Ocorrências de estelionato crescem até 25% no fim do ano

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18/12/2017

Uma professora foi alvo de estelionatários que, utilizando documentos falsos, deram entrada no pedido do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Dpvat). O benefício é destinado à família da vítima, já que ela havia perdido o filho em um acidente de motocicleta no Anel Rodoviário de BH. O caso não é isolado. Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), de janeiro a outubro, mais de 28 mil estelionatos de várias modalidades foram registrados em Minas. Um crescimento de quase 9% em relação ao mesmo período de 2016, quando pouco mais de 26 mil ocorrências foram contabilizadas. E é no fim do ano que a população precisa estar ainda mais atenta para não cair no ‘conto do vigário’. Uma criminalista e conselheira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG), frisa que ocorrências de estelionato podem crescer até 25% nesse período. Em dezembro do ano passado por exemplo, foram 688 casos apenas na capital mineira. O número representa 15% a mais em relação ao registrado no mesmo mês de 2015.

Mais comuns

Os tipos de golpes mais comuns estão ligados à emissão de falsos boletos ou o envio de links com vírus relacionados a promoções, aluguéis de casas na praia ou ofertas de passagens aéreas. Na maioria dos casos, as vítimas acreditam que estão fazendo um negócio vantajoso. “O aluguel da casa na praia é clássico. O falsário publica na internet o anúncio com um preço mais baixo do que a média de mercado e pede ao interessado pelo contrato o adiantamento de um determinado valor para fazer a reserva do imóvel. Depois de receber o depósito, o golpista simplesmente desaparece”, explica.

Denúncia

Ao suspeitar que está sendo alvo de um golpe, a recomendação é registrar uma denúncia. Foi o que fez a professora. Os criminosos chegaram a enviar uma documentação à empresa responsável pelo Dpvat, via Correios, com fotos de outras pessoas e assinaturas diferentes da mulher. O processo, inclusive, chegou a ser iniciado. Porém, ao constatar que havia algo errado, ela procurou a Polícia Civil e uma investigação foi aberta. “Me senti impotente, lesada. É um desgaste emocional enorme. Você está se reerguendo e se depara com essa situação. Por isso é importante entrar com os papéis o quanto antes, para evitar esse tipo de risco”, observa.

Facilidade atrai falsários para o ambiente digital

O número de fraudes cometidas em dezembro chama a atenção. Tanto no recorte estadual quanto nos dados relativos à BH, as ocorrências registradas neste mês superam a média mensal em 2016. Para especialistas, a elevação está ligada ao aumento do fluxo de dinheiro nesse período. O pagamento do 13º salário, por exemplo, acaba se tornando uma oportunidade para que criminosos entrem em cena. Um delegado da Polícia Civil explica que, nesse contexto, os meios digitais são campo fértil para golpes de todos os tipos. “Há links falsos com um vírus chamado Keylogger, onde as pessoas entram, digitam login e senha e têm os dados copiados. Muitas vezes são solicitadas atualizações de dados bancários e as pessoas não percebem que estão caindo em um golpe”, explica.

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Fonte: Hoje em Dia

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Pai e filho são presos acusados de fraude em seguro obrigatório

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13/07/2017

Pai e filho acusados de diversas fraudes contra o Seguro DPVAT foram presos, por ordem da Justiça, pela Polícia Civil. V.G.A., de 48 anos, e V.G.A.F., de 27, foram presos na manhã de quarta-feira (12), em Várzea Grande (MT), durante a operação “Escamoteio”, deflagrada pela Delegacia de Defesa do Consumidor, com apoio de policiais da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A investigação contou com trabalho na análise dos inquéritos pelo Núcleo de Inteligência da Regional de Cuiabá. Presos no Jardim Marajoara II, pai e filho são investigados em pelo menos 25  inquéritos dos anos de 2013, 2014 e 2015, pela prática de estelionato, falsificação de documento público, falsificação de documento particular, falsidade ideológica e uso de documento falso. A fraude contra o seguro DPVAT funcionava da seguinte forma: os suspeitos abriam contas em bancos em nome de laranjas, ou então pegavam “emprestado” a conta de amigos para o recebimento do seguro, figurando como atos preparatórios dos golpes a falsificação de documentos públicos e particulares inserindo neles, os nomes, dados pessoais e endereços falsos de terceiros e históricos clínicos, “firmados” por um pequeno número de médicos. Na consumação do golpe, o valor do seguro não era creditado em conta supostamente pertencente à pessoa que teve seus dados usados indevidamente, e sim para pessoas que “emprestaram” suas contas, cartões e senha a pai e filho. Nas investigações foram utilizadas técnicas de análise criminal pela equipe do Núcleo de Inteligência da Regional e quebra de sigilo bancário, além do cumprimento de buscas domiciliares visando produzir mais provas para o inquérito.

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Fonte: Midia News

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Operação apura esquema de fraudes no seguro DPVAT no Vale do Aço

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03/04/2017

Nesta segunda-feira (03), uma operação para desmantelar uma organização criminosa, que atua em fraudes ao seguro DPVAT em Timóteo, no Vale do Aço, foi realizada pelo Ministério Público de Minas Gerais, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), composto de promotores de Justiça e policiais civis e militares. A ação  faz parte da operação Perfídia, na qual foram denunciados, entre outras pessoas, três advogados e um médico. Foram cumpridos quatro mandados judiciais de prisão temporária e sete de busca e apreensão nas residências de suspeitos. Durante as buscas, ainda foi apreendida documentação, que será analisada, além de duas armas de fogo e munição. A fraude era feita da seguinte forma: agenciadores ou despachantes procuravam pessoas envolvidas em acidentes automobilísticos e cobravam de 30% a 50% do valor a ser recebido para, em troca, aumentar ilicitamente o valor do benefício. Com a participação de outros agentes, documentos eram fraudados para simular lesões inexistentes ou agravar as existentes. O objetivo era aumentar o valor do benefício a ser pago e compartilhar com os integrantes da organização criminosa.

