Casal que sobrevivia de golpes deu prejuízo de mais de R$ 1 milhão

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24/05/2017

A Delegacia de Estelionato (DE) de Curitiba prendeu um casal envolvido em diversos esquemas fraudulentos. A prisão foi na terça-feira (23) e foi divulgada nesta quarta-feira (24). Conforme as investigações, os dois comandaram golpes que podem ultrapassar R$ 1 milhão de prejuízo. O homem, de 39 anos, e a mulher, de 40, foram presos em uma casa do bairro Pineville, em Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba. Os policiais descobriram que o casal sobrevive apenas de golpes, em que abriam empresas fantasmas para fazer compras e empréstimos. Também alugavam imóveis, tudo por meio de documentos falsos de pessoas desaparecidas ou falecidas. “Em um dos casos, os suspeitos chegaram a usar o nome de uma criança já falecida há quase 20 anos, em São Paulo (SP), para ser usado como locatário de uma residência utilizada pelo casal por mais de dois anos. O mesmo golpe foi dado para local do imóvel onde os indiciados residem atualmente”, contou o delegado titular da DE.

Investigações

A Polícia Civil investigava o casal há mais de seis meses. As investigações agora seguem para saber se os suspeitos integram algum tipo de quadrilha especializada. Não está descartada, ainda, a participação de outras pessoas no esquema já que alguns dados que o casal conseguia eram de documentos verdadeiros. “Alguma parte do que eles fizeram foi inventada, criada”. Segundo a polícia, o casal vai responder pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica documental e associação criminosa. Os dois permanecem à disposição da Justiça.

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Fonte: Tribuna PR

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Suspeito de estelionato e lavagem de dinheiro é preso em Curitiba

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07/03/2017

Na manhã de segunda-feira (06), um homem de 41 anos, suspeito de estelionato e lavagem de dinheiro, foi preso durante uma operação deflagrada pela equipe do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope). O flagrante aconteceu em um quarto de hotel, no bairro Centro Cívico, em Curitiba. Um carro – com várias irregularidades – que estava com o suspeito também foi apreendido. Segundo investigações apuradas pela polícia, com a posse de documentos falsos e dados de pessoas físicas, ele abria empresas fantasmas e respectivas contas bancárias. “Esse homem fraudava os registros contáveis das empresas e abria uma conta jurídica em uma agência bancária – provavelmente em conluio com algum funcionário de dentro da instituição. Aberto essa conta, e com o crédito ativo, o suspeito acabava fazendo saques de grandes volumes e depois abandonava a empresa”, explica o delegado-titular do Cope. Estima-se que em benefício próprio, o suspeito tenha usado várias empresas de fachada para adquirir o dinheiro ilícito. Há suspeitas de que algumas vítimas – titulares dos documentos – consentiam que seu nome fosse usado pelo suspeito. “Agora as investigações seguem para verificar se há mais pessoas envolvidas no esquema”, conclui. Além do crime de estelionato, o suspeito responderá por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

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Fonte: Bem Paraná

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Polícia desarticula quadrilha suspeita de golpe no Litoral Norte do RS

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30/01/2017

Um esquema de estelionato e falsificação durante uma operação em Capão da Canoa, na Região Central do Rio Grande do Sul, foi desarticulado pela Polícia Civil na manhã desta segunda-feira (30). Uma quadrilha é suspeita de simular uma empresa de distribuição para tomar empréstimos bancários e fazer compras de fornecedores, sem pagar aos credores. Conforme a polícia, a prática é conhecida como “golpe da arara”. Os criminosos montam uma falsa empresa, tomam empréstimos bancários e fazem compras de fornecedores. Depois, deixam de pagar e, como usam documentos falsos, não são localizados pelos credores. A operação foi realizada no galpão da falsa empresa, onde foram apreendidos bens que haviam sido adquiridos de fornecedores. Dois funcionários foram levados pela polícia para prestar depoimento. A empresa organizada pelo grupo criminoso tinha como proprietário, conforme os documentos falsificados, um morador de rua que está preso desde 2015 em Arroio dos Ratos. Até o início da tarde, a polícia ainda contabilizava a mercadoria que havia sido comprada pela falsa empresa. O delegado responsável pela operação estima que o valor chegue a R$ 500 mil. Parte dos produtos será devolvida aos fornecedores prejudicados pelo golpe. No entanto, as compras que tiverem sido pagas de forma integral seguirão com o grupo suspeito. A prática do golpe também pode ajudar a encobrir a procedência de mercadorias roubadas. “Essas empresas araras também são utilizadas para esquentar cargas roubadas, mediante a emissão de nota fiscal, dando uma roupagem de legalidade a esses produtos subtraídos, facilitando a sua recolocação no mercado”, relata o diretor da Divisão de Investigação Criminal.

