Golpes aplicados pela web continuam fazendo vítimas no AP

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24/08/2018

No Amapá, golpes aplicados pela internet continuam fazendo vítimas. Pessoas que enfrentam transtornos e prejuízos relataram o que essa situação mudou na vida profissional e social delas. Na Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), 30 casos foram registrados em 2018. Um Sargento do Corpo de Bombeiros, de 43 anos, conta que enfrenta transtornos há cinco meses, após uma quadrilha usar o nome e a conta dele em um site de vendas para aplicar golpes. Para o homem, o cargo de militar deu mais credibilidade ao acordo que estava sendo feito, sem ele saber. Ele descobriu o esquema criminoso ao ser procurado por vítimas desse golpe no local de trabalho. Conforme o sargento, uma quadrilha supostamente de Rondônia, vendeu um carro no nome dele, que não foi entregue após pagamento de parte da negociação.

Esse golpe chegou a fazer cerca de dez vítimas só no Amapá. O sargento destaca que já registrou três boletins de ocorrências depois de ter sido cobrado. “Essa situação está causando diversos transtornos para minha vida. Estou sofrendo ameaças. Pessoas estão vindo atrás de mim pedindo o carro ou dinheiro de volta. Eu orientei as vítimas a procurarem a delegacia”, falou. Já com um servidor público, de 28 anos, o caso foi diferente. Cadastrado em um site popular de vendas, ele ofereceu um celular no valor de quase R$ 4 mil, que foi arrematado por um suposta comprador de São Paulo. Mas, para a surpresa do vendedor, o dinheiro que teria sido depositado era uma fraude. O servidor público registrou o primeiro boletim de ocorrência dele no Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) do bairro Pacoval na quinta-feira (23).

“Eu fiz um anúncio de venda em um site, procedi com toda a operação e recebi um e-mail, avisando que o valor foi depositado, mas ficou retido e seria liberado quando o produto chegasse ao endereço. Mas, depois, fiquei sabendo que esse e-mail havia sido clonado”, disse.

O servidor conta que manteve contato com a suposta compradora até a chegada do produto em São Paulo, mas, após isso, foi bloqueado. Ele espera descobrir quem foi o receptor que assinou o documento da compra. Segundo o delegado titular da DCCP, aparelhos eletrônicos e imóveis são as propagandas que mais chamam a atenção de compradores da internet que acabam caindo em golpes. Ele destaca que a web pode ser muito perigosa até para os mais experientes.

“Os internautas não podem nunca depositar valores em dinheiro ou efetuar transferências sem antes checar a credibilidade do vendedor ou mercado eletrônico. O interessado deve pesquisar o histórico de vendas, comentários, referências e se já houve algum tipo de problema”, enfatizou.

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Fonte: G1

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Golpe do Dia dos Pais atrai vítimas com páginas falsas no Facebook

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02/08/2018

Conforme a proximidade de uma nova data comemorativa, um novo golpe começa a circular pelas redes sociais. Isso porque a busca por presentes, descontos ou brindes faz muitos internautas desatentos clicarem em links e propagandas falsas. O Dia dos Pais será no dia 12 de agosto, mas uma ação em massa no Facebook já atua para atrair novas vítimas para um golpe bancário. Ao longo dos últimos sete dias, um laboratório de segurança especializado no combate ao cibercrime, identificou 60 páginas falsas na rede social, que se aproveitam do nome de diversas lojas famosas para passar credibilidade. As cores e os logos são copiados para que seja difícil perceber que a página exibida na tela não é a oficial. Até mesmo o serviço de autoatendimento no Facebook Messenger, com respostas automáticas de robôs, tem uma versão criada pelos cibercriminosos. Um ponto em comum de todas as páginas criadas é que o nome da loja é substituído por “Mês dos pais”, “especial dia dos pais” ou “Black Friday Dia dos Pais”. O preço mais baixo do que a média para TVs 4K e smartphones de última geração chamam a atenção dos consumidores. Uma página falsa é aberta assim que o link falso é clicado. Ao inserir todos os dados do cartão de crédito e, supostamente, concluir a compra, tudo é enviado para os golpistas. Para se proteger desse tipo de crime virtual o ideal é não clicar em links recebidos pelas redes sociais ou por aplicativos de mensagens. Para ter certeza de que é uma tentativa de golpe e não de uma promoção, acesse o site oficial da empresa e confirme as informações recebidas.

