Polícia investiga estelionatários que fraudam o seguro de pescadores no ES

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13/12/2017

Uma fraude no seguro que garante renda para pescadores durante o período em que a pesca fica proibida no Espírito Santo é investigada pela Polícia Federal. Nesta quarta-feira (13), foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em Conceição da Barra, no litoral Norte do Espírito Santo, e ninguém foi preso. De acordo com as investigações da Operação Anzol, falsos pescadores estariam recebendo o benefício. A investigação começou depois que a PF recebeu uma denúncia. Os investigados, se comprovada a fraude, vão responder pelo crime de estelionato contra união e a pena pode chegar a seis anos de prisão. “O Seguro-desemprego do Pescador Artesanal nada mais é do que uma contrapartida do Governo Federal que, ao proibir a atividade pesqueira durante determinada época do ano, concede temporariamente uma remuneração aos pescadores profissionais artesanais impedidos de exercer tal atividade”, diz a nota da Polícia Federal.

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Fonte: G1

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Grupo que realizava fraudes contra aposentados é alvo de operação da PF no RS

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29/11/2017

Na manhã desta quarta-feira (29), um grupo especializado em crimes de estelionato contra aposentados foi alvo da segunda fase da Operação Multifaces, da Polícia Federal (PF), em quatro municípios da Região Metropolitana do Estado. Os crimes foram praticados em ao menos 11 cidades gaúchas e em uma catarinense. O prejuízo estimado até o momento é de aproximadamente R$ 200 mil. Cerca de 40 policiais federais cumprem oito mandados de busca e apreensão, três de prisão e oito de condução coercitiva nos municípios de Alvorada, Cachoeirinha, Canoas e Sapucaia do Sul. As investigações, conduzidas desde março pela Polícia Federal em Passo Fundo, identificaram que o grupo utilizava acessos indevidos a sistemas oficiais para  obter informações pessoais e financeiras das vítimas. Depois, com esses dados, falsificava documentos e abria contas em instituições bancárias. A partir desse ponto, os estelionatários contratavam empréstimos, planos de telefonia, sacavam valores de benefícios previdenciários, faziam compras no comércio, entre outras fraudes. Além de utilizar os dados pessoais dos aposentados em benefício próprio, os criminosos também forneciam documentos falsos, como carteiras Nacional de Habilitação (CNH) e de Identidade (RG) para outras quadrilhas e para foragidos da Justiça. Para completar a lista de fraudes, o grupo também falsificava e vendia certificados escolares e atestados médicos. A PF também apura a atuação de dois advogados da organização criminosa que teriam apresentado comprovante de residência falso à Justiça Federal com o objetivo de amparar o pedido de liberdade provisória de um preso. Os investigados responderão pelos crimes de de organização criminosa, invasão de dispositivo de informática, falsidade de documentos públicos e privados e estelionatos.

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Fonte: Gaúcha ZH

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Casal de estelionatários é preso após aplicar golpe em mulher

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23/11/2017

Um homem, de 65 anos e uma mulher, de 20,  foram detidos na noite de quarta-feira (22) em uma vila de apartamentos no bairro Conceição, zona Sul de Porto Velho, pelo crime de estelionato. Segundo informações que constam no boletim de ocorrência registrado na Central de Flagrantes, o suspeito teria alugado uma casa nos fundos da residência de uma mulher no bairro Três Marias. Com frequência, o idoso perguntava se a vítima queria vender a casa. Ele oferecia o valor de R$ 120.000 – o pagamento seria efetuado assim que o suspeito vendesse lotes de terra na cidade de Buritis. A vítima, acreditando que o suspeito fosse, de fato, comprar a casa, deixou ele morando na residência alugada sem cobrar nada. Nesta quarta-feira, o homem deu o valor de R$ 20 e falou para ela ir ao cartório assinar os documentos. A vítima foi ao cartório, porém o idoso não apareceu e ainda a enganou afirmando por diversas vezes que estava chegando. Mas na verdade, enquanto a vítima se encontrava no cartório, ele furtou todos  os móveis da casa da mulher. Ao chegar em casa, ela encontrou a porta arrombada e sem os objetos. De imediato foi ao DP registrar boletim de ocorrência. Horas depois, recebeu uma informação onde poderiam estar os suspeitos com seus pertences. Ela ligou para a polícia que se deslocou para a zona Sul, onde puderam encontrar o casal e os objetos furtados. Questionados, eles alegaram que a mulher havia dado os móveis, fato que foi desmentido pela vítima. Diante dos fatos, a dupla recebeu voz de prisão e foi levada para a delegacia para as providências cabíveis.

