Empresas de fachada movimentaram R$ 60 milhões, apura Gaeco durante operação

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25/09/2017

Deflagrada na manhã desta segunda-feira (25), a terceira fase da Operação Etileno apurou que somas próximas a R$ 60 milhões eram movimentadas por empresas fictícias. A ação teve como alvo diversas pessoas, inclusive um policial militar que já havia sido preso na primeira fase da operação em janeiro. Com a investigação, foi constatada a existência de uma organização criminosa que, conforme informações do MP-MS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul) utilizava da prática de lavagem de dinheiro. Os valores eram provenientes de crimes como estelionato, tráfico de drogas, crimes fiscais, entre outros. As movimentações financeiras, que totalizam quase R$ 60 milhões, eram realizadas por empresas de fachada, criadas em nome de pessoas sem condições econômicas condizentes. A terceira fase da Operação Etileno teve como alvos empresários, contadores, profissionais liberais e um policial militar que já havia sido preso na primeira fase da operação deflagrada em janeiro do presente ano. Sete investigados tiveram a prisão preventiva decretada nesta fase da operação. O pedido das prisões foi feito com base nas investigações pelo Gaeco-MS (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso do Sul). Foi realizada busca e apreensão em 9 localidades de Campo Grande e São Paulo- SP, onde foram apreendidos documentos, alta soma em dinheiro, armas ilegais e máquinas para contagem de dinheiro. A Corregedoria da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul acompanhou a prisão do policial militar envolvido. As buscas realizadas na capital paulista foram desenvolvidas pelo Gaeco e pelo Ministério Público paulista, onde foram apreendidos cerca de R$ 160 mil em dinheiro.

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Fonte: Midiamax

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Operação prende suspeitos de estelionato que atuavam com cerca de 50 empresas de fachada

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19/09/2017

Foi desarticulada na manhã desta terça-feira (19), pela Polícia Civil, uma organização criminosa responsável por um esquema que envolveu cerca de 50 empresas de fachada, criadas para aplicar golpes no comércio. A partir dessas empresas, o grupo fazia compras que futuramente não eram pagas. Ao todo, 18 pessoas foram presas na operação, que tinha o objetivo de cumprir 53 ordens judiciais, sendo 34 mandados de prisão, cinco de condução coercitiva (quando a pessoa é levada para depor) e outras 14 de busca e apreensão. Entre os presos estão três principais lideranças da organização. Mais de 250 policiais participaram da operação, que ocorreu em 11 cidades do Rio Grande do Sul. A polícia chegou até o grupo durante investigações de roubo de carga. O esquema é conhecido como fraude mercantil. Um delegado explica como o grupo atuava: “Eles faziam a abertura de uma empresa e passavam a fazer pequenas compras à vista, para ganhar a confiança do fornecedor. No momento que essa confiança era mantida, eles faziam uma grande compra a prazo. A empresa confiando, vendia a mercadoria, eles não pagavam e aqueles produtos eles repassavam para outra empresa.” Os golpistas realizavam compras por meio de empresas de fachada, que logo depois eram fechadas. Os débitos não eram quitados, e os vendedores não conseguiam mais localizar os estelionatários, sofrendo prejuízos. No grupo, um homem atuava indo até a Junta Comercial para alteração de contratos sociais das empresas que não estavam sendo utilizadas para realizar compras no comércio. A estimativa é que o grupo tenha movimentado cerca de R$ 2 milhões em cargas roubadas, entre produtos alimentícios, utensílios domésticos, material de construção, entre outros.

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Fonte: G1

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Operação desarticula esquema de fraude fiscal envolvendo 13 empresas falsas na PB

