PF deflagra Operação que desarticula fraude em benefício do INSS

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06/12/2018

Foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (06) pela Polícia Federal, a Operação Crotalus, que desarticula uma organização criminosa que fraudava cofres públicos por meio de fraudes em benefícios do INSS. As fraudes chegam a mais de R$ 2 milhões. São cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Curitiba, São José dos Pinhais, Cascavel e Marechal Cândido Rondon, todas no Paraná, e em Bombinhas, em Santa Catarina. Há também um mandado de prisão em nome de um dos investigadores, porém, a corporação explicou que este pedido está relacionado a outra investigação em crime de moeda falsa. A investigação teve início em 2017 por causa de uma suspeita de recebimento indevido de um benefício previdenciário de pensão por morte de esposa. Só que a apuração da PF mostrou que nem o viúvo quanto a suposta mulher morta existiam. Com isso, foi possível constatar a existência de um sofisticado sistema de criação de pessoas fictícias, criação de pessoas jurídicas em nome de pessoas fictícias, falsificação de documentos públicos diversos, aberturas de contas bancárias, aquisição de financiamento de veículo em nome de pessoas fictícias, entre outras práticas criminosas.

Ao todo, foram quatro benefícios indevidos recebidos, por volta de 2008 e 2009, com total aproximado de R$ 2 milhões até agora. Os valores fraudados eram os do limite do INSS, R$ 5.645,00. Também foram identificadas diversas empresas de fachada criadas e mantidas pelos integrantes da organização para movimentar os valores obtidos através das fraudes em face do INSS. Com a deflagração da operação, foram suspensos benefícios obtidos mediante fraude, o bloqueio de ativos de seis pessoas físicas relacionadas direta ou indiretamente aos crimes, restrição de transferência de veículos, bloqueio dos ativos de aproximadamente 20 pessoas físicas fictícias e empresas de fachada, assim como a indisponibilidade de quaisquer outros bens e valores sob guarda, depósito ou administração de instituições financeiras no Brasil.

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Fonte: Correio Braziliense

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Polícia faz alerta sobre golpe do falso empréstimo consignado

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21/10/2018

A Polícia Civil emitiu um alerta sobre o golpe do falso empréstimo consignado. A prática é reincidente no estado e tem por finalidade lesar, principalmente, servidores públicos. Segundo um delegado, a estratégia dos golpistas consiste na veiculação de anúncios de concessão de empréstimos utilizando empresas reais como “fachada”. Em casos recentes investigados pela polícia, os criminosos tomaram emprestado o nome de uma empresa de empréstimos, que é sediada em Belo Horizonte, para trazer a impressão de fidedignidade ao negócio. No entanto, os terminais telefônicos informados nos anúncios não são dessa empresa, e serão atendidos pelos estelionatários, que passarão a impressão de serem empregados da instituição financeira. A vítima, no intuito de obter um empréstimo consignado de forma rápida, paga as taxas de mercado sem hesitar, e é este o lucro indevido que os golpistas visam.

O delegado disse ainda que se outras pessoas tiverem sido vítimas do golpe que compareçam até à sede da 1ª Delegacia de Palmas, para que a ocorrência seja devidamente registrada e as investigações sejam realizadas a fim de que os responsáveis pelo crime sejam devidamente responsabilizados conforme determina a lei. “Já estamos com procedimentos abertos no sentido de apurar a prática desse tipo de golpe e, nesse sentido, pedimos a colaboração da população para que nos ajude com denúncias que possam levar a identificação dos indivíduos responsáveis por tais atos”, ressaltou.

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Fonte: Sou Mais Notícias

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PF faz ação contra fraudes em fundos de previdências municipais

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12/04/2018

Foi deflagrada nesta quinta-feira (12), pela Polícia Federal, uma operação para apurar fraudes envolvendo a aplicação de recursos de institutos de previdência municipais. As investigações apontam que empresas de fachada emitiam títulos de dívidas, que geram um direito de crédito ao investidor, chamado debêntures. O valor dessa medida pode ultrapassar R$ 1,3 bilhão. Policiais Federais e auditores-fiscais da Receita Federal cumprem 60 mandados de busca e apreensão e 20 mandados de prisão temporária expedidos pela 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, Santa Catarina e Goiás, além de São Paulo. Somente no Paraná são quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Palmeira, São Mateus do Sul, Colombo e Pinhais, mas não há mandado de prisão. Segundo a PF, foram identificados 28 institutos de previdência municipais que investiram em fundos que, por sua vez, direta ou indiretamente, adquiriram os papéis sem lastro. “Há o envolvimento de uma empresa de consultoria contratada pelos institutos e elementos que apontam para corrupção de servidores”, informou a PF, em nota. Estão sendo investigados, até o momento, 13 fundos de investimento. No 2º semestre de 2016 foi constatada a existência de R$ 827 milhões de reais em apenas oito destes fundos, dinheiro que, deveria ser destinado ao pagamento de aposentadorias dos servidores municipais. A ação Encilhamento conta com o apoio da Secretaria de Previdência (SPREV) e faz parte da segunda fase da Operação Papel Fantasma. Os investigados responderão, na medida de suas participações, por crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, fraude à licitação, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro. As penas podem variar entre dois e 12 anos de prisão.