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Fonte: Rondoniaovivo

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Polícia indicia 37 pessoas por criar empresas de fachada e aplicar golpes no comércio

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27/10/2017

Nesta sexta-feira (27), a Delegacia de Roubo de Cargas do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) indiciou 37 pessoas suspeitas de criar 50 empresas de fachada no Rio Grande do Sul e de aplicar golpes no comércio de todo o Brasil. O inquérito será entregue na próxima segunda-feira (30) à Justiça e aponta crimes de estelionato, uso de documentos falsos e organização criminosa especializada em crimes mercantis. O indiciamento ocorreu pouco mais de um mês após a realização de uma operação policial em 11 cidades gaúchas, quando 21 estelionatários foram presos. Todos foram liberados pela Justiça 10 dias depois da ação. São empresários, funcionários de empresas, laranjas e três contadores. Segundo o delegado responsável pela investigação, os suspeitos se dividiram em dois núcleos, um na Região Metropolitana de Porto Alegre e outro no Litoral Norte, para aplicar golpes em várias empresas de todo Brasil. O prejuízo, em apenas 11 delas, passa de R$ 3 milhões.

— Uma mulher paranaense era a principal articuladora do esquema em Porto Alegre. Inclusive, já foi presa pela Polícia Federal em investigações semelhantes a nossa em São Paulo, Santa Catarina e aqui mesmo no Rio Grande do Sul. Ela foi intimada para depor no Deic. No entanto, não compareceu — afirma Rocha.

Golpe

Os criminosos criavam empresas de fachada em nome de laranjas. O esquema contava até com um integrante responsável por ir à Junta Comercial do Estado para alterar o contrato social de empresas “inativas”. As chamadas “araras”, empresas de distribuição de produtos diversos, funcionavam para compras com fornecedores e para empréstimos bancários. As primeiras compras ou empréstimos eram pagos normalmente para ganhar credibilidade. Depois disso, os golpistas faziam compras a prazo e solicitavam financiamentos milionários. Por fim, fechavam as “araras” e desapareciam. Outras empresas eram abertas ou até mesmo, alguns anos depois, as mesmas firmas fechadas eram reabertas com outros sócios e com outra razão social.

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Fonte: Gaúcha ZH

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Mulher é presa suspeita de ‘vender’ vagas de emprego por até R$ 1,5 mil no DF

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25/10/2017

A Polícia Civil prendeu uma golpista que fez mais de cem vítimas em Brasília “vendendo” vagas de emprego, inclusive no governo federal. Os interessados deveriam fazer um depósito que variava entre R$ 200 e R$ 1,5 mil antes da “contratação”. As investigações apontam que a suspeita, de 49 anos, lucrou R$ 100 mil em dez meses e que pretendia fugir. A mulher se apresentava às vítimas como funcionária da Câmara dos Deputados e oferecia vagas em vários órgãos federais, sempre em cargos que tivessem a ver com o perfil da vítima. Tudo era combinado por meio de conversas de áudio no WhatsApp. “Vocês vão começar a trabalhar sem ser essa segunda na outra. O que que ia acontecer hoje? Ia passar os tíquetes e o vale-transporte pra quando todo mundo começar não precisar pegar dinheiro emprestado”, diz a golpista a uma vítima. De acordo com a polícia, há pelo menos 60 boletins de ocorrência – em sete delegacias – denunciando a suspeita. Cumprindo mandados de prisão e de busca e apreensão na casa dela, equipes encontraram um computador, dezenas de comprovantes de depósitos, agendas com os nomes das vítimas e recibos, além de um passaporte e uma carta escrita à mão, destinada à mãe dela, com pedidos de desculpas e em tom de despedida. “Os nossos policiais começaram a verificar se havia ocorrências semelhantes registradas em outras delegacias aqui do DF, ocasião em que nós encontramos uma grande soma de ocorrências como de vítimas”, disse o delegado responsável. A história foi descoberta depois que uma mulher de 30 anos formada em recursos humanos caiu no golpe. “Eu faço bico de vez em quando de segurança e de brigadista. E é porque com essa crise, né, é meio complicado. Então a gente tem que se virar como pode”, disse, desempregada há dois anos. A estelionatária ofereceu à vítima uma vaga de recepcionista, com início imediato. O acordo era que ela depositasse R$ 200 e, depois de “contratada”, repassasse mais R$ 200. A vaga de emprego, porém, ficou só na promessa. “Eu achei que era um golpe porque eu comecei a marcar encontro com ela e todo encontro que eu marcava com ela, em cima da hora, ela mandava mensagem dizendo que não podia, que a mãe dela estava doente, que os filhos dela estavam doentes. Ela nunca apareceu. Eu marquei quatro encontros com ela e em nenhum dos quatro ela compareceu.”