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11/07/2017

Na manhã desta terça-feira (11), em João Pessoa e Bayeux, a polícia desarticulou um esquema que era operado por 13 falsas empresas que se utilizavam de ‘laranjas’ para ocultar irregularidades e fraudar a fiscalização. No início da manhã, a polícia confirmou a prisão de um homem na Cidade Universitária. Após ser detido, ele foi levado para o escritório da família dele, no bairro de Jaguaribe, onde os policiais fizeram a busca e apreensão de objetos que possam ajudar nas investigações. Conforme o Ministério Público, o suspeito tinha seis carros e a atividade profissional que ele exercia não seria compatível com o patrimônio que possuía. A ação da Polícia Civil, o Ministério Público da Paraíba e a Receita Estadual pretende desarticular um esquema de sonegação fiscal no estado, que já movimentou cerca de R$ 30 milhões em notas fiscais fraudulentas de 2011 até este ano, causando um prejuízo de mais de R$ 8 milhões aos cofres públicos. Ao todo, estão sendo cumpridos nove mandados de prisão preventiva e 13 de busca e apreensão nas duas cidades. A operação é uma ação conjunta da Delegacia de Crimes contra a Ordem Tributária com a Promotoria de Justiça de Crimes contra a Ordem Tributária e a Receita Estadual. Segundo a Secretaria de Estado da Receita, participam da operação 55 agentes da Polícia Civil, 15 delegados, um promotor de Justiça e 16 auditores fiscais. As investigações começaram há um ano e quatro meses. Ainda de acordo com a Receita, os mandados de prisão estão sendo cumpridos nas casas dos suspeitos na capital paraibana e em Bayeux. Já os exclusivos de busca e apreensão são realizados nos escritórios dos alvos e um escritório de contabilidade no Centro da capital. Os investigados vão responder por crimes contra a ordem tributária, falsificação de documento e uso de documentos falsos. Somadas, as penas para esses delitos podem chegar a 22 anos de prisão.

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Fonte: G1

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Suspeito de estelionato é preso em Aracaju

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27/03/2017

Suspeito de cometer crime de estelionato em Aracaju, um homem foi preso no último sábado (25). De acordo com a polícia, ele abriu uma empresa de eventos e alugou imóveis, entre eles um casarão na Zona Sul da capital e contratou 24 pessoas. Os funcionários informaram que inicialmente não era possível perceber que se tratava de um golpe. E o que eles sabiam é que a empresa era uma produtora de eventos e que iria criar um programa de TV na área do entretenimento. Ainda de acordo com eles, todos os recrutados eram obrigados a pagar uma taxa de R$ 148. O falso empresário dizia que era para um treinamento e depois assinaria a carteira de trabalho de todos. O crime só foi descoberto depois que um dos funcionários desconfiou do golpe quando verificou o CNPJ da empresa de eventos, que segundo ele estava no nome de um laranja. Um grupo de funcionários prendeu o suspeito e o entregou à polícia. O suspeito já praticou o crime de estelionato em São Paulo e na Bahia. Neste domingo (26) ele foi encaminhado para audiência de custódia e de acordo com o Tribunal de Justiça, o juiz revogou a prisão em flagrante por constatar que a prisão não obedeceu os requisitos do código de processos penais.

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Fonte: G1

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Fraude em licitações federais causou prejuízo de R$ 25 milhões, diz PF

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21/03/2017

De acordo com informações da Polícia Federal (PF), o esquema fraudulento que burlava licitações federais no sistema de pregão eletrônico federal (ComprasNet) causou prejuízo de pelo menos R$ 25 milhões aos cofres públicos. Dois empresários foram presos nesta terça-feira (21) em Campo Grande durante a operação Licitante Fantasma e sete armas de fogo foram apreendidas durante cumprimento dos mandados de busca e apreensão. Os presos são suspeitos de comandar o esquema que venceu 380 pregões entre 2011 e 2014 simulando falsa concorrência. O delegado da PF e diretor regional de combate ao crime organizado, disse que o esquema foi denunciado por um empresário que recusou convite para participar da fraude. “Esse empresário conseguiu vencer a licitação sem participar do esquema e foi procurado por uma das empresas fraudulentas, que ofereceu que ele saísse da licitação para que uma das empresas do esquema ganhasse e eles dividissem o valor superfaturado”, explicou.

