Suspeitos de fraude em rede social ‘ostentavam’ em viagens com dinheiro de vítimas, diz polícia

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08/05/2018

Materiais eletrônicos dos suspeitos foram recolhidos pela Polícia Civil, que encontrou imagens da 'ostentação'.

A polícia prendeu o sétimo suspeito, de 19 anos, de ser integrante de uma quadrilha de estelionatários de Macapá, que usavam uma rede social para vender artigos de luxos a preços baixos e enganar clientes, sem fazer a entrega dos produtos. Ele, que seria um dos chefes do esquema, estava foragido e se entregou à polícia no domingo (06). Segundo a Polícia Civil, o grupo fez vítimas em 16 estados pelo Brasil. Outro homem apontado como chefe da quadrilha segue foragido. O delegado responsável pela investigação, da 10ª Delegacia de Polícia, detalhou que a dupla viajava para lugares caros pelo país, usando o dinheiro adquirido de maneira ilegal. “Olhando os celulares que apreendemos, tinham fotos deles gozando viagens em Florianópolis, em Jurerê Internacional, sempre rodeados de muito luxo, ostentação mesmo, com bebidas, passeios de lancha. Tudo com dinheiro obtido com a fraude. Eles não exibiam isso, tinham vida modesta, mas faziam eventualmente esses passeios e frequentavam restaurantes e bares de luxo em Macapá”, contou o delegado.

No dia 03 de maio, a Polícia Civil deflagrou uma operação contra crimes cibernéticos, onde prendeu quatro homens e duas mulheres. Eles teriam “emprestado” contas bancárias para receberem os valores pagos pelas vítimas. Os “operadores” ficavam com 10% de cada suposta venda e repassava o restante para os dois chefes da quadrilha. “Ele confessou todo o envolvimento nessa trama criminosa, disse que criou a conta e descobriu essa forma de obter ganho fácil. Ele foi buscando pessoas que aceitavam receber o dinheiro na conta. E ele disse que pagava 10% para a pessoa receber e passar o dinheiro para os dois líderes do esquema. Ele nos mostrou aqui na delegacia como praticava as fraudes, usando imagens da internet, criando sempre uma situação de credibilidade da conta, mercadorias sendo enviadas e ‘clientes’ com comentários positivos”, descreveu o delegado. O jovem suspeito entregou o telefone que ele usava para gerenciar a conta. A polícia encaminhou o aparelho para a Polícia Técnico-Científica (Politec) para passar por perícia, e a conta foi desativada. Preso, o articulador foi encaminhado para o Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), onde já estão os outros 6 presos. Com essa prisão, a Polícia Civil concluiu o inquérito, que será entregue em breve ao Ministério Público Estadual (MP), que em seguida deve ofertar denúncia ao Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap).

Casal junta R$ 14 mil para dar entrada em imóvel e denuncia que corretor ficou com dinheiro

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07/05/2018

A busca pela casa própria acabou trazendo dor de cabeça para uma mulher, que prefere não se identificar por motivos de segurança. Ela afirma que juntou o valor de R$ 14 mil com o marido, para enfim dar entrada no processo de aquisição de um imóvel. Entretanto, o suposto corretor responsável pela operação de compra teria se apossado da quantia e sequer dado entrada na compra do apartamento. O caso foi denunciado na 2ª Delegacia Territorial (DT/Liberdade). A vítima conta que conseguiu o contato do suposto corretor em um site de compra e venda coletiva. Ela diz que ligou para ele, que confirmou ser corretor, e iniciou o processo de negociação para a compra do imóvel. Ela detalha que entrou em contato com o suposto dono da casa, que teria dito de forma informal que tinha autorizado que o corretor estivesse à frente das negociações. “Ele [o corretor] entrou em contato com a gente dizendo que tinha algumas taxas para pagar. A gente procurou se informar se existiam taxas para compra de casa. Pessoas que trabalham como corretor diziam que existiam. Aí, a gente começou a fazer os depósitos, a gente acreditando que existia”. Para garantir o financiamento junto ao banco, a mulher diz que foi entregue ao corretor o valor de R$ 14 mil, que foram juntados com sufoco no período de cinco anos. O golpe acabou sendo descoberto quando a vítima foi ao banco saber como estava o processo de compra e descobriu que o corretor não tinha dado entrada nas negociações. “Lá [no banco], um dos funcionários informou pra gente que o próprio corretor havia dito que o casal que ia fazer a compra da casa não tinha dinheiro. Que era para a agência aguardar um pouco, porque o casal não tinha dinheiro, quando na verdade ele estava com todo o valor em mãos”, disse a mulher. Sem dinheiro e sem documentação, a compra da casa acabou não dando certo. Entretanto, o corretor denunciado ainda continua divulgando os trabalhos, por meio de cartazes espalhados pela cidade. Ele acabou sendo identificado. No site do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Bahia (Creci-BA), não foi possível conferir a certidão de regularidade dele. De acordo com o Creci, o motivo é que o registro do corretor está cancelado desde janeiro de 2016, por causa de irregularidades. “É difícil. Eu tenho agora dois filhos, não moro ainda na minha casa. A gente suou muito para conseguir essa quantia e o que mais me dói é saber que ele continua trabalhando, continua enganando outras pessoas”, desabafa a vítima. O delegado que investiga o caso, disse que tem algumas hipóteses para o crime que estão sendo apuradas.

