Estelionatário condenado por golpes na Capital é preso

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15/06/2018

Na tarde desta quinta-feira (14), a Polícia Judiciária Civil (PJC), por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores (DERRFVA), prendeu um estelionatário que agia em diversos golpes na região metropolitana em Cuiabá (MT). Durante abordagem a um veículo VW/Gol, cor branca, semi-novo, os policiais civis identificaram que o condutor, de 62 anos, apresentava mandado de prisão em aberto, expedido pela Vara de Execuções Penais da Capital. Em checagem ao mandado observou-se que se tratava de prisão-pena, decorrente de condenação por vários crimes de estelionatos em continuidade delitiva (artigo 171 c.c. 71, ambos do Código Penal).

Desde 2016, o suspeito era procurado para dar continuidade ao processo de execução penal, sem sucesso. Diante da não apresentação do apenado, nem sua localização, foi decretada sua prisão, cujo mandado foi devidamente cumprido pela Polícia Civil.

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Fonte: MidiaNews

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Mulher cai no golpe do bilhete premiado

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15/06/2018

No início da tarde desta quinta-feira (14), uma mulher foi vítima de golpistas no bairro da Nova Rússia, em Ponta Grossa (PR). O crime foi registrado por volta de 12h20 na rua Dom Pedro II e ninguém foi preso, segundo informou a Polícia Militar. A vítima foi abordada por dois homens que passaram “uma boa conversa”, dizendo estar com um bilhete premiado. A mulher espontaneamente entregou dinheiro e um aparelho celular em troca do bilhete. Assim que percebeu que se tratava de um golpe, a vítima acionou a polícia, mas os autores não foram encontrados. O caso de estelionato será investigado pela Polícia Civil.

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Fonte: CGN

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Polícia desmantela quadrilha que aplicava golpe em sites de vendas

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14/06/2018

O golpe se dava da seguinte forma: os bandidos burlavam o sistema de segurança dos sites e falsificavam os comprovantes de pagamento na hora de efetuar a compra de um produto, então as vítimas enviavam a mercadoria pelos Correios e só depois descobriam que o pagamento não havia sido feito. Para evitar uma investigação e o rastreamento das compras, os estelionatários davam endereços de pensionatos onde alugavam quartos. Por isso, o delegado explicou que os crimes não eram cometidos em Curitiba (PR). Após o recebimento da mercadoria, os suspeitos vendiam os produtos a um preço abaixo do valor de mercado.

O delegado-adjunto da Delegacia de Estelionato contou que a polícia conseguiu identificar vítimas no Paraná, São Paulo, Goiás, Pernambuco e Sergipe. Os presos vão responder por estelionato, associação criminosa e falsificação de documentos. Somadas as penas podem chegar a 12 anos de detenção.

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Fonte: CBN

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Suspeitos de Estelionato São Presos com CNH Falsa em Catanduva

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11/06/2018

Dois homens, um de 26 e outro de 25 anos, suspeitos de estelionato, foram presos com uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa em Catanduva (SP). Conforme informações do boletim de ocorrência, a dupla teria realizado compras em pelo menos quatro estabelecimentos comerciais da cidade. O pagamento seria feito com cartões de crédito de vítimas que, de acordo com a polícia, eram induzidas pelos estelionatários a entregarem os cartões, pensando que eles estavam clonados e que seriam recolhidos por funcionários do banco. Depois de uma ligação feita pelos suspeitos diretamente de São Paulo, as vítimas eram convencidas de que o cartão estaria clonado, sendo orientados, pelos supostos estelionatários sobre o bloqueio. As vítimas ligavam para o Serviço de Atendimento ao Cliente da operadora dos cartões, mas os estelionatários continuavam na linha e deixavam, conforme aponta a investigação, a ligação presa.

“Enquanto elas ligavam para o SAC, na verdade voltavam a conversar com o mesmo interlocutor. Os autuados estavam hospedados em hotel, onde foram apreendidos objetos que vieram do comércio de Catanduva, além de dinheiro sacado do caixa eletrônico com o cartão da vítima”, informa o boletim de ocorrência. No total, os produtos tinham valor estimado em R$ 20 mil. Foi apreendida com a dupla uma CNH que apresentava dados de outra pessoa com a foto de um dos estelionatários. A dupla foi encaminhada ao Plantão Policial, onde foi decretada a prisão em flagrante. De lá, eles foram levados a Cadeia de Catanduva, onde estão à disposição da Justiça.

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Fonte: O Regional

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Suspeitos de fraude em rede social ‘ostentavam’ em viagens com dinheiro de vítimas, diz polícia

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08/05/2018

Materiais eletrônicos dos suspeitos foram recolhidos pela Polícia Civil, que encontrou imagens da 'ostentação'.

A polícia prendeu o sétimo suspeito, de 19 anos, de ser integrante de uma quadrilha de estelionatários de Macapá, que usavam uma rede social para vender artigos de luxos a preços baixos e enganar clientes, sem fazer a entrega dos produtos. Ele, que seria um dos chefes do esquema, estava foragido e se entregou à polícia no domingo (06). Segundo a Polícia Civil, o grupo fez vítimas em 16 estados pelo Brasil. Outro homem apontado como chefe da quadrilha segue foragido. O delegado responsável pela investigação, da 10ª Delegacia de Polícia, detalhou que a dupla viajava para lugares caros pelo país, usando o dinheiro adquirido de maneira ilegal. “Olhando os celulares que apreendemos, tinham fotos deles gozando viagens em Florianópolis, em Jurerê Internacional, sempre rodeados de muito luxo, ostentação mesmo, com bebidas, passeios de lancha. Tudo com dinheiro obtido com a fraude. Eles não exibiam isso, tinham vida modesta, mas faziam eventualmente esses passeios e frequentavam restaurantes e bares de luxo em Macapá”, contou o delegado.