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Fonte: Hoje em Dia

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Cinco pessoas são denunciadas por fraude no seguro DPVAT em Timóteo

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27/10/2016

Cinco pessoas suspeitas de fraudarem as indenizações do seguro obrigatório de danos pessoais, o DPVAT, foram denunciadas pelo Ministério Público de Ipatinga, em Timóteo, no Vale do Aço (MG). Entre os denunciados, estão três advogados, um despachante e um médico ortopedista. Com exceção do médico, que é de Timóteo, os outros quatro envolvidos já haviam sido presos pela Polícia Federal, em abril de 2015 no Norte de Minas, na operação Tempo de Despertar, que investigava a mesma fraude. Na época, a Polícia Federal e Ministério Público informaram que o prejuízo foi de R$ 28 milhões. O esquema no Vale do Aço foi descoberto através de investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Conforme um promotor, o principal articulador da quadrilha é o despachante. Ele procurava vítimas de acidentes de trânsito e intermediava o processo de requerimento de indenização do seguro DPVAT, junto com o escritório de advocacia, com sede em Montes Claros. “O despachante era o cabeça da organização. As vítimas não tinham contato com os advogados, muitas vezes elas nem sabiam da existência desse profissional no processo”, disse o promotor. O promotor explicou ainda que após o término do processo, 70% do valor pago das indenizações iam para as vítimas e 30 % para o grupo. Eles contratavam o médico ortopedista para fazer laudos aumentando a gravidade das lesões para possibilitar a fraude. Um Delegado da Polícia Civil explica que a maioria das vítimas não tinha conhecimento do esquema. “Nos depoimentos que foram colhidos percebemos a surpresa das vítimas ao ver os laudos periciais dos processos. Elas nos contam que foram procuradas em suas residências, ou até mesmo na própria unidade hospitalar pelo despachante e acreditavam em tudo que era dito”, diz. De acordo com o inquérito, o despachante teria conseguido o boletim e a vítima não recebeu atendimento pelo médico que assinou o documento.

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Fonte: G1

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Três pessoas são presas suspeitas de fraudar seguro DPVAT em Goiânia

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18/10/2016

Três pessoas suspeitas de cometerem fraudes para resgatar o seguro DPVAT, foram presos pela Polícia Civil nesta terça-feira (18), em Goiânia. Conforme a investigação, o trio integra uma quadrilha que falsificava recibos para superfaturar e receber o benefício no nome de terceiros. O grupo abordava pacientes na porta de hospitais. Eles faziam recibos com quantidade superior aos serviços médicos utilizados pelos segurados. “Há uma lesão. Esta lesão precisa de cinco sessões de fisioterapia, mas no processo de reembolso de despesas médicas DPVAT eram acostados recibos de 30 sessões, quando na verdade foram realizadas somente cinco”, explicou a delegada responsável pelo caso. A operação foi deflagrada nesta manhã na capital. Segundo a delegada, a polícia começou a investigar o grupo depois que a seguradora responsável pelo DPVAT identificou documentos falsos durante uma auditoria. O grupo  cometia as fraudes desde 2013, mas ainda não é possível afirmar o prejuízo causado pela quadrilha. Além das prisões, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e dez pessoas foram conduzidas coercitivamente para depor.

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Fonte: G1

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Trio é preso por tentativa de fraude de seguro DPVAT em Maracanaú

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17/06/2016

Na última quinta-feira (16), três pessoas foram presas pela Polícia Civil por tentativa de estelionato, em Maracanaú, a 24 quilômetros de Fortaleza. Os suspeitos queriam fraudar o recebimento do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT). A primeira pessoa detida foi uma mulher, de 30 anos, que portava uma ficha médica com a indicação de “paciente acidente de trânsito”. O documento, levado para o 29º Distrito Policial, foi comprovado falso. Ao ser questionada, ela disse que não tinha sido atropelada e que, no dia do suposto acidente, em novembro de 2015, estava pilotando uma moto quando se envolveu em um acidente de trânsito. A mulher também confessou que já havia tentado registrar Boletim de Ocorrência para dar entrada no seguro outras vezes. Além dela, foram presos um homem, de 21 anos, acompanhante da mesma na delegacia e outra mulher, de 22, gerente do estabelecimento que atua nos trâmites do seguro DPVAT que a suspeita havia passado. O trio foi autuado por tentativa de estelionato.

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Operação da Polícia Civil combate fraude em seguros DPVAT no RN

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08/06/2016

Em Mossoró, no Oeste potiguar, uma operação de combate a fraudes envolvendo o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), prendeu três pessoas e interditou quatro empresas. Segundo a Polícia Civil, a operação realizada nesta quarta-feira (08) resultou no cumprimento de 18 mandados de prisão, busca e apreensão e de interdição de estabelecimentos. Conforme o delegado da Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações (DEFD), as investigações começaram a cerca de um ano e meio, quando uma empresa de seguros foi denunciada por administrar e liberar o pagamento do DPVAT de forma indevida. Durante a Operação, a Polícia Civil fez buscas nas casas dos investigados e encontrou documentos como boletins de ocorrências e prontuários médicos. Em uma das casas foi localizado um carimbo com o nome “Polícia Civil Delegacia Regional”. Durante a operação, três homens foram presos temporariamente. Eles serão investigados por formação de quadrilha, estelionato, uso de documento e corrupção. Quatro sedes de empresas seguradoras foram interditadas.

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