Falso advogado é preso acusado de aplicar golpes em clientes em Porto Velho

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07/05/2018

Foi preso na manhã desta segunda-feira (07) por policiais civis do Serviço de Investigação e Captura (Sevic) do 1º DP de Porto Velho, um estelionatário que estava foragido. A prisão aconteceu em um hotel localizado no Bairro Embratel. Ele é acusado de enganar várias pessoas se passando por advogado. Segundo a polícia, durante as investigações para tentar capturar o criminoso, os policiais conseguiram localizar o hotel onde o falso advogado estava escondido. No momento da prisão o homem estava dormindo. Ainda de acordo com a polícia, o sujeito agia na cidade se passando por advogado prometendo ajudar as vítimas em causas judiciais e sempre pedia dinheiro antecipado. No hotel onde o criminoso estava hospedado, ele proibiu que fossem passadas informações sobre ele para qualquer pessoa, alegando estar sendo perseguido pela ex-esposa. A polícia continua as investigações para identificar outras possíveis vítimas que possam ter caído no golpe do criminoso. Umas delas disse aos policiais que deu R$ 1.500 para o falso advogado ajudá-la em uma causa judicial, mas o serviço não foi feito e ela registrou um boletim de ocorrência contra ele. Os policiais constataram que o homem não possuía a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ele foi encaminhado para a delegacia e ficou a disposição do delegado.

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Fonte: Rondoniagora

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Homem é preso suspeito de estelionato e extorsão em Teotônio Vilela, AL

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18/04/2018

Nesta quarta-feira (18), em Alagoas, um homem suspeito de estelionato e extorsão foi preso pela Polícia Civil. Ele aplicava golpes em pessoas que possuíam dívidas de financiamento habitacional no município de Teotônio Vilela. A prisão do suspeito, de 43 anos, aconteceu na terça-feira (17), após um mandado de prisão. Segundo o delegado do 79ª Distrito Policial (DP) do município, o sujeito se apresentava como “Servo de Deus”, conquistava a confiança dos devedores e emprestava dinheiro para que eles quitassem a dívida. “Todavia, depois disso, ele exigia que o devedor passasse o imóvel para o nome dele, como forma de pagar o dinheiro emprestado”, explicou o delegado. O suspeito fazia com que as vítimas conseguissem comprar a casa pelo menor valor possível, no Sistema de Venda Direta ao Possuidor, e depois ele a vendia para terceiros e o morador anterior tinha que sair da casa. A polícia afirma que quando algumas das vítimas se negavam a sair das casas, o estelionatário passava a agir de forma violenta, dando tiros nas portas das casas para intimidá-las. O número de vítimas que caíram no golpe não foi informado.

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Fonte: G1

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Trio é detido por estelionato após aplicar golpes em idosa em Água Comprida

