Mulher detida em operação da PF contra fraudes no INSS na Bahia já tinha sido presa 4 vezes em 2018

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20/09/2019

Uma mulher que está entre os presos na Operação Lama Preta, deflagrada nesta quinta-feira (19), na Bahia, contra fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), já tinha sido detida outras quatro vezes em 2018, segundo informações divulgadas pela Polícia Federal (PF). O grupo era investigado há 3 anos e a suspeita é de que mais de 100 benefícios tenham sido falsificados. O prejuízo aos cofres públicos passam dos R$ 4 milhões. “Conseguimos desbaratar esse grupo criminoso, que é formado em sua maioria por estelionatários com amplas passagens policiais”, disse o delegado da PF. Segundo a PF, idosos e deficientes eram usados como “dublês” pelo grupo. Eles usavam nomes, fotos e documentos falsos e se apresentavam nas agências do INSS para obter benefícios da instituição. Pela participação no esquema, eles levavam uma parte do dinheiro. A suspeita foi surpreendida pelos policiais, no início da manhã juntamente com o marido, na cidade de Camaçari. Além do casal, segundo a PF, outras sete pessoas foram detidas nesta quinta. Entre eles um empresário de Vilas do Atlântico, área de classe média alta em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador. De acordo com a PF, ele era responsável pela falsificação e produção dos documentos usados na fraude. Idosos e deficientes físicos que colocavam o esquema em prática também foram detidos. Outros três suspeitos seguem foragidos. Todos estão com mandados de prisão preventiva. Além da fraude em benefícios, conforme a PF, os envolvidos também usavam os documentos falsos para fraudar compras em lojas e financiamento de carros. Durante a operação, que também cumpriu 11 mandados de busca e apreensão, a Polícia Federal apreendeu fotos 3×4, cartões de crédito e documentos falsos usados pelo grupo. A corporação destacou que não foram identificadas participações de funcionários do INSS no esquema.

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Fonte: G1

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Polícia prende grupo que aplicou golpe em 55 mil brasileiros usando criptomoedas

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18/09/2019

A Polícia Federal e a Receita Federal desmantelaram nesta semana um suposto golpe praticado por uma empresa sediada em Novo Hamburgo (RS), que prometia lucros de 15% no mercado de criptomoedas e captava dinheiro dos interessados sem autorização. De acordo com as autoridades, 55 mil brasileiros teriam investido no negócio, com um valor acumulado de, pelo menos, R$ 850 milhões obtidos até fevereiro, um montante que já pode ser maior que R$ 1 bilhão, segundo as autoridades. A ideia era apetitosa. De acordo com a PF, cujas investigações começaram em janeiro, a promessa era que os lucros viriam já no primeiro mês de investimento, com resultados muito mais altos até mesmo que os obtidos no mercado de criptomoedas. Entretanto, não foi encontrado nenhum indício de que moedas virtuais efetivamente tenham sido adquiridas; em vez disso, os cinco sócios da empresa, sendo dois casais e um quinto homem, sacavam o dinheiro ou o redirecionavam a aplicações de renda fixa, com rentabilidade muito menor que a prometida aos clientes. A prática teria sido iniciada em fevereiro de 2018, com 80% dos investidores fraudados depositando quantias de até R$ 20 mil. O dinheiro foi repassado a partir de agências bancárias em 823 cidades brasileiras para três contas em nome da empresa, de onde, na sequência, eram direcionados para as aplicações sob controle dos sócios ou, então, para as despesas pessoais deles.

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Fonte: CANALTECH

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Documentos falsos, R$ 20 mil e 40 cartões clonados são apreendidos com casal ‘ostentação’ suspeito de golpes de R$ 5 milhões

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02/09/2019

A prisão do casal ocorreu na quinta-feira (29). Segundo a polícia, o homem tinha oito nomes falsos e a mulher, dez. Eles foram presos no imóvel de alto padrão onde moravam, em Goiânia. Casal é suspeito de agir com agência de viagens de ‘fachada’ e se apropriar de carros de locadoras. A Polícia Civil apreendeu cartões clonados, documentos falsos e dinheiro durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão que culminou na prisão do casal em Goiânia. Eles são suspeitos de aplicar golpes na ordem de R$ 5 milhões e ostentar uma vida de luxo nas redes sociais. No apartamento de alto padrão que eles moravam, no Setor Jardim Goiás, bairro nobre da capital, a corporação localizou 40 cartões de crédito clonados e R$ 20 mil em espécie. De acordo com a corporação, o casal chegou a montar cinco agências de viagens de fachada para enganar as pessoas. A investigação apontou que os clientes pagavam por pacotes, mas o dinheiro era embolsado pelo casal.

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Fonte: G1

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Preso por estelionato casal suspeito de comprar gado com cheques sem fundo em Iporá

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06/08/2019

Na sexta-feira (2), um casal foi preso em Uruaçu (GO), suspeito praticar estelionatos contra pequenos produtores agropecuários na cidade de Iporá (GO). A dupla comprava cabeças de gado com cheques sem fundo e as revendiam para frigoríficos da região. Ao menos seis vítimas fizeram denúncias à Policia Civil (PC), que investiga o caso há cinco meses. O delegado, um dos responsáveis pela investigação, afirma que crimes desse tipo são comuns na região, inclusive contra comerciantes de outras áreas. O casal não tinha antecedentes criminais. De acordo com as apurações, eles fixaram residência em Iporá e depois dos golpes fugiram para Uruaçu.