No dia 03 de maio, a Polícia Civil deflagrou uma operação contra crimes cibernéticos, onde prendeu quatro homens e duas mulheres. Eles teriam “emprestado” contas bancárias para receberem os valores pagos pelas vítimas. Os “operadores” ficavam com 10% de cada suposta venda e repassava o restante para os dois chefes da quadrilha. “Ele confessou todo o envolvimento nessa trama criminosa, disse que criou a conta e descobriu essa forma de obter ganho fácil. Ele foi buscando pessoas que aceitavam receber o dinheiro na conta. E ele disse que pagava 10% para a pessoa receber e passar o dinheiro para os dois líderes do esquema. Ele nos mostrou aqui na delegacia como praticava as fraudes, usando imagens da internet, criando sempre uma situação de credibilidade da conta, mercadorias sendo enviadas e ‘clientes’ com comentários positivos”, descreveu o delegado. O jovem suspeito entregou o telefone que ele usava para gerenciar a conta. A polícia encaminhou o aparelho para a Polícia Técnico-Científica (Politec) para passar por perícia, e a conta foi desativada. Preso, o articulador foi encaminhado para o Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), onde já estão os outros 6 presos. Com essa prisão, a Polícia Civil concluiu o inquérito, que será entregue em breve ao Ministério Público Estadual (MP), que em seguida deve ofertar denúncia ao Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap).

Casal junta R$ 14 mil para dar entrada em imóvel e denuncia que corretor ficou com dinheiro

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07/05/2018

A busca pela casa própria acabou trazendo dor de cabeça para uma mulher, que prefere não se identificar por motivos de segurança. Ela afirma que juntou o valor de R$ 14 mil com o marido, para enfim dar entrada no processo de aquisição de um imóvel. Entretanto, o suposto corretor responsável pela operação de compra teria se apossado da quantia e sequer dado entrada na compra do apartamento. O caso foi denunciado na 2ª Delegacia Territorial (DT/Liberdade). A vítima conta que conseguiu o contato do suposto corretor em um site de compra e venda coletiva. Ela diz que ligou para ele, que confirmou ser corretor, e iniciou o processo de negociação para a compra do imóvel. Ela detalha que entrou em contato com o suposto dono da casa, que teria dito de forma informal que tinha autorizado que o corretor estivesse à frente das negociações. “Ele [o corretor] entrou em contato com a gente dizendo que tinha algumas taxas para pagar. A gente procurou se informar se existiam taxas para compra de casa. Pessoas que trabalham como corretor diziam que existiam. Aí, a gente começou a fazer os depósitos, a gente acreditando que existia”. Para garantir o financiamento junto ao banco, a mulher diz que foi entregue ao corretor o valor de R$ 14 mil, que foram juntados com sufoco no período de cinco anos. O golpe acabou sendo descoberto quando a vítima foi ao banco saber como estava o processo de compra e descobriu que o corretor não tinha dado entrada nas negociações. “Lá [no banco], um dos funcionários informou pra gente que o próprio corretor havia dito que o casal que ia fazer a compra da casa não tinha dinheiro. Que era para a agência aguardar um pouco, porque o casal não tinha dinheiro, quando na verdade ele estava com todo o valor em mãos”, disse a mulher. Sem dinheiro e sem documentação, a compra da casa acabou não dando certo. Entretanto, o corretor denunciado ainda continua divulgando os trabalhos, por meio de cartazes espalhados pela cidade. Ele acabou sendo identificado. No site do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Bahia (Creci-BA), não foi possível conferir a certidão de regularidade dele. De acordo com o Creci, o motivo é que o registro do corretor está cancelado desde janeiro de 2016, por causa de irregularidades. “É difícil. Eu tenho agora dois filhos, não moro ainda na minha casa. A gente suou muito para conseguir essa quantia e o que mais me dói é saber que ele continua trabalhando, continua enganando outras pessoas”, desabafa a vítima. O delegado que investiga o caso, disse que tem algumas hipóteses para o crime que estão sendo apuradas.

Falso advogado é preso acusado de aplicar golpes em clientes em Porto Velho

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07/05/2018

Foi preso na manhã desta segunda-feira (07) por policiais civis do Serviço de Investigação e Captura (Sevic) do 1º DP de Porto Velho, um estelionatário que estava foragido. A prisão aconteceu em um hotel localizado no Bairro Embratel. Ele é acusado de enganar várias pessoas se passando por advogado. Segundo a polícia, durante as investigações para tentar capturar o criminoso, os policiais conseguiram localizar o hotel onde o falso advogado estava escondido. No momento da prisão o homem estava dormindo. Ainda de acordo com a polícia, o sujeito agia na cidade se passando por advogado prometendo ajudar as vítimas em causas judiciais e sempre pedia dinheiro antecipado. No hotel onde o criminoso estava hospedado, ele proibiu que fossem passadas informações sobre ele para qualquer pessoa, alegando estar sendo perseguido pela ex-esposa. A polícia continua as investigações para identificar outras possíveis vítimas que possam ter caído no golpe do criminoso. Umas delas disse aos policiais que deu R$ 1.500 para o falso advogado ajudá-la em uma causa judicial, mas o serviço não foi feito e ela registrou um boletim de ocorrência contra ele. Os policiais constataram que o homem não possuía a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ele foi encaminhado para a delegacia e ficou a disposição do delegado.

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Fonte: Rondoniagora

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