Estelionatário é preso no DF por falsificar documentos para fraudar INSS e receber R$ 8 mil por mês

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14/12/2017

Documentos forjados pelo estelionatário; há cartões de crédito, RGs, certidões e carteiras de trabalho (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu em Samambaia um estelionatário que aplicava golpes no INSS. F.I. recebia, de forma irregular, pelo menos nove benefícios da Previdência – simulando ser idoso de baixa renda a fim de ter acesso ao dinheiro pago pelo governo. Juntando tudo, embolsava R$ 8.433 por mês. Conforme o delegado da 26ª DP, ele carregava diversos documentos falsos, como 7 certidões de nascimento, 15 carteiras de identidade, cartões de CPF e do Bolsa Família. A polícia chegou até ele porque iria cumprir um mandado de prisão por tráfico. Mesmo não encontrando o alvo, a equipe foi revistar o endereço e achou os documentos. Aos policiais, ele disse ter comprado o material falso em São Paulo. O homem foi autuado por falsificação de documento público, particular e da carteira de trabalho (crime previsto pela CLT). “Ele foi preso em casa. Não sabemos se ele tem passagem ou não porque tudo dele é do Piauí. Ele estava nesse novo endereço só há oito dias”, declarou o delegado. A próxima etapa das investigações vai apurar se os documentos são de pessoas que não existem ou se usa a identidade de indivíduos reais. Como falsificação de benefício do INSS é um crime federal, os detalhes devem ser remetidos à Polícia Federal.

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Fonte: G1

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Golpe do cheque falso lesa brasileiros na Flórida

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14/12/2017

Golpe do cheque falso é comum em todo os EUA

Um pintor goiano, morador de Deerfield Beach, está amargando um prejuízo de mais de $3 mil dólares em sua conta bancária por ter caído, há menos de um mês, em um golpe muito comum em todos os Estados Unidos. O golpe do cheque falso, no qual o estelionatário (de várias nacionalidades) do outro lado da linha – interessado em algum tipo de serviço prestado pela vítima – envia um cheque muito parecido com um cheque legítimo com um valor bem alto. Assim que o destinatário recebe o cheque, o golpista pede que a pessoa deposite o cheque em um ATM – para que o caixa não levante suspeitas – e pede que a pessoa envie uma certa quantia para uma conta determinada, que seria do estelionatário. Para brasileiros recém-chegados é bem complicado entender a lógica do sistema bancário americano. Nos EUA, quando você deposita um cheque em sua conta com uma quantia alta, o banco normalmente ‘adianta’ uma certa quantia para, então, compensar o valor e efetivar a transação no dia útil seguinte. Se o cheque depositado for falso ou não tiver fundos, o banco pega o dinheiro que ele havia adiantado de volta, devolve o cheque e ainda aplica uma multa de $35 como punição. No caso do pintor goiano, ele tem uma pequena companhia de pintura e conhece o sistema americano, já que vive nos EUA há 18 anos, mas foi convencido pelo ‘cliente’.  “Eu recebi um telefonema de uma pessoa falando muito mal inglês, não era brasileiro nem americano. A partir daí começamos a conversar por mensagem no celular. Ele me pediu o orçamento para pintar uma casa que existia, eu fui até o local, vi que tinha uma placa de venda e a casa estava lá. Ele acertou todo o serviço comigo por mensagem e me convenceu a aceitar um pagamento adiantado. Eu depositei o cheque numa sexta-feira no ATM, o cheque estava ‘limpo’ no dia seguinte e acabei depositando para ele os $3 mil que ele falou que seria para pagar um encanador”, explica. O problema é que na segunda-feira, quando o pintor foi conferir sua conta, o cheque além de não ter sido compensado, o rombo em sua conta era de $3,7 mil, já que ele havia sacado $3 mil para mandar para o golpista. “Eu sei que errei em acreditar, mas tudo parecia muito correto. Quero que essa reportagem sirva de alerta para outros brasileiros”, disse. Ele fez uma ocorrência policial e está tentando ser ressarcido do prejuízo pelo banco.