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Fonte: R7

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Desafios do e-commerce para o Dia dos Pais

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24/07/2018

O Dia dos Pais está se aproximando e o comércio já está a todo o vapor. Para uma empresa que divulga dados de mercado sobre o e-commerce, a previsão é que haja um aquecimento nas vendas de até 12% em 2018. No ano passado, o período já mostrou resultado expressivo quando o crescimento foi de R$ 1,94 bilhão, o que representou alta de 10% no faturamento em relação ao ano de 2016. Os sites que pretendem aproveitar o bom momento do varejo on-line devem ter planejamento. A estrutura do e-commerce precisa transparecer um ambiente digital de qualidade para o cliente, além de apresentar diferenciais e condições especiais de compra, como frete grátis, descontos ou condições de parcelamento do preço final. O setor pode investir em ações promocionais por meio de campanhas de e-mail marketing e publicações nas redes sociais com direcionamento direto do cliente para o site.

Os vendedores podem ter problemas em dias de grande movimentação monetária no sistema. A venda por internet deixa os donos de e-commerce sujeitos a calotes, principalmente quando há cancelamento de uma compra com cartão de crédito. Esses casos podem esconder ações criminosas, como ataques cibernéticos, estelionato virtual ou atividades de má-fé do próprio comprador, que podem ter o intuito de obter o reembolso do valor de forma fraudulenta. Para diminuir esses tipos de ação, é importante que sejam criadas, tanto pelas operadoras de cartão de crédito, quanto pelos e-commerces, políticas próprias como consultas e conferências, contratação de serviços especializados para análise de risco ou contratar um gateway de pagamento, que funciona como intermediário e realiza a análise de risco, garantindo as transações.

Delete as dificuldades

Existem cinco problemas das lojas de e-commerce que podem prejudicar as vendas do estabelecimento virtual:

– Falta de entendimento da dinâmica do mercado e público-alvo;

– Deixar de responder as perguntas e as solicitações dos consumidores, tanto no atendimento ao consumidor do site quanto nas redes sociais da loja;

– Descumprir os prazos de entrega estipulados do produto;

– Falta de ter um site responsivo, ou seja, uma plataforma digital adequada às três telas: celulares, tablets e desktops;

– Não investir em segurança da informação.

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Fonte: E-Commerce News

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E-commerce brasileiro sofre uma fraude a cada 5 segundos

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09/03/2018

Cuidados são necessários ao comprar pela internet.

Mesmo com o avanço da tecnologia e com a atual segurança em comprar pela internet, os consumidores e até mesmo as lojas não estão totalmente livres das fraudes. Um estudo realizado por um empresa antifraude aponta que o e-commerce brasileiro sofre uma fraude a cada cinco segundos. O CTO de uma empresa líder em full service para e-commerce na América Latina, aponta que, atualmente, as fraudes são raras em grandes e-commerces, pois estes já possuem um sistema de segurança mais robusto. “Fraudes com cartões falsos são os golpes mais comuns, mas temos em mãos tecnologias que evitam esse tipo de golpe. Com um código seguro e criptografado a loja se protege e blinda os clientes contra possíveis ataques”, explica. Já o consumidor deve se atentar em relação à idoneidade da loja. O especialista cita os principais pontos de atenção:

1. Identificar o endereço do site

Um passo simples é observar, ao acessar a loja online, se antes do “www” tem o protocolo “https”. Esse “s” significa que o ambiente possui certificado de segurança e atesta que os dados do cliente são protegidos por criptografia. Isso evita que as informações sejam roubadas ou que o cartão de crédito seja clonado, por exemplo.

2. Pesquisar a reputação da loja

É comum cair na tentação de adquirir um produto em uma loja desconhecida, mas que oferece um preço mais atrativo. Porém, o barato pode sair caro. Lojas maiores e renomadas possuem toda uma equipe por trás, seja própria ou terceirizada, que realiza o monitoramento e blinda o cliente contra possíveis ataques. Isso não quer dizer que não se deve comprar em lojas menores, mas sim, que a atenção nesses casos deve ser redobrada. Canais como o Reclame Aqui são parada obrigatória antes de realizar qualquer compra, pois permitem que o cliente conheça a reputação da loja e faça uma compra com mais tranquilidade.

3. Caminho até chegar ao site

Muitas tentativas de golpes são enviadas por email, por isso, é sempre bom checar se o site é real ou uma cópia. Uma boa dica é buscar o nome da loja no Google e clicar em links patrocinados, pois são pagos pela empresa para estar no topo, portanto, oficiais. Também é importante tomar cuidado com links divulgados pelo WhatsApp ou Facebook e prestar muita atenção antes de clicar em qualquer link de promoção.