“Como teve esse problema da minha mãe que botaram ela em coma induzido, [não pude ir]. Eu não tenho culpa, eu não sou Deus, eu não sou responsável por isso”, justifica a estelionatária, que afirma que a oferta de emprego não é golpe. “Não é golpe, não, e, quem quiser o dinheiro de volta, eu devolvo o dinheiro, o dinheiro e os documentos. Eu saio daqui do hospital, vou na casa de cada um e devolvo o dinheiro e os documentos, tá? Eu não sou moleca, não, eu tenho minhas responsabilidades. Eu não posso fazer nada se aconteceu isso com minha mãe, não.” Um marceneiro também foi vítima da estelionatária. “[Ela] ofereceu uma vaga de emprego de motorista no ministério. Eu falei ‘não, eu tenho que arrumar uma coisa que seja mais certa’. Então foi isso, né? Eu pago aluguel, tenho filhos. É uma sensação de desespero. É muito triste.” Segundo a Polícia Civil, a mulher tem também duas passagens por Lei Maria da Penha, por já ter agredido a companheira. A corporação informou que, além de por estelionato, ela pode responder por associação criminosa caso fique comprovada a participação de outras duas pessoas que também estão sendo investigadas.

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Fonte: G1

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Polícia tira de circulação trio que aplicava golpe do empréstimo

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19/10/2017

A Deco (Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado) prendeu, nessa quinta-feira (19), um trio de estelionatários. O grupo é responsável por uma série de golpes em Campo Grande. Com documentos falsos, os suspeitos se passavam por aposentados, faziam empréstimos em bancos e comércios e fugiam com o dinheiro. Segundo a delegada titular da especializada, a prisão aconteceu no centro, principal área de atuação do trio. Usando documentos falsos em nome de aposentados, P.L.P., L.E.P.P. e L.S., realizavam empréstimos em banco e comércios da cidade. “Para esse tipo de golpe, eles precisam, além dos documentos falsos, de uma pessoa com as características do aposentado. A L.S. fazia esse papel na quadrilha. Ou seja, eles falsificavam os documentos, colocavam a foto dela e ela se apresentava como o aposentado”, explicou a delegada. L. e P. davam apoio ao golpe e ainda usavam veículos – produtos de estelionato – para cometer o crime. O grupo tinha acesso a dados de aposentados, inclusive os que recebiam pensão por morte. Como o grupo recebia os dados das vítimas ainda é investigado pela Deco. Na casa dos autores, os investigadores apreenderam vários documentos falsos, em nome de pessoas diferentes.

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Fonte: Campo Grande News

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Vítima cai em golpe da “ligação premiada”, em Limeira

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16/10/2017

Um homem de 22 anos, ficou no prejuízo ao cair no golpe da “ligação premiada”, aplicado por estelionatários. A vítima relatou que recebeu a ligação e uma pessoa que se passou por atendente da operadora, informou que ele havia recebido um prêmio do valor de R$ 10 mil. A mesma pessoa, solicitou a numeração do cartão de crédito da vítima, bem como o código de segurança marcado no verso do cartão. Os números, além do RG e CPF, foram informados. Mais tarde, o aplicativo instalado no celular da vítima, informou que uma compra no valor de R$ 114 havia sido realizada. Ao perceber que caiu em um golpe, a vítima entrou em contato com a agência bancária e bloqueou o cartão para evitar novos prejuízos. A Polícia Civil também foi informada. Um boletim de ocorrência por estelionato foi elaborado.

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Fonte: Rápido no Ar

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