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Fonte: G1

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Diep mira quadrilha que fraudou R$ 55 milhões da Receita

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13/12/2016

Foram presos nesta terça-feira (13), dois integrantes de uma organização criminosa suspeita de causar um prejuízo de R$ 55 milhões aos cofres públicos do Paraná e da União na “Operação Cereais”, deflagrada pelo Departamento de Inteligência do Estado do Paraná (Diep), com apoio das polícias Civil e Militar. Cinco pessoas estão foragidas. A quadrilha usava documentos de “laranjas” para abrir empresas e movimentar recursos, sem pagar tributos ao Estado e à União. A investigação começou em julho deste ano após uma vítima procurar a polícia. O homem alegou que a quadrilha teria usado seus documentos para abrir um comércio de cereais. Em pouco tempo, a empresa começou a acumular dívidas tributárias. Segundo o levantamento feito junto às Receitas Estadual e Federal, a dívida de tal comércio era de mais de R$ 8 milhões – Destes R$ 3,6 milhões com o Estado e de R$ 4,9 milhões com o Governo Federal. Dois contadores que faziam parte da quadrilha foram presos em casa, na cidade de Ponta Grossa. Eles eram responsáveis pela documentação que criava as falsas empresas, algumas delas registradas no endereço do próprio escritório de contabilidade. Durante a investigação, os policiais do Diep descobriram que a Pampas era apenas uma das empresas abertas de forma ilegal pela organização criminosa. “Descobrimos que a quadrilha era especializada neste tipo de golpe e já teria provocado, além de danos a particulares, um prejuízo de R$ 44,2 milhões à Receita Estadual e de R$ 11 milhões à Receita Federal, totalizando um rombo de pouco mais de R$ 55 milhões aos cofres públicos”, explicou o delegado do Diep. Os alvos da operação são suspeitos dos crimes de estelionato, associação criminosa, falsificação de documento público, falsificação de documento particular, fraude processual, crime contra a ordem tributária e lavagem de dinheiro. As penas somadas podem chegar a 30 anos de prisão.

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Fonte: Tribuna

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Polícia investiga falsários que reabriam empresas fantasmas na Junta Comercial do RS

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27/10/2016

Foi realizada nesta quinta-feira pela Polícia Civil a segunda etapa de uma Operação para coibir fraudes na Junta Comercial do Rio Grande do Sul (Jucergs). Falsários são investigados por usar empresas fantasmas em práticas ilícitas no Estado e também em outras partes do país. Na primeira etapa da ação, em julho deste ano, descobriu-se que pelo menos 20 empresas foram reabertas com pedido de alteração de sócios. Na verdade, criminosos usaram indevidamente os nomes dos antigos donos, alguns até já falecidos. Agora, o objetivo é descobrir o motivo pelo qual essa fraude estava ocorrendo no RS, em Tocantins e em Goiás. No entanto, a polícia apura que as empresas eram utilizadas para participar de licitações e para fazer empréstimos, entre outros.

Fraude

O delegado responsável pela apuração diz que cinco suspeitos foram identificados após serem descobertos dois escritórios de contabilidade que faziam parte do esquema. Eles usavam documentos falsos para reabrir as empresas na Jucergs. Os antigos donos não sabiam do fato e alguns até já tinham falecido. A Junta Comercial desconfiou das ações e procurou a polícia.

— Descobrimos, por exemplo, que um falsário de Tocantins utilizou uma empresa que estava fechada há anos na cidade de Rio Grande, sendo que os dois antigos sócios já estão até mortos — destaca o delegado.

Segundo o Deic, falsários do RS e também de fora do estado estavam reabrindo empresas gaúchas. Por isso a chamada “Operação Bartolomeo II” é realizada com apoio de agentes de Goiás e de Tocantins. A próxima etapa do trabalho é contabilizar o prejuízo e identificar a finalidade desta fraude, apesar da suspeita de ser para a participação de licitações e para a obtenção de empréstimos. Os crimes são de fraude processual, falsidade ideológica e associação criminosa.

