PF investiga organização criminosa responsável por fraudes bancárias em TO

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23/01/2019

A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (22) as Operações Spurius II e III, para desarticular organização criminosa especializada em fraudes bancárias pela internet. Aproximadamente 40 policiais federais cumprem sete mandados judiciais de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, expedidos pela 4ª Vara Federal de Palmas nos estados de Tocantins e Goiás. Foi determinado o bloqueio de bens e valores dos envolvidos, pessoas físicas e jurídicas. A investigação teve início com a comunicação de fraude ocorrida em bancos de Paraíso/TO e Relatório de Fraudes Bancárias, fatos investigados em inquéritos policiais instaurados para apurar a ocorrência dos delitos. O grupo criminoso atuava fraudando a emissão e pagamento de boletos bancários, bem como realizando fraudes bancárias pela internet e lavagem de dinheiro por meio de contas e empresas de fachada. Tais empresas eram criadas com documentação falsa para movimentar os recursos obtidos ilicitamente. Ainda não se apurou o montante dos prejuízos gerados pelas fraudes, que será mensurado após a análise do material apreendido. A investigação apurou o cometimento dos crimes de organização criminosa, estelionato, falsificação de documento público, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.

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Fonte: Ponta Porã Informa

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PF deflagra operação para combater fraudes no comércio de veículos

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17/01/2019

Nesta quinta-feira (17), a Polícia Federal começou a realizar uma operação para combater fraudes no comércio de veículos. A ação é desenvolvida em Goiás e no Distrito Federal. Conforme a PF, um grupo é investido suspeito de de ocultar patrimônio, registrando bens em nome de laranjas, lavando dinheiro por meio da venda de usados. A Operação intitulada Cosplay  foi deflagrada ainda na madrugada desta quinta-feira. Cerca de 120 policias cumprem 31 mandados de busca e apreensão em Águas Lindas de Goiás, Valparaíso de Goiás, Brasília, e em regiões administrativas da capital federal, como Brazlândia, Ceilândia, Guará, Paranoá, Recanto das Emas, Riacho Fundo I, Samambaia, Sobradinho e Taguatinga. Além dos mandados de busca e apreensão, foram cumpridas duas medidas cautelares de sequestros de veículos e bloqueio administrativo junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Segundo a Polícia Federal, durante as investigações houve a quebra do sigilo bancário e fiscal dos investigados e, foi constatado que as movimentações bancárias eram realizadas em nome de laranjas que, ainda de acordo com a corporação cediam seus nomes mediante pagamento, para que fossem utilizados em atividades empresariais fraudulentas. O principal suspeito foi detido em 2017 suspeito de receptação de uma carga de 72 aparelhos de televisão roubados. De acordo com a PF, ficou evidente que ele estaria envolvido com o uso de nomes de laranjas para movimentar contas bancárias destes terceiros e, ao mesmo tempo, gerir empresas de fachada. A PF informou também que os envolvidos podem responder pelos crimes de falsidade ideológica e de lavagem dinheiro. Se condenados, podem chegar a até 10 anos presos.

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Fonte: DM

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PF deflagra Operação que desarticula fraude em benefício do INSS

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06/12/2018

Foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (06) pela Polícia Federal, a Operação Crotalus, que desarticula uma organização criminosa que fraudava cofres públicos por meio de fraudes em benefícios do INSS. As fraudes chegam a mais de R$ 2 milhões. São cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Curitiba, São José dos Pinhais, Cascavel e Marechal Cândido Rondon, todas no Paraná, e em Bombinhas, em Santa Catarina. Há também um mandado de prisão em nome de um dos investigadores, porém, a corporação explicou que este pedido está relacionado a outra investigação em crime de moeda falsa. A investigação teve início em 2017 por causa de uma suspeita de recebimento indevido de um benefício previdenciário de pensão por morte de esposa. Só que a apuração da PF mostrou que nem o viúvo quanto a suposta mulher morta existiam. Com isso, foi possível constatar a existência de um sofisticado sistema de criação de pessoas fictícias, criação de pessoas jurídicas em nome de pessoas fictícias, falsificação de documentos públicos diversos, aberturas de contas bancárias, aquisição de financiamento de veículo em nome de pessoas fictícias, entre outras práticas criminosas.