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Fonte: Destak

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Pai e filha são suspeitos de manter 10 empresas de fachada para aplicar golpes

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28/03/2018

Foi presa nessa terça-feira (27) K.C.S.Martins, suspeita de manter junto com o pai mais de 10 empresas de fachada para aplicar diversos golpes na cidade de Parnaíba, litoral do Piauí. Conforme o delegado responsável, o pai é C.W.Martins e está foragido. Apenas uma das vítimas teve um prejuízo de mais de R$ 100 mil. “Eles atuavam havia alguns anos na cidade e o pai está foragido exatamente porque muita gente começou a desconfiar das ações dele e ele teve que fugir. Ele e a filha mantinham várias empresas de fachada para conseguir empréstimos em bancos, financiamentos e para oferecer serviços que nunca entregavam”, explicou o delegado. De acordo com ele, três vítimas fizeram denúncias que já viraram inquéritos na Delegacia de Crimes contra o Patrimônio (Depatri). Um dos denunciantes teve um prejuízo de mais de R$ 100 mil. “A outra é uma professora que fez um empréstimo de R$ 30 mil, pagou tudo a eles para comprar um terreno e fazer uma casa e nunca recebeu. A vida dela foi destruída, está em depressão por conta desse golpe”, contou. Dentre os serviços supostamente oferecidos por pai e filha, estavam a construção de imóveis, corretagem de terrenos e vendas de produtos diversos. O delegado contou que junto com a prisão, feita por meio de mandado, foram cumpridas ainda buscas e apreensões em imóveis da família. “Encontramos um cofre, que ainda não conseguimos abrir para saber o que tem dentro e diversos cheques e cartões. O total do arrecadado por eles ainda vamos levantar. Eles viviam uma vida de alto padrão e um carro também foi apreendido, porque pode ser fruto dos golpes”, declarou. As investigações podem revelar ainda a participação de outros membros da família. Ele informou que ao ser presa, a mulher se disse surpresa e não saber o motivo da ação da polícia. Ela e o pai são suspeitos de estelionato e lavagem de dinheiro. As prisões aconteceram por meio da Depatri com apoio da Delegacia Regional de Parnaíba.

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Fonte: G1

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PF desarticula esquema de hackers responsável por fraudes bancárias na internet

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21/03/2018

Nesta quarta-feira (21), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Código Reverso, com o objetivo de desarticular um esquema especializado em fraudes bancárias pela internet. As investigações abrangem os estados do Tocantins, de São Paulo, Goiás e Pernambuco. A estimativa é de que, ao burlarem mecanismos de seguranças dos bancos, o grupo criminoso tenha causado, nos últimos nove meses, prejuízo de cerca de R$ 10 milhões. Por meio de nota, a PF informou que o grupo é constituído de hackers suspeitos de ter conexões até com criminosos cibernéticos do Leste Europeu. Por meio de programas maliciosos, os hackers (pessoas que têm grande conhecimento de informática) acessavam remotamente os computadores das vítimas, com o propósito de fazer transações bancárias eletrônicas fraudulentas como pagamentos, transferências e compras via internet. Mais de 100 policiais federais estão cumprindo 43 mandados judiciais expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal em Palmas, capital do Tocantins. Há sete mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária, 11 de intimação e 24 de busca e apreensão. Além disso, foi determinada a indisponibilidade de bens móveis e imóveis de investigados, bem como o bloqueio de contas bancárias, inclusive de moedas virtuais como a bitcoin. A PF informou que os integrantes da organização têm “alto padrão de vida” e fazem uso de empresas de fachada “para movimentar e ocultar os valores obtidos por meio das atividades criminosas”. Entre os suspeitos de participação na fraude que estão sendo intimados a prestar esclarecimentos, há empresários que procuravam os criminosos “com a finalidade de obter vantagem competitiva no mercado e prejudicar a livre concorrência”. Esses empresários teriam recebido descontos de cerca de 50% para quitar seus impostos, pagar contas e realizar compras por meio de pagamentos feitos pelos criminosos. Além de responder pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e uso de documento falso, os integrantes do grupo serão acusados de lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a mais de 30 anos de prisão.