O valor estimado do prejuízo aos produtores agropecuários é de R$ 100 mil. A PC de Iporá atuou em conjunto com policiais de Uruaçu na execução de dois mandados de prisão preventiva contra o casal, um de 35 e o outro de 55 anos de idade.

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Fonte: Portal Mais Goiás

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Preso trio que aplicava o golpe da “saidinha de banco”; Idosos foram vítimas em Alfredo Chaves e Anchieta

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06/08/2019

Nesta terça-feira (6), foram presas três pessoas responsáveis por aplicar golpes em saídas de agências bancárias e lotéricas pela equipe da 10ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Anchieta (ES). O trio era integrante de uma associação criminosa e vitimava pessoas idosas ou com algum tipo de deficiência, aplicando golpes como o da falsa recompensa. Dois são moradores de Vila Velha (ES), enquanto o outro mora em Vitória (ES). O trio foi preso por conta de uma investigação, iniciada após o registro de um Boletim de Ocorrência (B.O.) em Alfredo Chaves (ES), em que o grupo aplicou uma fraude em uma idosa. De acordo com a Polícia Civil, com base nas imagens obtidas e no relato das vítimas, foi possível perceber a ação de dois homens e de duas mulheres.

O trabalho era feito em conjunto. A vítima realizava o saque bancário e, após o sinal de um dos integrantes, os demais iniciavam uma série de encenações para ludibriar a pessoa e facilitar o furto. Os homens ficavam no interior da agência e, ao perceberem que uma pessoa idosa ou deficiente realizava um saque de valor elevado no caixa eletrônico, passavam a informação para as mulheres que iniciam toda a fraude.

Os envolvidos foram autuados por estelionato contra idosos e associação criminosa e um dos suspeitos ainda foi autuado por falsidade ideológica. Isso porque no momento da abordagem, os policiais constataram que ele conseguiu registrar duas identidades no sistema de identificação.

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Fonte: FolhaOnline.es

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Golpe da falsa carta de crédito engana pela alta sofisticação

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05/08/2019

Um golpe longo, estruturado, cheio de burocracias e com aparência profissional levou uma empresária de Belo Horizonte (MG) a perder quase R$ 100 mil na compra de uma falsa carta de crédito. Os golpistas se passaram por representantes de um banco, em uma fraude com direito até a papel timbrado da instituição.

Entenda o caso

Tudo começou quando a empresária decidiu comprar um carro novo e foi indicada a um homem que dizia ter um investimento atrelado a um veículo. Ele disse que venderia a carta de crédito a ela, e pediu à vítima para entrar em contato com uma suposta gerente do banco, que a informaria sobre os procedimentos necessários.

A empresária ligou para o número fornecido pelo homem como sendo do banco, e encontrou as mesmas características do atendimento telefônico da instituição verdadeira – desde a música a até as opções de discagem. A suposta gerente orientou a vítima a ir à concessionária de sua preferência, escolher o carro e enviar para ela uma proposta assinada pelo vendedor.

Ela solicitou, ainda, documentos da empresária para a elaboração do contrato – que, em papel timbrado do banco, informava que o dono da suposta carta estava cedendo o crédito à vítima. A empresária e o homem assinaram o contrato e até reconheceram firma em cartório. Depois de todo esse processo, que durou em torno de um mês, ela pagou R$ 99 mil, por meio de boleto em nome da empresa dele e de transferência bancária, tudo formalizado pela suposta funcionária do banco.

Pelo contrato, a instituição pagaria à concessionária, e o carro seria entregue à compradora em 45 dias. Mas, antes disso, a irmã da vítima desconfiou que havia algo errado e a empresária cancelou a compra – senão, além dos R$ 99 mil perdidos, ela teria que pagar também o carro à concessionária, que não teve nenhuma participação no golpe. A vítima procurou o banco, pelo telefone oficial informado no site, e descobriu que existe, de fato, uma gerente com o mesmo nome e sobrenome informados pela mulher com quem ela tinha conversado – mas não eram a mesma pessoa.

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Fonte: JORNAL O TEMPO

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Suspeitos de dar golpe com cheque sem fundos são presos em Alegre

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02/08/2019

Nesta sexta-feira (2), quatro pessoas foram presas suspeitas de estelionato em comércios usando cheques inválidos em Alegre (ES). De acordo com um comerciante que caiu no golpe, os homens chegaram em seu estabelecimento falando que estavam com pouca quantia em dinheiro e perguntando se podiam pagar uma parte em cheque. A vítima disse ainda que não trabalhava com cheque, mas cedeu, porque, segundo ela, os homens estavam bem trajados e com um bom carro. O comerciante contou que o cheque era no valor de R$ 300 e, após os homens ganharem a confiança do comerciante, os estelionatários pagaram tudo com o cheque, sem nenhuma quantia em dinheiro. A detenção dos suspeitos ocorreu após denúncia de que eles estariam hospedados em um hotel na cidade.

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Fonte: A Gazeta

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