Ao todo, foram quatro benefícios indevidos recebidos, por volta de 2008 e 2009, com total aproximado de R$ 2 milhões até agora. Os valores fraudados eram os do limite do INSS, R$ 5.645,00. Também foram identificadas diversas empresas de fachada criadas e mantidas pelos integrantes da organização para movimentar os valores obtidos através das fraudes em face do INSS. Com a deflagração da operação, foram suspensos benefícios obtidos mediante fraude, o bloqueio de ativos de seis pessoas físicas relacionadas direta ou indiretamente aos crimes, restrição de transferência de veículos, bloqueio dos ativos de aproximadamente 20 pessoas físicas fictícias e empresas de fachada, assim como a indisponibilidade de quaisquer outros bens e valores sob guarda, depósito ou administração de instituições financeiras no Brasil.

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Fonte: Correio Braziliense

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Polícia faz alerta sobre golpe do falso empréstimo consignado

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21/10/2018

A Polícia Civil emitiu um alerta sobre o golpe do falso empréstimo consignado. A prática é reincidente no estado e tem por finalidade lesar, principalmente, servidores públicos. Segundo um delegado, a estratégia dos golpistas consiste na veiculação de anúncios de concessão de empréstimos utilizando empresas reais como “fachada”. Em casos recentes investigados pela polícia, os criminosos tomaram emprestado o nome de uma empresa de empréstimos, que é sediada em Belo Horizonte, para trazer a impressão de fidedignidade ao negócio. No entanto, os terminais telefônicos informados nos anúncios não são dessa empresa, e serão atendidos pelos estelionatários, que passarão a impressão de serem empregados da instituição financeira. A vítima, no intuito de obter um empréstimo consignado de forma rápida, paga as taxas de mercado sem hesitar, e é este o lucro indevido que os golpistas visam.

O delegado disse ainda que se outras pessoas tiverem sido vítimas do golpe que compareçam até à sede da 1ª Delegacia de Palmas, para que a ocorrência seja devidamente registrada e as investigações sejam realizadas a fim de que os responsáveis pelo crime sejam devidamente responsabilizados conforme determina a lei. “Já estamos com procedimentos abertos no sentido de apurar a prática desse tipo de golpe e, nesse sentido, pedimos a colaboração da população para que nos ajude com denúncias que possam levar a identificação dos indivíduos responsáveis por tais atos”, ressaltou.

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Fonte: Sou Mais Notícias

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PF faz ação contra fraudes em fundos de previdências municipais

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12/04/2018

Foi deflagrada nesta quinta-feira (12), pela Polícia Federal, uma operação para apurar fraudes envolvendo a aplicação de recursos de institutos de previdência municipais. As investigações apontam que empresas de fachada emitiam títulos de dívidas, que geram um direito de crédito ao investidor, chamado debêntures. O valor dessa medida pode ultrapassar R$ 1,3 bilhão. Policiais Federais e auditores-fiscais da Receita Federal cumprem 60 mandados de busca e apreensão e 20 mandados de prisão temporária expedidos pela 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, Santa Catarina e Goiás, além de São Paulo. Somente no Paraná são quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Palmeira, São Mateus do Sul, Colombo e Pinhais, mas não há mandado de prisão. Segundo a PF, foram identificados 28 institutos de previdência municipais que investiram em fundos que, por sua vez, direta ou indiretamente, adquiriram os papéis sem lastro. “Há o envolvimento de uma empresa de consultoria contratada pelos institutos e elementos que apontam para corrupção de servidores”, informou a PF, em nota. Estão sendo investigados, até o momento, 13 fundos de investimento. No 2º semestre de 2016 foi constatada a existência de R$ 827 milhões de reais em apenas oito destes fundos, dinheiro que, deveria ser destinado ao pagamento de aposentadorias dos servidores municipais. A ação Encilhamento conta com o apoio da Secretaria de Previdência (SPREV) e faz parte da segunda fase da Operação Papel Fantasma. Os investigados responderão, na medida de suas participações, por crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, fraude à licitação, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro. As penas podem variar entre dois e 12 anos de prisão.

