidor que era uma obrigação desse fornecedor vir e esclarecer qual foi a motivação que redundou naquele processo, naquele litígio, porque ele não entregou aquele produto na data aprazada”, destaca.

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Fonte: G1

Saiba mais sobre os crimes de fraude no site do BrSafe.