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Fonte: Pleno News

Fique ligado. Dicas do BrSafe para evitar essa modalidade de fraude.

Estelionato virtual é nova modalidade de crime em Sergipe

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12/02/2016

Anúncios, em uma empresa de classificados, de ‘veículos fantasmas’ com valor abaixo do normal e perfis hackeados nas redes sociais foram identificados como os mais novos modelos de crimes cibernéticos no estado de Sergipe, segundo informações da assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública (SSP). Conforme um investigador, na primeira modalidade a vítima é atraída pela propaganda de comercialização de veículos por preços atrativos, e ao fazer a comercialização acaba depositando um adiantamento para assegurar a compra, mas logo em seguida o anúncio desaparece da rede. “Há pessoas anunciando a venda de veículos que não existem, normalmente em cidades distantes, com valor abaixo do mercado. Isso atrai a vítima. O golpista diz que muitos estão interessados na compra do produto, mas que pode reservar e dar prioridade se tiver um adiantamento no valor do veículo. A vítima deposita, e o golpista desaparece, retirando o anúncio do site de vendas”, informa o investigador. Já nas redes sociais, o estelionato vem acontecendo mediante pedido de ajuda financeira a amigos, após perfil ser hackeado. “O golpista acaba hackeando o perfil de alguém e se passa por essa pessoa. Com isso, cria uma história solicitando certa quantia em dinheiro aos amigos para pagar algo urgente. São quantias pequenas, mas os amigos, de boa fé, acabam caindo no golpe sem ao menos dar um telefonema para conferir se o fato procede”, relatou. Cidadãos que forem vítimas dos estelionatários virtuais devem recorrer à Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h, ou na Delegacia Plantonista após o expediente citado, munidos de documentação pessoal e provas da denúncia, a fim de que seja registrado o Boletim de Ocorrência (BO).

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Fonte: Itnet

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Em MS, polícia registra mais de 200 casos de estelionato on-line em 2015

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29/07/2015

De Janeiro a Julho de 2015, a Polícia Civil registrou cerca de 200 casos de estelionato pela internet , em Mato Grosso do Sul. Um delegado afirma que é preciso ficar atento a ofertas atraentes que são “negócios da China, onde o consumidor ganha muito e paga pouco”. Uma estudante foi vítima de estelionato. Antes de adquirir o smartphone que tanto desejava, pessoalmente, na loja, ela buscou um site que tinha uma promoção ‘tentadora’. A página oferecia um aparelho que custa normalmente mais de R$ 1 mil por apenas R$ 700, segundo ela. “Eles lançavam promoções relâmpago e numa dessas eu vi, reservei a minha compra e no outro dia já efetuei o pagamento do produto”, disse a estudante, que lamenta não ter procurado mais informações sobre a empresa. O smartphone não foi entregue e ela procurou a Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon), que marcou uma audiência entre vendedora e compradora, mas o fornecedor não compareceu. Em seguida, a jovem descobriu que a empresa não existia e havia sido vítima de um golpe. Especialistas em segurança explicam que o estelionato é um tipo de crime em que a vítima é induzida ao erro, mas, por isso, não é necessário deixar de fazer compras pela internet. Entre os cuidados apontados por eles é efetuar transações apenas em computador confiável e, caso seja por smartphone, evitar utilizar sinal de wi-fi de locais públicos. “Não existe o negócio da China. Então, desconfie sempre disso. O produto ou está adulterado ou a origem é criminosa ou na verdade vão te dar o golpe”, alerta o delegado. Ele diz ainda que “se a pessoa conseguir ter um pouquinho de desconfiança ela dificilmente cairá nesses golpes”.

Prazo

O órgão de defesa do consumidor já registrou 20 reclamações de produtos que não foram entregues ou que o consumidor esperou além do combinado para receber, entre Janeiro e Julho de 2015. A superintendente do Procon, afirma que nesses casos a empresa fornecedora pode ser multada. “Nós vamos multá-lo, uma sanção pecuniária a fim de demonstrar para o consumidor que era uma obrigação desse fornecedor vir e esclarecer qual foi a motivação que redundou naquele processo, naquele litígio, porque ele não entregou aquele produto na data aprazada”, destaca.

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Fonte: G1

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