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Fonte: Destak

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Pai e filha são suspeitos de manter 10 empresas de fachada para aplicar golpes

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28/03/2018

Foi presa nessa terça-feira (27) K.C.S.Martins, suspeita de manter junto com o pai mais de 10 empresas de fachada para aplicar diversos golpes na cidade de Parnaíba, litoral do Piauí. Conforme o delegado responsável, o pai é C.W.Martins e está foragido. Apenas uma das vítimas teve um prejuízo de mais de R$ 100 mil. “Eles atuavam havia alguns anos na cidade e o pai está foragido exatamente porque muita gente começou a desconfiar das ações dele e ele teve que fugir. Ele e a filha mantinham várias empresas de fachada para conseguir empréstimos em bancos, financiamentos e para oferecer serviços que nunca entregavam”, explicou o delegado. De acordo com ele, três vítimas fizeram denúncias que já viraram inquéritos na Delegacia de Crimes contra o Patrimônio (Depatri). Um dos denunciantes teve um prejuízo de mais de R$ 100 mil. “A outra é uma professora que fez um empréstimo de R$ 30 mil, pagou tudo a eles para comprar um terreno e fazer uma casa e nunca recebeu. A vida dela foi destruída, está em depressão por conta desse golpe”, contou. Dentre os serviços supostamente oferecidos por pai e filha, estavam a construção de imóveis, corretagem de terrenos e vendas de produtos diversos. O delegado contou que junto com a prisão, feita por meio de mandado, foram cumpridas ainda buscas e apreensões em imóveis da família. “Encontramos um cofre, que ainda não conseguimos abrir para saber o que tem dentro e diversos cheques e cartões. O total do arrecadado por eles ainda vamos levantar. Eles viviam uma vida de alto padrão e um carro também foi apreendido, porque pode ser fruto dos golpes”, declarou. As investigações podem revelar ainda a participação de outros membros da família. Ele informou que ao ser presa, a mulher se disse surpresa e não saber o motivo da ação da polícia. Ela e o pai são suspeitos de estelionato e lavagem de dinheiro. As prisões aconteceram por meio da Depatri com apoio da Delegacia Regional de Parnaíba.

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Fonte: G1

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PF desarticula esquema de hackers responsável por fraudes bancárias na internet

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21/03/2018

Nesta quarta-feira (21), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Código Reverso, com o objetivo de desarticular um esquema especializado em fraudes bancárias pela internet. As investigações abrangem os estados do Tocantins, de São Paulo, Goiás e Pernambuco. A estimativa é de que, ao burlarem mecanismos de seguranças dos bancos, o grupo criminoso tenha causado, nos últimos nove meses, prejuízo de cerca de R$ 10 milhões. Por meio de nota, a PF informou que o grupo é constituído de hackers suspeitos de ter conexões até com criminosos cibernéticos do Leste Europeu. Por meio de programas maliciosos, os hackers (pessoas que têm grande conhecimento de informática) acessavam remotamente os computadores das vítimas, com o propósito de fazer transações bancárias eletrônicas fraudulentas como pagamentos, transferências e compras via internet. Mais de 100 policiais federais estão cumprindo 43 mandados judiciais expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal em Palmas, capital do Tocantins. Há sete mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária, 11 de intimação e 24 de busca e apreensão. Além disso, foi determinada a indisponibilidade de bens móveis e imóveis de investigados, bem como o bloqueio de contas bancárias, inclusive de moedas virtuais como a bitcoin. A PF informou que os integrantes da organização têm “alto padrão de vida” e fazem uso de empresas de fachada “para movimentar e ocultar os valores obtidos por meio das atividades criminosas”. Entre os suspeitos de participação na fraude que estão sendo intimados a prestar esclarecimentos, há empresários que procuravam os criminosos “com a finalidade de obter vantagem competitiva no mercado e prejudicar a livre concorrência”. Esses empresários teriam recebido descontos de cerca de 50% para quitar seus impostos, pagar contas e realizar compras por meio de pagamentos feitos pelos criminosos. Além de responder pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e uso de documento falso, os integrantes do grupo serão acusados de lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a mais de 30 anos de prisão.

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Fonte: Agência Brasil

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