Bando fraudava cartões e lavava dinheiro na Feira dos Importados

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20/09/2018

Após investigações, policiais civis desmontaram uma organização criminosa envolvida em receptação, uso de documento falso e lavagem de dinheiro. O bando realizava a compra de aparelhos celulares, enviava os produtos para Brasília e lá os aparelhos eram vendidos numa banca na Feira dos Importados. As prisões do dono da banca da Feira e de uma suspeita em São Paulo (SP) aconteceram na manhã desta quinta-feira (20), durante a Operação Hermes. Os criminosos atuavam principalmente fora do Distrito Federal. Agentes cumpriram cinco mandados de apreensão. Além de dezenas de aparelhos celulares, policiais enviaram para a perícia computadores, máquinas de cartão e vários documentos de identificação falsos. Conforme o delegado da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes (Corf), a investigação começou no fim de abril, quando uma carga com 12 aparelhos celulares foi apreendida no Aeroporto JK. No momento da apreensão, fiscais verificaram que a nota fiscal do produto estava em nome de uma pessoa, os dados da compra em nome de outra e que um terceiro indivíduo iria receber a encomenda, o que gerou suspeita sobre um possível crime de receptação. A partir daí, em parceria com a Polícia Civil de São Paulo, a Corf apurou que os envolvidos roubavam dados pessoais de consumidores, fraudavam cartões de crédito e, com a ajuda de porteiros de condomínios, obtinham os cartões. Com identidades falsas, eles realizavam a compra de celulares e os enviavam por meio de empresa aérea para serem vendidos no DF. A Polícia Civil informou que, em 30 dias, uma das empresas de transporte aéreo fez 20 encomendas de celulares à Brasília, sendo que em cada encomenda havia cerca de 10 celulares, o que totaliza quase R$ 1 milhão em mercadoria fraudada. Segundo o delegado, não está descartada a atuação da organização criminosa em outros estados. Ele não informou quantas pessoas estão envolvidas.

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Fonte: Correio Braziliense

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Empresária é denunciada por falsificação de documentos e crimes ambientais em MT

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18/09/2018

Nesta terça-feira (18), uma empresária foi denunciada pelo Ministério Público Estadual (MPE), por crimes ambientais e falsificação de documentos. Segundo a denúncia, L.R.G. usava a empresa para conseguir licenças irregulares na Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema). Essa é a segunda denúncia registrada contra a empresária. O MPE também fez novo pedido de prisão preventiva contra a acusada. As denúncias são resultado das operações Polygunum e Siriema, deflagradas pelo MPE em parceria com a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis (Ibama), que investigam fraudes nos sistemas ambientais. Conforme as investigações, em 2011 L.R.G., por meio da empresa dela, foi contratada para promover a regularização de uma fazenda localizada em Gaúcha do Norte, a 595 km de Cuiabá. Ao constatar que a propriedade rural estava em situação irregular, a empresária teria usado o nome da empresa dela para falsificar documento público emitido pela Sema. “Falsificando a Autorização Provisória Funcionamento de Atividade Rural (APF) a denunciada obteve vantagem ilícita de R$ 4 mil, prejudicando a vítima e o meio ambiente. Induziu o proprietário da área em erro, mediante a apresentação do documento falso, obtido por meio fraudulentos. Além disto, dificultou a ação fiscalizadora da Sema no trato de questões ambientais”, diz trecho da denúncia. Caso a denúncia seja aceita, a empresária deve responder pelos crimes de falsificação de documento, por dificultar a ação fiscalizatória do poder público e também por impedir a regeneração natural de florestas e demais formas de vegetação.

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Fonte: G1

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Ministério Público e Polícia Civil investigam suspeita de falsificação de documentos na Câmara de Serra Azul, SP

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06/09/2018

O Ministério Público investiga uma suspeita de falsificação de documentos na Câmara Municipal de Serra Azul (SP). Na noite de quarta-feira (05), a Polícia Civil apreendeu equipamentos eletrônicos no prédio do Poder Legislativo e na casa do presidente. Através de mandado de busca e apreensão, cinco computadores e um celular foram apreendidos pela Polícia Civil e levados para a perícia. Foram recolhidos documentos até dos cestos de lixo. A suspeita é de irregularidade em pagamentos feitos pelo Legislativo. Segundo a Polícia Civil, a investigação vai apurar se houve falsificação de documentos por parte da presidência da Câmara. “Apreendemos alguns documentos como notas de empenho e documentos diversos relacionados à Câmara”, diz o delegado responsável.

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Fonte: G1

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Suspeito de estelionato que pode ter feito mais de 500 vítimas é preso em Suzano

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30/08/2018

Nesta quinta-feira (30), a Polícia Civil de Suzano prendeu um homem suspeito de extorsão. A investigação aponta que ele pode ter feito mais de 500 vítimas na região. Conforme a polícia, o suspeito de 47 anos pesquisava pessoas com dívidas e, principalmente, cheques devolvidos. Ele fazia contato com as vítimas e pedia uma quantia em dinheiro pra “limpar o nome” delas. Na casa dele, em Itaquaquecetuba, os policiais encontraram centenas de certidões de cartórios de protesto, cheques falsificados, documentos das vítimas, além de documentos falsificados com a foto do próprio suspeito e equipamentos para fazer a falsificação desses documentos. Os policiais chegaram até o suspeito depois que um empresário da região denunciou que estava sendo extorquido.