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13/04/2018

Nesta quinta-feira (12), três pessoas suspeitas de estelionato foram detidas. Conforme a Polícia Militar (PM), elas aplicaram dois golpes em uma idosa, de 77 anos, moradora de Água Comprida. A idosa contou aos militares que, em 2016, recebeu em casa dois homens e uma mulher, que se apresentaram como vendedores de colchões. Ela foi convencia pelo trio a comprar um conjunto de colchão box casal por R$ 4 mil. Na ocasião, os suspeitos a levaram de Água Comprida para Uberaba, onde a vítima fez um empréstimo para pagar o objeto, mas segundo ela, sem o consentimento. Dias depois, o grupo entregou o produto e, após uma semana, retornou à casa da idosa alegando que a empresa se enganou no valor da venda e que estava no prejuízo. Por isso, pegaram de volta o conjunto box e disseram que o substituiriam por um melhor e que devolveriam a ela certa quantia em dinheiro. Na última terça-feira (10), eles retornaram à casa da idosa e, desta vez, alegram que a vítima teria uma indenização para receber devido a demora da restituição do material levado e que, para que este processo fosse feito, teria que acompanhá-los até uma agência bancária para efetuar o saque do dinheiro. A neta da idosa, de 21 anos, que estava na casa junto com a avó, acompanhou o trio para ajudar a buscar a suposta indenização. Eles foram até uma agência, onde viram que a vítima tinha uma conta com de R$ 7.240. Então, os supostos vendedores conseguiram sacar R$ 4 mil e ainda tentaram fazer o pagamento de um boleto no valor R$ 3 mil com o restante do dinheiro da idosa. Neste momento, a neta da vítima questionou aos suspeitos se a avó não iria receber o dinheiro. Ela começou a discutir com os estelionatários e se recusou a voltar para Água Comprida com eles. A jovem foi deixada em Uberaba junto com a avó e o trio disse que iria voltar nesta sexta-feira (13) para receber os R$ 3 mil restantes e que levariam um brinde às vítimas. Na quarta-feira (11), a neta e a avó procuraram orientações na agência bancária em Água Comprida e foram informadas pelo gerente que, no dia 6 de abril, foi realizado um empréstimo pessoal na conta da idosa no valor de R$ 7.240. As duas não sabiam do que se tratava e não tinham autorizado o empréstimo. Foi aí que perceberam que a idosa tinha sido vítima de estelionato. Na tarde de quinta, elas receberam uma ligação na qual os supostos vendedores alegaram que estavam voltando para Água Comprida para finalizarem a negociação com a idosa. Sabendo do golpe, as vítimas chamaram a PM. Ao chegarem ao local, os militares viram o carro do trio, que foi abordado. Foram identificados como suspeitos de estelionato uma idosa de 63 anos e um homem, de 42. Questionados sobre o que haviam feito, eles deram respostas desconexas. Na frente dos militares, o homem ligou para um terceiro suspeito e contou que eles tinham sido pegos. Durante o registro da ocorrência, as vítimas receberam uma ligação do outro envolvido, que perguntou se a transação tinha dado certo e se eles iriam a Uberaba para sacar o dinheiro. Mais tarde, a PM recebeu uma denúncia de que ele estava em Água Comprida, caminhando com uma pasta nas mãos. A PM foi até o endereço indicado e abordou o suspeito, que foi identificado como um homem de 47 anos. Questionado, ele confirmou o relato das vítimas. O trio foi detido e conduzido a Delegacia de Plantão da Polícia Civil em Uberaba. O carro usado pelo grupo foi apreendido e encaminhado ao pátio credenciado pelo Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG). Os dois colchões box dos autores foram deixados com a neta da idosa. Ainda segundo a PM, durante pesquisa no sistema, foram constatadas várias ocorrências de estelionato envolvendo os três suspeitos.

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Fonte: G1

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Professora e idoso são vitimas de golpe em Matão, SP, e perdem R$ 10 mil

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29/03/2018

Na quarta-feira (28), uma professora 57 anos e um idoso de 63 foram vítimas de um golpe de estelionato dentro de uma agência de banco em Matão (SP). Três homens foram filmados pelas câmeras de segurança realizando a ação. Eles levaram cerca de R$ 10 mil. De acordo com a Polícia Militar, a professora acionou a central de atendimentos e relatou que teria sacado R$ 400 de sua conta pelo caixa eletrônico. Ao verificar pelo aplicativo, ela notou que R$ 1,5 mil haviam sido retirados também. Em seguida, um aposentado também sofreu o golpe. Ele usava um caixa eletrônico para pagar um boleto e colocou o dedo para leitura digital. A vítima foi abordada por um homem que realizava um procedimento naquele caixa. O estelionatário aproveitou para transferir R$ 8 mil para outra conta. A Polícia Civil irá analisar as filmagens e investigará o caso.

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Fonte: G1

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Operação procura 10 suspeitos de trocar cartões bancários das vítimas como ‘passe de mágica’

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27/03/2018

Foi realizada na manhã desta terça-feira (27), uma operação da Polícia Civil para prender dez suspeitos de integrar uma quadrilha de estelionatários que agia, prioritariamente, nas cidades de Recife e Olinda e outros municípios da Região Metropolitana. A Operação Passe de Mágica se refere ao modo de atuação dos estelionatários. Muitas das vítimas utilizaram a mesma expressão para  se referir à maneira como tiveram seus cartões bancários substituídos sem perceberem.  A ação da quadrilha consiste em trocar os cartões das vítimas, entregando cartões de terceiros durante operações financeiras em agências bancárias. O caso está sendo investigado pela delegada adjunta da Delegacia de Polícia de Repressão ao Estelionato, do Depatri. Os alvos da operação são suspeitos da prática dos crimes de estelionato e associação criminosa. A operação trabalha para cumprir 10 mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela Juiza da 18ª Vara Criminal da Comarca de Recife. Um total de 60 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães participam da operação, supervisionada diretamente pela Chefia de Polícia e coordenada pela DIRESP. Durante as investigações, iniciadas há quatro meses, foi preso em flagrante o paraense S.L.S.L. Com ele foram apreendidos diversos cartões pertencentes às vítimas.

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Fonte: Diário de Pernambuco

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