Dupla é presa no Rio suspeita de aplicar golpes em policiais

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09/08/2019

Na sexta-feira (9), duas pessoas foram presas  suspeitas de aplicar golpes em policiais em delegacias e batalhões da Polícia Militar do Rio de Janeiro. A dupla foi preso na 12ª DP (Copacabana) enquanto oferecia vantagens aos agentes com empréstimos consignados. “A audácia deles é tremenda. Eles agem fazendo de vítimas servidores públicos que estão acostumados a desconfiar, que conhecem golpes. Mas esse é um golpe muito novo, que até eles [os servidores] estão sendo vítimas”, explicou a delegada responsável. O golpe funciona da seguinte forma: os suspeitos se apresentavam como funcionários de uma empresa de investimentos e incentivavam os policiais a pegarem empréstimos. Com os valores, também convenciam os servidores a aplicar dinheiro com eles. Os suspeitos garantiam que, com eles, o lucro seria maior que os juros pagos. Mas é mentira. “E a vítima fica com 10% do valor do empréstimo. E a empresa lesada fica com 90%. Na verdade, começam a pagar um, dois, três, no máximo seis meses e depois desaparecem. Fecham as portas. As pessoas desaparecem, os telefones são bloqueados. muda tudo. E a empresa recomeça aplicando golpe em novas vitimas”, detalhou a delegada. Cadernos de anotações com nomes de possíveis vítimas foram apreendidos com a dupla. “Nós temos nomes de diversos servidores, com a denominação de seus batalhões, com seus nomes, matrículas, identidades… E alguns até forneceram senhas para que a empresa possa pesquisar sua margem consignável”, acrescentou a agente.

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Fonte: G1

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Polícia Civil investiga possível estelionato milionário em Jacareí

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03/07/2019

Segundo os boletins de ocorrência, as vítimas relatam que integravam um grupo de investimentos que tinha contrato com uma empresa sediada no Vila Branca (SP). Pelo acordo, os investidores repassavam dinheiro para a empresa, que garantia ter uma parceria com uma fábrica de roupas de São Paulo (SP). A empresa ficava com o compromisso de repassar o valor acrescido de porcentagem sobre o lucro dos vestuários comercializados pela fabricante. A suspeita de golpe ocorreu na sexta-feira (28), após a responsável pela empresa ter informado o grupo que a suposta fábrica de roupas teria sido fechada. Ela garantiu que estudava uma forma de repassar os valores aos investidores, mas, desde então, deixou de atender aos contatos das vítimas e não foi localizada em sua residência.

De acordo com a Polícia Civil de Jacareí, este possível estelionato já teve o registro de ao menos 39 pessoas no 1º Distrito Policial. O golpe, que teria sido praticado por uma empresa de investimentos, pode acarretar prejuízo milionário aos envolvidos. Em alguns dos boletins, as vítimas afirmam que chegaram a receber a restituição do valor e repasse dos lucros, mas que não saberiam informar a comprovação de existência da fábrica. Na terça-feira (2), foram 27 relatos registrados, e, na quarta-feira (3), até às 11h30, mais 12.

Em relato feito, um representante do grupo chegou a informar ter investido mais de R$ 1 milhão no negócio. Em outros casos, há informações sobre repasse de mais de R$ 200 mil, além de quantias de R$ 161 mil, R$ 100 mil e R$ 63 mil.

A responsável pela empresa não foi localizada. O caso segue sob investigação.

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Fonte: O Vale

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Procuradoria denuncia 20 por rombo de R$ 200 milhões no seguro-desemprego

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05/06/2019

As investigações da operação Mendacium II, que cumpriu mandados de prisão preventiva contra dez denunciados, apontam que, entre 2015 e 2019, o grupo criminoso sacou indevidamente mais de 13 mil parcelas de seguro-desemprego, por meio da falsificação de documentos e da criação de ao menos 408 empresas de fachada em diversos estados. Além de pedir a condenação dos envolvidos por estelionato e formação de organização criminosa, a Procuradoria requer o pagamento de indenização à União no valor de R$ 205,5 milhões. As informações foram divulgadas pela Assessoria de Comunicação da Procuradoria em São Paulo. As fraudes foram descobertas depois que uma ocorrência isolada de estelionato em fevereiro de 2015 foi comunicada à Polícia Federal em Presidente Prudente (SP). Ao investigar o caso, os agentes identificaram uma extensa rede criminosa que utilizava centenas de empresas de fachada para inserir vínculos empregatícios e atos demissionais falsos nos sistemas da Previdência Social e do Ministério do Trabalho. Segundo a Procuradoria, ‘isso permitiu aos estelionatários receber ilegalmente milhares de parcelas de seguro-desemprego’.

