Suspeita de estelionato é presa em operação das polícias Civil e Militar em Renascença

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18/07/2019

Nesta quinta-feira (18), uma mulher suspeita de estelionato foi presa em uma operação conjunta das polícias Civil e Militar em Renascença (PR). Ela é investigada também por lavagem de dinheiro. Segundo as investigações da Operação Luxus,  os supostos golpes aplicados por ela durante três anos causaram prejuízos de cerca de R$ 3 milhões às vítimas. Segundo o delegado responsável, no caso dos golpes envolvendo viagens, a suspeita oferecia a própria conta bancária para o pagamento dos pacotes – geralmente pagos por meio de boletos bancários ou cartões – em troca de descontos, o que acabava atraindo as vítimas.

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Fonte: G1

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Vítima de falsa policial civil relata golpe: ‘Ninguém tinha razão para desconfiar dela’

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17/07/2019

Nesta segunda-feira (15), uma mulher foi presa por se passar por uma policial civil. A suspeita disse a uma de suas vítimas que havia recuperado a moto roubada dele e prendido o criminoso. Era tudo mentira. A mulher ainda forjou um boletim de ocorrência e levou para que a vítima pudesse assinar. O documento, segundo a suspeita, permitiria que ela retirasse a moto do depósito. A mulher foi descoberta depois que a vítima e seus colegas desconfiaram de que ela seria uma estelionatária. Ela contraiu uma dívida com pelo menos cinco pessoas, superior a R$ 1.400.

Os policiais viram, na segunda-feira (15), que o registro de ocorrência que ela apresentou era falso e que a jovem também estava com um documento falso da Polícia Civil. Ela foi indiciada por uso de documento falso.

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Fonte: O Dia

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Estelionatária é presa em flagrante tentando dar golpe em banco

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15/07/2019

A Justiça decretou, neste domingo (14), prisão preventiva à estelionatária identificada como V.S.S.. Ela foi presa em flagrante, tentando aplicar um golpe em uma agência bancária no Centro do Rio (RJ) na última sexta-feira (13). De acordo com a polícia, no momento em que foi presa, a mulher debochou dos policiais alegando que seria liberada pela Justiça, o que não aconteceu.

O delegado, titular da 17ª DP de São Cristóvão, relatou que o crime foi descoberto por meio de denúncia de que uma quadrilha de estelionatários estaria prestes a roubar a agência e o objetivo da ação criminosa era desabilitar os cartões extraviados e sacar o dinheiro.

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Fonte: Super Rádio Tupi

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Suspeita de estelionato é presa na BA após usar dados de pensionistas de SP e fazer empréstimos

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09/07/2019

Nesta terça-feira (9), uma mulher de 58 anos foi presa suspeita de cometer crime de estelionato após sair de uma agência bancária no bairro do Imbuí, em Salvador (BA), depois de sacar R$ 4,8 mil de um empréstimo fraudulento. De acordo com as informações da Polícia Civil, a suspeita realizou mais de 20 empréstimos nos últimos dois anos. A mulher usava dados das vítimas, pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em São Paulo, e realizava a fraude na capital baiana.

Ainda segundo a polícia, a mulher já havia sido presa em São Paulo e Santa Catarina por estelionato. A polícia apreendeu vários documentos falsos e formulários para solicitação de empréstimos, além do dinheiro. A Polícia Civil informou que a suspeita foi autuada em flagrante por estelionato e está à disposição da Justiça na delegacia da Barra.

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Fonte: G1

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Mulher é investigada por golpe do falso emprego; polícia identificou cerca de 300 vítimas no DF

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03/07/2019

Uma estelionatária fez cerca de 300 vítimas de um golpe ao “garantir” vagas de emprego em troca de dinheiro no Distrito Federal (DF). Ela cobrava até R$ 2,5 mil pela suposta contratação em duas empresas prestadoras de serviços gerais. Segundo as vítimas, ela atendia dentro da Administração Regional de Ceilândia. A unidade, porém, afirma que não há funcionários empregados com o nome da estelionatária.

Ainda de acordo com as vítimas,a mulher fazia a primeira abordagem pelas redes sociais e presencialmente mostrava o crachá de uma das empresas para passar credibilidade.

 

 

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Fonte: G1

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Falsa Oficial Farmacêutica ENGANA a administração pública e permanece por mais de 7 anos como tenente

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25/06/2018

O Conselho Especial de Justiça (CPJ) da Auditoria de Bagé (RS), condenou por unanimidade uma ex-tenente da Marinha do Brasil que durante cerca de oito anos exerceu ilegalmente a profissão de farmacêutica. A ex-militar utilizou um diploma falso para participar de processo seletivo e, consequentemente, ingressar nas Forças Armadas. O crime, segundo consta na denúncia feita pelo Ministério Público Militar (MPM), aconteceu entre os anos de 2007 e 2015, período em que a ex-militar recebeu remuneração pelo exercício ilegal da profissão. A quantia indevida ultrapassou R$ 950 mil.

A acusada servia no 5º Distrito Naval, mais especificamente na Divisão de Laboratório e Farmácia, seção que desenvolve funções ligadas diretamente à área de saúde. A fraude foi descoberta após uma inspeção realizada na unidade militar pelo Conselho Regional de Farmácia do Rio Grande do Sul (CRF/RS), no ano de 2014. Após consultar a numeração de registro da suposta profissional, constatou-se que a mesma não estava cadastrada junto ao conselho de classe. No âmbito das investigações conduzidas e apresentadas pelo MPM, constatou-se que não só a acusada não possuía registro junto ao Conselho Regional de Farmácia (CRF) como também o diploma que apresentou para participar de seleção era falso.

“Assim, conclui-se que a denunciada artificiosamente induziu a administração militar em erro com o fim de obter vantagem ilícita ao viabilizar seu ingresso na Marinha, onde serviu por mais de oito anos como farmacêutica, qualificação que ficou totalmente demonstrada que não possui”, concluiu o MPM na denúncia.

A ex-militar foi condenada pelos crimes de estelionato, artigo 251 do Código Penal Militar (CPM) e supressão de documento (artigo 316 do mesmo Código), neste último por ter ocultado documento que retardou as investigações a respeito de seu registro profissional junto ao CRF/RS. No decorrer da ação, foi processada medida cautelar de sequestro de bens móveis e imóveis em nome da acusada, a fim de garantir o ressarcimento ao erário do máximo possível do prejuízo causado.

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Fonte: Revista Sociedade Militar

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