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Fonte: G1

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Fábrica de exames falsos de gravidez é fechada pela polícia em Rondonópolis

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14/08/2018

Um homem foi preso em flagrante em uma residência que funcionava como uma espécie de “fábrica” de documentos falsificados em Rondonópolis (212 km de Cuiabá-MT). A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) e ocorreu na tarde de segunda-feira (13). O suspeito W.S.A., de 26 anos, foi alvo de investigação após ser envolvido em ocorrências de estelionato com o golpe popularmente conhecido como “carro da OLX”.

Dentro da residência do suspeito foram encontrados diversos rascunhos de documentos falsificados na sala, incluindo documentos pessoais e veiculares. No quarto, dentro da fronha do travesseiro, foram localizados mais documentos finalizados e fotos 3×4 de terceiros. No balcão da cozinha foram recolhidos extratos bancários, exames de gravidez de um laboratório, entre originais e outros falsificados, e uma almofada de tinta de carimbo, utilizado para falsificação com uso de amostra de digital. O material apreendido é fabricado na casa do suspeito com um computador e uma impressora colorida. Os documentos veiculares (CRV e CRLV) possuem informações impressas em papel timbrado, proveniente de dois roubos em agências do Ciretran, um em Rondonópolis e outro no município de Jangada.

De acordo com informações preliminares, em cada documento veicular o suspeito ganhava cerca de R$ 200, cada RG ele cobrava R$ 250 e nos exames de gravidez o suspeito pedia R$ 50. Em entrevista aos policiais, o suspeito confessou os atos, relatou que integra uma organização criminosa e que em conjunto com comparsas teria adquirido lucro anterior por meio do golpe do carro no “OLX”. Ele informou que maior parte do dinheiro (R$ 19 mil) foi apreendida com um comparsa durante deflagração da operação Red Money, da Polícia Civil, em 08 de agosto. Conduzido à delegacia, ele foi autuado em flagrante pelos crimes de receptação e falsificação de documento público, falsificação de documento particular. O suspeito será apresentado em audiência de custódia junto ao Judiciário.

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Fonte: Circuito Mato Grosso

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Quatro homens são presos por falsificação de identidades e de cheques

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10/08/2018

 Na tarde desta quinta-feira (09), quatro homens foram presos em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, por falsificação de documentos de identidade e cheques bancários. A prisão foi realizada em flagrante pelos policiais da delegacia do bairro. Os suspeitos foram identificados como R.F.Souza, A.S.Siqueira, L.S.Amorin e G.C.Sales. A quadrilha estava em posse de cédulas de identidade e inúmeros cheques falsos, diversos apetrechos de falsificação, extratos bancários e dinheiro, além do planejamento de uma possível ação criminosa no Recife. Um deles, procurado no Rio de Janeiro por estelionato, era foragido da Justiça. Para que não fossem presos, o grupo chegou a oferecer dinheiro aos policiais. Os suspeitos foram autuados por corrupção ativa, petrechos de falsificação e associação criminosa.

De acordo com o delegado responsável, a quadrilha tinha atuação interestadual. “Nenhum deles é de Pernambuco, todos são de outros estados e o grupo parece ter sede no estado do Mato Grosso. Identificamos atuação deles também no Rio de Janeiro, Minas Gerais e outros estados do sul. Acreditamos que eles movimentem grandes quantias em dinheiro, pela quantidade de extratos bancários e de cheques encontrada”, explica. A investigação segue na identificação de novas vítimas e novos crimes, inclusive com relação à falsificação de documentos públicos.

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Fonte: OP 9

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Polícia investiga esquema de venda de diplomas escolares falsos em Belém

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07/08/2018

Um esquema de venda de diplomas escolares falsos é investigado pela Polícia Civil na Região Metropolitana de Belém. Conforme as investigações, os diplomas são vendidos pela internet, com a promessa de facilidades e rapidez na documentação. De acordo com a polícia, um homem já foi preso em flagrante pela venda dos documentos. Os policiais ainda buscam outros envolvidos no esquema. Segundo a polícia, o suspeito oferecia a documentação na rua. Ele foi preso por falsidade ideológica. Na casa do preso, a polícia também apreendeu históricos escolares, carimbos e modelos de diploma da rede estadual de ensino. “O diretor da escola cujo nome foi utilizado na falsificação já compareceu e informou que existem mais três casos de documentos falsos da escola nos mesmos padrões dos que foram apreendidos. Nós vamos continuar as investigações. Quem comprou o documento também deve responder processo”, afirmou o Diretor da Divisão de Investigações e Operações Especiais (Dioe). Como os diplomas eram de uma escola estadual, a corregedoria da Secretaria de Educação do Estado (Seduc) também investigará o caso. Quem compra diplomas falsos pode ser preso por falsificação de documentos públicos e falsidade ideológica. A pena varia de dois a seis anos de prisão para quem falsifica no todo ou em parte o documento. Para o crime de falsidade ideológica a pena é de um a cinco anos de prisão.

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Fonte: G1

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