Táticas

Conforme o delegado, o grupo tinha três modalidades de fraude. Na primeira, duas empresas do grupo faziam propostas muito altas, próximas do valor inicial da licitação, e iam concorrendo com empresas sérias que não faziam parte do esquema. Quando eles percebiam que não ganhariam a concorrência, outra empresas fraudulentas, participantes do certame, faziam uma proposta muito baixa, quase sem lucro, para afastar as empresas sérias que acabavam desistindo da licitação por conta da oferta muito baixa da empresa fraudadora. Na etapa seguinte, a empresa fraudadora vencedora não entregava os documentos, saindo da disputa, assim como a outra empresa que tinha proposto o valor alto. Quem assumia a licitação era a empresa do esquema que havia feito a proposta mais alta. “O objetivo era fraudar a concorrência e vencer a licitação com preço muito mais próximo do que o oferecido”, explicou o delegado.

Senhas

A investigação ainda apurou que, em algumas situações, os lances eram feitos quase que simultaneamente por uma mesma pessoa do grupo, através de senhas de cada uma das empresas participantes do esquema. A partir disso, a Controladoria-Geral da União (CGU) vai buscar medidas para aperfeiçoar o sistema de pregão eletrônico federal (ComprasNet) e reforçar a segurança para evitar fraudes desse tipo.

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Fonte: G1

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Empresa de Limeira dá golpe de R$ 2 milhões em clientes; dizem vítimas

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01/02/2017

Um golpe, de pelo menos 2,5 milhões, foi dado por uma empresa de terraplanagem de Limeira (SP) em diversos clientes. As vítimas procuraram a Polícia Civil da cidade para denunciar o crime. O local onde o estabelecimento funcionava está fechado e o nome da companhia também foi apagado da fachada do prédio. A empresa de fachada se instalou na cidade em dezembro e começou a trabalhar com  reciclagem de piso, depois mudou o ramo de negócio. Nos últimos dias 30 e 31 de janeiro, tudo foi retirado do local. E.B.  foi uma das vítimas do golpe. Ele vendeu mais de R$ 20 mil em madeiras e disse que só começou a desconfiar de que havia algo errado quando foi cobrar o recebimento das compras. “O boleto não foi pago. Com o nosso e os das demais vítimas, calculamos um prejuízo de R$ 2 milhões”, disse. O vendedor B.G. trabalha para uma empresa que vendeu mais de R$ 10 mil em paletes. Segundo o funcionário, todo processo de consulta do estabelecimento foi feito. “Chegamos a conhecer a equipe, mas mesmo assim, o golpe ocorreu”, lamentou. Com o atraso, o vendedor foi acompanhado do advogado da empresa para tentar receber do estabelecimento de terraplanagem. “Recebemos a informação de que o local tinha sido fechado, nos dirigimos até lá e percebemos que há dezenas de pessoas lesadas, redes grandes, e nós fomos um deles”, disse outra vítima.

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Fonte: G1

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PF desarticula quadrilha em BH que fraudou banco em R$ 22 milhões

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18/10/2016

Nesta terça-feira (18), foi deflagrada em Minas Gerais, pela Polícia Federal, a Operação Água Limpa para desarticular uma quadrilha que aplicava golpes na obtenção de empréstimos e financiamentos imobiliários com uma instituição financeira. O total de créditos obtidos pelo meio fraudulento supera R$ 22 milhões. Policiais federais cumpriram nesta manhã, em Belo Horizonte, três mandados judiciais de prisão preventiva, cinco de prisão temporária, uma de condução coercitiva e cinco de busca e apreensão, além de bloqueios de contas bancárias e sequestro de bens imóveis.

Empresa de fachada

Os estelionatários investigados na Operação Água Limpa celebravam contratos de empréstimos em nome de empresas de fachada, com sócios fictícios. Conforme a Polícia Federal, os investigados apresentavam certidões dos imóveis oferecidos em garantia com averbações falsificadas. Três gerentes da instituição financeira estão sendo investigados, além da participação de um Cartório extrajudicial, nos quais foram reconhecidas as firmas de pessoas físicas inexistentes. Os envolvidos foram indiciados pelos crimes de associação criminosa, estelionato, alienação fraudulenta de coisa própria, falsificação do selo ou sinal público, falsificação de documento público, falso reconhecimento de firma, uso de documento falso, inserção de dados falsos em sistemas, corrupção passiva e ativa, gestão fraudulenta, gestão temerária, fraude na obtenção de financiamento e lavagem de dinheiro. A pena para esses crimes somados é de 100 anos.

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Fonte: EM

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