Dicas para não cair nesse golpe

  • Não aceite cheques com valor maior que o combinado para ter que devolver o dinheiro ao destinatário. Isso não existe.
  • Não troque cheques ‘inesperados’ por dinheiro vivo. Mesmo que o banco troque o cheque na hora, a instituição vai verificar que o documento é falso e você pode ter sérios problemas com a polícia.
  •  Não use ATM para depositar cheques de estranhos e vindos de locais que você não conhece. Deposite na boca do caixa.
  • Assim que receber o cheque por algum serviço prestado, ligue para a instituição para verificar que o destinatário existe.
  • Estelionatários são insistentes e ficam no seu pé até você depositar o cheque. Fique atento.

Foi vítima do golpe? Denuncie nos seguintes sites:

  • American Bankers Association Education Foundation, Fake Check Scams
  • FTC Consumer Alert, The Secrets of Mystery Shopping Revealed
  • Internet Crime Complaint Center, Work-at-Home Scams
  • National Consumers League, FakeChecks.org

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Fonte: Achei USA

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Estelionatário de grupo paulista que interceptava contas bancárias é preso em AL

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15/12/2017

Nesta quinta-feira (14), um acusado de estelionato e que faz parte de um grupo paulista especializado em interceptar contas bancárias e realizar transferências de valores foi preso pela Polícia Civil (PC) no bairro da Ponta Verde, parte baixa de Maceió. Segundo as investigações, F.M., de 29 anos, faz parte de um grupo criminoso e, segundo informações policiais, o alagoano era responsável pelos saques bancários. A quadrilha escolhia uma conta bancária e transferia valores para outra conta, da qual o homem efetuava os saques. Ele rateava o montante e repassava parte do dinheiro para o grupo sediado em São Paulo. A ação policial do GIDG faz parte da operação nacional PC-27, que ocorre em diversas unidades federativas.

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Fonte: Cada Minuto

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Polícia investiga estelionatários que fraudam o seguro de pescadores no ES

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13/12/2017

Uma fraude no seguro que garante renda para pescadores durante o período em que a pesca fica proibida no Espírito Santo é investigada pela Polícia Federal. Nesta quarta-feira (13), foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em Conceição da Barra, no litoral Norte do Espírito Santo, e ninguém foi preso. De acordo com as investigações da Operação Anzol, falsos pescadores estariam recebendo o benefício. A investigação começou depois que a PF recebeu uma denúncia. Os investigados, se comprovada a fraude, vão responder pelo crime de estelionato contra união e a pena pode chegar a seis anos de prisão. “O Seguro-desemprego do Pescador Artesanal nada mais é do que uma contrapartida do Governo Federal que, ao proibir a atividade pesqueira durante determinada época do ano, concede temporariamente uma remuneração aos pescadores profissionais artesanais impedidos de exercer tal atividade”, diz a nota da Polícia Federal.

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Fonte: G1

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Grupo que realizava fraudes contra aposentados é alvo de operação da PF no RS

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29/11/2017

Na manhã desta quarta-feira (29), um grupo especializado em crimes de estelionato contra aposentados foi alvo da segunda fase da Operação Multifaces, da Polícia Federal (PF), em quatro municípios da Região Metropolitana do Estado. Os crimes foram praticados em ao menos 11 cidades gaúchas e em uma catarinense. O prejuízo estimado até o momento é de aproximadamente R$ 200 mil. Cerca de 40 policiais federais cumprem oito mandados de busca e apreensão, três de prisão e oito de condução coercitiva nos municípios de Alvorada, Cachoeirinha, Canoas e Sapucaia do Sul. As investigações, conduzidas desde março pela Polícia Federal em Passo Fundo, identificaram que o grupo utilizava acessos indevidos a sistemas oficiais para  obter informações pessoais e financeiras das vítimas. Depois, com esses dados, falsificava documentos e abria contas em instituições bancárias. A partir desse ponto, os estelionatários contratavam empréstimos, planos de telefonia, sacavam valores de benefícios previdenciários, faziam compras no comércio, entre outras fraudes. Além de utilizar os dados pessoais dos aposentados em benefício próprio, os criminosos também forneciam documentos falsos, como carteiras Nacional de Habilitação (CNH) e de Identidade (RG) para outras quadrilhas e para foragidos da Justiça. Para completar a lista de fraudes, o grupo também falsificava e vendia certificados escolares e atestados médicos. A PF também apura a atuação de dois advogados da organização criminosa que teriam apresentado comprovante de residência falso à Justiça Federal com o objetivo de amparar o pedido de liberdade provisória de um preso. Os investigados responderão pelos crimes de de organização criminosa, invasão de dispositivo de informática, falsidade de documentos públicos e privados e estelionatos.