A organização era formada por mais de 20 integrantes, 17 dos quais citados nesta denúncia do Ministério Público Federal, dois já denunciados no ano passado e alguns ainda não identificados. O grupo era dividido em três escalões, cada um com funções específicas. O núcleo diretivo, integrado pelos dois líderes da organização, era responsável por coordenar as atividades e gerir o dinheiro obtido com a prática ilícita. O núcleo administrativo, composto por cinco dos acusados, cuidava da parte burocrática. Cabia a eles a falsificação dos documentos necessários para a requisição dos valores, como RGs, CPFs, carteiras de trabalho, holerites, termos de rescisão e comprovantes de depósito de FGTS, todos em nome de pessoas físicas e jurídicas fictícias. Era esse escalão que também transmitia as informações falsas aos órgãos responsáveis pela concessão do seguro-desemprego. Os ‘kits’ de documentos forjados eram então entregues aos integrantes do núcleo operacional, os quais, de posse dos vínculos empregatícios e atos demissionais simulados, ‘se apresentavam pessoalmente às instituições públicas para requerer o benefício indevido’.

Também cabia a esse escalão abrir as contas bancárias onde os valores seriam depositados. Entre os 20 agora denunciados pelo Ministério Público Federal, 12 faziam parte desse nível hierárquico. “Eram eles que forneciam os rostos que seriam utilizados na documentação falsificada, o que permitia que comparecessem perante às autoridades competentes sem levantar suspeitas”, assinala a denúncia. Tanto os pedidos de seguro-desemprego quanto a abertura de contas eram feitos em locais, dias e horários distintos, de modo a evitar que os estelionatários fossem reconhecidos pelos atendentes como pessoas que já haviam se apresentado se passando por outras em ocasiões anteriores. “Essa forma de agir explica por que a organização criminosa apresentou requerimentos fraudulentos, de forma pulverizada, em praticamente todos os estados, à exceção de Amapá e Roraima”, destaca a Procuradoria. Os danos causados aos cofres públicos só não foram maiores porque as investigações permitiram bloquear mais de R$ 10,5 milhões em parcelas de seguro-desemprego que já estavam autorizadas para pagamento a empregados simulados pela organização criminosa.

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Fonte: Metrópoles

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PF investiga organização criminosa responsável por fraudes bancárias em TO

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23/01/2019

A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (22) as Operações Spurius II e III, para desarticular organização criminosa especializada em fraudes bancárias pela internet. Aproximadamente 40 policiais federais cumprem sete mandados judiciais de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, expedidos pela 4ª Vara Federal de Palmas nos estados de Tocantins e Goiás. Foi determinado o bloqueio de bens e valores dos envolvidos, pessoas físicas e jurídicas. A investigação teve início com a comunicação de fraude ocorrida em bancos de Paraíso/TO e Relatório de Fraudes Bancárias, fatos investigados em inquéritos policiais instaurados para apurar a ocorrência dos delitos. O grupo criminoso atuava fraudando a emissão e pagamento de boletos bancários, bem como realizando fraudes bancárias pela internet e lavagem de dinheiro por meio de contas e empresas de fachada. Tais empresas eram criadas com documentação falsa para movimentar os recursos obtidos ilicitamente. Ainda não se apurou o montante dos prejuízos gerados pelas fraudes, que será mensurado após a análise do material apreendido. A investigação apurou o cometimento dos crimes de organização criminosa, estelionato, falsificação de documento público, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.

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Fonte: Ponta Porã Informa

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PF deflagra operação para combater fraudes no comércio de veículos