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Fonte: Zero Hora

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Trio que aplicava golpes em diversas cidades do país é preso em MS

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12/08/2016

Foi preso pela Polícia Civil, um trio que estava aplicando golpe em diversas cidades do país, entre elas Campo Grande (MS). O titular da Delegacia Especializada de Repressão à Roubos e Furtos (Derf), disse que os envolvidos estão na audiência de custódia nesta sexta-feira (12). Além de clonagem em cartões de crédito, eles são suspeitos abrir firma “fantasma” e efetuar transações fraudulentas de compra e venda. “O último local em que eles estiveram, antes de Campo Grande, foi Goiânia. Lá, os envolvidos, sendo o mentor de 25 anos e o casal, fizeram compras no valor de R$ 10 mil. No caso de Cuiabá, eles efetuaram transações de compra e venda com cartões clonados. Aqui eles compraram celulares e o flagrante ocorreu quando retornavam em um estabelecimento comercial para aplicar outro golpe na praça”, afirmou o delegado. O trio, sendo um suspeito de 25 anos e um casal de 26 e 33 anos, foi levado para a Derf, com os aparelhos avaliados em R$ 8,4 mil. Os envolvidos confessaram os crimes e vão responder por furto qualificado, tendo uma pena que varia de 2 a 8 anos de reclusão.

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Fonte: G1

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Suspeito procurado por fraudar o seguro-desemprego é preso, em RO

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30/03/2016

A Polícia Militar (PM) de Rolim de Moura (RO) prendeu o homem suspeito de participar de uma organização criminosa que fraudava o seguro-desemprego em Vilhena (RO) e Colorado do Oeste (RO), no Cone Sul. J.O.S. estava foragido da justiça desde o último dia 23, quando a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Sala Azul. Segundo a PF, o grupo pode ter desviado mais de R$ 3 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A PF pediu o mandado de prisão de 11 suspeitos. Destes, dez tinham sido cumpridos no dia da operação, restando somente J.O.S. foragido. Com a continuação das investigações, a PF descobriu que o suspeito estava escondido em Rolim de Moura e pediu apoio da PM do município. A prisão ocorreu no fim da tarde de terça-feira, no Bairro Beira Rio, em uma casa alugada pelo suspeito. O homem não reagiu e confirmou que era foragido da Justiça. O mandado de prisão foi cumprido e ele foi encaminhado à Cadeia Pública da cidade. Conforme a PF, o suspeito era um cooptador, que aliciava pessoas para criar falsos vínculos empregatícios com empresas fantasmas. As investigações continuam e a PF não revelou os nomes dos outros envolvidos para não atrapalhar as investigações.

Operação

De acordo com o delegado responsável, a fraude consistia na obtenção do FAT para pessoas que não tinham direito legal. “A quadrilha criava falsos vínculos empregatícios com empresas fantasmas. Tinha empresas que foram criadas em 2015 e os empregados contratados no ano de 2013. Eles pegavam, através de computadores, e estas pessoas tinham a função de aliciar o maior número de pessoas possíveis, que seriam os empregados destas empresas”, diz. A organização era liderada por três irmãos, que neste período já aliciaram pelo menos 400 pessoas. “Com a promessa de dinheiro fácil para as pessoas que estavam desempregadas, eles solicitavam a carteira de trabalho e falavam que iriam criar falsos vínculos empregatícios”, salienta. Depois de receber os documentos dos trabalhadores, os fraudadores davam entrada no pedido de FGTS e seguro-desemprego. Conforme aponta a PF, a pessoa aliciada pela quadrilha recebia apenas R$ 1 mil, dos R$ 7.650,00 que eram pagos pelo FAT, ligado ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). “Estas pessoas nunca trabalharam nestas empresas, mas elas cediam os documentos pessoais para criar estes vínculos empregatícios. Em contrapartida, recebiam cerca de R$ 1 mil do beneficio”, revela o delegado. Segundo a PF, as 400 pessoas que receberam o benefício serão ouvidas e, se comprovado que tinham ciência do crime, responderão por estelionato majorado. A princípio a operação se concentrou em Vilhena e Colorado, mas a PF tem informações de que a quadrilha pode ter se expandido para outras cidades de Rondônia, como Rolim de Moura (RO).

Fiscalização

Para o delegado é grave o fato de uma quadrilha ter desviado mais de R$ 3 milhões do FAT e, por isto, a PF deve enviar documentos para os órgãos que fiscalizam e liberam o seguro-desemprego. “É uma falha. Imagina criar um vínculo empregatício retroativo, sem o mínimo de fiscalização, e conceder a elas seguro-desemprego com apenas três guias de FGTS recolhidas. A meu ver é falta de fiscalização dos órgãos responsáveis que liberaram o beneficio”, diz. Nesta primeira etapa da operação, nos levantamentos iniciais, a PF não detectou participação de servidor público nos desvios fraudulentos. A polícia estima que pelo menos sete empresas fantasmas participavam do esquema.

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Fonte: G1

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