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Fonte: Gaúcha ZH

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Casal de estelionatários é preso após aplicar golpe em mulher

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23/11/2017

Um homem, de 65 anos e uma mulher, de 20,  foram detidos na noite de quarta-feira (22) em uma vila de apartamentos no bairro Conceição, zona Sul de Porto Velho, pelo crime de estelionato. Segundo informações que constam no boletim de ocorrência registrado na Central de Flagrantes, o suspeito teria alugado uma casa nos fundos da residência de uma mulher no bairro Três Marias. Com frequência, o idoso perguntava se a vítima queria vender a casa. Ele oferecia o valor de R$ 120.000 – o pagamento seria efetuado assim que o suspeito vendesse lotes de terra na cidade de Buritis. A vítima, acreditando que o suspeito fosse, de fato, comprar a casa, deixou ele morando na residência alugada sem cobrar nada. Nesta quarta-feira, o homem deu o valor de R$ 20 e falou para ela ir ao cartório assinar os documentos. A vítima foi ao cartório, porém o idoso não apareceu e ainda a enganou afirmando por diversas vezes que estava chegando. Mas na verdade, enquanto a vítima se encontrava no cartório, ele furtou todos  os móveis da casa da mulher. Ao chegar em casa, ela encontrou a porta arrombada e sem os objetos. De imediato foi ao DP registrar boletim de ocorrência. Horas depois, recebeu uma informação onde poderiam estar os suspeitos com seus pertences. Ela ligou para a polícia que se deslocou para a zona Sul, onde puderam encontrar o casal e os objetos furtados. Questionados, eles alegaram que a mulher havia dado os móveis, fato que foi desmentido pela vítima. Diante dos fatos, a dupla recebeu voz de prisão e foi levada para a delegacia para as providências cabíveis.

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Fonte: Rondoniaovivo

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Polícia indicia 37 pessoas por criar empresas de fachada e aplicar golpes no comércio

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27/10/2017

Nesta sexta-feira (27), a Delegacia de Roubo de Cargas do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) indiciou 37 pessoas suspeitas de criar 50 empresas de fachada no Rio Grande do Sul e de aplicar golpes no comércio de todo o Brasil. O inquérito será entregue na próxima segunda-feira (30) à Justiça e aponta crimes de estelionato, uso de documentos falsos e organização criminosa especializada em crimes mercantis. O indiciamento ocorreu pouco mais de um mês após a realização de uma operação policial em 11 cidades gaúchas, quando 21 estelionatários foram presos. Todos foram liberados pela Justiça 10 dias depois da ação. São empresários, funcionários de empresas, laranjas e três contadores. Segundo o delegado responsável pela investigação, os suspeitos se dividiram em dois núcleos, um na Região Metropolitana de Porto Alegre e outro no Litoral Norte, para aplicar golpes em várias empresas de todo Brasil. O prejuízo, em apenas 11 delas, passa de R$ 3 milhões.

— Uma mulher paranaense era a principal articuladora do esquema em Porto Alegre. Inclusive, já foi presa pela Polícia Federal em investigações semelhantes a nossa em São Paulo, Santa Catarina e aqui mesmo no Rio Grande do Sul. Ela foi intimada para depor no Deic. No entanto, não compareceu — afirma Rocha.

Golpe

Os criminosos criavam empresas de fachada em nome de laranjas. O esquema contava até com um integrante responsável por ir à Junta Comercial do Estado para alterar o contrato social de empresas “inativas”. As chamadas “araras”, empresas de distribuição de produtos diversos, funcionavam para compras com fornecedores e para empréstimos bancários. As primeiras compras ou empréstimos eram pagos normalmente para ganhar credibilidade. Depois disso, os golpistas faziam compras a prazo e solicitavam financiamentos milionários. Por fim, fechavam as “araras” e desapareciam. Outras empresas eram abertas ou até mesmo, alguns anos depois, as mesmas firmas fechadas eram reabertas com outros sócios e com outra razão social.

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Fonte: Gaúcha ZH

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