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17/01/2019

Nesta quinta-feira (17), a Polícia Federal começou a realizar uma operação para combater fraudes no comércio de veículos. A ação é desenvolvida em Goiás e no Distrito Federal. Conforme a PF, um grupo é investido suspeito de de ocultar patrimônio, registrando bens em nome de laranjas, lavando dinheiro por meio da venda de usados. A Operação intitulada Cosplay  foi deflagrada ainda na madrugada desta quinta-feira. Cerca de 120 policias cumprem 31 mandados de busca e apreensão em Águas Lindas de Goiás, Valparaíso de Goiás, Brasília, e em regiões administrativas da capital federal, como Brazlândia, Ceilândia, Guará, Paranoá, Recanto das Emas, Riacho Fundo I, Samambaia, Sobradinho e Taguatinga. Além dos mandados de busca e apreensão, foram cumpridas duas medidas cautelares de sequestros de veículos e bloqueio administrativo junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Segundo a Polícia Federal, durante as investigações houve a quebra do sigilo bancário e fiscal dos investigados e, foi constatado que as movimentações bancárias eram realizadas em nome de laranjas que, ainda de acordo com a corporação cediam seus nomes mediante pagamento, para que fossem utilizados em atividades empresariais fraudulentas. O principal suspeito foi detido em 2017 suspeito de receptação de uma carga de 72 aparelhos de televisão roubados. De acordo com a PF, ficou evidente que ele estaria envolvido com o uso de nomes de laranjas para movimentar contas bancárias destes terceiros e, ao mesmo tempo, gerir empresas de fachada. A PF informou também que os envolvidos podem responder pelos crimes de falsidade ideológica e de lavagem dinheiro. Se condenados, podem chegar a até 10 anos presos.

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Fonte: DM

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PF deflagra Operação que desarticula fraude em benefício do INSS

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06/12/2018

Foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (06) pela Polícia Federal, a Operação Crotalus, que desarticula uma organização criminosa que fraudava cofres públicos por meio de fraudes em benefícios do INSS. As fraudes chegam a mais de R$ 2 milhões. São cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Curitiba, São José dos Pinhais, Cascavel e Marechal Cândido Rondon, todas no Paraná, e em Bombinhas, em Santa Catarina. Há também um mandado de prisão em nome de um dos investigadores, porém, a corporação explicou que este pedido está relacionado a outra investigação em crime de moeda falsa. A investigação teve início em 2017 por causa de uma suspeita de recebimento indevido de um benefício previdenciário de pensão por morte de esposa. Só que a apuração da PF mostrou que nem o viúvo quanto a suposta mulher morta existiam. Com isso, foi possível constatar a existência de um sofisticado sistema de criação de pessoas fictícias, criação de pessoas jurídicas em nome de pessoas fictícias, falsificação de documentos públicos diversos, aberturas de contas bancárias, aquisição de financiamento de veículo em nome de pessoas fictícias, entre outras práticas criminosas.

Ao todo, foram quatro benefícios indevidos recebidos, por volta de 2008 e 2009, com total aproximado de R$ 2 milhões até agora. Os valores fraudados eram os do limite do INSS, R$ 5.645,00. Também foram identificadas diversas empresas de fachada criadas e mantidas pelos integrantes da organização para movimentar os valores obtidos através das fraudes em face do INSS. Com a deflagração da operação, foram suspensos benefícios obtidos mediante fraude, o bloqueio de ativos de seis pessoas físicas relacionadas direta ou indiretamente aos crimes, restrição de transferência de veículos, bloqueio dos ativos de aproximadamente 20 pessoas físicas fictícias e empresas de fachada, assim como a indisponibilidade de quaisquer outros bens e valores sob guarda, depósito ou administração de instituições financeiras no Brasil.

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Fonte: Correio Braziliense

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Polícia faz alerta sobre golpe do falso empréstimo consignado

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21/10/2018

A Polícia Civil emitiu um alerta sobre o golpe do falso empréstimo consignado. A prática é reincidente no estado e tem por finalidade lesar, principalmente, servidores públicos. Segundo um delegado, a estratégia dos golpistas consiste na veiculação de anúncios de concessão de empréstimos utilizando empresas reais como “fachada”. Em casos recentes investigados pela polícia, os criminosos tomaram emprestado o nome de uma empresa de empréstimos, que é sediada em Belo Horizonte, para trazer a impressão de fidedignidade ao negócio. No entanto, os terminais telefônicos informados nos anúncios não são dessa empresa, e serão atendidos pelos estelionatários, que passarão a impressão de serem empregados da instituição financeira. A vítima, no intuito de obter um empréstimo consignado de forma rápida, paga as taxas de mercado sem hesitar, e é este o lucro indevido que os golpistas visam.

O delegado disse ainda que se outras pessoas tiverem sido vítimas do golpe que compareçam até à sede da 1ª Delegacia de Palmas, para que a ocorrência seja devidamente registrada e as investigações sejam realizadas a fim de que os responsáveis pelo crime sejam devidamente responsabilizados conforme determina a lei. “Já estamos com procedimentos abertos no sentido de apurar a prática desse tipo de golpe e, nesse sentido, pedimos a colaboração da população para que nos ajude com denúncias que possam levar a identificação dos indivíduos responsáveis por tais atos”, ressaltou.

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Fonte: Sou Mais Notícias

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