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Fonte: Agência Brasil

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Polícia afirma que golpe de pirâmides financeiras atingiu 103 investidores no Recife

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04/01/2018

O golpe das pirâmides financeiras investigado pela Operação Necrópole de Gizé, deflagrada nesta quinta-feira (4), no Recife, prejudicou 103 pessoas. De acordo com a Polícia Civil de Pernambuco, eram investidores de classe média alta, que aplicaram entre R$ 10 mil e R$ 50 mil. O responsável pela administração do negócio, A.F.A.J., de 41 anos, foi preso na ação policial. Segundo o chefe da Polícia Civil, o sujeito criou uma empresa apenas para controlar as pirâmides. Em um empresarial localizado em um prédio de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, alugou um andar interior para instalar uma casa de câmbio, o Bank Invest. Ele prometia rentabilidade anual de 188%, em 12 meses. Quem aplicava R$ 50 mil, após um ano sem fazer retirada, lucrava R$ 144 mil. “Quem levasse outras pessoas poderia ganhar ainda mais. Por isso, se configura a pirâmide financeira”, observa o chefe de polícia. Esta instituição atuou normalmente até setembro do ano passado. Naquele mês, o acusado encerrou os serviços do banco de investimentos e entregou todas as salas. “Foi quando começamos a receber as primeiras denúncias. Teve gente que perdeu até R$ 300 mil”, afirmou. Por determinação judicial, a partir das investigações que culminaram com a etapa da operação desta quinta, foram bloqueadas contas bancárias do responsável pela pirâmide. Elas totalizavam R$ 1 milhão. “Acredito que esse valor não será suficiente para ressarcir as perdas dos investidores”, disse o chefe da polícia.

Mecanismo

Os integrantes da pirâmide financeira investiam dinheiro em espécie. Podia ser em real ou em moeda estrangeira. As pessoas recebiam a proposta de alta rentabilidade para não retirar nenhum montante em um prazo de um ano. “Esse tipo de transação faz parte de um mercado chamado Forex. No mundo inteiro são negociados US$ 5 trilhões por dia. No Brasil, esse serviço não é regulamentado pelo Banco central. Mesmo assim, as pessoas investiam para evitar a variação cambial do mercado comercial convencional”. Além de garantir alta rentabilidade, o responsável pela pirâmide financeira informava aos investidores do Recife que tinha uma empresa no Reino Unido. “Com a informação de que tinha operadores na Inglaterra, ele tentava reforçar a credibilidade para quem procurava a empresa”, comentou.

A ação

A prisão do homem e o cumprimento de quatro mandados de prisão, nesta quinta, fazem parte da segunda etapa da Necrópole de Gizé. Sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos em novembro do ano passado por policiais da Delegacia do Cordeiro, na Zona Oeste da capital pernambucana. Todos foram expedidos pelo Juiz da 9ª Vara Criminal da cidade. De acordo com a polícia, o grupo do suspeito é investigado por estelionato, associação criminosa, crimes contra economia popular e o consumidor, além de lavagem de dinheiro. Primeira operação de repressão qualificada de 2018, a Necrópole de Gizé teve como área de atuação o Recife.

Polícia indicia 37 pessoas por criar empresas de fachada e aplicar golpes no comércio

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27/10/2017

Nesta sexta-feira (27), a Delegacia de Roubo de Cargas do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) indiciou 37 pessoas suspeitas de criar 50 empresas de fachada no Rio Grande do Sul e de aplicar golpes no comércio de todo o Brasil. O inquérito será entregue na próxima segunda-feira (30) à Justiça e aponta crimes de estelionato, uso de documentos falsos e organização criminosa especializada em crimes mercantis. O indiciamento ocorreu pouco mais de um mês após a realização de uma operação policial em 11 cidades gaúchas, quando 21 estelionatários foram presos. Todos foram liberados pela Justiça 10 dias depois da ação. São empresários, funcionários de empresas, laranjas e três contadores. Segundo o delegado responsável pela investigação, os suspeitos se dividiram em dois núcleos, um na Região Metropolitana de Porto Alegre e outro no Litoral Norte, para aplicar golpes em várias empresas de todo Brasil. O prejuízo, em apenas 11 delas, passa de R$ 3 milhões.

— Uma mulher paranaense era a principal articuladora do esquema em Porto Alegre. Inclusive, já foi presa pela Polícia Federal em investigações semelhantes a nossa em São Paulo, Santa Catarina e aqui mesmo no Rio Grande do Sul. Ela foi intimada para depor no Deic. No entanto, não compareceu — afirma Rocha.

Golpe

Os criminosos criavam empresas de fachada em nome de laranjas. O esquema contava até com um integrante responsável por ir à Junta Comercial do Estado para alterar o contrato social de empresas “inativas”. As chamadas “araras”, empresas de distribuição de produtos diversos, funcionavam para compras com fornecedores e para empréstimos bancários. As primeiras compras ou empréstimos eram pagos normalmente para ganhar credibilidade. Depois disso, os golpistas faziam compras a prazo e solicitavam financiamentos milionários. Por fim, fechavam as “araras” e desapareciam. Outras empresas eram abertas ou até mesmo, alguns anos depois, as mesmas firmas fechadas eram reabertas com outros sócios e com outra razão social.

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Fonte: Gaúcha ZH

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